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PORTARIA DPC Nº 105, DE

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Academic year: 2021

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PORTARIA DPC Nº 105, DE 31-08-2009

Dou 03-09-2009

* Nota do Editor:

Retificação inserida pelo DOU de 09-09-2009:

NO CAPÍTULO 6:

- na SEÇÃO II, item 0613, alínea "h", 4º parágrafo, EXCLUIR o texto: "O requisito que se refere ao teste da resistência da búrica deverá ser cumprido até 30/06/2009";

- Na SEÇÃO II, item 0613, alínea "i", 3º parágrafo, SUBSTITUIR o texto: "material resistente ao fogo (antichamas)", pelo texto: "de sisal ou outro material resistente ao fogo";

- Na SEÇÃO II, item 0613, alínea "i", 8º parágrafo, EXCLUIR o texto: "Os requisitos atinentes às alterações da Rede Antiderrapante deverão ser cumpridos até 30/06/2009".

- Na SEÇÃO III, item 0618, alíneas "a" e "b", SUBSTITUIR a expressão: "IMA 63-10", pela expressão "ICA 63-10".

- Na SEÇÃO III, item 0618, alínea "c", SUBSTITUIR o texto: "...cópias dos Certificados de Homologação ou Autorizações das EPTA concedidas pelo DECEA", pelo texto: "...cópias da Homologação, Autorização de Operação Provisória (APO) ou Certificado de Aprovação de Projeto (CAP), todos expeditos pelo Comando da Aeronáutica".

- Na SEÇÃO III, item 0618, EXCLUIR todo o texto constante do campo "Observações".

Altera as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto - NORMAM-01/DPC.

O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria No- 156/MB, do Comandante da Marinha, de 03 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4º da Lei No- 9.537, de 11 de dezembro de 1997 (LESTA), resolve:

Art. 1° Efetuar nas "Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto" - NORMAM- 01/DPC, aprovada pela Portaria No- 45/DPC, de 11 de maio de 2005, alterada pelas Portarias No- 88/DPC, de 25 de outubro de 2005, No- 29/DPC, de 17 de março de 2006, n° 33/DPC, de 28 de março de 2006, n° 54/DPC, de 22

(2)

de maio de 2006, n° 113/DPC, de 30 de novembro de 2006, n° 8/DPC, de 6 de fevereiro de 2007, n° 43/DPC, de 27 de março de 2007, No- 39/DPC, de 16 de abril de 2008, No- 65/DPC, de 02 de junho de 2008 e No- 111/DPC, de 20 de outubro de 2008, e No- 134/DPC de 08 de dezembro de 2008, publicadas, respectivamente, na Seção I no Diário Oficial da União de 27 de junho de 2005, 07 de novembro de 2005, 27 de março de 2006, 30 de março de 2006, 24 de maio de 2006, 13 de dezembro de 2006, 9 de fevereiro de 2007, 29 de março de 2007, 19 de março de 2008, 17 de abril de 2008, 03 de junho de 2008, 22 de outubro de 2008, 10 de dezembro de 2008, e as alterações que a esta acompanham. Esta modificação é denominada Mod 13.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU.

VICE-ALMIRANTE PAULO JOSÉ RODRIGUES DE CARVALHO

ANEXO

ALTERAÇÕES NAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA EMBARCAÇÕES EMPREGADAS NA NAVEGAÇÃO DE MAR ABERTO - NORMAM 01/DPC

NO CAPÍTULO 6 - substituir o texto da SEÇÃO II, no item 0613, alíneas "h" e "i" pelo texto abaixo:

SEÇÃO II

DEFINIÇÕES E PARÂMETROS TÉCNICOS ESTABELECIDOS PARA HELIPONTOS 0613 - PARÂMETROS TÉCNICOS

h) Elos ou Búricas para Amarração - Deverão ser previstas búricas destinadas à amarração dos helicópteros e elos para amarração das redes antiderrapantes, como a seguir mencionado:

(3)

1) junto ao limite da Área de Aproximação Final e Decolagem deverão ser instalados elos para amarração dos cabos destinados a prender a rede antiderrapante (Anexo 6-A, figura 4). O espaçamento entre os elos deverá ser de 1,35 a 1,50m.

2) os helicópteros serão amarrados de forma que as peias formem, com os pontos de amarração dos helicópteros, ângulos dentro dos limites recomendados pelos fabricantes. Para garantir a adequada amarração, deverão ser instaladas no mínimo 6 búricas, para H1, e 12 búricas, para H2, distribuídas na proximidade da Área de Toque. A distribuição padrão deverá ser circular, com centro coincidente com o centro da Área de Toque. Cada círculo deverá conter 6 búricas distribuídas uniformemente no seu perímetro. Os raios dos círculos deverão ser, na ordem crescente, de 2,5m, 5m, e 7m. Os anéis das búricas deverão ser compatíveis com os gatos das peias de amarração das aeronaves. As búricas de amarração deverão possuir resistência para suportar o peso do maior helicóptero a operar no heliponto. Deverão ser apresentados os testes de carga referentes à resistência das búricas de amarração das aeronaves. Os requisitos atinentes às alterações da quantidade e da distribuição das búricas de amarração das aeronaves deverão ser cumpridos até 31/12/2011. Quando ficarem situados no interior da Área de Aproximação Final e Decolagem ou da Área de Toque, os elos deverão ser escamoteáveis, a fim de não constituírem obstruções (ver figura 4 do Anexo 6-A).

i) Rede Antiderrapante - Deve ser providenciada uma Rede Antiderrapante esticada com firmeza para auxiliar na aterrissagem de helicópteros com trens de pouso de rodas, em condições climáticas adversas, vento forte e chuva, e decorrente do jogo da embarcação/ plataforma. Tendo em vista a possibilidade de "enganchamento" da ponta do esqui de trem de pouso da aeronave na rede antiderrapante, estão autorizados entendimentos entre o Operador de aeronave com esqui e o Armador/Operador da embarcação/plataforma, visando a retirada da rede quando na operação desse tipo de aeronave. Esse entendimento deverá ser oficializado na DAerM, com a apresentação da documentação pertinente original contendo a autenticidade das assinaturas firmada em cartório. A rede deve ser confeccionada com as seguintes características:

- cabos com diâmetros de 20mm e com grande resistência à tração e à maresia; - material que proporcione suavidade no contato com o trem de pouso;

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- formada de malhas em quadrados ou losângulos com 200mm de lado; e

- as malhas devem ser fixadas nas interseções por nós que impeçam deformações. O posicionamento e a dimensão da rede devem assegurar a cobertura da Área de Toque e sua faixa limite, sem cobrir as identificações externas ao círculo. As dimensões médias de referência para a rede são as seguintes:

TABELA 2

A rede deverá ser fixada aos elos instalados no limite da Área de Aproximação Final e Decolagem por material semelhante ao de confecção da mesma, devendo a tensão mínima dos cabos de fixação ser de 2.225N. Como regra prática, não deve ser possível levantar qualquer parte da rede em mais do que 250mm acima da superfície do heliponto ao aplicar uma tração vigorosa vertical com a mão. Os cabos de fixação nos elos deverão ser espaçados entre 1,35 e 1,50m (figura 4 do Anexo 6-A). As plataformas fixas não utilizarão a Rede Antiderrapante, exceto se for de comum acordo entre o Operador da aeronave e o Armador/Operador da plataforma. Esse entendimento deverá ser oficializado na DAerM, com a apresentação da documentação pertinente original contendo a autenticidade das assinaturas firmada em cartório.

NO CAPÍTULO 6 -substituir o texto da SEÇÃO III, no item 0618 alíneas "a", "b" e "c" pelo texto abaixo:

SEÇÃO III

SISTEMAS DE COMUNICAÇÕES E NAVEGAÇÃO 0618 - REQUISITOS E HOMOLOGAÇÕES

Visando prover maior segurança às operações aéreas, a plataforma ou o navio deverá dispor de um radiofarol para auxílio à navegação do helicóptero e orientação para o heliponto, e de rádios de comunicações aeronáuticas para a troca de informação bilateral.

Os seguintes requisitos são necessários para a operação de pouso e decolagem de helicópteros no heliponto:

(5)

a) um NDB e uma Estação Permissionária de Telecomunicações e Tráfego Aéreo (EPTA), cuja potência assegure sua recepção a uma distância de 30 milhas náuticas (MN) por uma aeronave voando a uma altitude de 2.000 pés. A EPTA deverá ser devidamente homologada pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), via Órgão Regional, em conformidade com a ICA 63-10 do Comando da Aeronáutica. Os Helipontos Estacionários que forem posicionados a uma distância igual ou inferior a 30MN do litoral ou de outro Heliponto Estacionário que possua NDB, devidamente homologado, ficam dispensados da exigência de possuírem o NDB. Os Helipontos de Posição Variável que forem operar sempre a uma distância igual ou inferior a 30MN do litoral ou de um Heliponto Estacionário que possua NDB, devidamente homologado, podem solicitar a dispensa da exigência de possuírem o NDB. Constará na Portaria de Homologação a restrição de posicionamento do heliponto dispensado de ser dotado do NDB para a operação com helicóptero. Os Helipontos de Posição Variável somente poderão ligar seus NDB durante a aproximação e o início do afastamento do helicóptero. Quando os Helipontos de Posição Variável se encontrarem operando a uma distância igual ou inferior a 30MN do litoral ou de um Heliponto Estacionário que possua NDB, devidamente homologado, deverão manter seus NDB desligados.

b) para comunicação plataforma/navio com a aeronave, deverá dispor de uma EPTA, devidamente homologada pelo DECEA, via Órgão Regional, em conformidade com a ICA 63-10 do Comando da Aeronáutica. Esta EPTA deverá ser capaz de fornecer às aeronaves as seguintes informações:

- direção e intensidade do vento verdadeiro sobre o heliponto; - direção e intensidade do vento relativo sobre o heliponto; - temperatura ambiente sobre o heliponto;

- jogo de balanço, de caturro e de arfagem da embarcação; - condição do mar, incluindo a temperatura da água; - situação do tempo; e

- tráfego de aeronaves nas proximidades.

c) os Armadores deverão encaminhar à DAerM cópias da Homologação, Autorização de Operação Provisória (APO) ou Certificado de Aprovação de Projeto (CAP), todos expeditos pelo Comando da Aeronáutica.

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Referências

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