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DISSERTA
^ AO
STIB - AZOTAIO BE BISMIITHO
CONSlftERATIO
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POARMACOLOGICA E THERAPEUTICAMENTEPROPOSI ODES
SECCAO I>E RC’IEXCIAS ACCESSORIAS
Atmospiiera
SEOfAO
UE KfilENCIAS CIRURGICASAlteracoes do mm flurante a estado pnerperal
SECCAO DE SC1BNCIAS MEDICAS
Do mono no Mm
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L 12*cadtlra), Ghimica ft miTiuralopia. . H" cadtrirah Anatomia dftfttipUw
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DOUTOKES
FJ- do CRULOcMellisCastroMarumih»?[I* cadeinr).
Myntiel Maria He Morals ti Valle Luii pt£hii*naufclf , T j
Joaquin Mflnleiro Ginnmlioa Ikaiingo? JOEO S-'roirn Junior .
KfwoiiicoPilihdro Gtumjrto> ..
Lui/. Pienlzcmuier . , ,
EEGCNtfO ANNO
* . (I* radtrira;, ftmaoivu t i
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lpgia.. , 2* c.idntfR], (JliiTOic* Orphic**
* ., ;:6i*n cadetricaj ), PhysiohJ^ia.
^ira . An&U>mi3 {Icttrtjrtiv**
ANNO
Frtmnrao Pinlieiro GUtimrici, . - (l
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cadcira)H T'hysinlncjia.Anatomia f^ral r pa*
Francif?<0 de Menem tlia* H,i Cm? . I'B* r.ifMra). Paihologta geral-
Viconic Candido Figueira da SabitU . (V4* tedturja). Clinica eiiezm,
gUAfiio A,VNn
„ L (I*cRfinra], Patholopin exierna.
« (2*-ctdeinj* Pattiotngia interna.
i Puriosj jnokstij' Ja-
i.u'u Ha Omlia Peijn ,1 titiior , * , i3a cadelre). jfimiliieri's [n-jida>T part-
[ das, tide reremnasriHos* Vicente Candida FLgueira He Sakn.a . [4* cadcire). Glinka aiirtna.
CooatJlieiwArnmiiu TeUcii*da ftfleha {2* Madeira , |
J\htonte I'errrirn Franca
*
Join Uacnasceuo FeunhH daSilva,
QQItyTO \W0
Jtjid Damascene Peqtnha Ja Silva . * (I* carleinj. huliolngia interna.
Anairtmia lopnjiraphi-
c.% inftilicjna npetJttirta aw arelhosi.
Materia medfcf e ibt-
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FranoisftOProrededdeAndr.idL:Perteiicx. 2* ead«iriL.
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Altmd Hudripnr* de Alvartfiga, , , (l1Lfldtir-t
Join VketiLc lorre* Hdincni . T , (41v.idi'ira }. Cltmca interna.
SF\ TO \w<i
rapeimea^
Hygimie c htHoria da
iiiCLlitinHi,
. {, ^.1’ nHcirnlaHcim}i. Mcdteina^liarnnivinKGALH.
Antonio Gorrta de Souw Cosio. . T [lJeadeirj ,
J
I’ouselheiro harin He TEiGresopulit
Iveijuiel liorfL^ HOA Hflutoa. ,
Joio Vicente Torres J-lomoto < * (i" caddra], Climct intcTin.
J
LENTtS SLBSTITUTOS
Apo^Urtio Jo#6 He Soiihta Llm# .
lierijaiEiui Franklin Ke.mfE rialvdo Jnao Jiiaqnitu Fl»m>.
Jdiid M;irhns Tdictra. f . • Ferreira Hos Satstos . Claudio Vcltio da AnnLa AJaia Joae Pcrrim Gumartea *
I tntro Affotiflfi lie tlar^alho Lranco Arilonio CjeUuo (Jo Minoida .
I Jt teknuiat ae-
CftiSBlFUS*
)
iic sciential*' ei-
Hose Jonqinm da Siiva . Ju3U Jojift da Silva H *
Jouo Uapti^La Kossuth Vifiullj. tilcasS*hi.\Ao de jidciu'iiB ^ me-
<V, B.. A Kacoktade n^o ari|iriTjVy irctu rvprovff UHimki emittirlas
These* qiip Ifir s-in anre^titntdua
A
V . to /
y., /DO SUB - NITRATO DE BISMUTHO
K
DE SDAS
AJ’PLIOAgOES
PlUiYlUKA
PARTE
i
Historico
1 1 sub
- nitrato
debiamutho ,
chamadoantigain
entemarcaaila alba, magisterio de
bismutho ,
cal de his*rmitho
,
branco de bismutho,
nao era usado emmedi -
cma
, Fea sen apparecimento no XYU stculo.
Le-
mery i> vendeu como remedio secreto durante algum tempo
,
e a sua prepara^
o naofoi descoberta
senaono XVin seculo
,
Rose eBuccliolsem lflOSdemouB -
trftrao no sub
-
nitrato debieinutho
a presenta doacido nitrico
,
e o representAranchimicaraentc
; ateentSo este
com
posto eraconsiderado oxydo
de bia- nmtbo
*Parece
qua nesta £pocaprescrevia -
ae muUtas vezes,
como
magipterin debi
&anitho ,
ooxydo
de
bisnmtbo
hydratadoii , on mesmo o oxy*•*- chlorureto
deste metal,
Krupregado a principles
nomo
cosmetico,era
muitoprocurado pelas mullieres
para dara
pelle da face,e mesmo A dos seios
,
cor hrmica* De TODMS as pre-
*par*u;oe$ usadas com este fim segundo Trousseau, uma das mais mnocentes
,
e util em certas affec^(joes cutaneas* Como inconveuiente
.
este autor notaque a cor branea passu muitas vezes ao negro em
consequencia de emana
^
oes suliuros&s. Giacomiui,
r
i
i
1
'A3
V ^ / i
'6'7
v2
que escreveu niuito tempo antes
,
acredita que eatapratica por muito tempo continuada toma a pelle
arida
eenrugada
; era mais um tributo que as mu-
lheres
pagavS
© & sna vaidade.
Tentou
-
se com success© o magisterio no trata-mento do eczema chronieo
,
acne* e diversas affec-
(joes cutaneas
.
Pott,
em ] 739.parece
ter sido opri -
meiro que fallen dos effeitos do sub
-
nitrato dado in*temamente : com
effeito,
cita emsuas observances
a historia de um hoinem que
soffreu diversos
aeci-
dentes gastricus em consequcncia da ingestSo desta. substaucia* Kste facto explica
-
nos por que os me-
dicos dessa epoen liesitavao em prescrever o sub
-
nitrate em altas ddses. No tratamento das gastral- gias
empregava -
se mis d6ses de 5 a H centigram*mas ; cita
-
se como dfiseexcepcional
40,
50, 60 ceir tigrammas*Geoffroi em sua materia medica (1755) assigna
-
lou os perigos do sub
-
nitrato ar senical.
Odiei’j
de
Genova (1786), publicou
sobre omrgisterio de bismuth© um trabalho extenso
,
no qua!indicou as
propriedades
mais notaveis deste pro-
duct©
,
e deudlie no quadra therapeutico um logar important©.
Rile aconsellia*o na hysteria,
nas ear-
1 dialgia&r na diarrhea, co)ieu
.
perturba<j5es damens-
tnia«jao acornpanhadas de palpitagao do cora<}2o, e
cephalalgia
, Odier teve numerosos imitadores,
entre outros,
Camiinati* ScliOffer e Clarke populari-
a&iiio o novo
niedicamento
, que tornou-
se o anti-
jspasmodico pur excellencia*
.
1
j
A
r
\AwSfai 1
3
Richter e
Vogt
oadtiunistr
&rao emtodas
as mo-
leBtias
caracterisadas
pela perversSo,
ou exaltaqSodo systems nervoso
gastrico
; olhao a sua ae(;&o como anaioga adas
prepara<;oes ziocieas ;ins
!stem especialmente sobrea » 0980
local deste mediea-
mento
,
que attribuem a sua insolubilid
ade no succogastrico; aconselhao associar
-
the nma infnsao decastoreum
, camomilla
eValeriana .
Kerzig em
suas
experienciae sobre as oriamjas »e asaegurou de seus buns effeitos contra Os vermesintestinaes
.
Mais tarde se
aconselhoii
u magisteriode
bis- mutho contra agastrite
e a metrite.
Os ensaios matsarriscad
os
fdrSo feitos ; Rademacker empregou-
ocontra a febra intemnitente, e teve reeultedo ; Lo
-
benstein
eFranck dizem
tertriumphado
daepilepsia
polo mesmo remedio ; Casal empregou
-
o com sue*cesso no tetano,
Jacobi e Metzger fArao main lunge ;
olhao
o bis’ mutho como excelleuteremedio contra a
arthrite*a peri
-
pneumonia,
as molestiasagudas
emgeral
,Lank e
Barthyeen
prescrevGrao o bismuthocontra a
blennorrhea syphilitica .
A exagera<j5
o snccedeu prompts
miu<;ao,
e osub -
nitrato foi esquecido at6 1831,
epoea em que Leo deVarsovia
Binpregou*o comvantagem no
tratamento do
cholera
;infelizmentc
osresulted
osde (pie este autor se gaba mo tern sido confir
-
mados*
Em
Franca,
Bietonneau de Tours, Cloquet
eI
\
J
,Is 1 A
---V1
1
4
outros praticos
,
preeisArSu mais asindicates
dadas
porOdter ,
e pelos.
senstrabalhos
procurAraopopularisar o medicamei:to> que, rehabilitado
,
devia mais taide prestarservices
contra a diarrheapremonitoria du
cholera que desolou
a Fran<ja.
Namesma
dpocaiia
Luglaterra, eimAllemaitha ,
di-
versos
medicos
oitao aceideates
graves, observadussobre aiiimucs ,
e mesmo sobre oliomemt
em con-
sequenoia
daadtninistrai
;uo do sub-
nitrato na ddsede 2 a 6 grammas ,
KofKrA
, em Fraiuja,
assignala movimentoseouvuIsiVofS
da face,i'aziao ado contiu.uaf.lo
do bismutbo como cosmefcico .
Orfila , depois
de suasexpeiieneias
sobre anbtttaes
, fica
eonvenoidoda
aef;£io (oxioa dasprepu--
ra<joes
bismut
Ideas.. Estesfact
osreclamirao
novaspesquizasj e chamdrao a atten
^
ao sobre a prepaidra
^ ao
e purificaqao do sub-
nitrato de bismutbo ; desde entao os aecidentes toxicosprovocados pc
lamgestao deste
medicumento
tornaraoseEui U546 os fcr&
bailies
deMonneret
crcArao uma novatlierapeutica
para o sub-
nitrato de bmnutho ;a sua innocittdade u coniirmada } seus inconve
-
nieutes sao
atfcribuidos
aus processorviciosos
de prepara<jilo ; a possibilidatle de dardoses
elevada 4 demoustrada ; o campo de suas mvestigaqcies aeal
&rga ; o tnedicamento e objecto dediffetentea trabalhos
, entre os ijuaes 6 justo citar os de Cnrbal,
Lazo\vsk« Velpeau, Cabv
e Lannon.
A
escola
imlkiia.enearando
estasubatancia
sob o ponto de vista doutrinul, tem eert&mente
J
lias pessoas que
rtiros.
-
>F
1i
L
5
tambem contribuido para a sua restauraqao
.
Estaescola conaidera o sub
-
nitrato de bismutko bypos- thenisaute gaatrioo,
tlieoria creada talvez por Giacominl, e emittida era sua materia medica.
Estes faetos resuiuem a bistoria tlierapeutica do sub
-
nitrato de bismutho.
k
1«
i SEGUNDA PARTE
Phamacologia
do sub
-uitrato do bismntho
Este composto
.
u mais importaute dos saes bis-
muthicoB
,
pelo seu emprego em medicina.
6 re-
preaeutado
cliimicamente pela formula Az O', Bi 03+
2 HO : esta fdmuda naooorresponde
sempreA constituiqao do sab cuja basicidade varfa entre
certoa limites
, determinados
pelas condicoes de SUHpreparaqao
,0
sub -
nitrato t? sempreprepamdo
por meiodo
biBixmtlio
metallico.Este
metal e raras vezes=
ptirOj contdm quasi
sempre
prata, cobre.ferrot
e coustantemente arsenico.
0 pharmaceutico deve
,
pois, purificar o pro-
ducto
commercial
, e especialmente desembara<;a-
lodo arsenico que p6de eonter
.
Para obter
-
se o bismuthu suflicienteinente pu-
nficado
,
mantem-
se eminfusao
durante alguintempo uma parte de bismutho com o decimo de aeu peso de azotato de potassa ; o arsenico e o
enxofre
sao eliminados na escoria, no estado de arseniato e sulfato de potassa ; on metaes maisoxydaveis
que o bismutlio aliiacbao -
seigualmente .
H
^4
A
7
om grande parte
. Oouhece -
se que ometal
<?pure pela
brilhante irisa<jfto qne toniaao monos
t
a sua superfieit
. qaanao
ern infusao se o poe emooutacto com o
ar
; obismutho
arsenical »e oobre.
nesta cireumstanoia
,
tieuma pellicula
azuladn, enao imada
.
Obtem
-
se iguahnente obismutlio ohimiti
amentapuro
pela
fusao de jima misturn de fluxopreto
e snb
-
azotato debismutho
,Os processor de
preparaqao
do sub- nitrato
debismqtho variao nuiito ; nao
tallarei
senao do que vem noCodex
PEm
todos os processos? principia-
se por prepftrar o nitrate nentro de bUmutho, Rate sal prep&ra
-
se,
segundo Soubeirarq fratamlo o bismutho pulyemade* pelo aeido azotico estendido,A resBc
^
ao £ miuto viva ; ha desprendimento decalor
e produc^
ao fie abundantesvaporesnitrosos
*Quando todo o metal &
ataeado , evapora -
se lenta-
mente a
dissolute
* <le mancira Aexpellir
a maiorparte do excesso de acido
,
c logo v<?-
se depor osCrystaes volumosos de nitrato neutro
de bismuthoT
sal que no
estado crystallino tem
a fiSrmula :*
r
{
3 AzO\BiUa +
3 H0
)Difl
6olve
*se fecilmentenaaguaque contdm
quan-tidade
sufficients
de aeido azotico ; a agua pura, ao eontrario, 0 muda. cm um pdamorpho
. que d osub-nitrato de
bismutlio
*Segundo o
processo
indicadopelo
Codexfraucez
r
4
8
para se obfer o sub
-
nitrato de bisrmitho, dissolve-
seem tres
partes
de acido azotico a 35° uma parte de bismutfio purificado e reduzido a p5 grosseiro.
Depois da effervesoenoia dos compostos nitrosos
.
leva
-
se o liquido A ebnllujao para completar adissolu
^
ao ; e quantlo pstn A completaevapora -
seo liquido at£ A rednctjSri a 2
/
3 e se o derramaem 40 on 50 vezes o sen peso de agua : f6rma
-
seum
preeipitado
abimdante de sub-
nitrato, que se-
parate por decanta<;So
,
e se fast secear,0
liquido quesobrenada o preeipitado encerra ainda grandequantidade
de sub-
nitratodissolvido
pelo acido azo-
tico em excesso
.
Saturando este acido pelo am-
moniaco
,
obtem-
se nma nova qimutidade desub
-
nitrato, que, nao tendo composujSo identica a do primeimpreeipitado ,
o (,Wer
prescreve re-
colher A parte, e reaervar para unia operaqSo ulterior,
0
sub-
nitrato apresenta-
se sob a forma de p<5branco
,
insipido,
iirodoro , Resiste-
rauito A ac^
aoda luz, quando A puro, por
^
m toma promptamente,ao contacto de certas materias organicas: lima cor violacea sob a influencia dot? raios solares
.
Deve-
aeeonserva
-
lo an abrigo dasemanates
sulfurosas,
que o esctirecem e alterao a sua brancura
.
a Ao contacto da agua fria nuo se dissolve
,
e,
tto contrario do que dizem alguns autores
,
a agua nao apresenta, ao menos immediatamente, acidez.Se se faz ferver este sal com a agua, nao acon
-
tece da znesma maneira, e se obtem um novo
A
'
¥
i
v . bjfyfo
9
desdobramento
em azotatohasicn
ingoluvel,
e emacid
aaxotieo ,
que dissolve unia pecpietmquanti -
dade da ,sal neufcfcu »
(
JSoubeiran. )
*Se^undo analyses (11 de diversos phariuaculo
O '- Hr \ / 1-
gistas, os sub
-
nitratesempregado
* ern pUarmaciatern corapOskj&o muito varistvel, 6 quasi Todos enccrrSo impurezaa
.
Saoquasi
sempre azQtatosmuito bask:os
.
ou antes mistiU'&s ,
HAS quaes do*uiina +J
oxydo
dc brntimtho. proveiriente do
precis pirado ilas aguas-
mSis peloammoniaco
,Entire os corpus
estranhos
notados no sub-
nitrato de bismutho cita
-
se o clmmbn,
A pratao arsenico; nlgwnas vezes se teai eucontrado oxy
- ehlorureto
de antimoiuo e cal ; alguns sub-
nitratos encerrao carbonatos e oxy
-
ehlorureto dcbismutho
.
A impure®a que imports
especialmeute procurar
e o arsenicOj que
.
assoeiado ansub -
salbismuthico
sob a t'6rma de arseniato de
bismutho
insoluvel, pdde prodimraccidentes toxic
osde
extrema gra-
vidade. 0 processo
seguido
por Soubeiran consist®t
.
*
ii
(JJ Para verlficur tiompO&Jvao do aub
-
iiitmto d(* bismuthojRitter Apiescntu cm trubftlho o Heguinte methmlu de uiialyae
urdi“
0 aub
-
nitrato ben pnlverieuido i lacewwlo em tempei-
HUiriimirin, ftcim* de mn vnuo cncerrando neidn .lulfiirico, deflate tol
-
emade ; fica oxydo de bismutho rmhydro
.
A tfoaagetnu/olieo &e oieeiitEi fatendo fervor um pc** conlicciilo fie Mib
-
nitrato,eom um volume determinedo de uuia ftoluffto titulad;t de soda
enuatica ; & ^oria decomp&c o ^ub-mTiiito em oiyda bvimcnT que
peia ebullicio roma-ae umurelto a tuihydro\ no
a quatitidade de livre peloft piocelot* ilculiiue' tricosaeido asotieo
.
Conhoa; obtum^
'fte, -poUtfe pefn* n pesosubtractde <4^ydoa pesodedebismuthoagun.
ti o dedn aeido
liqtildo filuado
i
10
em aquecer em uma cupsula tie porceliana 4 a 5
grammas <1« sub
-
azotato, e mu ligeiro excesso d*acido 8
iilfuricat eoncentrado
e puro,Quandotodo o desprendinlento de acido azotieo,
uii dos vaporea
nitrosos
, tcm ceasado, deixa-Beeafriar o residuo de
sulfate bi
&muthioo ,
e ajuntao-sealgimias grammas de agua
,
e se o introduzno apparelho de Marsh . As manchas ou anneia arsenicaes ilemoiiatrSo a exktencia
dos
compostosdo
arsenico
*Para couehiir a parte pharipacologica eitarei algumas formulas, que eiicontrei em Soubeiran, admittindoj coino este autor, quea ftirma
pharma
-ceutic
a para urn tal mecUcamento importa pouco, e que awassociates
a outras substancias sao essen-cialmente dictadas pela iudictw;ao therapeutics
*
queo medico tem de sati&fazer .
PO DE WENDT
Sub
-
azotato de bisiuuthoExtracto secco de a1face
virosa
P6 de ipecacuanha Elceosaccharum
1 gr&puugk
o
20 centig
.
5 grammas Misture e divida em y ddses, para tomnr uo IUO
mento da
cornida
*PASTLUJAs DE SUB
-
AZoTATO DE BlSMUTHU DE TROBBSEAQSub -
azotato de btsumtUo. * lu grammar ABBUC&Tilucikgem Je gommu
adraganto
*y
, 8,W