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ATA N.º 25/ ABERTURA

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Academic year: 2021

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ATA N.º 25/2018

Ata da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Cinfães, realizada em 22 de novembro de 2018

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- ANAFRE – presente na reunião da direção distrital da Anafre, na Biblioteca Municipal, no dia 17 de novembro. --- O vereador, sr. dr. Pedro Semblano, apresentou o seguinte: --- EQUIPA FEMININA DE SUB 14 DE BASQUETEBOL DO C.D. CINFÃES – CAMPEÃ DISTRITAL: - “Congratular a secção de basquetebol do CD Cinfães

por se ter sagrado campeão do grupo A do Campeonato Interregional S14. Mas sobretudo queria congratular toda a família do basquetebol Cinfanense, por estarem a estruturar um projeto de futuro, já com 7 equipas de formação. Assim quero deixar aqui os parabéns ao clube por ter aceite o repto, aos pais e atletas, aos responsáveis diretivos da secção, aos técnicos e todo o staff por em conjunto estarem a desenvolver o desporto em Cinfães, no masculino, no feminino e em tenras idades contribuindo para o seu desenvolvimento social, humano e desportivo. A nossa visão, a nossa aposta, o nosso repto e o nosso envolvimento, fazem mais sentido quando todos fazem que aconteça. Por este trabalho de envolvimento de mais de meia centena de jovens, distribuídos por sete equipas os nossos parabéns que se alargam quando os resultados desportivos acabam por acompanhar todo o esforço. --- Somos um concelho de desporto, com cada vez mais modalidades, com oferta no feminino e cada vez mais inclusivo...continuamos a crescer juntos...” ---

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Esta deliberação foi aprovada em minuta para produzir efeitos imediatos. --- CONSOLIDAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA NA CATEGORIA: - O sr. Presidente apresentou a seguinte proposta: --- “Considerando que: --- - O Regime de mobilidade previsto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas

(LTFP), aprovado em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação, no seu Capítulo III, artigos 92.º e seguintes, estatui as situações, modalidades e a forma de operar a Mobilidade Interna dos trabalhadores em contrato de trabalho em funções públicas; ---

- Conforme dispõem o n.º 1 do artigo 92.º e artigo 93.º da LTFP, os trabalhadores

podem ser sujeitos a mobilidade, quando haja conveniência para o interesse público, designadamente quando a economia, a eficácia e a eficiência dos órgãos ou serviços o imponham; ---

- Tendo presente os normativos impostos pela LTFP e as Leis do Orçamento de

Estado, aprovadas anualmente, e a necessidade dos serviços, foi determinada pelo Sr. Presidente da Câmara e Vice-Presidente da Câmara com competências delegadas, a mobilidade dos trabalhadores a seguir mencionados: ---

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- A consolidação da mobilidade na categoria é legalmente admitida, verificada a

reunião, cumulativa, dos requisitos constantes do n.º 3, n.º 4 e n.º 5, do artigo 99.º da LTFP, a seguir enunciados: ---

“3 – A mobilidade na categoria, que se opere entre dois órgãos ou serviços, pode

consolidar-se definitivamente, por decisão do dirigente máximo do órgão ou serviço de destino, desde que reunidas, cumulativamente, as seguintes condições: --- a) Com o acordo do órgão ou serviço de origem do trabalhador, quando exigido para a constituição de mobilidade; --- b) Quando a mobilidade tenha tido, pelo menos, a duração de seis meses ou a duração do período experimental exigido para a categoria, caso este seja superior; c) Com o acordo do trabalhador, quando este tenha sido exigido para a constituição da situação de mobilidade ou quando esta envolva alteração da atividade de origem; --- d) Quando seja ocupado posto de trabalho previsto previamente no mapa de pessoal. --- 4 – A consolidação da mobilidade prevista no presente artigo não é precedida nem sucedida de qualquer período experimental. --- 5 – Na consolidação da mobilidade na categoria é mantido o posicionamento remuneratório detido na situação jurídico-funcional de origem.” ---

- Com base nas premissas e fundamentos atrás mencionados, estão reunidos os

suprarreferidos requisitos constantes das alíneas a), b), c) e d) do n.º 3, n.º 4 e n.º 5 do artigo 99.º do Anexo à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, uma vez que: ---

- Houve acordo dos órgãos ou serviços de origem para a constituição e

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consolidação das mobilidades; ---

- Existe acordo dos trabalhadores para a consolidação da mobilidade; --- - Estão previstos, no mapa de pessoal para o ano de 2018, os postos de trabalho

necessários, na carreira de Assistente Operacional, categoria de Assistente Operacional, com função de pedreiro e cantoneiro de limpeza, da Unidade Orgânica GSMARV; ---

- As mobilidades em execução, tiveram uma duração superior ao do período

experimental exigido para as carreiras de destino – 90 dias; ---

- Existe dotação orçamental, uma vez que os trabalhadores vêm a auferir as

remunerações correspondentes à carreira e categoria de origem; ---

- O n.º 4 e n.º 5 do artigo 99.º-A da LTFP exige que a consolidação da mobilidade

entre dois órgãos ou serviços depende de proposta do dirigente máximo do serviço de destino e decisão do responsável pelo órgão executivo; --- Nesta conformidade proponho que a Câmara Municipal, autorize a consolidação definitiva da mobilidade interna na categoria dos trabalhadores Daciano Fernando Ferreira da Silva e Pedro Miguel da Silva Rodrigues da Mouta, com efeitos a 1 de dezembro de 2018, para a carreira de Assistente Operacional, categoria de Assistente Operacional na atividade de pedreiro e cantoneiro de limpeza, respetivamente, na unidade orgânica GSMARV e na posição e nível remuneratório mencionados no quadro acima identificado.” ---

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O artigo 112.º -A do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, aditado pelo artigo 162.º da Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março (Lei do Orçamento de Estado), prevê a possibilidade de os municípios, mediante deliberação da assembleia municipal, reduzir as taxas do IMI nos casos do imóvel destinado a habitação própria e permanente coincidente com o domicílio fiscal do proprietário, em função do número de dependentes que nos termos do previsto no Código do IRS, compõe o agregado familiar do proprietário, de acordo com a seguinte tabela: ---

1.2. Esta redução da taxa do IMI destina-se a sujeitos passivos cujo agregado familiar seja integrado por 1 ou mais dependentes, abrangendo o prédio destinado a habitação própria e permanente que seja coincidente com o domicílio fiscal do respetivo titular. --- 1.3. Uma vez que, conforme determinado no n.º 14 do artigo 112.º do CIMI, a deliberação de redução da taxa tem de ser tomada pela assembleia em data que permita a sua comunicação à Autoridade Tributária até 31 de dezembro do ano a que o imposto se refere. --- 1.4. O município tem umas contas equilibradas e que a aprovação da presente proposta de deliberação apenas produzirá efeitos na liquidação do imposto em 2019 e o seu impacto além de reduzido, poderá ser facilmente acautelado pela adoção de medidas de controlo orçamental e reafectação de despesa. --- 1.5. O município no âmbito das suas políticas de fixação, incentivo à natalidade e atração de população jovem tem realizado inúmeros esforços nomeadamente com a

Número de dependentes a cargo Dedução fixa (em €)

1 20

2 40

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fixação da taxa mínima para os prédios urbanos (0,3% para o prédios urbanos já avaliados nos termos do Código do IMI). --- 1.6. A aprovação do IMI Familiar continuará a marcar uma política de intervenção valorizadora, tais como outras já aprovadas, procurando dotar o território de medidas diferenciadoras que no seu somatório tornam o concelho cada vez mais atrativo e capaz de dar uma qualidade de vida aos seus munícipes. ---

1.7. Que aliando as várias medidas continuaremos a dinamizar a economia local, a

valorizar as pessoas, promover o território e melhorar a qualidade dos serviços. ---- Assim, proponho a aprovação dos seguintes pontos para serem remetidos à reunião de assembleia municipal para deliberação: --- 2. PROPOSTAS --- 2.1. Aprovar a taxa mínima de 0,3% para os prédios urbanos de acordo com a alínea c) do nº 1 e n.º 5 do Artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis. --- 2.2. Aprovar a redução da taxa de IMI em função do número de dependentes, nos termos previstos no n.º 1 do artigo 112.º-A do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis: --- a) Em € 20,00 para as famílias com 1 dependente a cargo; --- b) Em € 40,00 para as famílias com 2 dependentes a cargo; --- c) Em € 70,00 para as famílias com 3 ou mais dependentes a cargo.” ---

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b) Em €40,00 para as famílias com 2 dependentes a cargo; ---c) Em €70,00 para as famílias com 3 ou mais dependentes a cargo; --- Estas deliberações foram aprovadas em minuta para produzirem efeitos imediatos. --- PARTICIPAÇÃO VARIÁVEL NO I.R.S.: - O sr. Presidente apresentou a seguinte proposta: --- “Nos termos do art.º 26º da Lei n.º 73/2013 de 3 de setembro (Regime Financeiro

das Autarquias Locais e Entidades Intermunicipais), os Municípios têm direito, em cada ano, a uma participação variável até 5% no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal na respetiva circunscrição territorial, relativa aos rendimentos do ano imediatamente anterior. --- A participação referida depende de deliberação sobre a percentagem de IRS pretendida pelo Município devendo esta ser comunicada à Autoridade Tributária até 31 de Dezembro do ano anterior a que respeitam os rendimentos. --- O município no âmbito das suas políticas de fixação, incentivo à natalidade e atração de população, assim como perante as dificuldades económico financeiras que o país e consequentemente as nossas famílias atravessam, tem realizado inúmeros esforços no sentido de atenuar e minimizar essas dificuldades com medidas diversas e direcionadas aos diferentes setores da sociedade cinfanense. Assim, com os mesmos objetivos proponho que o Município abdique de 2% em favor das famílias cinfanenses e fixe a participação variável de IRS para o Município em 3%.” ---

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Esta deliberação foi aprovada em minuta para produzir efeitos imediatos. --- TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM: - O sr. Presidente apresentou a seguinte proposta: --- “A lei nº 5/2004 de 10 de fevereiro estabelece o regime jurídico aplicável às redes e

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4 - Nos municípios em que seja cobrada a TMDP, as empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público em local fixo incluem nas faturas dos clientes finais de comunicações eletrónicas acessíveis ao público em local fixo, e de forma expressa, o valor da taxa a pagar. --- 5 - O Estado e as Regiões Autónomas não cobram às empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público taxas ou quaisquer outros encargos pela implantação, passagem ou atravessamento de sistemas, equipamentos e demais recursos físicos necessários à sua atividade, à superfície ou no subsolo, dos domínios público e privado do Estado e das Regiões Autónomas. ---A C.M. no ano corrente deliberou que a percentagem a aplicar fosse de 0,25%, pelo que proponho a aplicação do mesmo valor percentual para o próximo ano.” ---

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Foi deliberado, por unanimidade, liberar a caução nos termos da informação dos Serviços Técnicos. --- CENTRO ESCOLAR DE OLIVEIRA DO DOURO – DEPÓSITO PARA ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ETAR: - Na sequência do pedido da empresa Custódio de Melo – Sociedade de Construções, Lda. para efeitos de liberação da caução da empreitada em epígrafe, de acordo com o D.L. 190/2012, de 22 de agosto, é presente o auto de vistoria realizada em 25/10/2018, no qual os serviços técnicos consideram que poderá ser liberada mais 15% da caução prestada, considerando que decorreram quatro anos desde a receção provisória da obra e a inexistência de defeitos na obra da responsabilidade do empreiteiro. --- Foi deliberado, por unanimidade, liberar a caução nos termos da informação dos Serviços Técnicos. --- 07.4 – TRANSPORTES ESCOLARES --- TRANSPORTES ESCOLARES PARA CASTELO DE PAIVA: - O Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva solicita comparticipação do transporte escolar (passe escolar) para dezanove alunos residentes no nosso município, que vão frequentar cursos profissionais no respetivo Agrupamento. --- Sobre o assunto os serviços informaram o seguinte: --- “A – Em relação ao solicitado informa-se o seguinte: ---

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pagamento do passe escolar no ato (inicio de cada mês) e só será reembolsado passado 2/3 meses, e considerando que a maior parte dos alunos são oriundos de famílias com fracos recursos económicos, podem as entidades envolvidas – O Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva ou a Câmara Municipal de Cinfães, uma das duas pode fazer o seguinte: --- a) O Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva solicitar os passes escolares na modalidade 4 [email protected]. à empresa Transdev Douro SA., considerando que o valor do transporte escolar é subsidiado a 100% pelo programa POCH Portugal2020, assumindo os custos no ato da requisição dos referidos passes. --- b) Ou, a Câmara Municipal de Cinfães, solicitar os passes escolares à empresa Transdev Douro SA., assumindo os custos no ato da requisição e à posterior debitar os referidos custos ao Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva.” ---

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seguinte: --- “Trata-se de um pedido de prorrogação de prazo de execução da empreitada do

“Parque de Campismo e Caravanismo de Mourilhe – Cinfães”. --- Face às dificuldades demonstradas pela empresa na execução da empreitada, resultante da escassez de mão-de-obra no mercado, dificuldade de aquisição de material, considerando a demora verificada na remoção dos postes de média tensão, da responsabilidade da EDP-Gestão da Produção de Energia, S.A., admitindo-se igualmente a necessidade de suspensão temporária da execução do edifício administrativo, o que tem conduzido a atrasos de execução de obra, considera-se ajustado e oportuno o pedido de prorrogação solicitado por noventa dias, atendendo a que não será possível efetuar a conclusão da obra no prazo previsto inicialmente.” ---

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No âmbito destas atribuições, a Águas do Douro e Paiva, S.A. efetua periodicamente trabalhos de conservação, operação e manutenção de infraestruturas instaladas na área territorial do Concelho de Cinfães. --- Nesses termos, e por forma a legitimar esta sociedade perante as entidades policiais a utilizar as vias públicas de domínio municipal, bem como os respetivos subsolos, para a execução desses trabalhos requer a emissão de uma declaração do seguinte teor: --- “Declara-se, para os devidos efeitos tidos por convenientes, que a Águas do Douro

e Paiva, S.A., entidade gestora do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Águas à Área Sul do Grande Porto, e todos os prestadores de serviços por si contratados, estão autorizados a utilizar as vias públicas de domínio municipal, incluindo as faixas de proteção bem como os respetivos subsolos, para a execução de obras de instalação de equipamentos, de trabalhos de conservação, operação e manutenção de infraestruturas, com o fim de prover ao abastecimento de água aos municípios seus utilizadores, considerada a dispensa de licenciamento municipal dos projetos de construção desta entidade nos termos da Cláusula 26.ª do Contrato de Concessão por si celebrado com o Estado Português. --- Mais se declara que a presente autorização se mantém válida até decisão e comunicação expressa deste município em contrário.” ---

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parecer favorável e da correspondente certidão, necessária à constituição de compropriedade, a incidir sobre um prédio rústico e sito na Freguesia de Nespereira, Concelho de Cinfães, inscrito na matriz sob o artigo 5785.º. --- Sobre o assunto os serviços jurídicos, prestaram o seguinte parecer: --- “I – Requerimento. ---

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alterada e republicada pela Lei n.º 64/2003, de 23 de agosto. --- No requerimento é indicado que a adjudicação será feita na proporção de 1/

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Multifiamiliar e Comércio, sito no lugar de Paúves, freguesia de Cinfães, os serviços jurídicos prestaram a seguinte informação: --- “Analisado o processo 70/2008, em que é requerente, Maria de Lurdes Moreira

Lourenço, especialmente a notificação para a intensão de caducidade da licença, informa-se: --- - O prazo para o levantamento da licença, era o dia 11 de maio de 2010; --- - A requerente, por requerimento de 11 maio de 2010, veio solicitar a prorrogação daquele prazo, por mais um ano, pedido que lhe foi deferido, fixando-se o novo prazo até ao dia 12 de maio de 2011; --- - Na pendência deste prazo, veio a requerente, em 24 de março de 2011, solicitar, ao abrigo da norma do artigo 3.º n.º 3 do DL n.º 555/99 de 16 de dezembro, na redação que lhe foi dada pelo DL n.º 26/2010 de 30 de março, que aquele prazo de um ano com términus em 12 de maio de 2011, fosse elevado para o dobro, pedido que lhe foi deferido, fixando-se o mesmo até 12 de maio de 2012; --- - Decorrido este prazo em que a licença fosse levantada, foi elaborada e remetida à requerente a intenção de caducidade da licença, a qual segui a coberto do ofício n.º 1616/2012 de 24 de maio; --- - Esta notificação não foi rececionada pela requerente, pelo que não foi exercido o direito de audiência prévia; --- - Não obstante, não foi proferida a decisão final foi de caducidade da licença. --- Nestes termos, como não foi declarada a caducidade da licença, sou de opinião que a requerente pode levantar a licença, para o qual lhe deve ser concedido o prazo de 10 dias, fim o qual, deverá ser dado início ao processo administrativo tendente à respetiva caducidade.” ---

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19/07/2018 sem que tenha dado seguimento à notificação. --- Foi deliberado, por unanimidade, concordar com a informação dos Serviços Jurídicos, pelo que considerando o sentido da intenção de caducidade da licença, lhe é concedido o prazo de trinta (30) dias, para, querendo, se pronunciar sobre o mesmo, nos termos dos artigos 121.º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo. --- 17.5 – DIVERSOS --- REQUALIFICAÇÃO DO PARQUE DA CAVADINHA - SOUSELO: - Na sequência do pedido da empresa Custódio de Melo – Sociedade de Construções, Lda. para efeitos de liberação da caução da empreitada em epígrafe, de acordo com o D.L. 190/2012, de 22 de agosto, é presente o auto de vistoria realizada em 25/10/2018, no qual os serviços técnicos consideram que poderá ser liberada 30% da caução prestada, considerando que decorreu um ano desde a receção provisória da obra e a inexistência de defeitos na obra da responsabilidade do empreiteiro. --- Foi deliberado, por unaniidade, liberar a caução nos termos da informação dos Serviços Técnicos. --- VENDA DE LOTE NO CENTRO EMPRESARIAL E TECNOLÓGICO DE CINFÃES - LOTE N.º 31/32: - Presente uma informação dos serviços jurídicos do seguinte teor: --- “Os lotes do Centro Empresarial e Tecnológico de Cinfães serão vendidos de

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Câmara Municipal de Cinfães pronunciar-se sobre a proposta de aquisição apresentada por José António Miranda da costa, contribuinte n.º 238 930 777, residente na Rua Santiago, n.º 5129, 4690-461 Santiago de Piães, Concelho de Cinfães, seguindo os critérios de análise e seriação decorrentes dos artigos 2.º, 6.º, 7.º e 11.º do mesmo Regulamento. --- Trata-se da pretensão de aquisição do Lote n.º 31/32 do Centro Empresarial e Tecnológico de Cinfães, correspondendo-lhe o artigo P-3224.º (proveniente dos artigos 3019.º e 3020.º unificados pela alteração ao loteamento de 22 de janeiro de 2015), da Freguesia e Concelho de Cinfães, não descrito na Conservatória do Registo Predial, com a área de 2.051 m2 e área máxima de construção de 1.280 m2. Considerando tratar-se de um investimento que prevê criar 2 (dois) postos de trabalho, por aplicação do disposto na norma do artigo 11.º n.º 3 alínea a) do Regulamento do Centro Empresarial e Tecnológico de Cinfães, conclui-se que o valor por metro quadrado é de 3,00 €uros, o qual, computado com a área do mesmo, perfaz o valor global de 6.153,00 €uros. --- Este montante, por força da norma do artigo 22.º do Regulamento do Centro Empresarial e Tecnológico de Cinfães, deve ser pago da seguinte forma: ---

- Se for celebrado contrato promessa de compra e venda, a adquirente deverá pagar

no ato da sua subscrição, 50% do respetivo valor global e os restantes 50% no momento da celebração da respetiva escritura pública. ---

- Caso não haja opção pela subscrição de contrato promessa de compra e venda, o

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A construção a edificar neste lote, deverá cumprir com alvará de loteamento do Centro Empresarial e Tecnológico de Cinfães, em vigor. --- Após a deliberação de venda pela Câmara Municipal, a adquirente deverá entregar nos serviços desta, todos os documentos necessários à realização do contrato promessa de compra e venda ou da escritura pública de compra e venda e a comparecer, por si ou devidamente representado, ao ato da assinatura do contrato de promessa e/ou da escritura definitiva, no dia, hora e local previamente designados e comunicados pela Câmara.” ---

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