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Boletim do

Exército

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

Nº 14/2013

Brasília, DF, 5 de abril de 2013.

(2)
(3)

BOLETIM DO EXÉRCITO N

º 14/2013

Brasília, DF, 5 de abril de 2013.

ÍNDICE 1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO N º 7.964, DE 21 DE MARÇO DE 2013.

Altera o Decreto nº 7.946, de 7 de março de 2013, que dispõe sobre os efetivos do pessoal militar do Exército, em serviço ativo, para 2013...9 DECRETO N º 7.970, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Regulamenta dispositivos da Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012, que estabelece normas especiais para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa, e dá outras providências...11 DECRETO N º 7.972, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Altera o Decreto nº 3.522, de 26 de junho de 2000, que aprova o Regulamento da Ordem do Mérito Militar...16 DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Exposição de Motivos nº 98, de 14 de março de 2013 - MINISTÉRIO DA DEFESA...20 MINISTÉRIO DA DEFESA

PORTARIA NORMATIVA N º 747-MD, DE 20 DE MARÇO DE 2013.

Dispõe sobre as "Normas para o Transporte nas Forças Armadas"...20 PORTARIA N º 815-MD, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Divulga os cargos de oficial-general existentes nas estruturas organizacionais das Forças Armadas.. 21 COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 192, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Estabelece a Diretriz para as Comemorações da Semana do Exército para o ano de 2013. (EB10-D- 09.002)...26 DESPACHO DECISÓRIO N º 044, D E 27 DE MARÇO DE 2013.

Autorização para pagamento antecipado à empresa ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A. - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (DCT)...30 DESPACHO DECISÓRIO N º 045, D E 27 DE MARÇO DE 2013.

Autorização para celebração de termo aditivo de contrato administrativo - FUNDAÇÃO OSÓRIO..32

(4)

DESPACHO DECISÓRIO N º 046, D E 1 º DE ABRIL DE 2013.

Reversão de parcela do imóvel RJ 01-0181 à Secretaria do Patrimônio da União para posterior cessão gratuita ao Município do Rio de Janeiro, com finalidade de construção de obras públicas de apoio aos megaeventos esportivos previstos para aquela municipalidade. - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO (DEC)...32

ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO PORTARIA N º 36-EME, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Aprova os Requisitos Operacionais Básicos nº 01/13, Armamento de Calibre 12...33 DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL

PORTARIA N º 54-DGP/DSM, DE 19 DE MARÇO DE 2013. (*)

Adota nova Divisão Territorial da área sob jurisdição da 11ª Região Militar...36 PORTARIA N º 56-DGP/DSM, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Adota nova Divisão Territorial da área sob jurisdição da 8ª Região Militar...42 PORTARIA N º 64-DGP, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Fixa as vagas para o Estágio de Instrução e de Preparação para Oficiais Temporários (EIPOT), em 2013...46

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO PORTARIA N º 21-DECEx, DE 02 DE ABRIL DE 2013.

Altera as condições de funcionamento do Estágio Setorial de Monitores do Sistema Colégio Militar do Brasil (ESMSCMB)...47

3 ª PARTE ATOS DE PESSOAL

ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO DE 21 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de oficial-general para o Ministério da Defesa...48 DECRETO DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Reversão de oficial-general...48 DECRETO DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de oficial-general...49 DECRETO DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Agregação de oficial-general...49 DECRETO DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração, ex officio, de oficial-general...49 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Promoção de oficial-general...49 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de oficial-general...51 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Transferência, ex officio, para reserva remunerada de oficial-general...53

(5)

DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Transferência, ex officio, para reserva remunerada de oficial-general...53 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Transferência, a pedido, para reserva remunerada de oficial-general...54 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração, ex officio, de oficial-general...54 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração, ex officio, de oficial-general...55 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de oficial-general...55 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de oficial-general...55 DECRETO DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração, ex officio, de oficial-general...55 MINISTÉRIO DA DEFESA

PORTARIA N º 756-SEORI/MD, DE 21 DE MARÇO DE 2013.

Dispensa de ficar à disposição do Ministério da Defesa...56 PORTARIA N º 760-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...56 PORTARIA N º 762-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para missão no exterior...57 PORTARIA N º 780-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...57 PORTARIA N º 781-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...58 PORTARIA N º 782-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...58 PORTARIA N º 783-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...59 PORTARIA N º 784-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para missão no exterior...59 PORTARIA N º 785-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...60 PORTARIA N º 786-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...60 PORTARIA N º 787-MD, DE 22 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...61 PORTARIA N º 803-MD, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para curso no exterior...61

(6)

PORTARIA N º 805-MD, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para missão no exterior...62 PORTARIA N º 808-SEORI/MD, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Dispensa de ficar à disposição do Ministério da Defesa...63 PORTARIA N º 813-SEORI/MD, DE 17 DE MARÇO DE 2013.

Dispensa de ficar à disposição do Ministério da Defesa...64 COMANDANTE DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 135, DE 11 DE MARÇO DE 201 3.

Apostilamento...64 PORTARIA N º 136, DE 11 DE MARÇO DE 201 3.

Apostilamento...64 PORTARIA N º 154, DE 18 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração de comandante, chefe ou diretor de organização militar...65 PORTARIA N º 155, DE 18 DE MARÇO DE 2013.

Nomeação de comandante, chefe ou diretor de organização militar...65 PORTARIA N º 157, DE 18 DE MARÇO DE 2013.

Apostilamento...66 PORTARIA N º 181, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de adido militar ao Brasil...66 PORTARIA N º 182, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...67 PORTARIA N º 183, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...67 PORTARIA N º 184, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...68 PORTARIA N º 185, DE 26 D E MARÇO DE 2013.

Nomeação de prestador de tarefa por tempo certo...68 PORTARIA N º 186, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Exoneração e nomeação de diretor de organização militar...68 PORTARIA N º 187, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...69 PORTARIA N º 188, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...69 PORTARIA N º 189, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...69 PORTARIA N º 190, DE 27 DE MARÇO DE 2013.

Designação para viagem de serviço ao exterior...70 PORTARIA N º 191, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Exoneração de oficial...70

(7)

PORTARIA N º 194, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Concessão da Medalha Militar de Ouro com Passador de Platina...71 PORTARIA N º 195, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Concessão da Medalha Militar de Ouro com Passador de Platina...71 PORTARIA N º 196, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Concessão da Medalha Militar de Ouro com Passador de Platina...71 PORTARIA N º 198, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Redução de Jornada de Trabalho de Servidora Civil...72 P

ORTARIA N º 199, DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Agregação de oficiais-generais ao respectivo Quadro...72 P

ORTARIA N º 200 , DE 1 º DE ABRIL DE 2013.

Reversão de oficiais-generais aos respectivos Quadros...72 DEPARTAMENTO-GERAL DO PESSOAL

PORTARIA N º 065 -DGP, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Dispensa de instrutor de Tiro-de-Guerra...73 SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

PORTARIA N º 098 -SG Ex, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Retificação de data do término de decênio da Medalha Militar...73 PORTARIA N º 099 -S GEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Retificação de data do término de decênio da Medalha Militar...73 PORTARIA N º 100-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico com Passador de Bronze...74 PORTARIA N º 101-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico com Passador de Prata...74 PORTARIA N º 102-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha de Serviço Amazônico com Passador de Ouro...75 PORTARIA N º 10 3-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa com Passador de Bronze...75 PORTARIA N º 10 4-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa com Passador de Prata...76 PORTARIA N º 1 05-SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Corpo de Tropa com Passador de Ouro...77 PORTARIA N º 106- SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Militar de Bronze com Passador de Bronze...78 PO

RTARIA N º 107 -SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Militar de Prata com Passador de Prata...80 PORTARIA N º 108 -SGEx, DE 2 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Militar de Ouro com Passador de Ouro...83

(8)

PORTARIA N º 109-SGEx, DE 4 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Marechal Osorio - O Lengendário...85 PORTARIA N º 110-SGEx, DE 4 DE ABRIL DE 2013.

Concessão de Medalha Marechal Osorio - O Lengendário...109 4 ª PARTE

JUSTIÇA E DISCIPLINA COMANDANTE DO EXÉRCITO DESPACHO DECISÓRIO N º 047, D E 1 º DE ABRIL DE 2013.

Reconsideração de ato administrativo de movimentação em grau de recurso...110 DESPACHO DECISÓRIO N º 048, D E 1 º DE ABRIL DE 2013.

Nulidade de ato administrativo de licenciamento das fileiras do Exército...113

(9)

1 ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração.

2 ª PARTE

ATOS ADMINISTRATIVOS ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO Nº 7.964, DE 21 DE MARÇO DE 2013.

Altera o Decreto nº 7.946, de 7 de março de 2013, que dispõe sobre os efetivos do pessoal militar do Exército, em serviço ativo, para 2013.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 7.150, de 1º de dezembro de 1983, e no art. 1º da Lei nº 8.071, de 17 de julho de 1990,

D E C R E T A:

Art.1º Os quadros II, III, IV, V e VI do Anexo ao Decreto nº 7.946, de 7 de março de 2013, passam a vigorar na forma do Anexo a este Decreto.

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2013.

ANEXO II - OFICIAIS DE CARREIRA

QUANTIDADE ARMAS, QUADROS OU

SERVIÇOS

POSTOS

TOTAL Cel Ten Cel Maj Cap 1º Ten 2º Ten

ARMAS e QMB 892 1.063 2.193 2.707 1.415 750 9.020

INTENDÊNCIA 52 132 351 400 215 117 1.267

MÉDICO 76 154 201 343 282 - 1.056

DENTISTA 18 47 57 117 54 - 293

FARMACÊUTICO 24 44 57 84 25 - 234

QEM 56 110 176 341 154 - 837

QCO - 72 508 676 393 - 1.649

QCM 1 8 12 20 17 9 67

QAO - - - 288 1.557 1.683 3.528

TOTAL 1.119 1.630 3.555 4.976 4.112 2.559 17.951

(10)

III - OFICIAIS TEMPORÁRIOS

QUANTIDADE

POSTO OCT / OIT OMT/ODT/OFT/OVT OTT/OEMT TOTAL

1º TENENTE 989 1.535 1.005 3.529

2º TENENTE 1.290 1.936 1.280 4.506

TOTAL 2.279 3.471 2.285 8.035

IV - PRAÇAS - SUBTENENTES E SARGENTOS DE CARREIRA, SARGENTOS DO QUADRO ESPECIAL (QE) E SARGENTOS TEMPORÁRIOS

QUANTIDADE

GRADUAÇÃO DE CARREIRA QE TEMPORÁRIOS TOTAL

SUBTENENTE 8.012 - - 8.012

1º SARGENTO 7.332 - - 7.332

2º SARGENTO 11.323 - - 11.323

3º SARGENTO 10.046 7.993 8.380 26.419

TOTAL 36.713 7.993 8.380 53.086

V - PRAÇAS - TAIFEIROS, CABOS E SOLDADOS

ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE

TAIFEIROS

MOR 55

DE 1ª CLASSE 95

SOMA PARCIAL 150

CABOS E SOLDADOS

CABO 34.500

SOLDADO 109.000

SOMA PARCIAL 143.500

TOTAL 143.650

VI - TOTAL GERAL DOS EFETIVOS

ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE

OFICIAIS-GENERAIS 147

OFICIAIS

DE CARREIRA 17.951

TEMPORÁRIOS 8.035

SOMA PARCIAL 25.986

PRAÇAS

SUBTENENTES E

SARGENTOS

DE CARREIRA 36.713

DO QUADRO ESPECIAL 7.993

TEMPORÁRIOS 8.380

SOMA PARCIAL 53.086

TAIFEIROS, CABOS E SOLDADOS

TAIFEIROS 150

CABOS 34.500

SOLDADOS 109.000

SOMA PARCIAL 143.650

TOTAL GERAL 222.869

(Decreto publicado no DOU nº 55-A, de 21 MAR 13).

(11)

DECRETO Nº 7.970, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Regulamenta dispositivos da Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012, que estabelece normas especiais para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa, e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012,

D E C R E T A:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Decreto regulamenta dispositivos da Lei nº 12.598, de 22 de março de 2012.

Parágrafo único. O Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa - RETID, disposto na Lei nº 12.598, de 2012, será regulamentado por ato específico.

CAPÍTULO II

DA COMISSÃO MISTA DA INDÚSTRIA DE DEFESA

Art. 2º Fica criada a Comissão Mista da Indústria de Defesa - CMID, tendo por finalidade assessorar o Ministro de Estado da Defesa em processos decisórios e em proposições de atos relacionados à indústria nacional de defesa.

§ 1º A CMID tem as seguintes atribuições:

I - propor e coordenar estudos relativos à política nacional da indústria de defesa;

II - promover a integração entre o Ministério da Defesa e órgãos e entidades públicos e privados relacionadas à base industrial de defesa;

III - emitir parecer e propor ao Ministro de Estado da Defesa as classificações de bens, serviços, obras ou informações nos termos do inciso I do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012, como Produto de Defesa - PRODE;

IV - emitir parecer e propor ao Ministro de Estado da Defesa as classificações de conjunto inter-relacionado ou interativo de Produto de Defesa como Sistema de Defesa - SD, nos termos do inciso III do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012;

V - propor ao Ministro de Estado da Defesa a classificação de PRODE como Produto Estratégico de Defesa - PED, nos termos do inciso II do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012;

VI - propor ao Ministro de Estado da Defesa o credenciamento de Empresa de Defesa como Empresa Estratégica de Defesa, nos termos do inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012;

(12)

VII - propor ao Ministro de Estado da Defesa políticas e orientações sobre processos de aquisição, importação e financiamento de que tratam os arts. 3º, 4º e 6º da Lei nº 12.598, de 2012; e

VIII - apreciar e emitir parecer sobre os Termos de Licitação Especial - TLE.

§ 2º A CMID é composta por:

…...

III - um representante do Comando do Exército; e

…...

§ 3º Os participantes da CMID deverão ser oficiais-generais ou, no caso de servidores civis, ocupantes de cargo em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, no mínimo, de nível 101.5, podendo o membro suplente ser ocupante de cargo em comissão do Grupo- Direção e Assessoramento Superiores - DAS, no mínimo, de nível 101.4.

§ 4º A CMID poderá convidar para suas reuniões, em caráter extraordinário, representantes de outros órgãos e entidades públicos e privados.

§ 5º A CMID poderá criar subcomissões temáticas constituídos por órgãos e entidades públicos e privados com o objetivo, entre outros, de:

I - estabelecer fluxo de troca de informações e experiências entre o empresariado do setor de defesa e os membros dos órgãos públicos;

II - analisar e aprofundar estudos e propor soluções para os assuntos apresentados;

III - estudar e recomendar a propositura, aos órgãos governamentais, de iniciativas de política econômico-financeira para instituir condições especiais de acesso das empresas estratégicas de defesa a financiamento no âmbito do Sistema Financeiro Nacional; e

IV - acompanhar os impactos dos mecanismos de financiamento na estrutura financeira das Empresas Estratégicas de Defesa - EED.

Art. 3º A participação na CMID, inclusive nas suas subcomissões temáticas, não ensejará qualquer remuneração para os seus membros e os trabalhos neles desenvolvidos serão considerados prestação de relevante serviço público.

CAPÍTULO III

DAS CLASSIFICAÇÕES E DOS CREDENCIAMENTOS Seção I

Dos Produtos de Defesa, dos Produtos Estratégicos de Defesa e dos Sistemas de Defesa

Art. 4º Os produtos de defesa serão catalogados conforme as normas e os procedimentos compatíveis com o Sistema Militar de Catalogação das Forças Armadas - SISMICAT.

(13)

§ 1º Os produtos não abrangidos pelo SISMICAT e aqueles em fase de inclusão poderão ser classificados como PRODE, por proposta da CMID e a critério do Ministério da Defesa, considerada sua participação na cadeia produtiva da indústria nacional de defesa ou sua destinação finalística de defesa.

§ 2º O Ministério da Defesa poderá autorizar entidades públicas e privadas a instalar e operar unidades de catalogação, conforme normas e procedimentos compatíveis com o SISMICAT, cabendo a homologação dos produtos ao Centro de Catalogação das Forças Armadas - CECAFA.

Art. 5º Por proposta da CMID, o PRODE considerado de interesse estratégico para a defesa nacional devido ao conteúdo tecnológico, à dificuldade de obtenção ou à sua imprescindibilidade será classificado como PED, por ato do Ministro de Estado da Defesa.

Art. 6º Por proposta da CMID, os sistemas de defesa - SD serão identificados e classificados por ato do Ministro de Estado da Defesa.

Seção II

Das Empresas de Defesa e das Empresas Estratégicas de Defesa

Art. 7º As empresas interessadas em obter credenciamento no SISMICAT como Empresa de Defesa - ED, deverão solicitá-lo no SISMICAT, apresentando a Declaração de Processo Produtivo - DPP ou a Declaração de Conteúdo Nacional - DCN dos seus PRODE ou SD.

§ 1º Considera-se ED, para os fins do disposto no caput e neste Decreto, a pessoa jurídica cadastrada em conformidade com as normas do SISMICAT, que produza ou integre a cadeia produtiva de PRODE.

§ 2º A DPP, emitida nos termos estabelecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, especifica a manufatura ou o desenvolvimento de PRODE ou de SD nacional, mensurado de acordo com as apropriações de custos e o desenvolvimento, e a inovação tecnológica, realizados no País.

§ 3º A DCN, de caráter autodeclaratório, é emitida pela empresa, e expressa o grau de nacionalização de PRODE ou de SD, mensurado de acordo com as apropriações de custos dos insumos e os processos da cadeia produtiva, especificando, quando couber, o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no País.

§ 4º A solicitação de credenciamento deverá ser feita junto ao Centro de Catalogação das Forças Armadas - CECAFA ou demais unidades de catalogação previstos no § 2º do art. 6º.

§ 5º As empresas poderão ser credenciadas como ED, por proposta da CMID e consideradas a DPP ou a DCN de seus respectivos produtos.

§ 6º Caberá ao Ministério da Defesa, em articulação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e, quando necessário, com outros órgãos públicos, verificar a conformidade das DPP ou DCN.

Art. 8º As ED, por proposta da CMID, poderão ser credenciadas como EED por ato do Ministro de Estado da Defesa.

(14)

Parágrafo único. As solicitações de credenciamento como EED serão encaminhadas ao Ministério da Defesa, por iniciativa das ED.

Art. 9º As ED e as EED, quando participarem de licitações, deverão apresentar garantias para que, no caso de descontinuidade da produção de um PED ou na ocorrência do encerramento da pessoa jurídica relativa à área estratégica de defesa, sem sucessor equivalente que garanta a sua perenidade, seja assegurada a continuidade das capacitações tecnológica e produtiva no País, tais como:

I - transferência à União, quando requisitado, da tecnologia relacionada aos PED;

II - disponibilização da capacidade tecnológica e produtiva para outras EED;

III - autorização da produção, sob licença, por outras EED;

IV - transferência da propriedade intelectual;

V - ressarcimento dos investimentos realizados pela União; ou VI - apresentação de garantias reais.

Art. 10 Resguardado o segredo industrial e para cumprimento de composição dos dados estatísticos do setor, as empresas credenciadas pela Lei nº 12.598, de 2012, deverão encaminhar ao Ministério da Defesa e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, relatórios anuais dos resultados sobre a produção, o comércio e o mercado de trabalho, e impactos sobre a cadeia da base industrial de defesa, conforme ato interministerial expedido pelos mencionados ministérios.

Art. 11 Será descredenciada a EED que deixe de atender às condições previstas no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012.

CAPÍTULO IV

DA COMPRA, DA CONTRATAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SISTEMAS DE DEFESA

Art. 12 As aquisições de que trata o § 1º do art. 3º da Lei nº 12.598, de 2012, deverão ser precedidas de Termo de Licitação Especial - TLE.

§ 1º O TLE deverá ser confeccionado pelo órgão licitante, com indicação do objeto de forma clara e precisa, e apresentar a análise entre benefício e custo e as razões da opção de utilização do procedimento licitatório abrangido pela Lei nº 12.598, de 2012.

§ 2º O TLE, no que couber, indicará:

I - percentual mínimo de conteúdo nacional;

II - capacidade inovadora exigida;

III - contribuição para aumentar a capacidade tecnológica e produtiva da base industrial de defesa, esperada como resultado da contratação;

(15)

IV - sustentabilidade do ciclo de vida do PRODE;

V - garantia de continuidade das capacitações tecnológicas e produtivas a serem exigidas;

VI - possíveis condições de financiamento; e

VII - parâmetros para valoração da relação entre benefício e custo.

Art. 13 A participação das empresas nas licitações de que trata o § 1º do art. 3º da Lei nº 12.598, de 2012, será condicionada ao disposto nos arts. 9º ou 10 deste Decreto.

Parágrafo único. O cadastramento como ED poderá ser solicitado a qualquer tempo, mesmo após a abertura do procedimento licitatório.

Art. 14 Quando permitida a participação na licitação de pessoas jurídicas organizadas em consórcio de que trata o § 4º do art 3º da Lei nº 12.598, de 2012, serão observadas as seguintes condições:

I - comprovação do compromisso público ou particular de constituição de consórcio, subscrito pelos consorciados;

II - indicação da pessoa jurídica responsável pelo consórcio, que deverá atender às condições de liderança fixadas no instrumento convocatório;

III - apresentação dos documentos exigidos no instrumento convocatório quanto a cada consorciado, admitindo-se, para efeito de qualificação técnica, o somatório dos quantitativos de cada consorciado;

IV - comprovação de qualificação econômico-financeira, mediante demonstração, por consorciado, do atendimento aos requisitos contábeis definidos no instrumento convocatório; e

V - impedimento de participação de consorciado na mesma licitação, em mais de um consórcio ou isoladamente, por meio de suas subsidiárias, coligadas ou outras empresas que pertençam ao grupo empresarial do consorciado.

§ 1º O instrumento convocatório deverá exigir que conste cláusula de responsabilidade solidária:

I - no compromisso de constituição de consórcio, a ser firmado pelos licitantes; e II - no contrato a ser celebrado pelo consórcio vencedor.

§ 2º No consórcio de empresas brasileiras e estrangeiras a liderança caberá, obriga- toriamente, à empresa brasileira, observado o disposto no inciso I do § 4º do art. 3º da Lei nº 12.598, de 2012.

§ 3º O licitante vencedor ficará obrigado a promover, antes da celebração do contrato, a constituição e o registro do consórcio, nos termos do compromisso referido no caput do § 4º do art. 3º da Lei nº 12.598, de 2012.

(16)

§ 4º O instrumento convocatório poderá exigir do consórcio o estabelecimento de sociedade de propósito específico, cuja constituição observará as condições do art. 9º da Lei nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004.

Art. 15 Compete ao Ministério da Defesa, ouvida a CMID, nos casos previstos no § 1º do art. 3º da Lei nº 12.598, de 2012, autorizar o procedimento licitatório.

Art. 16 As importações de PRODE ou SD que envolvam compensação comercial, tecnológica ou industrial serão autorizadas e acompanhadas pelo Ministério da Defesa, ouvida a CMID.

Parágrafo único. Comprovada a impossibilidade de atendimento à exigência de compensação comercial, tecnológica ou industrial, o Ministério da Defesa, ouvida a CMID, poderá autorizar a importação, independentemente de compensação.

CAPÍTULO V

DOS FINANCIAMENTOS ÀS EMPRESAS ESTRATÉGICAS DE DEFESA

Art. 17 As EED terão acesso a financiamentos para programas, projetos e ações relativos, respectivamente, a bens e serviços de defesa nacional de que trata o inciso I do caput do art. 8º da Lei nº 12.598, de 2012, e a PED, nos termos da legislação específica.

Art. 18 Para fins do disposto no art. 6º da Lei nº 12.598, de 2012, serão priorizados os financiamentos destinados a atender às diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, os projetos que envolvam capacitação tecnológica, produção e desenvolvimento de conteúdo local.

CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 19 Competirá aos Ministros de Estado expedir normas e procedimentos complementares para a execução deste Decreto, no âmbito de suas competências.

Art. 20 O Ministério da Defesa poderá credenciar e contratar empresas com capacidade de atestar o conteúdo nacional dos PRODE, PED ou SD e de suas cadeias produtivas.

Art. 21 A Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, será aplicada de forma subsidiária à Lei nº 12.598, de 2012, e ao estabelecido neste Decreto.

Art. 22 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

(Decreto publicado no DOU nº 61, de 1º ABR 13 - Seção 1).

DECRETO Nº 7.972, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Altera o Decreto nº 3.522, de 26 de junho de 2000, que aprova o Regulamento da Ordem do Mérito Militar.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos VI, alínea "a", e XXI da Constituição,

(17)

D E C R E T A :

Art. 1º O Anexo I ao Decreto nº 3.522, de 26 de junho de 2000, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 3º As insígnias da Ordem serão constituídas por uma cruz, no modelo da tradicional Cruz de Aviz, com quatro braços iguais, confeccionada em prata de teor mínimo noventa e revestidas de esmalte branco, com as dimensões e demais características consignadas em suas especificações técnicas.

Parágrafo único. As especificações técnicas da insígnia da Ordem serão definidas por ato do Secretário do Conselho de Ordem." (NR)

"Art. 11 O Presidente da República será o Grão-Mestre da Ordem." (NR)

"Art. 12 As admissões, promoções e exclusões de graduados na Ordem serão realizadas:

I - por ato do Presidente da República, mediante proposta do Ministro de Estado da Defesa:

a) nos graus de Grã-Cruz e Grande Oficial;

b) dos militares das Forças Armadas agraciados em qualquer grau; e

c) das corporações militares e instituições civis, nacionais e estrangeiras, suas bandeiras ou estandartes.

II - por ato do Ministro de Estado da Defesa, nos demais casos." (NR)

"Art. 16 As admissões na Ordem e as promoções de seus graduados serão realizadas por ato do Presidente da República ou, conforme o caso, ato do Ministro de Estado da Defesa.

..." (NR)

"Art. 18 As propostas de admissão e promoção apresentadas ao Conselho serão formu- ladas, observadas as cotas definidas pelo Chanceler da Ordem, pelo:

I - Chefe do Estado-Maior do Exército;

II - generais de exército nomeados para o cargo de Ministro do Superior Tribunal Militar;

III - generais de exército nomeados para cargos no Ministério da Defesa e órgãos subordinados;

IV - titulares dos órgãos de direção setorial;

V - comandantes militares de área; e

VI - Chefe de Gabinete do Comandante do Exército.

(18)

§ 1º Os militares do Exército a serem propostos deverão estar diretamente subordinados aos seus proponentes.

§ 2º Os militares de outras Forças e personalidades civis deverão ter estreita ligação à área de atuação do proponente.

§ 3º As propostas deverão ser encaminhadas à Secretaria-Geral do Exército por meio de sistema eletrônico constante da rede do Comando do Exército." (NR)

"Art. 21...

I - Grã-Cruz: aos chefes de Estado;

II - Grande-Oficial: aos oficiais-generais comandantes e chefes de estado-maior de Força Armada, quando de posto equivalente no mínimo a general de divisão;

III - Comendador: aos demais oficiais-generais;

IV - Oficial: aos oficiais superiores; e V - Cavaleiro: aos demais militares.

Parágrafo único. As personalidades civis serão admitidas na Ordem, na forma deste Regulamento, nos graus correspondentes às funções que desempenham, à posição social que ocupam ou ao nível de escolaridade, e será estabelecida, sempre que possível, correlação entre as situações civis e as militares descritas neste artigo." (NR)

"Art. 23 As propostas de admissão e promoção relativas a civis ou militares nacionais deverão ser encaminhadas à Secretaria-Geral do Exército em período a ser definido, anualmente, pelo Chanceler da Ordem.

§ 1º As indicações para admissão no Quadro Ordinário, feitas pelas autoridades proponentes constantes do art. 18, serão estipuladas, anualmente, mediante cotas estabelecidas pelo Chanceler da Ordem.

§ 2º Ao Conselho compete, exclusivamente, a indicação de percentual do efetivo a ser admitido na Ordem.

§ 3º O período mencionado no caput não se aplica aos processos:

I - resultantes da iniciativa do Conselho da Ordem;

II - relativos a militares, civis e entidades estrangeiras, quando em visita oficial ao Brasil; e III - post mortem." (NR)

"Art. 25 Para ser admitido no Corpo de Graduados Efetivos da Ordem, o candidato deverá preencher as seguintes condições:

(19)

I - ser possuidor da Medalha Militar de Ouro ou Prata e da Medalha do Pacificador;

II - encontrar-se no comportamento excepcional, para praças;

III - distinguir-se no âmbito da Força, ou entre os seus pares, pelo valor pessoal e pelo zelo profissional; e

IV - ter prestado ao Exército ou à segurança nacional serviços de relevância, em qualquer domínio." (NR)

"Art. 26 Para fins de caracterização do disposto no inciso III do art. 25, o Conselho deverá examinar o destaque do candidato:

..." (NR)

"Art. 33...

...

II -...

a) tenham sido condenados pela justiça brasileira em qualquer foro, por crime contra a integridade e a soberania nacionais, ou atentado contra o erário, as instituições e a sociedade; e

b) recusarem a admissão ou promoção ou devolverem as insígnias da Ordem que lhe hajam sido conferidas; e

III - ...

§ 1º As exclusões serão feitas por ato do Presidente da República ou do Ministro de Estado da Defesa, nos termos do art. 12, mediante proposta do Conselho.

§ 2º A exclusão da Ordem só poderá ser proposta ao Presidente da República ou ao Ministro de Estado da Defesa, quando aprovada por unanimidade dos membros do Conselho.

..." (NR)

"Art. 34 O Conselho da Ordem realizará anualmente, em data a ser definida pelo Chanceler da Ordem por proposta do Secretário da Ordem, sessão ordinária para exame e julgamento das propostas de promoção e admissão e para análise de outros assuntos que exijam o pronunciamento do Conselho."

(NR)

"Art. 38 Publicado no Diário Oficial da União o ato de admissão ou de promoção, o Chanceler da Ordem mandará expedir o competente diploma.

..." (NR)

"Art. 42-A Em caso de admissão ou promoção post mortem, a entrega da condecoração será feita à pessoa designada pela família do agraciado.

Parágrafo único. No caso do caput, a condecoração não será imposta na pessoa designada pela família para recebê-la e será entregue em seu estojo de acondicionamento." (NR)

(20)

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Ficam revogados:

I - a alínea "c" do inciso II do caput do art. 33 do Anexo I ao Decreto nº 3.522, de 26 de junho de 2000; e

II - o Anexo II ao Decreto nº 3.522, de 26 de junho de 2000.

(Decreto publicado no DOU nº 61, de 1º ABR 13 - Seção 1).

DESPACHOS DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS N º 98, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

MINISTÉRIO DA DEFESA

Autorização para o 13º Pelotão Paraguaio, com efetivo de 31 militares, realizar, no período de 22 de abril a 3 de maio de 2013, na cidade de Cuiabá, adestramento básico e avançado de operações de paz, a ser conduzido pelo Comando Militar do Oeste, destinados à sua integração ao Contingente Brasileiro na Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti - MINUSTAH, e sobrevoos em território nacional, no período de 13 a 30 de maio de 2013, decorrentes do rodízio e transporte dos 12º e 13º Contingentes Paraguaios, entre as cidades de Assunção, Paraguai, e Porto Príncipe, Haiti.

Autorizo. Em 1º de abril de 2013.

(Exposição de Motivos publicada no DOU nº 62, de 2 ABR 13 - Seção 1).

MINISTÉRIO DA DEFESA

PORTARIA NORMATIVA Nº 747-MD, DE 20 DE MARÇO DE 2013.

Dispõe sobre as "Normas para o Transporte nas Forças Armadas".

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, Interino, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e observado o disposto nos incisos III, VI e IX do art. 1º do Anexo I do Decreto nº 7.364, de 23 de novembro de 2010,

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar a publicação "Normas para o Transporte nas Forças Armadas - MD34-N- 01 (1ª Edição/2012)", que estará disponível na Assessoria de Doutrina e Legislação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

Art. 2º Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

(Portaria Normativa publicada no DOU nº 56, de 22 MAR 13 - Seção 1).

(21)

PORTARIA Nº 815-MD, DE 28 DE MARÇO DE 2013.

Divulga os cargos de oficial-general existentes nas estruturas organizacionais das Forças Armadas.

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IV do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no art. 1º do Decreto nº 6.928, de 6 de agosto de 2009, resolve:

...

Art. 2º Os cargos de oficial-general do Exército são:

I - Comandante do Exército;

II - Chefe do Estado-Maior do Exército;

III - Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia;

IV - Chefe do Departamento de Engenharia e Construção;

V - Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército;

VI - Chefe do Departamento-Geral do Pessoal;

VII - Comandante Logístico;

VIII - Comandante de Operações Terrestres;

IX - Secretário de Economia e Finanças;

X - Comandante Militar da Amazônia;

XI - Comandante Militar do Leste;

XII - Comandante Militar do Nordeste;

XIII - Comandante Militar do Norte;

XIV - Comandante Militar do Oeste;

XV - Comandante Militar do Sudeste;

XVI - Comandante Militar do Sul;

XVII - Comandante Militar do Planalto;

XVIII - Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército;

XIX - Subcomandante Logístico;

XX - Subcomandante de Operações Terrestres;

XXI - Subsecretário de Economia e Finanças;

XXII - Vice-Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia;

(22)

XXIII - Vice-Chefe do Departamento de Engenharia e Construção;

XXIV - Vice-Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército;

XXV - Vice-Chefe do Departamento-Geral do Pessoal;

XXVI - Vice-Chefe de Tecnologia da Informação e Comunicações;

XXVII - Comandante da 1ª Divisão de Exército;

XXVIII - Comandante da 2ª Divisão de Exército;

XXIX - Comandante da 3ª Divisão de Exército;

XXX - Comandante da 5ª Divisão de Exército;

XXXI - Comandante da 6ª Divisão de Exército;

XXXII - Comandante da 1ª Região Militar;

XXXIII - Comandante da 2ª Região Militar;

XXXIV - Comandante da 3ª Região Militar;

XXXV - Comandante da 4ª Região Militar;

XXXVI - Comandante da 5ª Região Militar;

XXXVII - Comandante da 6ª Região Militar;

XXXVIII - Comandante da 7ª Região Militar;

XXXIX - Comandante da 8ª Região Militar;

XL - Comandante da 9ª Região Militar;

XLI - Comandante da 10ª Região Militar;

XLII - Comandante da 11ª Região Militar;

XLIII - Comandante da 12ª Região Militar;

XLIV - Chefe do Gabinete do Comandante do Exército;

XLV - Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército;

XLVI - Chefe do Centro de Controle Interno do Exército;

XLVII - Chefe do Centro de Inteligência do Exército;

XLVIII - Secretário-Geral do Exército;

XLIX - 1º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

L - 2º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

(23)

LI - 3º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

LII - 4º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

LIII - 5º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

LIV - 6º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

LV - 7º Subchefe do Estado-Maior do Exército;

LVI - Chefe do Escritório de Projetos do Exército;

LVII - Chefe do Gabinete do Estado-Maior do Exército;

LVIII - Chefe do Centro de Capacitação Física do Exército;

LIX - Diretor de Abastecimento;

LX - Diretor de Avaliação e Promoções;

LXI - Diretor de Civis, Inativos, Pensionistas e Assistência Social;

LXII - Diretor de Contabilidade;

LXIII - Diretor de Controle de Efetivos e Movimentações;

LXIV - Diretor de Educação Preparatória e Assistencial;

LXV - Diretor de Educação Superior Militar;

LXVI - Diretor de Educação Técnica Militar;

LXVII - Diretor de Fabricação;

LXVIII - Diretor de Fiscalização de Produtos Controlados;

LXIX - Diretor de Gestão Especial;

LXX - Diretor de Gestão Orçamentária;

LXXI - Diretor de Material;

LXXII - Diretor de Material de Aviação do Exército;

LXXIII - Diretor de Obras de Cooperação;

LXXIV - Diretor de Obras Militares;

LXXV - Diretor de Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente;

LXXVI - Diretor do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército;

LXXVII - Diretor de Projetos de Engenharia;

LXXVIII - Diretor de Saúde;

(24)

LXXIX - Diretor de Serviço Geográfico;

LXXX - Diretor de Serviço Militar;

LXXXI - 1º Subchefe do Comando de Operações Terrestres;

LXXXII - 2º Subchefe do Comando de Operações Terrestres;

LXXXIII - 3º Subchefe do Comando de Operações Terrestres e Inspetor-Geral das Polícias Militares;

LXXXIV - 4º Subchefe do Comando de Operações Terrestres;

LXXXV - Chefe da Assessoria de Planejamento e Gestão do Departamento-Geral do Pessoal;

LXXXVI - Chefe do Gabinete de Planejamento e Gestão do Comando Logístico;

LXXXVII - Comandante da Academia Militar das Agulhas Negras;

LXXXVIII - Comandante da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais;

LXXXIX - Comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército;

XC - Comandante da Escola de Sargentos das Armas;

XCI - Comandante do Instituto Militar de Engenharia;

XCII - Comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista;

XCIII - Comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva;

XCIV - Comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva;

XCV - Comandante da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada;

XCVI - Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Montanha);

XCVII - Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada;

XCVIII - Comandante da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada;

XCIX - Comandante da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada;

C - Comandante do Grupamento de Unidades-Escola e 9ª Brigada de Infantaria Motorizada;

CI - Comandante da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada;

CII - Comandante da 11ª Brigada de Infantaria Leve;

CIII - Comandante da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel);

CIV - Comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada;

CV - Comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada;

(25)

CVI - Comandante da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada;

CVII - Comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva;

CVIII - Comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva;

CIX - Comandante da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira;

CX - Comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva;

CXI - Comandante da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

CXII - Comandante da 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

CXIII - Comandante da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

CXIV - Comandante da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada;

CXV - Comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada;

CXVI - Comandante de Aviação do Exército;

CXVII - Comandante de Operações Especiais;

CXVIII - Comandante da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea;

CXIX - Comandante da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército;

CXX - Comandante da Artilharia Divisionária da 3ª Divisão de Exército;

CXXI - Comandante da Artilharia Divisionária da 5ª Divisão de Exército;

CXXII - Comandante da Artilharia Divisionária da 6ª Divisão de Exército;

CXXIII - Comandante do 1º Grupamento de Engenharia;

CXXIV - Comandante do 2º Grupamento de Engenharia;

CXXV - Comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército;

CXXVI - Comandante da Base de Apoio Logístico do Exército;

CXXVII - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia;

CXXVIII - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste;

CXXIX - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste;

CXXX - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Norte;

CXXXI - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Oeste;

CXXXII - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste;

CXXXIII - Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sul;

(26)

CXXXIV - Chefe do Centro de Operações do Comando Militar da Amazônia;

CXXXV - Chefe do Centro de Operações do Comando Militar do Leste;

CXXXVI - Chefe do Centro de Operações do Comando Militar do Oeste;

CXXXVII - Chefe do Centro de Avaliações do Exército;

CXXXVIII - Chefe do Centro de Defesa Cibernética;

CXXXIX - Chefe do Centro de Desenvolvimento de Sistemas;

CXL - Chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército;

CXLI - Chefe do Centro de Pagamento do Exército;

CXLII - Chefe do Centro Tecnológico do Exército;

CXLIII - Chefe da Assessoria Especial de Orçamento e Finanças;

CXLIV- Subdiretor de Apoio à Saúde;

CXLV- Subdiretor Técnico de Saúde;

CXLVI - Diretor do Hospital Central do Exército;

CXLVII - Diretor do Hospital Militar de Área de Porto Alegre; e CXLVIII - Diretor do Hospital Militar de Área de Recife.

...

Art. 4º Além dos cargos relacionados nos arts. 1º a 3º, os oficiais-generais poderão ser nomeados para cargos de natureza militar, destinados a oficiais-generais, previstos nos decretos que aprovam as estruturas regimentais de outros órgãos da administração pública, bem como para aqueles cargos de representação militar em outros países com amparo na legislação federal.

Art. 5º Esta Portaria Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6º Fica revogada a Portaria Normativa nº 523-MD, de 27 de fevereiro de 2013.

(Portaria publicada no DOU nº 61, de 1º ABR 13 - Seção 1).

COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 192, DE 1º DE ABRIL DE 2013.

Estabelece a Diretriz para as Comemorações da Semana do Exército para o ano de 2013. (EB10-D- 09.002)

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º, da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, e o inciso XIV do art. 20 da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e de acordo com o que propõe o Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx), resolve:

(27)

Art. 1º Estabelecer a Diretriz para as Comemorações da Semana do Exército, que com esta baixa.

Art. 2º Determinar que o Estado-Maior do Exército, os Órgãos de Direção Setorial, os Comandos Militares de Área e os Órgãos de Assistência Direta e Imediata adotem, em suas áreas de competência, as medidas decorrentes.

Art. 3º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

DIRETRIZ PARA AS COMEMORAÇÕES DA SEMANA DO EXÉRCITO PARA O ANO DE 2013.

(EB10-D-09.002) 1. FINALIDADE

Orientar, no âmbito do Exército, as comemorações da Semana do Exército no ano de 2013.

2. CONSIDERAÇÕES GERAIS

O Dia do Exército Brasileiro, comemorado em 19 de abril, é uma oportunidade favorável para o desenvolvimento de ações que permitam a consecução dos seguintes objetivos:

- elevar o nível de interatividade com a sociedade brasileira;

- difundir a mensagem de operacionalidade e prontidão da Força no cumprimento de suas missões em todo o território nacional, constituindo-se em elemento relevante e imprescindível para a segurança nacional;

- difundir a contribuição para a proteção do meio ambiente e para a sustentabilidade;

- fortalecer o significado da data festiva junto a todos os segmentos de público, particularmente alunos do ensino fundamental e médio, universitários e formadores de opinião;

- valorizar o Exército como Instituição nacional permanente;

- difundir as características da profissão militar para os segmentos de público de interesse;

- reforçar a cultura cívica e patriótica junto ao público em geral;

- difundir o preparo da tropa, os núcleos de modernidade e a operacionalidade da Força, de maneira a exaltar a capacidade de cumprir a missão institucional do Exército;

- dar ênfase ao Processo de Transformação do Exército, ressaltando os Projetos Estratégicos estruturantes que compõem o processo, seus benefícios e respectivas capacidades operacionais;

- ampliar e fortalecer os contatos com a comunidade, aperfeiçoando o atendimento ao público em geral; e

- incentivar o jovem brasileiro a ingressar no Exército.

3. SLOGAN

Utilizar o slogan da Campanha: EXÉRCITO BRASILEIRO - SEMPRE EM AÇÃO/SALTO PARA O FUTURO.

O slogan institucional: EXÉRCITO BRASILEIRO - BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA deverá compor a assinatura dos produtos juntamente com o símbolo do Exército.

(28)

4. AÇÕES A REALIZAR a. Solenidades

1) Realizar solenidades militares no âmbito das diferentes guarnições, sob a responsabilidade dos respectivos comandantes.

2) Prever a entrega de condecorações e do Diploma de Colaborador Emérito do Exército, se for o caso.

3) Cantar a “Canção do Exército” (formaturas).

4) Buscar a participação de integrantes da Força (ativo, reserva e dependentes) e dos vários segmentos de públicos de interesse, enfatizando a presença de estudantes do ensino fundamental e médio, universitários e formadores de opinião.

5) Destacar o preparo do militar, a prontidão e a operacionalidade da Força nas formaturas e nos desfiles militares.

6) Destacar situações que mostrem a relevância e imprescindibilidade da Instituição nos aspectos relacionados à defesa da Pátria, particularmente nas fronteiras do Brasil e no cumprimento de suas missões no exterior e Missões de Paz, sob a égide da Organizações das Nações Unidas (ONU).

7) Destacar ações e valores que reforcem o “orgulho de ser militar”.

8) Divulgar os produtos de comunicação social alusivos à data.

9) Divulgar a importância do Processo de Transformação do Exército ressaltando os Projetos Estratégicos estruturantes que compõem o processo, seus benefícios e respectivas capacidades operacionais.

b. Palestras

1) Realizar apresentações, com base na palestra elaborada pelo CCOMSEx e difundida por meio da Rede do Sistema de Comunicação Social do Exército (RESISCOMSEX), principalmente, para estudantes do nível médio, universitários e formadores de opinião, enfocando, entre outros, os seguintes aspectos:

- a origem do Exército, os objetivos gerais da Instituição e sua participação em todos os momentos decisivos da vida nacional;

- a missão constitucional do Exército e sua preparação para a defesa da Pátria, enfocando sempre o homem, a prontidão e a operacionalidade da Força Terrestre, caracterizado pelo Braço Forte. Além disso, destacar as características da profissão militar, inerentes ao preparo e ao emprego da tropa, visando despertar a atenção do jovem para a carreira das Armas;

- as áreas estratégicas, particularmente a Amazônia Brasileira (área estratégica prioritária para a Defesa) e demais áreas de fronteira;

- a participação em atividades subsidiárias de apoio à população e ao desenvolvimento da infraestrutura nacional - a Mão Amiga - destacando o trabalho da Instituição nas áreas da educação, trabalho, esporte, tecnologia, meio-ambiente e sustentabilidade, saúde e ações cívico-sociais, dentre outras;

- a participação da Força em Operações de Garantia da Lei e da Ordem (Op GLO), Operações na Faixa de Fronteira, bem como no adestramento e no emprego em operações enquadradas como Defesa da Pátria e Apoio à Política Externa do País (Missões de Paz);

- visão de futuro da Instituição, enfatizando a importância dos Projetos Estratégicos, indutores da Transformação do Exército;

- reforçar a ideia de que a defesa nacional é responsabilidade de todos; e

(29)

- divulgar as formas de ingresso na Força.

2) Veicular produtos de divulgação institucional que reforcem as mensagens transmitidas.

c. Apresentações em retretas, concertos sinfônicos e corais

Realizar apresentações culturais em locais de grande circulação, haja vista que este tipo de atividade é um excelente meio de aproximação com a comunidade.

d. Exposições

1) Realizar exposições interativas de material, equipamentos, fotos e filmes em locais públicos de grande circulação de pessoal, com a presença de banda de música, se possível e oportuna.

2) Especial atenção deve ser dada ao manuseio de armamento e outros materiais de emprego militar, quer quanto à segurança do material, quer quanto à integridade física da população observando a legislação em vigor. Desta forma, deve-se atentar para as restrições do contato de crianças e adolescentes com armamento em geral.

e. Programação de visitas

1) Convidar colegiais, universitários e outros grupos jovens para conhecerem os quartéis, particularmente em dia de formatura da tropa. Deve-se aproveitar a oportunidade para apresentar palestras e divulgar os produtos institucionais.

2) Promover eventos que permitam interagir com os formadores de opinião, jornalistas, políticos e líderes comunitários, programando palestras e exibição de filmes, preferencialmente antes da solenidade da Semana do Exército.

f. Eventos complementares

1) Fazer contatos com a Secretaria de Educação do Estado e/ou do Município, objetivando a inclusão da Semana do Exército em publicações dirigidas a estudantes do Ensino Médio.

2) Realizar concursos literários, gincanas ecológicas e eventos desportivos integradores com o meio civil.

3) Estimular a realização de atividades recreativas alusivas à data em clubes e associações militares.

4) Providenciar a veiculação ou difusão de produtos elaborados pelo CCOMSEx, (nota para a imprensa, filme, vídeos, encarte para jornais, spots rádio, Revista Verde Oliva, Noticiário do Exército, cartaz) e incentivar a criação de outras peças publicitárias sob a responsabilidade dos Grandes Comandos e de acordo com orientações do CCOMSEx.

5) Incentivar e apoiar solenidades de hasteamento da Bandeira Nacional, com participação de banda de música e uma representação de militares do Exército, em estabelecimentos de ensino e nos principais órgãos públicos da localidade.

6) Realizar eventos de apoio à comunidade, preferencialmente antes da solenidade da Semana do Exército, aproveitando-se a oportunidade para interagir com a população.

7) Incentivar o acesso às mídias sociais do site do Exército visando multiplicar mensagens alusivas à Semana do Exército.

g. Divulgação e contatos com a mídia

1) Promover eventos de integração com a mídia, preferencialmente antes da solenidade do Dia do Exército, criando um ambiente favorável ao apoio à Campanha da Semana do Exército.

2) Divulgar as atividades do Exército nas mídias impressa e eletrônica.

(30)

3) Contatar as emissoras de TV locais, a fim de utilizar os horários disponíveis para a divulgação do filme institucional alusivo ao Dia do Exército, produzido pelo CCOMSEx.

4) Buscar espaços nos meios de comunicação de massa para veicular mensagens e matérias sobre o Dia do Exército.

5) Divulgar textos relativos ao Dia do Exército (Ordem do Dia, NE e outros) em jornais, rádios, TV e na Internet.

h. Eventos de Integração com Universitários

- Promover atividades de integração com universitários da área de comunicação social, preferencialmente, durante a semana do Exército, criando um ambiente favorável à divulgação da Instituição, contando com orientação do CCOMSEx.

5. PRESCRIÇÕES DIVERSAS

a) Deve-se estimular a participação de todos na Campanha da Semana do Exército.

b) Durante eventos comemorativos realizados, deve-se observar a austeridade necessária nos gastos de recursos com recepções e atividades sociais, observando o que prescreve a Portaria do Comandante do Exército nº 125, de 24 de fevereiro de 2012.

c) Convidar os familiares dos militares da ativa e da reserva, os ex-combatentes, as autoridades civis e as parcelas representativas da sociedade para participar dos eventos programados pela Organização Militar.

d) Buscar parcerias locais para veiculação dos produtos alusivos a Semana do Exército: cartaz, outdoor, banner, filme, vídeos, encarte jornalístico, spots para rádios.

e) Observar as orientações constantes do Plano de Comunicação Social do Exército 2013.

f) A reprodução do símbolo do Exército em qualquer meio gráfico ou em mídia eletrônica deverá observar o prescrito no Manual de Uso da Marca Exército Brasileiro, constante da Separata ao Boletim do Exército nº 45, de 2008 e disponível na RESISCOMSEx.

DESPACHO DECISÓRIO Nº 044/2013.

Em 27 de março de 2013.

PROCESSO: PO Nº 1300986/2013 - Gab Cmt Ex EB: 64536.005080/2013 - 57

ASSUNTO: Autorização para pagamento antecipado à empresa ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (DCT)

1. Processo originário de expediente datado em 14 de fevereiro de 2013, do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), visando obter autorização para pagamento antecipado referente ao fornecimento e desenvolvimento do lote-piloto do Reparo de Metralhadora Automatizado (REMAX), para integração no lote de experimentação doutrinária da viatura blindada de transporte de pessoal, média de rodas (VBTP-MR) Guarani, incluindo, dentre outras atividades, o desenvolvimento do projeto atualizado para produção seriada, dos planos de produção, de inspeção, de teste da documentação do pacote técnico final e a produção de 76 (setenta e seis) unidades, junto a empresa ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A., já ouvida a Secretaria de Economia e Finanças (SEF).

(31)

2. Considerando:

a. o disposto no art. 38 do Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986, e tendo em vista o previsto no art. 87, parágrafo único, das Instruções Gerais para a Realização de Licitações e Contratos no Ministério do Exército (IG 12-02), aprovadas pela Portaria Ministerial nº 305, de 24 de maio de 1995, publicadas no Diário Oficial da União de 26 de maio de 1995; e de acordo com a Portaria nº 006-SEF, de 04 de dezembro de 2002;

b. que o pagamento antecipado de parte do valor do fornecimento e desenvolvimento do lote-piloto do REMAX é de interesse público, na medida em que os recursos antecipados servirão para implementar os investimentos na montagem da infraestrutura fabril para a produção do REMAX, com a aquisição de equipamentos e adequação de instalações, proporcionando a geração de empregos diretos e indiretos e, ainda, fomentando a capacitação de pessoal na área estratégica de tecnologia de defesa;

c. que proporciona economia de recursos, pois a aquisição imediata de todos os insumos importados irá garantir que a Administração não corra o risco de solicitações posteriores de ajustes para o reequilíbrio econômico financeiro do contrato, em função de aumentos inesperados de preços destes insumos;

d. que o adiantamento de 66,34% (sessenta e seis vírgula trinta e quatro por cento) do valor do contrato se reveste de grande vantagem para o Exército Brasileiro, uma vez que irá proporcionar um ganho de R$ 3.251.190,00 (três milhões, duzentos e cinquenta e um mil, cento e noventa reais) em produtos, pois a ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A. deverá, como contrapartida, fornecer como benefício direto à Administração 5 (cinco) unidades do REMAX, que corresponde a 6,58% do valor total do contrato;

e. que está previsto no contrato a apresentação de garantia financeira correspondente a 100% (cem por cento) do valor do pagamento antecipado, para o ressarcimento ao erário, no caso de inadimplência da ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A; e

f. que estão anexados ao processo pareceres favoráveis da Consultoria Jurídica da União no Estado do Rio de Janeiro, da SEF e da Consultoria Jurídica-Adjunta do Comando do Exército, dou o seguinte:

D E S P A C H O

1) AUTORIZO, em caráter excepcional, o pagamento antecipado no valor de R$

32.784.784,41 (trinta e dois milhões, setecentos e oitenta e quatro mil, setecentos e oitenta e quatro reais e quarenta e um centavos), equivalente 66,34% (sessenta e seis vírgula trinta e quatro por cento) do valor do contrato, para a empresa ARES AEROESPACIAL E DEFESA S.A., contratada por meio do Processo de Inexigibilidade de Licitação nº 01/2012-DF/DCT, correspondente ao fornecimento e desenvolvimento do lote-piloto do REMAX, para integração no lote de experimentação doutrinária da viatura blindada de transporte de pessoal, média de rodas (VBTP-MR) Guarani, incluindo, dentre outras atividades, o desenvolvimento do projeto atualizado para produção seriada, dos planos de produção, de inspeção, de teste da documentação do pacote técnico final e a produção de 76 (setenta e seis) unidades, com recursos da ND 44.90.52 - Fonte 0100000000.

2) Publique-se o presente despacho em Boletim do Exército.

3) Restitua-se o processo ao DCT, para as providências decorrentes.

(32)

DESPACHO DECISÓRIO Nº 045/2013.

Em 27 de março de 2013.

PROCESSO: PO Nº 9500347/2013 - Gab Cmt Ex EB: 64536.005107/2013 - 10

ASSUNTO: Autorização para celebração de termo aditivo de contrato administrativo FUNDAÇÃO OSÓRIO

1. Processo originário da Fundação Osório, que solicita autorização para celebração de termo aditivo de contrato administrativo para prorrogação de prestação de serviço de apoios administrativo e ao ensino, inspetor de pátio, portaria, transportes, serviços auxiliares, telecomunicações, conservação e manutenção de prédios, equipamentos e instalações.

2. Considerando:

a. o disposto no inciso I do parágrafo 2º do art. 2º do Decreto nº 7.689, de 2 de março de 2012, art. 1º da Portaria nº 753-MD, de 21 de março de 2012 e tendo em vista o previsto no art. 10 da Portaria Cmt Ex nº 597, de 31 de julho de 2012;

b. tratar-se de contrato administrativo para atender atividade de custeio, solicitado por intermédio do Ofício nº 15.5/2013/Pres-Audit, de 25 de fevereiro de 2013;

c. que o termo aditivo elevará o valor do contrato para R$ 4.850.429,73 (quatro milhões, oitocentos e cinquenta mil, quatrocentos e vinte e nove reais e setenta e três centavos) passando, assim, à esfera de competência exclusiva e indelegável do Comandante do Exército; e

d. que a Procuradoria Jurídica da Fundação Osório emitiu o Parecer nº 008/2013-PF-FO, de 6 de fevereiro de 2013, favorável à prorrogação do Contrato nº 001/2011, de 1º de março de 2011, dou o seguinte:

D E S P A C H O

1) AUTORIZO a celebração do Termo Aditivo nº 005/2013 ao Contrato nº 001/2011, de 1º de março de 2011.

2) Publique-se o presente despacho em Boletim do Exército.

DESPACHO DECISÓRIO Nº 046/2013.

Em 1º de abril de 2013.

PROCESSO: PO Nº 1000077/2013 - Gab Cmt Ex (DEC) EB: 64536.005161/2013-57

ASSUNTO: Reversão de parcela do imóvel RJ 01-0181 à Secretaria do Patrimônio da União para posterior cessão gratuita ao Município do Rio de Janeiro, com finalidade de construção de obras públicas de apoio aos megaeventos esportivos previstos para aquela municipalidade.

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO (DEC)

1. Processo originário da 1ª Região Militar (1ª RM), propondo a reversão de parcela com área de 83.904,73 m² (oitenta e três mil, novecentos e quatro vírgula setenta e três metros quadrados) do imóvel cadastrado como RJ 01-0181, localizado na Av. Bartolomeu de Gusmão, nº 873 a 1.035, Bairro São Cristóvão, Rio de Janeiro/RJ, à Secretaria do Patrimônio da União (SPU), para posterior cessão gratuita ao Município do Rio de Janeiro, com finalidade de construção de obras públicas de apoio aos megaeventos esportivos previstos para aquela municipalidade.

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