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Relatório de Gestão Outubro 2017

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Academic year: 2021

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Cenário Macroeconômico

No cenário doméstico, o mês de outubro foi marcado pela votação da segunda a acusação contra o presidente Michel Temer. Passada a votação da denúncia, o governo sinalizou focar na agenda de reformas, com destaque para a reforma da Previdência. As MPs do ajuste fiscal foram enviadas ao Congresso e a base aliada pressiona o Planalto a adiantar a reforma ministerial para antes do começo do próximo ano. Pesquisas eleitorais seguem sendo divulgadas, apesar das candidaturas estarem completamente indefinidas nesse momento.

Em relação à atividade, o último dado de produção industrial, referente a setembro, subiu 0,2% em relação ao mês anterior dessazonalizada, abaixo da mediana das expectativas e do nosso cenário. O destaque é que parte significativa da surpresa do número veio da queda concentrada na produção de produtos farmoquímicos e farmacêuticos. O destaque negativo foi a difusão dos dados mais fraca do que o resultado agregado. De outro lado, os indicadores de confiança, divulgados pela FGV, mostraram melhora generalizada em outubro. A prévia da confiança do empresário industrial apresentou alta de 2,0% no mês. Na mesma linha, o indicador de confiança do comércio apresentou alta de 3,7%, e o indicador da construção civil subiu 0,6%, a 5ª alta mensal consecutiva, sinalizando que a recuperação modesta do setor observada nos dados do terceiro trimestre desse ano deve se estender para o trimestre seguinte. Do lado do consumidor, houve alta de 1,7% na confiança em outubro, mesmo ritmo de crescimento observado no mês anterior. Em suma, apesar de alguns dados mais fracos em agosto e setembro, seguimos com o cenário de uma recuperação gradual de economia.

Em relação à inflação, o IPCA-15 registrou variação de 0,34% em outubro, resultado muito próximo da nossa estimativa e da mediana das expectativas de mercado. Com isso, a taxa em 12 meses subiu para 2,71%, após ter atingido 2,56% em setembro. A nossa projeção preliminar para o IPCA do mês fechado aponta alta de 0,48%, com a taxa em 12 meses subindo para 2,8%. Para o ano fechado nossa projeção está em torno de 3,0% e para 2019 em 3.9%.

O Copom fez o que era amplamente esperado pelo mercado na sua última reunião: cortou a taxa Selic em 0,75 p.p., para 7,5% a.a., por unanimidade. O comunicado e a ata da reunião sugerem que o plano continua sendo de diminuir o ritmo de flexibilização de forma moderada, o que,

com base no padrão de comunicação recente, sinaliza, a nosso ver, que o movimento de dezembro provavelmente será um corte de taxa de 0,50 p.p., o que levaria a taxa Selic para 7,0% a.a. Depois disso, o Copom irá avaliar o cenário de inflação e atividade para definir se há espaço para uma queda adicional ou não. No momento, o Copom não quis se comprometer em dar nenhuma sinalização em relação aos seus movimentos de 2018.

No campo externo, o superávit comercial em outubro alcançou US$ 5,2 bilhões. Acumulado em doze meses, o resultado comercial avançou mais uma vez, para US$ 67,7 bi, e o resultado acumulado no ano é recorde para a série histórica (desde 1992). A média móvel trimestral dessazonalizada e anualizada, no entanto, segue em torno de US$ 65 bi, mostrando estabilidade do saldo comercial na margem. Em relação ao fiscal, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 21,3 bilhões em setembro, melhor que a nossa projeção. O déficit primário consolidado acumulado em 12 meses permaneceu em 2,4% do PIB. A dinâmica da dívida pública continua desfavorável. A dívida bruta do governo geral subiu de 73,7% em agosto para 73,9% do PIB em setembro, mesmo com a devolução de R$ 33 bilhões (0,5% do PIB) do BNDES ao Tesouro Nacional. A dívida líquida do setor público, por sua vez, avançou de 50,2% para 50,9% do PIB no mesmo período. A reforma previdenciária é essencial para a dinâmica da dívida pública, revertendo a atual tendência de alta das despesas previdenciárias e representando um passo fundamental no cumprimento do teto de gastos. No entanto, vemos pouquíssimas chances de ser aprovada nesse mandato.

No cenário internacional, o mês começou com ansiedade sobre diversos eventos, entre eles a reunião do Banco Central Europeu (BCE), o 19º encontro do Partido Comunista na China, a reforma fiscal nos EUA e a escolha do próximo presidente do Banco Central Americano. Em retrospectiva, os eventos transcorreram com poucas surpresas.

Depois de meses sinalizando que iria alterar seu programa de compra de ativos no inicio do ano que vem, o Banco Central Europeu estendeu seu programa de QE até setembro/2018, mas reduziu as compras de 60 bi/por mês para 30 bi/por mês. A nova extensão, ainda que num ritmo menor, retira o foco sobre o BCE pelo menos até o 2T18, quando se deve voltar a discutir os passos depois de setembro. O comprometimento com a manutenção das condições acomodatícias ocorre num cenário onde a atividade vem surpreendendo positivamente e o hiato do

Relatório de Gestão

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mercado de trabalho continua fechando, mas a inflação continua bem abaixo da meta.

O 19º encontro do Partido Comunista na China não trouxe informações adicionais sobre a economia - essas provavelmente serão apresentadas em dezembro no evento econômico anual. Já no campo político, o Presidente Xi Jinping consolidou seu poder. Em particular, entre os novos membros apontados para o comitê do Politburo, não há nenhum claro sucessor ao Xi Jinping. Nos EUA, o governo americano avançou no processo para aprovar a reforma fiscal. O Senado e a Câmara aprovaram o orçamento para o ano fiscal de 2018, passo importante para permitir os tramites da aprovação da reforma com apenas a maioria simples no Senado. Entretanto, o Congresso ainda precisa concordar numa única versão e votar a proposta final. Isso exigirá consenso dentro do partido Republicano, que precisa e busca uma vitória antes das eleições legislativas do ano que vem, mas ainda parece divido em diversas questões.

Jerome Powell foi nomeado para substituir Janet Yellen como Presidente do Banco Central Americano no inicio do ano que vem. Powell já faz parte do comitê de política monetária e, depois da Yellen, era o candidato que mais representava continuidade da atual política monetária. Ainda há quatro vagas para serem preenchidas e que também serão importantes para desenhar o novo perfil do comitê.

Estratégia Multimercado - MACRO

Ao longo do mês, mantivemos o padrão de risco da carteira em linha com os níveis de final de setembro, tanto nas estratégias locais quanto internacionais.

Na estratégia local continuamos com um portfólio aplicado em juros nominais e reais na parte intermediária da curva brasileira (via DI Jan 21 e NTN-Bs 22 e 23). Parte dessa exposição está contrabalanceada por posições compradas em Dólar americano contra Real (via estrutura de opções) e em inflação implícita longa (2035).

Em outubro, os mercados apresentaram comportamento contrário ao viés comprado em Brasil da carteira, com as principais classes de ativos locais depreciando (abertura de na curva de juros nominais e reais, queda nos futuros de bolsa brasileira e desvalorização do Real). Apesar de termos compensado parte das perdas nas posições em renda fixa com os ganhos em câmbio e inflação, o book local gerou contribuição negativa como um todo.

Defendemos algumas perdas com diminuições táticas nas posições compradas em Brasil, mas seguimos com a exposição, uma vez que ainda vemos prêmios interessantes nas curvas de renda fixa locais à luz da distribuição de cenários que consideramos. Enxergamos que o BC deve encerrar seu ciclo de afrouxamento com Selic a 7.00%, ou levemente abaixo disso, e deve permanecer em torno desses níveis por tempo razoavelmente longo o que deve ajudar a comprimir parte do prêmio de mais de 350 bps de inclinação presente na curva de juros nominal.

A parcela internacional da estratégia apresentou contribuição negativa ao portfolio e foi concentrada no book de moedas, mais especificamente na posição comprada em Coroa Sueca.

A despeito do resultado ruim, os fundamentos seguem positivos para a posição e o resultado apresentado está dentro da volatilidade esperada. Avaliamos que a economia sueca se apresenta em ponto mais avançado do ciclo que a maior parte dos seus parceiros com núcleo de inflação acima das principais economias desenvolvidas e dados de atividades pujantes, tanto nos soft data quanto nos hard data. Além disso, grande parte dos impulsos cíclicos é positivo, com condições financeiras acomodatícias, juros reais muito baixos, impulso externo positivo com parceiros comerciais crescendo bem e câmbio extremamente desvalorizado.

Dessa forma, continuamos comprados em Coroa Sueca e Coroa Tcheca (contra Euro principalmente) e em Iene japonês contra Dólar americano via estrutura de opções. Além disso, estamos vendidos em Yuan chinês contra uma cesta de moedas.

Na parte de renda fixa internacional, seguimos com posição vendida no título pré-fixado ligado à inflação do Reino Unido com prazo de 50 anos versus posição comprada em título similar com prazo de 5 anos. Também seguimos com pequena posição aplicada em juros de 10 anos nos Estados Unidos. Por fim, em renda variável internacional, temos posição comprada em futuro de S&P500. Estas estratégias geraram contribuição praticamente nula para o portfolio.

Estratégia Long Short

ARX Long Short FIC FIM

Em outubro o fundo apresentou um rendimento de -0,41%, com uma volatilidade anualizada de 3,31% em 12 meses. Mantivemos uma exposição bruta (compras + vendas) ao

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redor de 91% e apresentamos exposição financeira próxima de 12%.

As principais contribuições positivas vieram da posição comprada em Tenda, e das posições vendidas em Taesa e Cyrela, enquanto a principal parcela do impacto negativo na carteira foi causada pelas posições compradas em Aliansce, BR Malls e Renner.

O setor de Varejo foi um dos mais afetados durante a crise dos últimos anos devido a um cenário de desemprego, elevado endividamento das famílias e juros altos, dinâmica que acabou gerando uma perda do poder de compra por parte da população.

Em um momento de retomada econômica, onde os juros já estão no menor patamar dos últimos anos e a inflação segue em níveis bem baixos, acreditamos que as vendas no setor devem voltar a acelerar, com as companhias novamente apresentando “same store sales” positivos e expansão de lucros.

Dentro do setor enxergamos no case de Renner um conjunto de fatores que tornam a ação especialmente atrativa: como as demais empresas do setor, a companhia é exposta à retomada da economia via aumento do

consumo, bem como possui um management

extremamente experiente e reconhecido pelo mercado. Acreditamos que a Renner está muito bem posicionada para crescer nos próximos anos, tendo executado grandes mudanças durante o período de crise em termos de desenvolvimento de produto, operação de loja e logística (com a implementação do sistema de “push&pull” em suas operações). Essa forte melhoria de processos faz com que a companhia seja a única do segmento que efetivamente se estruturou para crescer, e os resultados durante a crise mostram isso: a empresa apresentou contínua abertura de lojas e crescimentos de vendas e margens, enquanto os concorrentes sentiam o efeito da recessão econômica. Além disso, por atuar em um mercado extremamente fragmentado, o market share da Renner ainda é muito baixo, menos de 5% do mercado de vestuário brasileiro, com uma importante avenida de crescimento pela frente, seja pela abertura de lojas ou pela maturação das outras marcas do grupo, como Camicado e YouCom. Dessa forma, mantivemos nossa posição, mesmo diante da queda recente, e seguimos acreditando no forte potencial de geração de valor da empresa.

Estratégias Ações

ARX Income FIA

A rentabilidade do fundo foi de -0,42% no mês.

Apresentaram contribuições positivas para o fundo as altas de Eletropaulo (+16,34%), Usiminas (+13,24%) e Petrobras (+9,61%).

As principais contribuições negativas foram Itausa (-4,99%) e Embraer (-12,41%).

O Ibovespa apresentou uma alta de 0,02% no mês. As ações da Usiminas apresentaram contribuição positiva devido aos sinais de melhora da economia doméstica, principalmente na venda de veículos. Na Petrobras, as ações se beneficiaram da alta do preço do petróleo durante o mês. No lado negativo, a performance das ações da Embraer foi prejudicada pela divulgação de expectativas mais baixas para as margens da empresa em 2018 e pela injeção de capital da Airbus na Bombardier, sua principal concorrente.

ARX FIA

Em outubro a rentabilidade do fundo foi de -0,34% contra 0,02% do Ibovespa.

As principais contribuições positivas, em termos de alfa, vieram de Petrobrás, Usiminas e Carrefour, enquanto as principais perdas vieram de BR Malls e Copasa.

Com relação à Petrobrás, a ação acompanhou a alta do petróleo este mês. Além disso, acreditamos que o papel tem potencial para performar ainda mais, ancorado na capacidade de geração de valor do novo management, como já comentamos em outras ocasiões.

Com relação à BR Malls, continuamos vendo como uma boa aposta, dada a queda de juros e um combo de inflação mais baixa com recuperação da economia impulsionando as vendas dos shoppings e contribuindo para o crescimento dos lucros operacionais da empresa.

O foco segue no longo prazo e em ativos com valuation descontado ou com premissas pouco agressivas, onde ainda vemos uma assimetria de risco versus retorno favorável.

O fundo tem suas maiores posições setoriais em energia elétrica, bancos e varejo.

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Long Term FIC FIA

Long Term Institucional FIA

Devido à estratégia de longo prazo, este Relatório de Gestão trará apenas semestralmente (junho e dezembro) um texto detalhado sobre as performances destes fundos.

Estratégia Equity Hedge

ARX Extra FIC FIM

O ARX Extra FIC FIM é uma combinação das estratégias Macro e Long & Short. Sugerimos fazer referência aos comentários apresentados neste Relatório de Gestão, com os destaques de cada estratégia.

Semestralmente (em junho e dezembro), este Relatório de Gestão trará um texto específico sobre a performance deste fundo.

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Rentabilidade (%)

Estratégias/Fundos Out-17 Set-17 Ago-17 Ano2

12meses Desde o início Data de início

PL médio 12 meses3

DI

BNY Mellon ARX Cash CP 0,60 0,60 0,75 8,29 10,55 515,26 26/03/01 59.806

% do CDI 93,45 93,67 94,11 94,78 94,97 90,86

BNY Mellon ARX FI RF Ref. DI LP 0,61 0,60 0,75 8,36 10,59 286,47 03/02/05 181.419

% do CDI 94,75 94,03 93,76 95,64 95,33 90,86

Multimercado

ARX Target Institucional FIM 0,25 0,75 1,04 10,01 12,38 1.079,23 02/09/99 75.548

% do CDI 38,56 117,52 129,66 114,48 111,44 113,94

ARX Hedge Plus FIM -0,29 0,53 1,14 9,77 12,64 288,91 31/03/06 70.845

% do CDI -44,40 82,46 142,70 111,67 113,79 120,01

ARX Especial FIC FIM -0,63 0,58 1,42 12,43 16,17 153,68 15/12/09 124.866

% do CDI -96,85 89,76 177,66 142,13 145,56 123,98

Equity Hedge

ARX Extra FIC FIM -1,13 0,73 1,41 13,88 16,30 771,31 23/12/03 1.077.636

% do CDI -174,56 113,16 175,72 158,69 146,73 197,00

Long Short

ARX Long Short FIC FIM¹ -0,41 0,83 0,91 9,84 10,23 508,62 16/03/05 185.988

% do CDI -63,64 129,81 113,49 112,54 92,08 165,25

Ações

ARX Income FIA -0,42 4,24 9,17 22,21 10,05 3.876,92 17/06/99 144.366

vs. Ibovespa (em p.p.) -0,44 -0,64 1,71 -1,17 -4,40 3.341,31

ARX FIA -0,34 4,25 6,22 24,26 11,05 1.440,12 18/07/01 49.858

vs. Ibovespa (em p.p.) -0,36 -0,64 -1,24 0,88 -3,40 1.008,85

Long Term FIC FIA -0,67 4,06 5,74 27,98 15,89 525,38 05/09/08 96.076

vs. IGPM+6 (em p.p.) -1,36 3,14 5,15 25,02 11,40 352,35

Long Term InstitucionalFIA -1,02 4,72 6,10 29,53 15,96 63,59 28/01/13 47.768

Previdência

ARX Income Icatu Previdência FIM -0,78 3,49 4,83 16,12 11,33 809,13 25/09/00 17.617

Indexadores

CDI 0,65 0,64 0,80 8,75 11,11 Ibovespa 0,02 4,88 7,46 23,38 14,45 Small Cap -1,48 3,68 8,58 43,01 30,25 IGPM + 6% 0,70 0,91 0,59 2,96 4,48

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Informações Importantes

BNY Mellon ARX Cash: O fundo tem por objetivo acompanhar a variação do CDI no curto prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Curto Prazo. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  BNY Mellon ARX FI Renda Fixa Referenciado DI LP: O fundo busca obter remuneração diária próxima ao CDI. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,5%a.a. Não há taxa máxima de administração. Não há taxa de performance. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Referenciado DI. Aplicação Inicial Mínima: não há. Saldo de permanência no fundo: não há. Movimentação Mínima: não há.  ARX Target Institucional FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 0,9%a.a. Taxa de administração máxima de 1,35%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Target Institucional FIM incorporou o ARX Hedge FIM e parte do ARX Institucional FIM a partir de 30/04/2008 e em 17/03/2014 incorporou o fundo ARX Target Plus FIM.  ARX Hedge FIM: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 1,5%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D0. Resgates liquidam em D+1. Aplicações e resgates cotizam em D0. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Hedge FIM incorporou o fundo ARX Plus FIM a partir de 30/04/2008.  ARX Hedge Plus: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivamente. Resgates cotizam em D+4. Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Classificação ANBIMA: Multimercados Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Especial: O fundo busca superar o CDI mediante a aplicação em carteira diversificada de ativos. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 3%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Aplicações cotizam em D0 respectivame nte. Resgates cotizam em D+10 ou D+0 (com taxa de saída de 5%). Resgates liquidam em D+1 (dia útil) após a cotização do resgate. Taxa de saída: 5% sobre o valor do resgate, revertendo ao fu ndo para cotização em D0 e pagamento em D+1. Classificação ANBIMA: Multimercado Macro. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Extra FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma administração ativa agressiva na alocação de seus recursos, visando superar o CDI ao longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2,5%a.a. Taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI. Cotização em D0 com ta xa de saída de 5% (cinco por cento) sobre o valor do montante resgatado e pagamento em D+1. Com isenção de taxa de saída: D+30, para conversão no próximo dia útil. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  ARX Long Short FIC FIM: O objetivo do fundo é aproveitar as melhores oportunidades de investimento através de uma combinação em lastro de títulos públicos federais com uma administração ativa em ações, utilizando instrumentos disponíveis tanto no mercado à vista quanto em derivativos. O fundo visa superar o CDI no longo prazo. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% sobr e o que exceder o CDI. Aplicações e resgates cotizam em D+1 e D+4 respectivamente. Resgates liquidam em D+5. Classificação ANBIMA: Multimercado Estratégia Específica. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 20.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Fundo ARX Long Short FIM incorporou os fundos ARX Long Short 30 FIC FIM e ARX Long Short 30 PF FIC FIM a partir de 19/02/2009.  ARX Income FIA: O objetivo do fundo é auferir rendimentos superiores à taxa de juros no longo prazo, por meio de investimento em ações. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 4%a.a. Não há taxa de performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Dividendos. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O fundo ARX Income FIA incorporou o Mellon Income 10 FIA a partir de 10/04/2007. O I bovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  ARX FIA: O fundo busca, através de uma escolha seletiva de ativos, maximizar o retorno de seus investimentos em ações, visand o superar o Ibovespa. Destinado ao público em geral. Taxa de administração de 4%a.a. Taxa de administração máxima de 4.5%a.a. Não há taxa de performance. Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+1. Resgates liquidam em D+4. Classificação ANBIMA: Ações Ibovespa Ativo. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000.  Long Term FIC FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores qualificados que estejam dispostos a aceitar os riscos inerentes ao mercado de renda variável. Taxa de administração de 2%a.a. Taxa de administração máxima de 2.5%a.a. Taxa de performance de 20% do que exceder o IGPM + 6; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+30. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. O Ibovespa é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  Long Term Institucional FIA: O Fundo busca obter retornos absolutos não correlacionados a quaisquer índices. Destinado a investidores como Entidades Fechadas de Previdência Complementar (“EFPC”), Regimes Próprios de Previdência Social (“RPPS”) e fundos de investimento que tenham seus regulamentos adaptados a receber aplicações de cotistas classificados como EFPC e RPPS. Taxa de administração de 3%a.a. Taxa de administração máxima de 3.5%a.a. O fundo não cobra Taxa de performance; Aplicações cotizam em D0. Resgates cotizam em D+60. Resgates liquidam em D+3 (Dias Úteis) após a cotização. Classificação ANBIMA: Ações Livres. Aplicação Inicial Mínima: R$ 20.000. Saldo de permanência no fundo: R$ 5.000. Movimentação Mínima: R$ 5.000. ARX Income IcatuPrevidência FIM: O fundo busca proporcionar liquidez, proteção e rendimento aos planos de previdência atrelados a ele, através de investimentos em carteira diversificada de ativos financeiros. O fundo é destinado, exclusivamente, a receber recursos referentes às reservas técnicas de planos estruturados na modalidade de contribuição variável, cuja remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos PGBL e VGBL da ICATU HARTFORD SEGUROS S/A. Taxa de administração de 1,9%a.a. Não há taxa de administração máxima. Não há taxa de performance. Clas sificação ANBIMA: Previdência multimercados com renda variável. Não há Aplicação Inicial Mínima, Saldo de permanência no fundo ou Movimentação Mínima. O CDI é mera referência econômica e não parâmetro objetivo do fundo.  Horário para aplicações e resgates: das 10:00h às 14:00h.  Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador, do gestor, de qualquer mecanismo de seguro ou, do fundo garantidor de créditos – FGC. A Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A Rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e taxa. Leia o prospecto e o regulamento antes de investir. Em atendimento à Instrução CVM nº 465, desde 02/05/2008, os fundos de renda variável deixaram de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passou a fazê-lo com base na cotação de fechamento. Assim comparações de rentabilidade devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média dos índices de ações e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento.

Os fundos ARX Hedge FIM, ARX Hedge Plus FIM, ARX Extra FIC FIM, ARX Long Short FIC FIM e Long Term FIC FIA estão autorizados a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Não há garantia de que os fundos multimercados e de renda fixa terão o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Alguns fundos geridos pela ARX Investimentos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoni ais para seus cotistas. As taxas de administração máximas previstas compreendem a taxa de administração mínima e o percentual máximo que a política do fundo admite despender em razão das taxas de administraç ão dos fundos de investimento investidos. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Os fundos de ações e multimercados com renda variável podem estar expostos a significativa concentração em ativos de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. O indicador CDI é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos de Previdência e Ações. O indicador Ibovespa é mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance para os fundos DI, Multimercados, Equity Hedge, Long Short, Previdência, Long Term FICA FIA e Long Term Institucional Fia. Os indicadores IGPM+6% e Small Cap são meras referências econômicas, e não meta ou parâmetro de performance para os Fundos DI, Multimercados, Equity H edge, Long Short, Previdência, ARX Income FIA, ARX FIA e Long Term Institucional Fia. Os fundos de crédito privado estão sujeitos a risco de perda substancial de seu patrimônio líquido em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de sua carteira, inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajud icial dos emissores responsáveis pelos ativos do fundo.  Administrador/Distribuidor: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A. (CNPJ: 02.201.501/0001-61). Av. Presidente Wilson, 231, 11º andar - Rio de Janeiro, RJ, CEP 20030-905 - www.bnymellon.com.br/sf.  Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): [email protected] ou (21) 3219–2600 ou 0800 725 3219.  Ouvidoria: [email protected] ou 0800 725 3219.

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