MINUTA DE
ANTEPROJETO DE LEI
S úmul a : E sta be le ce no va e st ru t u ra çã o
ad min ist ra t iva e fu n cio n a l a o Qu ad ro P ró p rio d o s Se rvid o re s do Min ist é rio Pú b lico do E sta d o do P a ra n á, e a do ta ou t ra s p ro vidê n cia s.
A ASSEMBLEIA LEGISLAT IVA DO ESTADO DO PARANÁ decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
DO QUADRO DOS SERVIDORES
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º. O Quadro dos Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná – QS/MP-PR composto pelos atuais ocupantes de cargos de provimento
efetivo e de cargos de provimento em comissão, passa a vigorar na forma
desta Lei, fundamentado nos princípios de:
I. Qualificação profissional e de desempenho, com a finalidade de
assegurar a continuidade da ação administrativa e a eficiência do serviço público;
II. Valorização do servidor;
III. Desenvolvimento na carreira baseado nas competências,
conhecimentos, habilidades e no mérito profissional e individual do servidor; e
IV. Vencimentos compatíveis com a natureza e complexidade das
atribuições e qualificação do servidor
Parágrafo único. Aos servidores do Ministério Público do Estado do Paraná aplica- se, no que couber, o Estatuto dos Funcionários Civis do Estado do Paraná, Lei Estadual nº 6.174, de 16 de novembro de 1970.
CAPÍTULO II
DA CONCEITU AÇÃO
Art. 2º. Para os fins desta Lei, considera- se:
I. Amplitude Salarial: intervalo entre o menor e o maior
vencimento da Tabela de Referência de Vencimento, compreendida a primeira referência da Classe Inicial e a última referência da Classe Final;
II. Atribuições: conjunto de tarefas a serem desempenhadas pelo
servidor no exercício de um determinado cargo de provimento efetivo ou em comissão ou função comissionada.
III. Avaliação de Desempenho: conjunto de procedimentos
administrativos destinados à apuração do aproveitamento do servidor durante o estágio probatório e de seu desempenho no cargo público, através de avaliações periódicas.
IV. Cargo de Provimento Efetivo: criado por Lei, com denominação
própria e quantidade fixa, pagamento pelo erário e provimento mediante aprovação em concurso público de provas ou provas e títulos;
V. Cargo de Provimento em Comissão: criado por Lei, com
simbologia própria e quantidade fixa, pagamento pelo erário e declarados de livre nomeação e exoneração; quem o exerce não adquire direito à continuidade na função, porque a exerce por confiança do superior hierárquico;
VI. Cargo Público: conjunto de atribuições previstas na estrutura
organizacional, de caráter genérico, de mesmo grau de complexidade/responsabilidade, composto por uma ou mais funções, que devem ser cometidas a um servidor;
VII. Carreira: agrupamento de cargos da mesma profissão ou
atividade em classes, escalonadas segundo hierarquia de serviço, por acesso dos titulares dos cargos que a integram; VIII. Classe: escalonamento hierárquico de desenvolvimento
profissional de um cargo, com idênticas atribuições e responsabilidades;
IX. Enquadramento: processo por meio do qual o servidor ativo e já
integrante do quadro e carreira será incluído no plano de carreira de que trata a presente Lei;
X. Função: conjunto de atribuições, vinculadas à habilitação
requerida pelo órgão, de caráter específico para o desempenho das atribuições de um cargo;
XI. Funções Comissionadas: previstas no inciso V, art. 37, da
Constituição Federal, destinam-se, obrigatoriamente, ao exercício das atribuições de direção, chefia e assessoramento,
por serem de natureza permanente, e devem ser exercidas, exclusivamente, por ocupante de cargo de provimento efetivo do Quadro dos Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná; e quem a exerce não adquire direito à continuidade na função, porque a exerce por confiança do superior hierárquico; XII. Grau de Complexidade/Responsabilidade: atributo do cargo
referente ao requisito de escolaridade e complexidade de tarefas desempenhadas;
XIII. Movimentação Funcional: alteração do local de trabalho do servidor estável, através da remoção, de um para outro órgão, no interesse da Administração Pública, a pedido do servidor ou ex-officio;
XIV. Mudança de função: alteração da função de servidor público estável quando este atender os requisitos constantes de uma outra função, dentro do mesmo cargo, da mesma complexidade/responsabilidade e classe, e mediante o interesse da Administração Pública;
XV. Perfil Profissiográfico: documento em que são reunidos os
principais requisitos de uma determinada função, contendo assim o objetivo da função, a descrição das atribuições a serem realizadas, complexidade da função, conhecimentos e habilidades requeridos, os riscos ocupacionais, métodos e equipamentos empregados para sua realização;
XVI. Plano de Carreiras: conjunto de carreiras estruturadas de acordo com a natureza das atividades e dos objetivos dos órgãos e entidades,
XVII. Progressão: passagem do servidor público estável de uma referência salarial para outra de maior valor, na mesma classe e cargo, e atendidos os requisitos estabelecidos;
XVIII. Promoção: passagem do servidor público estável e em efetivo exercício em uma classe, para a referência salarial inicial da classe imediatamente superior, dentro do mesmo cargo;
XIX. Provimento: ato pelo qual se efetua o preenchimento do cargo público, com a designação de seu titular.
XX. Quadro: conjunto de carreiras, cargos isolados e funções
comissionadas de um mesmo órgão, não permite acesso de um para outro;
XXI. Remuneração: é a retribuição financeira pelo efetivo exercício do cargo, correspondente ao vencimento base mais as vantagens financeiras asseguradas por Lei.
XXII. Servidor: pessoa legalmente investida em cargo público;
XXIII. Tabela de Referência de Vencimento: tabela numérica, composta de indicativo de classe (coluna) referência salarial
(linha), cuja interseção reflete o vencimento base sobre a qual incidirão os cálculos de vantagens adicionais de remuneração; e XXIV. Vencimento base: retribuição financeira pelo efetivo exercício
do cargo, correspondente ao símbolo, ou nível (referência salarial) fixado em Lei.
TÍTULO II
DO PL ANO DE CARREIR AS DOS SERVIDORES OCUPANTES DE
CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO
CAPÍTULO I
DA COMPOSIÇÃO E DO PL ANO DE CARREIR AS
Art. 3º. O Plano de Carreiras dos Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná será organizado em três Carreiras, com cargos de provimento efetivo, dispostos de acordo com a natureza profissional, complexidade de suas atribuições e nível de escolaridade.
§ 1. Os Cargos serão estruturados cada qual em três Classes, sendo cada classe composta por dez referências salariais, e suas quantidades dispostas na forma do Anexo I desta Lei.
§ 2. A Classe III de cada cargo será a classe inicial para o ingresso e a Classe I, a final para o desenvolvimento na carreira.
§ 3. O requisito de escolaridade mínima dos cargos e das funções de cada cargo será fixado na forma do Anexo II desta Lei.
Art. 4º. As carreiras do Plano de Carreira dos Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná e seus respectivos cargos são:
I. Carreira Agente de Apoio composta por único cargo denominado
de Agente do Ministério Público
II. Carreira Agente de Execução composta por único cargo
denominado de Técnico do Ministério Público; e
III. Carreira Agente Especializado composta por um único cargo
denominado de Analista do Ministério Público.
§ 1. A carreira de Agente de Apoio e seu único cargo serão extintos ao vagar.
§ 2. A descrição das atribuições dos cargos, regulamentação da carga horária e outras características atinentes às funções serão definidas em ato do Procurador-Geral da Justiça, ouvidas as Subprocuradorias- Gerais de Justiça.
Art. 5º. A jornada de trabalho dos cargos constantes da presente Lei será de 40 (quarenta) horas semanais.
§ 1. Ato do Procurador-Geral da Justiça poderá determinar jornadas de trabalhos concentradas ou diferenciadas para cargos ou funções.
§ 2. A carga horária para funções desempenhadas em locais insalubres, penosos ou perigosos será avaliada pelo órgão de perícia oficial, que lavrará laudo de caráter individual para a concessão de jornada diferenciada conforme estabelece legislação federal específica.
§ 3. Caberá à unidade de recursos humanos a perfeita observância do disposto no parágrafo anterior, extinguindo a sua aplicação quando extinto o fato gerador que a atribuiu.
CAPÍTULO II
DO INGRESSO N A CARREIR A E DO ESTÁGIO PROB ATÓRIO
SEÇÃO I
D AS DISPOSIÇÕES GER AIS
Art. 6º. A investidura nos cargos das carreiras de que trata esta lei dependerá do cumprimento dos seguintes requisitos:
I. Existência de vaga no cargo;
II. Escolaridade mínima, conforme o cargo:
a. cargo de Analista do Ministério Público diploma de conclusão de curso superior, em nível de graduação, com habilitação legal específica para o desempenho das funções do cargo;
b. cargo de Técnico do Ministério Público, certificado de conclusão de ensino médio e ou, se for o caso, habilitação legal específica, para o desempenho das funções do cargo; e c. cargo de Agente de Apoio do Ministério Público, certificado de conclusão de ensino fundamental;
III. Aprovação em concurso público de provas ou provas e títulos;
IV. Registro profissional no órgão de classe para as funções cujo
exercício profissional esteja regulamentado por Lei;
V. Idoneidade e reputação ilibadas, aferíveis por investigação
social e da vida pregressa do candidato, realizada pelo MP-PR, em seus aspectos civis, penais, administrativos e tributários; e
VI. Sanidade física e mental, aferíveis por inspeção médica,
psicológica e, sendo necessária, psiquiátrica, realizada por órgão de perícia oficial ou serviço contratado pelo MP-PR.
VII. Outros requisitos vinculados a natureza e complexidade do
cargo/função, previstos em legislação e contemplados no edital de regulamentação do concurso público.
§ 1 O Ministério Público do Estado do Paraná poderá incluir, como etapa do concurso público programa de formação, de caráter eliminatório, classificatório ou eliminatório e classificatório.
§ 2. Serão aceitos apenas certificados ou diplomas expedidos por Instituição de Ensino reconhecida legalmente e/ou aqueles contemplados em regulamento específico, aí incluídas as exigências de revalidação de títulos obtidos no exterior.
Art. 7º. O ingresso nos cargos das carreiras de que trata esta Lei, dar-se-á na referência salarial inicial da classe inicial do respectivo cargo.
Parágrafo único. A comprovação do preenchimento dos requisitos para o provimento do cargo precederá o ato de nomeação.
Art. 8. Da decisão que considerar o candidato inapto à investidura no cargo caberá recurso, ao Procurador-Geral de Justiça, no prazo de 8 (oito) dias a partir da data da publicação do ato declaratório de inaptidão.
SEÇÃO II
D A POSSE E DO EXERCÍCIO
Art. 9º. A posse no cargo de provimento efetivo dar-se-á pela assinatura do respectivo Termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ao qual o servidor foi nomeado.
§ 1. A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) d ias, contados da data de publicação do ato de nomeação, prorrogável uma vez, por até igual período, a critério da administração.
§ 2. A posse poderá se dar mediante procuração específica.
§ 3. No ato de posse o servidor apresentará a declaração de bens e rendas que constituem seu patrimônio privado, bem como a declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
§ 4. Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1º deste artigo.
Art. 10. O servidor terá o prazo de 15 (quinze) dias, contados da data do Termo de Posse, para entrar em exercício.
§ 1. O exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função comissionada.
§ 2. É vedado o desempenho de funções diversas daquelas fixadas para o cargo o qual o servidor foi nomeado.
§ 3. O servidor será exonerado do cargo se não entrar em exercício no prazo previsto no caput deste artigo.
SEÇÃO III
Art. 11. O estágio probatório será de 3 (três) anos de efetivo exercício na função e classe, observado o disposto no parágrafo 4º, do art. 36 da Constituição Estadual.
§ 1. O Procurador-Geral da Justiça, ouvidas as Subprocuradorias- Gerais de Justiça, regulamentará os critérios para a avaliação de desempenho no estágio probatório, podendo os critérios de avaliação ser diferenciados, de acordo com o cargo e sua complexidade.
§ 2. A inspeção médica, o exame psicológico e ou psiquiátrico, realizados por órgão de perícia oficial, poderão integrar, sempre que necessário, a inspeção do estágio probatório.
CAPÍTULO III
DO DESENVOLVIMENTO NA CARREIR A
Art. 12. O desenvolvimento profissional na carreira se dará pelos institutos da progressão, promoção e mudança de função.
Art. 13. A progressão se dará na classe, ao servidor estável , por avaliação de desempenho.
§ 1. A progressão por Avaliação de Desempenho ocorrerá a cada ano de efetivo exercício no cargo e será equivalente a uma referência salarial, conforme dispuser regulamentação específica e atendido o previsto no inciso III, do parágrafo 1º do art. 41 da Constituição Federal.
§ 2. O servidor, ao término do período de estágio probatório, se confirmado no cargo de provimento efetivo, fará jus, automaticamente, à progressão funcional de uma referência salarial.
Art. 14. A promoção se dará através de mudança de classe, ao servidor
estável , dentro de um mesmo cargo, observado os seguintes requisitos:
I. Avaliação de títulos;
II. Estar na classe anterior, observado o interstício de um ano de
exercício na referência salarial;
III. Possuir tempo de efetivo exercício no cargo de 10 (dez) anos, se
a mudança de classe for de III para II e de 20 (vinte) anos se a mudança de classe for de II para I;
IV. Obtenção de conceito satisfatório em 70% das avaliações de
desempenho a que foi submetido no período dos últimos 10 anos;
V. Atendimento dos demais requisitos da classe previstos em
regulamentação específica.
§ 1. O ingresso na classe seguinte dar-se-á na primeira referência salarial. § 2. Não poderá concorrer à promoção quem tenha sofrido penalidade de natureza grave, em decisão administrativa da qual não caiba mais recurso, no período de um ano imediatamente anterior à ocorrência da promoção, ou de suspensão, no período de dois anos.
Art. 15. A mudança de função possibilita ao servidor público estável desempenhar outra função, por necessidade da administração pública ou impossibilidade de atuação em sua função original, observado o perfil profissiográfico, sempre a critério da administração, fundamentado técnico e objetivamente, e desde que atenda aos requisitos exigidos na nova função. Art. 16. A avaliação de desempenho, realizada anualmente, consiste no monitoramento sistemático e contínuo da atuação individual do servidor e institucional dos órgãos e das entidades de lotação dos servidores integrantes de cargos e de carreiras, tendo como referência as metas estratégicas destas unidades.
Art. 17. A avaliação de desempenho será feita com base em critérios e fatores que apurem as competências e habilidades do servidor na execução das tarefas e atividades a ele atribuídas, entre os quais:
I. eficiência e produtividade;
II. qualidade;
III. adequação técnico-metodológica;
IV. cooperação no trabalho em equipe e relacionamento
interpessoal;
V. comprometimento com a missão, visão e valores institucionais;
VI. capacidade de autodesenvolvimento, notadamente em seu
empenho por constante qualificação e aperfeiçoamento técnico;
VII. iniciativa, inovação e criatividade;
VIII. empenho no alcance de metas e objetivos do planejamento institucional – estratégico, setorial e, se for o caso, regional - e na execução, apoio ou gerenciamento de projetos e ações dele decorrentes;
IX. capacidade de adaptação a mudanças organizacionais
institucionalmente definidas;
X. cumprimento das normas procedimentais e de conduta, bem
como às determinações de seus superiores;
Art. 18. Sem prejuízo da imediata aplicação das diretrizes fixadas na presente lei, ato do Procurador-Geral da Justiça regulamentará, detalhadamente, os critérios para a concessão de progressão, promoção e o processo de avaliação de desempenho, ouvidas as Subprocuradorias- Gerais de Justiça.
CAPÍTULO IV
Art. 19. Os servidores ocupantes de cargos de provimento efetivos do Quadro de Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná – QS/MP-PR terão lotação nos órgãos e unidades administrativos do MP-PR.
§ 1. A movimentação dos servidores, no âmbito do Ministério Público, se dará por ato do Procurador-Geral da Justiça, ou a quem este delegar a atribuição, e pelo instituto da remoção, sem alteração do provimento do servidor na carreira e cargo.
§ 2. Ato do Procurador-Geral da Justiça regulamentará os termos da movimentação de pessoal.
CAPÍTULO V
D A REMUNER AÇÃO
Art. 20. Aplicam- se aos integrantes do Plano de Carreiras dos Servidores, as Tabelas de Vencimento, na forma do Anexo III desta Lei.
Parágrafo único. A estruturação das tabelas de vencimento observará a amplitude entre níveis de 2,35% (dois vírgula trinta e cinco por cento), e entre classes de 10% (dez por cento).
Art. 21. A remuneração mensal dos integrantes do presente Plano de Carreiras aplica- se a seguinte estrutura:
I. Vencimento base ou vencimento;
II. Vantagens Pecuniárias:
a. Adicional por tempo de serviço;
b. Adicional pelo exercício de atividades insalubres, perigosas
ou penosas;
c. Adicional pela prestação de serviço extraordinário;
d. Adicional noturno;
e. Adicional por Qualificação – AQ; e
f. Gratificações relativas à Natureza do Trabalho.
§ 1 As vantagens pecuniárias de que trata às alíneas “a” a “e”, do inciso II serão calculadas sobre o vencimento base do cargo efetivo, conforme previstas em Lei.
§ 2. Na concessão dos adicionais, de que trata às alíneas “b” a “d”, do inciso II será observado o disposto no Estatuto dos Funcionários Civis do Estado do Paraná, e as situações estabelecidas em legislação específica.
Art. 22. Aos integrantes do Plano de Carreiras dos Servidores é devido à remuneração:
I. Por ocasião do gozo das férias anuais, pelo menos um terço a
II. A titulo de Gratificação Natalina, correspondente a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro, por mês de exercício no respectivo ano.
§ 1. A Gratificação Natalina será paga no mês de dezembro de cada ano, até o dia 20 (vinte).
§ 2. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina, proporcionalmente aos meses de efetivo exercício, calculada sobre a remuneração de exoneração.
§ 3. Para fins de cálculo das remunerações, de trata o inciso II deste artigo, a fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral.
§ 4. As remunerações de que trata o caput deste artigo não serão consideradas para calculo de qualquer vantagem pecuniária.
SEÇÃO IV
DO ADICION AL POR TEMPO DE SERVIÇO
Art. 23. O Adicional por tempo de serviço é devido ao servidor efetivo, que terá acréscimo a remuneração de cinco em cinco anos de exercício, cinco por cento até completar vinte e cinco por cento, por serviço público efetivo prestado ao Estado do Paraná.
Parágrafo único. A incorporação do acréscimo será imediata, inclusive para efeito de aposentadoria e disponibilidade, e será computada igualmente sobre as alterações do vencimento básico do cargo efetivo, somados ao anteriormente deferido.
Art. 24. Ao completar trinta anos de exercício o servidor efetivo terá direito ao acréscimo a remuneração de cinco por cento por ano excedente, até o máximo de vinte e cinco por cento.
§ 1. A incorporação desses acréscimos será também imediata, inclusive para efeito de aposentadoria e disponibilidade e computada igualmente sobre as alterações do vencimento básico.
§ 2. No cálculo, para efeito de pagamento do adicional referido neste artigo, será respeitada sempre a soma do vencimento acrescido do anteriormente deferido.
SEÇÃO V
DO ADICION AL DE QUALIFIC AÇÃO – AQ
Art. 25. O Adicional de Qualificação – AQ destina-se aos integrantes das carreiras, de que trata a presente Lei, portadores de títulos, diplomas ou certificados de ações de treinamento ou cursos de ensino médio, graduação ou pós-graduação, lato sensu ou stricto sensu.
Parágrafo único.Estas titulações devem ter relação direta com o desempenho das atribuições e o disposto no perfil profissiográfico da função exercida, e nos termos de regulamentação própria.
Art. 26. Para a concessão do Adicional de que trata este artigo serão observados os seguintes critérios:
I. quando o curso constituir requisito de ingresso no cargo, o
adicional não será concedido;
II. os cursos de pós-graduação lato sensu serão admitidos desde
que com duração mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas;
III. somente serão considerados os cursos reconhecidos e
ministrados por instituições de ensino superior credenciadas ou reconhecidas pelo Ministério da Educação, na forma da legislação específica; e
IV. o servidor não poderá perceber cumulativamente mais de um
percentual correspondente ao adicional de qualificação.
Art. 27. O Adicional de Qualificação – AQ incidirá sobre o vencimento base do cargo efetivo do servidor, observado o seguinte:
I. aos portadores de título de Doutor, o percentual de 10% (dez por
cento), para os ocupantes do cargo de Analista do Ministério Público;
II. aos portadores de título de Mestre, o percentual de 7,5% (sete
vírgula cinco por cento), para os ocupantes do cargo de Analista do Ministério Público;
III. aos portadores de certificado de Especialização ou outro curso
de graduação, o percentual de 5% (cinco por cento), para os ocupantes do cargo de Analista do Ministério Público;
IV. aos portadores de diploma de curso superior, o percentual de 5%
(cinco por cento), para os ocupantes do cargo de Técnico do Ministério Público;
V. aos portadores de diploma de curso superior o percentual de
7,5% (sete vírgula cinco por cento), para os ocupantes do cargo de Agente do Ministério Público;
VI. aos portadores de certificado de ensino médio o percentual de
5% (cinco por cento), para os ocupantes do cargo de Agente do Ministério Público; e
VII. ao servidor que possuir um conjunto de ações de treinamento
que totalizem 200 (duzentas) horas, o percentual de 1% (um por cento), observado o limite máximo de 3% (três por cento).
Parágrafo único. A partir da vigência desta lei, se deferido pela administração, o Adicional de Qualificação – AQ será devido a partir da data do protocolo de apresentação do título, diploma ou certificado.
SEÇÃO VI
DAS GRATIFICAÇÕES RELATIVAS À NATUREZA DO TRABALHO
Art. 28. Ficam criadas as seguintes gratificações relativas ao local ou à natureza do trabalho, para aplicação exclusiva aos servidores integrantes do QS/MP- PR:
I. Gratificação por Gerencia de Projeto – GGP: retribuição
financeira, de natureza transitória, a ser concedida aos ocupantes de cargos de provimento efetivo quando designado, formalmente, para desenvolver atividades de gerenciamento de projetos, com prazo de duração pré-determinado, em valor fixo que não poderá exceder a 1/4 (um quarto) do vencimento base; II. Gratificação por Regime de Sobre-Aviso – GRA: retribuição
financeira, de natureza transitória, a ser concedida por local de trabalho predefinido, em valor fixo que não poderá exceder a 50% (cinqüenta por cento) do vencimento base.
III. Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais – GEE:
retribuição financeira, de natureza transitória, a ser concedida pelo encargo de assessoramento direto aos titulares da administração superior e aos Subprocuradores-Gerais de Justiça ou exercer função especial no âmbito do MP-PR, em valor fixo. § 1. As gratificações de que trata o caput deste artigo são de mesma natureza ou peculiaridade, não podendo ser acumulados, incorporados na inatividade, e sendo extinta sua aplicação quando extinto o fato gerador que a deu ensejo.
§ 2. As gratificações de que trata o caput deste artigo são incompatíveis com o exercício de cargo de provimento em comissão e função comissionada. § 3. Ato do Procurador-Geral da Justiça regulamentará a aplicação e fixará quantidades das gratificações a que se referem os incisos anteriores.
CAPÍTULO VI
DO PROGR AM A PERMANENTE DE C APACITAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO
Art. 29. O Programa Permanente de Capacitação e Desenvolvimento tem por objetivo o crescimento profissional e individual dos servidores, na busca de maior comprometimento com os valores, a missão e os objetivos do Ministério Público, bem como, na sua motivação e preparação para o desempenho de atribuições de maior complexidade e responsabilidade.
Art. 30. São objetivos específicos do programa:
I. Desenvolver o potencial dos servidores;
II. Adequar os servidores ao perfil profissional desejado para o
órgão, bem como, para o exercício de atribuições mais complexas;
III. Sensibilizar os servidores para a importância do auto-desenvolvimento;
IV. Contribuir para a melhoria das relações interpessoais e
integração entre as diversas áreas do Ministério Público, e
V. Subsidiar as ações de desenvolvimento na carreira.
Art. 31. Fica estabelecida a obrigatoriedade dos treinamentos a seguir:
I. Introdutório para servidores aprovados em concurso Público,
com avaliação a ser contabilizada na avaliação de desempenho do estágio probatório;
II. Específico para os ocupantes de Cargos de Provimento em
Comissão;
III. Qualificações específicas para as áreas de atuação;
IV. Qualificação para mudança de classe correlata à área de
atuação, com avaliação.
Art. 32. O programa fica sob a coordenação do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional – CEAF.
CAPÍTULO VII
DO ENQU ADR AMENTO
Art. 33. Os atuais ocupantes dos cargos efetivos do Quadro de Servidores do Ministério Público serão enquadrados nas Carreiras, observados os seguintes procedimentos e na ordem:
I. Enquadramento na Tabela de Correlações de Cargos, Funções e
Área de Atuação, na forma do Anexo IV desta Lei; e
II. Enquadramento salarial em valor imediatamente superior ao
atualmente percebido, nas Tabelas de Vencimento constante do Anexo III desta Lei.
§ 1. Considera- se para fins do presente enquadramento no Plano de Carreiras o valor resultante da soma do vencimento base mais as gratificações especiais por assiduidade e de produtividade no percentual de 90% (noventa por cento).
§ 2. O enquadramento de que trata o caput não caracteriza em novo ingresso no serviço público.
Art. 34. A execução do presente enquadramento será de responsabilidade da unidade de recursos humanos, sob supervisão de comissão especial designada pelo Procurador-Geral de Justiça.
Parágrafo único. A comissão de que trata o “caput” deste artigo será composta por quatro servidores, sendo um representante da Assessoria de Controle Interno.
Art. 35. Os demais termos necessários ao cumprimento do enquadramento serão definidos e divulgados pela unidade de recursos humanos no prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da publicação desta Lei.
Art. 36. O prazo prescricional para revisão dos efeitos funcionais e financeiros decorrentes desta Lei se encerra em cinco anos, a contar de sua publicação.
CAPÍTULO VIII
DA REGRA DE TR ANSIÇÃO
Art. 37. Os servidores enquadrados por esta lei, com tempo de efetivo exercício no cargo igual ou superior a 21 (vinte um) anos, serão promovidos da classe II para a classe I, referência salarial 21.
Parágrafo único. O servidor que não concordar com o resultado da aplicação das regras de transição, poderá requerer revisão de sua situação ao Procurador-Geral de Justiça.
TÍTULO III
D AS ATIVID ADES DE DIREÇÃO, CHEFI A E ASSESSORAMENTO
CAPÍTULO I
D AS DISPOSIÇÕES GER AIS
Art. 38. Integram o Quadro de Servidores do Ministério Público do Estado do Paraná as Funções Comissionadas e os Cargos de Provimento em Comissão, ambos destinados ao desempenho das atividades de direção, chefia e assessoramento.
§ 1. As Funções Comissionadas, símbolos de FC- 1 a FC-4 e os Cargos de Provimento em Comissão, símbolos de CC-1 a CC-10, com suas respectivas quantidades encontram-se relacionados no Anexo V e os e vencimentos no Anexo III desta Lei.
§ 2. As denominações das Funções Comissionadas e dos Cargos de Provimento em Comissão terão relação direta com a estrutura organizacional do MP-PR, e poderão ser alteradas por ato do Procurador-Geral da Justiça. Art. 39. O ocupante de cargo de provimento em comissão ou função comissionada submete-se a regime de integral dedicação ao serviço, podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração.
Art. 40. No âmbito do Ministério Público do Estado do Paraná é vedada a nomeação ou designação, para cargo em comissão ou função de confiança, de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, de membros ativos da Instituição, bem como,
da autoridade nomeante ou de servidores investidos em cargos de direção, chefia e assessoramento.
Parágrafo único. A vedação de que trata o caput deste artigo não se aplica se o nomeado for ocupante de cargo de provimento efetivo do Ministério Público do Estado do Paraná, caso em que a vedação fica restrita à lotação para o exercício de suas atividades perante o membro ou servidor determinante da incompatibilidade.
Art. 41. Serão publicados anualmente, no Diário Oficial do Estado, quadros demonstrativos contendo informações resumidas sobre a ocupação dos cargos de provimento efetivo, das funções comissionadas e dos cargos de provimento em comissão pertencentes ao Ministério Público do Estado do Paraná
Art. 42. Os ocupantes de cargos de provimento em comissão farão jus a
Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais – GEE.
Parágrafo único. A Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais –
GEE, de que trata o caput deste artigo consiste em uma retribuição
financeira, de natureza transitória, a ser concedida pelo encargo de direção, chefia e assessoramento, em valor fixo.
CAPÍTULO II
D AS FUNÇÕES COMISSION AD AS
Art. 43. As funções comissionadas serão exercidas, exclusivamente, por servidores ativos, ocupantes de cargo de provimento efetivo das carreiras do Ministério Público do Estado do Paraná, e observados os seguintes requisitos:
I. Grau de escolaridade igual ou maior ao exigido para o
desempenho da atividade de direção ou chefia ou assessoramento;
II. Qualificação profissional comprovada, por meio de cursos de
desenvolvimento gerencial e específicos para a área de atuação;
III. Conceito positivo nos 2 (dois) últimos processos de avaliação
formal de desempenho.
Parágrafo único. O preenchimento das funções de confiança dar-se-á, através de designação, por ato do Procurador-Geral da Justiça.
CAPÍTULO III
DOS CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO
Art. 44. Os cargos de provimento em comissão são de livre nomeação e exoneração por ato do Procurador-Geral de Justiça.
Parágrafo único. Ficam reservados aos integrantes das carreiras do Ministério Público do Estado do Paraná, observados os requisitos de grau de
escolaridade de nível superior e experiência comprovada na área de atuação, no mínimo, 10% (dez por cento) para cargos de provimento em comissão de assessoramento e 60% (sessenta por cento) para cargos de provimento em comissão de direção e chefia.
TÍTULO IV
DOS DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Art. 45. A primeira progressão e a primeira promoção, para os servidores enquadrados no presente Plano de Carreiras, ocorrerá após doze meses da publicação desta lei.
Art. 46. Os servidores que até a data do enquadramento não tenham realizado a avaliação de desempenho, referente a progressão do ano de 2012, terão esta avaliação antecipada, visando a percepção de uma referencia salarial, relativa ao ano de 2012 para fins do respectivo enquadramento.
Art. 47. Os concursos públicos realizados ou em andamento, na data da publicação desta lei, destinados ao provimento de cargos efetivos do Quadro de Pessoal do Ministério Público do Estado do Paraná, são válidos para ingresso nas carreiras de servidores da Instituição, observada a correlação entre as atribuições, especialidades e grau de escolaridade, de acordo com os critérios constantes desta lei.
Art. 48. Os servidores inativos, atualmente enquadrados em cargos efetivos e funções serão reclassificados, mediante apostilamento de seus atos de aposentadoria, nas referências, classes e níveis das carreiras dos servidores do Ministério Público do Estado do Paraná que lhes proporcionem o percebimento de proventos mensais nunca inferiores aos que faziam jus na data anterior à da vigência desta Lei.
Art. 49. O Adicional de Qualificação – AQ será considerado no cálculo dos proventos e das pensões, somente se o título ou diploma forem anteriores à data da inativação.
CAPÍTULO II
D AS DISPOSIÇÕES FIN AIS
Art. 50. O perfil profissiográfico, composto por responsabilidades, atribuições, competências, habilidades e conhecimentos requeridos para o exercício dos cargos previstos nesta lei serão objeto de ato específico do Procurador-Geral da Justiça.
Parágrafo único. No perfil profissiográfico dos cargo de Analista do Ministério Púbico serão definidas as áreas de atuação e as respectivas especializações necessárias para o desempenho das atividades de cada área de atuação.
Art. 51. O Procurador-Geral de Justiça baixará, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias, todos os atos regulamentares necessários à devida aplicação dos dispositivos desta Lei.
Art. 52. Os atos referentes à aplicação da presente Lei correrão por conta da dotação orçamentária própria do Ministério Público do Estado do Paraná. Art. 53. Ato do Procurador-Geral da Justiça regulamentará os casos omissos nesta Lei, ouvidas as Subprocuradorias Gerais de Justiça.
Art. 54. Aos servidores efetivos da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal, direta ou indireta, que estejam cedidos para exercer função especial no âmbito do MP- PR, poderá ser concedida Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais – GEE, observada a tabela do Anexo III. § 1. A gratificação prevista no "caput" deste artigo será devida enquanto o servidor cedido permanecer no exercício da função especial.
§ 2. A Gratificação de trata o caput será atribuída aos servidores, desde que a legislação estatutária da origem não proíba tal vantagem.
§ 3. A gratificação prevista no caput não será computada para fins de contribuição previdenciária e não será incorporável quando da aposentadoria do servidor.
Art. 55. Ficam revogadas as Leis Estaduais n. 11.455, de 10 de julho de 1996, 13.628, de 11 de junho de 2002, 13.665, de 04 de julho de 2002 e demais disposições em contrário.
Art. 56. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente.
ANEXO I
QUADRO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO
DO PARANÁ – QS/MP-PR
CARREIRAS, CARGOS E QUANTIDADES.
CARREIRA
Ag e n te de Ap oi oCARGO
Ag e n te do Mi ni s té ri o P úbl ic oQUANTIDADE
4 02CARREIRA
Age nte de E xe c uç ã oCARGO
Té c nic o do Mi ni s té ri o P úbli c oQUANTIDADE
2 87CARREIRA
Age nte Es pec i a li za doCARGO
An a l i s ta do Mi ni s té ri o P úbl ic oANEXO II
QUADRO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO
DO PARANÁ – QS/MP-PR
REQUISITOS DE ESCOLARIDADE PARA A CARREIRA E CARGO
CARR E I R A DE AG E N TE DE AP O I O
CARGO
AG E NTE DO MI NI S TÉ RI O P ÚBLI COFUNÇÃO
REQUISITO DE ESCOLARIDADE
AG E NTE AD MI NI S TR ATI V O
E NS I NO FUND AME NT AL (CO MP LE TO ) AG E NTE DE MANU TE N Ç ÃO
AG E NTE O PE R AC I O N AL
C AR RE I R A DE AG E NTE DE EX E CUÇ ÃO
CARGO
TÉ CNI CO DO MI NI S TÉ RI O P ÚBLI COFUNÇÃO
REQUISITO DE ESCOLARIDADE
TÉ CNI CO AD MI NI S TR AT I V O
E NS I NO MÉ DI O TÉ CNI CO DE I NFO RMÁTI C A
C AR RE I R A DE AG E NTE E SP E CI ALI Z AD O
CARGO
AN AL I S T A DO MI NI S TÉ RI O P ÚBLI COÁREA DE ATUAÇÃO
ESPECIALIZAÇÃO
As áre as de a tuaç ã o se rã o de fi ni da s a pa rti r do Pe rfi l P rofi ss i ográ fic o do Ca rgo
As es pec i al i zaç õe s pa ra c ada área de a tuaç ã o se rã o de fi ni das a pa rti r do Pe rfi l
ANEXO III – TABEL AS DE VENCIMENTOS
TABELA I TABELA II TABELA III
Carreira AGENTE DE APOIO Carreira AGENTE DE EXECUÇÃO Carreira AGENTE ESPECIALIZADO
Classe Ref.sal. Vencimento básico Classe Ref.sal. Vencimento básico Classe Ref.sal. Vencimento básico
III 1 2.780,00 III 1 4.560,00 III 1 8.540,00 2 2.845,33 2 4.667,16 2 8.740,69 3 2.912,20 3 4.776,84 3 8.946,10 4 2.980,63 4 4.889,09 4 9.156,33 5 3.050,68 5 5.003,99 5 9.371,50 6 3.122,37 6 5.121,58 6 9.591,73 7 3.195,74 7 5.241,94 7 9.817,14 8 3.270,84 8 5.365,12 8 10.047,84 9 3.347,71 9 5.491,20 9 10.283,97 10 3.426,38 10 5.620,25 10 10.525,64 II 11 3.769,02 II 11 6.182,27 II 11 11.578,20 12 3.857,59 12 6.327,56 12 11.850,29 13 3.948,24 13 6.476,25 13 12.128,77 14 4.041,03 14 6.628,45 14 12.413,80 15 4.135,99 15 6.784,21 15 12.705,52 16 4.233,19 16 6.943,64 16 13.004,10 17 4.332,67 17 7.106,82 17 13.309,70 18 4.434,48 18 7.273,83 18 13.622,48 19 4.538,69 19 7.444,76 19 13.942,61 20 4.645,35 20 7.619,72 20 14.270,26 I 21 5.109,89 I 21 8.381,69 I 21 15.697,28 22 5.229,97 22 8.578,66 22 16.066,17 23 5.352,88 23 8.780,26 23 16.443,72 24 5.478,67 24 8.986,59 24 16.830,15 25 5.607,42 25 9.197,78 25 17.225,66 26 5.739,19 26 9.413,92 26 17.630,46 27 5.874,06 27 9.635,15 27 18.044,78 28 6.012,10 28 9.861,58 28 18.468,83 29 6.153,39 29 10.093,32 29 18.902,85 30 6.297,99 30 10.330,52 30 19.347,07
TABELA IV
TABELA V
CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃOFUNÇÃO COMISSIONADA
Símbolo Vencimento básico Gratificação pelo Exercício de Encargos Especiais
Servidor sem vínculo Servidor com vínculo Símbolo Valor
CC-1 1.570,29 7.838,22 7.974,53 FC-1 3.076,03 CC-2 1.382,64 7.043,58 7.161,24 FC-2 2.768,43 CC-3 1.288,59 6.284,63 6.394,26 FC-3 2.307,02 CC-4 1.101,84 5.488,84 5.582,61 FC-4 1.538,02 CC-5 1.017,40 5.068,16 5.094,38 FC-5 1.230,41 CC-6 1.007,78 4.729,90 4.815,62 FC-6 922,81 CC-7 622,00 3.830,10 3.862,76 FC-7 369,12 CC-8 622,00 3.600,31 3.477,41 CC-9 622,00 3.400,63 3.468,84 CC-10 622,00 2.974,81 3.076,03
TABELA VI
GRATIFICAÇÃO PELO EXERCÍCIO DE ENCARGOS ESPECIAIS
Símbolo Valor Nível 1 3.076,03 Nível 2 2.768,43 Nível 3 2.307,02 Nível 4 1.538,02 Nível 5 1.230,41
ANEXO IV
QU ADRO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PAR ANÁ – QS/MP-PR
CORREL AÇÃO DE CARGOS E FUNÇÕES PAR A O ENQU ADR AMENTO
CARREIRA DE AGENTE DE APOIO
SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO PROPOSTA PARA ENQUADRAMENTO
GRUPO OCUPACIONAL CARGO FUNÇÃO CARGO
BÁSICO AGENTE DE MANUTENCAO AGENTE DE MANUTENÇÃO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BÁSICO AGENTE DE SERVIÇOS GERAIS AGENTE DE MANUTENÇÃO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO BÁSICO AUXILIAR ADMINISTRATIVO AGENTE ADMINISTRATIVO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BÁSICO MOTORISTA AGENTE OPERACIONAL AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BÁSICO OFICIAL DE PROMOTORIA AGENTE ADMINISTRATIVO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BÁSICO RECEPCIONISTA AGENTE ADMINISTRATIVO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
BÁSICO TELEFONISTA AGENTE ADMINISTRATIVO AGENTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO
ANEXO IV
QU ADRO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PAR ANÁ – QS/MP-PR
CORREL AÇÃO DE CARGOS E FUNÇÕES PAR A O ENQU ADR AMENTO
CARREIRA DE AGENTE DE EXECUÇÃO
SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO PROPOSTA PARA ENQUADRAMENTO
GRUPO OCUPACIONAL CARGO FUNÇÃO CARGO
INTERMEDIÁRIO ALMOXARIFE TÉCNICO ADMINISTRATIVO TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
INTERMEDIÁRIO AUXILIAR TECNICO TÉCNICO ADMINISTRATIVO TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO INTERMEDIÁRIO IMPRESSOR GRAFICO TÉCNICO ADMINISTRATIVO TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
INTERMEDIÁRIO PROGRAMADOR TÉCNICO EM INFORMÁTICA TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
INTERMEDIÁRIO TECNICO DE SUPORTE TÉCNICO EM INFORMÁTICA TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO INTERMEDIÁRIO TECNICO DE HARDWARE TÉCNICO EM INFORMÁTICA TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO INTERMEDIÁRIO TECNICO EM INFORMATICA TÉCNICO EM INFORMÁTICA TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
ANEXO IV
CORREL AÇÃO DE CARGOS E FUNÇÕES PAR A O ENQU ADR AMENTO
CARREIRA DE AGENTE ESPECIALIZADO
SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO PROPOSTA PARA ENQUADRAMENTO
GRUPO OCUPACIONAL CARGO ÁREA DE ATUAÇÃO CARGO
SUPERIOR ADMINISTRADOR ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ANALISTA DE SISTEMA ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ARQUIVISTA ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ASSESSOR JURIDICO ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ASSISTENTE SOCIAL ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR AUDITOR ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR BIBLIOTECARIO ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR CONTADOR ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ENGENHEIRO DE SEGURANÇA ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR ENGENHEIRO FLORESTAL ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR PROGRAMADOR ANALISTA ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR PSICOLOGO ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR QUIMICO ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
SUPERIOR SECRETARIA EXECUTIVA ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
ANEXO V
QUADRO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO
DO PAR ANÁ – QS/MP-PR
C ARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO E
FUNÇÕES EM CONFI ANÇ A
CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO
Símbolo Quantidade CC-1 02 CC-2 02 CC-3 21 CC-4 22 CC-5 130 CC-6 06 CC-7 06 CC-8 514 CC-9 06 CC-10 06 FUNÇÃO COMISSIONADA Símbolo Quantidade FC-1 10 FC-2 40 FC-3 20 FC-4 20 FC-5 10 FC-6 10 FC-7 90