Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba

Texto

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Coral da terceira idade da ACM de Sorocaba

Hamilton de Oliveira Santos, Universidade de Sorocaba, tecladista13@gmail.com

Resumo: O presente trabalho traz um relato de experiência de um projeto de extensão da Universidade de

Sorocaba, por meio do curso de Licenciatura em Música, que vem sendo realizado na ACM de Sorocaba. O objetivo principal do projeto é promover a educação musical a um público formado por homens e mulheres da terceira idade por meio da expressão vocal. O projeto está voltado ao estudo do desenvolvimento, preparação e exercícios vocais, no intuito de melhorar o desempenho antes e depois do ensaio de um coral da terceira idade. O trabalho justifica-se por trazer uma experiência de educação musical em um ambiente de educação não-formal e por apontar como questões centrais o processo didático-pedagógico, o trabalho de cuidados com a voz dos cantores do coral e a reflexão dessa prática na vida social das pessoas envolvidas.

Palavras-chave: Coral. terceira idade. voz.

Introdução

O trabalho com pessoas da terceira idade tem sido um tema muito debatido nos dias de hoje em razão do aumento da expectativa do tempo de vida. Nessa faixa etária, algumas atividades são de extrema importância para uma vida mais saudável. Dentre as atividades realizadas com esse grupo está a música cantada, que tem como objetivo, além de prevenir a saúde vocal do aparelho fonador, desenvolver a criatividade e a livre expressão, como é o caso da prática coral.

A atividade com o coral da terceira idade tem dado resultados satisfatórios no que diz respeito à saúde, ao bem-estar social e emocional dos integrantes. Uma das principais melhorias obtidas é o cuidado com a voz antes e depois dos ensaios periódicos que envolvem seu aquecimento desaquecimento. Trata-se de procedimentos que ajudam para um melhor rendimento vocal dos cantores antes de começar o ensaio propriamente dito e tem como objetivo preservar a saúde do aparelho fonador.

A voz é primordial para a expressividade, a comunicação, a interação, a socialização e a qualidade de vida das pessoas. Em um coral da terceira idade, uma voz saudável, aquecida corretamente, obterá o efeito desejado no que diz respeito à afinação, emissão de ar, boa dicção vocal, além de outros benefícios que vão ajudar no ensaio das músicas sem prejudicar as pregas vocais. Hoje em dia, pouco se sabe a respeito de como os idosos cuidam da voz ou de como a percebem. O processo de envelhecimento humano implica em transformações estruturais e funcionais que afetam a qualidade da voz, daí a importância de um bom aquecimento e desaquecimento vocal.

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A voz, o canto e a terceira idade.

Com o avanço da idade, ocorre, gradativamente, uma calcificação e ossificação das cartilagens laríngeas reduzindo a sua mobilidade, ao mesmo tempo em que ocorre atrofia dos músculos laríngeos. A voz passa a apresentar características como tremor ou instabilidade, alterações na afinação, tessitura57 restrita, ataque vocal suave ou aspirado, ressonância com predomínio laringofaríngeo58, dentre outras. O aquecimento vocal é

importante para preparar o coro para a coordenação e resistência que o corpo precisará para o canto. Com a musculatura preparada, o cantor sentirá um maior controle sobre a voz.

Segundo Behlau e Pontes (1995), é possível retardar o processo de envelhecimento vocal ou atenuar o impacto deste na qualidade da voz do idoso. Os idosos que possuem demanda vocal intensa como, por exemplo, aqueles que integram um coral, necessitam desenvolver a atenção e a percepção sobre a própria voz e os cuidados de saúde vocal a fim de possibilitar a busca precoce de orientação e apoio especializado para o aprimoramento vocal, bem como de prevenir ou retardar o impacto negativo das alterações vocais decorrentes do processo de envelhecimento.

A educação vocal se realiza, basicamente, em três níveis: controle de fluxo aéreo (exercícios respiratórios), vocalizações (exercícios específicos com vogais) e técnica vocal propriamente dita – canto (impostação e articulação). A voz cantada e sua produção em grupo estabelecem um processo de ensino/aprendizagem dos procedimentos vocais com alto grau de rendimento, pois na convivência com vários modelos vocais é possível desenvolver técnicas de propriocepção e imitação altamente eficazes para uma produção de música coral de qualidade. (FUCCI AMATO, 2007, p. 84)

Segundo Costa e Andrada e Silva (1998), o aquecimento vocal corresponde à realização de uma série de exercícios respiratórios e vocais, cuja finalidade é aquecer a musculatura das pregas vocais antes de uma atividade mais intensa para evitar sobrecarga, o uso inadequado ou um quadro de fadiga vocal. O objetivo do aquecimento vocal é preservar a saúde do aparelho fonador.

De acordo com Maria Ignez de Lima Pedroso (1997), o professor de canto é o profissional que possui conhecimentos relativos à arte. Ele estuda e ensina técnicas vocais específicas para a voz cantada com o objetivo de treinar o aluno para adquirir espontaneidade,                                                                                                                          

57 Conjunto de notas que o cantor consegue articular com qualidade e sem esforço. 58 Disfonia, rouquidão, pigarro, tosse seca, ardência e irritação na garganta.  

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serenidade, maleabilidade, aprimorando toda sua sonoridade vocal. É necessário que tenha pelo menos conhecimentos básicos de fisiologia da voz para que não utilize técnicas que possam ser prejudiciais ou inadequadas sob esse ponto de vista.

Técnicas vocais e seus procedimentos fonoaudiológicos

Muito se tem falado a respeito de técnicas vocais para coral, no entanto, quando se trata de terceira idade alguns cuidados são imprescindíveis para a saúde vocal de cada cantor:

Jamais cante quando não estiver em boas condições gerais de saúde, pois cantar é um ato de esforço e de enorme gasto energético. Uma boa saúde geral auxilia a produção da voz, cantada ou falada. São raros os indivíduos doentes que mantêm boa emissão vocal. (BEHLAU; REHDER, 2009, p. 39).

O aquecimento vocal prepara e auxilia principalmente os cantores para uma correta emissão do ar proporcionando um melhor desempenho na hora de emitir um som sem prejudicar as pregas vocais. Os exercícios respiratórios contribuem para que haja uma melhor resistência da musculatura vocal facilitando a emissão das notas com mais fluidez. Além disso, a massagem em torno do pescoço, rosto e couro cabeludo ajudam a relaxar a musculatura e a eliminar uma possível tensão que venha prejudicar as pregas vocais. A higiene vocal visa reduzir ou eliminar abusos vocais e fornecer informações e técnicas que auxiliam no uso adequado da voz.

Beber água e comer maçã são benefícios importantes no que diz respeito ao cuidado com a voz. A água hidrata o organismo, inclusive as pregas vocais, fazendo-as vibrar com mais facilidade, diminuindo o esforço. Já a maçã possui propriedades adstringentes que ajudam na limpeza da boca e da faringe, melhorando a ressonância da voz. A mastigação da maçã também auxilia na musculatura em torno da boca que resulta na melhor articulação das palavras.

Segundo Mello (1988), através das técnicas respiratórias, é possível assegurar um fluxo contínuo de inspiração e expiração, auxiliar na redução de tensões laríngeas e evitar o fechamento da glote antes da iniciação da fonação, com isso consegue-se um maior controle do aumento de volume de ar. As técnicas de ressonância auxiliam na modulação vocal, modificando os formantes59 da voz de acordo com as cavidades de ressonância utilizadas, fundamentais para a voz cantada. A técnica de projeção vocal auxilia no desenvolvimento de um maior alcance da voz, de acordo com a necessidade do indivíduo em ambientes diversos.                                                                                                                          

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Segundo Cooper (1991), murmurar com os lábios fechados é tão natural quanto respirar. A vibração indica como a voz deve ser externada e que tom o indivíduo deve utilizar. De acordo com Behlau e Pontes (1995) a técnica do bocejo/suspiro é utilizada para reduzir os ataques vocais bruscos, auxiliar na projeção vocal e propiciar um ajuste motor mais equilibrado das estruturas do aparelho fonador. A execução de escalas musicais induz o alongamento e encurtamento das pregas vocais, sendo eficaz no trabalho das fendas fusiformes60.

Rammage (1997) diz que as técnicas de diferentes expressões faciais visam à liberação de tensão na região facial. O autor atribui a utilização do registro de cabeça, descansando o registro de peito à técnica de vocalizes de sons graves para sons agudos e vice-versa.

Costa e Silva (1998) pontuam que a técnica de desaquecimento vocal visa à quebra do padrão da voz cantada com pitch61 mais elevado e com loudness62 muito forte para a voz com o seu pitch e loudness habituais.

A contribuição da fonoaudióloga Dra. Mara Behlau foi de suma importância para o desenvolvimento do presente artigo. Através de uma entrevista em seu consultório, na cidade de São Paulo, ela relata a experiência e a vivência com o trabalho vocal, principalmente com pessoas da terceira idade, colaborando para uma melhor fundamentação deste trabalho.

Entrevista

Ao responder as perguntas realizadas pelo autor, a doutora esclarece que a voz envelhece de modo paralelo a todas as outras funções do corpo, embora, às vezes, são observadas pessoas que não estão tão ágeis do ponto de vista físico, mas tem uma voz melhor ou vice-versa.

Na terceira idade, o canto coral é uma excelente atividade, sob todos os pontos de vista. A satisfação ao cantar e o investir em alguma coisa que é criativo e ao mesmo tempo prazeroso permitem um melhor desempenho e uma melhora na saúde vocal do cantor. Do ponto de vista da saúde, o canto é um exercício programado, repetitivo, bem orientado, bem organizado, e faz com que os músculos adquiram uma funcionalidade melhor e, por                                                                                                                          

60 Espaço entre as pregas vocais em forma de fuso. 61 Altura de uma nota musical.

62 Intensidade sonora.

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consequência, reduz o impacto da voz alterada. O canto trabalha na funcionalidade vocal e não reverte o processo de envelhecimento, mas a manifestação deste processo.

Segundo Behlau (2012), na terceira idade, a voz do homem fica um pouco mais “fina” (aguda), enquanto a voz da mulher fica um pouco mais “grossa” (grave). O aquecimento vocal no idoso tem uma importância significativa, pois calibra a mente para o canto, melhora a emissão da voz e faz com que haja uma melhor articulação vocal.

A fonoaudióloga pontuou ainda a falta de livros específicos que falem sobre o canto coral na terceira idade, o que justifica a importância de um estudo mais aprimorado sobre a voz cantada nessa faixa etária.

Além do canto coral, o teatro também é uma ótima opção para o idoso, pois a interpretação de um personagem diminui a timidez e facilita o relaxamento da musculatura, que vai ajudar para um melhor desempenho. Outro dado importante apontado pela fonoaudióloga na entrevista é o fato de que quando uma voz é treinada na idade jovem e ao longo da idade adulta, esta provavelmente demora mais tempo para envelhecer e terá mais chances de se manter inteira.

Relato de experiência

A ACM – Associação Cristã de Moços (YMCA) – é uma instituição ecumênica não sectária de educação integral, assistência social e filantrópica sem fins lucrativos, fundada em Londres - Inglaterra em 06 de Junho de 1844 por George William. Tem como objetivo a formação da personalidade do ser humano tanto espiritual, intelectual e física, preparando assim o indivíduo para ser útil à sociedade, cooperando com sua cidade, país e com o mundo. Sua missão é colocar em prática os princípios cristãos através de atividades esportivas, sociais e espirituais que formem um corpo, uma mente e um espírito sadio.

O Coral da ACM de Sorocaba existe há mais de 10 anos e é muito conhecido no cenário musical da cidade. O coral conta hoje com 22 integrantes, sendo 10 sopranos, 10 contraltos e 02 tenores que cantam juntos desde sua formação. A regência e direção musical do coral estão nas mãos do autor deste trabalho desde o ano de 2009.

No primeiro contato com os coralistas, foi possível perceber a dificuldade na emissão das notas bem articuladas e com técnica que propiciasse uma correta emissão de voz. A partir daí puderam ser propostos exercícios e técnicas vocais para auxiliar na postura e saúde vocal do coral.

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Através do questionário (tabela 1), elaborado por Mara Behlau e Maria Inês Rehder para identificação de possíveis problemas de voz do cantor respondido pelos coralistas, pode-se perceber como eles avaliaram a própria voz e se o resultado dos exercícios de respiração, relaxamento e vocalize executados nesse tempo alterou para melhor ou pior o rendimento vocal do coral.

Tabela 1 - Questionário de Avaliação da Voz SIM NÃO

Você acha que sua voz é rouca ou alguém já comentou que sua voz é rouca? 30% 70% Você fica rouco por mais de dois dias sem motivo aparente? 38% 62% Sua voz fica rouca após os ensaios e apresentações? 0% 100% Você tem ou já teve algum problema de voz diagnosticado? 7% 93% Sua voz piorou depois que você começou a cantar? 0% 100% Ultimamente você tem demorado mais tempo para aquecer sua voz? 7% 93%

Durante o canto sua voz quebra ou some? 46% 54%

Você desafina ou perde o controle da emissão? 53% 47%

Você sente dificuldade no pianíssimo ou no fortíssimo? 7% 93% Você sente que sua voz é fraca ou forte demais para o canto coral? 0% 100% Você tem dificuldade para atingir as notas agudas ou graves? 38% 62% Você sente alguma instabilidade vocal ao cantar? 61% 39% Quando você canta percebe que sai "ar" na voz? 0% 100% Falta ar para você terminar as frases musicais? 53% 47% Quando você canta suas veias ou músculos do pescoço saltam? 30% 70% Você canta em diversos naipes ou mudou de naipe recentemente? 15% 85% Você procura cantar mais forte que os demais componentes do coral? 15% 85% Você sente dor de cabeça ou na região do pescoço quando canta? 7% 93% Você dubla certos trechos da música que não consegue cantar? 15% 85% Você tem algum desses sintomas na laringe: coceira, ardor, dor, sensação de

garganta seca, sensação de queimação, sensação de aperto ou bola na garganta?

38% 62%

Você pigarreia constantemente? 30% 70%

Você apresenta quadros alérgicos nas vias respiratórias? 7% 93% Você tem resfriados, gripes, tonsilites, faringites ou laringites freqüentes? 7% 93% Você tem dificuldades digestivas, azia ou refluxo gastro- esofágico? 30% 70% Você consegue controlar sua emissão cantada no coral? 100% 0% Seu coral costuma interpretar diversos estilos musicais? 100% 0% Além do coral, você canta habitualmente em outras situações ou utiliza a voz

falada em demasia?

69% 31%

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Você fuma ou ingere bebidas alcoólicas frequentemente? 0% 100% Você se automedica quando tem problemas de voz? 38% 62%

Com base nas respostas dadas pelos coralistas através do questionário acima, começamos a trabalhar com mais atenção no aquecimento e desaquecimento vocal, nos exercícios que envolvem o controle de ar nos pulmões, no relaxamento da musculatura em torno do pescoço e na prevenção da saúde do aparelho fonador. Com isso foram trabalhados os exercícios de respiração, relaxamento e vocalize baseados nas técnicas escritas pelos autores citados no presente artigo.

Através dos trabalhos realizados, percebeu-se que 100% dos coralistas obtiveram uma melhora significativa no que diz respeito ao conforto em cantar após os exercícios de aquecimento e relaxamento muscular e técnicas de vocalize utilizadas nesse período.

Sobre os exercícios que envolvem dança e movimento somados à canção a aprovação foi da maioria, pois facilita, segundo uma das coralistas, a coordenação motora e a memorização das músicas.

Em suma, o resultado apresentou uma melhora significativa no que diz respeito ao cuidado com a voz, afinação, coordenação motora e na saúde vocal do aparelho fonador.

Procedimentos

O trabalho com os coralistas começou a ser executado em 2009. Inicialmente houve um reconhecimento de como eles cantavam e cuidavam da voz. Desde então, foram propostos exercícios e atividades com o intuito de melhorar a respiração e a afinação, contribuindo para um melhor rendimento nas apresentações.

Em 2012, começamos a utilizar as técnicas de vocalize de sons graves para sons agudos e vice-versa. Os exercícios de desaquecimento vocal também foram bastante utilizados de acordo com Costa e Silva (1998), visto que, após a prática da atividade coral era necessário um exercício para que a voz voltasse ao padrão normal da fala.

Atualmente são feitos exercícios de relaxamento corporal, respiração, massagem em torno do pescoço e face, vocalize com lábios fechados e abertos, escalas ascendentes e descendentes, postura corporal e exercícios rítmicos.

O coral da ACM mantém uma rotina de exercícios de respiração e vocalize semanais segundo orientações dos diversos autores utilizados no presente artigo com o objetivo de contribuir para um correto aquecimento e desaquecimento da voz, além de manter a saúde do aparelho fonador.

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Considerações finais

Através de exercícios vocais propostos pelos diversos autores citados nesse artigo, pôde-se observar que as músicas cantadas durante os ensaios e apresentações fluíram com mais facilidade, contribuindo para uma melhora significativa na qualidade vocal dos integrantes.

A abertura de duas ou mais vozes63, o cantar de memória e a postura corporal

foram algumas das dificuldades encontradas durante os ensaios do coral, bem como uma prática contínua de aquecimento e desaquecimento fora dos ensaios. Além disso, alguns cantores manifestaram dificuldades em aspectos relacionados à projeção vocal, apoio respiratório e a coordenação pneumofônica64.

O repertório escolhido também contribuiu para que houvesse um melhor empenho e prazer na hora de cantar, pois aborda canções que remetem a uma recordação alegre e saudosista dos integrantes do coral, assim, as músicas fluíram com mais facilidade diminuindo a preocupação inicial de aprender uma letra que não tivesse sentido para eles. O repertório incluía boleros, canções da jovem-guarda, músicas italianas, Ludwig van Beethoven, canções da MPB, músicas natalinas, entre outras.

O trabalho com o coral da terceira idade da ACM de Sorocaba, nesses três anos, foi para o autor, uma atividade muito prazerosa e recompensadora, pois possibilitou a ele notar a felicidade de cada integrante ao perceber sua importância dentro do grupo, respeitando os limites e a individualidade de cada um.

Enfim, os benefícios vocais foram claramente notados por todos os envolvidos na preparação e no desenvolvimento do coral e pela sociedade local.

Referências bibliográficas:

BELHAU, Mara. Entrevista concedida a Hamilton de Oliveira Santos e Patrícia dos

Santos Andrade Marchi. CEV-Centro de Estudos da Voz. São Paulo. 23 de abril de 2012.

Entrevista.

                                                                                                                          63 Duas ou mais melodias sobrepostas.

64 Controle de saída de ar durante a fonação.      

       

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BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. O Desenvolvimento Ontogenético da Voz: Do

Nascimento à Senescência. In: BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. Avaliação e Tratamento das Disfonias. São Paulo: Lovise, 1995. p. 39-52.

BEHLAU, Mara; REHDER, Inês. Higiene vocal para o canto coral. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 2009.

COOPER, Morton. Vencendo com a sua voz; tradução Ibraim Salum Barchin... et al. São Paulo, Editora Manole, 1991.

COSTA, H. O & ANDRADA e SILVA, M.A. Voz cantada - evolução, avaliação e terapia

fonoaudiológica. São Paulo: Lovise 1998.

FUCCI AMATO, Rita de Cássia. O canto coral como prática sócio-cultural e

educativo-musical. Opus, Goiânia, v. 13, n. 1, p. 75-96, jun. 2007.

MELLO, Edmée Brandi de Souza. Educação da Voz Falada. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 1988.

PEDROSO, Maria Ignez de Lima. Técnicas vocais para os profissionais da voz. São Paulo: CEFAC, Monografia de conclusão do curso de especialização em voz, 1997.

RAMMAGE, Linda A . Vocalizing with Ease: A Self-Improvement Guide. Pacific Voice

Clinic, WP4. In:PEDROSO, Maria Ignez de Lima. Técnicas vocais para os profissionais da voz. São Paulo: CEFAC, Monografia de conclusão do curso de especialização em voz, 1997.

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