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Rev. Bras. Enferm. vol.44 número4

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Academic year: 2018

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RESENHAS DE LIVROS

ORGAN I ZAÇÃO DA ASS I ST Ê N C I A D E E N F E R MAG EM. AB E n - N aciona l - Comissão

Permanente de Serv iço de E nfe rmagem - Documento I - B rasíl ia, 1 99 1 ,

54p.

A Comi ssão P e rma nente do S e rviço d e E nferma g em d a A B E

- N aciona l , refleti ndo sob re q u estões o r i u ndas da seq ü ê n c i a d e debates naciona i s que co nseg u i u p romove r - Or­ gnização da Enfermagem os divesos nfveis de assistência, consulta de enfermagem, parâme­ tos ara cálculos de pessoal - defi n i u p rod u z i r textos sobre essas e outras q u estões i mp res­ c i n d ívei s pa ra a p rática de enfe ragem. E a AB E n p romove, ma i s u ma vez, a ci rcu l ação de idéias i mpo rta ntes co nvidando

à

reflexão todo a q u e l e q u e se p reocu pa com as q uestões de enferag em. R e p resenta um ma rco refe rencia l pa ra q u e , a pa rti r dele; a cate g o r i a desen­ cadeie um p rocesso d e d i scu ssão e a n á l i se que poss i b i l ite o su rg i me nto d e n ovos textos e novos q u esti on a mentos. V a l e co nfe r i r.

A

p O l íT I CA DO D E S E N VO L V I ME NTO - U MA I NTRODUÇÃO A PROB L E MAS G LO­

BAI S - J o h n

L

Seitz . J o rge Za h a r E d itor. Rio de J anei ro,

1 99 1 , 1 90

p.

O que é d ese nvo l v i mento ?

É

bom o u n ã o ? S e h á nele a s pectos positivos, como é poss ível a l ca nçá-l os, e como se contro l a r o u evita r os aspectos nocivos ? O p rofesso r J oh n Seitz, do Woffo rd Co l l eg e , na C a ro l i na do S u l , começou a co l oca r a s i p ró p r i o ta i s q uestões q u a ndo, nos a nos 50 e 60 , esteve no I rã , L i béria, Paq u i stão e B ra s i l para assesso ra r os go­ ve rnos l oca i s em seus p l a nos de d esenvo l v i me nto . U ma das a utoridades mu n d i a i s que ma i s co nt r i bu i u pa ra a mu da nça rad ica l de perspectiva dese nvo lv i mentista verificada a pa rt i r dos a nos 7 0 , J o h n S e itz n os dá e m A P o l ít i ca do Desenvo l v i mento u ma v a l iosa i ntrod ução a p robl emas q u e hoj e desafiam tQda a h u ma n idade. · Pob reza> d i ssemi nada, exp l osão demo­ g ráfica , ca rê n c i a d e a l i me ntos, po l u ição, esgota me nto de recu rsos - e sob retu do ca rência de ene rg i a - São todas q u estões de desenvo l v i mento.

AT I V I DAD E S DA E N F E R ME I RA OBSTETRA NO p C l O G RAVíD I CO P U E R P E RAl

-Amé l i a Ma ria S ca r pa A l buquerque Ma ra n hão, De i se Serafim, la fse Co nceição Cae­

tano, Ma ry Lúcia G a lvão e . Neiva l o landa de O l ivei ra Berni. E . P .U . São Paulo,

1 990.

A escassez d e p u b l i'cações so b re a s ativi dades d e enfe rme i ra o bstet ra. a l iada a o fato de q u e essas atividades não estão bem defi n i d a s nas d iversas reg iões do B rasi l , levou as a uto ras a rea l iza r este l iv ro . Na o b ra são relacionadas as atividades d a e nfe rme i ra obstetra nas u n idades de p ré-nata l , centro obstét rico e puerpério, com base em pu b l i ca ções da O r­ g a n ização P a n a me r i ca n a de S a ú d e/O rg a n iz ação Mu n d i a l de S a ú d e e d e a utores nacionais. São a p resenta das a i nda a l g u ma s conside rações so bre l e i s e no rma s naciona i s refe rentes ao exercício p rofi ssio n a l , n essa á rea.

E lAO RAÇÃO D E P R OJ E TOS COMU N I TÁR I OS : U MA ABORDAG E M P RÁT I CA

-Fernando G u i l he rme Ten6rio, H e l e na Bertho da S i lva e Heleni ce Feij6 de Ca rva­

l ho. E d ito ra Ma rq ues Sa ra i va . R i o de J a nei ro,

1 991 .

A p roposta básica foi a de p ree n c h e r u ma l a c u n a na b i b l i og ra fia so b re o tema p l a ne­ jado de p roj etos. em co mu n i d ades. V a l e ndo-se de u ma l i n g u a g em simples e d i reta , os a u to­ res a p rove itaram suas experiências em t r a ba l hos co mu n itá rios pa ra esc rever sob re esse tea . Não fo i i ntenção esta be l ece r co nceitos o u exemp l os q u e i mp l ica ssem na defi n ição de métodos o u estraté g i a s de pa rtici pação comu n itá r i a . O o bj e1ivo fo i o d e fornecer i nstru­ mentos de p l a nej a mento q u e favo reçam, aos movi mentos comu n itá r i os, o u so raciona l de recu rsos. O método empregado pa ra confecção desse texto obedeceu a t rês momentos:

- p r i mei ro: redação do conte ú do conceitua l d e acordo com as eta pas da lóg ica de ela­ bo ração de p rojetos;

- seg u ndo: a n á l i se c ríti ca , por pesso a s atua ntes em mov i mentos comu n i tá ri os e ru ra i s, do co nteúdo conceitu a l e d a redação o r i g i n a l mente uti l izada; e

- terce i ro: conso l idação das o bse rvações e sugestões feitas no seg u ndo momento.

9 0 R. Bs. Efem., Brsiia, 44 (4): 90, ou/dez. 1 99 1

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