A formação profissional e teórica e os primeiros anos de Justiniano

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JOSÉ JUSTINIANO DA ROCHA: OBRA E VIDA DURANTE OS TEMPOS DE CONCILIAÇÃO

Gilson dos Reis Melo Filho1 Olavo Passos de Souza23

O presente artigo visa participar e contribuir com os debates historiográficos envoltos na produção teórica, advinda dos jornais, folhetos e dos discursos parlamentes do jornalista José Justiniano da Rocha (1812-1862). O trabalho se baseará nas pesquisas realizadas no projeto “Ordem, lei e justiça: Estado e sociedade no pensamento de José Justiniano da Rocha”, referente à década de 50 e o início dos anos 60, será tal período o motivo da atenção neste trabalho.

O trabalho será uma análise da trajetória de Justiniano ao longo de sua carreira jornalística e política, com um enfoque especial a sua vida na década de 1850 até sua morte no começo na década seguinte. Utilizamos suas atividades parlamentares e da sua produção textual para o estabelecimento de uma doutrina política própria e independente, conforme suas experiências enquanto parlamentar, jornalista e advogado em sua vida.

Sua carreira dentro do campo conservador, altamente influenciada pelo contexto político, foi marcada ora pelo conservadorismo clássico, ora de singularidades, que afetavam sua visão sobre o Estado, lei e ordem.

A formação profissional e teórica e os primeiros anos de Justiniano

Há uma série de desencontros factuais sobre o local, a data e dos pais do José Justiniano da Rocha (1812-1862), e por causa disso a historiografia ainda sofre o

1 Universidade Federal Fluminense (UFF), discente do curso de História, bolsista do CNPq. Niterói, RJ

email: dosreis_gilson@yahoo.com.br

2 Universidade Federal Fluminense (UFF), discente do curso de História, bolsista do CNPq. Niterói, RJ

email: olavopassossouza@gmail.com

3 O presente artigo ocorreu sob a orientação da Profª Gladys Sabino Ribeiro, professora da Universidade

Federal Fluminense (UFF), pesquisadora do CNPq, sob o projeto “Ordem, lei e justiça: Estado e sociedade no pensamento de José Justiniano da Rocha”.

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problema em estabelecer e chegar num consenso sobre a realidade do seu nascimento.

Apesar disto, contenta-se aqui neste trabalho, em levar em conta uma breve análise das ideias que o autor sofreu e fez parte na década de 30. Ilustrando tal fato, a afirmação do Elmano Cardim é um bom indício, pois relembra a participação do Justiniano na maçonaria, assim “como quase todos os vultos de projeção na vida pública do seu tempo”

(CARDIM, 1964, p.85), sendo eleito delegado em 1835 na Grande Loja Paulista; além disso, participou da Revista da Sociedade Filomática (RSF), vinculada ao curso que exercia na Faculdade de Direito de São Paulo, local que pôde demonstrar sua influência romântica4 e se aventurar na escrita jornalística, na qual possuiu importante participação, conforme afirma Gilberto Pereira ao relembrar sobre a revista e seu início:

“Agora que examinamos a formação do grêmio estudantil e de sua revista, resta-nos saber quanto houve de inspiração estrangeira imediata na criação da RSF, uma vez que a época era pródiga em manifestações desse tipo, mas a produção brasileira era escassa. Era preciso, portanto, buscar no exterior inspiração para empreender a alta tarefa que se propunha. Convém, não esquecer, por outro lado, que estudantes e professores tinham, em muitos casos, feito seus estudos em universidades europeias e o mais importante dos colaboradores da revista – Justiniano Jose da Rocha - acabara de chegar de Paris, onde estudara.” (PASSOS, 1989, p.69)

É desse período também que Justiniano também sofreria influência dos debates jurídicos por causa da sua formação na área, que iriam nortear substancialmente suas polêmicas no mundo político. Portanto, a contextualização da década de 30 do Justiniano

4 “Um traço peculiar da concepção do homem de letras devida ao movimento romântico, e que logrou larga

aceitação no Brasil, foi o da missão civilizadora do escritor, que, mago e profeta, estaria destinado a influir na marcha dos acontecimentos, graças à inspiração ou iluminação suprema. Cabia-lhe uma responsabilidade, uma vocação particular, um papel de reforma social e política, na condução da vida da comunidade, uma função educadora, moralizante, progressiva, a exercer junto aos contemporâneos. [...] A ação política, jornalística, administrativa, são sempre uma atração para o homem de letras, no Brasil, muito comumente incontentado e insatisfeito com a dedicação pura à atividade literária, no campo da imaginação ou da crítica.” (COUTINHO, 2004, p. 29)

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indica, de uma forma geral, a conturbada profusão das ideias intelectuais sofridas pelo autor, e nada melhor do que o próprio Justiniano para demonstrar tal fato, pois independente do seu contato e participação numa série de escolas de pensamento e movimento de ideias, a sua fé cristã seria algo marcante em sua visão sobre a lei, moral, política e de como ela guiaria a sociedade, e dessa forma, sua credulidade adquire uma suma importância para entender seu pensamento.

Além disso, ao longo da sua vida teve sua atuação ligada às atividades ao Partido Conservador, no entanto, em alguns momentos se situava contrário à política geral do seu partido, não é à toa que um dos seus maiores biógrafos, o já citado Elmano Cardim, o colocaria não como uma “pena de aluguel”, mas sim uma figura independente e autônoma do partido, isso explicaria alguns eventos como a briga5 com o Marquês de Paraná e o seu abandono da atuação parlamentar – a última foi de 1853-1856 -, sofrido após o ostracismo político que lhe fora forçado.

O entendimento do seu pensamento político dentro dos quadros do Partido Conservador força também a compreensão do próprio campo político conservador. O conservadorismo moderno do século XIX, precisa ser entendido, conforme afirma Francisco Carlos Teixeira da Silva no artigo “O conservadorismo como via para a modernidade”, em suas complexas e diversas diferenciações internas, além da necessidade de negar os argumentos, largamente aceitas por causa das obras do sociólogo Karl Mannheim, de que o conservadorismo seria simplesmente uma reação à Revolução Francesa de 1789, no qual defenderia valores do tipo anti-iluminista, anti-contratualista, anti-igualitário e anti-utópico. O pensamento político do José Justiniano situa-o no campo conservador, porém sua singularidade o afasta tanto dos liberais quanto do próprio seio dos conservadores, o que requer investigar suas particularidades de ideias e sua atuação frente ao partido, à imprensa e na Câmara.

Justiniano na política: do jornal à tribuna

5 CARDIM, 1964, p.10

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Seria em meados da década de 1850, que Justiniano adentraria ao campo político pela terceira e última vez, se fazendo Deputado da Nona Legislatura, em um período político popularmente conhecido como a Conciliação.

Para se melhor compreender o envolvimento de Justiniano no campo político, e muitas de suas ideias ao redor de conceitos como Estado, autonomia e lei, é necessário analisar o contexto em que ele se adentrou. A Conciliação seria a prática política que dominaria a década de 1850 no Parlamento. Uma tentativa de governo entre Conservadores e Liberais, liderada por figuras do primeiro. A possibilidade já vinha sendo discutida ao longo da década de 1840, quando o Partido Liberal formava maioria.

Uma tentativa de conter o intenso conflito e partidarismo político da década anterior, a Conciliação seria guiada por figuras como o Marquês de Paraná, Presidente do Conselho de Ministros do Gabinete da Conciliação, assim como Nabuco de Araújo, Ministro da Justiça, e diversos outros. Alguns destes, como o último, expressavam, no início da Legislatura, uma forte crença na possibilidade de uma Conciliação baseada em concessões, mas guiada pelo seu Partido da Ordem:

“Se quereis a Conciliação é necessário fazer concessões ao partido de oposição, mas vede bem, pois nessas conciliações não podem deixar de ser observadas as influências do Partido da Ordem. Elas são parte no litigio, e não pode haver acomodações sem intervenção de uma das partes. E, pois, convém afirmar que o contrário seria reação, e não conciliação. É reação chamar aos inimigos e guerrear com os amigos.”6

Seria nesta Legislatura, guiada por Conservadores aptos a uma Conciliação que Justiniano se encontraria. Seu posicionamento sobre esta, no entanto, mudou bastante ao longo dos anos. No dia anterior ao discurso de Nabuco, Justiniano afirmaria no jornal O Velho Brasil, que a Conciliação era uma política de Avestruz que esconde a cabeça para não ver o caçador7.

6 Anais da Câmara dos Deputados, 06/07/1853

7 O Velho Brasil, 05/05/1853

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Essa oposição de Justiniano já havia se fundamentado a diversos anos, com o frequente uso do termo “quimera”, para se referir a tentativa de conciliação. Em 1848, Justiniano afirmaria em uma série de artigos, a possibilidade de tolerância entre ambos os partidos, mas a impossibilidade de uma Conciliação.

“A tolerância do Ministério consiste em não ter duas medidas para os cidadãos brasileiros, em não atender as suas opiniões, senão ao seu mérito, em protegê-lo com igual eficácia, quaisquer que sejam suas opiniões, seus princípios, suas afeições, no que for direito de cada um, quer civil, quer político, em suma, em dar execução ao artigo da Constituição em que as leis são iguais para todos, e que os brasileiros são aptos para todos os empregos com a graduação única dos seus merecimentos e virtudes, e não com a graduação de suas ações políticas.

Há entre a conciliação e a tolerância uma única diferença: a conciliação nunca passa de uma quimera, de um sonho de almas cheias de impossível benevolência, saído da máscara de algum Sisto V político;

é impossível entre duas opiniões diametralmente opostas, entre dois partidos que se repelem por todos os seus pontos, fazer desaparecer todo o antagonismo, como seria preciso para haver conciliação.”8

Existia, portanto, para Justiniano, uma impossibilidade de verdadeira conciliação entre os ideais conservadores e a política liberal. Sua voraz crítica da prática por anos, como jornalista mesmo diante da aceitação desta por vários compatriotas, é um indicativo de sua firmeza ideológica, e uma falha no conceito de Justiniano como uma “pena de aluguel”.

A referência ao Papa Renascentista Sisto V, é um indicativo do intenso e erudito teor religioso encontrado no pensamento conservador de Justiniano. Diversos de seus conceitos seriam expostos em suas proclamações nos jornais e, mais tarde, em seus discursos diante da Câmara.

8 O Brasil, 23/7/1848

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Se, como jornalista, Justiniano se provara forte crítico da Conciliação, como deputado as coisas mudariam. Pouco tempo após adentrar a Nona Legislatura em 1853, Justiniano se tornaria defensor da prática, em sua primeira mudança de posição sobre o assunto. O motivo desta é, para Elmano Cardim, a entrada do Marquês de Paraná no Gabinete9. É, portanto, uma possibilidade, que tenha sido a lealdade partidária, acima de qualquer verdadeiro posicionamento pessoal, que o levou a aceitar a Conciliação como possibilidade, e fazer política dentro desta. É preciso então separar o modus operandi do Justiniano jornalista, daquele político. Um permaneceria convicto de seu particular conservadorismo, enquanto o outro estaria disposto a possibilidade da negociação com seu Partido caso este o exigisse.

No campo político, Justiniano permaneceria calado pelo primeiro ano da Nona Legislatura, possivelmente como causa da sua já mencionada oposição a Conciliação até a entrada de Paraná. Nos anos de 1854 e 1855, iria propor uma série de projetos. Entre as bandeiras que levantaria, a da reforma eleitoral seria a mais notável.

Originalmente proposta em 1846 pelo liberal Paula Souza, e posteriormente em 1848 pelo Marquês do Paraná, a reforma eleitoral traria uma drástica transformação do sistema político brasileiro, com as províncias sendo divididas em distritos eleitorais. Esta reforma era vista por muitos como uma possibilidade de eliminar o poder detido por chapas e bancadas sobre as eleições. Estas eram formadas através de intensa negociação entre a localidade, a província e a corte, e as chapas possuíam grandes chances de vitória, e pouca diferenciação política entre os membros destas. As figuras escolhidas para estas chapas, portanto, não precisavam possuir nenhuma relação direta com seus constituintes, para serem subsequentemente eleitas. 10

A reforma eleitoral, portanto, traria um fim a esse poder partidário baseado em chapas, aumentando a competitividade e a eleição de figuras não conectadas politicamente. Foi arduamente defendida por Conservadores e Liberais, e criticada como inconstitucional igualmente por membros de ambos os Partidos.

Justiniano a defenderia veementemente, em diversos discursos, e em 1855 levantaria a necessidade de sua implementação:

9 CARDIM, Elmano 1964. Pag. 71

10FERRAZ, Sérgio Eduardo. O Império Revisitado: Instabilidade Ministerial, Câmara dos Deputados e Poder Moderador (1840-1889). Tese de doutorado. São Paulo, SP: USP, 2012. p. 239

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“Eu disse aqui nesta casa que era preciso aproveitar a calma das paixões para trazer uma fusão de princípios práticos da ação e reação, e trazer os elementos componentes do nosso governo constitucional, isto é, o elemento democrático e monárquico, o governo e o povo, a um conchavo natural nas bases constitucionais, para que a sociedade brasileira caminhe desassombrada. Lamento, muito mais perto estivemos dessa época em 1848 do que nos dias de hoje. As leis cardiais que tinham de trazer esta fusão se achavam apresentadas no Senado.

(...)

Era eu então jornalista da oposição, sustentava o meu partido pela imprensa. E logo que a primeira dessas ideias, a da eleição direta e por círculos apareceu, eu a abracei com entusiasmo, e declarei que daquele dia em diante cessava de ser oposicionista ao ministro que a apresentava, e passava a ser Paula-Souzista. (...)

Indico que as comissões das constituições de poderes da justiça civil, e de justiça criminal, revendo o projeto de lei apresentado ao senado em 1848 pelo senador Carneiro Leão, acerca de eleições, e fazendo-lhe as alterações necessárias, de o seu parecer de forma a entrar esse projeto em discussão. – J. J. da Rocha.”11

A reforma viria a ser aprovada, fonte de grandes transtornos para o Partido Conservador, que se fragmentara no conflito a favor e contra. Neste, Justiniano romperia com o Marquês do Paraná em discurso na câmara. Seu rompimento veria Justiniano cair fora de favor político e, ao terminar seu mandato em 1857, não adentraria novamente no campo, permanecendo um Jornalista.

O conservadorismo de Justiniano

11 Anais da Câmara dos Deputados, 25/05/1855

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Não se pode reduzir Justiniano como uma simples pena-de-aluguel, e nem como uma figura totalmente independente e alheia às discussões da imprensa e da direção do seu próprio partido. Mas para não nos situarmos indecisos com tal afirmativa, é veemente suas críticas à Conciliação no início da década de 60, o que nos remete que suas críticas em relação ao começo do Gabinete da Conciliação de 56 são, de fato, autênticas, e que puderam sim, ter sofrido influências partidárias do seu Partido Conservador, já que o mesmo defende a unidade e a coesão internas, não fugindo, é claro, da sua própria doutrina. O contrário seria se o mesmo escambasse direto no colo dos liberais (ou dos neoliberais, como afirma Justiniano) que mantinham posturas alheias aos seus partidos ou da direção.

Nessa perspectiva teórica, a leitura do jornal O Regenerador é vital para assimilar a revisão do pensamento do Justiniano sobre o que foi a Conciliação. No comando deste jornal, Justiniano esteve envolvido em questões políticas que concernem a meados da década de 1850 e do início da década de 1860, situando-se em um ambiente político ainda marcado pela prática conciliatória.

O grande objetivo político encontrado n’O Regenerador é a defesa dos elementos monárquicos que possibilitavam, na sua visão, a tão almejada unidade do país - entre os elementos que considerava fundamentais estavam a religião, o poder moderador, a irresponsabilidade do rei perante erros do ministério, a defesa da ordem e das instituições, e, por outro lado, o ataque ao crescimento dos liberais, principalmente por causa de dois motivos: o progressivo domínio que a imprensa liberal vinha exercendo e também a prática conciliatória que havia sido adotada. Esta última, na sua visão, enfraquecia o partidarismo e causava um racha dentro do campo conservador.

Além de demonstrar o enfraquecimento partidário, e o consequente empobrecimento dos debates sobre ideias e projetos, Justiniano apresentou em seus artigos deste jornal uma rica complexidade dos efeitos da Conciliação, no ano de 1860.

As figuras políticas que surgiram foram as mais variadas possíveis. A lista de novos personagens políticos, em suma, se pautou muito mais pelos interesses individuais e afetivos do que pelos interesses coletivos e partidários, como fora de outrora.

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Ao situar tais personagens, chama-os de “cogumelos”12, ou “bons moços”13, referências obtidas, em grande parte, pela alteração do regime representativo feito por meio da Lei dos Círculos, de 1855, que beneficiou a entrada, nas câmaras, de sujeitos que julgava não ter muitos vínculos partidários e que se criavam sozinhos (cogumelos), bem como de políticos que apelavam para o lado sentimental, mesmo não apresentando projetos e ideias: eram os bons moços.

Chamou bastante atenção, ao longo da pesquisa neste jornal, as influências que sofreu das obras, escritos e discursos do filósofo Donoso Cortés (1809-1853), famoso diplomata dentro dos círculos monárquicos da Espanha. Percebe-se citações e elogios ao espanhol ao longo dos números do Regenerador, tanto diretas, ao se tratar de traduções feita por Justiniano das obras do espanhol, quanto indiretas, ao se tratar de debates em que Justiniano relembra ideias do Donoso Cortés e sua importância.

Em uma publicação de 24 de março de 1860, temos uma transcrição parcial de um texto do Donoso, para oferecer, segundo as palavras do Justiniano, “aos liberais que tem medo da batina”, um trecho do mais “puro liberalismo”, o liberalismo católico. A partir daí selecionamos trechos importantes dessa transcrição:

“Mas a revelação de que falamos não veio só e isolada: antes de revelar ao homem a unidade do gênero humano, isto é a democracia, Deus lhe revelou a sua própria unidade, isto é, a monarchia. Essas duas revelações unidas são os elementos de onde resultam as noções de obediência e de mando, de liberdade e de ordem, de força e de limite, de movimento e de regra...”14

A partir disso, pode-se questionar diferentes termos vinculados ao pensamento de Justiniano e ao contexto histórico vivido pelo o autor na década de 50. Portanto, para o jornalista, fica claro que a conciliação está absolutamente longe de se referir à alguma

12 O Regenerador, 1860, nº096, p.2

13O Regenerador, 1860, nº032, p.3

14 O Regenerador, 1860, nº0100, p.4.

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ideia de transação, já que não se importava muito com o debate de ideias entre os elementos monárquicos e os elementos liberais, além de que no plano efetivo da política, os dois partidos saíram perdendo com a conciliação.

Fontes primárias

BRASIL. Anais da Câmara dos Deputados. Rio de Janeiro, 1853-1857. Disponível em:

http://www.camara.gov.br Jornal O Regenerador Jornal O Brasil

Jornal O Velho Brasil

Referências bibliográficas

CARDIM, Elmano em Justiniano José da Rocha. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1964.

COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil: era romântica. 7. ed. São Paulo: Global, 2004. 3v.

FERRAZ, Sérgio Eduardo. O Império Revisitado: Instabilidade Ministerial, Câmara dos Deputados e Poder Moderador (1840-1889). Tese de doutorado. São Paulo, SP: USP, 2012. Pag. 239

PASSOS, Gilberto Pinheiro. Revista da Sociedade Filomática: A França no Itinerário da Nossa Maturidade; Travessia, Santa Catarina, N. 16,17,18, p. 67-74, 1989

SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. O conservadorismo como via para a modernidade.

Anos 90: Revista do Programa de Pós-Graduação em História – UFRGS. Porto Alegre, n. 6, p. 7-20, 1996.

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