Entidade Setorial Nacional Mantenedora
Rua Tupi, 318 – São José do Rio Preto/SP CEP.: 15.090-020
Fone: (17) 3222-1790 Fax: (17) 3364-5700
www.afeaco.com.br – [email protected] Entidade Gestora Técnica
Avenida Pref. Donald Savazoni, 927 – Nova Caieiras Caieiras – SP – CEP 07704-055
Fone/fax: 55 – 11 – 4442 – 3779 [email protected]
Programa Setorial da Qualidade Esquadrias de Aço
FUNDAMENTOS TÉCNICOS DO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE
Emissão
Julho de 2015
PSQ EA – FT 06/15
SUMÁRIO Página
1. INTRODUÇÃO 4
2. HISTÓRICO DO PROGRAMA 4
3. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 5
4. CONCEITUAÇÃO 5
4.1 Acordo Setorial 5
4.2 Auditoria da Qualidade 5
4.3 Confiabilidade Metrológica 5
4.4 Conformidade 6
4.5 Não Conformidade 6
4.6 Não Conformidade Sistemática 6
4.7 Empresa 6
4.8 Empresa em Credenciamento/Qualificação 7
4.9 Empresa Qualificada no PSQ 7
4.10 Entidade de Terceira Parte 7
4.11 Entidade Gestora Técnica 7
4.12 Entidade Setorial Nacional Mantenedora de Programa 7
4.13 Laboratório Acreditado 7
4.14 Produto-Alvo 7
4.15 Programa da Qualificação de Produtos 8
4.16 Programa Setorial da Qualidade (PSQ) 8
4.17 Qualidade 8
4.18 Sistema da Qualidade 8
4.19 Sistema de Qualificação 8
5. REQUISITOS DO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE 8
5.1 Objetivos da Qualidade 8
5.1.1 Geral 8
5.1.2 Específico 9
5.2 Responsabilidades 9
5.2.1 Entidade Setorial Nacional Mantenedora 9
5.2.2 Entidade Gestora Técnica do PSQ 10
5.2.3 Empresas Participantes do Programa 10
5.2.4 Laboratórios Acreditados 11
5.2.4.1 Relação de Laboratórios Credenciados 12
6. ATIVIDADES DE NORMALIZAÇÃO 12
7. CONDIÇÕES PARA O CREDENCIAMENTO/QUALIFICAÇÃO 13
7.1 Contrato de Adesão 13
7.2 Questionário de Avaliação Preliminar 13
7.3 Contrato técnico-comercial 13
8. PROGRAMA DE AUDITORIA 14
8.1 Fabricantes em Credenciamento/Qualificação 15
8.1.1 Auditorias de Credenciamento/Qualificação 15
8.1.2 Tabela de Qualificação – Empresas em Credenciamento/Qualificação 15
8.1.3 Prazo de Credenciamento 15
8.2 Fabricantes em Qualificados 16
8.2.1 Manutenção da Qualificação 16
SUMÁRIO Página 8.2.2 Tabela de Qualificação – Empresas Qualificadas 16
8.3 Fabricantes Não Participantes 17
8.4 Produtos-Alvo 17
8.4.1 Tipologias dos produtos-alvo 17
8.4.2 Dimensões nominais das tipologias dos produtos-alvo 18
8.5 Normas Técnicas 18
8.6 Fundamentos Técnicos 18
9 AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE 18
9.1 Critérios para avaliação da conformidade (Empresas Qualificadas) 19 9.2 Critérios para avaliação da conformidade (Empresas em
Credenciamento/Qualificação) 19
9.3 Critérios para Desqualificação 19
9.3.1 Tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade 19 9.3.1.1 Tratamento de não conformidades no processo de
acompanhamento 19
9.3.1.2 Tratamento de produtos/serviços não conformes no mercado 19
9.3.1.3 Tratamento de reclamações 19
10. CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA CLASSIFICAÇÃO DAS ESQUADRIAS 20
10.1 Desempenho das Esquadrias de Aço 20
10.2 Ensaios de Verificação nas Esquadrias de Aço 20 10.3 Marca do Fabricante e Identificação do Produto 22 10.4 Informações ao Consumidor e Instalação na Obra 22
11. DOCUMENTOS DE INFORMAÇÃO SOBRE O PROGRAMA 23
11.1 Relatório de Atividade Técnica 23
11.2 Relatório Setorial 23
11.3 Texto de Referência do Programa Setorial da Qualidade 24 11.4 Relatório de Acompanhamento do Programa Setorial da Qualidade 24
11.5 Reuniões Setoriais 24
12. PRÓXIMAS AÇÕES DO PROGRAMA 24
ANEXOS 25
Anexo A Modelo de etiqueta para a identificação da classificação e do
desempenho de esquadrias 26
1. INTRODUÇÃO
O presente documento tem como objetivo estabelecer as condições técnicas e divisão de responsabilidades do Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço.
Visando uniformizar a linguagem utilizada nos Programas Setoriais da Qualidade, o presente documento apresenta inicialmente a conceituação dos termos comumente aceitos em qualidade.
A seguir são abordados os requisitos do Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço, abrangendo as responsabilidades de cada uma das partes envolvidas, as atividades de normalização e as auditorias realizadas no âmbito do Programa.
Este documento é encerrado com a abordagem de avaliação da conformidade e os critérios de classificação das empresas, bem como os relatórios elaborados e as reuniões setoriais no âmbito do Programa.
2. HISTÓRICO DO PROGRAMA
O Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo (QUALIHAB), implantado pela CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo em novembro de 1996, estimulou a criação do PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade da Construção, ampliado para o conceito “Habitat” no Plano Plurianual 2000/2003, em agosto/2000).
Em agosto de 1998, o IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia – atual Aço Brasil) identificou junto aos seus associados, os principais clientes fabricantes de esquadrias de aço. Naquela oportunidade foi lançado o Programa Setorial da Qualidade (PSQ), com a adesão de 14 empresas fabricantes de caixilhos de aço.
Em abril de 2005, com a fundação da AFEAÇO – Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Aço, o Programa passou por uma ampla revisão com o objetivo de agregar mais empresas fabricantes em todo o país.
A partir de janeiro de 2012 o Programa Setorial da Qualidade passou a ter a AFEAÇO como Entidade Setorial Nacional Mantenedora.
Em Junho de 2012 o Programa Setorial da Qualidade, passou pela segunda revisão (alteração de produtos-alvo, entidade de gestão técnica e formato) com o objetivo de agregar mais empresas fabricantes em todo o país.
O Programa tem abrangência nacional, para permitir que os produtos sejam conformes com a norma e os requisitos estabelecidos, independentemente dos locais de produção e comercialização.
A seguir são apresentados os requisitos do Programa Setorial da Qualidade, tais como:
• Conceitos e definições do Programa;
• Responsabilidades da Entidade Setorial Nacional Mantenedora e da Entidade Gestora Técnica;
• Responsabilidades das empresas participantes do Programa;
• Quem são e quais as responsabilidades dos laboratórios acreditados pelo CGCRE/INMETRO utilizados para a realização dos ensaios exigidos pelo Programa.
Posteriormente são abordadas as atividades de normalização desenvolvidas na condução do Programa e as auditorias realizadas pela Entidade Gestora Técnica.
O documento é encerrado com a abordagem da avaliação da conformidade, critérios para classificação das empresas e as reuniões setoriais no âmbito do Programa.
3. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Na elaboração deste documento foram consideradas as prescrições das seguintes normas:
• ABNT NBR ISO/IEC 17.000 – Avaliação da Conformidade – Vocabulário e princípios gerais;
• ABNT NBR ISO 9000 - Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário;
• ABNT NBR ISO 9001 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos;
• ABNT NBR 10821 – Parte 1 – Esquadrias externas para edificações – Terminologia;
• ABNT NBR 10821 – Parte 2 – Esquadrias externas para edificações – Requisitos e Classificação;
• ABNT NBR 10821 – Parte 3 – Esquadrias externas para edificações – Métodos de ensaio;
• ABNT NBR 15930 – Parte 2 – Portas de madeira para edificações – Requisitos 4. CONCEITUAÇÃO
4.1 Acordo Setorial
Documento firmado entre entidade(s) do setor da Construção Civil e a Coordenação Geral do PBQP-H ou suas coordenações estaduais, regionais ou municipais que façam parte do PBQP-H, ou ainda com as instituições parceiras do Programa, através do qual a(s) primeira(s) se compromete(m) a implantar um Programa Setorial da Qualidade junto ao seu setor e a(s) segunda(s) a incentivar (em) os contratantes e financiadores de obras e serviços sob sua influência, sejam eles de caráter público ou privado, a introduzirem em seus editais de licitação, no caso de entes públicos, e em seus processos de contratação direta, no caso da iniciativa privada, e em suas sistemáticas de financiamento requisitos que induzam os fabricantes nacionais e estrangeiros a aderirem ao respectivo Programa Setorial;
4.2 Auditoria da Qualidade
Processo sistemático, independente e documentado, para obter registros, afirmações de fatos ou outras informações pertinentes e avaliá-los de maneira objetiva para determinar a extensão nas quais os requisitos especificados são atendidos. (ABNT NBR ISO/IEC 17000:2005 item 4.4);
4.3 Confiabilidade Metrológica
Conjunto de técnicas e de procedimentos que permitem estabelecer a comprovação metrológica
nos resultados de uma dada medição (ABNT NBR ISO 9000 3.10.3);
4.4 Conformidade
Atendimento de uma linha de produtos/tipologia aos requisitos especificados pelas normas técnicas de referência deste Programa Setorial da Qualidade (ABNT NBR ISO 9000 3.6.1);
4.5 Não Conformidade
Não atendimento a, pelo menos, um requisito das normas técnicas da ABNT utilizadas como referência pelo Programa Setorial da Qualidade (ABNT NBR ISO 9000 3.6.2);
4.6 Não Conformidade Sistemática
Não atendimento sistemático a, pelo menos, um requisito especificado pelas normas técnicas ABNT;
Também são consideradas não conformidades sistemáticas:
• Não permitir as auditorias em fábricas, qualquer que seja o local de coleta, dos produtos alvo;
• Não informar todas as unidades fabris ou todos os locais da fábrica em que os produtos são estocados;
• Não encaminhar as amostras coletadas pelos auditores;
• Adulterar as amostras coletadas pelos auditores;
• Não informar a IBELQ todos os produtos alvo do programa, importados, produzidos e/ou comercializados pela empresa, sendo as marcas comercializadas ou não sob sua administração;
• Constatação da fabricação de produtos alvo, cujos resultados das amostras coletadas nas unidades fabris sejam muito distintos dos resultados das amostras coletadas nos locais em que os produtos são disponibilizados aos usuários;
• Constatação da fabricação de produtos alvo de diferentes modelos ou marcas com resultados muito distintos entre si, ou seja, um tipo, um modelo ou marca com resultados de conformidade e outro com resultados de não conformidade;
• Constatação da fabricação de produtos alvo com resultados de não conformidade bem aquém dos níveis especificados nas normas técnicas brasileiras e de referência deste PSQ de esquadrias de aço.
4.7 Empresa
No âmbito do Programa Setorial da Qualidade compreende-se empresa como a organização responsável pela produção, comercialização, importação ou distribuição dos produtos-alvo do Programa. Nesta definição, incluem-se os seguintes casos:
• A empresa é responsável pela conformidade dos produtos-alvo que fabrica, importa ou distribui, e que são comercializados com sua marca ou marca de terceiros;
• Caso a empresa possua mais de uma unidade fabril, a avaliação da conformidade da empresa
é feita a partir da conformidade dos produtos fabricados em todas as unidades fabris,
mesmo que cada uma destas unidades tenha um CNPJ distinto.
4.8 Empresa em Credenciamento/Qualificação
Empresa em fase de qualificação, visando à obtenção de aprovação na avaliação da conformidade do produto com os requisitos dos ensaios. Realização de ensaios nos seus produtos-alvo conforme definidos pelo Programa, de acordo com as normas técnicas. Sendo que o período de qualificação total dos produtos tem prazo definido de até três (03) anos, divididos em estágios.
4.9 Empresa Qualificada no PSQ
Empresa participante do PSQ, que fabrica, importa e distribui os produtos-alvo em conformidade com as especificações técnicas normativas e com os critérios de qualificação estabelecidos pelo PSQ, em todas as suas unidades e filiais, bem como em empresas associadas e é citada nos relatórios setoriais enviados ao PBQP-H. As empresas que possuem produtos em conformidade com a ABNT NBR 10821, são consideradas como empresas qualificadas.
4.10 Entidade de Terceira Parte
Organização que é independente da pessoa ou organização que fornece o objeto, e do interesse do usuário nesse objeto (ABNT NBR ISO/IEC 17000:2005 item 2.4). A entidade de terceira parte deve ser composta por um corpo técnico habilitado para avaliar se as empresas fabricam, comercializam e distribuem os produtos-alvo do PSQ em conformidade com as normas técnicas da ABNT.
4.11 Entidade Gestora Técnica
Entidade de terceira parte, escolhida pela entidade Setorial Nacional Mantenedora do PSQ, responsável pela avaliação da conformidade dos produtos-alvo e pelas informações apresentadas nos Relatórios Setoriais do PSQ.
A Entidade Gestora Técnica pode ser constituída por um conjunto de entidades de terceira parte, desde que tenha personalidade jurídica própria que lhe permita assumir as responsabilidades das informações apresentadas nos Relatórios Setoriais do PSQ. A Entidade Gestora Técnica deve ser credenciada pela Coordenação Geral do PBQP-H;
4.12 Entidade Setorial Nacional Mantenedora de Programa
Entidade responsável pela implementação, gerenciamento e manutenção do Programa Setorial da Qualidade, que represente porcentual expressivo da produção nacional dos setores industriais por ela representados.
A Entidade Setorial Nacional Mantenedora de Programa deve caracterizar-se por sua atuação em abrangência nacional e o PSQ deve contar com a participação de empresas, associadas ou não à entidade que representa o setor produtivo, que representem um porcentual da produção nacional do produto-alvo maior que 50%;
4.13 Laboratório Acreditado
Entidade pública, privada ou mista, acreditada pelo Inmetro de acordo com os critérios por ele estabelecidos, com base nos princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC.
4.14 Produto-Alvo
Produtos ou famílias de produtos objeto de um PSQ, definidos de comum acordo com as
empresas participantes;
4.15 Programa de Qualificação de Produtos
Programa criado no âmbito de um PSQ, que estabelece o escopo e a abrangência da avaliação da conformidade dos produtos-alvo à normalização técnica e a outros requisitos específicos de um Programa Setorial da Qualidade, de forma progressiva;
4.16 Programa Setorial da Qualidade (PSQ)
Programa de adesão voluntária que reúne um conjunto de atividades desenvolvido por entidade representativa de um determinado setor da Construção Civil, envolvendo o apoio ao aprimoramento da normalização técnica brasileira, programa de qualidade de produtos e ações institucionais que promovam o combate à não conformidade técnica dos produtos.
Os Programas Setoriais da Qualidade reconhecidos pelo PBQP-H têm caráter nacional e são únicos para cada família de produtos-alvo e deles podem participar quaisquer empresas nacionais ou estrangeiras que atuam nos setores em que tais Programas são implantados, independente de serem associados ou não a uma entidade representativa;
4.17 Qualidade
Grau no qual um conjunto de características inerentes atende a requisitos. (ISO 9000:2005 item 3.1.1);
4.18 Sistema da Qualidade
Estrutura organizacional, divisão de responsabilidades, procedimentos, processos e recursos para implementar a qualidade e controlar uma organização no que diz respeito à qualidade. (ISO 9000:2005, item 3.2.3);
4.19 Sistema de Qualificação
Sistema que possui seus próprios procedimentos de gestão destinados a avaliar a conformidade de produtos.
5. REQUISITOS DO PROGRAMA SETORIAL DA QUALIDADE
Os requisitos do Programa Setorial da Qualidade são elaborados a partir dos documentos técnicos utilizados, referenciados no item 3 deste documento.
5.1 Objetivos da Qualidade 5.1.1 Geral
O Programa visa elaborar mecanismos específicos para garantir a conformidade de esquadrias de aço, fornecidas aos usuários da construção civil, com a Norma Brasileira ABNT NBR 10821.
Desenvolver a qualificação técnica das esquadrias em aço, com a consequente melhoria dos
produtos e capacitação das empresas fabricantes, conscientizando o mercado consumidor de
esquadrias sobre a importância em adquirir produtos conformes.
5.1.2. Específico
• Proporcionar às empresas fabricantes, assessoria técnica especializada em esquadrias em aço (visitas técnicas);
• Proporcionar às empresas fabricantes, treinamento e capacitação técnica dos seus colaboradores para:
o Elaboração dos projetos de produtos, visando o atendimento aos requisitos da norma ABNT NBR 10821 – Parte 2 – Esquadrias externas para edificações – Requisitos e Classificação;
o Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade, baseado nos requisitos da norma ABNT NBR ISO 9001 - Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos.
• Proporcionar às empresas fabricantes, adequação de seus produtos, de forma gradual e constante, aos requisitos da Norma ABNT NBR 10821–2;
• Incentivar às empresas fabricantes, a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade baseado nos requisitos da norma ABNT NBR ISO 9001, de forma gradual e constante;
• Proporcionar às empresas fabricantes, extensão de prazo para qualificação de seus produtos, segundo as exigências e requisitos do PSQ de Esquadrias de Aço;
• Verificar e acompanhar, através de ensaios laboratoriais, segundo a norma ABNT NBR 10821–
2, a conformidade dos produtos fabricados pelas empresas associadas que aderiram ao Programa de Qualificação da AFEAÇO;
• Divulgar para a cadeia da Construção Civil quais empresas estão evoluindo com seus produtos no atendimento à Norma;
• Divulgar, através dos meios de comunicação, informações para conscientizar o consumidor final e os lojistas (compradores, vendedores e dono da loja) da importância em adquirir produtos que atendam as exigências da norma ABNT NBR 10821–2.
5.2 Responsabilidades
5.2.1 Entidade Setorial Nacional Mantenedora
A AFEAÇO – Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Aço é a atual entidade setorial mantenedora do Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço, com as seguintes atribuições:
a) Promover a conformidade dos produtos-alvo integrantes do PSQ aos requisitos normativos por meio da coordenação das ações executadas no âmbito dos Programas e do monitoramento dos indicadores setoriais;
b) Estimular o aumento dos índices setoriais de produção em conformidade com as normas técnicas vigentes dos produtos integrantes do respectivo programa;
c) Promover o combate a não conformidade às normas técnicas;
d) Promover ações corretivas por prática ilegal na fabricação e comercialização de esquadrias de aço, em desacordo com o Art. 39, VIII, da Lei Nº 8.078/90.
e) Promover a isonomia competitiva;
f) Contribuir para a competitividade da indústria nacional de Construção Civil e para um ambiente de concorrência justa por meio da definição e monitoramento dos resultados das ações de acompanhamento dos produtos no mercado e da evolução de metas de desempenho que sejam compatíveis com as praticadas em mercados internacionais;
g) Propor ações que visem à evolução tecnológica do setor, contemplando as exigências do desenvolvimento sustentável nos aspectos social, econômico e de proteção do meio ambiente;
h) Representar o setor junto ao Ministério das Cidades;
i) Representar o setor junto ao Inmetro.
5.2.2 Entidade Gestora Técnica do PSQ
O IBELQ - Instituto BELTRAME da Qualidade, Pesquisa e Certificação é a Entidade Gestora Técnica do Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço. Suas atribuições são:
a) Representar o setor junto ao Ministério das Cidades, quando solicitado pela Entidade Setorial;
b) Representar o setor junto ao Inmetro, quando solicitado pela Entidade Setorial;
c) Apoiar a tecnicamente a Entidade Setorial;
d) Acompanhar e monitorar a conformidade dos produtos alvo do Programa;
e) Coordenar as atividades técnicas de auditorias e coleta de amostras no comércio, bem como de análise técnica dos resultados, quando da realização de atividades de monitoramento de produtos no mercado;
f) Apoiar ações de normalização para desenvolvimento competitivo do setor;
g) Manter atualizado os documentos relativos ao Programa Setorial da Qualidade;
h) Manter atualizadas as informações sobre o Programa Setorial da Qualidade;
i) Ser independente comercialmente com relação às empresas participantes, no que diz respeito aos produtos alvo do Programa;
j) Salvaguardar o sigilo de informações confidenciais obtidas no desenvolvimento das atividades;
5.2.3 Empresas Participantes do Programa
As empresas são responsáveis por garantir a qualidade dos produtos. Para isso, elas devem se comprometer, através de acordo, a cumprir com os seguintes requisitos:
a) Acatar todas as condições estabelecidas nas normas técnicas relacionadas
b) Acatar as decisões pertinentes ao Programa Setorial da Qualidade tomadas pela Entidade Gestora Técnica, recorrendo, em última instância, a Entidade Setorial Nacional Mantenedora, nos casos de reclamações e apelações;
c) Somente produzir, importar e fornecer os produtos alvos que atendam aos requisitos
estabelecidos nas normas técnicas brasileiras e de referência do Programa;
d) Não utilizar o logotipo do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H de forma indevida, por exemplo, no produto ou na sua embalagem, ou mesmo em etiquetas e manuais que acompanham o produto. Ressalta-se que é permitido apenas para a empresa qualificada ou conforme o uso dos logotipos em folders, catálogos de produtos, feiras, bem como utilizar o seguinte modelo de divulgação:
“A empresa XXXXXX é participante do Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço”.
Para verificar os fabricantes Qualificados ou Conformes, consulte os sites:
http://www4.cidades.gov.br/pbqp-h/projetos_simac_psqs2.php?id_psq=51 http://www.afeaco.com.br/Dados_do_setor/7,tabela-de-qualificacao-dos-produtos-alvo No caso de uma empresa desrespeitar qualquer uma das condições acima, a mesma será desqualificada junto ao Programa Setorial da Qualidade.
No caso de uma empresa ser desqualificada pelo Programa por três (03) vezes consecutivas ou não, a mesma será descredenciada junto ao Programa Setorial da Qualidade.
No caso de uma empresa ser descredenciada pelo Programa, a mesma só poderá solicitar novo credenciamento e qualificação após nove (09) meses a partir da data de seu desligamento, sendo que nesse período:
• A Entidade Gestora Técnica fará auditórias periódicas na fabrica e a realização de três (03) coletas de amostras no mercado com realização de novos ensaios, em laboratório acreditado pelo CGCRE/INMETRO, e credenciado no PSQ;
• As aprovações das amostras dos produtos devem ser consecutivas.
No caso de uma empresa ser desqualificada ou descredenciada por questões financeiras, a mesma só poderá solicitar novo credenciamento e qualificação depois de sanadas todas as suas pendências financeiras.
As exigências e requisitos para que uma empresa possa se credenciar e qualificar junto ao Programa Setorial da Qualidade estão definidas e estabelecidas no requisito 7 deste documento.
5.2.4 Laboratórios Acreditados
Os laboratórios de referência para o Programa Setorial da Qualidade devem cumprir as seguintes determinações:
a) Ter técnicos treinados, gerente especializado, equipamentos adequados, calibração e manutenções periódicas, condições ambientais adequadas de manuseio de corpos-de-prova e familiaridade com métodos de ensaio e procedimentos de produtos;
b) Acreditação junto ao Inmetro, atestando a conformidade à norma ABNT NBR ISO/IEC 17025;
c) Ausência de interesses comerciais envolvidos diretamente com as atividades comerciais do Programa;
d) Ausência de influência externa;
e) Local para armazenamento e recebimento de materiais e para execução dos ensaios;
f) Manter sigilo de resultados e informações;
g) Estar apto a elaborar relatórios adequados e manter os dados organizados;
5.2.4.1 Relação de Laboratórios Credenciados
• CETEC – Centro Tecnológico da Fundação Paulista (SP)
• CONCREMAT – Inspeções e Laboratórios (SP)
• IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (SP)
• ITEC – Instituto Tecnológico da Construção Civil (SP)
• L.A. FALCÃO BAUER – Laboratórios de Ensaios (SP)
• A. R. MURO – Laboratório de Ensaios (SP)
6. ATIVIDADES DE NORMALIZAÇÃO
A AFEAÇO participa ativamente da elaboração e revisão das normas de esquadrias, junto a Comissão de Estudos CE-02:136.38 – Comissão de Estudos de Desempenho nas Edificações – Janelas, Fachadas-cortina, Caixilhos e Guarda-corpos do CB – 02 (Comitê Brasileiro de Normas Técnicas para a Construção Civil).
Em janeiro de 2011, foi publicada a revisão da ABNT NBR 10.821, composta de três partes. A partir de Fevereiro de 2011 a ABNT/CE-02:136.38 continuou se reunindo mensalmente, para elaboração das Partes 4 e 5 que tratarão dos requisitos de desempenho acústico e térmico das esquadrias e dos parâmetros para a instalação e manutenção das esquadrias.
Em Setembro de 2012, devido as novas diretrizes e escopo do ABNT/CB-02 que passa a elaborar e revisar somente as normas de projeto, execução e manuntenção da construção civil, a AFEAÇO em conjunto com as demais entidades de classe dos fabricantes de esquadrias de outras matérias primas solicitaram junto a ABNT que referida comissão de estudos fosse desmembrada do ABNT/CB-02.
Por decisão do conselho técnico da ABNT em Outubro de 2012, foi criada a Comissão de Estudo Especial de Esquadrias – ABNT/CEE-191. Em Novembro de 2012 a Comissão de Estudo Especial foi instalada e a AFEAÇO em conjunto com a AFEAL assumiram a Coordenação desta comissão para elaboração e revisão de normas referentes a Esquadrias, Fachadas-cortina e Guarda-corpos A partir de Novembro de 2012 essa Comissão passou a trabalhar sobre a denominação de ABNT/CEE-191 e continua se reunindo mensalmente para:
• Elaboração do projeto de norma das partes 4 e 5 da NBR 10821. A previsão para o término destes textos, e envio a Consulta Nacional será até o final do mês de Outubro de 2015.
• Revisão das Partes 1 á 3 da NBR 10821:2011, que após a publicação e aplicação nos ensaios de avaliação de conformidade, demonstraram a necessidade de aprimoramento nos requisitos e métodos de ensaio A previsão para o término destes textos, e envio a Consulta Nacional será até o final do mês de Outubro de 2015.
• Desenvolvimento do projeto de norma das partes 6 e 7 da NBR 10821. A previsão para o
término destes textos, e envio a Consulta Nacional será até o final do mês de Fevereiro/16.
7. CONDIÇÕES PARA O CREDENCIAMENTO/QUALIFICAÇÃO
O Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço prioriza em sua fase de credenciamento/qualificação algumas tipologias de esquadrias como alvos. O objetivo final é abranger todas as tipologias de esquadrias (Janelas e Portas) para edificações de uso residencial e comercial avaliados segundo a ABNT NBR 10821.
No tocante aos requisitos estabelecidos para a avaliação do desempenho dos produtos, para as esquadrias, são exigidos aqueles especificados na norma ABNT NBR 10821. Além destes, são também exigidas a marca do fabricante e identificação do produto, as informações ao consumidor e as recomendações básicas para a instalação na obra.
7.1 Solicitação para Processo de Qualificação – Esquadrias (RQ 055)
O primeiro passo é preencher e encaminhar o documento (RQ 055) que tem como objetivo coletar as informações do fabricante para que a Entidade Gestora Técnica que fará a avaliação da conformidade, neste caso, o IBELQ, possa levantar as informações necessárias da empresa e de seus produtos, a fim de:
• Elaborar a proposta técnico-comercial para a prestação do serviço de Avaliação de Conformidade de produto, conforme descrito no Contrato de Adesão ao PSQ de Esquadrias de Aço na clausúla 4.1.1;
• Conhecer as características das instalações da empresa;
• Estabelecer o escopo do contrato de prestação de serviços, através das informações da tipologias de produtos e suas respectivas linhas comerciais.
7.2 Contrato técnico-comercial
O segundo passo ocorrerá após a análise das informações no RQ 055, a Entidade de Gestão Técnica emite o contrato para que a empresa fabricante assine, comprometendo-se a implementar, de maneira comprovada, os procedimentos necessários para o credenciamento/qualificação de todas as suas tipologias de produtos comercializados, segundo os requisitos estabelecidos neste documento. A empresa compromete-se, ainda, a disseminar a implantação dos princípios e metodologia do PSQ de Esquadrias de Aço em sua fábrica, para atingir as condições necessárias à qualificação de seus produtos.
7.3 Contrato de Adesão
O terceiro passo do PSQ de Esquadrias de Aço caracteriza-se pela adesão da empresa ao Programa sendo que:
a) A empresa deve assinar o Contrato de Adesão da AFEAÇO, entidade mantenedora do PSQ de Esquadrias de Aço, após a realização da auditoria de verificação das condições de fabricação e a coleta de amostras para os ensaios;
b) A AFEAÇO considera que, ao assinar o Contrato de Adesão, a empresa está firmando sua adesão ao PSQ de Esquadrias de Aço;
c) Este documento tem a finalidade de registro do fabricante no Programa, com base no CNPJ da
empresa.
8. PROGRAMA DE AUDITORIA
O PSQ de Esquadrias de Aço pode ser representado pelo esquema da figura a seguir:
Certificação (meta futura)
Empresa preenche e encaminha a Solicitação para Processo de Qualificação – Esquadrias (RQ 055) a Entidade Gestora Técnica
Entidade Gestora Técnica, analisa informações do RQ 055, encaminha a Proposta Técnica-Comercial e o Contrato de
Prestação de Serviços de Gestão Técnica
Assinatura da Proposta e do Contrato de Prestação de Serviços de Gestão Técnica pela Empresa
Desenvolvimento do Programa de Qualificação de Produtos pela Empresa
Visita Técnica da Entidade Gestora Técnica na Empresa, Auditoria de qualificação, coleta de amostras e ensaios no
produto a ser qualificado
Análise de resultados da Auditoria de Qualificação, e dos ensaios do produto
Emissão de Atestado/Relatório de Empresas Qualificadas pela Entidade Gestora Técnica
Auditoria de Manutenção da Qualificação no mercado de
atuação (Avaliações/Inspeções e ensaios periódicos)
Âmbito PBQP-H
8.1 Fabricantes em Credenciamento / Qualificação 8.1.1 Auditorias de Credenciamento/Qualificação
A sistemática para a realização da auditoria de qualificação dos fabricantes de esquadrias de aço está descrita, definida e documentada no procedimento qualificação POP 008 da Entidade Gestora Técnica (IBELQ) do PSQ de Esquadrias de Aço.
A empresa, durante as auditorias de credenciamento/qualificação, passa pelas seguintes etapas:
a) Auditoria na empresa para verificação das condições de fabricação e instalações da empresa participante;
b) Coleta de amostras para ensaios nos laboratórios, conforme o estágio do Programa de Qualificação para fabricantes de Esquadrias Externas para Edificações;
c) Realização dos ensaios de verificação e qualificação do produto conforme o nível do Programa de Qualificação para fabricantes de Esquadrias Externas para Edificações;
d) Análise pela Entidade Gestora Técnica (IBELQ) dos resultados das Auditorias e Ensaios de verificação nos Laboratórios;
e) Emissão dos Atestados de Qualificação dos produtos-alvo, conforme o estágio do Programa de Qualificação para fabricantes de Esquadrias Externas para Edificações.
8.1.2 Tabela de Qualificação – Empresas em Credenciamento/ Qualificação Após a emissão dos documentos que comprovem que a empresa fabricante:
• Obteve a aprovação dos produtos-alvo nos ensaios laboratoriais de verificação ao atendimento às normas técnicas de referência, conforme o estágio do Programa de Qualificação para fabricantes de Esquadrias Externas para Edificações; e
• Apresentou condições mínimas de fabricação dos produtos-alvo dentro se suas instalações fabris;
A empresa fabricante é considerada como aprovada no Programa de Qualificação para fabricantes de Esquadrias para Edificações do PSQ de Esquadrias de Aço, pela Entidade Gestora Técnica. Esta informação é então encaminhada para a AFEAÇO, e a empresa fabricante, e seus produtos (linha ou família) serão citados nos Relatórios Setoriais como “QUALIFICADA” e constará na “RELAÇÃO DE EMPRESAS QUALIFICADAS” no site da Entidade Setorial Nacional Mantenedora do PSQ de Esquadrias de Aço.
8.1.3 Prazo de Credenciamento
O fabricante deve atender os requisitos do item 8.1, conforme solicitação de estágio de
qualificação. Neste período a empresa é classificada como “Empresa em Credenciamento”, não
podendo exceder o prazo máximo de 06 meses.
8.2 Fabricantes Qualificados 8.2.1 Manutenção da Qualificação
As empresas qualificadas, a cada 3 (três) meses no máximo, devem ser auditadas, para comprovarem a manutenção da qualificação dos produtos-alvo do PSQ de Esquadrias de Aço.
A sistemática para a realização da auditoria de manutenção está descrita, definida e documentada no procedimento de manutenção da qualificação POP 009 da Entidade Gestora Técnica (IBELQ) do PSQ de Esquadrias de Aço.
A empresa, durante as auditorias de manutenção, passa pelas seguintes etapas:
a) Coleta de amostras para ensaios nos laboratórios, ou verificação da conformidade da esquadria ao projeto, conforme o procedimento de manutenção da qualificação POP 009 da Entidade Gestora Técnica (IBELQ) do PSQ de Esquadrias de Aço;
b) Realização dos ensaios de verificação e manutenção da qualificação do produto, conforme o procedimento de manutenção da qualificação POP 009 da Entidade Gestora Técnica (IBELQ) do PSQ de Esquadrias de Aço;
c) Análise pela Entidade Gestora Técnica (IBELQ) dos resultados dos Ensaios de verificação nos Laboratórios;
d) Emissão dos Atestados de Conformidade dos produtos-alvo.
Caso sejam evidenciadas não conformidades durante a auditoria de manutenção, o IBELQ deve proceder conforme descrito no seu procedimento para tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade POP 003.
As auditorias no comércio (Lojas de Revenda ou Obras de Conjuntos Habitacionais), são realizadas no mínimo 01 (uma) vez por ano em alguma das tipologias de esquadrias dos produtos-alvo do programa, para avaliação da sua conformidade.
A periodicidade das auditorias em fábrica é determinada pela Entidade Gestora Técnica (IBELQ), tendo em vista o histórico de resultados da empresa, suas ações corretivas verificando se a evolução, redução ou manutenção da qualidade dos produtos auditados, sendo realizada no mínimo 01 (uma) auditoria por ano.
Necessariamente deverão ocorrer, no mínimo, 04 (quatro) avaliações anuais (auditorias/coletas de amostras) da conformidade, observando-se o descrito no primeiro parágrafo desse item.
Caso algum produto seja reprovado:
• Nos ensaios de verificação ou na conformidade do produto ao projeto;
O IBELQ deve proceder conforme descrito no seu procedimento para tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade POP 003, sendo que:
• A empresa desqualificada terá 03 (três) meses para se adequar sendo que, neste período, será retirada no Relatório Setorial encaminhado ao PBQP-H/SiMaC;
• No caso de nova reprovação nos ensaios, a empresa será considerada não conforme intencional sistemática, e será incluída no Relatório Setorial enviado trimestralmente ao PBQP-H/SiMaC como Empresa Não Conforme.
8.2.2 Tabela de Qualificação – Empresas Qualificadas
Após a emissão dos documentos que comprovem que a empresa fabricante:
• Obteve a aprovação dos produtos-alvo nos ensaios laboratoriais de verificação ao atendimento as normas técnicas de referência do PSQ de Esquadrias de Aço; e
A empresa fabricante continuará a ser considerada pela Entidade Gestora Técnica como Qualificada no PSQ de Esquadrias de Aço. Esta informação é encaminhada para o PBQP-H e a empresa fabricante, e seus produtos (linha ou família), será citada nos Relatórios Setoriais como
“QUALIFICADA” e constará na “TABELA DA QUALIFICAÇÃO” do site do PBQP-H.
8.3 Fabricantes Não Participantes
As empresas não participantes do PSQ devem ser acompanhadas no mercado de atuação (Lojas de Revenda ou Obras de Conjuntos Habitacionais) conforme estabelecido no Regimento do SiMaC (Portaria 333 de junho de 2014, artigo 26, alínea “h)” e “i)”).
Serão coletadas amostras de uma tipologia de esquadrias dos produtos-alvo do programa, para avaliação da sua conformidade, conforme descrito: no requisito 10 deste documento, e no requisito 5.2.2 do procedimento para tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade POP 003 da Entidade Gestora Técnica (IBELQ) do PSQ de Esquadrias de Aço.
O custo destes ensaios de avaliação da conformidade será de responsabilidade da Entidade Setorial Mantenedora (AFEAÇO) do Programa, conforme descrição contida no contrato assinado entre esta e a Entidade Gestora Técnica (IBELQ).
Sempre que uma empresa não participante do programa tiver amostras de produtos coletados, ensaiados e reprovados, receberá por meio de correspondência com registro de envio, uma notificação extrajudicial emitida pela Entidade Setorial Nacional Mantenedora (AFEAÇO) informando sobre a não conformidade ou nos casos de reincidência seu histórico das não conformidades.
8.4 Produtos-alvo
8.4.1 Tipologias dos produtos-alvo
As tipologias de esquadrias estabelecidas para a Qualificação dos produtos foram definidas para cada estágio do programa, são conforme descrito a seguir:
a) Estágio 1:
• Portas de giro de uma folha (modelos: 100 % das tipologias);
• Batente metálico para folha de giro, porta externa e/ou interna de madeira.
b) Estágio 2:
• As mesmas tipologias da auditoria “Estágio 1” da Qualificação, acrescentando-se:
• Janela Veneziana de correr com três folhas;
• Janela Veneziana de correr com seis folhas;
• Janela de correr com duas folhas;
• Janela de correr com quatro folhas;
• Janela Veneziana de giro com folhas tipo guilhotina.
c) Estágio 3:
• As mesmas tipologias da auditoria “Estágio 2” da Qualificação, acrescentando-se:
• Janela de correr com duas folhas com bandeira superior basculante;
• Janela de correr com quatro folhas com bandeira superior basculante;
• Janela tipo basculante de uma, duas, três ou quatro folhas móveis;
• Conjunto de janela composto de um peitoril fixo de 20 cm, uma folha intermediária tipo maxim-ar e uma bandeira fixa de 20 cm;
• Janela tipo maxim-ar de duas ou três folhas horizontais;
• Janela tipo maxim-ar de duas ou três folhas verticais.
• Porta de giro, seteira com duas ou três folhas (uma folha de giro, e uma ou duas folhas fixas laterais);
As tipologias acima descritas foram estabelecidas nos documentos da Entidade de Gestão Técnica, conforme a seguir:
a) Procedimento Qualificação POP 008;
b) Procedimento de Manutenção da Qualificação POP 009.
8.4.2 Dimensões nominais das tipologias dos produtos-alvo
As dimensões nominais das tipologias dos produtos-alvo qualificados (altura e largura da esquadria) deverão constar nos certificados de conformidade do produto. Esses produtos foram ensaiados nas dimensões nominais estabelecidas pela empresa fabricante participante do Programa.
Para tipologias de produtos-alvo (janelas ou portas) que tenham dimensões nominais (altura e largura da esquadria) menores que as especificadas no certificado de conformidade, consideraremos que essas tipologias também atendem às exigências da norma ABNT NBR 10821 e NBR 15930, caso sejam mantidas as mesmas características de projeto, matéria-prima e acessórios.
NOTA 1: A Afeaço em conjunto com as empresas qualificadas, estarão desenvolvendo estudos, com o apoio da entidade de gestão técnica, para o desenvolvimento de uma tabela de tolerâncias, a partir dos produtos-alvo ensaiados nas suas dimensões nominais e superiores especificadas nos certificados de conformidade.
NOTA 2: Após os produtos terem sido aprovados nos estudos/ensaios realizados, em conformidade com as exigências da norma ABNT NBR 10821 e NBR 15930, desde que mantidas as mesmas características de projeto e matéria-prima dos produtos inicialmente certificados, as tolerâncias nas dimensões nominais constarão nos atestados de qualificação dos produtos-alvo.
8.5 Normas Técnicas
As normas técnicas que são referências para os ensaios de aprovação no Programa Setorial da Qualidade de Esquadrias de Aço estão relacionadas no item 3 deste documento.
8.6 Fundamentos Técnicos
As condições, responsabilidades e procedimentos descritos neste documento estão de acordo com o regimento do Sistema de Qualificação de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos – SiMaC, do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H.
9 AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE
9.1 Critérios para avaliação da conformidade (Empresas Qualificadas)
O IBELQ disponibiliza, através do documento Procedimento de Manutenção da Qualificação POP 009, a sistemática de auditoria dos produtos-alvo, estabelecendo a metodologia de auditoria, amostragem, coleta e ensaios, atendendo ao preconizado na norma técnica do produto.
O atendimento aos requisitos definidos no POP 009 garante um nível de confiabilidade de que os produtos-alvo do PSQ atendem as normas técnicas.
9.2 Critérios para avaliação da conformidade (Empresas em Credenciamento/Qualificação) O IBELQ disponibiliza, através do documento Procedimento Qualificação POP 008, a sistemática de auditoria dos produtos-alvo, estabelecendo a metodologia de auditoria, amostragem, coleta e ensaios, atendendo ao preconizado na norma técnica do produto.
O atendimento aos requisitos definidos no POP 008 garante um nível de confiabilidade de que os produtos-alvo do PSQ atendem as normas técnicas.
9.3 Critérios para Desqualificação
O IBELQ disponibiliza, através dos documentos: Procedimento de Manutenção da Qualificação – POP 009 e Procedimento para Tratamento dos Desvios no Processo de Avaliação da Conformidade – POP 003, a sistemática de tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade, conforme descrito a seguir:
Caso ocorram não conformidades em qualquer dos produtos ensaiados durante esta fase, a qualificação do produto não conforme será suspensa até a solução do problema;
Se, depois de concedida o Atestado de Conformidade ou durante o processo de concessão, ocorrer mudanças nas normas técnicas pertinentes ao produto, o IBELQ deverá conceder um prazo que permita aos fabricantes qualificados a adequação dos produtos aos requisitos modificados.
9.3.1 Tratamento dos desvios no processo de avaliação da conformidade 9.3.1.1 Tratamento de não conformidades no processo de acompanhamento
O prazo máximo para a empresa encaminhar ao IBELQ as evidências da implementação das ações corretivas decorrentes das não conformidades identificadas durante o processo de acompanhamento é de 90 (noventa) dias corridos.
Prazos maiores poderão ser acordados, desde que formalmente solicitados pela empresa, justificados e considerada sua pertinência pelo IBELQ.
O IBELQ deve avaliar a eficácia das ações corretivas implementadas.
9.3.1.2 Tratamento de produtos/serviços não conformes no mercado
No caso da ocorrência de produtos/serviços não conformes no mercado e, dependendo do grau de risco associado à não conformidade, o IBELQ deve avaliar a ação adequada.
9.3.1.3 Tratamento de reclamações
A empresa deve dispor de uma sistemática para o tratamento de reclamações de seus clientes,
contemplando os seguintes requisitos, a depender das especificidades do objeto do programa:
a) Uma Política para Tratamento das Reclamações, assinada pelo seu executivo maior, que evidencie que a empresa:
• Valoriza e dá efetivo tratamento às reclamações apresentadas por seus clientes;
• Conhece e se compromete a cumprir e se sujeitar às penalidades previstas nas leis;
• Estimula e analisa os resultados, bem como toma providências devidas, em função das estatísticas das reclamações recebidas;
• Define responsabilidades quanto ao tratamento das reclamações.
b) Uma pessoa ou equipe formalmente designada, devidamente capacitada e com liberdade para o devido tratamento às reclamações;
c) O desenvolvimento de programa de treinamento para a pessoa ou equipe responsável pelo tratamento das reclamações, bem como para as demais envolvidas, contemplando pelo menos os seguintes tópicos:
• Regulamentos e normas aplicáveis aos produtos, processos, serviços, pessoas ou sistemas de gestão;
• Noções sobre a Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, que dispõe sobre a proteção do consumidor;
• Noções de relacionamento interpessoal;
• Política para tratamento das reclamações;
• Procedimento para tratamento das reclamações.
d) Quando pertinente, instalações separadas e de fácil acesso aos clientes que desejarem formular reclamações, bem como placas indicativas e cartazes afixados estimulando as reclamações e informando sobre como e onde reclamar;
e) Procedimento para tratamento das reclamações, que deve contemplar um formulário simples de registro da reclamação pelo cliente, bem como rastreamento, investigação, resposta, resolução e fechamento da reclamação;
f) Devidos registros de cada uma das reclamações apresentadas e tratadas;
g) Mapa que permita visualizar com facilidade a situação de cada uma das reclamações apresentadas pelos clientes nos últimos 18 meses;
h) Estatísticas que evidenciem o número de reclamações formuladas nos últimos 18 meses e o tempo médio de resolução;
i) Realização de análise crítica semestral das estatísticas das reclamações recebidas e evidências da implementação das correspondentes ações corretivas, bem como das oportunidades de melhorias.
10. CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA CLASSIFICAÇÃO DAS ESQUADRIAS
10.1 Desempenho das Esquadrias de Aço
As esquadrias externas para edificações (janelas e portas) de uso residencial e comercial devem atender aos requisitos da norma ABNT NBR 10821–2, visando assegurar ao consumidor o recebimento dos produtos com condições mínimas exigíveis de desempenho.
10.2 Ensaios de Verificação nas Esquadrias de Aço
O produto final, esquadria (janela), deve atender os parâmetros de sua classificação (região e número de pavimentos) e desempenho ao qual foi destinado, no mínimo para:
• Região I do país (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Dois Pavimentos (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Desempenho Mínimo (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Os requisitos de resistência à corrosão devem atender as mesmas exigências definidas para as janelas (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Ser aprovado nos ensaios de permeabilidade ao ar, estanqueidade à água, resistência a cargas uniformemente distribuídas, resistência às operações de manuseio e manutenção da segurança durante os ensaios de resistência as operações de manuseio (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Quando utilizados os componentes: vidros e guarnições elastoméricas devem atender as exigências definidas para as janelas (Conforme ABNT NBR 10821–2), e as normas especificas destes componentes a seguir:
o Guarnições elastoméricas – devem atender as exigências da ABNT NBR 13756;
o Vidros – devem atender as exigências da ABNT NBR 7199.
O produto final, esquadria (porta externa), deve atender os parâmetros de desempenho ao qual foi destinado, no mínimo para:
• Os requisitos de resistência à corrosão devem atender as mesmas exigências definidas para as janelas (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Ser aprovado nos ensaios de resistência às operações de manuseio e manutenção da segurança durante os ensaios de resistência as operações de manuseio (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Quando utilizados os componentes: fechaduras, vidros e guarnições elastoméricas devem atender as exigências definidas para as portas externas (Conforme ABNT NBR 10821–2), e as normas especificas destes componentes a seguir:
o Fechaduras – devem atender as exigências da ABNT NBR 14913;
o Guarnições elastoméricas – devem atender as exigências da ABNT NBR 13756;
o Vidros – devem atender as exigências da ABNT NBR 7199.
O produto final, esquadria (porta interna – batente metálico com a folha de porta de madeira), deve atender os parâmetros de desempenho ao qual foi destinado, no mínimo para:
• Os requisitos de resistência à corrosão devem atender as mesmas exigências definidas para as janelas (Conforme ABNT NBR 10821–2);
• Ser aprovado nos ensaios de resistência aos esforços mecânicos gerais e ensaios de esforços mecânicos específicos (Conforme ABNT NBR 15930–2 – Anexos E e F).
• Quando utilizados os componentes: fechaduras, vidros e guarnições elastoméricas devem atender as exigências definidas para as portas internas (Conforme ABNT NBR 10821–2), e as normas especificas destes componentes a seguir:
o Fechaduras – devem atender as exigências da ABNT NBR 14913;
o Guarnições elastoméricas – devem atender as exigências da ABNT NBR 13756;
o Vidros – devem atender as exigências da ABNT NBR 7199.
NOTAS:
1) Caso o processo de tratamento de superfície e pintura (primer anticorrosivo ou pintura de
acabamento) utilizado para as janelas e/ou portas seja o mesmo, e se a empresa já tiver realizado o
ensaio acelerado cíclico de corrosão para uma das tipologias de produtos e a mesma tiver sido aprovada, ela poderá validar o processo de tratamento de superfície e pintura (primer anticorrosivo ou pintura de acabamento) para as outras tipologias fabricadas.
2) O Atestado de Conformidade emitido pela Entidade de Gestão Técnica deve ser emitido individualmente para cada modelo de produto ensaiado e deverá conter, obrigatoriamente, no mínimo as informações conforme especificadas em 10.2 deste documento;
3) Para cada modelo de janela ou porta, deve ser realizado 01 (um) único conjunto de ensaios, conforme descrito acima. Qualquer alteração de projeto deve ser comunicada e aprovada pela Entidade de Gestão Técnica.
O IBELQ disponibiliza, através dos documentos apresentados a seguir, a sistemática de auditoria dos produtos-alvo, estabelecendo a metodologia de auditoria, amostragem, coleta e ensaios, atendendo ao preconizado na norma técnica do produto:
a) Procedimento Qualificação POP 008;
b) Procedimento de Manutenção da Qualificação POP 009.
10.3 Marca do Fabricante e Identificação do Produto
A marca do fabricante deve estar gravada de forma indelével no produto, em local visível, após instalação, nos modelos que o fabricante deseja qualificar.
A linha de produtos à qual pertence deve estar identificada no produto, gravada ou através de etiqueta, em local visível.
O fabricante deve informar através de catálogos, etiquetas fixadas nas esquadrias ou manuais de instalação e garantia o número da norma (ABNT NBR 10821), a pressão máxima de carga de vento a que a esquadria resiste, bem como as classes de utilização de estanqueidade à água e permeabilidade ao ar às quais atende. Sugere-se o uso da descrição apresentada no Anexo A da ABNT NBR 10821-2, apresentada no Anexo A, deste documento.
Apenas o fabricante qualificado pode utilizar o logo do PBQP-H atendendo aos requisitos apresentados no item “5.2.3 d)” deste documento, conforme Regimento do sistema de Qualificação de empresas de Materiais, Componentes e sistemas Construtivos - SiMaC.
10.4 Informações ao Consumidor e Instalação na Obra
A empresa deve elaborar e fornecer ao consumidor, catálogos ou manuais técnicos com informações sobre o manuseio, instalação e manutenção do produto.
O manual técnico deve conter, no mínimo, as seguintes informações:
• Instruções sobre as condições do vão em que será instalado o produto;
• Instruções sobre a forma de instalação do produto;
• Instruções sobre a necessidade de pintura de acabamento, forma de aplicação e tipo de tinta a ser utilizado no produto, compatível com o tipo de primer aplicado na fábrica;
• Instruções sobre a manutenção e limpeza do produto;
• Recomendações importantes sobre assistência técnica, serviço de atendimento ao consumidor e cuidados especiais;
• Recomendações sobre a espessura do vidro a ser utilizado (no mínimo, a espessura que consta no laudo dos ensaios);
• Recomendações sobre o peso admissível da folha da porta de madeira para o batente
metálico utilizado.
11. DOCUMENTOS DE INFORMAÇÃO SOBRE O PROGRAMA
Deverão ser emitidos os seguintes relatórios por parte do IBELQ, com ciência da AFEAÇO:
11.1 Relatório de Atividade Técnica
Este relatório, resultante do evento de auditoria, é enviado exclusivamente à empresa auditada.
Seu conteúdo é confidencial e contém, no mínimo, as seguintes informações:
a) Nome da empresa auditada;
b) Endereço da empresa auditada;
c) Nome(s) do(s) auditor(es);
d) Nome da pessoa de contato;
e) Data de realização;
f) Descrição do escopo de auditoria a ser realizado;
g) Sumário das atividades realizadas e resultados;
h) Descrição das observações e não conformidades evidenciadas, caso ocorram;
i) Conclusão e parecer técnico da gerência de produtos da ABNT.
11.2 Relatório Setorial
Este relatório é enviado trimestralmente à AFEAÇO, e ao PBQP-H/SiMaC. Apresenta a situação do setor verificada no trimestre em questão, para as empresas participantes e marcas acompanhadas, e também a evolução para as empresas participantes em relação à conformidade desejada sem, no entanto, fornecer nomes ou informações sobre os mesmos.
A AFEAÇO disponibiliza a informação sobre todas as empresas e produtos-alvo aprovados através do endereço eletrônico http://www.afeaco.com.br/Dados_do_setor/7,tabela-de-qualificacao- dos-produtos-alvo.
Os relatórios setoriais apresentam também as classificações das empresas conforme a avaliação da conformidade.
As análises e resultados apresentados neste relatório têm como objetivo orientar a AFEAÇO no estabelecimento de suas políticas setoriais de qualidade e produtividade.
A divulgação dos resultados do Relatório Setorial será feita pela AFEAÇO, junto às entidades parceiras e apoiadoras do programa.
O objetivo deste documento é apresentar aos usuários do produto, revendedores de materiais de construção, construtoras e associações setoriais, a situação do setor de fabricantes de esquadrias de aço, no período avaliado, em relação às exigências da:
• ABNT NBR 10821–2 – Esquadrias externas para edificações – Requisitos e Classificação;
• ABNT NBR 15930 – Parte 2 – Portas de madeira para edificações – Requisitos.
Deverão ser emitidos os seguintes relatórios por parte da AFEAÇO, com ciência do IBELQ:
11.3 Texto de Referência do Programa Setorial da Qualidade
Este documento é enviado semestralmente ao IBELQ, e ao PBQP-H/SiMaC, contendo: o objetivo do PSQ de Esquadrias de Aço, diretrizes básicas, histórico e situação atual, cronograma das ações a serem desenvolvidas no âmbito do programa, indicador de conformidade, parcerias e outros assuntos de interesse. O mesmo será atualizado conforme evolução deste PSQ.
11.4 Relatório de Acompanhamento do Programa Setorial da Qualidade
Este documento é enviado semestralmente ao IBELQ, e ao PBQP-H/SiMaC. Tem como objetivo descrever sucintamente as atividades realizadas no ano anterior. Além disso, mostra os resultados alcançados no programa e apresenta a evolução da qualidade do setor durante o último ano.
Deve conter informações referentes à:
• Reuniões no âmbito do PSQ;
• Relação de empresas auditadas no período;
• Quantidade de amostras enviadas aos laboratórios credenciados;
• Atividades institucionais desenvolvidas;
• Atividades relacionadas à normalização de produtos;
• Documentos elaborados no período.
11.5 Reuniões Setoriais
No âmbito do Programa Setorial da Qualidade são realizadas reuniões setoriais para discussão de assuntos de interesse do setor, sejam eles técnicos e/ou institucionais. A periodicidade, as datas e assuntos tratados nas reuniões são definidos pela Entidade Setorial Nacional Mantenedora do PSQ de Esquadrias de Aço.
As reuniões deverão ser agendadas com antecedência mínima de 07 (sete) dias, a partir do encaminhamento de uma pauta detalhando os assuntos a serem tratados. Após a reunião, a AFEAÇO elaborará uma ata e a encaminhará a todas as empresas participantes do programa, presentes ou não na reunião.
A empresa que participou da reunião terá o prazo máximo de 10 (dez) dias, após o recebimento da ata de reunião, para contestar qualquer assunto detalhado no documento. Caso não haja contestação, a ata será considerada aprovada e as decisões tomadas passarão a ser adotadas como regras do programa.
12. PRÓXIMAS AÇÕES DO PROGRAMA
A partir da evolução apresentada nos documentos de informação do PSQ de Esquadrias de Aço (ver item 11 deste documento), serão implementadas as próximas ações do programa, conforme descrito a seguir:
• Ampliação da gama de produtos-alvo do programa, incluindo outras tipologias de esquadrias (janelas e portas) não previstas atualmente;
• Divulgar nos meios de comunicação da construção civil (Jornais, Revistas, entidades parceiras)
os fabricantes com produtos que estão Qualificados.
ANEXOS
Anexo A.1 (informativo)
Modelo de etiqueta para identificação da classificação e do desempenho de esquadrias
Fabricante: (nome ou logomarca do fabricante)
Produto Janela de correr 02 folhas
Dimensão: altura x largura 1 000 x1 200 mm
Espessura e tipo do vidro monolítico com 4 mm
CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO (ABNT NBR 10821)
Região
do país Quant.
paviment.
NÍVEL DE DESEMPENHO Mínimo (M) III 02
RESISTÊNCIA À CORROSÃO
(Específica para esquadrias de aço) Pintura Mínima (CM) 02 Ciclos ISOLAÇÃO SONORA
Classificação
Índice de redução sonora ponderado (R
w) – ___dB
Classificação D (vide selo) APLICAÇÃO:
- Edificação com até dois pavimentos (térreo mais um pavimento);
- Deve ser utilizada em regiões com baixo ruído externo REGIÃO DE UTILIZAÇÃO:
Demarcar a região do mapa - São Paulo – Capital
- São Paulo – Litoral - Grande ABC
- Norte de Mato Grosso do Sul - Sul de Mato Grosso e Goiás - Norte de Amazonas e Roraima
40 45
30