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OFICINAS DE APOSENTADORIA E PENSÃO

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Academic year: 2021

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INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA  DIRETORIA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA – DA 

COORDENAÇÃO­GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS – DAH 

     

 

   

 OFICINAS DE APOSENTADORIA E PENSÃO 

1º POLO – 10 A 14 DE ABRIL DE 2010  BELÉM/PA 

                      Instrutoria: 

Ibrandina Maria de Fátima Santos  Assistente Técnico – DAH­1 

Clarice Andrade Souto 

Substituta do Chefe do Serviço de Cadastro e Lotação  – DAH­1  Realização:  

 Coordenação­Geral de Gestão de Pessoas   

 

(2)

2 Apresentação 

 

Caros Colegas, 

Estamos começando a colher os frutos do Encontro Nacional de Gestão de Pessoas realizado em  Anápolis/GO, no período de 06 a 09 de abril de 2010. 

O  projeto  “Oficinas  de  Aposentadoria  e  Pensão,  com  ênfase  nos  sistemas  SIAPE/SIAPECAD  e  SISAC”  tomou  corpo  a  partir  das  reivindicações  de  vocês,  nos  trabalhos  realizados  durante  aquele evento.  

Meu  desejo  é  que  no  decorrer  desta  semana  vocês  esclareçam  suas  dúvidas,  estudem  com  carinho os casos selecionados por cada um dos participantes da oficina, e acumulem o máximo  de conhecimento possível. 

Meu  conselho  é  que  ao  retornar  às  suas  Superintendências,  apliquem  e  compartilhem  este  conhecimento com seus colegas. 

Atenciosamente,  Ronaldo Alves 

Coordenador‐Geral de Gestão de Pessoas   

               

 

     

(3)

Sumário 

I.  REGRAS BASICAS DE APOSENTADORIAS VIGENTES A PARTIR DE 1/01/2004... 4 

1. Regra do Direito Adquirido. ... 4 

2. Regra de Transição Vigente a partir de 31/12/2003). ... 10 

3 ­ Regra Geral ­ com base na remuneração contributiva (art.40 §§ 3º e 17 da constituição  federal) ... 14 

II. VANTAGENS INCORPORAVEIS À APOSENTADORIA ... 18 

1. Artigo 192 da Lei 8.112/90. ... 18 

2. Artigo 193 da Lei 8.112/90 (revogado pela MP 831/95, de 19/01/95). ... 19 

3. Vantagem de quintos/décimos, atual VPNI – artigo 62/A da Lei nº 8.112/90: ... 19 

4. Gratificação de Desempenho ... 20 

III. TEMPO DE SERVIÇO/CONTRIBUIÇÃO ... 20 

1. Aluno Aprendiz ... 20 

2. Atividade Rural ... 21 

IV. INSTRUÇÃO PROCESSUAL ... 23 

1. Roteiro para instrução do processo de concessão de Abono de Permanência ... 23 

2. Roteiro para instrução do processo de concessão de Aposentadoria. ... 23 

3. Roteiro para instrução do processo de concessão de Pensão. ... 24 

4. Modelos – Abono de Permanência ... 25 

5.  Modelos – Aposentadoria. ... 30 

5.9 ­ DECLARAÇÃO DE ACUMULAÇÃO DE CARGO, EMPREGO, FUNÇÃO PÚBLICA OU  PROVENTOS. ... 38 

6. Modelos de Portarias. ... 39 

7. Tabelas ... 42 

V. BIBLIOGRAFIA E LEITURA RECOMEDADA ... 47   

(4)

4

I.  REGRAS BASICAS DE APOSENTADORIAS VIGENTES A PARTIR DE  1/01/2004 

1. Regra do Direito Adquirido. 

 

1.1.Vigente até 16/12/1998 – Com base na Constituição Federal de 1988 (Redação Original). 

O artigo 3º da Emenda Constitucional nº 20/98 assegura aposentadoria ao servidor público, que  até 16/12/98, tenha cumprido todos os requisitos exigidos nos termos dos diplomas legais até  então vigentes, com proventos calculados de acordo com a legislação em vigor à época em que  foram atendidas as prescrições nela estabelecidas, ficando preservado o direito de opção pelas  normas vigentes à época da solicitação da aposentadoria. Este direito foi preservado por força  do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003. 

Nesta  regra,  existe  a  possibilidade  de  que  a  remuneração  da  aposentadoria  seja  superior  à  remuneração do servidor na atividade. 

1.1.1. Voluntária com Proventos Integrais  a) Requisitos: 

•  Trinta e cinco anos de tempo de serviço se homem e trinta anos se mulher. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  40,  inciso  III,  alínea  “a”,  da  Constituição  Federal  em  sua  redação  original,  combinado com o art. 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão, no Diário oficial da união. 

d) Base de cálculo dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

1.1.2. Voluntária com Proventos Proporcionais ao Tempo de Serviço  a) Requisitos: 

•  Trinta anos de tempo de serviço, se homem e vinte e cinco anos, se mulher. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  40,  inciso  III,  alínea  “c”,  da  Constituição  Federal  em  sua  redação  original,  combinado com o art. 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003. 

c) Vigência: 

(5)

• A partir da publicação da Portaria de concessão, no Diário oficial da união. 

d) Base de cálculo dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

1.1.3. Voluntária por Idade com Proventos Proporcionais ao Tempo de Serviço: 

a) Requisitos: 

•  Idade mínima de sessenta e cinco anos, se homem e sessenta anos, se mulher. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  40,  inciso  III,  alínea  “d”,  da  Constituição  Federal  em  sua  redação  original,  combinado com o art. 3º da Emenda Constitucional nº 20/1998. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão, no Diário oficial da união. 

d) Base de cálculo dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

1.1.4 ­ Invalidez com Proventos Integrais: 

a) Requisitos: 

•  Laudo médico expedido por Junta Médica Oficial, onde conste expressamente o nome  e a natureza da moléstia grave, contagiosa ou incurável, especificada em Lei, sendo  desnecessário,  desde  que  haja  correspondência  entre  a  nomenclatura  do  Código  Internacional de Doenças – CID e a referida na Lei brasileira, conforme Sumula TCU  nº 58, ou ainda, que a invalidez tenha sido motivada por doença profissional ou de  acidente em serviço, conforme o caso. 

b) Fundamento Legal: 

• Art. 40, inciso I, da Constituição Federal, em sua redação original, combinado com o  art.  3º  da  Emenda  Constitucional  nº  20/1998.  Neste  caso  deverá  ser  informado  na  Portaria que se trata de aposentadoria com proventos integrais. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria, no Diário oficial da união. 

d) Base de cálculo dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

(6)

6 1.1.5 ­ Invalidez com Proventos Proporcionais ao Tempo de Serviço: 

a) Requisitos: 

•  Laudo  médico  expedido  por  Junta  Médica  Oficial,  atestando  a  inaptidão  para  o  desempenho  de  atividades  em  cargo  público,  decorrente  de  doenças  não  especificadas em Lei, profissionais, ou acidentes não considerados como de trabalho. 

b) Fundamento Legal: 

• Art. 40, inciso I, da Constituição Federal, em sua redação original, combinado com o  art. 3º da Emenda Constitucional nº 20/1998. 

• Neste  caso  deverá  ser  informado  na  Portaria  que  se  trata  de  aposentadoria  com  proventos proporcionais à fração específica. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria, no Diário oficial da união. 

d) Base de cálculo dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

1.2.  Vigente  de  16/12/1998  31/12/2003  –  Com  base  na  Transição  da  Emenda  Constitucional nº 20/1998 – Estabelecida pelo art. 8º da Emenda constitucional nº 20/98, para  concessão de aposentadoria voluntária, com proventos calculados com base na remuneração do  servidor no cargo efetivo em que ocorrerá a aposentadoria, ressalvado o direto de opção pelas  demais normas por ela estabelecida, ao servidor público, que tenha ingressado regularmente em  cargo efetivo na Administração Pública, direta, autárquica e fundacional, até a data de publicação  da referida Emenda, ou seja, 16/12/98.  

Direito preservado por força do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, cujas modalidades  relevantes são: 

1.2.1 ­ Voluntária com Proventos Integrais. 

a) Requisitos: 

• Idade  mínima  de  cinqüenta  e  três  anos  para  homem  e  quarenta  e  oito  anos  para  mulher. 

• Cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. 

• Tempo  de  Contribuição  mínima,  igual  à  soma  de  trinta  e  cinco  anos,  se  homem  e  trinta anos, se mulher, mais um período adicional de contribuição equivalente a 20% 

(vinte por cento) do tempo que, em 16/12/98, faltaria para atingir o limite mínimo  de tempo exigido para aposentadoria integral (data limite em 31/12/2003). 

b) Fundamento Legal: 

(7)

• Art.  8º,  incisos,  I.  II  e  III,  alíneas  “a”  e  “b”,  da  Emenda  Constitucional  nº  20/98,  combinado com o art 3º da Emenda Constitucional nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário oficial da união. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo,  acrescidos  das  vantagens  incorporáveis à aposentadoria, atendidos os requisitos legais específicos. 

1.2.2 ‐ Voluntária com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição. 

a) Requisitos: 

• Idade  mínima  de  cinqüenta  e  três  anos  para  homem  e  quarenta  e  oito  anos  para  mulher. 

• Cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. 

• Tempo  de  Contribuição  mínima,  igual  à  soma  de  trinta  e  cinco  anos,  se  homem  e  trinta  anos,  se  mulher,  e  um  período  adicional  de  contribuição  equivalente  a  40% 

(quarenta  por  cento)  do  tempo  que,  em  16/12/98,  faltaria  para  atingir  o  limite  de  tempo constante do item anterior. (data limite em 31/12/2003). 

b) Fundamento Legal: 

• Art. 8º, §1º da Emenda Constitucional nº 20/98, combinado com o art 3º da Emenda  Constitucional nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário oficial da união. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com base na remuneração do servidor no cargo efetivo, a contar de 70% (setenta por  cento)  do  valor  máximo  da  remuneração  que  o  servidor  poderia  obter  na  aposentadoria integral, acrescido de 5% (cinco por cento), a cada ano de contribuição  que superar o tempo necessário para concessão da aposentadoria. 

1.3  ­ Vigente de 16/12/1998 a 31/12/2003  –  Com  base  no  art.  40  da  Constituição  Federal,  com redação dada pela Emenda Constitucional nº 20/1998. Direito preservado por força do art. 

3º da Emenda Constitucional nº 41/2003, cujas modalidades relevantes são: 

1.3.1 ­ Voluntária com Proventos Integrais: 

a) Requisitos: 

• Contar  com  dez  anos  de  efetivo  exercício  no  serviço  público,  podendo  ser  federal,  estadual, municipal ou distrital; 

(8)

8

• Contar com cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria, e 

• Comprovar idade mínima de sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição,  se homem, e de cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher. 

b) Fundamento Legal 

• Art. 40, § 1º, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal, com a redação dada pela  Emenda Constitucional nº 20/98 combinado com o art. 3º da Emenda Constitucional  nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo  em  que  se  der  a  aposentadoria. 

1.3.2 ­ Voluntária por Idade, com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição: 

a) Requisitos: 

• Contar  dez  anos  de  efetivo  exercício  no  serviço  público,  podendo  ser  federal,  estadual, municipal ou distrital; 

• Contar com cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria, e 

• Comprovar idade mínima de sessenta e cinco anos de idade, se homem, e de sessenta  anos de idade, se mulher. 

b) Fundamento Legal 

• Art. 40, § 1º, inciso III, alínea “b”, da Constituição Federal, com a redação dada pela  Emenda Constitucional nº 20/98 combinado com o art. 3º da Emenda Constitucional  nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo  em  que  se  der  a  aposentadoria. 

1.3.3 ­ Invalidez, com Proventos Integrais: 

a) Requisitos: 

• Laudo médico expedido por Junta Médica Oficial, onde conste expressamente o nome 

(9)

e a natureza da moléstia grave, contagiosa ou incurável, especificada em Lei, sendo  desnecessário,  desde  que  haja  correspondência  entre  a  nomenclatura  do  Código  Internacional de Doenças – CID e a referida na Lei brasileira, conforme Sumula TCU  nº 58, ou ainda, que a invalidez tenha sido motivada por doença profissional ou de  acidente em serviço, conforme o caso. 

b) Fundamento Legal 

• Art.  40,  §  1º,  inciso  I,  da  Constituição  Federal,  com  a  redação  dada  pela  Emenda  Constitucional  nº  20/98  combinado  com  o  art.  3º  da  Emenda  Constitucional  nº  41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo  em  que  se  der  a  aposentadoria. 

1.3.4 ­ Invalidez, com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição. 

a) Requisitos: 

• Laudo  médico  expedido  por  Junta  Médica  Oficial,  atestando  a  inaptidão  para  o  desempenho  de  atividades  em  cargo  público,  decorrente  de  doenças  não  especificadas em Lei ou acidentes não considerados como de trabalho. 

b) Fundamento Legal 

• Art.  40,  §  1º,  inciso  I,  da  Constituição  Federal,  com  a  redação  dada  pela  Emenda  Constitucional  nº  20/98  combinado  com  o  art.  3º  da  Emenda  Constitucional  nº  41/2003. 

• Neste  caso  deverá  ser  informado  na  Portaria  que  se  trata  de  aposentadoria  com  proventos proporcionais à uma fração específica. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Com  base  na  remuneração  do  servidor  no  cargo  efetivo  em  que  se  der  a  aposentadoria. 

1.4 ­ Paridade. 

• O artigo 7º da Emenda Constitucional nº 41/2003, estabelece que os servidores públicos  titulares de cargo efetivo e as pensões dos seus dependentes pagos pela União, Estados,  Distrito  Federal  e  Municípios,  incluídas  as  suas  autarquias  e  fundações,  em  fruição  na 

(10)

10 data  de  publicação  desta  Emenda,  bem  como  os  proventos  de  aposentadoria  dos  servidores  e  as  pensões  dos  dependentes  abrangidos  pelo  art.  3º  desta  Emenda,  serão  revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração  dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e pensionistas  quaisquer  benefícios  ou  vantagens  posteriormente  concedidos  aos  servidores  em  atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou  função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da  pensão, na forma da lei. 

1.5 – Abono de Permanência. 

 

• O artigo 3º § 1º da EMC 41/2003 estabelece que o servidor que opte por permanecer em  atividade  tendo  completado  as  exigências  para  aposentadoria  voluntária  e  que  conte  com,  no  mínimo,  vinte  e  cinco  anos  de  contribuição,  se  mulher,  ou  trinta  anos  de  contribuição, se homem, fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua  contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória. 

 

2. Regra de Transição Vigente a partir de 31/12/2003). 

 

O artigo 2º da EMC nº 41/2003 assegura o direito de opção pela aposentadoria voluntária àquele  que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração Pública direta, autárquica  e  fundacional,  até  a  data  de  publicação  da  Emenda  Constitucional  nº  20/98  (16/12/98),  com  proventos  calculados  de  acordo  com  o  art.40  §§  3º  e  17,  da  Constituição  Federal,  ou  seja,  no  cálculo  dos  proventos  da  aposentadoria,  por  ocasião  da  sua  concessão,  serão  consideradas  as  remunerações  utilizadas  como  base  para  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência de que tratam este artigo e o art. 201, (Regime Geral da Previdência Social) na forma  da  lei,  quando  o  servidor,  cumulativamente,  atender  os  requisitos  de  acordo  com  os  tipos  de  aposentação a seguir: 

2.1 – Combase na remuneração Contributiva (ART.40 §§ 3º e 17 da Constituição Federal  (Com Redutores de  3,5% ou 5%). 

2.1.1 – Aposentadoria Voluntária com Proventos Integrais/Proporcionais ­ Requisitos  atendidos até  31/12/2005. 

a) Requisitos: 

• Idade mínima de cinqüenta e três anos, se homem, e quarenta e oito anos, se mulher; 

• Cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria; e 

• Tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de trinta e cinco anos, se homem, e  trinta anos, se mulher, mais um período adicional de contribuição equivalente a vinte  por cento do tempo que, a partir de 16/12/98, faltaria para atingir o limite de tempo  mínimo para aposentadoria integral. 

• Atendendo os requisitos acima até 31/12/2005, os proventos da aposentadoria serão  reduzidos na proporção de três e meio por cento para cada ano antecipado em relação 

(11)

aos  limites  de  idade  estabelecidos  no  art.  40  §  1º,  inciso  III,  alínea  a,  da  Constituição  Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 41/2003. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  2º,  incisos  I,  II,  e  III  alíneas  “a”  e  “b”  §  1º,  inciso  I,  da  Emenda  Constitucional  41/2003, combinado com a Lei nº 10.887/2004. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

2.1.2 ­ Voluntária com Proventos Integrais/Proporcionais ­ Requisitos atendidos a partir  de 01/01/2006. 

a) Requisitos: 

• Idade mínima de cinqüenta e três anos, se homem, e quarenta e oito anos, se mulher; 

• Cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria; e 

• Tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de trinta e cinco anos, se homem, e  trinta anos, se mulher, mais um período adicional de contribuição equivalente a vinte  por cento do tempo que, a partir de 16/12/98, faltaria para atingir o limite de tempo  constante do item anterior. 

• Atendendo os requisitos acima até 31/12/2005, os proventos da aposentadoria serão  reduzidos na proporção de cinco por cento para cada ano antecipado em relação aos  limites  de  idade,  estabelecidos  no  art.  40  §  1º,  inciso  III,  alínea  a,  da  Constituição  Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 41/2003. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  2º,  incisos  I,  II,  e  III  alíneas  “a”  e  “b”  §  1º,  inciso  II,  da  Emenda  Constitucional  41/2003, combinado com a Lei nº 10.887/2004. 

(12)

12 c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização do salário de contribuição considerada no cálculo dos benefícios do regime  geral de previdência social. 

• O  provento  calculado  é  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  e  não  poderá  ser  inferior  ao  salário  mínimo,  nem  superior  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

2.1.3 – Paridade: 

Não existe paridade para aposentadoria com fundamento no art. 2º da Emenda Constitucional  nº 41/2003, ou seja, os proventos de aposentadoria nos moldes deste artigo serão revistos na  mesma data em que for concedido o reajuste dos benefícios do Regime Geral da Previdência  Social. 

2.1.4 ­ Abono de Permanência 

O  artigo  2º  §  5º  da  EMC  41/2003  estabelece  que  o  servidor  que  tenha  completado  as  exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas nesta Regra de Transição, fará jus a um  abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar  as exigências para aposentadoria compulsória. 

2.2 – Com Base na Remuneração do Servidor no Cargo Efetivo. 

Esta  regra  de  aposentadoria  alcança  o  servidor  que  tenha  ingressado  no  serviço  público  até  a  data de publicação da Emenda Constitucional nº 41/2003, ou seja, 31/12/2003. 

O  artigo  6º  da  EMC  Nº  41/2003  estabelece  o  direito  de  opção  à  aposentadoria  pelas  normas  estabelecidas pelo art. 40 da Constituição Federal ou pelas regras estabelecidas pelo art. 2º desta  Emenda, o servidor da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas  autarquias e fundações, que tenha ingressado no serviço público até a data de publicação desta  Emenda  poderá  aposentar‐se  com  proventos  integrais,  que  corresponderão  à  totalidade  da  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, na forma da lei. 

 

a) Requisitos: 

• Contar com sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem. 

• Contar com cinqüenta e cinco anos de idade, e trinta de contribuição, se mulher. 

(13)

• Contar com vinte anos de efetivo exercício no serviço público. 

• Contar dez anos de carreira. 

• Contar cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  41/2003,  combinado  com  o  art.  2º  da  Emenda  Constitucional nº 47/2005. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculo dos Proventos: 

• Com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria  e) Observações: 

 

• O artigo 6º da Emenda Constitucional nº 41/2003 não prevê abono de permanência. 

• O  artigo  2º  da  Emenda  Constitucional  nº  47/2005  garante  paridade  ao  servidor  que  vier  a  se  aposentar  com  fundamento  no  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  41/2003. 

2.3 – Com Proventos Integrais. 

 

Esta  regra  de  aposentadoria  alcança  o  servidor  que  tenha  ingressado  no  serviço  público  até  a  data de publicação da Emenda Constitucional nº 20/98, ou seja, 16/12/1998. 

De acordo com o artigo 3º da EC Nº 47, de 05 de julho de 2005, ressalvado o direito de opção por  qualquer  regra  em  vigor  no  momento  da  aposentadoria,  o  servidor  da  União,  dos  Estados,  do  Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, que tenha ingressado  no serviço público até 16 de dezembro de 1998, poderá aposentar‐se com proventos integrais,  desde que preencha cumulativamente, as seguintes condições: 

a) Requisitos: 

• Ter ingressado regularmente no serviço publico até 16/12/98; 

• Contar  com  trinta  e  cinco  anos  de  contribuição,  se  homem,  e  trinta  anos  de  contribuição, se mulher; 

• Contar com vinte e cinco anos de efetivo exercício no serviço público; 

• Contar com quinze anos de carreira; 

• Cinco anos de efetivo exercício no cargo em que se der a aposentadoria; 

• Idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites do artigo 40, inciso III,  alínea “a”,  da Constituição Federal, de um ano na idade para cada ano de contribuição 

(14)

14 que exceder a condição prevista no inciso I, do caput deste artigo. 

b) Fundamento Legal: 

• Art. 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculo dos Proventos: 

• Integralidade da remuneração do servidor no ato da aposentadoria. 

e) Observações: 

• O artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005 não prevê abono de permanência. 

• Até  que  seja  firmado  entendimento  definitivo  quanto  a  questão  da  incorporação  da  GDARA  ou  GDAPA,  nas  aposentadoria  fundamentadas  por  este  artigo,também  deverá  ser  observada  a  legislação  que  instituiu  e  alterou  as  mencionadas  gratificações,  conforme orientado por intermédio da Nota Técnica nº 54/2010, da SRH/MP. 

3 ­ Regra Geral ­ com base na remuneração contributiva (art.40 §§ 3º e 17 da  constituição federal) 

 

A clientela a que se reporta o art. 40 da Constituição Federal de 1988, com a redação dada pela  Emenda Constitucional nº 41/2003, são os servidores titulares de cargos efetivos da União, dos  Estados,  do  Distrito  Federal  e  dos  Municípios,  incluídas  suas  autarquias  e  fundações,  onde  é  assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do  respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios  que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. 

Vale acrescentar que § 1º do referido artigo estabelece que esses servidores serão aposentados,  calculados  os  seus  proventos  a  partir  dos  valores  fixados  na  forma  dos  §  3º  do  mencionado  artigo, ou seja, os cálculos dos proventos de aposentadoria, por ocasião da sua concessão, levarão  em  conta  as  remunerações  utilizadas  como  base  para  as  contribuições  ao  regime  próprio  de  previdência  do  servidor  público  e  o  do  art.  201  (regime  geral),  na  forma  que  a  lei  vier  a  estabelecer.  

As remunerações contributivas serão atualizadas de acordo com o índice a ser estabelecido em  lei, pois assim dispõe o § 17 do artigo em espécie, atualmente regulamentado pelo art. 1º, § 1º, da  Lei nº 10.887/2004.  

  

3­1. Aposentadoria Voluntária com Proventos Integrais, na forma da Lei. 

a) Requisitos: 

• Contar dez anos de efetivo exercício no serviço público, podendo ser federal, estadual,  municipal ou distrital; 

(15)

• Contar cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e 

• Comprovar idade mínima de sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se  homem, e de cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher. 

b) Fundamento Legal: 

• Art.  40,  §  1º,  inciso  III,  alínea  “a”,  da  Constituição  Federal,  com  a  redação  dada  pelas  Emendas  Constitucional  nºs  20/1998  e  41/2003,  combinado  com  a  Lei  nº  10.887/2004. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário Oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

3.2 – Voluntária  Por Idade, com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição. 

a) Requisitos: 

• Contar  com  dez  anos  de  efetivo  exercício  no  serviço  público,  podendo  ser  federal,  estadual, municipal ou distrital; 

• Contar com cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e 

• Comprovar idade mínima de sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta, se  mulher. 

b) Fundamento Legal: 

• Art. 40, § 1º, inciso III, alínea “b”, com a redação dada pelas Emendas Constitucional nº  20/1998 e 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário oficial da União. 

(16)

16 d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

• Encontrada a média aritmética, fazer a proporcionalidade de acordo com o tempo de  contribuição. 

3.3. Invalidez ­ Proventos Integrais na Forma da Lei. 

a) Requisitos:  

• laudo médico expedido por junta médica Oficial, qualificada como   acidente em serviço  ou moléstia  profissional  ou doença grave, contagiosa ou incurável, na  forma da lei. O  nome  e  a  natureza  da  moléstia  grave,  contagiosa  ou  incurável  deverá  constar  expressamente  no  referido  laudo,  sendo  desnecessário,  desde  que  haja  correspondência  entre  a  nomenclatura  do  Código  Internacional  de  Doenças  ‐  CID  e  a  referida na lei brasileira, conforme Súmula n° 058/TCU. 

b) Fundamento Legal: 

• CF/88, art. 40, § 1º, inciso I, com a redação dada pela E.C. nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário oficial da União. 

  d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da 

(17)

aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

3.4. Invalidez com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição. 

a) Requisitos: 

• laudo médico expedido por junta médica Oficial, onde não tenha sido qualificada como    acidente em serviço ou moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,  na forma da lei.  

b) Fundamento Legal: 

• CF/88, art. 40, § 1º, inciso I, com a redação dada pela E.C. nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• A partir da publicação da Portaria de concessão no Diário oficial da União. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  80%  (oitenta  por  cento)  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

•   Encontrada a média aritmética, fazer a proporcionalidade de acordo com o tempo de  contribuição. 

3.5. Compulsória, com Proventos Proporcionais ao Tempo de Contribuição. 

a) Requisitos: 

• Setenta  anos de idade. 

b) Fundamento Legal: 

• CF/88, art. 40, § 1º, inciso II, com a redação dada pela E.C. nº 41/2003. 

c) Vigência: 

• O  dia  imediato  àquele  em  que  o  servidor  atingir  a  idade  limite  de  permanência  no 

(18)

18 serviço ativo, art. 187, da lei nº 8112/90. 

d) Cálculos dos Proventos: 

• Pela  média  aritmética  simples  das  maiores  remunerações,  utilizadas  como  base  as  contribuições  do  servidor  aos  regimes  de  previdência  a  que  esteve  vinculado,  correspondentes  a  oitenta  por  cento  de  todo  o  período  contributivo  desde  a  competência  julho  de  1994  ou  desde  a  do  início  da  contribuição,  se  posterior  àquela  competência. 

• As  remunerações  consideradas  no  cálculo  do  valor  inicial  dos  proventos  terão  seus  valores atualizados mês a mês de acordo com a variação integral do índice fixado para  atualização  do  salário  de  contribuição  considerados  no  cálculo  dos  benefícios  do  regime geral de previdência social. 

• Os  proventos  calculados  pela  média  aritmética,  por  ocasião  da  concessão  da  aposentadoria,  não  poderão  ser  inferiores  ao  salário  mínimo,  nem  superiores  à  remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. 

• Encontrada a média aritmética, fazer a proporcionalidade de acordo com o tempo de  contribuição. 

3.6. Paridade: 

• Não  existe  paridade  para  aposentadoria  com  fundamento  no  art.  40  da  Constituição  Federal,  na  redação  dada  pela  Emenda  Constitucional  nº  41/2003,  ou  seja,  os  proventos de aposentadoria nos moldes deste artigo serão revistos na mesma data em  que for concedido o reajuste dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social. 

3.7. Abono de Permanência 

• O § 19 do art. 40 da Constituição Federal, na redação dada pela Emenda Constitucional  nº  41/2003  estabelece  que  o  servidor  que  tenha  completado  as  exigências  para  aposentadoria voluntária na forma deste artigo e opte a permanecer em atividade, fará  jus  a  um  abono  de  permanência  equivalente  ao  valor  da  sua  contribuição  previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória. 

II. VANTAGENS INCORPORAVEIS À APOSENTADORIA  

 

1. Artigo 192 da Lei 8.112/90.  

• Devida  ao  servidor  que  completou  tempo  de  serviço  necessário  para  aposentadoria  integral  até  14/10/1996,  data  da  publicação  da  Medida  Provisória  1.522/96,  convertida na Lei nº 9.527/97, quando este artigo foi expressamente revogado. 

 

1.1. Vantagem do artigo 192, inciso I. 

• Alem  do  tempo  de  serviço  para  aposentadoria  integral  o  servidor  deverá  estar 

(19)

posicionado na classe inicial ou intermediária da carreira. Nunca na ultima classe. 

• O Servidor neste caso será aposentado com a remuneração do padrão da classe  imediatamente superior àquela em que se encontra posicionado. 

1.2. Vantagem do Artigo 192, inciso II. 

• Alem  do  tempo  de  serviço  para  aposentadoria  integral  o  Servidor  deverá  estar  posicionado na ultima classe da carreira, nunca na classe inicial ou intermediária. 

• O  servidor  neste  caso  será  aposentado  com  a  remuneração  do  padrão  em  que  se  encontra  posicionado,  acrescida  da  diferença  entre  esse  padrão  e  o  padrão  da  classe  imediatamente inferior. 

2. Artigo 193 da Lei 8.112/90 (revogado pela MP 831/95, de 19/01/95). 

• Fazia  jus  a  esta  vantagem  o  Servidor  que  em  19/01/95,  tivesse  completado  os  requisitos  necessários  para  aposentadoria  de  acordo  com  as  normas  então  vigentes  e  cumulativamente  contasse  com  cinco  anos  seguidos  ou  dez  anos  intercalados  de  exercício  de  função  de  direção,  chefia  assessoramento,  assistência  ou  cargo  em  comissão. 

• A partir de 09/12/2005, com a edição do Acórdão nº 2076/2005 – TCU – Plenário, foi  firmado novo entendimento com relação a esta vantagem, passando a ser possível a sua  incorporação  no  momento  da  aposentadoria  em  qualquer  tempo,  desde  que  atendida  até  18/01/95,  a  exigência  temporal  do  exercício  de  cinco  anos  seguidos  ou  dez  anos  intercalados  de  exercício  de  função  de  direção,  chefia,  assessoramento,  assistência  ou  cargo  em  comissão,  ainda  que  sem  os  requisitos  necessários  para  aposentadoria  em  qualquer modalidade. 

• A  opção  função  é  calculada  sobre  a  função  de  maior  valor,  desde  que  tenha  sido  exercida  por  no  mínimo  dois  anos,  caso  contrário,  incorpora‐se  a  de  valor  imediatamente  inferior  dentre  as  exercidas,    com  qualquer  tempo,  desde  que  recaia  exclusivamente sobre DAS. 

3. Vantagem de quintos/décimos, atual VPNI – artigo 62/A da Lei nº 8.112/90: 

 

• A Lei nº 8.911/94, de 11/07/94 regulamentou o artigo 62 da Lei nº 8.112/90, revogou  a  Lei  nº  6.732/79,  e  estendeu  o  direito  à  incorporação  de  quintos  aos  servidores  ex‐

celetistas amparados pelo artigo 243 da Lei nº 8.112/90. 

• A  vantagem  incorporava  à  remuneração  do  servidor  e  integra  os  proventos  de  aposentadoria, na proporção de um quinto por ano de exercício de função de direção,  chefia ou assessoramento, até o limite de cinco quintos. 

• Os  quintos/décimos  foram  extintos  a  partir  de  11/11/97,  por  intermédio  da  Medida  Provisória 1.595‐14, convertida na Lei 9.527/97, e as incorporações efetuadas até esta  data  ficam  transformadas  em  vantagem  pessoal  nominalmente  identificada,  sendo  assegurada a incorporação ou atualização, aos servidores que cumpriram as exigências  legais até então. 

(20)

20

• Tratando  do  mesmo  assunto,  a  Lei  9.624/98,  estende  a  possibilidade  de  novas  concessões e atualizações até 08/04/98. 

• Finalmente, a Medida Provisória 2.225/2001, com a inclusão do artigo 62/A na Lei nº  8.112/90,  transforma  definitivamente  os  quintos/décimos  em  Vantagem  Pessoal  Nominalmente Identificada – VPNI, tanto para os servidores em atividade quanto para  os aposentados. 

4. Gratificação de Desempenho 

4.1 ­  Gratificação de Desempenho de Atividade de Reforma Agrária – GDARA 

•   Incorpora‐se  aos  proventos  e  aposentadoria  ou  às  pensões,  observados  os  critérios  estabelecidos pela Lei nº . 11.090, de 7 de janeiro de 2005, com redação dada pela Medida  Provisória nº. 479, de 30 de dezembro de 2009, ou seja: 

• Nas aposentadorias concedidas a partir de 19 de fevereiro de 2004, com fundamento  no artigo 3º o 6º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e 3º da Emenda Constitucional  nº  47/2005,  aplica‐se  a  média  aritmética  simples  dos  valores  recebidos  nos  sessenta  meses  que  antecederam  a  aposentadoria,  e  nos  casos  de  recebimento  por  período  inferior  a  sessenta  meses,  incorpora‐se  cinqüenta  por  cento  do  valor  máximo  do  respectivo nível e padrão, aplicando‐se os mesmos critérios para as pensões. 

•  Nas aposentadorias e pensões concedidas a partir de 19 de fevereiro de 2004, não  incluídas  no  item  acima  mencionado,  aplica‐se  o  disposto  na  Lei  nº  10.887,  de  18  de  junho de 2004. 

4.2 ­ Gratificação de Desempenho de Atividade de Perito Federal Agrário – GDAPA. 

•   Incorpora‐se  aos  proventos  de  aposentadoria  e  às  pensões,  observados  os  critérios  estabelecidos na Lei nº 10.550, de 13 de novembro de 2002, ou seja: 

• A  média  aritmética  simples  dos  valores  recebidos  nos  últimos  sessenta  meses  que  antecederam  a  aposentadoria  e  quando  percebida  por  período  inferior  a  sessenta  meses, no valor correspondente a cinqüenta por cento do valor máximo do respectivo  nível e padrão. 

• Nas  aposentadorias  concedidas  a  partir  de  19  de  fevereiro  de  2004,  não  fundamentadas nos artigos 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41/2003, e artigo 3º da  Emenda  Constitucional  nº  47/2005,  aplica‐se  o  disposto  na  Lei  nº  10.887,  de  18  de  junho de 2004, aplicando‐se igual critério para as pensões. 

 

III. TEMPO DE SERVIÇO/CONTRIBUIÇÃO 

1. Aluno Aprendiz   

O entendimento atual do Tribunal de Contas da União sobre  o assunto é pela possibilidade do  computo  do  tempo  de  aluno  aprendiz  para  fins  de  aposentadoria  após  o  advento  da  Lei  nº  3.552/59, desde que devidamente comprovado mediante certidão de tempo de serviço emitida 

(21)

com  base  em  documentos  que  comprovem  o  labor  do  então  estudante  na  execução  de  encomendas  recebidas  pela  escola,  com  a  informação  expressa  do  período  trabalhado  e  da  remuneração recebida. 

O Acórdão nº. 2024/2005 ‐ TCU ‐ Plenário, item 9.3 assim dispões: 

“9.3.  determinar  à  Secretaria  Federal  de  Controle  Interno  que  oriente  as  diversas  escolas federais de ensino profissionalizante no sentido de que: 

9.3.1. a emissão de certidão de tempo de serviço de aluno‐aprendiz deve estar baseada  em  documentos  que  comprovem  o  labor  do  então  estudante  na  execução  de  encomendas  recebidas  pela  escola  e  deve  expressamente  mencionar  o  período  trabalhado, bem assim a remuneração percebida; 

9.3.2. a simples percepção de auxílio financeiro ou em bens não é condição suficiente  para  caracterizar  a  condição  de  aluno‐aprendiz,  uma  vez  que  pode  resultar  da  concessão de bolsas de estudo ou de subsídios diversos concedidos aos alunos; 

9.3.3. as certidões emitidas devem considerar apenas os períodos nos quais os alunos  efetivamente laboraram, ou seja, indevido o cômputo do período de férias escolares; 

9.3.4.  não  se  admite  a  existência  de  aluno‐aprendiz  para  as  séries  iniciais  anteriormente à edição da Lei n.º 3.552, de 16 de janeiro de 1959, a teor do art. 4º do  Decreto‐lei n.º 8.590, de 8 de janeiro de 1946.” 

2. Atividade Rural   

De acordo com o Acórdão nº. 740/2006­TCU­Plenário, o entendimento  do Tribunal de Contas  da União era pela possibilidade do aproveitamento do tempo de serviço laborado em atividade  rural para fins de aposentadoria estatutária somente mediante a comprovação do recolhimento  da  contribuição  previdenciária  è  época  do  labor,  entretanto  este  entendimento  foi  modificado  com  a  edição  do  Acórdão  1.893/2006‐TCU‐Plenário,  quando  passou  a  admitida  esta  contagem  após  a  comprovação  da  contribuição  previdência  referente  ao  período  laborado  em  atividade  rural, ainda que em caráter indenizatório. 

Acórdão TCU Nº. 1893/2006 – Plenário 

VISTOS,  relatados  e  discutidos  estes  autos  de  Relatório  de  Auditoria  concernente  a  ato  de  aposentadoria  deferida  pela  Câmara  dos  Deputados,  os  Ministros  do  Tribunal  de  Contas  da  União, reunidos em sessão Plenária, ante as razões expostas pelo Relator, e com fundamento nos  arts. 1º, inciso V, e 39, inciso II, ambos da Lei 8.443, de 16 de julho de 1992, c/c o art. 259, inciso  II do Regimento Interno desta Corte de Contas, ACORDAM em: 

9.1. considerar ilegal o ato de fls. 1/4, relativo à aposentadoria de Francisco dos Santos Passos,  negando  o  correspondente  registro,  nos  termos  do  art.  260,  §  1º,  do  Regimento  Interno  desta  Corte de Contas; 

[Vide AC‐0769‐15/09‐P que dá nova redação a este item] 

9.2. dispensar o ressarcimento das importâncias recebidas indevidamente, de boa‐ fé, nos termos  da Súmula 106 deste Tribunal; 

(22)

22 9.3. determinar ao órgão de origem que; 

9.3.1.  com  fundamento  nos  arts.  71,  inciso  IX,  da  Constituição  Federal  e  262  do  Regimento  Interno desta Corte de Contas, no prazo de quinze dias, contados a partir da ciência da presente  deliberação,  comunique  ao  interessado  do  inteiro  teor  deste  Acórdão,  e,  após,  faça  cessar  os  pagamentos  decorrentes  do  ato  de  fls.  1/4,  ora  impugnado,  sob  pena  de  responsabilidade  solidária da autoridade administrativa omissa; 

9.3.2. oriente o interessado acerca da possibilidade de retornar à atividade para complementar o  tempo faltante, com vistas à consecução de aposentadoria com proventos integrais; de requerer  aposentadoria proporcional à razão de 30/35 avos; ou, ainda, de comprovar o recolhimento ao  INSS  das  contribuições  previdenciárias  relativas  ao  período  em  que  exerceu  atividade  rural,  sendo  que,  em  qualquer  das  hipóteses,  o  novo  ato  concessório  deverá  ser  emitido  e  disponibilizado imediatamente no Sistema Sisac para exame da Corte de Contas; 

9.3.3. observe o disposto no art. 16 da IN 44/2002; 

9.4. determinar à Sefip que: 

9.4.1. verifique a implementação das medidas determinadas nos itens 9.3.1 a 9.3.3 supra; 

9.4.2. dê ciência da presente deliberação, bem como do relatório e voto que a fundamentam, ao  órgão de origem; 

9.5. alterar a redação do item 9.4 do Acórdão 740/2006­TCU­Plenário, nos seguintes  termos: “9.4. firmar o entendimento de que é possível a contagem recíproca de tempo de  serviço  rural,  para  fins  de  aposentadoria  estatutária,  mediante  comprovação  do  recolhimento das contribuições previdenciárias, à época da realização da atividade rural  ou, mesmo a posteriori, de forma indenizada, nos termos do art. 96, inciso IV, da Lei  8.213/91 c/c com o art. 45, §§ 3º e 4º, da Lei 8.212/91”. 

DOU 16/10/2006. 

 

 

           

 

(23)

IV. INSTRUÇÃO PROCESSUAL 

 

Com relação à instrução  processual é interessante observar que  a inclusão de peças  desnecessárias, além de aumentar o volume do processo, pode dificultar a análise da concessão  do  benefício.  Por  esta  razão,  recomenda‐se  seguir  o  roteiro  abaixo,  o  qual  foi  elaborado  de  acordo com as normas estabelecidas pelos órgãos de controle.  

1. Roteiro para instrução do processo de concessão de Abono de Permanência 

• Requerimento do servidor optando pela permanência em atividade ou o Termo de Opção  emitido pelo sistema SIAPECAD. 

• Cópia de documento de identidade e CPF. 

• Cópia  das  certidões  de  tempo  de  serviço  averbado  e  sempre  que  possível  o  relatório  extraído do sistema SIAPECAD. 

• Declaração do RH informando os afastamentos (licença sem vencimento, falta e outros). 

• Declaração de utilização de licença prêmio para concessão do benefício, que poderá ser  dispensada caso o processo tenha sido instruído a partir do Termo de Opção emitido pelo  SIAPECAD, o qual já informa quanto a intenção do interessado. 

• Planilha de calculo do tempo de serviço/contribuição para fins de abono de permanência. 

• Mapa de apuração do tempo de serviço/contribuição. 

• Qualificação do servidor, e 

• Informação da Divisão de Administração para a Coordenação‐Geral de Gestão de Pessoas  – DAH, para análise e manifestação. 

2. Roteiro para instrução do processo de concessão de Aposentadoria. 

• Requerimento  do  servidor,  que  poderá  ser  emitido  pelo  sistema  SIAPECAD  no  “simula  aposentadoria”. 

• Laudo expedido por junta médica oficial, se for o caso. 

• Termo de curatela para o caso de invalidez por “Alienação Mental”. 

• Cópia de documento de identidade e CPF. 

• Declaração de bens ou cópia da declaração do imposto de renda. 

• Cópia das certidões de tempo de serviço averbado bem com do despacho de averbação  devidamente autenticado pelo RH local. 

• Declaração de que o servidor não responde processo administrativo disciplinar. 

• Declaração de acumulação de cargo, emprego, função pública e proventos. 

• Demonstrativo dos cargo/função de confiança, exercidos. 

• Início e término da disponibilidade, se for o caso. 

• Mapa de apuração do tempo de serviço/contribuição conforme a fundamentação legal da  concessão. 

• Resumo geral do tempo de serviço, funções exercidas e dados da remuneração (Abono  Provisório). 

• Despacho de encaminhamento e proposta de concessão. 

• Portaria de concessão publicada no Diário Oficia. 

• Registro dos dados no sistema SIAPECAD/SIAPE e  no SISAC. 

 

   

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24 3. Roteiro para instrução do processo de concessão de Pensão. 

 

• Requerimento do beneficiário. 

• Cópia da Certidão de Óbito. 

• Cópia de documento de identidade e CPF do beneficiário e instituidor da pensão. 

• Cópia da certidão de nascimento ou casamento, conforme o caso. 

• Cópia  da  sentença  da  separação  judicial  para  o  caso  de  ex‐esposa  com  percepção  de  pensão alimentícia. 

• Declaração de acumulação de proventos de pensão. 

• Comprovação de dependência econômica em relação ao instituidor, para o caso: 

• Mãe e/ou Pai. 

• Pessoa designada, maior de sessenta anos e a pessoa portadora de deficiência. 

• Irmão órfão e pessoa designada até 21 anos, e o invalido enquanto duras a invalidez,  comprovada por junta médica oficial. 

• Pessoa  designada  que  viva  na  dependência  econômica  do  servidor  até  vinte  e  um  anos, ou se invalida, enquanto durar a invalidez. 

• Menor  sob  guarda  ou  tutela,  até  21  anos,  sendo  neste  caso  necessária  anexar  ao  processo  de  pensão  as  cópias  de  identidade,  CPF  e  comprovação  de  renda  dos  genitores. 

• Cópia da portaria e do abono provisório da aposentadoria, para o caso de instituidor  aposentado na data do óbito. 

• Comprovante do julgamento da aposentadoria, em sendo o caso.  

• Despacho de encaminhamento e proposta de concessão. 

• Portaria de concessão da pensão publicada no Diário Oficial da União. 

• Abono provisório da pensão. 

• Registro dos dados no sistema SIAPECAD/SIAPE. 

• Registro do ato no SISAC. 

                       

(25)

4. Modelos – Abono de Permanência   4.1. Requerimento ou Termo de Opção    

Senhor Superintendente Regional – SR‐01/PA   

    Maria das Flores, ocupante do cargo efetivo de Florista, matrícula SIAPE 9999999,  lotada  na  Divisão  de  Administração,  vem  respeitosamente,  à  presença  de  Vossa  Senhoria  expor e ao final requer o seguinte: 

    Considerando  o  disposto  na Emenda Constitucional  nº 41,  de 19/12/03,  publicada no D.O.U. de 31/12/03, e tendo implementado as condições para aposentadoria  voluntária, OPTO por permanecer em atividade, requerendo nesse ato a concessão do abono  de permanência. 

(   ) Considerar a Licença Prêmio correspondente a 180 (cento e oitenta)  dias  já  contados  em  dobro,  para  completar  o  tempo  de  serviço/contribuição,  para  fins  de  concessão do Abono de Permanência,  estando ciente de que o mesmo período não poderá  ser usufruído. 

(  )  Não  considerar  a  Licença  Prêmio  para  completar  o  tempo  de  serviço/contribuição, para fins de concessão de Abono de Permanência. 

 

    Nestes Termos,      Pede deferimento   

Belém, 05 de abril de 2010. 

   

Maria das Flores   

     

(26)

26  

4.2.  PLANILHA DE CALCULO DO TEMPO DE SERVIÇO PARA ABONO DE PERMANENCIA –  Direito Adquirido até 31/12/03 e art. 2º da EC 41/03. 

NOME:

(Não preencher os campos abaixo e nem alterar as fórmulas. Os cálculos serão automáticos)

10.950 9.125 16/12/1998 7.971 8.984

1.966 2.359 6,46 2.190 5,64 150 19 1 junho, 2005 25/10/02

141 197 0,54 0 6,58 180 17 1 julho, 1999

DATA QUE COMPLETA A IDADE MINIMA ( 48 ANOS) 25/10/02

LOCAL E DATA: SERVIDOR INFORMANTE (assinatura / carimbo): VISTO

SALDO EM DIAS

DATA PREVISTA PARA APOSENTADORIA PROPORCIONAL

LICENÇA PRÊMIO/CONTAGEM EM DOBRO EM DIAS (período não gozado)

CÁLCULOS

QUANTIDADE DE ANOS TOTAL DE ANOS (EM DIAS) SALDO EM MESES

TOTAL DE MESES (EM DIAS)

REGRA DE TRANSIÇÃO

APOSENTADORIA PROPORCIONAL (considerar somente até 31/12/2003) DIFERENÇA P/APOSENTADORIA PROPORCIONAL

TEMPO COMPLEMENTAR INCLUÍDO O PEDÁGIO ( 40%) TOTAL DE MESES (EM DIAS)

SALDO EM DIAS

DATA PREVISTA PARA APOSENTADORIA INTEGRAL DATA QUE COMPLETA A IDADE MINIMA ( 48 ANOS) TEMPO COMPLEMENTAR INCUÍDO O PEDÁGIO ( 20% )

QUANTIDADE DE ANOS que faltava para aposentadoria em 16/12/98 TOTAL DE ANOS (EM DIAS)

SALDO EM MESES

TEMPO DE SERVIÇO NO INCRA TEMPO DE SERVIÇO TOTAL

TEMPO DE SERVIÇO (EM DIAS)

DIFERENÇA P/APOSENTADORIA INTEGRAL

REGRA DE TRANSIÇÃO APOSENTADORIA INTEGRAL TOTAL PARA APOSENTADORIA INTEGRAL

TOTAL PARA APOSENTADORIA PROPORCIONAL DATA LIMITE

25/10/54

0 ELIANA MARIA DA CUNHA PEREIRA

DATA DE NASCIMENTO:

DATA DE INGRESSO NO INCRA AVERBAÇÃO (TOTAL EM DIAS)

AFASTAMENTOS EM DIAS (licença sem vencimento, falta, etc.)

CÁLCULO DO TEMPO DE SERVIÇO PARA FINS DE ABONO PERMANÊNCIA - SEXO FEMININO

18/02/77 1.013

0 DADOS INDIVIDUAIS DO SERVIDOR

(preencher os campos abaixo)

 

Referências

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