Programa Florescer tem início em Santana do Itararé

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Edição 28 - 14/julho/2017

Programa Florescer tem início em Santana do Itararé

Uma nova turma do Programa Florescer foi iniciada na Capal, desta vez na filial de Santana do Itararé. O grupo de associadas, esposas e filhas de associados é formado por 28 mulheres .

O programa tem como objetivo capacitar as mulheres para que possam atuar mais ativamente na Cooperativa e para que estejam mais preparadas para as atividades da propriedade.

Neste primeiro encontro as participantes foram recebidas pelo encarregado das Unidades de Santana do Itararé e Wenceslau Braz, Jefferson Copetti, que agradeceu a participação de todas e comentou sobre a importância do programa para a Capal. “Hoje a Capal investe em diversas causas, em ações sociais, em esporte e saúde, mas o desenvolvimento dos associados ainda é o principal investimento. Este programa é para investirmos nas mulheres, na capacitação e no desenvolvimento do nosso público feminino, que já é bastante participativo”, afirmou.

O veterinário Diogo Augusto Cleto também estava presente e reforçou que o programa visa agregar conhecimento técnico, por isso estão sendo preparadas palestras bem focadas nas atividades desempenhadas por elas nas propriedades. “As mulheres ajudam efetivamente nas atividades rotineiras da propriedade, como na ordenha, limpeza, manejo de bezerras, por isso vamos buscar temas que auxiliem nestas questões”, disse Diogo.

Nesta ocasião, além de entenderem como será o programa, as mulheres puderam conhecer um pouco mais sobre a história da Capal, sua estrutura e programas internos e também tiveram um momento motivacional com dinâmicas e interação.

“Eu gostei deste primeiro encontro, foi muito bem organizado. Nos próximos encontros minha expectativa é de aprender cada vez mais sobre minha profissão, pois vivemos sempre em um eterno aprendizado”.

Ana Maria de Almeida

“O encontro foi empolgante pois suscitou em nós a vontade de melhorar e nos aprimorar.

Podem tentar tirar tudo de nós, menos o aprendizado, o conhecimento e os sonhos”.

Simone Ramos

“O encontro foi muito bom. Informação e conhecimento nunca é demais. Temos que dar continuidade, pois ainda temos muito a aprender. A nossa palestrante foi nota dez, muito simpática, parabéns a toda a equipe, e muito obrigada à Capal”.

Edna Ferreira Alves

Algumas participantes deixaram um depoimento

sobre este primeiro encontro. Vamos conferir?

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No último dia 13 de julho um grupo de 20 cooperados da filial Capal de Fartura visitaram a propriedade do produtor Nico Biersteker em Arapoti. O grupo conheceu o projeto de produção de leite em sistema Compost Barn, o sistema de tratamento de efluentes da propriedade, todo o manejo do rebanho Jersey, desde a recria das bezerras até as matrizes em produção, o sistema de produção das forragens e o sistema de ordenha robotizada.

visita técnica em Arapoti

O nutricionista da Capal, Rodrigo Navarro, aproveitou para falar aos visitantes sobre o manejo nutricional do rebanho e a utilização da ração da Capal para as diferentes categorias de animais.

A visita teve como objetivo a troca de conhecimentos técnicos e a integração entre os cooperados.

Capal convida seus associados para uma reunião onde serão apresentados os resultados da Fundação ABC sobre sementes de milho híbrido da safra verão 2016, para avaliação da

programação da safra 2017. Serão 4 reuniões. Confira o calendário:

REUNIÕES – MILHO PARA SILAGEM

16/06 Loja Capal Santana do Itararé 13h

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Capal convida seus associados para uma reunião onde serão apresentados os resultados da Fundação ABC sobre sementes de milho híbrido da safra verão 2016, para avaliação da

programação da safra 2017. Serão 4 reuniões. Confira o calendário:

REUNIÕES – MILHO PARA SILAGEM

16/06 Loja Capal Santana do Itararé 13h

19/06 Loja Capal Ibaiti 19h30

Classificados

A partir desta safra de inverno o valor do serviço de recepção e secagem será cobrado em produto*.

No ato da entrega da produção o valor do serviço será calculado e descontado da quantidade entregue.

*Exceto no feijão, que continuará com a cobrança em dinheiro. VENDA 1 ENSILADEIRA - R$ 5.000,00 1 ENSILADEIRA - R$ 3.000,00 1 CALCAREADEIRA 3.000 KGS - R$ 6.000,00 1 ROÇADEIRA - R$ 5.000,00 1 BATEDOR DE ARROZ - R$ 1.000,00

DISTRIBUIDOR DE SEMENTE E ADUBO - R$ 4.000,00 Mais informações falar com o Claudio

(41) 9.9935-0026

VENDA

Caminhão Ford Cargo 1932 4x2 2012 carreta Caçamba Noma 2014 Valor R$ 150.000,00 ou troca por camionete e carro semi novo Tratar com Ronaldo Porcelli - 43 991465762 - 998730369

VAGA

Empresa pecuária da cidade de Itaberá-SP contrata:

Função: Capataz

Requisitos: • Inseminador

• Perfil de liderança e formação de equipe • Conhecimento em Planilhas do Excel • IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) • Conhecimento do ciclo completo

• Preferência: Oriundo gado P.O Salário a combinar

Mandar currículo para agrocoronafc@gmail.com A/C Itamar (15) 3562-1351

Foto enviada pelo cooperado da filial Itararé, Wellington Roberto Guete. Registro da lavoura de aveia do seu pai, também cooperado, Roberto Carlos Guete.

ESPAÇO FOTO

Tem uma foto bonita? Envie para nós! comunicacao@capal.coop.br

PLANTÃO COMERCIAL

ARAPOTI

A partir do próximo sábado,

15/07, o plantão comercial

será somente para entrega de

defensivos.

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INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP

R$ 3,20 – 12/07 0,5817% a.m. - 12/07 10,25 % a. a. 5,00 % a.a. PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 23,00 Vendedor: R$ 26,00 W.Braz-Pr Comprador: R$ 23,00 Vendedor: R$ 25,00 SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa

R$ 69,00 Entrega abril/2018 e

pagamento maio/2018 - CIF Ponta Grossa/PR

R$ 70,00 TRIGO Superior R$ 700,00 FOB Intermediário R$ 640,00 (T-2) PADRÃO R$ 560,00 (T-2) R$ 540,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 23,50 Vendedor: R$ 24,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 24,00 Vendedor: R$ 25,00 SOJA

Disponível CIF Santos R$ 71,00

Entrega março/2018 pagamento abril/2018 – CIF Guarujá

R$ 73,00 Entrega abril/2018

pagamento maio/2018 – CIF Guarujá R$ 73,80 TRIGO Superior R$ 740,00 FOB – ITARARE/ SP R$ 750,00 FOB TAQUARITUBA/TAQUARIVAI/SP (falling number mínimo de 250)

Intermediário R$ 660,00 (T-2) PADRÃO R$ 620,00 (T-2) R$ 600,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 27,70 Vendedor: sem indicação

CIF Guarujá entrega setembro/2017 e pagamento outubro/2017 Comprador: R$ 27,40 Vendedor: sem indicação

CIF Paranaguá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 27,00 Vendedor: sem indicação

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade 10/07/17 Min. Máx. 11/07/17 Min. Máx. 12/07/17 Min. Máx. 13/07/17 Min. Máx. 14/07/17 Min. Máx.

Carioca Dama 10 – 10 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 9,5 – 10 S/Cot 165,00 S/Cot 160,00 S/Cot 160,00 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

Carioca Dama 9 – 9 S/Cot 160,00 S/Cot 150,00 S/Cot 150,00 S/Cot 150,00 S/Cot 150,00

Carioca Dama 8,5 – 9 S/Cot 150,00 S/Cot 140,00 S/Cot 140,00 S/Cot 140,00 S/Cot 140,00

Carioca Dama 8 – 8 S/Cot 135,00 S/Cot 135,00 S/Cot 135,00 130,00 135,00 130,00 135,00

Carioca Dama 7,5 – 8 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00 S/Cot 115,00

Carioca Dama 7 – 7 S/Cot 95,00 S/Cot 95,00 S/Cot 95,00 S/Cot 95,00 S/Cot 95,00

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Preços recebidos pela indústria - 1ª Semana de Julho/17

O mês se inicia ainda com queda no UHT, que recuou 6 centavos nesta semana. O volume de vendas permanece baixo, e as compras são apenas “da mão para boca”.

Mercado de leite em pó integral industrial em forte queda, com empresas nacionais com elevados níveis de estoque fazendo negócios a preços bastante baixos. Tendência semelhante tem começado a acontecer com fracionado.

Em um período de transição, a “média do Brasil” diminui

Junho foi um período de transição para o mercado de lácteos: os aumentos de preços foram verificados de forma menos intensa, enquanto a estabilidade e as diminuições se fortaleceram. De acordo com os dados da Cepea, o preço líquido recebido pelos produtores (sem frete e impostos) na "média do Brasil" (MG, RS, SP, PR, GO, BA e SC) em junho foi de R$ 1,2688/litro, diminuindo apenas 0,39% em relação a maio.

Os preços do leite recebidos pelos produtores no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais tiveram queda devido ao alto abastecimento, resultado das condições climáticas favoráveis e do início das pastagens de inverno. Por outro lado, a menor oferta (devido ao período fora de temporada) em São Paulo aumentou a concorrência entre as indústrias, elevando a média em São Paulo. Em outros estados, as cotações permaneceram praticamente estáveis entre maio e junho, com oscilações menores que um centavo por litro.

Nesse cenário, as expectativas das indústrias referente ao preço de julho são mais homogêneas do que em meses anteriores. A maioria dos pesquisados (67,8%), que representam 87,9% da amostra de leite, acreditam nas quedas de preços em julho. Outros 20%, que representam 10,7% da amostra de leite, esperam estabilidade. Apenas 12,2% dos colaboradores (que representam 1,4% do volume) acreditam que os valores podem subir.

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Nesse sentido, a aprovação da reforma trabalhista e a soltura de antigos membros da base governista, que representavam grande ameaça ao governo, em virtude da possibilidade de adesão a delação premiada, têm contribuído para o alívio da tensão do mercado. No exterior, o que ditou o rumo das cotações da divisa norte-americana foram os comentários de Janet Yellen, presidente do Federal Reserve (Fed), em reporte ao Congresso dos EUA. A autoridade monetária assumiu discurso institucional ao se referir a possíveis novas altas da taxa de juros. Com isso, o dólar, operou dentro do intervalo de R$ 3,21 e R$ 3,20, com maior volatilidade pela manhã. Mais firme, na segunda parte da sessão, o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 3,2080, com discreta valorização de 0,02%. Ponto importante neste momento é que a exportação voltou a apresentar bons números na primeira semana do mês, trazendo maior otimismo ao mercado. Vale destacar que o alto fluxo de embarques segue fundamental para o equilíbrio do mercado brasileiro, considerando que a demanda interna tende a não avançar durante o segundo semestre ainda devido aos efeitos da crise econômica. Apesar de o volume de carnes exportadas ter reduzido, a receita cresceu, tanto para frangos como para suínos. Na carne suína, as receitas cresceram 28,5%. Foram negociados US$ 634 milhões em 2016 e US$ 815 milhões em 2017. Em relação ao volume de suínos, foram 353 mil toneladas em 2016 e 343 mil toneladas neste ano, uma redução de 2,8%.

Os principais derivativos negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a apresentar queda no pregão desta quinta-feira, sob influência das previsões climáticas de agências independentes têm apontando o prolongamento de chuvas favoráveis sobre o Cinturão do Milho combinadas a redução do calor.

Tais circunstâncias são ideais o início da polinização das plantas. Com a recuperação do protagonismo do Brasil no comércio internacional da commodity, os preços das posições mais curtas da bolsa norte-americana têm se enfraquecido. Os contratos futuros com vencimento em setembro/2017, situados no início do novo ano comercial dos EUA, registram variação negativa de 4,09%. O enfraquecimento dos preços do dia, somado a queda da véspera, totalizou uma queda de mais de 7% dos derivativos, a maior sequência de baixas em um ano. As principais posições do mercado futuro negociadas na BM&FBovespa, voltaram a cair, em função da derrocada das cotações na bolsa norte-americana. Os preços em âmbito doméstico, por sua vez, não apresentam perspectivas de elevação, sobretudo diante dos grandes estoques de passagem previstos para essa temporada. A liquidez ficou limitada às localidades mais próximas das zonas portuárias, onde os preços não se encontram tão debilitados e mais próximos da paridade com mercado norte-americano, acompanhados dos relativamente remuneradores níveis dos prêmios portuários. Nas localidades mais afastadas dos centros de escoamento, o nível de negociações segue menor, pois os vendedores se concentram nas atividades de colheita e no atendimento dos contratos pactuados de maneira antecipada, à espera de que novos fatores se juntem aos fundamentos, os quais, até então, são de conteúdo baixista, para recolherem algum dividendo financeiro, além dos benefícios técnicos.

Mercado interno apresentou pouca movimentação de preços durante a última semana. Perspectiva do mercado é de preços estáveis para os próximos dias. Apesar da melhora da demanda nos últimos dias, preços não encontram espaço para altas consistentes.

A taxa de câmbio ficou, durante toda sessão, perto da estabilidade, de modo a consolidar o novo cenário político-econômico que vem se delineando nos últimos dias.

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Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram queda, pela segunda sessão consecutiva, após onze pregões de expressivas altas, em decorrência da continuidade da massiva realização de lucros pelos fundos e alívio dos agricultores com a melhora das condições climáticas sobre o Meio- Oeste, e com as previsões de agências independentes indicando queda das temperaturas sobre a região produtora na próxima semana.

A respeito dos, praticamente, desprezíveis saldos comerciais da oleaginosa, com o mercado, quase em sua totalidade, concentrado na oferta brasileira, os derivativos com vencimento em novembro/2017 tiveram significativo ajuste negativo de 4,5%. Os preços da oleaginosa despencaram no mercado interno, em decorrência da continuidade do enfraquecimento dos preços em Chicago. Mesmo diante de uma manutenção do firme ritmo das exportações brasileiras, a disparidade entre os preços de compra e venda segue prejudicando a participação dos vendedores no mercado do grão. A forte demanda internacional, por sua vez, tem garantindo sustentação aos prêmios portuários. Nesse cenário, produtores brasileiros têm preferido regular seus processos de venda de olho na fase considerada de período crítico das lavouras norte-americanas, que ocorre entre julho e agosto, para voltar a intensificar as negociações.

Os agentes também aproveitaram para realizar parte dos fortes lucros acumulados nas últimas duas semanas que antecederam a divulgação do relatório. O fraco resultado das vendas líquidas semanais de trigo também colaborou para o cenário negativo. Os preços internacionais sofreram o segundo tombo seguido depois do relatório de oferta e demanda do USDA. A surpresa dos números ficou por conta da estimativa de estoques norte-americanos em alta quando comparado aos divulgados no mês anterior. O quadro global ainda é de recuo da produção em importantes fornecedores, como os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália, o que garante suporte fundamental para que as cotações permaneçam acima dos patamares da temporada anterior. Porém, a leitura do Departamento de que haverá uma maior demanda por trigo norte-americano (reduzindo as exportações) foi o motivo que os investidores precisaram para realizar parte dos fortes ganhos acumulados nas últimas semanas. No âmbito doméstico, a recente correção interna veio acompanhada da desvalorização do dólar em relação ao real, especialmente depois da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com preços internacionais mais baixos e dólar mais fraco, o custo de importação (referência para o mercado doméstico) reduz. Isso pode atenuar a recuperação dos preços domésticos.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registrou preços acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado pela previsão de clima mais favorável às lavouras norte-americanas, e também por estar digerindo os números do relatório de oferta e demanda de julho do USDA, divulgados quarta-feira.

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Referências

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