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Projeto de Exploração Florestal

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Academic year: 2021

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I

I -- IINNFFOORRMMAAÇÇÕÕEES S GGEERRAAIISS

1. Qualificação do requerene!ela"orador  1. Qualificação do requerene!ela"orador  a - Requerente a - Requerente b - Elaboração do projeto b - Elaboração do projeto #. Idenificação da $ro%riedade #. Idenificação da $ro%riedade

II & $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+ II & $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+

1. )ecrição do eio a"i/ico 1. )ecrição do eio a"i/ico #. )ecrição do eio "i/ico #. )ecrição do eio "i/ico

0. )ecrição do eio /cio-econico 0. )ecrição do eio /cio-econico

III

III & & $+ANE'A$+ANE'AMEN(OMEN(O 1. Generalidade 1. Generalidade a -

a - Conversão da área Conversão da área para uso para uso alternativo do soloalternativo do solo b

b - - Impactos Impactos ambientaisambientais

I2 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+. I2 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+.

1. ME(O)O+OGIA 1. ME(O)O+OGIA #. $O$4+AÇ,O AMOS(RA+ #. $O$4+AÇ,O AMOS(RA+ 0. EQ4I$E )E 5AM$O 0. EQ4I$E )E 5AM$O

6. (AMAN7O E FORMA )AS AMOS(RAS 6. (AMAN7O E FORMA )AS AMOS(RAS 8. 5ARA5(ER9S(I5AS )A MA(:RIA $RIMA 8. 5ARA5(ER9S(I5AS )A MA(:RIA $RIMA

ANE*O ;1 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+ ANE*O ;1 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+

(2)

1 & Q4A+IFI5AÇ,O )O REQ4EREN(E! E+A<ORA)OR a= REQ4EREN(E

NOME...

EN!ERE"O...

#O$E %&

M'NIC()IO...

!OI* IRM+O* !O $OC,N$IN*-$O.

C)... R ... $E#EONE CON$,$O ... "= E+A<ORAÇ,O )O $RO'E(O $/CNICO... C)... CRE,... EN!ERE"O... M'NIC()IO... e-mail...-$E#EONE CON$,$O ... # - I)EN(IFI5AÇ,O )A $RO$RIE)A)E

a0 !ENOMIN,"+O...

#O$E %&

b0 M'NIC()IO ...

c0 #OC,#I1,"+O.... #O$E,MEN$O ,R,',CEM,2

d0 $($'#O !E )RO)RIE!,!E... e0 M,$RIC'#,

30 O#4,*  0 #I5RO

(3)

 ,tualmente6 a propriedade desenvolve a atividade da pecuária de cria6 baseada principalmente em campos nativos.

4oje em dia6 com o crescente uso de tecnolo7ia nas atividades pastoris6 sur7e a necessidade de intensi3icar o pastejo6 pensando nisso6 o proprietário vem requerer a conversão das áreas remanescentes em pasta7ens arti3iciais.

 , ,R! 89rea Requerida para !esmatamento0 será utili:ada para pasta7ens6 atividade que se enquadra dentro da aptidão dos solos da propriedade.

II - $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+ 1 & )ES5RIÇ,O )O MEIO A<I>(I5O

a= 5+IMA

$ropical ;mido6 ,.<. na classi3icação de =>eppen6 apresentando duas estaç?es bem de3inidas@ sendo uma cAuvosa6 entre os meses de novembro a maio6 e outra seca6 no perBodo de junAo a outubro.

"= SO+O

!e acordo com a vistoria no campo6 ocorrem no imvel basicamente solos Concrecionários e #atossolo ,marelo..

O *olo concrecionário D uma classe constituBda por alta concentração de concreç?es laterBticas. *uas 3ormas variam desde 3raç?es de cascalAos soltos atD calAaus mDdios6 nas camadas super3iciais6 os quais podem soldar-se e 3ormar 7randes calAaus nos Aori:ontes in3eriores. Os per3is são pro3undos6 podendo apresentar Aori:onte  latosslicos ou teFturais. , teFtura D ar7ilo-arenosa ou 3ranco-ar7ilo-arenosa na super3Bcie6 passando a ar7ilosa nas camadas super3iciais. , maioria dos solos são distr3icos6 apresentando carGncia 7enerali:ada de nutrientes. *ão 3ortemente ácidos e de baiFo teor de carbono nos Aori:ontes superiores6 o que contribui para uma baiFa C$C.

#atossolo amarelo  Caracteri:a-se por ter um Aori:onte  latosslico6 não Aidromr3ico6 coloração amarelada por ter baiFos teores de Fido de 3erro. , classe teFtural predominante D a ar7ila6 mas pode ser tambDm ar7ilo arenoso6 3ranco ar7iloso6 3ranco ar7ilo arenoso e 3ranco arenoso6 sendo a 3ração ar7ila sempre superior a H& . , saturação de bases normalmente D baiFa6 in3erior a JK L %K . uimicamente são solos 3ortemente ácidos.

c= 7I)ROGRAFIA

O imvel possui como seu principal curso d á7ua o Ribeirão CurralinAo e Crre7os anuais. , propriedade está locali:ada na bacia Aidro7rá3ica do ,ra7uaia e *ub bacia do Rio )iranAas. $odos os crre7os estão devidamente prote7idos pela área de )reservação )ermanente6 con3orme #ei n. %.PPH6 de H& de setembro de HQ& L Cdi7o lorestal6 sendo que o proprietário se declarou comprometido em preservar as matas ciliares em cada uma de suas mar7ens6 numa distSncia mBnima de JK metros.

d= RE+E2O

 , propriedade apresenta topo7ra3ia que varia de plana a suavemente ondulada em toda a sua totalidade6 com pequenos declives em direção aos cursos dá7ua. $opo7ra3ia esta6 privile7iada6 pois di3iculta a ocorrGncia de eros?es.

(4)

# & )ES5RIÇ,O )O MEIO <I>(I5O a= F+ORA

 , ve7etação eFistente na área D tipicamente de cerrado com suas variaç?es cerrado ralo6 cerrado e com al7umas parcelas de campo.

"= FA4NA

Em entrevistas locais6 tGm se observado na re7ião Tpe7adasU de animais6 dentre os quais tatus6 pacas6 veados6 tamanduás e outros. , ocorrGncia de áreas de cerrado preservadas pode permitir a sobrevivGncia destes animais.

c= Reer?a +e@al e A$$

 , área destinada V Reserva #e7al encontra-se em está7io primitivo6 sem antropi:ação6 plenamente conservada6 bem como as 9reas de )reservação )ermanente. , ,R# 3oi locada de 3orma a constituir um maciço 3lorestal6 o que contribui para 3ormar corredores ecol7icos6 bene3iciando principalmente a 3auna da re7ião.

0 - )ES5RIÇ,O )O MEIO S>5IO E5ONBMI5O

O preparo da área para eFploração das atividades a7ropecuárias com a implantação de pasta7ens6 proporcionará V propriedade incremento de renda. Na re7ião6 a principal atividade econ>mica D a pecuária6 essencialmente voltada para a cria.

)retende-se suprir as necessidades de matDria prima 3lorestal da propriedade6 tais como lascas para cercas e madeira para construç?es de ben3eitorias como currais6 porteiras e outros6 alDm de vender o eFcedente para as cerSmicas da re7ião6 contribuindo para suprir a demanda destas indWstrias6 por isso6 3a:-se necessário ordenar6 quali3icar e quanti3icar os produtos 3lorestais da área solicitada.

 , economia do estado está 3ortemente li7ada ao a7rone7cio6 Aavendo a necessidade de trans3ormar áreas ociosas em produtoras de alimentos6 contribuindo para o desenvolvimento da re7ião.

 , atividade a7ropecuária D altamente dependente de mão de obra Aumana6 o que contribui para o desenvolvimento social da re7ião e a 3iFação do Aomem no campo.

III - $+ANE'AMEN(O

(5)

 , parte destinada V Reserva #e7al está intacta6 na sua 3orma natural6 bem como as  9reas de )reservação )ermanente.

Está previsto para o mGs de Maio2XKH&6 aps a emissão da ,utori:ação para EFploração lorestal 8desmatamento06 o inBcio das atividades na área solicitada. !e acordo com o 1oneamento ,7ropecuário do $ocantins e com a aptidão do solo6 a atividade que melAor se enquadra D a pecuária.

!eve-se atentar para a preservação das espDcies imunes de corte que ocorrem6 como o )equi6 onçalo ,lves6 IpG roFo e CajW.

a= 5on?erão da Crea %ara uo alernai?o do olo.

O preparo da área para 3ormação de pasta7em consiste nas se7uintes operaç?es  - !errubada da ve7etação com o uso de tratores@

- $ora7em da lenAa e lapidados@ - Retirada dos produtos 3lorestais@

- Enleiramento de 7alAos 3inos6 e - #impe:a 3inal da área.

, lenAa será seccionada por motosserras e destinada aos consumidores de produtos 3lorestais6 tais como cerSmica e carvoarias.

"= I%aco a"ienai

 , locação da área de Reserva #e7al 3oi planejada de 3orma a incluir todas os tipos de ve7etação eFistentes na propriedade.

/ alertado ao proprietário que tome medidas a 3im de evitar queimadas e outros danos V Reserva #e7al6 preservando o Aabitat natural da 3auna e da 3lora da propriedade.

$odas as aç?es reali:adas na área do projeto de desmatamento devem ter o cuidado de minimi:ar o impacto ambiental6 sejam elas terraceamento do solo para evitar eros?es6 preservar  as espDcies imunes de corte e aproveitamento total dos resBduos.

I2 - IN2EN(3RIO F+ORES(A+

(6)

 ,dotou-se a amostra7em sistemática6 atravDs de uma rade de *orteio6 a primeira unidade amostral 3oi sorteada pelo sistema de coordenadas6 com amostra7em em torno de J6XY da área requerida para desmatamento.

!imensionou-se para cada unidade de amostra6 lar7ura de HK metros e comprimento de HKK metros. *endo assim6 cada con7lomerado de HK amostras per3a: um total de H6KK Aa. )ara obter maior representatividade 3oram reali:adas #8 aora na di?era co"erura ?e@eaiD oaliando #D8 a.

#- $O$4+AÇ,O AMOS(RA+

 , população inventariada compreende todas as árvores de valor comercial ou não6 com C,) acima de XX cm6 que encontram-se no interior das unidades amostradas.

0 & EQ4I$E )E 5AM$O

- )ara a coleta de dados do Inventário lorestal 3ormou-se a equipe composta de En7enAeiro ,7r>nomo6 identi3icador botSnico e de mais dois auFiliares na medição de dados dendomDtricos e na abertura de picadas.

- Na coleta dos dados de C,) - Circun3erGncia ,ltura do )eito 3e:-se o uso de 3ita mDtrica para as mediç?es de árvore por árvore.

- ,s medidas de comprimento e as coordenadas das unidades de amostras 3oram reali:adas com trena de HKKm e )*.

- )ara orientação das amostras  Wssola e )*.

6- (AMAN7O E FORMA )AS 4NI)A)ES )E AMOS(RAS

orma - Retan7ular  

$amanAo - #ar7ura L HK m. Comprimento HKK m. 89rea Z HKKK mX0

Quanidade - #8 aora.

8 - 5ARA5(ERIS(I5A )A MA(:RIA $RIMA Inventário lorestal aneFo.

ator de conversão de mJ para st  H H6& ator de 3orma  K6&.

A"reulndiaD 1H de Fe?ereiro de #;18. Re%onC?el (cnicoJ

En@. A@rnooJ Killian 5a?alcane <rio 5REA-(O J #;1;L6!)-(O

5$F. ;;#.60.HL1-8

$RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O

F+ORES(A+

(7)

FAEN)A NOSSA SEN7ORA A$ARE5I)A

(8)

 ,neFo KH

Referências

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