I
I -- IINNFFOORRMMAAÇÇÕÕEES S GGEERRAAIISS
1. Qualificação do requerene!ela"orador 1. Qualificação do requerene!ela"orador a - Requerente a - Requerente b - Elaboração do projeto b - Elaboração do projeto #. Idenificação da $ro%riedade #. Idenificação da $ro%riedade
II & $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+ II & $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+
1. )ecrição do eio a"i/ico 1. )ecrição do eio a"i/ico #. )ecrição do eio "i/ico #. )ecrição do eio "i/ico
0. )ecrição do eio /cio-econico 0. )ecrição do eio /cio-econico
III
III & & $+ANE'A$+ANE'AMEN(OMEN(O 1. Generalidade 1. Generalidade a -
a - Conversão da área Conversão da área para uso para uso alternativo do soloalternativo do solo b
b - - Impactos Impactos ambientaisambientais
I2 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+. I2 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+.
1. ME(O)O+OGIA 1. ME(O)O+OGIA #. $O$4+AÇ,O AMOS(RA+ #. $O$4+AÇ,O AMOS(RA+ 0. EQ4I$E )E 5AM$O 0. EQ4I$E )E 5AM$O
6. (AMAN7O E FORMA )AS AMOS(RAS 6. (AMAN7O E FORMA )AS AMOS(RAS 8. 5ARA5(ER9S(I5AS )A MA(:RIA $RIMA 8. 5ARA5(ER9S(I5AS )A MA(:RIA $RIMA
ANE*O ;1 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+ ANE*O ;1 & IN2EN(3RIO F+ORES(A+
1 & Q4A+IFI5AÇ,O )O REQ4EREN(E! E+A<ORA)OR a= REQ4EREN(E
NOME...
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30 O#4,* 0 #I5RO
,tualmente6 a propriedade desenvolve a atividade da pecuária de cria6 baseada principalmente em campos nativos.
4oje em dia6 com o crescente uso de tecnolo7ia nas atividades pastoris6 sur7e a necessidade de intensi3icar o pastejo6 pensando nisso6 o proprietário vem requerer a conversão das áreas remanescentes em pasta7ens arti3iciais.
, ,R! 89rea Requerida para !esmatamento0 será utili:ada para pasta7ens6 atividade que se enquadra dentro da aptidão dos solos da propriedade.
II - $RO'E(O )E E*$+ORAÇ,O F+ORES(A+ 1 & )ES5RIÇ,O )O MEIO A<I>(I5O
a= 5+IMA
$ropical ;mido6 ,.<. na classi3icação de =>eppen6 apresentando duas estaç?es bem de3inidas@ sendo uma cAuvosa6 entre os meses de novembro a maio6 e outra seca6 no perBodo de junAo a outubro.
"= SO+O
!e acordo com a vistoria no campo6 ocorrem no imvel basicamente solos Concrecionários e #atossolo ,marelo..
O *olo concrecionário D uma classe constituBda por alta concentração de concreç?es laterBticas. *uas 3ormas variam desde 3raç?es de cascalAos soltos atD calAaus mDdios6 nas camadas super3iciais6 os quais podem soldar-se e 3ormar 7randes calAaus nos Aori:ontes in3eriores. Os per3is são pro3undos6 podendo apresentar Aori:onte latosslicos ou teFturais. , teFtura D ar7ilo-arenosa ou 3ranco-ar7ilo-arenosa na super3Bcie6 passando a ar7ilosa nas camadas super3iciais. , maioria dos solos são distr3icos6 apresentando carGncia 7enerali:ada de nutrientes. *ão 3ortemente ácidos e de baiFo teor de carbono nos Aori:ontes superiores6 o que contribui para uma baiFa C$C.
#atossolo amarelo Caracteri:a-se por ter um Aori:onte latosslico6 não Aidromr3ico6 coloração amarelada por ter baiFos teores de Fido de 3erro. , classe teFtural predominante D a ar7ila6 mas pode ser tambDm ar7ilo arenoso6 3ranco ar7iloso6 3ranco ar7ilo arenoso e 3ranco arenoso6 sendo a 3ração ar7ila sempre superior a H& . , saturação de bases normalmente D baiFa6 in3erior a JK L %K . uimicamente são solos 3ortemente ácidos.
c= 7I)ROGRAFIA
O imvel possui como seu principal curso d á7ua o Ribeirão CurralinAo e Crre7os anuais. , propriedade está locali:ada na bacia Aidro7rá3ica do ,ra7uaia e *ub bacia do Rio )iranAas. $odos os crre7os estão devidamente prote7idos pela área de )reservação )ermanente6 con3orme #ei n. %.PPH6 de H& de setembro de HQ& L Cdi7o lorestal6 sendo que o proprietário se declarou comprometido em preservar as matas ciliares em cada uma de suas mar7ens6 numa distSncia mBnima de JK metros.
d= RE+E2O
, propriedade apresenta topo7ra3ia que varia de plana a suavemente ondulada em toda a sua totalidade6 com pequenos declives em direção aos cursos dá7ua. $opo7ra3ia esta6 privile7iada6 pois di3iculta a ocorrGncia de eros?es.
# & )ES5RIÇ,O )O MEIO <I>(I5O a= F+ORA
, ve7etação eFistente na área D tipicamente de cerrado com suas variaç?es cerrado ralo6 cerrado e com al7umas parcelas de campo.
"= FA4NA
Em entrevistas locais6 tGm se observado na re7ião Tpe7adasU de animais6 dentre os quais tatus6 pacas6 veados6 tamanduás e outros. , ocorrGncia de áreas de cerrado preservadas pode permitir a sobrevivGncia destes animais.
c= Reer?a +e@al e A$$
, área destinada V Reserva #e7al encontra-se em está7io primitivo6 sem antropi:ação6 plenamente conservada6 bem como as 9reas de )reservação )ermanente. , ,R# 3oi locada de 3orma a constituir um maciço 3lorestal6 o que contribui para 3ormar corredores ecol7icos6 bene3iciando principalmente a 3auna da re7ião.
0 - )ES5RIÇ,O )O MEIO S>5IO E5ONBMI5O
O preparo da área para eFploração das atividades a7ropecuárias com a implantação de pasta7ens6 proporcionará V propriedade incremento de renda. Na re7ião6 a principal atividade econ>mica D a pecuária6 essencialmente voltada para a cria.
)retende-se suprir as necessidades de matDria prima 3lorestal da propriedade6 tais como lascas para cercas e madeira para construç?es de ben3eitorias como currais6 porteiras e outros6 alDm de vender o eFcedente para as cerSmicas da re7ião6 contribuindo para suprir a demanda destas indWstrias6 por isso6 3a:-se necessário ordenar6 quali3icar e quanti3icar os produtos 3lorestais da área solicitada.
, economia do estado está 3ortemente li7ada ao a7rone7cio6 Aavendo a necessidade de trans3ormar áreas ociosas em produtoras de alimentos6 contribuindo para o desenvolvimento da re7ião.
, atividade a7ropecuária D altamente dependente de mão de obra Aumana6 o que contribui para o desenvolvimento social da re7ião e a 3iFação do Aomem no campo.
III - $+ANE'AMEN(O
, parte destinada V Reserva #e7al está intacta6 na sua 3orma natural6 bem como as 9reas de )reservação )ermanente.
Está previsto para o mGs de Maio2XKH&6 aps a emissão da ,utori:ação para EFploração lorestal 8desmatamento06 o inBcio das atividades na área solicitada. !e acordo com o 1oneamento ,7ropecuário do $ocantins e com a aptidão do solo6 a atividade que melAor se enquadra D a pecuária.
!eve-se atentar para a preservação das espDcies imunes de corte que ocorrem6 como o )equi6 onçalo ,lves6 IpG roFo e CajW.
a= 5on?erão da Crea %ara uo alernai?o do olo.
O preparo da área para 3ormação de pasta7em consiste nas se7uintes operaç?es - !errubada da ve7etação com o uso de tratores@
- $ora7em da lenAa e lapidados@ - Retirada dos produtos 3lorestais@
- Enleiramento de 7alAos 3inos6 e - #impe:a 3inal da área.
, lenAa será seccionada por motosserras e destinada aos consumidores de produtos 3lorestais6 tais como cerSmica e carvoarias.
"= I%aco a"ienai
, locação da área de Reserva #e7al 3oi planejada de 3orma a incluir todas os tipos de ve7etação eFistentes na propriedade.
/ alertado ao proprietário que tome medidas a 3im de evitar queimadas e outros danos V Reserva #e7al6 preservando o Aabitat natural da 3auna e da 3lora da propriedade.
$odas as aç?es reali:adas na área do projeto de desmatamento devem ter o cuidado de minimi:ar o impacto ambiental6 sejam elas terraceamento do solo para evitar eros?es6 preservar as espDcies imunes de corte e aproveitamento total dos resBduos.
I2 - IN2EN(3RIO F+ORES(A+
,dotou-se a amostra7em sistemática6 atravDs de uma rade de *orteio6 a primeira unidade amostral 3oi sorteada pelo sistema de coordenadas6 com amostra7em em torno de J6XY da área requerida para desmatamento.
!imensionou-se para cada unidade de amostra6 lar7ura de HK metros e comprimento de HKK metros. *endo assim6 cada con7lomerado de HK amostras per3a: um total de H6KK Aa. )ara obter maior representatividade 3oram reali:adas #8 aora na di?era co"erura ?e@eaiD oaliando #D8 a.
#- $O$4+AÇ,O AMOS(RA+
, população inventariada compreende todas as árvores de valor comercial ou não6 com C,) acima de XX cm6 que encontram-se no interior das unidades amostradas.
0 & EQ4I$E )E 5AM$O
- )ara a coleta de dados do Inventário lorestal 3ormou-se a equipe composta de En7enAeiro ,7r>nomo6 identi3icador botSnico e de mais dois auFiliares na medição de dados dendomDtricos e na abertura de picadas.
- Na coleta dos dados de C,) - Circun3erGncia ,ltura do )eito 3e:-se o uso de 3ita mDtrica para as mediç?es de árvore por árvore.
- ,s medidas de comprimento e as coordenadas das unidades de amostras 3oram reali:adas com trena de HKKm e )*.
- )ara orientação das amostras Wssola e )*.
6- (AMAN7O E FORMA )AS 4NI)A)ES )E AMOS(RAS
orma - Retan7ular
$amanAo - #ar7ura L HK m. Comprimento HKK m. 89rea Z HKKK mX0
Quanidade - #8 aora.
8 - 5ARA5(ERIS(I5A )A MA(:RIA $RIMA Inventário lorestal aneFo.
ator de conversão de mJ para st H H6& ator de 3orma K6&.
A"reulndiaD 1H de Fe?ereiro de #;18. Re%onC?el (cnicoJ
En@. A@rnooJ Killian 5a?alcane <rio 5REA-(O J #;1;L6!)-(O
5$F. ;;#.60.HL1-8