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POLÍTICA INSTITUCIONAL DA PESQUISA CIENTÍFICA/ TECNOLÓGICA E DA EXTENSÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FG - UNIFG

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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE GUANAMBI – CESG CENTRO UNIVERSITÁRIO FG - UNIFG

POLÍTICA INSTITUCIONAL DA PESQUISA CIENTÍFICA/

TECNOLÓGICA E DA EXTENSÃO DO

CENTRO UNIVERSITÁRIO FG - UNIFG

GUANAMBI – BAHIA FEVEREIRO 2018

(2)

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO 3

CAPÍTULO I 4

Da Definição, Diretrizes e Instrumentos 4

CAPÍTULO II 5

Da Implementação e das Competências 5

CAPÍTULO III 5

do Núcleo de Pesquisa e Extensão da UNIFG - NUPEX 5

CAPÍTULO V 6

do Observatório FG do Semiárido Nordestino 6

CAPÍTULO VI 7

do Comitê de Ética em Pesquisa UNIFG - CEP 7

CAPÍTULO VII 8

da Comissão de Ética do Uso de Animais – CEUA UNIFG 8

CAPÍTULO IV 11

(3)

APRESENTAÇÃO

A educação em uma IES deve ser pautada na tríade Ensino, Pesquisa e Extensão. Partindo desse pressuposto, o Centro Universitário FG - UNIFG tem como um dos seus objetivos educacionais implementar a “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” com o intuito de apresentar um conjunto de estratégias que incentivem pesquisas e projetos científicos/ tecnológicos, além de reforçar por meio da extensão, o compromisso social na superação das distâncias entre os saberes científico e popular.

Para tanto, tem criado e fortalecido grupos e núcleos de pesquisas, com a proposta de: ofertar serviços de qualidade técnica e científica; envolver docentes e discentes na manutenção de laboratórios e centros de estudos; estimular a ampliação de atividades de iniciação científica; valorizar projetos inter e multidisciplinares; valorizar a participação e intercâmbio de conhecimentos em eventos nacionais e internacionais de relevância; fomentar a publicação de livros, artigos em periódicos científicos, trabalhos em eventos científicos e a produção de conhecimento nas mais diversas áreas.

(4)

Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG

O Conselho Superior de Pesquisa e Extensão da UNIFG - CONSEPE, no uso de suas atribuições legais, baseando-se no art.84 da Lei 9.394 de 20.12.96, torna público o Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG, com as características que se seguem:

CAPÍTULO I

Definição, Diretrizes e Instrumentos

Art. 1°. A “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” estabelece diretrizes e medidas de incentivo à inovação, pesquisa científica/ tecnológica e extensão.

Art. 2°. Constituem diretrizes gerais de ação para implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG”:

I. Fomentar a produção e publicação científica; II. Fomentar a geração de inovações tecnológicas;

III. Promover a ampliação dos serviços de extensão ofertados pela UNIFG;

IV. Estimular a participação da comunidade acadêmica em atividades de Pesquisa e Extensão;

V. Articular parcerias de cooperação em pesquisa com outras instituições; VI. Buscar financiamento interno e externo para as ações de Pesquisa e Extensão; VII. Fomentar a criação e manutenção de periódicos científicos da UNIFG.

Art. 3°. São instrumentos da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG”:

I. Editais de Pesquisa Científica/ Tecnológica e Extensão da UNIFG; II. Eventos científicos internos, debates e mostras de serviços de Extensão; III. Editais de fomento à participação de docentes e discentes em eventos externos;

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IV. Programas e bolsas de estímulo de Iniciação Científica e Tecnológica para discentes;

V. Programas de capacitação de discentes e docentes; VI. Periódicos científicos da UNIFG.

CAPÍTULO II

Da Implementação e das Competências

Art. 4º. Na implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” compete:

I. Embasar ações (publicação de editais das diversas naturezas, organização de eventos, etc.) do Núcleo de Pesquisa e Extensão da UNIFG (NUPEX);

II. Implantar o Comitê Institucional de Pesquisa e Extensão (CIPE);

III. Cooperar com a consolidação do Observatório FG do Semiárido Nordestino; IV. Consolidar e apoiar o programa de Iniciação Científica;

V. Apoiar o funcionamento do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFG – CEP-UNIFG;

VI. Apoiar o funcionamento da Comissão de Ética no uso de Animais da UNIFG - CEUA;

VII. Fomentar a criação e manutenção de programas de pós-graduação stricto sensu; VIII. Fomentar a criação e manutenção de periódicos científicos nas diversas áreas do

conhecimento;

IX. Divulgar as atividades de Pesquisa e Extensão.

CAPÍTULO III

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Art. 5°. Na implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” compete ao NUPEX:

I. Operacionalizar as decisões do CIPE; II. Elaborar Editais de Pesquisa e Extensão;

III. Realizar a gestão operacional dos Projetos de Pesquisa e Extensão, incluindo o acompanhamento dos planos de trabalho e cronogramas;

IV. Encaminhar ao CIPE resultados do acompanhamento dos projetos de pesquisa e extensão;

V. Efetivar eventos de natureza científica e tecnológica ou delas participar, como Congressos, Simpósios, Encontros entre outros.

CAPÍTULO IV

do Observatório FG do Semiárido Nordestino

Art. 6º. O Observatório FG do Semiárido Nordestino é um centro de referência técnico, socioeconômico, jurídico, ambiental e da saúde, com o intuito de nortear projetos, desenvolver pesquisas e ações que contribuam com o desenvolvimento do semiárido. Possui características multidisciplinares, buscando contribuir para a formulação e implantação de políticas públicas.

Art. 7º. Na implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” compete ao Observatório FG do Semiárido Nordestino.

I. Fomentar a criação de grupos e/ou núcleos de pesquisa e extensão na UNIFG, dentro da sua competência, por meio do Conselho Superior do Observatório FG; II. Fomentar projetos de pesquisa e extensão na UNIFG, dentro da sua competência,

por meio do Conselho Superior do Observatório FG;

III. Investigar e difundir informações técnicas e científicas do Semiárido Brasileiro por meio de análises multidisciplinares, reflexivas e críticas;

IV. Realizar investigação científica aplicada com o intuito de socializar informações e potencializar pesquisas;

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V. Produzir conhecimentos via diagnósticos socioespaciais, articulando projetos de extensão com disciplinas nos vários cursos de graduação e pós-graduação da UNIFG;

VI. Articular a cooperação científica entre instituições no Brasil e no exterior, desde que tenha como objeto de pesquisa o Semiárido;

VII. Indicar editais que visem a pesquisa e extensão no Semiárido Brasileiro;

VIII. Difundir a “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG”.

IX. Promover eventos de natureza científica e tecnológica ou delas participar, como congressos e simpósios.

CAPÍTULO V

do Comitê de Ética em Pesquisa UNIFG - CEP

Art. 8º. O CEP- UNIFG foi autorizado em 2016 pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde através da carta circular nº 128/2016 CONEP/CNS/GB/MS, em atendimento a Resolução Nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. Possuindo um caráter interdisciplinar e independente de abrangência regional, com “múnus público” de caráter consultivo, normativo, deliberativo e educativo, criado para defender os interesses dos participantes da pesquisa em sua integridade e dignidade e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos científicos.

Art. 9º. Na implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” compete ao CEP- UNIFG:

I. Revisar todos os protocolos de pesquisa envolvendo seres humanos, inclusive os multicêntricos, cabendo-lhe a responsabilidade primária pelas decisões sobre a ética da pesquisa a ser desenvolvida na instituição, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas; II. Emitir parecer consubstanciado por escrito, no prazo máximo de 30 (trinta) dias,

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III. Manter a guarda confidencial de todos os dados obtidos na execução de sua tarefa e arquivamento do protocolo completo;

IV. Acompanhar o desenvolvimento dos projetos, por meio de relatórios semestrais dos pesquisadores e de outras estratégias de monitoramento, de acordo com o risco inerente à pesquisa;

V. Incentivar e promover continuamente a capacitação dos membros do CEP- UNIFG e promoção da educação em ética em pesquisa envolvendo seres humanos; VI. Receber dos participantes da pesquisa ou de qualquer outra parte denúncias de abusos ou notificação sobre fatos adversos que possam alterar o curso normal do estudo, decidindo pela continuidade, modificação ou suspensão da pesquisa, devendo, se necessário, solicitar a adequação do Termo de Consentimento.

VII. Requerer instauração de sindicância à direção da instituição em caso de denúncias de irregularidades de natureza ética nas pesquisas e, em havendo comprovação, comunicar à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP/CNS/MS/CNS/MS) e, no que couber, a outras instâncias;

VIII. Manter comunicação regular e permanente com a CONEP/CNS/MS/CNS/MS, por meio de sua Secretaria Executiva.

CAPÍTULO VI

da Comissão de Ética do Uso de Animais – CEUA UNIFG

Art. 10º. A CEUA UNIFG é um colegiado interdisciplinar e independente com "múnus público" de caráter consultivo, normativo, deliberativo e educativo, criado para aprovação, controle e vigilância das atividades de criação, ensino e pesquisa científica com animais, bem como para garantir o cumprimento das normas de controle da experimentação animal editadas pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) sendo constituído nos termos da Resolução Normativa 01/2010 do Ministério de Ciência e Tecnologia - MCT e da lei N°11.794, de 08 de outubro de 2008.

Art. 11º. Na implementação da “Política Institucional de apoio a Pesquisa Científica/Tecnológica e Extensão da UNIFG” compete a CEUA UNIFG:

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I - cumprir e fazer cumprir, no âmbito de suas atribuições, o disposto na Lei n.º 11.794, de 8 de outubro de 2008, nas demais normas aplicáveis e nas Resoluções Normativas do CONCEA;

II - examinar previamente os protocolos experimentais ou pedagógicos aplicáveis aos procedimentos de ensino e de projetos de pesquisa científica envolvendo animais a serem realizados na instituição à qual esteja vinculada, para determinar sua compatibilidade com a legislação aplicável;

III - manter cadastro atualizado dos protocolos experimentais ou pedagógicos, aplicáveis aos procedimentos de ensino e projetos de pesquisa científica envolvendo animais realizados na instituição ou em andamento, enviando cópia ao CONCEA, por meio CIUCA;

IV - manter cadastro dos pesquisadores e docentes que desenvolvam protocolos experimentais ou pedagógicos, aplicáveis aos procedimentos de ensino e projetos de pesquisa científica envolvendo animais, enviando cópia ao CONCEA, por meio do CIUCA;

V - expedir, no âmbito de suas atribuições, certificados que se fizerem necessários perante órgãos de financiamento de pesquisa, periódicos científicos ou outras entidades;

VI - notificar imediatamente ao CONCEA e às autoridades sanitárias a ocorrência de qualquer acidente envolvendo animais nas instituições credenciadas, fornecendo informações que permitam ações saneadoras;

VII - investigar acidentes ocorridos no curso das atividades de criação, pesquisa e ensino e enviar o relatório respectivo ao CONCEA, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados a partir da data do evento;

VIII - estabelecer programas preventivos e realizar inspeções anuais, com vistas a garantir o funcionamento e a adequação das instalações sob sua responsabilidade, dentro dos padrões e normas definidas pelo CONCEA;

IX - solicitar e manter relatório final dos projetos realizados na instituição, que envolvam uso científico de animais;

X - avaliar a qualificação e a experiência do pessoal envolvido nas atividades de criação, ensino e pesquisa científica, de modo a garantir o uso adequado dos animais;

XI - divulgar normas e tomar decisões sobre procedimentos e protocolos pedagógicos e experimentais, sempre em consonância com as normas em vigor;

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XII - assegurar que suas recomendações e as do CONCEA sejam observadas pelos profissionais envolvidos na criação ou utilização de animais;

XIII - consultar formalmente o CONCEA sobre assuntos de seu interesse, quando julgar necessário;

XIV - desempenhar outras atribuições, conforme deliberações do CONCEA;

XV - incentivar a adoção dos princípios de refinamento, redução e substituição no uso de animais em ensino e pesquisa científica;

XVI - determinar a paralisação de qualquer procedimento em desacordo com a Lei 11.794, de 2008, na execução de atividades de ensino e de pesquisa científica, até que a irregularidade seja sanada, sem prejuízo da aplicação de outras sanções cabíveis.

§ 1º Quando se configurar a hipótese prevista no inciso XVI deste artigo, a omissão da CEUA acarretará sanções à instituição, nos termos dos arts. 17 e 20 da Lei 11.794, de 2008. § 2º Das decisões proferidas pelas CEUA cabe recurso, sem efeito suspensivo, ao CONCEA.

§ 3º Os membros das CEUA responderão pelos prejuízos que, por dolo, causarem às atividades de ensino ou de pesquisa científica propostas ou em andamento.

§ 4º Os membros das CEUA estão obrigados a resguardar os direitos de propriedade intelectual e segredo industrial, sob pena de responsabilidade.

XVII - manter a guarda confidencial de todos os dados obtidos na execução de sua tarefa e arquivamento do protocolo completo por 5 (cinco) anos;

XVIII - desempenhar papel consultivo e educativo, fomentando a reflexão em torno da ética no uso de animais em atividades de ensino e pesquisa;

XIX - receber dos sujeitos de pesquisa, ou de qualquer pessoa física ou jurídica, denúncias de abusos ou notificação sobre fatos adversos que possam alterar o curso normal de estudo, decidindo pela continuidade, modificação ou suspensão da pesquisa, devendo, se necessário, reformular ou suspender o parecer;

XX - requerer instauração de sindicância ao Conselho Superior de Pesquisa e Extensão da UNIFG - CONSEPE, em caso de denúncias de irregularidades de natureza ética no ensino e na pesquisa e, em havendo comprovação, comunicar ao CONCEA/MCT e, no que couber, a outras instâncias;

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CAPÍTULO VII

das Disposições Gerais e Transitórias

Art. 12. Casos omissos serão dirimidos pelo Conselho Superior de Pesquisa e Extensão da UNIFG - CONSEPE.

Esta Política entra em vigor a partir da data de sua publicação.

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