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EAE ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS TÓPICO 6

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Academic year: 2021

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(1)

EAE  0422-­‐  ELABORAÇÃO  E  ANÁLISE  DE  

PROJETOS  –  TÓPICO  6  

Prof.  Dr.  Eduardo  Luzio    

(

[email protected]

)  

Blog:  hNp:/eduardoluzio.wordpress.com  

Linked  In:  Eduardo  Luzio  

(2)

MÉTODO  DO  FLUXO  DE  CAIXA  

DESCONTADO  (FDC)  

“Uma  empresa  é  uma  coleção  de  projetos”  (B&M)  

“Uma  empresa  é  uma  coleção  de  projetos”...  E  uma  coleção  de  conflitos...    

 

(3)

Conceitos  de  Valor:  Fluxo  Descontado  de  Caixa  

•  Por  que  invesJr  em  um  projeto?   Ø  Quanto  posso  ganhar?  

Ø  Quando  vou  ganhar?  Quanto  tempo  devo  esperar?   Ø  Qual  é  o  risco  que  incorrerei?  

Uma   empresa   (ou   um   projeto)   vale   pela   sua   capacidade   de   gerar   “dinheiro”   aos   seus  

acionistas   no   futuro,     remunerando-­‐os   pelo   risco   incorrido   e   rendimentos   em   alterna^vas  de  invesJmento.  

•  “dinheiro  (...)  aos  acionistas”  =  fluxo  livre  de  caixa  (FLC)   •  “acionistas”  =  função  críJca  dos  acionistas  

•  “futuro”  =expectaJvas,  valor  presente  líquido  (VPL)  

•  “risco  incorrido  e  rendimentos  em  alterna^vas  de  invesJmento”  =  custo  de  

(4)

Taxa  de  Desconto:  Expecta^va  de  Retorno  para  o  Acionista  

Expecta^va  

de  Retorno  

(R

c

)  

Não  Escolha  (1):    

Renda  Fixa  sem  

Risco  (R

f

)  

Não  Escolha  (2):    

Renda  Variável  

Diversificada  

(R

m

)  

Escolha:  Risco  

Específico  (Up  &  

downside)  

(β)  

4  

Capital  Asset  Pricing   Model  (CAPM)  

Mas,  o  que  é  risco?    

Perda  x  Probabil.  Perda?   Beta  (β)  varia  com  o  setor  

econômico  e  com  a  empresa.  Rf   e  Rm  são  parâmetros  da  

(5)

As  Funções  dos  Acionistas  &  Financiadores  

Governança Corporativa Conduta Ética Transparência Credibilidade

Impostos Custos & Despesas Investimentos ARPL e CG Remuneração Capital (FOC) Acionistas Financiadores FLC   Serviço  da  

(6)

Clientes   dispostos  a   pagar  o   preço   Insumos  de   Produção   “Tecnologia”   (tangível  e   intangível)   Canais   Distribuição   (próprio  e/ ou  terceiros)   Tributos,   Encargos  &   Parâmetros   Regulatórios   Fluxo   Operacional   Caixa   Fluxo  Livre   de  Caixa   Funcionários   Fornecedores   Prestadores  de  Serviço   Parceiros  Estratégicos  (ex.  

franqueados)  

Concorrentes   Subs^tutos  

Complementares  

Acionistas  

Estratégia  &  Tá^cas  Operacionais  

Financiadores  

O  Financiador  é  sócio  de  

(7)

Conceitos  de  Valor:  Fluxo  Descontado  de  Caixa  

•  O  FDC  divide  a  análise  do  valor  da  Empresa  em  duas  partes:  

Ø  Estratégia  Operacional:  quanto  a  operação  gera  de  “caixa”?  (fluxo  operacional  

de  caixa  (FOC))  

Ø  Estratégia  de  Financiamento:  como  a  operação  pode  ser  financiada?  (FLC)  

²  Estratégia  de  Distribuição:  quanto  e  quando  distribuir  o  FLC  aos  

acionistas?  (FLC  também)    

(8)

Decisões  x  Valor  do  Projeto  (Empresa)    

Valor  da  

Empresa  (Ações)  

Estratégia  de  

Distribuição  

Decisões  Não  

Operacionais  

Estratégia  de  

financiamento  

Estratégia  

Operacional  

8  

(9)

Como  mensurar  o  caixa  gerado?  

Lucro  Líquido   Fluxo  Oper.  Caixa  (FOC)   Fluxo  Livre  Caixa  (FLC)   (=) EBIT

(+) Depreciação & Amortização ARLP

(=) LAJIDA (EBITDA)

(-/+) Variação Líquida no Capital de Giro: (-) Δ Contas a Receber

(-) Δ Estoques (+) Δ Fornecedores

(+) Δ Adiantamento Clientes (-) Investimentos no ARLP (CAPEX) (-) IR & CS Pré Alavancagem (x EBIT)

(=) FOC

Receita Operacional Bruta (ROB) (-) Impostos Diretos

(=) Receita Operacional Liquida (ROL) (-) Custo Mercadoria Vendida (CMV) (=) Lucro Bruto

(-) Despesas Gerais & Adm. (DG&A) (-) Depreciação & Amortização do Ativo Realizável a Longo Prazo (ARLP)

(=) Lucro Operacional (EBIT)

(-) Desp. Financeiras (+) Rec. Financeiras

<(+/-) Resultado Não Operacional>

(=) Lucro antes IR & CS (LAIR) (-) IR & CS (Pós Alavancagem)

(=) Lucro / Prejuízo do Exercício

(=) FOC

(-) Desp. Financeiras (+) Rec. Financeiras (-) Amortização de Dívidas (+) Captação de Novas Dívidas (+) Aumento do Capital Social (-) Invest. / Desinv. Não Operacionais

(+/-) Resultado Não Operacional

(+) IR & CS Pré Alavancagem (x EBIT) (-) IR&CS Pós Alavancagem (x LAIR)

(=) FLC (antes de pagamentos aos acionistas) (FCFE)

(-) Redução no Capital Social (-) Dividendos, Juros sobre Capital

Próprio (JSCP)

(=) FLC total

EBIT  =  Lucro  antes  de  Juros  e  Impostos  (IR&CS)     A.  Rappaport:  “Lucro  é  opinião,  caixa  é  fato!”  

EBITDA  (LAJIDA)  =  Lucro  antes  de  Juros,  Impostos  (IR&CS),  Depreciação  &  AmorJzação     Mercado  de   Capitais  

FLC total afetará (+/-) o acumulo de dinheiro na Tesouraria

(10)

Leituras  Complementares  Recomendadas:  

eduardoluzio.wordpress.com  

EBITDA:  

hnps://eduardoluzio.wordpress.com/2015/04/10/mas-­‐afinal-­‐o-­‐que-­‐e-­‐o-­‐ebitda-­‐para-­‐ que-­‐serve/    

Lucro  Líquido  x  Fluxo  de  Caixa  

hnps://eduardoluzio.wordpress.com/2014/11/06/a-­‐miragem-­‐do-­‐lucro/    

Capital  de  Giro:  

hnp://eduardoluzio.wordpress.com/2014/03/21/capital-­‐de-­‐giro-­‐remedio-­‐ou-­‐veneno/  

Estratégia:  

hnps://eduardoluzio.wordpress.com/2014/07/16/o-­‐que-­‐e-­‐e-­‐o-­‐que-­‐nao-­‐e-­‐estrategia/  

Plano  de  Negócios  (Business  Plan):  

hnp://eduardoluzio.wordpress.com/2011/02/15/o-­‐valor-­‐de-­‐um-­‐bom-­‐business-­‐plan-­‐

plano-­‐de-­‐negocios/  

   

(11)

Como  mensurar  o  caixa  gerado  pelas  Estratégias?  

Lucro  Líquido   Fluxo  Oper.  Caixa  (FOC)   Fluxo  Livre  Caixa  (FLC)   (=) EBIT

(+) Depreciação & Amortização ARLP

(=) LAJIDA (EBITDA)

(-/+) Variação Líquida no Capital de Giro: (-) Δ Contas a Receber

(-) Δ Estoques (+) Δ Fornecedores

(+) Δ Adiantamento Clientes (-) Investimentos no ARLP (CAPEX) (-) IR & CS Pré Alavancagem (x EBIT)

(=) FOC

Receita Operacional Bruta (-) Impostos Diretos

(=) Receita Operacional Liquida (-) Custo Mercadoria Vendida (=) Lucro Bruto

(-) Despesas Gerais & Adm.

(-) Depreciação & Amortização ARLP

(=) Lucro Operacional (EBIT)

(-) Desp. Financeiras (+) Rec. Financeiras

<(+/-) Resultado Não Operacional>

(=) Lucro antes IR & CS (LAIR) (-) IR & CS (Pós Alavancagem)

(=) Lucro / Prejuízo do Exercício

(=) FOC

(-) Desp. Financeiras (+) Rec. Financeiras (-) Amortização de Dívidas (+) Captação de Novas Dívidas (+) Aumento do Capital Social (-) Invest. / Desinv. Não Operacionais (+/-) Resultado Não Operacional (+) IR & CS Pré Alavancagem (x EBIT) (-) IR&CS Pós Alavancagem (x LAIR)

(=) FLC (antes de pagamentos aos acionista)

(-) Redução no Capital Social (-) Dividendos, JSCP (=) FLC total Estratégia  de     Financiamento   Estratégia   Operacional   Estratégia  não   Operacional   Estratégia  de   distribuição   Somatório  de   todas  as   estratégias!   A.  Rappaport:  “Lucro  é  opinião,  caixa  é  fato!”  

(12)

Observações  Adicionais  

•  CPC  03  define  a  natureza  de  fluxo  de  caixa  operacional  como:  “um  indicador  chave   da  extensão  pela  qual  as  operações  da  enJdade  têm  gerado  suficientes  fluxos  de   caixa  para  amor^zar  emprés^mos,  manter  a  capacidade  operacional  da  en^dade,   pagar  dividendos  e  juros  sobre  o  capital  próprio  e  fazer  novos  inves^mentos  sem  

recorrer  a  fontes  externas  de  financiamento”.    

(13)

VPL = -70 (1+α)1 + -70 (1+α)2 + 20 (1+α)3 +... + 20 (1+α)30

Exemplo:  invesJndo  R$  140  M  em  um  autorização  pública  (PCH  Rio  Azul)  nos  2  

primeiros  anos  (50%  por  ano),  o  capitalista  espera  receber  R$  20  M  (FLC)  por  ano  por   28  anos.  Qual  é  o  ganho  do  capitalista  na  concessão?  

Ex.  custo  de    oportunidade  (α)  de  10%  ao  ano:  

Soma  das  Entradas  e  Saídas  =  -­‐140  +  (20  x  28)  =  420  

Receber  R$  20  M  hoje  é  equivalente  a  receber  R$  20  M  daqui  a  28  anos?

VPL  =  32,3  M  =  Valor  da  Rio  Azul,  hoje,  para  o  acionista  (com  α  =  10%)  

O  que  significa  32,3  M?    

O  retorno  sobre  o  capital  invesJdo  é  200%  (420/140)?    

VPL = -70 (1+ 0,1)1 + -70 (1+ 0,1)2 + 20 (1+ 0,1)3 +... + 20 (1+ 0,1)30 VPL = -70 (1,10) + -70 (1, 21) + 20 (1, 33)+... + 20 (17,45) = −63, 6 − 57, 9 +15, 0 +... +1,1

Conceitos  Necessários:  VPL  

(14)

Conceitos  Necessários:  TIR  

14   0 = -70 (1+ φ)1 + -70 (1+ φ)2 + 20 (1+ φ)3+... + 20 (1+ φ)30 α  =  10%  =>  VPL  =  32   ϕ  =  13%  =>  VPL  =  0  =>  TIR  =  13%   α  =  20%  =>  VPL  =  -­‐46   α  =  5%  =>  VPL  =  +147  

Um  projeto  com  VPL<0,  não  deve  ser  descartado   imediatamente.  Pode  ser  que  este  deva  ser  adiado.  

VPL = -70 (1+α)1 + -70 (1+α)2 + 20 (1+α)3+... + 20 (1+α)30

(15)

Taxa  de  Desconto  x  TIR  

WACC  /  Rc:   quanto  o   invesJdor  quer   ser  remunerado  

para  correr  o   risco  da  empresa  

(projeto)  

TIR:  quanto  a   empresa   (projeto)  projeto   pode  remunerar   o  invesJdor   VALOR  DO   PROJETO   (VPL)  

Cada  projeto  tem  uma  única   TIR,  mas  pode  ter  taxas  de   desconto  disJntas,  portanto,   um  mesmo  projeto  pode  ter   vários  VPLs.  

(16)

Regras de Decisão dos CFOs

Payback TIR VPL Índice de Lucratividade; 12% Taxa de Retorno Contábil 0% 20% 40% 60% 80% 100%

Pesquisa  sobre  o  uso  das  técnicas  de  avaliação  de  inves^mentos  pelos  CFOs  

Fonte:  Graham  and  Harvey,  “The  Theory  and  PracJce  of  Finance:  Evidence  from  the  Field,”  Journal  of  Financial  Economics  61  (2001),  pp.  187-­‐243.   Citado  no  PPT  da  Aula  do  Prof.  Aldo  Ferreira,  EPGE/FGV  “Finanças  CorporaJvas”.  Download  em  10/2/2015,  as  8:55  am.  Em    

hnp://www.google.com.br/search?hl=pt&source=hp&q=TIR+modificada&gbv=2&oq=TIR+modificada&gs_l=heirloom-­‐hp.

3..0i19l3j0i22i30i19l7.1220.3349.0.3991.14.10.0.3.3.0.289.1543.0j2j5.7.0.msedr...0...1ac.1.34.heirloom-­‐hp..4.10.1553.Qcz1VlQQA_0  

(17)

Taxas  de  Desconto  

Taxa  de   Desconto   TMA   WACC   TIR   Custo  do   Capital  do   Acionista   (Rc)  

TMA:  Taxa  Mínima  de  AtraJvidade  

Rc:  retorno  esperado  do  capital  (custo  de  oportunidade  dos   acionistas)  

Rf:  taxa  livre  de  risco  (renda  fixa)  

Rm:  retorno  esperado  em  carteira  de  invesJmentos  com   retornos  variáveis,  mas  diversificados  

β:  risco  não  diversificável  e  específico  à  empresa  (ou   projeto)  

Risco  País:  retorno  adicional  esperado  por  invesJr  no  Brasil        

Rc = Rf + (Rm − Rf ) ×β+ < RiscoPaís >WACC = D (D + C) x Rd x (1- %IR & CS) + C (D + C) x Rc

D:  quanJdade  de  recursos  captados  via  financiamentos   onerosos  

C:  quanJdade  de  capital  aportado  pelos  acionistas  

C+D  =  Valor  do  inves^mento  no  Projeto  (EPC)    

IR&CS:  alíquota  do  Imposto  de  Renda  &  Contribuição  Social   Rd:  custo  do  financiamento  

Rc:  retorno  esperado  do  capital  (custo  de  oportunidade  dos   acionistas)  

(18)

Taxas  de  Desconto  x  Significado  do  VPL  

VPL =

-70

(1+

α

)

1

+

-70

(1+

α

)

2

+

20

(1+

α

)

3

+... +

20

(1+

α

)

30

Rc   WACC   TIR   TMA  

VPL  

(Rc)   (WACC)VPL     (TIR)VPL     (TMA)VPL    

VEA  

(19)

Essência  

Suponha,  agora,  que  50%  do  invesJmento  na  Rio  Azul  seja  financiado  por  15  anos  (sendo  2  anos   de  carência  e  13  anos  de  amorJzação  em  parcelas  constantes).  Suponha  um  financiamento  com   juros  de  8%  e  outro  com  juros  de  16%  (lucro  presumido).  Qual  o  impacto  destes  financiamentos   para  os  acionistas?      

19  

Alavancagem  financeira  pode  agregar  ou  destruir  valor  aos  acionistas!    

Juros&8%& FOC& Serviço&

Dívida& FLC& 1" #70" "(35,0)" "(35,0)" 2" #70" "(35,0)" "(35,0)" 3" 20" "11,4"" "8,6"" 4" 20" "11,0"" "9,0"" 5" 20" "10,5"" "9,5"" 6" 20" "10,1"" "9,9"" 7" 20" "9,6"" "10,4"" 8" 20" "9,1"" "10,9"" 9" 20" "8,7"" "11,3"" 10" 20" "8,2"" "11,8"" 11" 20" "7,8"" "12,2"" 12" 20" "7,3"" "12,7"" 13" 20" "6,9"" "13,1"" 14" 20" "6,4"" "13,6"" 15" 20" "5,9"" "14,1"" 16" 20" " "20,0"" ..." ..." " ..." 30" 20" " "20,0"" Total" 420" "42,9"" "377,1"" VPL"(10%)" "32,3"" " 38,6& TIR" 13,0%" " 15,4%" !

Juros&16%& FOC& Serviço&

Dívida& FLC& 1" #70" "(35,0)" "(35,0)" 2" #70" "(35,0)" "(35,0)" 3" 20" "18,1"" "1,9"" 4" 20" "17,2"" "2,8"" 5" 20" "16,2"" "3,8"" 6" 20" "15,2"" "4,8"" 7" 20" "14,3"" "5,7"" 8" 20" "13,3"" "6,7"" 9" 20" "12,3"" "7,7"" 10" 20" "11,4"" "8,6"" 11" 20" "10,4"" "9,6"" 12" 20" "9,4"" "10,6"" 13" 20" "8,5"" "11,5"" 14" 20" "7,5"" "12,5"" 15" 20" "6,5"" "13,5"" 16" 20" " "20,0"" ..." ..." " ..." 30" 20" " "20,0"" Total" 420" "90,4"" "329,6"" VPL"(10%)" "32,3"" " 13,3& TIR" 13,0%" " 11,6%" !

(20)

TIR Projeto > WACC VPL do Projeto > 0

TIR Projeto < WACC VPL do Projeto < 0

TIR Projeto = WACC VPL do Projeto = 0

TIR Acionistas > Rc VPL das Ações > 0

TIR Acionistas < Rc VPL das Ações < 0

TIR Acionistas = Rc VPL das Ações = 0

20

(21)

SHOW  ME  THE  MONEY!!!  

OTHER  PEOPLE’S  MONEY  

FOC,  WACC   FLC,  Rc  

Financiamentos:  

•  Captação  em  dinheiro  

•  Desp.  juros  (dedu•veis  do  IR&CS)   •  Prazos  maiores  

•  PARCERIA  OPORTUNÍSTICA  

Fornecedores:  

•  Captação  em  mercadorias  /   serviços  

•  Não  há  desp.  juros  (dedu•veis  do   IR&CS)  

•  Prazos  menores  

•  PARCERIA  ESTRATÉGICA  -­‐ OPERACIONAL  

(22)

FINANCIAMENTOS:  Benezcios  e  Custos  

Reduzir  o  Custo  Médio  do  Capital   (WACC)  

Benezcio  Tributário  

(Lucro  Real  x  Lucro  Presumido)  

Reduz  a  Necessidade  de  Aporte  do   Acionista  

Banco  compar^lha  o  risco  da  Empresa   (projeto)  com  o  Acionista?  

Acionista  divide  o  FOC  com  o   Financiador  

Aumenta  o  Risco  da  Empresa  (β)  

Impõe  Obrigações  e  Transparência   (Covenants  Financeiros  e  Não  Fin.)  

(23)

Exercícios  (LUZIO  (2011)  Prova  Intermediária  

FOC  &  FLC:  Exercícios  1  a  8,  11  a  13,  das  páginas  16  a  18.  

BP  &  DRE:    

Exercícios  14  a  21,  das  páginas  81  a  84.  

Exercícios  26  a  30,  da  página  91.  

TIR:  Exercício  10,  página  18.  

WACC:  Exercícios  31  a  38,  das  páginas  91  a  94.  

FDC:    

Exercício  22,  página  85.  

Exercício  24,  página  87.  

Aleluia:  exercício  19,  página  144.  

Referências

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