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Art. 76. A educação para o trânsito será promovida na préescola e nas escolas de 1º, 2º e 3º graus, por meio de planejamento e ações coordenadas

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Art. 76. A educação para o trânsito será promovida na pré-escola e nas pré-escolas de 1º, 2º e 3º graus, por meio de

planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e

entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação.

Parágrafo único. Para a finalidade prevista neste artigo, o

Ministério da Educação e do Desporto, mediante proposta do CONTRAN e do Conselho de Reitores das Universidades

Brasileiras, diretamente ou mediante convênio, promoverá: I - a adoção, em todos os níveis de ensino, de um currículo interdisciplinar com conteúdo programático sobre segurança de trânsito;

(2)

II - a adoção de conteúdos relativos à educação para o

trânsito nas escolas de formação para o magistério e o

treinamento de professores e multiplicadores;

III - a criação de corpos técnicos interprofissionais para

levantamento e análise de dados estatísticos relativos

ao trânsito;

IV - a elaboração de planos de redução de acidentes de

trânsito junto aos núcleos interdisciplinares

universitários de trânsito, com vistas à integração

universidades-sociedade na área de trânsito.

(3)

Art. 77. No âmbito da educação para o trânsito caberá ao Ministério da Saúde, mediante proposta do CONTRAN, estabelecer campanha nacional esclarecendo condutas a serem seguidas nos primeiros socorros em caso de acidente de trânsito.

Parágrafo único. As campanhas terão caráter permanente por intermédio do Sistema Único de Saúde - SUS, sendo

intensificadas nos períodos e na forma estabelecidos no art. 76.

Art. 77-A. São assegurados aos órgãos ou entidades

componentes do Sistema Nacional de Trânsito os mecanismos instituídos nos arts. 77-B a 77-E para a veiculação de

mensagens educativas de trânsito em todo o território

nacional, em caráter suplementar às campanhas previstas nos arts. 75 e 77. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

(4)

Art. 77-B. Toda peça publicitária destinada à divulgação ou promoção, nos meios de comunicação social, de produto oriundo da indústria automobilística ou afim, incluirá, obrigatoriamente, mensagem educativa de trânsito a ser conjuntamente veiculada. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

§ 1o Para os efeitos dos arts. 77-A a 77-E, consideram-se

produtos oriundos da indústria automobilística ou afins: (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

I – os veículos rodoviários automotores de qualquer espécie, incluídos os de passageiros e os de carga; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

II – os componentes, as peças e os acessórios utilizados nos veículos mencionados no inciso I. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

(5)

§ 2

o

O disposto no caput deste artigo aplica-se à

propaganda de natureza comercial, veiculada por

iniciativa do fabricante do produto, em qualquer das

seguintes modalidades:

(Incluído pela Lei nº 12.006, de

2009).

I – rádio;

(Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

II – televisão;

(Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

(6)

IV – revista; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). V – outdoor. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009). § 3o Para efeito do disposto no § 2o, equiparam-se ao

fabricante o montador, o encarroçador, o importador e o revendedor autorizado dos veículos e demais produtos discriminados no § 1o deste artigo. (Incluído pela Lei nº

12.006, de 2009).

Art. 77-C. Quando se tratar de publicidade veiculada em

outdoor instalado à margem de rodovia, dentro ou fora da

respectiva faixa de domínio, a obrigação prevista no art. 77-B estende-se à propaganda de qualquer tipo de produto e

anunciante, inclusive àquela de caráter institucional ou eleitoral. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

(7)

Art. 77-D. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran)

especificará o conteúdo e o padrão de apresentação das mensagens, bem como os procedimentos envolvidos na respectiva veiculação, em conformidade com as diretrizes fixadas para as campanhas educativas de trânsito a que se refere o art. 75. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

Art. 77-E. A veiculação de publicidade feita em desacordo com as condições fixadas nos arts. 77-A a 77-D constitui infração punível com as seguintes sanções: (Incluído pela Lei nº

12.006, de 2009).

I – advertência por escrito; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

II – suspensão, nos veículos de divulgação da publicidade, de qualquer outra propaganda do produto, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias; (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

(8)

III – multa de 1.000 (um mil) a 5.000 (cinco mil) vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir), ou unidade que a

substituir, cobrada do dobro até o quíntuplo, em caso de reincidência. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

§ 1o As sanções serão aplicadas isolada ou cumulativamente,

conforme dispuser o regulamento. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

§ 2o Sem prejuízo do disposto no caput deste artigo, qualquer

infração acarretará a imediata suspensão da veiculação da peça publicitária até que sejam cumpridas as exigências

fixadas nos arts. 77-A a 77-D. (Incluído pela Lei nº 12.006, de 2009).

Art. 78. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desporto, do Trabalho, dos Transportes e da Justiça, por intermédio do CONTRAN, desenvolverão e implementarão programas

(9)

Parágrafo único. O percentual de dez por cento do total dos valores arrecadados destinados à Previdência Social, do

Prêmio do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre - DPVAT, de que trata a Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974, serão repassados mensalmente ao Coordenador do Sistema Nacional de

Trânsito para aplicação exclusiva em programas de que trata este artigo.

Art. 79. Os órgãos e entidades executivos de trânsito poderão firmar convênio com os órgãos de educação da União, dos

Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, objetivando o cumprimento das obrigações estabelecidas neste capítulo.

(10)

CAPÍTULO VII

DA SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO

Art. 80. Sempre que necessário, será colocada ao longo da via, sinalização prevista neste Código e em legislação

complementar, destinada a condutores e pedestres, vedada a utilização de qualquer outra.

§ 1º A sinalização será colocada em posição e condições que a tornem perfeitamente visível e legível durante o dia e a noite, em distância compatível com a segurança do trânsito,

conforme normas e especificações do CONTRAN.

§ 2º O CONTRAN poderá autorizar, em caráter experimental e por período prefixado, a utilização de sinalização não prevista neste Código.

(11)

Art. 81. Nas vias públicas e nos imóveis é proibido

colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e

mobiliário que possam gerar confusão, interferir na

visibilidade da sinalização e comprometer a segurança

do trânsito.

Art. 82. É proibido afixar sobre a sinalização de trânsito

e respectivos suportes, ou junto a ambos, qualquer tipo

de publicidade, inscrições, legendas e símbolos que não

se relacionem com a mensagem da sinalização.

(12)

Art. 83. A afixação de publicidade ou de quaisquer legendas ou símbolos ao longo das vias condiciona-se à prévia

aprovação do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.

Art. 84. O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá retirar ou determinar a imediata retirada de qualquer elemento que prejudique a visibilidade da

sinalização viária e a segurança do trânsito, com ônus para quem o tenha colocado.

Art. 85. Os locais destinados pelo órgão ou entidade de

trânsito com circunscrição sobre a via à travessia de pedestres deverão ser sinalizados com faixas pintadas ou demarcadas no leito da via.

(13)

Art. 86. Os locais destinados a postos de gasolina,

oficinas, estacionamentos ou garagens de uso coletivo

deverão ter suas entradas e saídas devidamente

identificadas, na forma regulamentada pelo CONTRAN.

Art. 87. Os sinais de trânsito classificam-se em:

I - verticais;

II - horizontais;

III - dispositivos de sinalização auxiliar;

IV - luminosos;

V - sonoros;

(14)

Art. 88. Nenhuma via pavimentada poderá ser entregue após sua construção, ou reaberta ao trânsito após a realização de obras ou de manutenção, enquanto não estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente, de forma a garantir as condições adequadas de segurança na circulação.

Parágrafo único. Nas vias ou trechos de vias em obras deverá ser afixada sinalização específica e adequada.

Art. 89. A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência: I - as ordens do agente de trânsito sobre as normas de

circulação e outros sinais;

II - as indicações do semáforo sobre os demais sinais; III - as indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.

(15)

Art. 90. Não serão aplicadas as sanções previstas neste

Código por inobservância à sinalização quando esta for

insuficiente ou incorreta.

§ 1º O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição

sobre a via é responsável pela implantação da

sinalização, respondendo pela sua falta, insuficiência ou

incorreta colocação.

§ 2º O CONTRAN editará normas complementares no

que se refere à interpretação, colocação e uso da

(16)

CAPÍTULO VIII

DA ENGENHARIA DE TRÁFEGO, DA OPERAÇÃO, DA

FISCALIZAÇÃO E DO POLICIAMENTO OSTENSIVO DE TRÂNSITO Art. 91. O CONTRAN estabelecerá as normas e regulamentos a serem adotados em todo o território nacional quando da

implementação das soluções adotadas pela Engenharia de Tráfego, assim como padrões a serem praticados por todos os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito.

Art. 92. (VETADO)

Art. 93. Nenhum projeto de edificação que possa transformar-se em pólo atrativo de trânsito poderá transformar-ser aprovado transformar-sem

prévia anuência do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e sem que do projeto conste área para estacionamento e indicação das vias de acesso adequadas.

(17)

Art. 94. Qualquer obstáculo à livre circulação e à segurança de veículos e pedestres, tanto na via quanto na calçada, caso não possa ser retirado, deve ser devida e imediatamente

sinalizado.

Parágrafo único. É proibida a utilização das ondulações transversais e de sonorizadores como redutores de

velocidade, salvo em casos especiais definidos pelo órgão ou entidade competente, nos padrões e critérios estabelecidos pelo CONTRAN.

Art. 95. Nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, será iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via.

(18)

§ 1º A obrigação de sinalizar é do responsável pela

execução ou manutenção da obra ou do evento.

§ 2º Salvo em casos de emergência, a autoridade de

trânsito com circunscrição sobre a via avisará a

comunidade, por intermédio dos meios de

comunicação social, com quarenta e oito horas de

antecedência, de qualquer interdição da via,

indicando-se os caminhos alternativos a indicando-serem utilizados.

§ 3º A inobservância do disposto neste artigo será

punida com multa que varia entre cinqüenta e

trezentas UFIR, independentemente das cominações

cíveis e penais cabíveis.

(19)

§ 4º Ao servidor público responsável pela inobservância de qualquer das normas previstas neste e nos arts. 93 e 94, a autoridade de trânsito aplicará multa diária na base de

cinqüenta por cento do dia de vencimento ou remuneração devida enquanto permanecer a irregularidade.

CAPÍTULO IX DOS VEÍCULOS Seção I

Disposições Gerais

Art. 96. Os veículos classificam-se em: I - quanto à tração:

a) automotor; b) elétrico;

(20)

c) de propulsão humana;

d) de tração animal;

e) reboque ou semi-reboque;

II - quanto à espécie:

a) de passageiros:

1 - bicicleta;

2 - ciclomotor;

3 - motoneta;

4 - motocicleta;

5 - triciclo;

(21)

6 - quadriciclo;

7 - automóvel;

8 - microônibus;

9 - ônibus;

10 - bonde;

11 - reboque ou semi-reboque;

12 - charrete;

b) de carga:

1 - motoneta;

2 - motocicleta;

(22)

3 - triciclo;

4 - quadriciclo;

5 - caminhonete;

6 - caminhão;

7 - reboque ou semi-reboque;

8 - carroça;

9 - carro-de-mão;

c) misto:

1 - camioneta;

2 - utilitário;

3 - outros;

d) de competição;

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e) de tração: 1 - caminhão-trator; 2 - trator de rodas; 3 - trator de esteiras; 4 - trator misto; f) especial; g) de coleção;

III - quanto à categoria: a) oficial;

b) de representação diplomática, de repartições consulares de carreira ou organismos internacionais acreditados junto ao

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c) particular;

d) de aluguel;

e) de aprendizagem.

Art. 97. As características dos veículos, suas

especificações básicas, configuração e condições

essenciais para registro, licenciamento e circulação

serão estabelecidas pelo CONTRAN, em função de suas

aplicações.

Art. 98. Nenhum proprietário ou responsável poderá,

sem prévia autorização da autoridade competente,

fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo

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Parágrafo único. Os veículos e motores novos ou usados que sofrerem alterações ou conversões são obrigados a atender aos mesmos limites e exigências de emissão de poluentes e ruído previstos pelos órgãos ambientais competentes e pelo CONTRAN, cabendo à entidade executora das modificações e ao proprietário do veículo a responsabilidade pelo

cumprimento das exigências.

Art. 99. Somente poderá transitar pelas vias terrestres o veículo cujo peso e dimensões atenderem aos limites estabelecidos pelo CONTRAN.

§ 1º O excesso de peso será aferido por equipamento de pesagem ou pela verificação de documento fiscal, na forma estabelecida pelo CONTRAN.

Referências

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