Carlos Baptista da Costa
Professor Coordenador do ISCAL (aposentado)Revisor Oficial de Contas
Gabriel Correia Alves
Professor Coordenador do ISCAL Revisor Oficial de Contas
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de Auditoria Financeira
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OUTRAS OBRAS DOS AUTORES -
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CARLOS BAPTISTA DA COSTA
GABRIEL CORREIA ALVES
- professor Coordenador do ISCAL (aposentado) Professor Coordenador do ISCAL
Contabilidade Financeira Revisor Oficial de Contas Revisor Oficial de Contas
jaedição: 1996—Editora Rei dos Livros
2~ edição: 1997— Vislis Editores 3~ edição: 1999—Vislis Editores
4aedição: 2001—Editora Rei dos Livros
5~ edição: 2005— Publisher Team
4
9 edição; 2008—Editora Rei dos Livros
7~ edição: 2008—Editora Rei dos Livros
1
CASOS PRÁTICOS
DE
AUDITORIA FINANCEIRA
1.~ Edição—Novembro de 1998 2.~ Edição—Outubro de 1999 3.~ Edição—Novembro de 2001 4.~ Edição—Janeiro de 2007 5aEdição—Outubro de 2008 9 Edição—Outubro de 20111
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~LIVROS
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ANTERIORES EDJÇÕES DESTE LIVRO
1 edição—972 52 0040 3 (1998) 2.~ edição—972-52-0075-6(1999) 3.~ edição—972-52-0134-5 (2001)
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4~ edição—978-972-51-1112-3 (2007) 5.’ edição—978-972-51- 1149-9 (2008)‘1
Índice
PREFÁCIO DA 1.’ EDIÇÃO 7 PREFÁCIO DA 2.~ EDIÇÃO 9 PREFÁCIO DA 3.’ EDIÇÃO 11 PREFÁCIO DA 4.’ EDIÇÃO 13 PREFÁCIO DA 5~ EDIÇÃO 15 PREFÁCIO 17• CAPÍTULO 1-MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS
PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA 21
CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.°5 1 A 5) 23
CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N95 6 A io) 69
-
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CAPITULO 2- COMPRAS DE BENS E DE SERVIÇOS, PESSOAL E CONTAS A PAGAR 79PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA 81
CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.°5 1 A 4) 83
• CASÕS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.°5 5 A lo) 131
Ficha Técnica CAPÍTULO 3-INVENTÁRIOS 145
Título: Casos Práticos de Auditoria Financeira PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA 147
Autores: Carlos Baptista da Costa CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.°5 1 A 5) 149
Gabriel Correia Alves CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.°5 6 A ia) 199
Editor: Letras e Conceitos, Lda. ‘1 CAPITULO 4—ACTIVOS INTANGÍVEIS 209
[email protected] • PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA 211
Paginação: Maria José Ventura CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.°5 1 A 3) 213
Impressão e acabamento: Offsetmais, S.A. CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N95 4 A 6) 229
Setembro de 2011 Depósito legalti.’ 334433/11
ISBN: 978-989-8305-28-2
1
CAPÍTULOS~ CAPITAL PRÓPRIO .
PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (Nos 1 E 2)
CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.°5 3 E 4) CAPÍTULO 9-RELATÓRIOS DE AUDITORIA
NORMAS TÉCNICAS DE REVISÃO/AUDITORIA (NORMAS DE RELATO) DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS
MODELO DE CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS NÃO MODIFICADA CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS
QUESTÕES DE ESCOLHA MÚLTIPLA
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE AUDITORIA AUDITQRIA Às DIVERSAS ÁREAS DO BALANÇO
E DA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS GRUPO 3. RELATÕRIOS DE AUDITORIA
SOLUÇÕES
PREFÁCIO
da1.’Edição
Como profissionais de auditoria e também ligados ao seu ensino há já vários anos, temo-nós apercebidõ4àidiflcúldádê~ com qué oiéstüddhte~, de um modo geral, se depatám por via da inexistência de casos especfficamente preparados que os ajudem a interpretar e a decidir sobre as diferentes questões de natureza contabilística, de controlo interno e de audi toria,frequentemente existentes na prática, e que lhes permitam fazer uso dos conhecimentos teóricos adquiridos.
idêntico sentimento nos tem sido transmitido por Colegas de outros estabelecimentos de ensino superior, os quais nos têm igualmente sensibilizado para a importância de uma publi cação de casos práticos, devidamente resolvidos.
É nestas circunstâncias que surge o presente livro, o qual, tendo por objectivo a aplicação e a consolidação dos conhecimentos teóricos, é apresentado com uma estrutura idêntica à do livro Auditoria Financeira—Teoria e Prática (da autoria do primeiro subscritor deste prefácio
e cuja 6.’ edição está no prelo), esperando-se que possa constituir para os estudantes um bom complemento daquele.
Os casos apresentados cobrem as diversas áreas geralmente objecto de estudo e repar tem-se pelos seguintes oito capítulos: Disponibilidades; Compras de bens e serviços, Pessoal e Dívidas apagar; Existências; Imobilizações incorpóreas; Imobilizações corpóreas; Investimen tos financeiros; Vendas, Prestações de serviços e Dívidas a receber e Capital Próprio.
Embora os casos tenham como destinatá rios pessoas com conhecimentos de contabilidade, as respectivas resoluções são acompanhadas das explanações teóricas que justificam as opções adoptadas, de modo a permitir uma fácil compreensão das questões abordadas.
Os lançamentos são apresentados com clareza, em forma de diário, sendo utilizadas para o efeito apenas as contas principais e as contas de movimento. Tendo em conta os objecti vos atrás definidos, nos casos apresentados não foram, geralmente, considerados os efeitos do IVA.
Estando certos que o trabalho agora divulgado pode ser melhorado,ficamos agradecidos a todos quantos, com as suas críticas e sugestões, puderem contribuir para tal melhoria.
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEJRA
CAPÍTULO 5-ACTIVOS FIXOS TANGIVEIS
PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.°5 1 A 5)
CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.05 6 A 10)
CAPITULO 6- INVESTIMENTOS FINANCEIROS E PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA
CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.05 1 A 3) CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.°5 4 A 6)
CAPÍTULO 7-VENDAS, PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS E CONTAS A RECEBER PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR NESTA ÁREA CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS (N.05 1 A 4)
CASOS PRÁTICOS PROPOSTOS (N.°5 5 A ia)
235 237 ~:* 239 ~ 271 283 285
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287 3034
309 ~: 311 ~ 313 ~‘~i 359 .t~. ~ 377 379 ~: 391 :Hr -395 397!~:
399 401 409 411 425 439 ~-445 CAPÍTULO 10-GRUPO 1. GRUPO 2.CASOS PRÁTICOS DE AUDJTORIA FINANCEIRA
Carlos Baptista da Costa Gabriel Correia Alves
Lisboa, 12 de Outubro de 1999
PREFÁCIO
da2?Edição
Carlos Baptista da Costa Gabriel Correia Alves CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Por último, resta-nos agradecera todas as pessoas que connosco colaboraram, em espe dai ao Di-. Fernando Paiva, nosso colega na SROC de que somos sócios e também docente de contabilidade no ensino superior, pelo apoio quê nos deu na 4efinição e revisão de alguns dos casos apresentados.
Lisboa, 31 de Outubro de 1998
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4.
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Ficámos agradavelmente surpreendidos pelo facto de, em menos de um ano, se ter esgo tado a 1.” edição deste livro.
Ao sermos contactados pelos editores, há cerca de dois meses, para prepararmos a 2.’ edi ção considerámos que, face às opiniões de alguns docentes, seria útil incluir em cada um dos capítulos casos práticos propostos. É nestas circunstâncias que, aos casos já apresentados na 1.’ edição, se acrescentam praticamente outros tantos por resolver o que, decerto, constituirá um bom instrumento de trabalho.
Decidimos também incluir um novo capítulo— o nono—onde são apresentadas diversas
situações com as quais os auditores/revisores se podem confrontar na elaboração dos relató rios de auditoria/certificação legal das contas, o que constitui uma base para a discussão da modalidade em que a emissão de tais documentos deve serfrita.
A finalizar, fazemos votos para que esta edição tenha, pelo menos, o mesmo sucesso da primeira.
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CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA1
PREFACIO
da 3.~ Edição
O conteúdo desta 3.” edição não se afasta sign~ficativamente do da edição anterior, uma vez que e nosso entendimento que todos os exercicios quer os que apresentam solução quer os que a não apresentam, se mantêm perfeitamente actuais.
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Além de termos aproveitado a ocasião para corrigir pequenas ralhas, salientamos ofacto de termos deixado de fazer referência a escudos (ou a contos),por razões óbvias. União Ruro peia oblige!ll
Lisboa, 22 de Outubro de 2001
Carlos Baptista da Costa
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Gabriel Correia Alves
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CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
PREFÁCIO
da 4? Edição
A edição anterior deste livro, tendo sido publicada há mai~ de cinco anos, encontra-se esgotada desde ofinal do ano passado.
Devido a vários motivos, só agora tivemos possibilidade de colmatar tal lacuna. Embora apresente edição mantenha todos os casos práticos da edição anterior, inclui outros especial mente elaborados para esta ocasião.
De refe rir também que as resoluções de todos os casos agora apresentados tiveram em conta as alterações introduzidas no normativo contabilístico pqrtugués ao longo dos últimos anos.
Esperamos que este livro continue a ser útil não só à generalidade das pessoas interessa das nesta matéria como também, e sobretudo, aos estudantes da disciplina de Auditoria do ensino superior.
Lisboa, 26 de Dezembro de 2006
Carlos Baptista da Costa
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Gabriel Correia Alvesa
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— CASOS PRÁTJCOS DE AUDJTORIA FINANCEIRA
PREFÁCIO
da 5aEdição
A presente edição deste livro tem como principal novidade a inclusão de um novo capítulo—o 10~~que apresenta 110 questões de escolha múltipla relacionadas com conceitos
fundamentais (50), auditoria às diversas áreas do Balanço e da Demonstração dos resultados (40) e Relatórios de auditoria (20). No final deste capítulo apresentamos um mapa com as res pectivas soluçoes
De notar tanibem que sempre que se justificou tivemos o cuidado de actualizar os enun ciados dos casos práticos e as respectivas soluções face às alterações normativas que foram entrando em vigor desde a ultima ediçao
Lisboa 17 de Outubro de 2008
Carlos Baptista da Costa Gabriel Correia Alves
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
PREFÁCIO
Quase três anos após ter sido publicada a 5~ edição deste livro, damos agora à estampa uma nova edição que, tal como tem acontecido com as anteriores, esperamos que continue a
j
merecer a melhor atenção dos estudantes, docentes e profissionais ligados a Auditoria Apesar de a estrutura desta 6~ edição não se afastar da anterior, todo o seu conteúdo foij
devidamente reformulado e actualizado tendo em consideração ofacto de o Sistema de Nor malização Contabilística (SNC) ter entrado em vigor em 1 de Janeiro de 2010 De referir tam bém que foram introduzidos alguns novos casos práticos Desejamos também chamar a aten ção para ofacto de na abordagem de cada uma das situações apresentadas não dever ser tido em consideração quaisquer aspectos relacionados com materialidadeLisboa, 19 de Setembro de 2011
Carlos Baptista da Costa
Gabriel Correia Alves
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CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Capftulo 1
Meios Financeiros Liquidos
-
1
Principais objectivos de auditoria
2. Casos práticos resolvidos
(n.os1 a 5)
3 Casos praticos propostos (n
°~6 a 10)
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 21 Meios Financeiros Líquidos
PRINCIPAIS OBJECTIVOS DE AUDITORIA A ATINGIR
NA ÁREA DOS MEIOS FINANCEIROS LIQUIDOS
Concluir se:
1. Os procedimentos contabilísticos e as medidas de controlo interno relacionados com os
4
meios financeiros líquidos são adequados e se estão, de facto, a ser aplicados.~ 2. O saldo da conta Caixa representa apenas, mas todo, o numerário ou meios líquidos de pagamento equivalentes existentes na Empresa ou em trânsito e que são de sua proprie dade.
3. Os saldos das contas de depósitos bancários, à ordem e outros, representam todos os depósitos existentes ou em trânsito nas instituições de crédito e que são propriedade da Empresa.
4. Os saldos das contas de Activos (passivos) financeiros detidos para negociação e de Outros activos (passivos) financeiros representam todos os que existem e que são pro priedade ou respeitam à Empresa.
5. Todos os meios financeiros líquidos se encontram adequadamente reconhecidos, mensu rados e apresentados no Balanço de acordo com o Sistema de Normalização Contabilística (ou o normativo contabilístico aplicável).
6. Todas as informações pertinentes estão adequadamente divulgadas no Anexo.
CASO PRÁTICO N.° 1
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“ CASOS PRATICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 23
Meios Financeiros Liquidos
Suponha que foi contratado como auditor da firma ALFA em Abril de
20X0,
para efec tuar a auditoria das demonstraçoes financeiras relativas ao periodo de 20X0De acordo com o planeamento estabelecido procedeu ao levantamento do sistema de controlo interno tendo constatado os seguintes procedimentos adoptados pela Empresa relativamente a pagamentos e recebimentos
a) Existe uma unica conta de caixa atraves da qual são registados todos os recebimentos e pagamentos, ainda que estes sejam efectuados por meio de cheque. A folha de caixa, que tem periodicidade diaria e remetida a Contabilidade juntamente com os docu mentos até dia 10 do mês seguinte. De acordo com as informações obtidas o registo das operaçoes na folha de c-uxa chega a veiificar atrasos de uma semana em virtude de existir muito trabalho e alguns documentos demorarem a ser obtidos
b) Os pagamentos significativos são geralmente feitos por meio de cheque. Exceptua-se a grande maioria das remunerações as quais são pagas em numerário, sendo para o efeito emitido um cheque à ordem do Caixa pelo valor total das remunerações líqui das, que é descontado na manhã do dia em que se procede ao pagamento.
c) Os cheques emitidos pela Empresa exigem sempre duas assinaturas pelo que existem dois administradores e dois procuradores com poderes para o efeito. De acordo com as competências definidas é sempre necessária a assinatura de um dos administrado res e em situações particulares a assinatura dos dois. Os cheques são sempre nomina tivos e quando referentes a pagamentos a terceiros são devidamente cruzados. d) Os documentos não são invalidados após o pagamento nem evidenciam qualquer
referência ao meio de pagamento utilizado.
e) Existindo sempre coincidência entre o saldo da folha de caixa e o saldo contabilístico o Director Financeiro tem considerado desnecessário proceder a conferências físicas, tanto mais que o responsável pelo caixa tem instruções verbais para fazer essa confe rência no final de cada mês.
O É
normal existirem adiantamentos a trabalhadores e a membros do órgão de ges tão, os quais são documentados através de vales que permanecem em caixa até serem integralmente regularizados.CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 25
ii
24
Meios Fin~nceiros Líquidos
— de pagamentos efectuados pelos clientes atra~’és de cheques enviados pelo correio; — de pagamentos efectuados pelos clientes directamente ao cobrador da Empresa, o
que se verifica apenas no concelho onde se situa a~ede. Este tipo de cobranças deve
terminar aquando da reforma do funcionário;
-— de vendas a dinheiro efectuadas no estabelecimento de venda ao público.
Os recebimentos em numerário não são normalmente sujeitos a depósito, a menos que os valores recebidos sejam muito significativos. Com este procedimento asse gura-se a manutenção de um valor razoável em caixa para fazer face a pequenos pagamentos e evita-se a emissão de cheques para reforço do saldo de caixa. Os reci bos dos clientes localizados no concelho da sede são entregues ao cobrador em fun ção das datas de vencimento devendo o mesmo prestar contas dos valores recebidos e dos depósitos efectuados no final de cada mês.
Os cheques recebidos através do correio são entregues directamente na Contabili dade juntamente com uma fotocópia das cartas recebidas dos clientes, sendo poste riormente remetidos à Tesouraria para preparação do depósito e emissão do recibo. Tal depósito é feito diariamente sempre que os valores justifiquem a deslocação ao Banco. Caso contrário, são mantidos em caixa até que outros valores sejam recebidos.
h) A Empresa adquire de forma regular senhas de refeição para pagamento do subsí dio de almoço e senhas de gasolina para distribuição aos utilizadores das viaturas da Empresa. Estas senhas, assim como outros valores eventualmente existentes, encon tram-se à guarda do Caixa que os considera como fazendo parte integrante do res pectivo saldo.
i) A moeda estrangeira é mantida em caixa pelo contravalor em € debitado pelo Banco, acrescido das respectivas comissões.
Em cumprimento do programa de trabalho foi efectuada uma contagem física de caixa em 2 de Janeiro de 20X1, às dez horas, tendo sido apurado um total de 15 500€, decomposto como segue:
Meios Financeiros Líquidos
Notas e moedas nacionais 1 750
Moeda estrangeira (USD1 320 ao câmbio EUR/USD de 1,20
acrescido das comissões debitadas pelo Banco) 1 105
Cheques de clientes devolvidos pelo Banco Lusitano por insuficiência de provisão 2 000
Senhas de combustível 825
Títulos de refeição 700
Cheques pré-datados entregues por uni cliente 2 500
Cheques de clientes recebidos em 30/12 e 31/12 4 450
Vales de adiantamentos efectuados a trabalhadores 1 400 Vales referentes a ex-trabalhadores não considerados aquando da prestação de
contas, o que ocorreu hà cerca de quatro anos 650
Documentos referentes a pagamentosjá efectuados no dia 2, antes da contagem 120 15 500
O saldo apurado mostra-se inferior em 50 € ao evidenciado na folha de caixa, tendo o Director Financeiro esclarecido que se trata de uma diferença muito antiga, anterior à sua entrada na Empresa, cuja regularização, embora
já
várias vezes discutida, ainda se encon tra por concretizar.De acordo com a informação do Banco Lusitano, a cotação EUR/USD era em 31 de Dezembro de 20X0 de 1,10.
Pretende-se:
1. A identificação dos principais pontos fracos do sistema de controlo interno e das res pectivas consequências e apresentação das sugestões consideradas adequadas para a sua melhoria.
2. Determinação do saldo de caixa que deve constar do Balanço referido à data de 31 de Dezembro de 20X0.
3. Apresentação dos lançamentos de reclassificação e de ajustamento considerados apro priados.
4. Indicação das eventuais alterações que introduziria no planeamento da auditoria para o ano de 20X1 caso a Empresa passasse a adoptar o sistema de fundo fixo.
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CASOS PRATJCOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 27
Meios Financeiros Liquidos
RESOLUÇÃO
Resolução do 1
‘pedido
Conforme decorre das normas de auditoria geralmente aceites o auditor, para deter
minar a extensão e profundidade dos testes de auditoria nao pode deixar de efectuar um
ç
estudo e avaliaçao apropriados do sistema de controlo interno Como se sabe quanto melho
res forem os resultados dos testes de controlo (testes a operacionalidade do sistema de con
trolo interno) menos extensos serão os testes substantivos.
A analise e avaliaçao do sistema do controlo interno nao constitui um fim da auditoria
mas um meio com vista a formaçao de uma opiniao
No entanto e geralmente bem aceite pelas administrações e gerencias das Empresas
auditadas que o auditor lhes de conhecimento dos aspectos menos positivos do sistema
(pontos fracos) e aponte recomendações (ou sugestões) a fim de eliminar tais deficiências. O
auditor emite, então, um relatorio com sugestoes para a melhoria dos procedimentos conta
bilisticos e das medidas de controlo interno
(
management letter
)
o qual constitui um ver
dadeiro subproduto da própria auditoria
Relativamente ao caso prático em estudo podemos apresentar o seguinte Relatório, no
qual se descrevem os pontos fracos detectados a influencia que os mesmos tem ou podem
vir a ter na Empresa e as correspondentes sugestoes
28 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
29
NÚMERO DESCRIÇÃODOPROCEDIMENTO INFLUÊNCIA NEGATIVA SUGESTÃO DE CONABILU (ACTUAL OU POTENCIAL) PROPOSTA ORDEM CONSIDERADO FRACO DE TAL PONTO FRÀCO PELOS AUDITORES
A Empresa faz contabilizar atra- Além de duplicar o movi- O caixa deve preferen~i vésdacontaCaixatodasouquase mento contabilístico (e por mente funcionar em sis-’ todas as operações de recebi- consequência o tempo de tema de fundo fixo, cujo pia mento e de pagamento, ainda trabalho), o procedimento fond e regras de movimen que a grande maioria respeite a adoptado dificulta qualquer tação devem ser criteriosa-movimentos bancários. Por outro conferência do caixa, pro- mente definidos. Este sis lado, o registo nas folhas de caixa porciona a existência de sal- tema conduz a que todos 4 feito com algum atraso, sendo dos elevados e faz aumen- os pagamentos efectuados as mesmas remetidas à Contabili- tar a possibilidade de erros por Bancos (cheques, trans dade de uma só vez e apenas até humanos ou mesmo de prá- ferências, etc.) sejam conta-, ao dia 10 do mês seguinte. ticas irregulares. bilizados directamente num
diário de Bancos. Por outro lado, todos os recebimen tos devem ser depositados é’ igualmente registados atra~ vês daquele mesmo diário. A utilização do fundo fixo de caixa deve restringir-se ao pagamento de pequenas
. despesas.
Ainda que não seja adop tado o fundo fixo, as ope rações bancárias devem ser sempre contabilizadas direc tamente no diário de Bancos e não no diário de Caixa. Sendo mantidas as folhas de
- -- - - , caixa usadas pela Empresa,
devem as mesmas ser objecto de registo diário e remetidas à Contabilidade
. ao longo do mês de forma a
que se possa dispor de infor mação em tempo útil.
NÚMERO ~ INFLUÊNCIA NEGATIVA SUGESTÃO
DE DE CONTROLO INTERNO (ACTUAL OU POTENCIAL) PROPOSTA ORDEM CONSIDERADO FRACO DE TAL PONTO FRACO PELOS AUDITORES
2 Existem pagamentos significa- Além do trabalho inerente Apenas as pequenas des tivos efectuados em numerário, ao pagamento de remune- pesas devem ser pagas em dos quais se destacam as remu- rações em notas e moedas, numerário. As remunera nerações da generalidade do pes- existe um risco associado ções devem ser pagas atra soai, decorrente do transporte e vés de cheque ou, preferen manuseio de quantias avul- cialmente, por transferência tadas, pondo em causa a bancária.
segurança de activos e pes soas.
3 Os documentos não são invalida- Não sendo os documentos Todos os documentos dos com carimbo de PAGO nem invalidados por qualquer devem ser invalidados após evidenciamomeiodepagamento forma, existe o risco dos o respectivo pagamento. adoptado. mesmosvoltaremaserapre- Quando pagos por meio sentados para pagamento. de cheque deve ser eviden ciado no documento o res pectivo número; Banco sacado e data de emissão. 4 Não existem conferências físicas A falta de conferência do Devem ser efectuadas con
do saldo de caixa por parte do saldo de caixa pode poten- tagens físicas do caixa por Director Financeiro ou de alguém ciar a utilização indevida parte do Director Finan que seja independente do res- do dinheiro da Empresa e o ceiro, do auditor interno ou ponsável pelo manuseio e guarda atraso no registo e depósito de alguém independente dos valores de caixa, dos recebimentos. A falta indigitado para o efeito. As de conferência física é tanto contagens devem ser feitas mais grave quanto maio- no iníCio ou no fim do dia
- res forem os valores manu- e sempre de surpresa. Esta ‘ seados e os saldos de caixa política deve ser entendida
geralmente existentes. como um procedimento de controlo normal sem quais quer fins persecutõrios.
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r~ e. — — — — — — e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e.
NÚMERO DE ORDEM 5 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CONTABILÍSTICO OU DA MEDIDA DE CONTROLO INTERNO CONSIDERADO FRACO Não existem normas escritas sobre o funcionamento do caixa, sendo alguns procedimentos adoptados com base em instruções verbais transmitidas pelo Director Finan ceiro.
INFLUÉNCIA NEGATIVA (ACTUAL OU POTENCIAL)
DE TAL PONTO FR’ACO As instruções verbais, por deficiente entendimento ou diferente interpretação do receptor, podem conduzir à adopção de procedimen tos diferentes daqueles que era intenção implementar. Por outro lado, há que tomar em consideração a própria mobilidade das pessoas. Acresce referir que a verifi cação do adequado cumpri mento dos procedimentos por parte de alguém inde pendente dos serviços (audi toria ïnterna ou externa) só é possível se os mesmos se encontrarem devidamente escritos.
Todas as instruções de~~ viço devem ser adequada mente escritas e divulgadas a fim de vincular todos os responsáveis pela sua emis~ são e respectivos destinatá rios.
30 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Liquidos
SUGESTÃO PRO POSTA PELOS AUDITORES r 6 7
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prática corrente a existência de vales referentes a adiantamentos efectuados a trabalhadores e a membros do órgão de gestão, os quais permanecem em caixa até serem integralmente realizados.Os recebimentos em numerário não são, regra geral, diária e inte gralmente depositados.
A inclusão dos vales no saldo de caixa conduz a que este deixe de ser representativo dos meios de pagamento efectivamente existentes em caixa. Por outro lado, o artigo 397.° do Código das Sociedades Comerciais não permite a existência de adiantamentos de remune rações a administradores de valor superiora um mês. O procedimento adoptado pela Empresa, além de redu zir o controlo sobre os rece bimentos, é susceptivel de proporcionar a existência de saldos de caixa superio res aos normalmente exi giveis, fazendo aumentar o risco associado ao manusea mento de quantias eleva das.
Os adiantamentos concedi-. dos, quer a trabalhadores quer a membros do órgão de gestão, devem ser con tabilizados como dividas a receber, não influenciando, portanto, o saldo de caixa. No caso particular dos admi nistradores há que tomar em consideração o disposto no referido artigo39Z0do CSC.
Os valores recebidos devem ser diária e integralmente depositados, de forma a que o talão de depósito seja coincidente com as vendas a dinheiro e os recibos emi tidos. A Empresa não deve fazer pagamentos com o dinheiro recebido de clien tes ou proveniente de ven das.
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CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 31
Meios Financeiros Líquidos
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NÚMERO INFLUËNCIA NEGATIVA SUGESTÃO
~ DE DE CONTROLO INTERNO (ACTUAL OU POTENCIAL) PROPOSTA ORDEM CONSIDERADO FRACO DE TAL PONTO FRACO PELOS AUDITORES
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Existem recebimentos em che- O retardamento do depósito Todos os cheques recebi-que, cujo depósito só é efectuado bancário, além do “prejuizo dos devem ser diariamente no próprio dia se os valores envol- quanto à disponibilização depositadosexigindo-seque vidosjustificarem a deslocação ao do dinheiro, faz aumentar os os respectivostalões eviden Banco, riscos inerentes, nomeada- ciem claramente a auten No que respeita ao circuito dos mente os que decorrem da ticação aposta pelo Banco. cheques recebidos através do cor- possibilidade de existirem Além de acelerar a disponi reio não são observados os prin- cheques sem provisão. bilização dos meios depaga-cipiõs refer~ntes à segregação de Por outro lado, a inexistên- mento,constitui uma atitude
funções. cia de uma adequada segre- de prudência face à possibi gação de funções relativa- idade de existirem cheques menteavaloresrecebidosna devolvidos porfalta de pro Empresa, constitui um factor visão, que a Administração limitativo da eficácia do sis- entenda accionar. No que tema de controlo interno, respeita ao circuito dos che ques há que ter em conta que quem regista e controla
. as dividas a receber não
deve ter acesso aos valores
, recebidos, os quais devem
ser remetidos directamente ã Tesouraria acompanhados duma lista concebida para o efeito. Uma cópia desta lista deve ser enviada ao Direc tor Financeiro e à auditoria interna, quando exista. 9 De acordo com . o procedi- A prestaçáo de contas, ape- A prestação de contas
mento adoptado, o cobrador da nas no final do mês, além de deve ser diária e não ape Empresa, embora depositando prejudicar os procedimen- nas no final de cada més. regularmente os valores recebi- tos a adoptar relativamente Juntamente com os reci dos, só presta contas no final de aos clientes que não pagam, bos deverá ser entregue ao cada més. reduz o controlo atempado cobrador um mapa dos valo-sobre a data dos recebimen- res para cobrança, no qual tos e dos respectivos depó- ele anotará os valores efecti sitos. vamente recebidos. 10 As senhas de refeição e de com- O saldo de caixa encontra-se As referidas senhas devem
bustível adquiridas pela Empresa afectado por activos que ser excluídas do saldo de são mantidas em caixa como não correspondem a verda- caixa e consideradas como fazendo parte integrante do res- deïros meios de pagamento despesas,cujo.gasto só deve pectivo saldo, de aceitação geneializada. ser reconhecido à medida em que são distribuídas ou utilizadas.
DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO INFLUENCIA NEGATIVA SUGESTÃO NÚMERO CONTABILÍSTICO OU DA MEDIDA
(ACTUAL OU POTENCIAL) PROPOSTA DE DE CONTROLO INTERNO
ORDEM DETALPONTOFRACO PELOSAUDITORES
CONSIDERADO FRACO
11 A moeda estrangeira é mantida O procedimento adoptado As comissões devem ~ em caixa ao custo de aquisição, pela Empresa conduz a que reconhecidas como gasto o qual inclui as comissões debita- o valor das disponibilidades no momento da aquisição. das pelo Banco, não se encontre determi- Por outro lado, a moeda nado de acordo com o deli- existente no final do exerci nido no normativo contabi- cio deve ser mensurada em Iístico aplicável, função do câmbio em vigor nessa data reconhecendo-se como perda ou ganho finan ceiro a diferença apurada.
Resolução do 2.° pedido
De acordocomos conceitos expressos no normativo contabilístico, só devem fazer parte do saldo de Caixa os activos que sejam representativos de meios de pagamento, tais como notas de Banco e moedas metálicas de curso legal, cheques e vales postais, nacionais ou estrangeiros.
Nestas circunstâncias não fazem parte do saldo de Caixa
— as senhas de combustível e os títulos de refeição por não representarem meios de
pagamento geralmente aceites;
— os cheques devolvidos por falta de provisão; — os cheques pré-datados;
— os vales.
No caso particular da moeda estrangeira deve a mesma ser expressa no Balanço ao câm bio em vigor nessa data, reconhecendo-se as diferenças de câmbio como outros gastos e per das ou outros rendimentos e ganhos, conforme sejam desfavoráveis ou favoráveis.
Resolução do 3.° pedido
Os lançamentos de reclassificação (R) e de ajustamento (A) a propor â Empresa são os seguintes:
n.° tipo - - contas - - notas quantias
62 Fornecimentos e serviços externos 62.2.7 Serviços bancários
11 Caixa 11.1 Caixa principal
11.1 caixa principal
78 Outros rendimentos e ganhos 78.8.7 Diferenças de câmbio favoráveis
Clientes, c/corrente-Gerais
Caixa Caixa principal Diferimentos
Caixa Caixa principal
Clientes, c/corrente-Gerais
Caixa Caixa principal
32 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios FinanceirosLíquidos
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 33
Meios FinanceirdsLíquidos
Assim sendo, o saldo de caixa a constar do Balanço deve ser o seguinte:
Notas e moedas (incluindo os pagamentos efectuados em 02101/20X1
antes da contagem) 1 870
Moeda estrangeira valorizada ao câmbio de 31 de Dezembro
(USD 1 320: 1,10) 1 200 Cheques de clientes 4 450 7 520 11 Caixa A A R R R Clientes 2 3 4 5 •2 3 4 5 21 21.1.1 11 11.1 28 28.1 11 11.1 21 21.1.1 11 11.1 5 5 100 100 2000 2000 1 525-~a3~ ~O.) 1 525 2500 2500 Gastos a reconhecer Clientes e. e. -. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e. e.
n? tipo contas - - notas quantias Notas: Pessoal Adiantamentos ao pessoal Caixa Caixa principal
Outras contas a receber e a pagar Outros devedores e credores
Caixa Caixa principal 68 Outros gastos e perdas 68.3 Dívidas incobráveis
27 Outras contas a receber e a pagar 27.8 Outros devedores e credores 68 Outros gastos e perdas
68.8.1 Correcções relativas a períodos ante riores
Caixa Caixa principal
1. Respeita às comissões debitadas pelo Banco e consideradas como fazendo parte do. custo de aquisição da moeda estrangeira. De notar que, embora a Empresa utilize~:, uma única conta de Caixa, é sempre aconselhável, de um ponto de vista prático, não: considerar as contas de 1.0grau como contas de movimento. Em termos informáti-~: cos pode dificultar a abertura das contas subsidiárias que vieram a tornar-se neces-sanas.
2. Reconhecimento da diferença de câmbio: USD 1 320: 1, 10—USD 1 320: 1,20=
100
€.Aconta 78.8.7 decorre das orientações da CNC.
3. Devolução de cheques sem provisão.
4. Contabilização das senhas de combustível (825 €) e dos títulos de refeição (700 €)-J: como gastos a reconhecer. Estes custos devem extinguir-se à medida em que as senhas forem distribuídas ou utilizadas.
5. Cheques pré-datados.
6. Contabilização dos adiantamentos efectuados a trabalhadores.
7. Reconhecimento das dívidas existentes de ex-trabalhadores.
8. Reconhecimento da incobrabilidade da dívida. Considera-se que não existe por parte da Empresa a intenção de procurar cobrar a dívida. Caso contrário, podia adniitir-se o reconhecimento de uma perda por imparidade em vez de considerar o crédito ime diatamente incobrável.
9. Regalarização da diferença antiga relativamente à qual não existe justificação.
Resolução do 4.°
pedido
No caso da Empresa passar a adoptar o sistema de fundo fixo de caixa, o mesmo deve ser objecto de conferência por parte do auditor, mas numa fase preliminar da auditoria. Os valores geralmente envolvidos (mais reduzidos) e as instruções normalmente existentes na Empresa levam a que se considere mais profícuo proceder a tais conferências em data não definida, beneficiando-se do factor surpresa.
NcrrrrrrrrrncÓnncnnnÕnnnncnn
34 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
23 23.2.2 1~I 11.1 27 27.8 11 11.~l 6 7 8 9
CASOS PRÁTICOSDE AUDITORIA FINANCEIRA 35
Meios Financeiros Líquidos
R R A A 6 7 8 9 *
-4
~1”
:4 1 400 650 650 50 1 400 650 650 50 11 11.1CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 37 Meios Financeiros Líquidos
CASO PRÁTICO N.° 2
Suponha que como auditor da firma BETA circularizou os Bancos Lusitano e Nacional, cujas respostas evidenciam os seguintes saldos em 31/12/X1:
Banco Lusitano
• Depósitos à ordem 3 500
Depósito a prazo constituído em 16/11/X1 e com vencimento em
15/01/X2 (taxa de juro: 3,65%) 10000
Conta corrente caucionada
o
• *•~ Carteira de títulos
500 acções valorizadas aS C cada em 3l/12/X1 2 500
Banco Nacional Depósitos à ordem
Em moeda nacional (C) 1 800
EmUSD 77970
As reconciliações bancárias preparadas por BETA apenas no final de cada ano para efeitos de Balanço— evidenciam as seguintes diferenças relativamente aos saldos dos Ban
cos:
Banco Lusitano
Cheques emitidos em Dezembro e descontados em Janeiro
de 20X2 6 700
Che~ues emitidos em 20X0 e ainda por descontar 150
Constituição de depósito a prazo em 16/1IJX1 10 000
Cheques devolvidos por falta de provisão, aguardando a
Empresa que os clientes os substituam 500
E; Amortização da conta corrente caucionada em 12/l1/X1,
apenas considerada pelo Banco 4000
Encargos debitados pelo Banco em 30/12/XJ relativos a uma
garantia bancária com vencimento em 30106/X2 50
Juros devedores considerados pela Empresa em Dezembro de
Xl e pelo Banco em 03/01/X2 (data valor dos juros: 31112/X1) 180
6-cc n 6-ccc 6-ccc 6-cc 6-cc 6-ccc c 6-ccc c
flÕ
ccc c c~..n ccc c ccc ccc ccc ccc ccc ccc c cc
cc
‘38 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 39
Meios Financeiros Liquicios Meios Financeiros Liquidos
- - Pretende-se que:
Débito bancário de 18/12/Xl referente a operação especial de
Bolsa: 1. Determine os saldos das contas de Depósitos à ordem— moeda nacional que cons
Atribuiçao de 500 acçoes 2 000 tam do balancete da Empresa BETA em 31/12/XI elaborando as respectivas recon
ciliaçoes.
Taxas e conussoes 10 - - -.
Credito bancario datado de 04/0 1/X2 (data valor 31/12/X1) 2 Determine relativamente ao deposito expresso em USD o saldo auditado que deve
referente a desconto de letras considerado pela Empresa constar do balancete final.
em2OXl 800
Letras cobradas pelo Banco em 28/12/X1 e apenas 3. Apresente os ajustamentos e reclassificações que devem ser sugeridos à Empresa
consideradas pela Empresa BETA em Janeiro de 20X2 BETA.
Valornominaldasletras ~400
- 4. Discuta o procedimento adoptado pela Empresa quanto à periodicidade das recon
Encargos com cobrança (3) ~ .~:-.-~* ciliações.
Transferência a favor da Soleasing, debitada pelo Banco
em 30/12/X1, relativa à 5? prestação do contrato 1198/X0 5. Defina os procedimentos adicionais que deveria considerar relativamente aos che
Capital amortizado 300 ques antigos, e ainda não descontados, e descreva as sugestões que poderia apresen
Juros 80 -•:~ tar à Empresa BETA.
Despesas com transferência 2 382 -~
Depósito contabilizado no Banco Lusitano em 10/12/X1
quando o mesmo foi feito no Banco Nacional 4 200
Banco Nacional -- -
-Depósitos à ordem em moeda nacional
Depósito contabilizado no Banco Lusitano 4 200
Despesas com créditos documentários não consideradas
pela Empresa 60 -_
Depósitos à ordem em USD
Transferências bancárias debitadas pelo Banco
em 20/12/X1 relativas a pagamentos a fornecedores 32 200
-Encargos bancários 230
-Dos papéis de trabalho de auditoria constam ainda as seguintes informações:
Saldo contabilístico da conta expressa em USD (em3l/12/X1) 96000
Cotação EUR/USD em 31/12/Xl 1,12
Saldo constante do balancete relativamente aos fornecedores a quem foram efectuadas as transferências
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 41
• •• Meios Financeiros Líquidos
RESOLUÇÃO
• Resolução do 1.° pedido
As reconciliações bancárias das contas de Depósitos à ordem expressas em moeda nacio
nal devem apresentar-se como segue: -~
Reconciliação bancária do Banco Lusitano em 31/12/X1
Saldo pelo Banco em3l/12/X1 3500
Operações apenas consideradas pela Empresa
• A débito
Depósito efectuado no Banco Nacional 4200
Desconto de letras (data valor da operação: (31/121X1) 800 5 000 A crédito
Cheques pendentes (6 850)
Juros devedores (data valor: 31/12/X1) ~ (7030)
Operações apenas consideradas pelo Banco A débito
Constituição de depósito a prazo 10000
Amortização da conta corrente caucionada 4000
Aquisição de títulos 2 010
Devolução de cheques 500
5aprestação do contrato de leasing 1198/X3 382
Ehcargos com garantias 50 16942
A crédito
Cobrança de letras a receber
Saldo pela Empresa BETA em 31/12/X1 18015
Reconciliação bancária do Banco Nacional em 31/12/X1
Saldo pelo Banco em 31/12/X1 1 800
Operações apenas consideradas pelo Banco A débito
Despesas com créditos documentários 60
A crédito
Depósito contabilizado por BETA no Banco Lusitano (4 200)
Saldo pela Empresa BETA em 31/12/X1 (2 340)
13 Outros depósitos bancários 13.1 Banco Lusitano
12 Depósitos à ordem 12.1 Banco Lusitano 21 Clientes
21.1.1 Clientes, c/corrente-Gerais
12 Depósitos à ordem 12.1 Banco Lusitano
Financiamentos obtidos
Instituições de crédito e soc. financeiras Empréstimos bancários
Depósitos à ordem Banco Lusitano
cccflÕÕflflnn~ÕncÕcflflflÉ-,~-,-~
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 43 Meios Financeiros Líquidos
n ccc cc cc c~CC Õ CCCC CC
42 CASOS PRATICOS DE AUDITORIA FINANCEJRA Meios Financeiros Liquidos
De acordo com as reconciliaçoes apresentadas
&
Empresa BETA evidenciava no seu’~ balancete os seguintes saldosDepositos a ordem
Depositos em moeda nacional
Banco Lusitano 18015
Banco Nacional (2 340)
Resolução do 2.° pedido
Relativamente ao Depósito à ordem expresso em USD existente no Banco Nacional, :7Lr~. colocam-se dois tipos de questões:
— a confirmação do saldo em USD
a valorização em euros do saldo expresso em USD
No que respeita à primeira questão, há que elaborar a respectiva reconciliação (em USD) nos mesmos termos em que foram elaboradas as anteriores, ou seja:
Saldo pelo Banco Nacional em 31/12/X1 77970
Operações apenas consideradas pelo Banco A débito
Transferências bancárias ordenadas pela
Empresa BETA e efectuadas em 20/12/X1 32 200
Encargos com as referidas transferéncias 230 32 430
Saldo pela Empresa BETA em 311121X1 110 400
O saldo desta conta de Depósitos à ordem, convertido na moeda de relato (euros), e
1
depois de contabilizadas as operações em falta, será o seguinte:Usn
Saldo actualmente existente na Empresa BETA 110400 96 000
Pagamentos a fornecedores (32 200) (28 000)
Despesas bancárias (230) {~QÇ)
Saldo após contabilização das operações 77 970 67 800
De notar que a conversão dos 32 200 e dos 230 USD é feita ao câmbio médio de 1,15 (USD 110400: EUR 96000= 1,15).
No que se refere à mensuração do saldo efectivamente existente, quer a NCRF 23 - Os
Efeitos de Alterações em Tãxa~ de Cáiiibio quer a IAS 21 relativa ao mésmo assunto dispõem que à data de cada balanço os itens monetários em moeda estrangeira devem ser transpostos pelo uso da taxa de fecho. Nestas circunstâncias, tais depósitos devem ser evidenciados no Balanço pelo valor de 69 616 € (USD 77 970: 1,12), o que significa que existe uma diferença de câmbio favorável de 1 816 € que deve ser contabilizada pela Empresa.
Resolução do 3.” pedido
Os ajustamentos (A) e reclassificações (R) que devem ser propostos à Empresa BETA são os seguintes:
n.° tipo contas notas ~uantias
2 3 R R R 2 3 10000 500 4000 25 25.1 2 5.1.1 12 12.1 10000 500 4000
12 12.1 62 62.2.7 21 21.1.1 25 25.1.3 69 -69.1.3 62 62.2.7 12 12.1 Depósitos à ordem Banco Lusitano
Fornecimefltos e serviços externos Serviços bancários
Clientes
Clientes, c/corrente-Gerais
Financiamentos obtidos Locações financeiras
Gastos e perdas de financiamento Juros suportados-locações financeiras
Fornecimentos e serviços externos Serviços bancários Depósitos à ordem Banco Lusitano Depósitos à ordem Banco Nacional Depósitos à ordem Banco Lusitano
Fornecimentos e serviços externos Serviços bancários
Depõsitos à ordem Banco Nacional-Fornecedores
Fornecedores, c/corrente-Gerais
Outros gastos e perdas
Diferenças de câmbio desfavoráveis Fornecimentos e serviços externos Serviços bancários
Depósitos à ordem Banco Nacional Depósitos à ordem Banco Nacional
Outros rendimentos e ganhos Diferenças de câmbio favoráveis 27 Outras contas a receber e a pagar 27.2.11 Devedores por acréscimos de rendi
mentos-Juros
79 Juros, dividendos e outros rendi mentos similares
79.1.1 Juros obtidos—Depósitos bancários
14 Outros instrumentos financeiros 14.2.1 Instrumentos financeiros detidos para
negociação-Activos financeiros-Acções
77 Ganhos por aumentos dejusto valor 77.1 Em instrumentos financeiros
44 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Liquidos
-n.° tipo contas — notas quantias
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
28 Diferimentos
28.2.9 Ganhos a reconhecer-Outros
12 Depósitos à ordem 12.1 Banco Lusitano
14 Outros instrumentos financeiros 14.21 Instrumentos financeiros detidos para
negociaçáo-Activos financeiros-Acções
62 Fornecimentos e serviços externos 62.2.7 Serviços bancários
12 Depósitos à ordem 12.1 Banco Lusitano
:n9 tipo contas - notas quantias -.
45 R R R A R R A 12 12.2 12 12.1 62 62.2.7 12 12.2 22 22.1.1 68 68.8.7 62 62.2.7 12 12.2 12 12.2 78 78.8.7 50 2000 10 397 3 400 300 80 2 9 10 11 12 13 14 R A R A A A A 50 2010 400 400 382 21 Clientes
21.3 Clientes —Títulos aceites-Gerais 21 Clientes
21.2 Clientes—Titulos a receber-Gerais
9 10 11 12 13 14 4200 60 27 100 900 200 1 816 45 500 4200 60 28200 1 816 45 500 A.’ 6~. —% •~~% —~‘ t~’ •~••.‘ F~%
IJSD 32 200: 1,15 =28 000
USD 230: 1,15= 200
28200
12. Actualização cambial do depósito expresso em USD, conforme determinado na alínea 2.
13. Especialização dos juros do depósito a prazo, pressupondo que não existe intenção de o mobilizar antecipadamente.
l0000x x 3,6596=45
-~c ccc c c ccc c ccc ccc c ccc
ç~
r ccc cc
~.46 CASOS PRATICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
‘4
Meios Financeiros Liquidos
Notas:
-1 Contabilizaçao do depósito a prazo
• 2. Devolução de cheques anteriormente depositados.
3 Contabilizaçao da amortização da conta caucionada
4 Debito de encargos com garantia bancaria vencivel em 30/06/X2 ~fl•
5 Contabilizaçao das acçoes atribuidas a Empresa BETA Sendo o valor de mercado dos ~ titulos superior ao custo ha que reconhecer, em 31 de Dezembro o correspondente
-aumento de justo valor (lançamento 14) ,
7-6 Credito bancario relativo a cobrança de letras a receber O lançamento e apresentado
-no pressuposto de que a conta corrente do cliente so e creditada com o pagamento efec tivo. Em termos tradicionais seria creditada a conta 21.2— Clientes—Títulos a receber.
Z Anulação da letra a receber face ao referido na nota anterior.
8 Contabilizaçao da renda n° 5 do contrato de locação
9. Correcção do depósito bancário.
10. Contabilização dos gastos com crédito bancário.
11. Contabilização do pagamento:
c
c c n c c c c c c c c c c c c c
fl
c c c c c c c c c
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 47
Meios Financeiros Líquidos
14. Mensuração das acções em 31/12/X1 face à cotação indicada pelo Banco Lusitano: 500 acções x 5€-2 000€=500€.
ReSO1UÇ~Õ do 4.°
pedido
De acordo com o enunciado, e conforme decorre da análise da própria reconciliação, esta só é feita no final do ano para efeitos de Balanço.
- Constituindo as reconciliações bancárias um elemento de controlo da maior importân
cia, permitindo a detecção de erros da Empresa ou mesmo do Banco, e eventuais irregu laridades, devem ser apresentadas mensalrüei-itë,dëvidamente formalizadas e revistas por alguém independente de quem as preparou.
Resolução do 5.° pedido
Caso não conste da relação de cheques pendentes preparada pela Empresa, o audkor deve obter informação sobre a data de emissão do cheque e respectivo beneficiário. Deve indagar junto das pessoas responsáveis as razões que possam ter originado o não levanta-
-mento dos cheques (cheques ainda em poder da Empresa?; cheques anulados e substituídos por outros?; etc.).
Os cheques entregues aos beneficiários e não descontados (cheques antigos) devem ser cancelados, sendo o beneficiário avisado de tal facto.
O cancelamento do cheque pressupõe a anulação contabilística do mesmo (reposição da dívida) após comunicação enviada ao Banco informando que tal cheque não deve ser objecto de pagamento.
O câmbio de 1,15 corresponde ao cãmbio médio a que se encontram valorizados os dóla res detidos por BETA (rever alínea 2). Como a dívida se encontra registada por 27 100€ existe uma diferença de câmbio de 900 que deve ser reconhecida.
4
-‘t~CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 49
Meios Financeiros Líquidos
CASO PRÁTICO N.° 3
Da auditoria efectuada à área de Meios financeiros líquidos da Empresa GAMA, com referência a
31/12/X0,
foram constatados os seguintes aspectosa) De acordo com a contagem efectuada ao fundo fixo (no valor de 500€) em 31/12/X0, às 18 horas, constatou-se que o saldo era constituído por 60€ em numerário e 350 € em documentos relativos a deslocações A diferença existente foi justificada pelo res ponsável como referente a documentos em falta.
b) Os juros dos depósitos a prazo creditados na conta de Depósitos à ordem têm sido contabilizados pelo valor líquido, ascendendo o imposto retido pelo Banco (20%) a 280€.
c) A conta Instrumentos financeiros detidos para negociação-Activos financeiros evi
dencia um saldo de 10950€, cuja decomposição preparada pela Empresa é a seguinte:
Compra em 15/09/X0 de 1 000 acções PTL, SA 8 000
Compra em 01/10/X0 de 5 000 obrigações da Empresa XZ, SA de valor nominal 1 €, as quais vencem juros em 01/02 e
01/08 à taxa de 6% Valor pago 5 550
Compra em 2/luXo de 500 acções PTL, SA 4300
Venda em 28/ 12/X0 de 50% das acções adquiridas (6 900) 10950
A empresa não registou até 31/12/X0 quaisquer ganhos ou perdas ou quaisquer rendimentos relacionados com estes instrumentos financeiros
Os gastos reconhecidos, são de reduzido montante e respeitam a despesas incor ridas com as transacções (300€).
Em 31/12/X0 as acções tinham uma cotação de 9,30 euros e as obrigações de 103%
Pretende-se que:
1 Apresente os ajustamentos e reclassificações que devem ser sugeridos à Empresa GAMA, independentemente da sua materialidade, sabendo que a mesma adopta o SNC
. 0.0 tipo • contas - - notas quantias
‘CC CC (DCCC CCC (DCCC (DCCC CC (DCCC CC 9~Ç-Õ (DCCC (DCCC CCC (DCC (DC (DCCC (DCCC (D(D
50 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 51
Meios Financeiros Líquidos Meios Financeiros Líquidos
_________________________________ —
2 Sem atender a aspectos de materialidade definao tipo de certificação a emitir caso a
‘j
RESOLUÇÃO
Empresa mantenha o saldo de 10 950€ referido na alinea c) e redija os dois paragrafos ~
mais significativos (o paragrafo intermedio e o para~rafo da opinião) ~ ~ Resolução do 1 ‘pedido
Situação descrita na alinea a) Fundo
fixo
de caixaO fundo fixo deve ser reposto no final de cada mes e, necessariamente no final do ano a
fim
de os gastos incorridos serem contabilizados no periodo a que respeitam Por outro lado e de um modo geral os gastos sao directamente reconhecidos por contrapartida de DeposiII tos a oi dem (pelo cheque emitido para reposiçao) nao sendo a conta Caixa objecto de
qual-quer movimento
Nao tendo a Empresa GAMA tomado em consideração tais procedimentos a conta do fundo fixo deve ser creditada de forma a que o saldo reflicta apenas os meios de pagamento existentes Nestas circunstancias teremos
1 A 62 Fornecimentoseserviçosexternos 1
62.5.1 Deslocações eestadas 350
11 Caixa
111 Fundofixo 350
2 A 23 Pessoal 2
23.8.2 Outras operações com o pessoal 90 11 Caixa
- 11.1 Fundofixo 90
Notas:
1. Contabilização dos gastos com deslocações incluídas no fundo fixo em 31/12/X0.
2. Contabilização da dívida a receber.
Admite-se que a importância em falta é da responsabilidade do funcionário a quem está confiado o fundo fixo. 600 - - ~c4Q
- Situação descrita na alínea b): Juros de depósitos a prazo
- No que se refere a esta questão importa salientar que o problema não é apenas de natu
reza contabilística mas também de natureza fiscal e financeira.
Se se admitir que o resultado da Empresa é constituído exclusivamente por tais juros, o efeito fiscal e financeiro decorrente da política adoptada é o seguinte:
24 Estado e outros entes públicos 24.1.1 Imposto sobre o rendimento—
Retenções na fonte
79 Juros, dividendos e outros rendi mentos similares
79.1.1 Juros obtidos—Depósitos bancários
Data da compra
01/l0/X4
01/10/X0
Data de referência do Balanço 31/12/X0
Próximo vencimento de juros 01/02/X1
Juros decorridos à data da compra 5 000 x 2 meses x 6%
Juros a reconhecer como rédito em 20X0 5 000 x 3 meses x 6% —
Juros a reconhecer como rédito do ano de 20X1
5 000 x 1 mês x 6% —25
Os juros a receber em 01/02/X1 totalizam 150, dos quais 50 respeitam aos juros decorri dos até à data da compra dos títulos.
De salientar ainda que nos investimentos temporários em obrigações, os prémios ou descontos eventualmente existentes, não são registados separadamente nem são objecto de amortização, uma vez que o período de detenção de tais activos (face ao objectivo com que foram adquiridos) é normalmente bastante curto e os valores pouco significativos.
No que se refere às acções, a Empresa GAMA vendeu metade das adquiridas, tendo o valor de venda sido creditado na conta 14.2.1-Instrumentos financeiros detidos para nego
ciação. Como é sabido, de acordo com o normativo aplicável os instrumentos financeiros detidos para negociação são mensurados, em cada data de relato, ao justo valor, sendo as alterações deste reconhecidas na demonstração dos resultados. Nas operações de venda rea lizadas no decurso do exercício é apurado o correspondente ganho ou perda, o que pressu pôe a definição do critério de mensuração das saídas. No caso em apreço iremos adoptar o valor contabilístico médio, conforme se apresenta:
52
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
poLrTIcA
POLÍTICA
DESCRIÇÃO ADOPTADA PELA CORRECTA
. EMPRESA
Juros contabilizados como rédito \, *1120 *1400
Imposto sobre o rendimento (27,5%, por hipótese) 308 385 Retenções na fonte contabilizadas como imposto a recuperar O (280)
Imposto a pagar 308 105
Imposto total pago 588 385
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
53 Meios Financeiros Líquidos*
* Juro bruto: 280: 0,2 =
1 400
Imposto: 0,2
x 1
400 =280Juro
líquido:
1 400-.280 = 1120O auditor não pode, assim, deixar de sugerir à Empresa o seguinte lançamento
ajustamento:
No que respeita às obrigações recorda-se que as mesmas foram adquiridas em 01/10/X0, o que significa que no valor pago (5 550) se encontra incorporado o juro decorrido desde o último vencimento, em 01/081X0. Este juro não faz parte do custo de aquisição dos títu los, nem constituirá qualquer rédito para a Empresa quando for recebido no próximo venci mento, em O1/02/X1. Tratando-se, assim, de uma questão meramente financeira, tais juros devem ser expurgados do custo de aquisição e contabilizados como uma dívida a receber.
Os juros decorrentes das obrigações constituirão rédito da Empresa GAMA apenas a partir da data da sua aquisição. Em resumo teremos:
Último vencimento 01/08/X0
de
.4
3
A
n.° tipo contas . notas . quantias
12
Nota:
-1. Correcção dos juros obtidos no exercício e do imposto retido.
12
280
280
Situação descrita na alínea c): Instrumentos ffiianceiros detidos para negociação
No caso apresentado existem basicamente os seguintes aspectos que importa tomar em consideração:
— A determinação do custo de aquisição das obrigações. — O reconhecimento do rédito gerado pelas obrigações. — O reconhecimento do resultado obtido na venda das acções.
— O critério de mensuração dos instrumentos financeiros-~acções e obrigações.
12
s
Acções PTL Obrigações XZ, SA n.’ 4 tipo R 750 5 000 8,2 6150 1,1 5500 9,3 6975 1,03 5150 contas notas 825 quantias 350 (1) Apos os lançamentos ja considerados De salientar que este valor contabilistico pode já não corresponder ao~
custo de aquisição por variações de justo valor (2) Ganhos potenciais a reconhecer
(3) Perdas potenciais a reconhecer
Os lançamentos a propor à Empiesa relacionados com os instrumentos financeiros deti dos para negociação serão, portanto, os seguintes.
5 A
27 Outras contas a receber e a pagar 27.8.9 juros a receber que não são rendimentos 14 Outros instrumentos financeiros 14.2.1.1 Instrumentos financeiros detidos
para negociação-Activos- Obrigações 27 Outras contas a receber e a pagar 27.2.1 Devedores por acréscimos de rendi
mentos-Juros a receber
79 Juros, dividendos e outros rendi mentos similares
791.2 Juros obtidos de outras aplicações de meios financeiros líquidos
2
50
75
50
75
14 Outros instrumentos financeiros 142.1.2 Instrumentos financeiros detidos
para negociação-Activos-Acções
78 Outros rendinSentos e ganhos 78.6.2 Rendimentos e ganhos nos restantes
activos financeiros-Alienações
14 Outros instrumentos financeiros 14.2.1.2 Instrumentos financeiros detidos
para negociação-Activos-Acções
78 Outros rendimentos e ganhos 78.62 RéndinSentos e ganhos nos restan
tes activos financeiros-Alienações
Em instrumentos financeiros Outros instrumentos financeiros Instrumentos financeiros detidos para negociação-Activos- Obrigações
14 Outros instrumentos financeiros 14.2.1.2 Instrumentos financeiros detidos para
negociação-Activos-Acções
Ganhos por aumentos de justo valor Em instrumentos financeiros
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 55
Meios Financeiros Líquidos
tipo - - contas
CrcncccoCÕCn Cõcõflõn CC O
CC
ri ri
54 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
4 ~
Meios Financeiros Líquidos
-Valor contabilístico médio:
8 000
+ 4 300 =8,2-1 000
+500
~ ______6A
Valor contabilístico dos títulos vendidos: 50%x 1 500 ~c 8,2=
6 150
Resultado da operação: 6900— 6 150 750 (ganho)
No que respeita à mensuração à data do balanço, há que apurar as variações de just~fL ~
-valor (aumento ou redução) conforme quadro que se apresenta:
-VALOR VALOR
TÍTULOS QUANTfr CONTABILÍSTICO (i) DE MERCADO JIO
E
___________ ______ UNITÁRIO~ TOTAL UNITÁRIO~ TOTAL VALOR~2~ 7 A
8 A notas quantias -REDUÇÃÕ DEJUSTOt VALOR ~ (3) 66 66.1 14 14.2.11
Perdas por reduções dejusto valor
6900 6150 350 825 6 150 6900 350 825 77 771 Notas:
1. Correcção do custo de aquisição das obrigações face aos juros decorridos até à data da compra.
2. Especialização dos juros à data do Balanço.
3. Reconhecimento do “custo” dos títulos vendidos e do valor de venda. A diferença cor responde ao ganho obtido.
4. Reconhecimento da redução de justo valor das obrigações (perda).
L
56 CASOS PRATICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA
Meios Finãnceiros Líquidos
Resolução do 2 °pedido
Tendo em conta que a mensuração não se afigura erç consonância com o normativo contabilístico aplicável, o revisor/auditor deve emitir uma certificação legal das contas com uma reserva por desacordo. Os instrumentos financeiros detidos para negociação apresen-.~ tam um saldo de 10950€ quando deveriam estar mensurados em 12 125€ (6 975€+5 150€). 2
Assim o paragrafo da Reserva devera ter a seguinte redacçao
RESERVA
Os instrumentos financeiros detidos para negociação encoitram-se subavaliados em
1
175-euros face ao justo valor dos mesmos à data do Balanço.
Por seu lado, o parágrafo da opinião deverá ter a seguinte redacção:
OPINIÃO
Em nossa opinião excepto quanto aos efeitos da situação descrita no paragrafo anterior as referidas demonstra ções financeiras apresentam, deforma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, aposição financeira da Empresa GAMA em 31 ~
-Dezembro de
20X0,
o resultado das suas operações, as alterações do capital próprio e osfluxos.... de caixa noperfodofindo naquela data,em
conformidade com os princípios contabilísticos:..: geralmente aceites em PortugalCASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 57
Meios Financeiros Líquidos
CASO PRÁTICON’4
Da auditoria final aos Meios financeiros líquidos da Empresa OMEGA, com referência a 31/12/X0 o auditor apurou os seguintes aspectos
a) Caixa
(contagem realizada em 02101/X1 às 10.00 h) Saldo evidenciado pela folha de Caixa de 29 de
Dezembro de 20X0 (último. do ano) 4 635
Numerário (notas e moedas) 1 980
Vale do Director Financeiro, de 15/10/X0, para despesas
de deslocação à Fábrica 150
Selos de correio 22
Senhas de refeição 200
Pagamentos efectuados até à data da contagem e por
lançar na folha de caixa de 02/0l/X1 180
Idem, recebimentos 1155
Diferença de caixa, para menos, não justificada pelo
Tesoureiro 118
Cheques de clientes 3 140
b) Depósitos à ordem
O Banco Lusitano, único com quem a Empresa OMEGA trabalha, evidencia na resposta à circularização, entre outras, as seguintes informações:
Saldo da conta Depósitos à ordem 13
000
credorResponsabilidades: conta caucionada 40 000 devedor
Da reconciliação bancária preparada pela Empresa constam os seguintes itens:
4 Cheques emitidos em Dezembro por descontar
em 31/12/X0 .
7
000Transferências de clientes não consideradas pela Empresa
OMEGA 8000
Crédito do Banco referente à venda de 1 000 acções da Empresa XYZ, adquiridas em Junho do ano anterior
por 1 400 1 350
~r.ccccrrccccccccCCCCOCCCCCCcfl~.
ccccncrrCCCCflCÕCC~Y’ifl’~
58 CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA CASOS PRATICOS DE AUDITORIA FINANCEIRA 59
Meios Financeiros Liquicios ~ Meios Financeiros Liquidos
Despesas debitadas pelo Banco referentía operaçao
RESOLUÇÃO
anterior 30
Utilizaçao da conta caucionada movimentada pelo Banco * Resolução do 1 °
pedido
em 02/01/Xi com data valor de 31/12/X0 10
000
Juros referentes a conta caucionada contados pela Empresa Tendo sido efectuada a contagem de Caixa num momento em que ja tinham sido feitos OMEGA ate 31/12/X0 e ~enciveis em 15/02/Xi 450 ç~ recebimentos e pagamentos, o primeiro passo consistira na determinação do novo saldo de
1~’
Debito bancario relativo ao pagamento de letras 1 200
Assim sendo teremos c) Instrumentos financeiros detidos para negocia çao
O saldo da conta 14 2 1 decompõe se como segue Saldo constante da folha de caixa em 29/121X0
4635
6000 acçoes da Empresa XYZ, de valor nominal 1 € Recebimentos do dia 02/01/Xi ate à hora da contagem 1155
adquiridas em Junho do ano antei ior 6 600 _- Pagamentos do dia 02/01/X1 ate a hora da contagem
Saldo existente 5 610
Informaçao adicional
Por sua vez o iesultado da contagem deve apresentar se como segue
— As acções da Empresa XYZ, que foram adquiridas, ao preço de 1,4
€,
estavam cota-’Ç~.das em 1,35 Cem 31/12/X0 e em 1,10 em 31 de Dezembro do ano anterior. Esta última
cotação conduziu ao reconhecimento, naquele exercício, de uma perda por redução Cheques de clientes 3 140
de justo valor dei 800 Notas e moedas 1980
Senhas de refeição 200
Pretende-se que: * Vale de 15/i0/X0 em nome do Director Financeiro 150
Selos de correio ,
1. Apresente de forma organizada o resultado da contagem efectuada em 02/Oh/X1
tecendo os comentários que considerar apropriados sobre o sistema de controlo Total da contagem 5 492
interno. ‘~ Total apurado pelos registos 5610
2. Apresente a reconciliação do Banco Lusitano em 31/i2/X0 de acordo com as técni- Diferença não justificada _____
cas de auditoria.
- . . .: De um ponto de vista de controlo interno existem diversos procedimentos que devem
3. Proponha os ajustamentos e/ou reclassificaçoes entendidos por convenientes para a
- - . . ~‘ ‘. - ser revistos pela Empresa OMEGA, nomeadamente:
adequada apresentaçao das demonstraçoes financeiras em 3i/i2/X0.
4. Seja elaborado um quadro apropriado com os meios financeiros líquidos auditados — O saldo de Caixa afigura-se muito elevado, tendo em conta que só as pequenas
despe-que devem constar do Balanço em 31/12/X0. ,.~ , sas devem ser pagas em numerario.
— Conforme se depreende do valor existente em caixa, os cheques não são diariamente
depositados. Por outro lado, todos os recebimentos são registados e contabilizados através da conta Caixa, quando deveriam sê-lo através de um diário de Bancos e directamente na conta Depósitos à ordem.
7-’ — São geralmente incluídos no saldo de caixa “valores” não representativos de meios
Saldo pelo Banco em 31/12/X0
Operações apenas movimentadas pela Empresa OMEGA A débito
Utilização da conta caucionada
Cheques pendentes
Juros estimados vencíveis em 15/02/X1 Operações apenas movimentadas pelo Banco
A débito
Despesas relativas à venda de títulos Pagamento de aceites
A crédito
Transferências de clientes
Venda de instrumentos financeiros (acções) Saldo segundo a Empresa OMEGA em 31/12/X0
Resolução do 3.° pedido
Lançamentos de correcção a propor à Empresa:
* Relativamente ao saldo de caixa
Conforme se sabe, apenas devem fazer parte do saldo de caixa os activos que constituam meios de pagamento, como sejam notas de Banco e moedas metálicas de curso legal, che
-% j_ —‘ ~% — .~ ‘~ F% F~’ F~% .“% ,“ % — A— A- P~% A- A- —‘ —
Pessoal
Outras operações com o pessoal Caixa
11.1 Caixa principal Pessoal
Outras operações com o pessoal Caixa caixa principal 28 Diferimentos 28.1 Castos a reconhecer 11 Caixa 11.1 Caixa principal
* Relativamente à conta Depósitos à ordem
Analisando a reconciliação bancária atrás apresentada, constata-se que existem quatro operações apenas contabilizadas pelo Banco, as quais devem igualmente ser objecto de registo por parte de Empresa OMEGA no ano de 20X0. Por outro lado, existe uma esti mativa de juros a pagar indevidamente contabilizada na conta de Depósitos à ordem.
Os lançamentos de correcção são os seguintes:
CASOS PRÁTICOS DE AUDITORIAFINANCEIRA 61
Meios Financeiros Líquidos
ques e yales postais, nacionais ou estrangeiros. Os vales relativos a entregas efectuadas ao pessoal, os selos de correio e as senhas de refeição não devem integrar o saldo de caixa. Assim sendo, os lançamentos a propor à Empresa serão os seguintes:
60 CASOS PRÁTICOSDEAUDITORJA FINANCEIRA
Meios Financeiros Líquidos
— Existem diferenças de caix&não justificadas, o que denota falta de conferências inde
pendentes.
— Deve ser implementado um sistema de fundo fixo de forma a limitar os valores em
-caixa e a permitir um melhor controlo sobre os mesmos. Este procedimento deve ser extensível à quantia a que respeita o vale do Director Financeiro.
Resolução do 2.° pedido
A reconciliação do Banco Lusitano referida a
311121X0
deve apresentar-se como segue: 13000
10000 A crédito (7000) ~(7450) 30 1200 1230 (8000) (1 350) (9 350) 7 430n.° tipo - contas - notas quantias
23 23.8.2 11 R R R 23 23.8.2 11 11.1 2 3 118 150 222 118 150 222 Notas:
1. Diferença de Caixa não justificada pelo Tesoureiro e a ele imputável. 2. Reconhecimento da dívida a receber do Director Financeiro.
3. Contabilização dos selos de correio e das senhas de refeição.