Universidade Federal de Goiás
Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de
Computação (EMC)
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2021
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO – PPGEEC
APRESENTAÇÃO
A tarefa primordial do Planejamento Estratégico de um Programa de Pós-Graduação é estabelecer os elos entre os meios e os fins a serem alcançados, ou seja, alinhavar a cada ano, um planejamento pedagógico que sirva de alicerce para a execução das atividades do curso, para criação e finalização de turmas e para o cumprimento dos objetivos, metas, visão e missão do Programa, com melhoria da qualidade das dissertações e produção intelectual qualificada, assim como na inserção social do Programa. O Planejamento Estratégico canalizará e orientará as ações que darão suporte para uma evolução progressiva do PPGEEC.
No Planejamento Estratégico é fundamental traçar as metas, objetivos, ações e estratégias a curto, médio e longo prazo, num processo sistemático de planejamento, avaliação e replanejamento. Além disso, em consonância com o resultado das avaliações realizadas a cada quadriênio pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o planejamento vem guiar a correção ou manutenção de órbita do Programa, para que atinja, conforme exigido, o aumento do seu nível na classificação recebida em sua avaliação. Assim, com a constante necessidade de evoluir de conceito CAPES, todo Programa de Pós-Graduação brasileiro deve, consequentemente, planejar como alcançará essas melhorias.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (CAPES/MEC) e a PRPG/UFG (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação) têm demandado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação a realização do seu Planejamento Estratégico Anual considerando-se também as exigências para a inserção, ainda no Coleta de 2020 da Plataforma Sucupira. Este documento tem a finalidade de apresentar o planejamento estratégico do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação (PPGEEC) da Universidade Federal de Goiás (UFG). A formulação desse documento contou com a participação dos docentes do PPGEEC direcionando as ações do PPGEEC para o ano de (2021), inserido no contexto do quadriênio de avaliação corrente (2021-2024).
A metodologia de planejamento estratégico consistiu da aplicação de um formulário Google para coleta de informações dos docentes e também da participação
de uma comissão formada pelo Coordenador Prof. Dr. Flávio Henrique Teles Vieira, o Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos e Prof. Dr. Gelson da Cruz Jr em cinco encontros do Workshop de Planejamento Estratégico promovido pela PRPG.
Com as informações obtidas, para elaborar esse planejamento estratégico, utilizou-se a ferramenta SWOT, acrônimo para Strengths, Weaknesses, Opportunities
and Threats, ou Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças. A escolha por essa
ferramenta se deu pela sua simplicidade de aplicação, o que garante sua utilização na análise de qualquer tipo de cenário, além do fato de ser uma ferramenta para fácil identificação de uma “imagem instantânea” do PPGEEC em um momento temporal desejado, auxiliando a tomada de decisões imediatas. No entanto, por se tratar de uma ferramenta que exige a análise constante de cenários, esse planejamento estratégico deverá ser revisado anualmente, perante discussões a serem realizadas pelo corpo docente e administrativo do PPGEEC.
2. HISTÓRICO DO PPGEEC
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação foi iniciado em 1998 apenas com o nível de Mestrado Acadêmico e, a partir de 2015, passou a contar também com o nível de Doutorado, até o momento o único na Grande Área Engenharias do Centro-Oeste do país, excluindo-se o Distrito Federal.
Desde a sua criação, o programa valorizou a relação orientador-orientando através do fomento às atividades extra-classe, pesquisa e vida acadêmica. Não obstante, um redimensionamento da matriz curricular em 2004, em atenção ao maior amadurecimento dos objetivos, propiciou maior flexibilidade/adaptabilidade e consolidação estratégica. Em 2005, foram sanados problemas apontados pelo comitê de avaliação e foi mantido o objetivo de se aumentar a interação multidisciplinar como meio para se alcançar maior equilíbrio entre as linhas de pesquisa e a consolidação das mesmas. A formação em um número adequado de disciplinas, tanto de base teórica com oferta regular quanto de conteúdo flexível com oferta alinhada aos interesses de pesquisa, incentiva a redução do tempo médio de titulação e aponta para um aumento da produção relevante vinculada aos trabalhos de conclusão (dissertações/teses).
Em 2009, o corpo docente do Programa foi reestruturado, mediante aplicação de uma resolução interna de credenciamento e recredenciamento docente. Foram
credenciados 8 (oito) Docentes Permanentes e 2 (dois) Docentes Colaboradores visando obter maior produtividade intelectual no triênio 2010-2012. Tal fato rapidamente acarretou impacto, aumentando a motivação do quadro docente, com reflexo imediato na produção relevante do Programa. Com a reestruturação do corpo docente, viu-se a necessidade de se implantar somente duas linhas de pesquisa de maneira a abranger as áreas de pesquisa de tal corpo: Sistemas Eletroeletrônicos e Sistemas Inteligentes e Computação Aplicada. Isso se deveu à alta correlação entre aquelas linhas pré-existentes, tanto em relação aos trabalhos produzidos quanto à interação entre seus docentes.
Os objetivos vêm se concretizando no decorrer dos anos com o amadurecimento do corpo docente do Programa, bem como com a consulta frequente e a devida observação às recomendações do comitê de avaliação constituído pela Capes. Um nítido progresso dos indicadores de qualidade foi expresso na avaliação do triênio 2007-2009. No triênio, 2010-2012, os indicadores continuaram melhorando, especialmente aqueles impactados pela produção intelectual relevante, fato que foi comprovado pela obtenção do Conceito 4. Em dezembro de 2014, foi aprovado pela Capes nosso projeto de Doutorado que se iniciou em março de 2015 com a admissão de 21 doutorandos, dentre os quais orientandos de alguns dos membros de nosso quadro docente em outros programas.
O novo curso abriu novas possibilidades em termos de pesquisa e de colaboração acadêmica, mas também exigiu mais ações de controle do programa, com impacto direto na qualidade da produção relevante do programa. Isso pôde ser verificado na avaliação quadrienal de 2016, quando o comitê identificou uma forte recuperação do indicador DPI ao final do quadriênio que foi ampliada em 2017, especialmente no estrato superior, passando de 12 para 20 publicações. O mesmo pode ser constatado mais recentemente pelo último resultado das novas bolsas de Produtividade em Pesquisa, a partir do qual o programa passou a contar com um novo bolsista PQ.
Em 2017, ocorreu a primeira defesa de tese de doutorado do programa, resultante de uma colaboração internacional com Portugal. As perspectivas de internacionalização também foram enormemente ampliadas com a possibilidade de participação no Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE) e no Mobility CONFAP Italy (MCI), contabilizando em 2017 quatro doutorandos no Canadá, um na
Itália e outro na Alemanha. Sobre esses doutorandos que em 2017 tiveram experiência no exterior, temos informações de que o egresso Gabriel Barbosa que participou do CONFAP Italy está na ENEL, os que foram para o Canadá são docentes do IFG e o Jonas fez a primeira defesa em inglês com a presença do avaliador externo vindo da Alemanha. Outros exemplos de mobilidade internacional podem ser citados como: em 2019 veio uma mestranda francesa que trabalhou com o Marcus Fraga no LabioEnge, um dos nossos alunos Gabriel Mendonça de Paiva realizou doutorado sanduíche em Milão na Itália e o programa contou com a vinda do professor visitante Volker Pickert da Newcastle University em 2019.
Considerando o amadurecimento das pesquisas em Engenharia Biomédica no programa, com crescimento significativo tanto do número de mestrandos e doutorandos quanto da produção intelectual nessa área, a coordenadoria acolheu o pedido dos pesquisadores nela envolvidos e criou mais uma linha de pesquisa, Sistemas e Sinais Biomédicos, a partir do desmembramento de suas atividades da linha Sistemas Eletroeletrônicos.
Depois de praticamente vinte anos de contribuição, dois dos docentes solicitaram o afastamento de suas atividades em função da aposentadoria, como ocorreu em 2016 com outro professor do programa. Assim, terminado o quadriênio de avaliação, aplicamos a resolução de credenciamento e, entre antigos colaboradores e jovens pesquisadores produtivos, selecionamos novos nomes para o quadro docente de tal forma a atender a crescente demanda que se concentrava principalmente na área de energia.
Há também ações pela Fundação de Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG) e do Governo do Estado para intensificar a pesquisa em Inteligência Artificial, assunto este contemplado fortemente pelo programa, o que tem fomentado o interesse dos alunos de graduação a continuarem seus estudos e pesquisa na pós-graduação, assim como prevê-se um aumento do interesse de empresas do estado em parcerias com pesquisadores do programa.
Por fim, após o programa ter conseguido manter a nota 4 em sua última avaliação, esforços estão sendo empreendidos para consolidar o curso de Doutorado e alcançar uma avaliação ainda melhor nos próximos anos.
3. MISSÃO DO PROGRAMA
O PPGEEC da UFG é formado por um corpo docente que tem como missão “contribuir para transformação da sociedade pela capacitação em excelência de seus
ingressantes, tornando-os capazes de inovar por meio de pesquisa, gerar desenvolvimento tecnológico e transmitir conhecimento com ensino”.
Dentro dessa missão, o profissional formado deverá apresentar: perfil que o capacitará para a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação na área de Engenharia Elétrica e de Computação; bem como, forte fundamentação conceitual aliada a um apurado senso crítico e discernimento das necessidades tecnológicas da região para atuação tanto na academia quanto em empresas e indústrias.
4. VISÃO DO PROGRAMA
A visão estratégica é o horizonte, onde uma organização quer chegar a longo prazo. Ou seja, onde o PPGEEC quer chegar e como vai chegar lá em um determinado momento futuro representam nossa visão estratégica. Para tanto, o PPGEEC deve planejar o seu futuro e definir as metas para chegar lá. Uma vez definida a direção que se quer seguir e quais são os objetivos para o futuro, a partir daí se estabelecem as metas no presente para alcançá-los. Com esse entendimento, o PPGEEC definiu a seguinte visão estratégica a ser perseguida e alcançada:
“Ser um programa reconhecido internacionalmente na área de Engenharias IV
pela formação de profissionais qualificados para atuar em ensino, pesquisa e/ou desenvolvimento tecnológico em nível de doutorado e mestrado, com forte impacto para o desenvolvimento regional e participando ativamente do avanço tecnológico e científico mundial buscando ser classificado com conceito máximo pela Capes”.
5. Princípios
Os princípios do PPGEEC são:
• Excelência acadêmica;
• Gestão democrática;
• Transparência dos processos de gestão.
• Inovação baseada na ciência
6 VALORES
Além daqueles já estabelecidos no Planejamento Estratégico da Universidade Federal de Goiás, o PPGCEEC destaca os seguintes valores:
• Atuar com Agilidade, Clareza, Visibilidade, Competência, Flexibilidade e Adaptação diante das Especificidades e Mudanças;
• Cultivar o Diálogo Interdisciplinar;
• Exercitar e Estimular a Criatividade e a Capacidade de Inovação;
7 DIAGNÓSTICO E CENÁRIO
A formação de profissionais capacitados para a pesquisa o desenvolvimento tecnológico e a inovação nas áreas de atuação do PPG é a pedra fundamental de sua criação. A atuação do programa neste processo formativo perpassa diferentes dimensões relacionadas a sua visão estratégica e ao impacto de suas ações em benefício da sociedade no âmbito regional e além. A seguir, cada dimensão será analisada com a finalidade de elaborar um diagnóstico do cenário presente e dar subsídios para a definição de metas.
7.1 FORMAÇÃO (Produção do Conhecimento na Pós-Graduação)
O programa vem desenvolvendo várias pesquisas inovadoras dentro de suas linhas de pesquisa, visando as tendências mundiais que estimulam os discentes, particularmente os recém graduados, ao ingresso no ambiente de desenvolvimento tecnológico e de inovação. Esse estímulo se reflete nos pós-graduandos mais motivados que desenvolvem suas atividades com mais afinco e de forma muito mais enriquecedora.
O PPGEEC conta com professores que realizam pesquisa em temas das áreas tecnológicas prioritárias do MCTI como: Inteligência Artificial, Internet das Coisas,
Energias Renováveis, Saúde (através da Engenharia Biomédica). Além destas, podemos citar também outras áreas prioritárias do MCTIC: tecnologias de comunicação e Geração Distribuída de Energia. Particularmente na área de Geração Distribuída e Energia Renováveis, pode-se citar o projeto "ESTUDO E PROPOSTA DE METODOLOGIAS PARA O PLANEJAMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO CONSIDERANDO RECURSOS ENERGÉTICOS DISTRIBUÍDOS", coordenado pela Profa. Dra. Lina Paola Garcés Negrete e que tem despertado interesse e parcerias internacionais e o Projeto de P&D Furnas "Estudo comparativo da operação de geradores síncronos, de indução e a ímãs permanentes", coordenado pelo Prof. Bernardo Alvarenga. Mais especificamente em relação ao grupo de pesquisa INCOMM, os seguintes projetos, que tratam de Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Sistemas de Comunicação, seriam beneficiados ao receberem bolsas: "TÉCNICAS AVANÇADAS DE CONFORMAÇÃO DE FEIXE PARA COBERTURA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO DIGITAL SEM FIO" coordenado pelo Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos, "Análise de Tecnologias Emergentes e Avaliação de Parâmetros de Qualidade de Serviço para Redes 5G" coordenado pelo Prof. Dr. Flávio Geraldo Coelho Rocha e "PROVISÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇO EM REDES DE COMUNICAÇÕES BASEADA EM MODELAGEM DE TRÁFEGO E ALGORITMOS PARA ESTIMAÇÃO DE RECURSOS NECESSÁRIOS", coordenado pelo Prof. Dr. Flávio Henrique Teles Vieira. Na área de Inteligência Artificial e métodos de produção industrial, há também no programa o projeto FASTEN - Sistemas de Manufatura Flexíveis e Autônomos para Produtos Sob-Medida. REDE NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA - RNP - (Chamada Coordenada BR-EU - financiamento Europa-Brasil) coordenado pelo Prof. Gelson da Cruz Júnior.
O Projeto FASTEN, que tem a participação da Profa. Symone é financiado localmente pela RNP mas faz parte de uma chamada internacional (Brasil - União Européia). A equipe do FASTEN é multiinstitucional e multinacional. Realizado em cooperação entre o Brasil e a Europa, o FASTEN está se concentrando no desenvolvimento de uma estrutura aberta e padronizada para produzir e fornecer produtos projetados sob medida, capaz de funcionar de forma autônoma e de fornecer produtos oriundos de manufatura aditiva, com baixo custo.
Tais projetos apresentam produções intelectuais vinculadas, como publicação em revistas internacionais e depósitos de patentes. Cabe ainda mencionar que o Grupo
de Pesquisa INCOMM submeteu junto à FAPEG projeto de criação de Centro de Pesquisa relacionado às tecnologias 5G e IoT (Internet das Coisas), sendo que a UFG já conta com um Centro de Inteligência Artificial, fazendo parte do mesmo alguns professores do Programa. Tais informações ressaltam a capacidade dos grupos de pesquisa do programa em gerar pesquisas relevantes e a intenção do programa de consolidar as pesquisas nessas áreas mencionadas
7.2 IMPACTOS E RELEVÂNCIA SOCIAL
O PPGEEC vem buscando a cada ano ampliar sua inserção e o impacto da sua atuação no desenvolvimento local, regional e nacional. Essa inserção social é trabalhada em termos da formação de recursos humanos, pesquisadores e professores, e também através do atendimento e suporte às demandas tecnológicas de empresas e indústrias e aos anseios da sociedade no sentido de contribuir, através das tecnologias sociais, e melhorar a qualidade de vida da população. Neste contexto, o PPGEEC vem recebendo discentes oriundos, além da própria capital do estado, do interior do estado de Goiás e que visam atuar na academia e centros de pesquisa após o doutoramento.
A inserção social do PPGEEC também se faz presente não apenas nos convênios, parcerias e projetos firmados, mas também na variada gama de tecnologias desenvolvidas nos laboratórios associados ao programa, onde se busca atender às demandas tecnológicas da indústria local, tal como mencionado anteriormente, contribuindo para o desenvolvimento sustentável na região e a inovação tecnológica nacional. Estas pesquisas de inovação se refletem na transferência de tecnologia para empresas através de projetos de pesquisa de desenvolvimento, pedidos de patentes, registros de software, publicações científicas em periódicos de elevado fator de impacto e, no futuro, se espera que gerem mais empregos e renda à população local, melhorando sua qualidade de vida e contribuindo para o crescimento da região.
O Grupo de pesquisa INCOMM do PPGEEC vem realizando pesquisas na área de Tecnologias de Comunicação de Quinta Geração (5G) e Internet das Coisas, promovidas pelos Profs Dr. Rodrigo P. Lemos e Flávio Geraldo Coelho Rocha, assim como aplicação de Inteligência Artificial para controle dessas redes, assunto abordado nas pesquisas do Prof. Dr. Flávio Henrique Teles Vieira. Como resultado, tem-se observado publicação de
artigos em revistas internacionais apresentando métodos, técnicas e algoritmos propostos relacionados a essas tecnologias de comunicação, temas de extrema relevância para o desenvolvimento científico do país e de Goiás, inclusive constando registros de softwares e depósitos de patentes. Espera-se também fortalecer os resultados relacionados a máquinas síncronas, geração distribuída e energias renováveis do grupo de pesquisa PEQ (Núcleo de Estudo e Pesquisa em Processamento da Energia e Qualidade) e em relação ao grupo Bioengenharia e Biomédica, objetiva-se facilitar o avanço das pesquisas em relação à COVID-19 conduzidas pelo Prof. Dr. Marcus Fraga Vieira, favorecendo a pesquisa em colaboração com instituições internacionais como a Université de Lorraine da França. O docente do PPGEEC Marcus Fraga Vieira participa do Projeto Cofecub, do PPG Engenharia Biomédica da UFU, coordenado pelo Prof. Adriano de Oliveira Andrade da UFU, do lado brasileiro, e pelo Prof. Yann Morère, da Université de Lorraine, do lado francês. O projeto chama-se Desenvolvimento de interface homem-máquina para a avaliação de sinais motores da doença de Parkinson. Além deste projeto, o Prof. Dr Marcus Fraga vieira participa do Projeto Rede Brasileira para o Estudo dos Impactos do SARS-CoV-2 nos Sistemas Nervoso e Muscular, sendo o coordenador regional para o estado de Goiás. A rede conta com pesquisadores de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal. A coordenação geral está a cargo do Prof. Fernando Henrique Magalhães da USP, São Paulo, e do Prof. Leonardo Abdala Elias, coordenador do Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp.
Professores do Grupo de Pesquisa PEQ do PPGEEC como o Prof. Dr. Geyverson Teixeira de Paula tem depositado diferentes patentes em relação a seu trabalho e pretendemos fortalecer essa característica no programa, incentivando a parceria com empresas para transferência de tecnologia, além da consolidação de parcerias internacionais nessa área, particularmente com o Electrical Power Group da Newcastle University, da Inglaterra coordenado pelo Prof. Volker Pickert.
Os temas abordados pelos grupos de pesquisa são de extrema importância para o avanço científico e tecnológico regional e nacional, pois tratam sobre melhorias em tecnologias de comunicação, produção industrial, geração de energia, máquinas elétricas e na área biomédica, são cobertas pesquisas sobre doenças neuro-degenerativas e sobre a Covid-19. Além disso, os resultados dessas pesquisas podem
promover relevantes impactos sociais pois podem produzir novas metodologias de projeto de sistemas de comunicação (e.g. IoT) e de energia, novos resultados e informações na área biomédica envolvendo Doenças Neurodegenerativas e o Vírus da Covid-19, acrescentando conhecimento para profissionais de determinadas áreas atuantes no mercado. Nesse sentido de desenvolvimento de tecnologias de combate à COVID-19, destaca-se também o Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos à frente do projeto PNEUMA desenvolvendo respiradores e processos de manutenção para os mesmos, contribuindo para o reconhecimento do papel decisivo da UFG no enfrentamento da pandemia em nosso estado.
A influência regional do Programa pode ser verificada e medida pela grande quantidade de egressos que assumiram, após se titularem no programa, funções de docência em instituições de ensino de relevância no estado de Goiás ao longo dos últimos vinte anos. Com relação a este ponto, a criação do nível de doutorado fez do PPGEEC o único programa de doutorado em Engenharia no contexto regional (Centro-Oeste), excluindo-se o DF. Desta forma, um percentual significativo dos docentes das áreas de Engenharia Elétrica e de Computação do IFG, IFGoiano, UEG, PUC-GO e outras instituições de ensino superior privadas é de egressos ou estudantes do programa. Esta condição tem atraído mais pesquisadores para o quadro discente e ampliado as perspectivas de parcerias com instituições e empresas da região. Um exemplo dessa influência é que o PPG vem hospedando regularmente eventos como a Escola Regional de Informática que tem divulgado diversos trabalhos realizados pelos pesquisadores do programa.
Os professores do programa têm acompanhado as posições de trabalho conquistadas por seus egressos, constatando sua inserção em instituições de ensino e pesquisa e em empresas em Goiás e em outros estados. Acreditamos que o Programa da EMC/UFG cumpre o seu papel de inserção social pela quantidade de egressos que hoje se encontram em postos de instituições de ensino, e também em empresas, não só do estado de Goiás. De modo a acompanhar de uma forma ainda melhor os egressos do programa, temos solicitado que estes façam seu cadastro no programa Sempre UFG https://sempreufg.ufg.br/ que tem realizado várias ações com os egressos, como por exemplo participação destes em mesas redondas nos congressos de Iniciação Científica, e outros simpósios e encontros na Universidade Federal de Goiás.
Outro aspecto de destaque é a atuação de docentes do programa, como os Profs. Marcus Fraga Vieira e Rodrigo Pinto Lemos nos quadros de diversas sociedades científicas nacionais e estrangeiras, onde desempenham funções de conselheiros, participam de comissões deliberativas, executivas e julgadoras, da organização de eventos e de ações em defesa da ciência e pela promoção do desenvolvimento tecnológico. Neste sentido, atualmente, o Prof. Bernardo Alvarenga é secretário da SBMAG.
7.3 Inovação e Transferência de Conhecimento
Pode-se definir Inovação como introdução de novidade (produto, processo ou serviço) ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo / social que resulte em novos produtos, serviços ou processos ou que compreenda a agregação de novas funcionalidades ou características a produto, serviço ou processo já existente que possa resultar em melhorias e em efetivo ganho de qualidade ou desempenho.
A transferência do conhecimento é definida como transmissão, absorção e uso do conhecimento entre organizações públicas e/ou privadas. No contexto da pós-graduação, refere-se à transferência de conhecimento da instituição de ensino para organizações públicas ou privadas. O objetivo da transferência do conhecimento é melhorar a capacidade de realizar atividades, aumentar seu valor, aumentar a produtividade e competência. Ainda que a transmissão e absorção aconteçam não trará resultado se isso não gerar uma mudança, não gerar ações. Ou seja, a transferência de conhecimento necessariamente resulta em novos produtos, processos ou serviços, ou ainda no aperfeiçoamento de produtos, processos ou serviços já existentes.
Dentre os projetos de pesquisa do PPGEEC, em consulta aos docentes do Programa, foi informado que os principais em vigência em 2021 são:
• ESTUDO COMPARATIVO DA OPERAÇÃO DE GERADORES SÍNCRONOS, DE INDUÇÃO E A ÍMÃS PERMANENTES Coordenador: Prof. Dr. Bernardo Pinheiro de Alvarenga. Projeto. aprovado no Edital de P&D 2017.2 – FURNAS.
• FASTEN - Sistemas de Manufatura Flexíveis e Autônomos para Produtos Sob-Medida. REDE NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA - RNP - (Chamada
Coordenada BR-EU -financiamento Europa-Brasil). Coordenador: GELSON DA CRUZ JUNIOR
• Alocação de Recursos em Redes sem Fio Utilizando Algoritmos Baseados em Aprendizagem de Máquina. Coordenador: Prof Dr. Flávio Henrique Teles Vieira. Financiador: FAPEG e CNPQ
• Projeto FORMULPI - Formação Multidisciplinar com Parceria Industrial. projeto de cooperação internacional Brafitec em parceria com a UNICAMP, Institut Mines Télécom (IMT), Université de Technologie de Compiègne (UTC) e o Institut National Polytechnique de Grenoble (Grenoble-INP). Coordenador geral: Prof. Dr. Janito Vaqueiro Ferreira da FEM/UNICAMP e Coordenador associado na UFG: Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos. Financiador: FUND COORD DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL SUP - (BRAFITEC - BRASIL FRANÇA ENGENHARIA TECNOLOGIA)
• TÉCNICAS AVANÇADAS DE CONFORMAÇÃO DE FEIXE PARA COBERTURA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO DIGITAL SEM FIO. Coordenador: Prof. Dr. Rodrigo Pinto Lemos
• INFLUÊNCIA DA SATURAÇÃO MAGNÉTICA NO PROJETO, DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DA MÁQUINA SÍNCRONA COM ÍMÃS PERMANENTES NO ROTOR. Coordenador: Prof. Dr. Geyverson Teixeira de Paula
• Análise de Tecnologias Emergentes e Avaliação de Parâmetros de Qualidade de Serviço para Redes 5G. Coordenador: Prof Dr. Flávio Geraldo Coelho Rocha
• Projeto Rede Brasileira para o Estudo dos Impactos do SARS-CoV-2 nos Sistemas Nervoso e Muscular. Coordenador regional: Prof. Dr. Marcus Fraga Vieira. A rede conta com pesquisadores de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal. A coordenação geral está a cargo do Prof. Fernando Henrique Magalhães da USP, São Paulo, e do Prof. Leonardo Abdala Elias, coordenador do Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp
• Desenvolvimento de interface homem-máquina para a avaliação de sinais motores da doença de Parkinson. Projeto Cofecub, do PPG Engenharia Biomédica da UFU, coordenado pelo Prof. Adriano de Oliveira
Andrade da UFU, do lado brasileiro, e pelo Prof. Yann Morere, da Université de Lorraine, do lado françês. Participante do Programa: Prof. Dr. Marcus Fraga Vieira
• Projeto “Application of the horizontal soil stratification and lateral
profiling methods for three-dimensional mapping of the soil electrical resistivity” coordenado pelo Prof. Dr. Wesley Pacheco Calixto que tem
depositado patentes nessa área e atuado em projetos com empresas.
Um levantamento realizado com os docentes do programa mostrou também que as principais parcerias institucionais do PPGEEC em 2021 são com as seguintes instituições: Nome da Instituição Natureza Jurídica (Pública ou Privada) UF Objetivo da Parceria
REDE NACIONAL DE ENSINO E
PESQUISA - RNP Pública Nacional Chamada Coordenada
BR-UE
CNPQ Pública Distrito Federal -DF
Edital Universal MCTI/CNPq no. 14/2012, Programa de Bolsas
FUND COORD DE APERFEICOAMENTO
DE PESSOAL DE NIVEL SUP Pública Distrito Federal -DF
Brafitec, Programa de Bolsas
Enel Privada Goiás-GO Projetos de Pesquisa e
Desenvolvimento
Furnas-Sociedade de Economia Mista Pública Rio de Janeiro-RJ Projetos de Pesquisa e
Desenvolvimento
FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA
DO ESTADO DE GOIAS - FAPEG Pública Goiás-GO
Edital Universal, PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS, BOLSAS DE MESTRADO E DOUTORADO e de Pós-Doutoramento no País
CENTRAIS ELETRICAS DO NORTE DO BRASIL S/A ELETRONORTE-Sociedade de Economia Mista
Pública Distrito Federal -DF Projetos de Pesquisa e
Desenvolvimento
Intel Corporation de Santa Clara, CA, USA Privada EUA
Desenvolvimento do novo chip processador neuromórfico Loihi da Intel
Nesta seção, objetiva-se apresentar as inovações esperadas que serão obtidas via execução dos projetos de pesquisa do PPGEEC. Em vista dos projetos de pesquisa em andamento e das parcerias do PPGEEC, podemos destacar as seguintes inovações
esperadas para 2021 e que acarretarão em transferência de conhecimento para
empresas, indústria e para sociedade:
- ESTUDO COMPARATIVO DA OPERAÇÃO DE GERADORES SÍNCRONOS, DE INDUÇÃO E A ÍMÃS PERMANENTES Coordenador: Prof. Dr. Bernardo Pinheiro de Alvarenga. Projeto. aprovado no Edital de P&D 2017.2 – FURNAS. O projeto tem como principal intuito realizar a comparação da operação dos geradores síncronos, geradores de indução e geradores a ímãs permanentes e tem potencial para impactar atividades em Furnas.
- Dentre os objetivos do projeto de pesquisa TÉCNICAS AVANÇADAS DE CONFORMAÇÃO DE FEIXE PARA COBERTURA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO DIGITAL SEM FIO, o Coordenador: Prof. Dr. Rodrigo Pinto Lemos e o egresso Dr. Jonas Kunzler estão redigindo a patente de um processo de estimação de fase em micro-calorímetros metálicos magnéticos para detecção de partículas subatômicas que será depositada na Alemanha com parceria entre a UFG e o KIT (Karlsruher Institut für Technologie). O processo desenvolvido apresentou maior robustez e maior acurácia do que outros existentes atualmente, devendo influenciar e direcionar as pesquisas nessa área no KIT, com perspectivas de aplicação aos sensores do novo Grande Colisor de Hádrons (High-Luminosity Large Hadron Collider, HL-LHC).
- O Prof. Dr Geyverson Teixeira de Paula tem desenvolvido ESTRATÉGIAS DE CONTROLE DE TORQUE DE MÁQUINAS DE RELUTÂNCIA CHAVEADA que podem resultar em patentes e registros de softwares. Essas estratégias de controle de torque poderão impactar várias indústrias pois tem mostrado desempenho interessante em relação a outras técnicas.
- Na área de Engenharia Biomédica, as pesquisas do Prof Dr Marcus Fraga tem potencial para agregar importantes informações a respeito da COVID-19 e seu impacto nos Sistemas Nervoso e Muscular. O PPGEC também acredita que inovações sejam obtidas com o Desenvolvimento de interface homem-máquina para a avaliação de sinais motores da doença de Parkinson em parceria com a Université de Lorraine da França.
- Na área de Telecomunicações, entre os projetos de pesquisa do PPGEEC pode-se citar “Alocação de Recursos em Redes pode-sem Fio Utilizando Algoritmos Bapode-seados em Aprendizagem de Máquina” do Prof. Dr. Flávio Henrique Teles Vieira em que se desenvolvem novos algoritmos de alocação de recursos baseados em Inteligência Artificial para redes de novas gerações como 5G e que poderão despertar interesse e impactar empresas e operadoras de telecomunicações. O impacto nessas empresas poderia também ser em utilizar novas técnicas para dimensionamento de suas redes. Nesse sentido, outros algoritmos e técnicas de alocação de recursos em redes sem fio são desenvolvidas pelo grupo como por exemplo nos projetos de pesquisa “TÉCNICAS AVANÇADAS DE CONFORMAÇÃO DE FEIXE PARA COBERTURA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO DIGITAL SEM FIO” e “Análise de Tecnologias Emergentes e Avaliação de Parâmetros de Qualidade de Serviço para Redes 5G”
7.4 Ensino e aprendizagem na Pós-Graduação (Projeto Político
Pedagógico)
O PPGEEC tem incluído em suas reuniões ordinárias propostas de reformulação da Estrutura Curricular de acordo com as concepções “em construção no Projeto Político
Pedagógico” e as referências apresentadas pela PRPG. Dentre as mudanças já aprovadas com relação à Estrutura Curricular pode-se citar a retirada da obrigatoriedade do aluno em cursar uma disciplina específica. Pretende-se continuar abordando a reformulação da Estrutura Curricular visando que o PPGEEC ofereça um conjunto de disciplinas adequadas para a formação dos mestres e doutores.
O PPGEEC tem como objetivo, seguindo as diretrizes do GT em sua Ficha de Avaliação de focar na qualidade da formação de doutores e mestres e dar uma ênfase maior à avaliação de resultados do que de processos, e dessa forma revisar o seu Projeto Político Pedagógico (PPP). Este assunto será abordado em reuniões do PPGEEC e uma comissão será formada para a revisão do PPP.
7.5 Internacionalização
Há projetos de pesquisa do PPGEEC que possuem parceiros internacionais como o projeto “Desenvolvimento de interface homem-máquina para a avaliação de sinais motores da doença de Parkinson” e “Projeto Rede Brasileira para o Estudo dos Impactos do SARS-CoV-2 nos Sistemas Nervoso e Muscular”, que contam com a participação e coordenação do docente do PPGEEC, Dr. Marcus Fraga Vieira, respectivamente. Estes projetos abordam temas referentes às áreas prioritárias de Saúde e Tecnologias Assistivas do MCTIC sendo que o segundo projeto conta com a colaboração de pesquisadores da Université de Lorraine da França. Como resultados desses projetos de pesquisa, além de contribuir com a internacionalização do programa, espera-se também gerar produtos que impactam a sociedade e apresentem avanços tecnológicos de relevância internacional. Dessa forma, entendemos que o PPGEEC promove pesquisas de relevância internacional efetuadas pelos grupos de pesquisa do programa como o grupo de Bioengenharia e Biomecânica, o Núcleo de Estudos em Planejamento e Energia e o INCOMM na área de comunicação e IA, de forma que há uma relação estreita entre as linhas de pesquisa do programa que são: Sistemas Eletroeletrônicos, Sistemas Inteligentes e Computação Aplicada e Sistemas e Sinais Biomédicos.
Há um projeto Brafitec em andamento em parceria com a UNICAMP, Institut Mines Télécom (IMT), Université de Technologie de Compiègne (UTC) e o Institut National Polytechnique de Grenoble (Grenoble-INP). O projeto se chama FORMULPI -
Formação Multidisciplinar com Parceria Industrial. O coordenador geral é o Prof. Dr. Janito Vaqueiro Ferreira da FEM/UNICAMP e o Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos do PPGEEC é coordenador associado na UFG. Através deste projeto, as parcerias com pesquisadores do IMT estão sendo consolidadas e novas possibilidades se descortinam com relação aos laboratórios e pesquisadores da UTC e do Grenoble INP.
Recentemente, houve a assinatura de um acordo de cooperação com a Intel Corporation de Santa Clara, CA, USA. Através dele, o projeto de pesquisa intitulado "Deep Spiking Similarity Matching on Neuromorphic Processors: towards an on-chip learning approach" do discente Ricardo Fonseca Alves faz parte da Intel Neuromorphic Research Community (INRC) e participamos do Intel's Remote Access Evaluation (Loihi)
Program, pelo qual o Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos colabora no desenvolvimento do novo
chip processador neuromórfico Loihi da Intel cuja arquitetura reproduz Redes Neurais Pulsadas (Spiking Neural Networks). Esse projeto é desenvolvido em parceria com o Pehlevan Group da John A. Paulson School of Engineering and Applied Sciences da
Harvard University, USA. O PPGEEC, em nome do Prof. Dr. Rodrigo P. Lemos e do egresso
Dr. Jonas Kunzler, servidor da UFG, mantém também parceria com o Karlsruher Institut
für Technologie - KIT, envolvendo também um grupo de pesquisa na Argentina.
O PPGEEC conta com a participação dos Profa. Dra Symone Gomes Soares Alcalá que tem coordenado projeto de pesquisa CNPq universal. Além de sua participação com o Prof. Gelson Cruz Jr. no projeto FASTEN que possui financiamento Europa-Brasil. Com relação ao Projeto FASTEN, os recursos são oriundos do IV Edital Europa Brasil (Comissão Europeia e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Brasil) com recursos geridos no Brasil pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O lado brasileiro da equipe congrega a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Thyssenkrupp Brasil, Embraer Brasil e Bradel Distribuição Ltda, sob liderança do INESC P&D Brasil. O lado europeu da equipe envolve o Politecnico di Milano (PoliMi), PACE Aerospace Engineering and Information Technology GmbH, Consorzio Intellimech (iMech) e Embraer Portugal, sob a liderança do INESC TEC.
Há também professores do PPGEEC como a Profa. Dra. Lina Paola Garcés Negrete que tem participado em bancas de defesa de mestrado e doutorado e estabelecendo parcerias em países da América do Sul.
Em 2019, o PPGEEC contou com a vinda do professor visitante Volker Pickert da Newcastle University que tem feito parcerias de pesquisa com alguns professores do programa.
7.6 Autoavaliação e Alinhamento com PDI e Documentos de Área
Analisando as diretrizes do atual PDI da UFG, a indissociabilidade do tripé “ensino-pesquisa-extensão”, bem como a valorização da graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão, em todas as modalidades, é norteadora de diversas ações. Dentre essas diversas ações presentes no PDI, há forte alinhamento com a promoção da interdisciplinaridade e multidisciplinaridade, a fim de expandir a compreensão de problemas nacionais, regionais e locais, favorecendo a elaboração de soluções inovadoras e alinhadas com o compromisso social da instituição. Nessa direção, o aperfeiçoamento contínuo dos processos de formação, produção e disseminação do conhecimento configura uma ação fundamental para alcançar a excelência acadêmica, valorizando a ampliação da cooperação acadêmica nacional e internacional, e das atividades de pesquisa e extensão, fundamentais para ampliar a inserção internacional da universidade. Por fim, para manutenção das atividades, tem-se como diretriz o fortalecimento e ampliação de políticas institucionais de captação de recursos externos destinados à pesquisa e extensão.
O PPGEEC teve sua abertura fortalecida em uma das diretrizes do PDI, a saber: “Expandir, diversificar, inovar e consolidar a oferta de cursos de graduação e pós-graduação”. O alinhamento com a promoção da interdisciplinaridade e multidisciplinaridade está presente, sendo que o grupo docente que forma o programa, contemplando engenheiros eletricistas, físicos, educador físico, etc com pesquisas abrangendo áreas de impacto socioeconômico, como energia e saúde. Tal ambiente favorece o surgimento de pesquisas inovadoras e soluções de problemas em diversas áreas, sob o incentivo constante do programa para o compromisso ético, social e ambiental.
No aspecto relacionado ao aperfeiçoamento contínuo dos processos de formação, produção e disseminação do conhecimento, mantendo o viés social, a missão do programa deixa claro seu alinhamento com esse aspecto, uma vez que o PPGEEC se propõe a “contribuir para transformação da sociedade pela capacitação em excelência de seus ingressantes, tornando-os capazes de inovar por meio de pesquisa, se consolidar com desenvolvimento tecnológico e transmitir conhecimento com ensino.” Para realizar essa missão, o fortalecimento e ampliação de políticas de captação de recursos externos destinados à pesquisa e extensão devem ser sempre prospectadas, pois é um fator necessário para a manutenção do programa. Por fim, além do alinhamento com essas diretrizes, uma análise das metas do programa demonstra alinhamento com a diretriz “Fomentar e implementar, pela ampla discussão na comunidade, a integração entre pós-graduação e graduação” e “Fomentar a vinculação de docentes recém-doutores e/ou em início de carreira a grupos de pesquisa já existentes e aos programas de pós-graduação”. A primeira delas surge com a busca do PPGEEC em fomentar o ingresso no programa de alunos vindos dos cursos de engenharia elétrica e de engenharia da computação. Já a segunda, é contemplada com ação implementada no programa de credenciar jovens doutores apadrinhados em busca de consolidação no meio científico nacional e internacional.
No que diz respeito ao alinhamento do PPGEEC ao documento de área das Engenharias IV, esse planejamento estratégico esclarece que os discentes do programa deverão ser os protagonistas, tanto na produção técnica e científica, quanto nos exemplos de sucesso quando egressos. Além disso, os objetivos secundários deste planejamento também estão alinhados com as exigências de se ter um programa bem estruturado administrativamente, alinhado com os objetivos e processos da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e da universidade, exibindo boa atratividade, gerando bons índices de relevância, visibilidade e inserção internacional, buscando sempre o fortalecimento da integração e articulação do programa com setores acadêmicos e não-acadêmicos (empresas e indústrias), criando um ambiente adequado para um crescimento sustentável.
Como exigido pelo documento de área, a evolução desses objetivos, bem como, suas metas, será acompanhado pelo resultado gerado pela auto-avaliação, cujo projeto está em desenvolvimento e será apresentado a todos em março de 2021.
8. PONTOS FORTES, FRACOS, AMEAÇAS EXTERNAS E OPORTUNIDADES
O PPGEEC desenvolverá seu Planejamento Estratégico por meio de um processo participativo e institucional. O PPPGEEC visa a apresentar as questões estratégias futuras que norteiam os pilares de sua existência atual e futura, bem como sua relevância, expressados em sua visão, princípios e valores estribados no contexto atual. Para elaborar o planejamento estratégico do PPGEEC utilizou-se a ferramenta SWOT. A partir dessa ferramenta e das discussões realizadas, foi possível identificar os pontos fortes e fracos do PPGEEC, e a partir deles, identificar as principais oportunidades e ameaças.
Todas as discussões foram amparadas pela análise do ambiente interno do programa, onde se considerou aspectos como localização do programa, relação do programa com empresas e agências de fomento, regimento interno, processos administrativos, perfil docente, temática de pesquisa e produção dos docentes, formas de divulgação da produção científica, projetos envolvendo inserção social e ações para internacionalização.
8.1. PONTOS FORTES
1) Qualidade do corpo docente. Corpo docente altamente qualificado, com formação e domínio para atender as três linhas de pesquisa do programa. Docentes com alta capacidade de interação entre os mesmos, bem como com universidades e centros de pesquisa do Brasil e do exterior, capazes de desenvolver projetos científicos multidisciplinares e de alto impacto. Esse fato já pode ser observado com as interações vigentes com universidades no Brasil e no Exterior, como apresentado no histórico do PPGEEC;
2) Existências de regras de avaliação de docente pelo programa (credenciamento e recredenciamento) que foram atualizadas
3) Existência de Resolução com critérios de publicação pelo discente para defesa de mestrado e doutorado
4) Cordialidade e proatividade no atendimento na secretaria
6) Realização de planejamento estratégico
7) Único programa de Doutorado em Engenharia Elétrica na Região Centro-Oeste com exceção do Distrito Federal
8) Localização privilegiada, na cidade de Goiânia, pela proximidade de renomadas universidades (UnB, Universidade Federal de Uberlândia, etc) e Institutos Federais (IFG IFGoiano, IFB, etc), contando com o Centro de Inteligência Artificial (CEIA) que será instalado na Escola de Engenharia Elétrica e de Computação, unidade da UFG que abriga o PPGEEC;
9) Existência na UFG dos cursos de graduação em Engenharia Elétrica e Engenharia da Computação, garantindo a integração entre os alunos do PPGEEC e da Graduação, gerando demanda para os cursos de Mestrado e de Doutorado;
10) Experiência internacional de alguns docentes, capazes de favorecer parcerias com instituições no exterior e impulsionar a internacionalização do programa. A exemplo disso, alguns docentes do PPGEEC nos últimos 3 anos realizaram pós-doutoramento no exterior.
8.2. PONTOS FRACOS
1) Número de bolsas de doutorado insuficientes para o número de alunos interessados;
2) Algumas áreas de pesquisa não contam com infraestrutura adequada de laboratórios para o desenvolvimento das atividades de pesquisa;
3) A distribuição da produção intelectual entre os docentes permanentes deve ser melhorada
4) Tanto a divulgação do PPGGEEC e de seus editais quanto sua visibilidade no meio científico nacional e internacional devem ser aprimoradas;
5) Baixa participação de docentes em bancas de doutorado no exterior
6) Falta de uma sala/espaço de convivência para os discentes
7) Integração entre graduação e pós-graduação pode ser melhorada.
8) O número de orientandos de Iniciação Científica na unidade do programa pode se rmelhorado
9) Dificuldade de receber estrangeiros.
Com base nas análises do cenário externo, foi possível também identificar as principais oportunidades e ameaças do Programa. Com relação às oportunidades, podemos citar:
8.3. OPORTUNIDADES
1) Região com relevante concentração de universidades públicas, privadas e institutos federais, os quais formam alunos que demandam posterior formação em nível de pós-graduação;
2) Região com demanda para pesquisas envolvendo agronegócio e Inteligência Artificial, permitindo que alunos dessas áreas meios possam ser qualificados no PPGEEC, desenvolvendo pesquisa nesses temas, favorecendo a transferência de conhecimento e aumentando o potencial de impacto social e econômico do programa.
3) Proximidade de instituições parceiras qualificadas (UnB, UFMG, PUC GO, IFG, IFGoiano, UEG) e de outras unidades da UFG, garantindo a participação de membros externos qualificados para bancas, além da possibilidade de compartilhamento de infraestrutura de pesquisa e colaborações científicas, que fortalecem os grupos de pesquisa do Programa e podem favorecer a obtenção de recursos financeiros por meio de projetos;
4) Editais específicos para financiamento de projetos com parceiros de outras instituições no Brasil e no Exterior, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG).
5) Parcerias com instituições internacionais, como por exemplo, universidades na França, EUA, Reino Unido e Alemanha;
6) Demanda crescente do mercado em competências da Engenharia Elétrica e da Computação (Machine Learning, Data Science, etc)
7) Existência de bons alunos na graduação em Engenharia Elétrica e de Computação da EMC
Com relação às ameaças identificadas, pode-se elencar:
8.4. AMEAÇAS
1) Carga horária obrigatória ainda alta na graduação para alguns docentes vinculados à pós-graduação
2) Falta de Bolsas de Doutorado e de Pós-doutorado; 3) Redução de recursos pelo governo federal;
4) Falta de editais e parcerias que incluam despesas com gasto de capital (infraestrutura)
5) Políticas para redução de investimento em pesquisa
6) Baixo valor de bolsa para discentes comparado com o mercado
7) Incerteza quanto às oportunidades de captação de recursos em agências de fomento, devido às incertezas de investimento público e privado no setor; 8) Restrição orçamentária na CAPES e CNPq, reduzindo número de bolsas de estudo
e bolsas produtividade em pesquisa, prejudicando a manutenção dos alunos com dedicação integral ao Programa e, consequentemente, a sua produtividade científica, qualidade de formação e os resultados do próprio Programa, o qual é mensurado por esses alunos formados e sua produção;
9) Incerteza sobre a verba de custeio disponível para o Programa, a fim de financiar passagens, diárias, inscrição em congressos e publicações, as quais implicam diretamente na produtividade do Programa e nos seus indicadores;
10) Risco de extinção de programas como PDSE.
9 Matriz SWOT
A análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats) ou FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças) é uma ferramenta de gestão bastante difundida para o estudo do ambiente interno e externo das organizações, através da identificação e análise dos pontos fortes e fracos, e das oportunidades e ameaças. Apesar de parecer simples, esse método se mostra bastante eficaz na identificação dos fatores que influenciam no funcionamento da organização fornecendo informações bastante úteis no processo de planejamento estratégico.
Forças Fraquezas
1) Qualidade do corpo docente;
2) Existências de regras de avaliação de docente;
3) Existência de Resolução com critérios de publicação pelo discente para defesa de mestrado e doutorado
4) Cordialidade e proatividade no atendimento na secretaria 8. disciplinas ofertadas de qualidade
5) Realização de planejamento estratégico
6) Único programa de Doutorado em Engenharia Elétrica na Região Centro-Oeste com exceção do Distrito Federal
7) Localização privilegiada;
8) Existência na UFG dos cursos de graduação em Engenharia Elétrica e Engenharia da Computação;
9) Experiência internacional de alguns docentes
1) Número de bolsas de
doutorado insuficientes para o número de alunos
interessados;
2) Algumas áreas de pesquisa
não contam com
infraestrutura adequada de laboratórios para o desenvolvimento das atividades de pesquisa; 3) A distribuição da produção
intelectual entre os docentes permanentes deve ser melhorada
4) Tanto a divulgação do PPGGEEC e de seus editais quanto sua visibilidade no meio científico nacional e internacional devem ser aprimoradas;
5) Baixa participação de docentes em bancas de doutorado no exterior 6) Falta de um espaço de
convivência para os discentes
7) Integração entre graduação e pós-graduação pode ser melhorada.
8) O número de orientandos de Iniciação Científica na unidade do programa pode se rmelhorado
9) Dificuldade de receber estrangeiros.
Oportunidades Ameaças
1) Região com relevante concentração de universidades públicas, privadas e institutos federais;
2) Região com demanda para pesquisas envolvendo agronegócio e Inteligência Artificial;
3) Proximidade de instituições parceiras qualificadas (UnB, UFMG, PUC GO, IFG), garantindo a participação de membros externos qualificados para bancas;
4) Editais específicos para financiamento de projetos pela FAPEG;
5) Parcerias com instituições internacionais, como por exemplo, universidades na França, Reino Unido, EUA e Alemanha;
6) Demanda crescente do mercado em competências da Engenharia Elétrica e da Computação (Machine Learning, Data
Science, etc)
7) Existência de bons alunos na graduação em Engenharia Elétrica e de Computação da EMC
1) Carga horária obrigatória ainda alta na graduação para alguns docentes;
2) Falta de Bolsas de Doutorado e de Pós-doutorado;
3) Redução de recursos pelo governo federal;
4) Falta de editais e parcerias que incluam despesas com gasto de capital (infraestrutura)
5) Políticas para redução de investimento em pesquisa
6) Baixo valor de bolsa para discentes comparado com o mercado 7) Incerteza quanto às oportunidades de captação de recursos em agências de fomento; 8) Restrição orçamentária na CAPES e CNPq;
9) Incertezas sobre o valor da verba de custeio disponível para o Programa.
10. METAS E AÇÕES ESTRATÉGICAS
O programa tem como metas a curto prazo a ampliação de cotas de bolsas de estudo, através de parcerias público-privadas, captação de bolsas da Pró-reitoria (editais
internos) e bolsas das agências de fomento à pesquisa. Além de participar em editais específicos para financiamento de pesquisas, equipamentos e eventos. Temos também como desafio equilibrar a distribuição entre os docentes de publicações de artigos científicos em periódicos de alto impacto e a consolidação do doutorado do programa, para que este atinja o Conceito 5 em um prazo de tempo maior.
São as seguintes Metas Estratégicas que o Planejamento Estratégico pretende atingir:
1) Aumentar o número de projetos de pesquisas financiados por agências de fomento nacional e estadual.
2) Estimular o estágio pós-doutoral do corpo docente em instituições internacionais.
3) Reduzir o desvio padrão na produção intelectual dos docentes do corpo permanente do programa.
4) Utilizar os resultados da autoavaliação para melhoria da infraestrutura e melhor formação de seus alunos
5) Aumentar o número de parcerias internacionais do programa por meio de acordos institucionais bilaterais.
6) Buscar a inserção do PPGEEC em ações voltadas para o desenvolvimento regional com empresas públicas e privadas.
7) Melhorar a inserção internacional do PPGEEC;
8) Aumentar atratividade alunos bem qualificados;
10) Atualizar e melhorar a Estrutura Curricular do PPGEEC.
Essas metas estão em consonância com a missão e visão do PPGEEC.
Em 2020, a Coordenação promoveu as seguintes Ações Estratégicas para tendo em vista as metas acima citadas:
• 1) Melhorou a visibilidade do site do PPGEEC com constante atualizações de informações, sendo que agora passou a disponibilizar acesso às dissertações e teses defendidas no programa no próprio site;
• 2) Promoveu estímulos para que os professores colaboradores se tornem
permanentes, como por exemplo, com um maior envolvimento dos mesmos nas
• 3) Aumentou o número de professores permanentes pelo credenciamento de professores e jovens doutores apadrinhados que atendam aos critérios definidos pelo programa;
• 4) Estimulou a submissão de projetos de pesquisa para bolsa de produtividade
do CNPQ, sendo que de fato, o número de submissões tem aumentado;
• 5) Divulgou editais e chamadas de Projetos de P&D para estimular a pesquisa e a inovação, provocando o aumento no número de patentes e registros de
softwares;
• 6) Aplicação de regras em termos de credenciamento e recredenciamento para que a distribuição da produção entre os docentes seja mais igualitária e atenda os objetivos de consolidação;
• 7) Conscientizar a direção e as coordenações de graduação da unidade para que a carga horária dos professores que estão no programa não seja alta, tendo como meta 8h semanais, permitindo aumentar a produção intelectual dos professores do programa;
• 8) Aumentou o número de bolsas de doutorado do programa para que se tenha um maior número de pesquisadores em dedicação exclusiva, possibilitando aumentar a produção dos docentes.
• 9) Acompanhamento da situação dos discentes através de verificação de
relatório semestral, assim como envio periódico de informações aos discentes e
docentes sobre prazos e ações necessárias na tentativa de reduzir o prazo de defesa dos alunos.
• 10) Disponibilizou tradução do site do PPGEEC para várias idiomas.
• 11) Aplicação de regras quanto ao número de vagas permitidas a serem ofertadas pelos docentes nos editais de seleção do PPGEEC.
Como parte dessas Ações Estratégicas, em 2020 foram atualizados e criados documentos e resoluções tais como:
• 1) Regulamento abordando Critérios de Defesa foi atualizado;
• 2) Foram elaboradas e aprovadas Normas para Elaboração de Dissertações e Teses do PPGEEC da UFG;
• 3) Foi atualizada a Resolução de Credenciamento e Recredenciamento Docente; conteplando a possibilidade de credenciamento de jovem doutor apadrinhado;
• 4) Criação de Formulário Solicitação de Co-orientação (sem credenciamento como docente colaborador);
• 5) Criação de Formulário de Solicitação de Credenciamento;
Como Plano de Ações, pretende-se manter as ações estratégicas acima citadas para 2021, além das seguintes:
• 1) Estimular que alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e de Computação cursem disciplinas do PPGEEC como alunos especiais;
• 2) Buscar mecanismos eficientes para incentivar os alunos da graduação a aderirem ao PPGEEC;
• 3) Divulgar o programa para alcançar outros estados brasileiros;
• 4) Incentivar os docentes a se envolverem em processos de internacionalização;
• 5) Estimular o aumento da transferência de conhecimento para o setor produtivo, incentivando alunos e docentes a depositar patentes;
• 6) Atualizar as normas referentes à estrutura curricular do PPGEEC;
• 7) Informar e monitorar que a perspectiva de impacto e relevância econômica e social deve constar nos projetos de dissertações/teses e documentos de conclusão dos cursos, incluindo palavras-chave nos resumos e keywords nos abstracts que façam referência à relevância e ao impacto esperado do trabalho;
• 8) Informar que os impactos das pesquisas devem ser previstos na elaboração dos projetos de pesquisas (Dissertações e Teses), estarem alinhados com o objetivo do Programa de Pós-graduação (PPG) e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da instituição e ter acompanhamento durante a execução do planejamento estratégico e da autoavaliação do programa;
• 9) Estimular a orientação de iniciação científica em projetos do programa;
• 10) Estimular o treinamento em inglês da comunidade envolvida no programa;
• 11) Promover cursos e disciplinas em parceria com instituições estrangeiras;