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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINACENTRO DE CIENCIAS DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA RECEM - NASCIDOS PEQUENOS PARA A IDADE GESTACIONAL AUTORES :
Ddo. PAULO ROBERTO CRESPI
Dr. LUIS COSENTINO
FLORIANOPOLIS, Novembro de 1985.
1 _ II - III - IV - V _ VI - VII - VIII - INDICE P9 RESUMO . . . . .. 4 INTRODUÇÃO . . . . . . . . .. 6 MATERIAL E METODOS . . . . . .. 8 RESULTADOS . . . . _. TO DISCUSSÃO . . . . . . . _. 36 CONCLUSÕES . . . . .. 4I REFERÊNCIAS BIBLIOGRÃFICAS . . . .. 44 ANEXOS . . . . .. 47
'
- Os autores ana1isaram os dados referentes
ã Pequenos
_
para Idade Gestaciona1 (PIG) atendidos no Berçario de A1to Ris-
co (BAR) da Maternidade Carme1a Dutra de F1orianõpo1is - Santa
Catarina - Brasi1 no ano de 1983. ¡
Ana1isando 121 recem-nascido (RN) Pequenos para Idade
Gestaciona1 (PIG) segundo a curva de Lubchenco e indice de Ca -
purro Somãtico, e suas respectivas mães (113), encontrou-se en-
tre 5.926 (100%) nascimentos em 1983, 723 (12,20%) atendimentos
no Berçärio de A1to Risco (BAR), destes 121 (2,04% no tota1 de nascimentos do ano e 16,73% dos atendidos no BAR), eram Peque -
_
_.
nos para Idade Gestaciona1. A sobrevida tota1 do Berçario de Al
to Risco entre 723 atendimentos foi de 85,20% (616 RN) com
14,79% de õbitos (107 RN). A sobrevida dos Pequenos para Idade
Gestaciona1 atendidos no Berçãrio de A1to Risco foi 80,16% (97 RN) com 19,83% (24 RN) de õbitos, sendo 3,31% do tota1 de atendimento do Berçãrio de A1to Risco (BAR).
Entre os PIG as distribuição pe1o sexo encontrada foi
52,89% (64) sexo feminino e 47,10% (57) do sexo mascu1ino.
0 tipo de parto foi : 71 partos transpe1vicos (norma1)
_ 5 _
0 tota1 de geme1ares nascidos em 1983 na Maternidade
Carme1a Dutra foi de 51 RN (100%), destes 20 (39,21%) eram PIG
e foram atendidos no BAR.
D05121RNFlGatendidos no BAR a faixa de peso mais
incidente foi entre 1.501 - 2.000 g (35,53%). Entre os prë-ter
mos foi de 1001 - 1500 g (50,90%), nos RN a termo foi 2001 -
2500 g (46,87%) e nos Pos-Termo houve 1 menor 2 500 g e 1 maior
2500 g. A mëdia de peso gera1 foi 1.815 g.
Dos 121 RN 55 (45,45%) são Prë-Termo, 64 (52,89%)são
de termo e 2 (1,65%) são Põs-Termo.
No tota1 de 121 RN PIG que sofreram cuidados no BAR,
(71,07%) (86) apresentavam a1gum tipo de prob1ema, (27,30%) a-
presentavam mais de um prob1ema e (28,9%) não possuiam nenhuma
.... ,_ .-
a1teraçao constando do diagnostico neonato1ogico, O ~ prob1ema
que mais incidiu foi na parte respiratõria (52,89%) (64), se -
guido por infecçao perinata1 (21,48%) (26) e por depressao neo
nata1 (17,35%) (21). 0 prob1ema que iso1adamente mais incidiu
foi a Sindrome do Desconforto Respiratõrio (SDR) em (37,19%)mB
RN, seguido de infecção perinata1 (21,48%) (26) e DNN (17,35%) (21). Nos prë-termos a infecção perinata1 incidiu em (65,38%),
...
a SDR em (75,55%). Nos a termo a infecçao incidiu em (34,61%)e
a SDR em (28,88%).
0 Raio X foi usado 36 vezes (29,75%) 0 02 (cateterou
tenda) 90 vezes (74,37%), berço aquecido em 122 (100%) e cate-
ter umbi1ica1 em 41 (33,88%).
Os dados referentes as maes nao apresentavam diferen
ças significativas com a 1iteratura pesquisada, estao inc1ui -
V
K
-
Com a melhora de cuidados prestados aos Pequenos para
Idade Gestacional (PIG) nos ultimos l5 anos, se tem mudado o
pensamento negativista de muitos mëdicos com relaçãoa estas cri
anças (23).
I
Existem varias denominaçoes para definir uma criança
com baixo peso para a idade gestacional (PIG): Debilidade Conqš
nita (MARFAN), Hipotrofia (20 e 26) (l6), Desmadurez a termo,
recëm-nascido de baixo peso, sendo que um termo usado quedã uma
idëia mais ampla ë retardo do crescimento intra-uterino (20).
O recëm-nascido com retardo do crescimento intrauteri
no ë classificado neste trabalho como (PIG): Aquele RN que se
inclui abaixo do percentil l0 % da curva de Lubchenco (3, 9 e
25) e com a idade gestacional calculada com base na tabela de
_.
Capurro Somatico (7).
A sua incidência no Brasil estã calculada em torno de 8,5 % (l9).
Com este trabalho não se buscou Etioloqias de PIG (ou
retardo de crescimento intra uterino), mas pela Baixa situaçao sõcio-econômica no Brasil, acreditam os autores ser a
desnutri-_ 7 desnutri-_
ção materna a sua principal etioloqia, dado levantado por Bruke col. (l9) que observara, maior indice de baixo peso e mortalida
de em mães com dietas deficientes, ao contrãrio de Paises desen
volvidos como os EUA onde causas placentãrias são mais inciden-
tes (l3, l8) e na França Rossier (20) sita as qravideses multi-
plas como grande etioloqia.
Os autores pretendem com este trabalho iniciar o estu
do destas crianças em Santa Catarina, e obter dados nossos, re-
gionais. Este trabalho esta longe de alcançar tal objetivo, mas
ë o inicio de um caminho.
RN DE BAIXO PESO
PARA A IDADE GESTACIONAL
FATORES FATORES FETAIS
MATERNOS PLACENTÃRIOS
L Fluxo uteri- T Transporte a- L Utilizaçao
Nutrientes Resistencia Fluxo
no sangue das membranas art. umbilical
_
no placentario tivo ou oinoci- belos tecidos tose
L Pa O2 T. Alteração mem L Variações
brana Tnofloblasto nenëticas
nõpolis SC de l983. Coletaram-se os dados sobre um total de nas-
cimentos no referido ano de 5.926 RN, com 723 RN sendo atendi
dos no Berçãrio de Alto Risco, e destes l2l sendo PIG.
Colheram-se os seguintes dados sobre os RN : idade qes
tacional pelo indice de Capurro Somãtico. Diagnostico Neonatolõ-
gico, Tipo de Parto, o Sexo, o Peso do RN, os Óbitos, o Tratamen
to, dados estes recolhidos do livro de internação do BAR no ano
de l983, comparados aos prontuãrios maternos. Montou-se um mana
com estes dados e com o nome da mae. Foi-se ao Serviço de Arqui-
vo Medico e Estatisticas, onde colheu-se os numeros dos prontua-
rios e a estatistica do ano. Os dados da mae que mais ocorreram
foram : idade, estado civil, antecedentes ginecolõgicos e obstë-
tricos (gesta, paridade, abortos, data da Ultima mestruação, mo-
vimentos fetais, inicio da atividade sexual), evolução da qesta-
ção, diagnostico obstëtrico e dados referentes ao parto.
Q '
Formularam-se 2l tabelas e l3 graficos com os dados co
lhidos que mais ocorreram.
_ 9 _
um numero suficiente para um estudo meihor, por isto vãrías tabe
ias possuem totais diferentes, e que as vezes podem ser confusos
Os dados foram confrontados com a Bibiiografia pesqui-
sada.
Considerou-se na morbidade dos RN Pequenos nara Idade
Gestacionalz Sindrome do Desconforto Resniratõrio, Sindrome da
Membrana Hiaiina, Taquipnëia Transitõria Neonatai e Sindrome de
Aspiração do Liquido Amniõtico separadamente para efeitos de ta-
beias; foi montado fielmente como constava no Diaqnõstico Neona-
TABELA 1
PEQUENOS PARA A IDADE GESTACIONAL
NASCIDOS EM T983 : 5.926 ( TOO% )
RECEM-NASCIDOS ATENDIDOS NO BERÇÃRIO ALTO RISCO T983 Z 723
(12,20%)
PEQUENOS PARA A IDADE GESTACIONAL ATENDIDOS NO BERÇÃRIO ALTO
RISCO : 121 ( 2,04% ) dos 5.926 nascidos ]83 e 16,7% do
totai do Berçãrio de A1to Risco )
TOTAL DE OBITOS NO BERÇÃRIO DE ALTO RISCO em T983 I TO7
(14,79%)
SOBREVIDA I983 2 616
( 85,20% )
OBITOS ENTRE OS PEQUENOS PARA A IDADE GESTACIONAL DO ALTO RTS
co z 24 ( 19,83% )
( 3,31% do tota1 de atendimento no Berçãrio de Aito Risco )
SOBREVIDA DOS PIG DO ALTO RISCO : 97 ( 80,T6% )
_ 1] _
TABELA 2
GEMELARES
GEMELARES NASCIDOS T983 : 51 ( O,80% )
GEMELARES ATENDIDOS ALTO RISCO ( PIG ) : 20 ( 39,21% ) PRÉ-TERMOS: POS-TERMO : -I O\|o.› /\ /-\ _-I O U1 EQ =›\° ;/ \/ TERM0 z ( 85% ) 20 (100% )
Fonte : SAME¿ M.C.D. FTor1anopo1is SC, 1983.
SEXO NQ
TABELA 3
SEXOS DOS RECÊM NASCIDOS
` % SEXO MASCULINO 57 FEMININO 64 PRÉ-TERMO: Masc 47,10% Fem' TERMO: Masc 52,89% Fem' P0s-TERM0z Fem. . 28 ( 23,10% 27 ( 42,108 . 29 ( 24,007 54 , 80° / 3,10% LA) |'\> CT! /` /\ na Q 0 `z`/\/`_×\/
TOTAL 121 TO0,00% TOTAL T2]
PESO
TABELA 4
PESO DOS RECEM-NASCIDOS
N9 % 500 1001 1501 2001 2501 1000 1500 2000 2500 6 25 43 36 11 4,95% 20,66% 35,53% 29,75% 9,09% TOTAL 121 100,00%
Fonte SAME M.C.D. F1orianõpo1is-SC, 1983.
TABELA 5
,RECEM-NASCIDOS PIG QUANTO A IDADE GESTACIONAL
IDADE GESTACIONAL NO % PRE-TERMO TERMO PÕS-TERMO 55 64 2 ( 45,45%) ( 52,89%) ( 1,65%) TOTAL 121 100,00%
..`|3-
TABELA 6
^RECÉM-NASCIDOS PIG QUANTO
A
IDADE GESTACIONAL - PESO
9,09% 50,90% 34,54% 5,45% 0 % PRÉ-TERMO :
--
- 1000 gr. : 5EL-
1500 z 1 1501 Í`2000 z 10 1 2001 - 2500 z 3 1 2501 - : 0 55 (100,00% ào1 -1 N ¢›ë)L<,5<z TERMO :--
- 1000 1001 - 1500 1501 - 2000 2001 - 2500 2501 - 32,81% 15,62% 54 (100,00% P0s-TERMO z ‹: 2500 z 1 1 :› 2500 z 1 1 50,00% 2 (100,00% 0 % 4,68% 46,87% 50,00% 1 11 11 1 11 11 1 ,1 1 I 1 ,1 1 1 1 1 1 1 1 ,1 TOTAL 121TABELA 7
MORBIDADE DOS RECEM-NASCIDOS
SEM COMPLICAÇÕES
COM COMPLICAÇOES
z 35 ( 28,93% )
z 86 ( 71,07% )
COM MAIS DE UMA COMPLICAÇÃO : 33
( 27,30% )
TOTAL DE RN : 121
Fonte : SAME, M.C.D., FTorianopoTís-SC, 1983.
COM COMPLICAÇOES TABELA 8 INCIDENCIA DE COMPLICAÇOES RESPIRATORIOS 2 INFECÇÃO : DEP. NEOHAIAL : cARDIAcos TTTTTTT OUTROS : -1 N N/BT w .¡>«,À-‹ 0¬( 4>, \ \/ 1 f_\ 1 D O 52,89% 21,487 T7,357 3,30% /\ \_/\/\×\_/ TOTAL 128 ,
_ 15 _ TABELA 9 INFECÇÃO PERINATAL PRE-TERMO z 17 ( 65,38% ) TERMO z 9 ( 34,61% ) PÓS-TERMO z 0 ( 0 % ) 26 MASCULINO 2 12 ( 46,15% ) FEMININO : 14 ( 53,84% ) TOTAL 26 ( 21,48% )
TABELA 10 §0nPL1cAg0Es INFECÇÃO : 26 ( 2l,48% ) sIN0R0ME 00 0Esc0NE0R10 REsP1RA10R10 z 45 ( 37,19% ) ( s0R ) DEPRESSÃO NE0NA1AL z 21 (17,35%) ( 0NN ) leve : <íš) moderado : l4 grave : 8 sem classificação : 6 leve l moderado : 3 grave : <:Êb sem classificação :l3
SÍNDROM§ pg A8PIRAÇÃOø0Q_LI IDO AMNI ICO : 7 ( 5,78% ) HEMORRAGIA PUÍMÕÊÀÊI MEMBRANA HIALLNA z 3 ( 2,47% ) U'I /-\ -I> u .._¡ U) o\° \/ H1P01ERM1A z 3 ( 2,47% )
TAQULPNEIA 1RANs110R1A NE0NA1AL z
00ENçA H0M0RRÃe1cA z 2 ( 1,65% ) PROBLEMAS CARDIACOS : 4 ( 3,30% ) 3 ( 2,47% ) MALE0RMAç0Es ( mü1t1p1ââ ) z 1 ( 0,02% ) INSUFICIÊNCIA RENAL : l ( 0,82% ) DISTÚRBIOS HIDROELETROLITICOS : l ( 0,82% ) HEMORRAGIA INTRACRANEANA : l ( 0,82% ) AlRESIAHDyQDEH5L_ 1 l ( 0,82% ) 1s01MuN1zAçÃ0 z 0,82% ) 1000 1RAuMÃ11sM0 PNEuM010RAx z 1 c0nvuLsÃ0 à 1 . z. _: f\)/¬ /-` _..| u U3 U'l c>\° \/ 101AL 121 ( 100% ) 0BS 4
Fonte : SAME, M.C.D., Florianopolis SC, l983.
pois a avaliação foi pelo apgar.
.: Depressão Neonatal e Anõxia foram considerados juntos,
No diagnõstico de Sindrome do Desconforto Respiratõrio
_ 17 _ TABELA 11 TIPO gg PARTO PARTO NÇ % NORMAL CESAREANA 71 50 58,67% 41,32% TOTAL 121 100,00%
Fonte : SAME, M.C.D., F1orianõpo1is-SC, 1983.
TABELA` 12 TRATAMENTO \
@
RAIO X 36 TENDA 02 62 CATETER O2 28 CATETER UMBELICAL : 41 INCUBADORA 1 FOTOTERAPIA 1 BERÇO AQUECIDO 121 ( Al 1 1 V -_J 29,75% 51,23% 23,14% 33,88% 0,82% 0,82% 00.00% TOTAL DE RECEM-NASCIDOS 121TABELA 13 OBITOS MAscuL1No z 14 ( FEMININO z 10 ( 24 PRE-TERMO z 2o ( TERMO z 4 ( Pós-TERMO z 0 ( 24
ÕBITOS POR CESARIANA
58,33% 41,66% 83,33% 16,66% O % 7 ( 29,16% ) TOTAL 24 ( 19,83% )
Fonte : SAME, M.C.D., F1orianopo1ís SC, 1983.
TABELA 14
IDADE DAS GESTANTES
TOTAL DE GESTANTES z 113 ( 100% )
TOTAL DE GESTANTES ONDE CONSTA A IDADE NO PRONTUÃRIO: 91 (80 53/)
TOTAL DE GESTANTES SEM CONSTAR IDADE : 22
( 19,46% ) IDADE NÇ DE GESTANTES %
--
2o 21--
30 . 31.A
30,76% 49,45% 19,78% 28 45 18 TOTAL 91 100,00%1- 19 -
TABELA T5
ESTADO CIVIL
TDTAL DE eEs1AN1Es z 113 ( 100% )
TDTAL CDM D DADD z 89 ( 78,76% )
TDTAL SEM D DADD z 24
( 21,23% ) ESTADO CIVIL NQ % CASADAS 64 SOLTEIRAS 25 71,91% 28,03% TDTAL ~ 89 T T00,00%
Fonte : SAME, M.C.D., FTor1anõpoTis-SC, 1983.
TABELA T6 PRÉ NATAL NO % COM PRE-NATAL 45 NÃD FEZ PRE-NATAL 21 NÃO CONSTA 27 39,82% T8,58% '41Q59% TOTAL TT3 100,00%
TAB IDADE DE IN ELA 17 ICIO DA ATIVIDADE SEXUAL IDADE NO % 11 - 16 anos 17 - 19 anos 20 - 23 anos 24 - 16 31,37% 5 ¿¿9 19 37,25%:>6jL`\\`~`Ê; 13 25,49% 3 5,88% TOTAL 51 100,00%
Fonte : SAME, M.C.D., F1or1anõpo11s-SC, 1983.
TA NÚME BELA 18 ,.J R0 DE 0Es1A§¢Ê§ 101AL DE eEs1AN1Es z 113 ( 100% )
101AL DNDE c0Ns1A DAD0 z 82 ( 75,56% )
TOTAL SEM DADO : 31
( 27,4 3% ) N9 DE GESTAÇOES NQ DE GESTANTES % GESTA GESTA GESTA GESTA 1 2 3 4 * 33 40,24% 20 24,39% 14 17,07% 15 18,28% TOTAL 82 100,00% Fonte
*OBS.: Neste Grupo entre outras estão 1nc1uTdas : Gesta 8(2),
Ges
Nesta Tabe1a estã 1nc1u1do a Gestação do RN deste traba
1h0 SAME, M.C D., F1o ta 9(3) e Gesta 16 r1anopo11s SC, 1983.
(1)-L)
_ 2] _ TABELA 19 PARIDADE PARIDADE N9 % 41 18 NULÍPARA PRIMÍPARA SECUNDÍPARA 10 »TERCÍPARA 6 MULTÍPARA * 7 50,00% 21,95% 12,19% 7,31% 8,53% TOTAL 82 100,00%
Fonte : SAME, M.C.D., F1orianõpo1is-SC, 1983.
*OBS.: Mo1tTpara foi considerada com gi 4 parídades.
Nesta Tabe1a não consta o RN deste Estudo.
TABELA 20 ABORTOS ANTERIORES NO DE ABORTOS NO DE GESTANTES Z U1-bU\)ÍÚ_'@ O3 --4--'--'U'1kDU`I 79,26% 10,97% 6,09% 1,21% 1,21% 1,21% TOTAL 82 100,00%
Fonte z SAME, M.C.D., F1or1ânõpo115-scz, 1983
TABELA 21
INÍCIO DOS MOVIMENTOS FETAIS
TOTAL DE GESTANTES : 113
( 100% )
CONSTA O DADO NO PRONTUÃRIO : 47 ( 41,59% )
NÃO CONSTA O DADO : 64
( 58,40% ) MESES N9 DE GESTANTES % 02 m. 1 03 m. 8 O3 m. e 1/2 1 O4 m. 21 O4 m. e 1/2 1 O5 m. 10 O6 m. 5 2,12% 17,02% 2,12% 44,68% 2,12% 21,27% 10,63% ^ TOTAL , 47 100,00%
Nümero de Gestantes 10 9 8 7 6 U1 -là 3 2 _J P-
F"
4-ní ` 1-_1¢aí
_ 23 _ GRÃFICO 01IDADE DAS GESTANTES
É
Dl¬
Í
16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40
Idade
Gestantes de Nümero GRÃFICO 02 NÚMERO DE GESTAÇÕES \ , , | _ ] 2 3 ` 4 Fonte 2 SAME, M.C.D., F10 Nümero de Gestações r1anÕpo1is-SC, 1983.
Gestantes
de
Nümero
onte : SAME, M.C.D., F10rian
|____.
4. í _ 25 _ GRÃFICO 03 PARIDADE o -1 2 3 >, 4 Paridade 5po1ís-SC. 1983.Gestantes Nümero de 21 I 15 1o .O 5 - GRÁFICO O4
INÍCIO DOS MOVIMENTOS
FETAIS I Í I I 11 1 r V 2 3 4 5 6 Meses de Gestação
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_. __ _; k A____1 gh; Y*A incidência de Pequenos para Idade Gestaciona1 (PIG)
que foram atendidos no Berçãrio de A1to Risco (BAR) foi de
2 ,04% no tota1 de nascimentos de 1983, não consta deste traba-
1ho a incidencia tota1 na Maternidade Carme1a Dutra em 1983, e
foram 16,73% de todos os atendimentosno BAR da Maternidade Car-
me1a Dutra. (Tabe1a 1) Nõbrega (19) cita que no Brasi1 em
100.000 Recëm-Nascidos (RN) a incidência foi 8,5%, Beargie (3)
cita que 13,5% de sua amostra tem baixo peso, Ma1mo na Suecia (18) encontrou 4,9% de RN com menos de 2.500 g e deste 58,4 ,%
eram Pequenos de A1to Risco.
Nos resu1tados obtidos por este traba1ho 45,45% dos
RN estudados são prë-termos (Tabe1a 5 e 6, Grafico 6 ). Rossier
(20) diz que 30% dos permaturos tem baixo peso e que a incidên-
cia nos EUA, Ing1aterra e França ë em media 6 - 7%. 52,89% dos
RN Pequenos para Idade Gestaciona1 na Maternidade Carme1a Dutra
eram a termo e 1,65% de põs-termo, na 1iteratura pesquisada Ba-
ran (8) obteve entre 112 RN 62 prë-termo e 50 a termo, e de a -
cordo com os presentes resu1tados a incidência de prematurosPIG
foi a1ta.
A Distribuição por sexo não foi significativa, o mes- mo encontrado na 1iteratura pesquisada Beargie (3) Baran (8), a
_ 37 _
- O tota1 de crianças nascidas de partos qeme1ares em
1983 foi 0,8% (51) e destes 20 foram atendidos pe1o BAR e eram
PIG (Tabe1a 2 Grãfico 7), Beargie e Co1s. (3) encontrou 8 em
45 RN estudados (17,5%), e não variou com dados encontrados por
Rossier (20).
A distribuição por peso que se apresenta nas tabe1as4 e 6 e nos Grãficos 5 a 13, reve1aram um peso medio de 1.815 q ,
com 50,9% dos prë-termos na faixa de 1001 - 1500 g e nos a ter-
mo entre 2001 - 2500
g dando 46,8%. Trindade (18) citando Grue-
enwa1d que encontrou 9,6% de 5000RN com peso entre 1001 e 2500
g, Rossier (20)cita que 70% de RN prematuros se situavam em
2001 - 2500 q.
0 tipo de parto mais ocorrido foi o transpë1vico (nor
ma1) 58,67% Uabe1a 11 e Grãfico 10), de acordo com o nrãfico ob
serva-se proporciona1mente uma incidência maior de partos trans
pë1vicos em prë-termos, não encontramos dados na 1iteratura Des
quisada para comparação.
A morbidade foi de 71,07 % (86 RN sendo que 28,93 %
_ ~ _ 1- ,
(35) nao possuiam qua1quer a1teraçao no diannostico neonato ogi-
co Tabe1a 7. Bearqie (3) encontrou 13 RN em 45 com comp1icaçoes
perinatais,27,30% dos RN tinham mais de um prob1ema Tabe1a 7.0s
prob1emas que mais incidiam foram respiratõrio /SDR, Hemorraoia
Pu1monar, Membrana Hia1ina, Sindrome de Aspiração do Liquido Am
ø 4 ._ ,
niotico, Pneumotorax e Taquepneia Transitoria Neonata1 em
52,89% dos RN (64), a infecção oerinata1 21,48% (26) e a depres
sao neonata1 em 17,35% (21), Martinez (10) em 100 necronsias re
a1izadas em RN menores de 1500 q. encontrou em 1981 82,6% com
prob1emas pu1monares seguido de Hemorrania Intra Craneana com
12%. mas difere da 1iteratura internaciona1 onde consta Hemorra
gia Intra Craneana como mais incidente (10). No traba1ho estão
separados os dados da Sindrome do Desconforto Respiratõrio, de
Membrama Hia1ina e Taquipnëia Neonata1 por exemp1o, pois no
diagnõstico neonato1õgico pera1mente constava SDR e o nrau so-
mente,os autores acharam por bem co1ocar os dados e montar a
tabe1a (tabe1a 10 e qrãfico 9). A doença que iso1adamente mais
incidiu foi a SDR (37,19%), em 29 1ugar infecção perinata1
21,48% (tabe1a 10 e orãfico 8 e 9). A infecção perinata1 inci-
diu em prë-termos em 65,38% (17) e em 34,61% (9) nos a termo,
houve uma discreta preva1encia no sexo feminino, a maior fre-
quência de infecção nos prematuros ë um a1erta, Suassuna ( 12)
cita que a taxa de infecção no EUA ë de + 1,7%(e×c1uidas infec
~ .- ,
çoes adquiridas intra-utero), e em a1quns hospitais cheoou em
15 a 24%. Outras comp1icações ocorreram e encontram-se na Tabe
1a 10.
A morta1idade entre o PIG no BAR foi de 19,83 % (24%
sendo 14 (58,33%) do sexo mascu1ino, e destes 20 (83,33%) são
prë-termos, ocorreram 7 õbitos (29,16%) por cesariana, 6 eram
pre-termos (ver tabe1a 13 e Grafico 10). Registra-se a a1tamor
ta1idade entre os prë-termo, ratificando o que diz Martinez
( ) apesar de seu estudo ter sido feito com RN <í 1500 q.
"Trata-se, evidentemente, de uma popu1ação de a1tissimo riscofl
em seu estudo os PIG (‹< 1500 q) nao representaram 2% dos nas-
,-
cimentos no periodo estudado (1967 - 1981), porem foram respon
sãveis por 50% dos õbitos do berçãrio, Na Universidade do Co1o
rado a morta1idade em RN com peso entre 1500 - 2500 foi de 8%
nos pre-termo AIG (Adequado para Idade Gestaciona1) e 2% no
PIG a termo Go1denberq (21) encontrou em sua ana1ise de 1978 -
.-
1979 ate 1982 1983 uma morta1idade de 42/1000 um grupo de
501 - 1000qr.
A sobrevida tota1 no BAR foi de 85,20% e a sobrevida
dos PIG no BAR foi de 80,16%,
considera-se
a1tissimo se ana1isarmos os recursos materiais que o BAR do estudo possui (tabe-
1a 1 e Grafico 10).
O raio X foi uti1izado 36 vezes (29,75%), cateter um
bi1ica1 41 vezes (33,88%), Oxiqênio (tenda ou cateter) em 90
RN (74,37%), e o berço aquecido em todos (100%) (tabe1a 12). 0
tratamento tem mudado nos u1timos 15 anos (11) e com as me1ho-
rias no atendimento aos RN de a1to risco (aquecimento regu1ã -
_ 39 _
rapia (13 ) etc.) a morta1idade vem caindo. _
Quanto aos dados maternos nem todas as 113 mães pos-
suem todos, houve muita dificu1dade na sua aquisição, e por is
to tabe1as e nrãficos tem totais diferentes.
A distribuição ne1a idade foi rea1izada com 91 ges -
tantes, e mostrou abaixo de 20 anos 30,76%, de 21 - 30 anos
49,45% e maiores de 31 anos 19,78%. Com maior incidência nas
idades de 18, 22 e 26 anos (Ver tabe1a 14 e Grãfico 1 e 13). 0
que se observa E que a incidência decresce com a idade, Trinda
de (18) em sua pesquisa diz que a idade tem imnortãncia em
nive1 sõcio-economico baixo, Rossier (20) afirma que a nrematu
ridade ë mais incidente antes dos 20 anos e anõs os 35 anos ,
Martinez (24) obteve resu1tados seme1hantes aos nossos e Bear- gie ( 3) encontrou idade mëdia de 26 anos tambëm corresponden-
do aos nossos dados. '
Quanto ao estado civi1 de 89 prontuãrios 71,91% eram
casadas e 28,08% so1teiras (tabe1a 15 e grãfico 12) Bearqie
(3 ) encontrou 28,57% de so1teiras.
Rea1izaram prë-nata1, entre 113 gestantes, 45 ( 39,
82%), não rea1izaram 21 (18,55%) e o dado não consta em 41,59%
(tabe1a 16) Martinez (24) encontrou um aumento na rea1ização
de nrë-nata1 de 1978 a 1981, mas também em Ribeirão Preto per-
manece a1to 0 numero das que não frequentam o ambu1atõrio de
Prë-Nata1.
O inicio de atividade sexua1 constou em 51 nrontuã -
rios (ver tabe1a 17), e nos mostrou 31,37% tendo re1acões an- tes dos 16 anos.
O numero de gestações, a paridade e o aborto foi co-
1hido de 82 prontuãrios não constando em 27,43%. Existem 40,24%
de primeira gestação e 18,24% com mais do que quatro gestação
(ver tabe1a 18 e grafico 2). 0 indice de nu1ioaridade foi
tabeia 19 e grãfico 3). O aborto incidiu em 20,29% das Qestan tes, sendo que, 79,26% não tinham histõrico de aborto (tabeia
20). Estes resuitados correspondem aos de Rossier (20 ), Trin
dade (18 ) e Beargie ( 3 ).
Foi coihido em 47 prontuãrios o mês de inicio dos
movimentos fetais que a mãe relata, sendo que 44,68% foi em
torno do 49 mês, dado este sem bibiiografia para confrontar
CONCLUSÕES
1 - A necessidade de maior aquisição de dados possir
f ,_ .-
veis, me1horando o conteudo dos prontuarios medicos na Materni
dade Carme1a Dutra de F1orianõpo1is.
2 - Apesar das dificu1dades materiais a sobrevida
dos Pequenos para Idade Gestaciona1 do Berçãrio de A1to Risco
foi a1to (80,16%). E que 80,33% dos obitos foram entre os Pre-
Termos.
3 - O sexo dos Recem-Nascidos nao apresentou uma di-
ferença significativa.
4 - 0 parto mais rea1izado foi o n0rma1 (58,67%), e
proporciona1mente em numero a1to entre os Prë-Termo 38 (52,52%)
5 - A faixa de peso em que mais incidiu Recëm-Nasci-
,_
do foi entre 1501 e 2000 gr., com um peso medio de 1810 9.
6 - A quantidade de geme1ares Pequenos para Idade Ges ,
taciona1 atendidos no Berçario de A1to Risco foi a1ta 39,21%no
tota1 de 1983.
52,89% a incidência de Prë-Termos foi a1ta 45,45%
8 - Entre os Prë-Termos a faixa de peso que mais ocor
reu foi 1001 a 1500 gr. 50,90%z
4 ,
9 - A morbidade nos Recem-Nascidos Pre-Termo foi a1ta
71,07%.
10 - Os nrob1emas resniratorios foram os que mais ocor
reram 52,89% e incidiram mais nos Prë-Termo.
11 - A infeccão oerinata1 ocorreu em 21,48% dos casog
.z
e incidiu mais nos Pre-Termos (65,38%).
12 - A doenca que iso1adamente mais incidiu foi a Sin-
.: .
drome do Desconforto Respiratõrio 37,19%, e em 29 1ugar infec -
cao perinata1 (21,48%).
13 - Foi re1atado apenas 1,65% de tocotraumatismo nos
Recëm-Nascidos Pequenos nara Idade Gestaciona1 estudados.
14 - A incidencia de Pequenos nara Idade Gestaciona1no
grupo de mães estudado foi decrescendo com a idade. Tendo um pi
co ao redor de 22 anos (Grafico 1).
15 - A incidência de Pequenos para Idade Gestaciona1
foi maior em pršmeiras gestações, ou seja em nu1inaras.
16 - A incidência de aborto anterior foi de 20,69%
17 - 71,91 % das maes eram casadas.
18 - Aoenas 39,82% tinham orë-nata1 rea1izado confirma
do nos nrontuãrios.
19 - Que o mës que a mãe oercebe o inicio dos movimen-
.-
tos fetais poderia ser um dado va1ido para se nesquisar e re1a-
_ 43 _
- 4
20 - Que e necessario que se crie uma equipe muitidis
óipiinarpara atender e acomnanhar os Recëm-Nascidos Pequenos na
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l t i 05 ' fina y lisa. 00 no palpable tado. 1 - Textura de la píel.
00 muy fina, gelatinosa.
10 algo más gruesa, discreta descamación superlicial.
l5 gmesa. grietas superficiales, descumación cn manos y pies. 20 gruesa. apergaminada. con grielas px‹›l`umlas.
2 - Forma de Ia oreja.
00 chata, defurmada. pabellón no incurvado. 08 pabellón parcialmente incurvarln en el borde.
ló pabellón parcialmente incurvadn en toda la parte superior.
24 pabellnn totalmente incurvadn.
3 - Tuma/'lo dv Ia glândula mamaria. OS palpable, menor de 5 mm.
IO entre 5 y IO mm.
15 mayor de l0_mm.
4 - l'1ieguesp1anrares. '
00 sin pliegues.
05 marcas mal definidas sobre la parte anterior de la planta.
l0 mar~.:n.= bien definidas en la mitad anterior y surcus en el tercio anti.-riur.
15 surcos cn la mitad anterior de Ia planta.
ZU surcns cn mais ‹le la mitad antciim tlv la planta.
5 - I-`‹›r›na‹'iÓn del pezóu.
00 apenas vvisible, no hay areula.
05 pezón bicu definido. arcola lisa y chata. diâimetm menor tic 0.7* em.
l0 pezón bien definido, areola piiitteatla, diametro menor de 0.75 un.. bnru- mz I.-t ,tt
15 pezón bicndefinido,areolapuntczuln.tliainictromayorde 0.75 cm.. ht›|d‹.~
`
~ fn-|¬zl~›
CALCULO: sumar 204 más el puntajc ohlenido de los items. El resultatlo c.\|u ..| E-i -~.|:|‹I
gestacional en días.
'I/llll..-l .f J. /l'l‹*I‹.›‹lo de Cupurm para cvuluur lu ‹'‹Iu‹1g‹'i'la‹.'i‹›uaI dc! rvciôn naum.: rm!::‹mtl‹ .il 1 --'I
(ms del vxamcn ]:'.u'co.
Õnpueso
5
omznz
co à « I l l Ê. ANEXO (12
5E°“f¿T^"'^ °^ 5^Ú°5 IDENTIFICAÇÃO
DE
PACIENTEINTERNADO
FUNDAÇÃO HOSPITALAR DE SANTA CATARINA _
uNID/IDE: Í O O O
É
O I N” t _ Nome: WEG-=tsexoz conz IDADE: NAscIMENToz RELIGIÃO:
ESTADO CIVIL; INSTRUÇAOI DOC. IDENTIDADE: PROFISSÃO:
PRocEDENcIAz CIDADE DNDE NAscEuz
I
NATuRAI.IDADEz
LOCAL DE TRABALHO; [ENDEREÇO PROFISSIONAL:
ENDEREÇO RESIDENCIAL:
BAIRRO
-
VILA-
DISTRITO: _ 'CIDADE-
ESTADO:No~I'E Do PAI;
I
NoME DA DMAE; '
_
nEšPoNsAvEL PELA INTERNAÇÃD 'emu DE PAnENTEscoz
I .
ENDEREÇDC;
EM CASO DE URGÊNCIA AVISAR A:
U FoNEz ENDEREÇOÍ CATEGORIA: I I IPESC E . I )INAMPs I IPAnTIcuI.An ' ( 'I
( ) IPASE ( ) SERV. SOCIAL
MATnIcuLAz | GIII: |_( )sEcsunADo I IDEPENDENTE 1. sERvIÇoz ' JuNIDADEz ` QUARTO/I.EIToz IvIEDIco AssIsTEN_TEz ~ MEDICO RESIDENTE; . ( IAMBULATÓRID I IINTERNAÇÃD ' I ›EMERGENcIA D^T^:' I I IHORA: . |HbäP'UNäAVI:LI ~ _ DIAS
DATA DA sAIDAz coNDIçÃo DA sAIDAz TEMPO DE PERMANENCIA
_ DI_AeNosTIcosz |NIcIAL - DEFINITIVO - cII=II'II-Talco - cAusA IvIoI=ITIs coDIeo/sAME
A . I 1 . ... .. ... 4 5 ... ..`I...E'.`... .... ... .. I... ... .. ... nz...-...z.-...‹--n ...-..‹... ..._,...,, ... .. ... .. ...~‹‹..-....-...-...-... ... .. ... .. ... .. SAION lona 22436 --›-_-E * L \ v E 1 u C I I 1 \ T ...Í Élflíí š
suuuuo cumco í - - ~- -1 , , J _ ` \ ¡ I›w-wu-›---.¢z"-.›«-«nn--uu-nuno" ou V
SINTOMAS
-
DIAGNÓSTICOS-
TRATAMENTO CLÍNICO EVÇIRÚRGICO - MEDICAMENTOSÍÍ- EXAMES COMPLEMENTARESCONDIÇÕES DE ALTA - CONDUTA A SEGUIR - RESUMO CLÍNICO.
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...zn-zu--Q--‹›~...u"-‹ --- .›-z. ... -un... ... "uu" zzzz no --- --nunuuz.-unz»-zu-uu --- uu. ... nz ... .-zznä-nz zzzz -.nun-un..zu.¢.n« --- --no-u zunuouuu-ou-anuuuunnuz.-.»««.›-nuno»-nn." ... -.z....z. --- nz..-no-u uno zzzzzz zu.. --- ...--nz zzzz -zé ... -«onnau":-"zu"-uu.. --- "uu-non--1 ... --nn ... «zu I
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SECRETARIA DA SAUDE E PROMOCAO :;L›L:|AL
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