• Nenhum resultado encontrado

Download/Open

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Download/Open"

Copied!
14
0
0

Texto

(1)ISILDINHA MARTINS. A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DESPORTIVAS NO BRASIL: profissionais e instrumentos.. Universidade Metodista de São Paulo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social São Bernardo do Campo, 2006.

(2) ISILDINHA MARTINS. A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DESPORTIVAS NO BRASIL: profissionais e instrumentos.. Tese apresentada em cumprimento parcial às exigências do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo, para obtenção do grau de Doutora.. Orientador: Prof. Dr. Wilson da Costa Bueno. Universidade Metodista de São Paulo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social São Bernardo do Campo, 2006 II.

(3) FOLHA DE APROVAÇÃO. A tese de doutorado sob o título “A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DESPORTIVAS BRASILEIRAS: profissionais e instrumentos”, elaborada por Isildinha Martins, foi defendida e aprovada em 03 de maio de 2006, perante a banca examinadora composta por. Prof. Dr. Jacques Marie Vigneron, Prof. Dr. Luciano Victor Barros Maluly, Prof. Dra. Rosana Borges Zaccaria, e Prof. Dr. Taílson Pires Costa.. Assinatura do orientador:. ______________________________________________. Nome do orientador:. Prof. Dr. Wilson da Costa Bueno. Visto do Coordenador do Programa de Pós-Graduação: ________________________ Prof. Dr. Sebastião Carlos de Moraes Squirra. Área de concentração:. Processos Comunicacionais. Linha de pesquisa:. Comunicação Corporativa. Projeto temático:. Comunicação Empresarial III.

(4) DEDICATÓRIA. A Deus, que faz tudo ser possível! À minha mãe, Maria, cuja alegria de viver tem sido a tônica de nossas vidas! Ao meu pai, Manuel (in memorian), corajoso, forte e capaz. Meu herói, de quem sinto toda a saudade do mundo!. Ao meu orientador, Wilson da Costa Bueno, pela paciência em todos os momentos, estímulo, dedicação, talento e pela capacidade ímpar de compartilhar seus conhecimentos! Aos meus alunos-parceiros Camila Franci, Carolina Maria Andrade de Carvalho, Thaís Barbosa e Alcântara e Victor Kaê Villa, eternas lições de amor, que permitiram meu caminhar com tranqüilidade e pelo muito que me ensinam! Aos meus amigos Conceição Sanches, Eduardo Tomas Panik, Raimundo Donizete de Camargo e Taílson Pires Costa, por confiarem nas minhas possibilidades, e Dulce Rocha, Francisco Santos, Gastão Hausknecht, Genilma Boehler, Gisele Banin Marques, Kátia Filippi Pecoraro, Kina de Oliveira, Mariângela Daibert e Mário Figueiredo, longe dos olhos, mas dentro do coração.. Ao corredor da São Silvestre de 2005, Souza Elias, que treinava em uma bicicleta quebrada e correu descalço por falta de tênis, sonhando vencer a corrida para sair do barraco onde vivia com mulher e filhos. As chuvas de janeiro em São Paulo derrubaram seu barraco! “O que você fará da vida, Elias?”, pergunta o repórter da TV Globo. “Vou continuar treinando e um dia eu consigo!”, responde Elias com seu desdentado e confiante sorriso. Para milhões de Elias, o sonho da transformação pelo esporte é sempre possível! IV.

(5) EPÍGRAFE. “Querer sempre, ainda que pareça impossível!” Schopenhauer. V.

(6) AGRADECIMENTOS. Às professoras Dra. Cicília Maria Krohling Perruzzo e Maria das Graças Conde Caldas, pelas importantes e saudáveis contribuições. Aos meus amigos Carlos Straccia e Rogério Totó, por contribuições inspiradoras e instigantes. À Conceição, Teresinha, Hiroshi, Bia, Isabel, Julia irmãos na vida e no coração, e Alexandre, Wagner, Juliane, Jenifer, Jéssica, Larissa e Maria Eduarda, que fazem a vida ter sentido e por compreenderem a minha ausência em tantos momentos! Aos meus amigos do esporte no Brasil e Exterior, especialmente a Aldo Piedade, Aloísio Beloto, Beth e Roberto Alves, Carlos Alberto Ferreira (Ferreirinha) e Ede Mari, com os quais tive, e tenho, orgulho de conviver! Aos meus alunos-torcedores: Adriano de Paula Bonazio, Adriana Nobeschi, Andréia Miyuki Kakazu, Aline Toledo, Bruno Di Dário, Carolina Manaia, Carolina Mendes Machado, Cristina Aparecida dos Santos, Dani Genaro F-1, Daniela Chagas, Daniela Oliveira (Dani Ô), Dinda Ingrid Espindola, Fábio Polisel, Fabrício Leite, Fernanda Gonzalez, Fernanda Santiago, Gabriela Soubhia, Gisele Santos, Heloisa Munin, Isabela de Sousa Ferreira, Juliana Ferrato, Laila Bertolino, Lídia Sol Epov, Lindeberg, Luana Pires, Marcel Sanches, Mariana Bicalho (Marilinda), Marina Gimenes, Natalia Pedrozo, Nathália Ramos, Priscila Strazzer, Renata Tebechrani, Robertinha Dias, Rosi Alves, Samira Antenor, Sandra Lourenço e Tatiana Mesquita que, juntos, formam um time imbatível! Ao Jota Quest de Rogério Flausino, que empresta a sua voz para a música de Arnaldo Antunes, Tanto Faz, ao som da qual enfrentei mais fácil muitas madrugadas. Tanto faz o que você fala Se tanto faz o que você faz Tanto faz o que você fala Se tanto faz o que você faz Mas se fizer o que quer Tanto faz Não precisa dizer, dizer [...]. VI.

(7) LISTA DE QUADROS. Tipo. Página. Quadro 1 – Organizações Desportivas no Brasil oficialmente reconhecidas. 24 a 27. Quadro 2 – Localização das organizações desportivas por estado. 28. Quadro 3 – Confederações respondentes. 30. Quadro 4 – As sociedades desportivas no Brasil – de 1815 a 1855. 38. Quadro 5 – As sociedades desportivas com influência estrangeira direta. 40 a 45. Quadro 6 – Organizações x influência de origem. 46. Quadro 7 – Sociedades esportivas por estado federativo x influência estrangeira. 48. Quadro 8 – Organizações desportivas com influência indireta. 50 a 58. Quadro 9 – Relação estado x organizações desportivas. 58. Quadro 10 – Relação região geográfica x número de organizações desportivas. 59. Quadro 11 – Categorização de públicos. 109. Quadro 12 –Categorização de públicos das organizações desportivas brasileiras. 110. Quadro 13 – Quadra da Comunicação Desportiva Integrada. 115. Quadro 14 – Instrumentos de comunicação utilizáveis. 116 a 125. Quadro 15 – Existência de departamentos. 128. Quadro 16 – Razões para não ter o departamento de comunicação. 129. Quadro 17 – Profissional que comanda a comunicação. 129. Quadro 18 – Profissional que comanda quando o departamento é próprio. 131. Quadro 19 - Profissional que comanda quando o departamento é contratado. 132. Quadro 20 – Serviços de comunicação nas organizações desportivas. 133. Quadro 21 - Serviços de comunicação em depto. próprio e em contratado. 134. Quadro 22 – Instrumentos de comunicação. 135. Quadro 23 – Valor do investimento mensal. 143. Quadro 24 – Valor do investimento em departamento próprio. 144. Quadro 25 – Valor do investimento com departamento contratado. 145. Quadro 26 - Investimento em organizações sem departamento. 146. Quadro 27 – Organizações do estado de São Paulo que mantêm sites. 149. Quadro 28 – Tabela codificada de caixas de conteúdo dos sites. 150. Quadro 29 – Caixas de conteúdo dos sites. 151. Quadro 30 – Tendências do processo de modernização. 169. Quadro 31 – Metolodogia do planejamento. 175 a 177. VII.

(8) LISTA DE GRÁFICOS E FIGURAS Gráfico 1- Confederações no Brasil. 28. Gráfico 2 – Confederações respondentes. 30. Gráfico 3 - Organizações x influência estrangeira. 46. Gráfico 4 – Localização estadual. 47. Gráfico 5 - Existência de departamentos de comunicação. 128. Gráfico 6 - Razões para não ter o departamento de comunicação. 129. Gráfico 7 - Profissional que comanda a comunicação. 130. Gráfico 8 – Liderança na formação profissional. 131. Gráfico 9 - Liderança na formação profissional em departamento próprio. 132. Gráfico 10 - Liderança na formação profissional em departamento contratado. 133. Gráfico 11 - Serviços de comunicação nas organizações desportivas. 134. Gráfico 12 - Instrumentos de comunicação. 137. Gráfico 13 - Instrumentos de comunicação em departamento próprio. 139. Gráfico 14 - Instrumentos de comunicação em departamento contratado. 141. Gráfico 15 - Instrumentos de comunicação em organizações sem departamento. 142. Gráfico 16 - Instrumentos em comunicação. 143. Gráfico 17 – Investimento em comunicação em departamento próprio. 144. Gráfico 18 – Investimento em comunicação com departamento contratado. 145. Gráfico 19 – Investimento em organizações sem departamento. 146. Gráfico 20 – Comparativo entre organizações. 147. Gráfico 21 – Existência de sites nas organizações desportivas. 149. Gráfico 22 – Caixas de relacionamento. 154. Gráfico 23 – Conhecimento sobre as organizações. 155. Gráfico 24 – Legislação, normas e regulamentos. 157. Gráfico 24 – Divulgação e instrumentos. 160. Gráfico 25 – Projetos e participações. 164. Figura 1 – Modelo de organograma de confederação desportiva. 71. Figura 2 – Modelo de organograma de confederação desportiva. 73. Figura 3 – Estrutura de poderes. 75. Figura 4 – Modelo Shannon exposto por Litterer. 86. Figura 5 – Modelo de Shannon exposto por Chiavenatto. 87. VIII.

(9) LISTA DE SIGLAS. CDMA. Code Multiple Acces. CEV. Centro Esportivo Virtual. CND. Conselho Nacional de Desportos. CNE. Conselho Nacional do Esporte. COB. Comitê Olímpico Brasileiro. CRD. Conselho Regional de Desportos. CRM. Customer Relationship Management. EFQM. European Foundation for Quality Management. FAQs. Frequently Asked Questions. GNSS. Global Navigation Satellite System. GPS. Global Position Satellite. GSM. Global System for Mobile. INDESP. Instituto Nacional do Desenvolvimento do Desporto. ISSO. International Organization for Standardization. IVE. Instituto Virtual do Esporte. LER. Lesões por Esforço Repetitivo. SIBRADID. Sistema Brasileiro de Documentação e Informação Desportiva. VOIP. Voice Over Internet Protocol. IX.

(10) SUMÁRIO. INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 15 . A construção da tese ......................................................................................... 16. . Procedimentos metodológicos .......................................................................... 20. . Objetivos ........................................................................................................... 22. . Hipóteses .......................................................................................................... 23. . Problematização ............................................................................................... 23. . Resultados preliminares .................................................................................... 24. CAPÍTULO I ESPORTE, LEGISLAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES ........ 31 1.1. – Os conceitos de esporte ...................................................................................... 31 1.2. – Esporte no mundo ............................................................................................... 34 1.3. – O desporto brasileiro e as organizações desportivas .......................................... 36 1.3.1. - De 1500 a 1854: as primeiras manifestações desportivas ................................ 36 1.3.2. - De 1854 a 1938: a influência estrangeira e a forte presença do estado ............ 39 1.3.3. - De 1939 a 1975: a nova ordem organizacional ................................................ 62 1.3.4. - De 1976 a 1990: o esporte na ordem do dia e o reconhecer das confederações ............................................................................................................... 66 1.3.5. - De 1990 a 2005: leis contemporâneas e a participação de esportistas e da sociedade ...................................................................................................................... 68 1.3.6. - A mobilidade nas estruturas ............................................................................ 70. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÕES E COMUNICAÇÃO ................................................................. 77 2.1. As organizações ..................................................................................................... 77 2.2. As organizações desportivas .................................................................................. 82 2.3. Comunicação ......................................................................................................... 85 2.4. Comunicação empresarial ..................................................................................... 92. X.

(11) CAPÍTULO III A COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES DESPORTIVAS .......................... 103 3.1. Esporte e comunicação .......................................................................................... 103 3.2. Públicos nas organizações desportivas .................................................................. 105 3.3. Comunicação desportiva ....................................................................................... 112. CAPÍTULO IV ANÁLISE DOS RESULTADOS ............................................................................... 128 Conclusões preliminares ............................................................................................... 147. CAPÍTULO V ANÁLISE DOS SITES ............................................................................................... 149 5.1. Análise dos sites das confederações desportivas ................................................... 149 5.2. Parte I – Painel de relacionamento ...................................................................... 152 5.3. Parte II – Painel de conhecimento sobre a organização ....................................... 155 5.4. Parte III – Painel de conhecimento sobre legislação, regulamentos e normas ...... 156 5.5. Parte IV – Painel de divulgação ........................................................................... 157 5.6. Parte V – Painel de projetos e participações ....................................................... 161 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................... 165 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 178. XI.

(12) RESUMO. Este trabalho busca aprofundar o estudo sobre a comunicação nas organizações desportivas no Brasil, ampliando nossa contribuição para a socialização de informações referentes às organizações, instrumentos e profissionais. O objeto de estudo são as 49 organizações desportivas situadas no estado de São Paulo e reconhecidas pelo Ministério do Esporte. A metodologia adotada foi de estudo descritivo, a partir da observação participante, pesquisa documental e bibliográfica. Integram o estudo a pesquisa quantitativa e a análise de conteúdo dos sites das organizações e um resgate histórico desportivo e legislativo, no período que compreende o final do século XVII até o início do século XXI. O estudo aborda a formação do profissional que comanda a comunicação e os instrumentos de comunicação utilizados.. Tem como objetivos específicos contribuir para superar uma lacuna na. historiografia brasileira das organizações desportivas; conhecer quantas e quais são as organizações desportivas no Brasil e quais são as modalidades reconhecidas oficialmente pelo Ministério do Esporte; averiguar quantas organizações desportivas mantêm profissionais de comunicação ou departamentos de comunicação próprios ou terceirizados; investigar qual é a formação profissional da pessoa responsável pela comunicação nas organizações desportivas e averiguar quais são os instrumentos de comunicação utilizados pelas organizações. Concluise que há um campo inexplorado de mercado de trabalho para os profissionais de comunicação, recém-formados ou não, nas organizações desportivas, e são oferecidos um modelo de planejamento e um quadro de instrumentos de comunicação comumente utilizáveis.. Palavras-chave:. Comunicação e esportes; instrumentos de comunicação, organização desportiva, comunicação empresarial.. XII.

(13) RESUMEN. Este trabajo recoge profundizar el estudio sobre la comunicación en las organizaciones deportivas en Brasil, ampliando nuestra contribución para a socialización de informaciones referentes a las organizaciones, instrumentos y profesionales. El objeto de estudio son las 49 organizaciones deportivas situadas en el estado de São Paulo y reconocidas por el Ministerio del Deporte. La metodología adoptada fue de estudio descriptivo, a partir de la observación participante, documental y bibliográfica. Integran el estudio la investigación cuantitativa y el análisis de contenido de las webs de las organizaciones y un rescate histórico deportivo y legislativo, en el periodo que comprende el final del siglo XVII hasta el inicio del siglo XXI. El estudio aborda la formación del profesional que comanda la comunicación y los instrumentos de comunicación utilizados. Tiene como objetivos específicos contribuir para superar una laguna en la historiografía brasileña de las organizaciones deportivas; conocer cuántas y cuáles son las organizaciones deportivas en Brasil y cuáles son las modalidades reconocidas oficialmente por el Ministerio del Deporte; averiguar cuántas organizaciones deportivas mantienen profesionales de comunicación o departamentos de comunicación propios o contratado; investigar cual es la formación profesional de la persona responsable por la comunicación en las organizaciones deportivas y averiguar cuáles son los instrumentos de comunicación utilizados por las organizaciones. Se concluye que hay un campo inexplorado de mercado de trabajo para los profesionales de comunicación, recién-formados o no, en las organizaciones deportivas, y son ofrecidos un modelo de planificación y un cuadro de instrumentos de comunicación habitualmente utilizables.. Palabras-llave: Comunicación y deportes; instrumentos de comunicación, organización deportiva, comunicación empresarial.. XIII.

(14) ABSTRACT. This work searchs to deepen the study on the communication in the porting organizations in Brazil, extending our contribution for the socialization of referring information to the organizations, instruments and professionals. The study object is the 49 situated porting organizations in the state of São Paulo and recognized for the Ministry of the Sport. The adopted methodology was of descriptive study, from the comment participant, documentary and bibliographical. The quantitative research and the analysis of content of the sites of the organizations integrate the study and a porting and legislative historical rescue, in the period that understands the end of century XVII until the beginning of century XXI. The study it approaches the formation of the professional who commands the communication and the used instruments of communication. It has as objective specific to contribute to surpass a gap in the Brazilian history of the porting organizations; to know how many and which are the porting organizations in Brazil and which they are the recognized modalities officially for the Ministry of the Sport; to inquire how many porting organizations keep professionals of communication or proper or contracted departments of communication; to investigate which is the professional formation of the responsible person for the communication in the porting organizations and to inquire which they are the instruments of communication used by the organizations. It is concluded that it has an unexplored field of market of work for the communication professionals, just-formed or not, in the porting organizations, and are offered to a model of planning and a picture of frequently usable instruments of communication.. Key-works: Communication and sports; instruments of communication, sports organization, enterprise communication.. XIV.

(15)

Referências

Documentos relacionados