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A ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

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Academic year: 2021

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A ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

MÁRIO PARRA DA SILVA

GLOBAL COMPACT NETWORK PORTUGAL APEE – ÉTICA E SUSTENTABILIDADE

PPO EXPERT ISO 26000 GUIA PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL

(2)

AGENDA

1. A Ética nas Organizações

1.1. O que significa a ética nas organizações

1.2. Os valores e o sistema de valores 1.3. O que constituem questões éticas

2. Instrumentos internacionais de referência

3. Ética no modelo de governação 1. Referenciais éticos

2. Dilemas éticos na atividade económica

4. Desafios na Ética das Organizações 4.1. De contexto

4.2. Pressão da sociedade para novas responsabilidades

4.3. Reputação e confiança 4.4. Na organização

5. Expectativas das PI, organização, grupo 5.1. Referencia cultural comum

5.2. Políticas departamentais

6. Dilemas que se colocam à Gestão das Organizações

6.1. Devem educar-se comportamentos ou atitudes?

(3)

A ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

- O que significa a ética nas organizações - Os valores e o sistema de valores - O que constituem questões éticas

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Ramo da Filosofia

Ciência que analisa a forma como as Sociedades distinguem o bem do mal e definem a moral individual

Conceito Social:

Conjunto de valores e princípios adotados por uma Sociedade (nação, grupo, organização) para distinguir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal, porque acredita que fundamenta a melhor forma de viver e maior probabilidade da sua sobrevivência.

A Ética concretiza-se em condutas.

O QUE É A ÉTICA?

A ética é uma ciência prática de caráter normativo, que se dirige à Vontade.

(6)

• E onde aprendemos

os conceitos éticos?

• Quais são as fontes?

• São “os princípios

aprendidos em casa”, que

formam o carácter (ethos) e

os costumes (mores);

• a educação escolar;

• a formação religiosa;

• a experiência de vida;

• os grupos;

• a comunidade;

• A liderança.

O QUE É A ÉTICA?

(7)
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NÍVEIS DE KOLHBERG

Estágios de Desenvolvimento Moral de Kohlberg Nível I: PRÉ-CONVENCIONAL

Estágio 1

Moral heterónoma

Evitar quebrar normas com base na punição e na obediência e evitar danos físicos às pessoas e à propriedade.

Estágio 2

Propósito instrumental e troca

Seguir normas apenas quando for de interesse imediato de alguém; agir para

satisfazer os seus próprios interesses e necessidades e deixar que os outros façam o mesmo.

Nível II: CONVENCIONAL

Estágio 3

Expectativas interpessoais mútuas

Pôr em prática o que é esperado pelas pessoas próximas ou o que geralmente as pessoas esperam das outras, nos seus papéis de filho, irmão, amigo, etc. “Ser bom” significa manter relações mútuas, tais como confiança, lealdade e respeito.

Estágio 4 Ordem social

Cumprir os deveres reais com os quais pactuou. As leis devem ser mantidas, exceto em casos extremos em que entram em conflito com outros deveres sociais

estabelecidos.

Nível III: PÓS-CONVENCIONAL

Estágio 5

Acordo social e consenso

Manter as normas relativas aos grupos, quando provenientes de um contrato social. Valores não-relativos e corretos, como a vida e a liberdade, deveriam ser mantidos em qualquer sociedade, indiferentemente da opinião da maioria.

(9)
(10)

Habermas

Do agir estratégico ao agir comunicativo

Na orientação para o sucesso, o individuo persegue os seus interesses individuais, organizando uma estratégia baseada nas consequências de suas ações. Para alcançar seus objetivos, vale influenciar outros indivíduos, por meio de armas, bens, ameaças e seduções. E em qualquer eventual

cooperação, cada indivíduo só está interessado no que pode ganhar individualmente com isso. Chamaremos esse tipo de ação de “ação estratégica”.

Habermas defende, como proposta para a sociedade, que transitemos progressivamente da ação estratégica para a ação comunicativa. Nesse tipo de ação, a orientação deixa de ser exclusivamente para o sucesso individual, e passa a se denominar como orientação para o entendimento mútuo. Nesse novo âmbito, os atores procuram harmonizar seus interesses e planos de ação, através de um processo de discussão, buscando um consenso.

Nota-se que, embora os dois tipos de orientação possuam a marca da racionalidade humana, a grande diferença é que, na ação estratégica a definição da finalidade não abre espaço para ouvir os argumentos dos outros, enquanto no agir comunicativo há um espaço de diálogo, em que se pensa em conjunto sobre quais devem ser os melhores objetivos a serem buscados por um grupo social.

(11)

James F. Moore

(12)
(13)

B

(14)
(15)

A ética na organização trata do

sistema de valores

que orienta a

conduta

organizacional e

das pessoas

que a integram, bem como as

relações

que se

estabelecem com as suas partes interessadas.

ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

Norma Portuguesa 4460 – 1:2007 Ética nas organizações: Parte 1: Linhas de orientação para o processo de elaboração e implementação de códigos de ética nas organizações

(16)

V

ALOR

Critério de referência

que

influencia os princípios, a

cultura, as decisões e as

ações da organização.

S

ISTEMA

DE

V

ALORES

Conjunto de valores que

norteiam

a

atuação

da organização e a

conduta das pessoas que a

integram, em consonância com a

sua visão e a sua missão.

OS VALORES E O SISTEMA DE VALORES

Norma Portuguesa 4460 – 1:2007 Ética nas organizações: Parte 1: Linhas de orientação para o processo de elaboração e implementação de códigos de ética nas organizações

(17)

ÉTICA - ISO 26000

CONDUTA ÉTICA

• Comportamento que está de

acordo com os princípios aceites

de correta ou boa conduta no

contexto de uma situação

específica e que é consistente

com as normas internacionais de

conduta .

NP ISO 26000:2011 Linhas de orientação para a

(18)

 A ética de uma organização interage com a ética da Sociedade

envolvente.

 O sujeito da ética é a pessoa, não a organização.

 A organização é uma sociedade, formada por pessoas com fins

comuns.

 As sociedades esperam dos seus membros o respeito por

valores éticos básicos

 As organizações geram uma “ética organizacional”, que faz parte da

sua cultura, resultante do modo como a organização foi gerida e da sua própria aprendizagem.

(19)

 A ética afirma-se na prática: a concordância com valores não garante

que ocorram os comportamentos adequados.

 Só por si um código de ética ou de conduta (ou documento com

valor similar) não gera os correspondentes comportamentos. As pessoas precisam de compreender a aplicação dos valores na prática.

 O Código só produz efeitos se for testado em situações práticas – os

dilemas éticos.

 Na discussão dos dilemas cada pessoa pode compreender se as suas

opções são consistentes com o que a organização dela espera enquanto profissional

(20)

“Enquanto membros de uma organização, as pessoas confrontam-se com situações não regulamentadas, requerendo uma

escolha

entre várias alternativas

que precisam de ser

avaliadas como certas ou erradas

de

acordo com o sistema de valores da

organização. São estas situações que

constituem questões éticas.”

QUESTÕES ÉTICAS

Norma Portuguesa 4460 – 1:2007 Ética nas organizações: Parte 1: Linhas de orientação para o processo de elaboração e implementação de códigos de ética nas organizações

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Norma Portuguesa 4460 – 1:2007 Ética nas organizações: Parte 1: Linhas de orientação para o processo de elaboração e implementação de códigos de ética nas organizações

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

Banco Mundial

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Instrumentos

de referência

IMF

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

IBRD, IFC, IDA, MIGC

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

ECB

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

UNIÃO EUROPEIA

DIRETIVA 2014/95/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de outubro de 2014

Demonstrações não financeiras

1. As grandes empresas que sejam entidades de interesse público e que, à data de encerramento do respetivo balanço, excedam o critério do número médio de 500 empregados durante o exercício financeiro, devem incluir no seu relatório de gestão uma demonstração não financeira que contenha informações bastantes para uma compreensão da evolução, do desempenho, da posição e do impacto das suas atividades, referentes, no mínimo, às questões ambientais, sociais e relativas aos trabalhadores, ao respeito dos direitos humanos, ao combate à corrupção e às tentativas de suborno, incluindo:

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

ÉTICA E SUSTENTABILIDADE

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

ÉTICA E SUSTENTABILIDADE

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INSTRUMENTOS DE REFERÊNCIA

ÉTICA E SUSTENTABILIDADE

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ÉTICA NO MODELO DE

GOVERNAÇÃO

- Referenciais Éticos - Grandes Dilemas na Atividade Económica

(38)

UN GLOBAL COMPACT

10 PRINCÍPIOS

(39)
(40)

Hans Kung, Manifesto “Uma Ética para a Economia Global”,

United Nations, NY, 6/10/09

O princípio fundamental de uma desejável Ética para a Economia Global é a humanidade: essa tem de ser a unidade de medida ética para toda a ação económica, que tem de ser sustentável, baseada no

respeito pelo ser humano, na busca do bem comum, segundo a regra

de ouro: não faça aos outros o que não quer que lhe façam a si.

REFERENCIAIS ÉTICOS

(41)

Segurança no emprego – negócio variável Gestão – cliente

Ato prejudicial – lealdade de grupo

Interesse pessoal – interesse da organização Melhor negócio – necessidade do fornecedor Empresa - Sociedade

DILEMAS GERAIS

Lucro – valor

Acionista – trabalhador Curto – médio prazo Verdade – mensagem

Produtividade – carga de trabalho Controle – delegação

(42)

UN OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO

SUSTENTÁVEL 2015 – 2030

Uma nova fonte para a Ética na Economia

Global

(43)

UN OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO

SUSTENTÁVEL 2015 - 2030

(44)

DESAFIOS ÉTICOS EM

ORGANIZAÇÕES COMPLEXAS

- De contexto - Na organização

(45)

 Porque aconteceu?

 Quem deixou que isto acontecesse?

 Que tipo de pessoas estiveram envolvidas?  Poderá isto voltar a acontecer?

 As Organizações podem existir sem ética?  O QUE ACONTECEU AOS VALORES?

DESAFIOS ÉTICOS

CRISE DE CONFIANÇA

(46)

Os mercados dependem de regras e leis…

As regras e leis dependem da verdade e da confiança…

Na ausência de verdade e confiança os MERCADOS declinam.

In “A Cidade Antiga” – Fustel de Coulanges, 1864

DESAFIOS ÉTICOS

(47)

DESAFIOS ÉTICOS

ACIDENTES ÉTICOS

A relação entre agentes económicos baseia-se na confiança ética:

garantia de que os responsáveis observarão os “bons” valores, os interesses do conjunto.

O acidente ético ocorre quando existe evidência de desrespeito pelos valores éticos, com prejuízos para um ou mais grupos sociais relevantes.

(48)

A discrepância ética ocorre quando é percecionada uma contradição entre os valores que se anunciam e o que se faz, entre o que se pratica e o que se diz a outros que devem fazer.

Geram-se “fronteiras” e “grupos”, com regras que se aplicam dentro

mas não fora

 Os grupos geram círculos concêntricos em que a aplicabilidade de

regras vai mudando do exterior para o centro.

 O conteúdo do grupo “NÓS” vai diminuindo, e os valores deixam de se

aplicar aos que ficam de fora.

DESAFIOS ÉTICOS

(49)

• Ninguém propõe maus valores no interior de um grupo.

• Mas a sobrevivência do grupo (ou do individuo) sugere que o exterior seja

alvo do que for necessário para a garantir.

• O sucesso pode ser equiparado a sobrevivência, pelo menos de um certo

estilo de vida, de um circulo de dependentes, de um projeto, de posse de poder,

• Os que estão fora passam a adversários e depois a inimigos, ou apenas a

indiferentes, danos colaterais, etc.

A ética pode (costuma) mudar na fronteira entre grupos e

organizações!

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

(50)

Precisamos de trabalhar a ética nas organizações de modo a:

 Partilhar valores

 Criar e manter “alianças” internas

 Desenvolver “relações diplomáticas” com os mais resistentes

 Cultivar um clima de confiança que conduza à cooperação evoluindo

para parcerias e alianças

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

ELIMINAR FRONTEIRAS

Com o objetivo geral da criação de valor para todas as partes interessadas.

(51)

NP ISO 26000:2011 Linhas de orientação para a responsabilidade social

Princípio: a organização deverá agir de forma ética.

A conduta da organização deverá basear-se nos valores de honestidade, equidade e integridade.

Estes valores implicam uma preocupação para com as

pessoas, o mundo animal e o ambiente e um

empenhamento em abordar o impacte das suas atividades e decisões nos interesses das partes interessadas.

DESAFIOS DE CONTEXTO

(52)

Impactes nos ecossistemas

Prevenção de riscos psicossociais

Promoção do Bem-estar

Consumo - cuidar do médio prazo

Literacias – financeira, TIs, qualificações, etc

Empreendedorismo

Micro crédito

Apoio social

Combate aos tráficos e lavagem de dinheiro

...

DESAFIOS DE CONTEXTO

(53)

Mais exigentes e intervenientes

Melhores modelos de governação

Melhor regulação dos mercados

Diretivas Europeias e Internacionais

Referenciais e marcas

Códigos e regulamentos

Agências de notação e rating

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

(54)

• A antiga uniformidade cultural desvanece-se • Diferentes culturas, religiões, origens

• Na antiga “massa” homogénea geram-se divisões e

grupos

• Enfatizam-se as diferenças e os direitos de minorias • Aumenta a diferença por idade, conhecimento,

capacidade emocional, apoio familiar, etc.

• A DIVERSIDADE é o novo desafio ético

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

(55)

O papel da liderança

 As organizações geram uma “ética”, embebida na sua cultura, mas

influenciável pela Liderança, através de politicas adequadas.

 A organização deverá assumir o conceito de Liderança ética, praticando

e exigindo os padrões mais elevados, alinhados com as expetativas das suas partes interessadas.

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

(56)

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

OBSTÁCULOS ÀS ESCOLHAS ÉTICAS

• Faz-se o que for mais conveniente na ocasião, visão de curto prazo

• Lealdades locais, grupais, entre outras

• Necessidade de ganhar, medo de falhar

• Objetivo maior mas exterior à Empresa

• Convicções bem intencionadas

• Fraqueza emocional

• Má compreensão de orientações recebidas

• Excesso de auto-confiança

(57)

DESAFIOS NA ORGANIZAÇÃO

POLITICAS DEPARTAMENTAIS

• Orientações gerais são reinterpretadas como “teorias” e aplicadas de forma distorcida

• Os objetivos departamentais têm de se realizar levando a “atalhos”.

• Fronteiras duras e em conflito

• Percepção de impunidade ou de desvio de responsabilidade

• Fraca motivação ou sensação de pertença

• Liderança de alto risco

• Liderança sem coragem

• ...

(58)

• Os danos diretos – multas e similares são pequenos

quando comparados com a perda de estima dos Clientes e fuga de Investidores.

• As declarações que acusam dirigentes empresariais de

falta de ética têm-se multiplicado. Esta quebra de reputação aumenta a conflitualidade, gera mais reivindicação, empurra as pessoas para organizações sociais extremistas, aumenta os custos de contexto, em resumo sai muito cara.

• No entanto o investimento das Empresas neste campo

continua insignificante ou nulo.

DESAFIOS DE CONTEXTO

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Carlos Tavares, outubro 2015

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(65)

DILEMAS QUE SE COLOCAM À

GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

- Devem educar-se comportamentos ou atitudes? - Atuar sobre o sistema de crenças

(66)

DEVEM EDUCAR-SE COMPORTAMENTOS OU ATITUDES?

VALORES PESSOAIS VS VALORES ORGANIZACIONAIS

DILEMAS ÉTICOS

Valores pessoais Educação familiar Educação religiosa Padrões morais Experiência Valores Organização Atitudes gestão topo/chefias Estratégias de atuação Código de conduta

(67)

Quando os valores da organização não são claros ou são

conflituantes com os valores pessoais, os indivíduos tendem a

fazer escolhas baseadas nos seus critérios ou valores pessoais.

Ao educarmos as atitudes, estamos a trabalhar sobre os

comportamentos.

DEVEM EDUCAR-SE COMPORTAMENTOS OU ATITUDES?

(68)

Código formal que estabelece os valores, princípios e comportamentos que a organização pretende praticar, interna e externamente, atendendo às

expectativas das partes interessadas e à sua própria estratégia corporativa. Deve obter o compromisso de todos os membros da organização e ser

entendido como um conjunto de critérios de orientação que ajudam as pessoas a decidir o que é eticamente mais correto no desempenho das suas funções e responsabilidades.

(69)

ATITUDES CERTAS GERAM COMPORTAMENTOS CERTOS

• Referência para as atitudes: Valores no Código de Conduta: – Rigor

– Transparência

– Segurança das aplicações

– Responsabilidade (organização e pessoas – RS e DS) – Integridade

(70)

• As pessoas têm as suas convicções e resistem quando não acreditam.

• Mas quando acreditam têm uma enorme força transformadora, que produz resultados de alto nível se for guiada por uma liderança

esclarecida.

• O modelo de liderança pode apoiar-se no Código de Conduta como forma de influenciar atitudes e comportamentos.

• É o conhecimento e a prática que levam à crença e à adesão voluntária e empenhada.

• As sugestões que emergirem da prática levarão à melhoria e à eficácia.

THE TIME IS NOW

(71)

 Ética e Responsabilidade Social nas empresas, Harvard Business Review

41: 27- 43, 2002

 Ferrell, Fraedrich, Ética Empresarial, Dilemas tomadas de decisão e casos, 2000

 FREEMAN, R. Edward e STEWART, Lisa - “Developing ethical leadership”. Business Roundtable

Institute for Corporate Ethics, 2006.

 Maxweell, Jonh C., There’s no such thing as Business Ethics, 2003  M. Shwartz, Journal of Business Ethics 41: 27- 43, 2002

 REGO, Arménio, CUNHA, Miguel Pina e, COSTA, Nuno G. da, GONÇALVES, H., CABRAL-

CARDOSO, Carlos - “Gestão Ética e Socialmente Responsável”.1ª ed. Lisboa: RH Editora.2006.

BIBLIOGRAFIA

Referências

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