Realização:
• Genética e o Rol de
Procedimentos
• Genética e o Rol de Procedimentos
realização: Patrocínios:
• Genética e o Rol de Procedimentos
40501051 – cariótipo de sangue com bandas
• Plano PAC, sem DUT – 01x “na vida”
40503043 – cariótipo de medula com bandas
•
Plano PAC, sem DUT – a cada 90 dias, para
controle de tratamento ou doença residual
mínima
40503372 – Pesquisa de JAK-2 por PCR
• Plano PAC, sem DUT – 01x “na vida”, para
diagnóstico de policitemia vera, mielodisplasia ou
trombocitose
• Genética e o Rol de Procedimentos
PCR
nem todo PCR é procedimento para análise da
consultoria em genética
• Genética e o Rol de Procedimentos
Grau de parentesco
• parentes de primeiro grau
– mãe, pai, filha, filho, irmã, irmão;
• parentes de segundo grau
– avó, avô, neta, neto, tia, tio, sobrinha, sobrinho,
meia-irmã, meio-irmão
• parentes de terceiro grau
– bisavó, bisavô, tia-avó, tio-avô, prima de primeiro
grau, primo de primeiro grau, bisneta, bisneto,
sobrinha-neta, sobrinho-neto
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1. ACILCARNITINAS – PERFIL QUANTITATIVO E/OU QUALITATIVO
Cobertura obrigatória quando um dos seguintes critérios:
• crianças de qualquer idade com um episódio ou episódios recorrentes de hipoglicemia hipocetótica ou deterioração neurológica rápida precipitada por jejum prolongado;
• crianças de qualquer idade com síndrome de Reye ou “Reye-like; • pacientes de qualquer idade com cardiomiopatia dilatada ou
hipertrófica sem diagnóstico etiológico;
• pacientes de qualquer idade com miopatia esquelética ou doenças neuromusculares.
• 40301206 - qualitativo • 40301214 - quantitativo
• Genética e o Rol de Procedimentos
8. BRAF (40503780)
19. EGFR (40503763)
28. HER-2 (40308235 ou 40501159)
43. KRAS (40503771)
Diagnóstico de pacientes com indicação terapêutica
Procedimentos não estão na NT 876. Não há necessidade de geneticista para solicitação.
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24. GALACTOSE-1-FOSFATO URIDILTRANSFERASE (40301982)
Quando preenchido um dos seguintes critérios:
• recém-nascidos com teste de triagem neonatal positivo para galactosemia (concentração sanguínea de galactose aumentada);
• pacientes com suspeita de doenças do metabolismo da galactose, especialmente galactosemia clássica.
Não há cobertura para “teste do pezinho” ou “teste do pezinho ampliado” ou investigação “ortomolecular”
• Genética e o Rol de Procedimentos
54. SUCCINIL ACETONA (40302431)
Quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios: • recém-nascidos com teste de triagem neonatal positivo
para tirosinemia (concentração sanguínea de tirosina aumentada);
• pacientes com suspeita de doenças do metabolismo da tirosina, especialmente tirosinemia hereditária tipo I.
Não há cobertura para “teste do pezinho” ou “teste do pezinho ampliado” ou investigação “ortomolecular”
• Genética e o Rol de Procedimentos
18. DÍMERO-D (40304906)
Quando preenchido um dos seguintes critérios:
a. avaliação de pacientes adultos com sinais e sintomas de trombose venosa profunda dos membros inferiores – laudo do ecoddopler
b. avaliação hospitalar ou em unidades de emergência de pacientes adultos com sinais e sintomas de embolia pulmonar – laudo do raio-x de tórax
Não há cobertura para investigação de infertilidade/esterilidade, controle do uso de anticoagulante, indicação da prescrição/proscrição de anticoncepcional hormonal oral
• Genética e o Rol de Procedimentos
23. FATOR V LEIDEN, ANÁLISE DE MUTAÇÃO (40314057) 51. PROTROMBINA, PESQUISA DE MUTAÇÃO (40319326)
Quando preenchido um dos seguintes critérios: • trombose venosa recorrente;
• trombose venosa em veia cerebral, mesentérica ou hepática; • gestantes ou usuárias de contraceptivos orais com trombose
venosa ;
• sexo feminino com idade inferior a 50 anos eInfarto Agudo do
Miocárdio (IAM);
• idade inferior a 50 anos, com qualquer forma de trombose
venosa ;
• Familiares com trombose venosa em idade inferior a 50 anos. Não há cobertura para investigação de infertilidade/esterilidade
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49. PESQUISA DE MICRODELEÇÕES/MICRODUPLICAÇÕES POR FISH (FLUORESCENCE IN SITU HYBRIDIZATION) (40501159)
Nota Técnica 876 GGRAS/DIPRO/ANS, de 04 de dezembro de 2013
ANÁLISE MOLECULAR DE DNA, PESQUISA DE MICRODELEÇÕES E MICRODUPLICAÇÕES POR FISH -
FLUORECENCE IN SITU HYBRIDIZATION E
INSTABILIDADE DE MICROSSATÉLITES (MSI), DETECÇÃO POR PCR
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2. ANÁLISE MOLECULAR DE DNA
Rol de 2016 – 39 diretrizes
Quando for solicitado por um geneticista clínico, puder ser realizado em território nacional e for preenchido pelo menos um dos seguintes critérios:
• na assistência/tratamento/aconselhamento das condições genéticas contempladas nas Diretrizes de Utilização disponibilizadas através de Nota Técnica (NT 876) quando seguidos os parâmetros definidos nestas diretrizes;
• Genética e o Rol de Procedimentos
• na assistência/tratamento/aconselhamento das condições genéticas não contempladas nas Diretrizes do item a, quando o paciente apresentar sinais clínicos indicativos da doença atual ou história familiar e, permanecerem dúvidas acerca do diagnóstico definitivo após a anamnese, o exame físico, a análise de heredograma e exames diagnósticos convencionais.
Não há cumprimento da diretriz se não for solicitado por geneticista clínico; se não houver investigação prévia à investigação molecular; se não houver sinais clínicos indicativos de doença atual ou história familial – Logo, não há cobertura para investigação molecular de cônjuge assintomático.
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Notas: (pagina 23)
2. Os exames realizados por técnicas de pesquisas em painel, tais como PCR Multiplex, CGH-Array, MLPA e Sequenciamento completo de todos os éxons do
Genooma Humano, não estão contemplados no item “b” das Diretrizes de
Utilização dos procedimentos Análise Molecular de DNA e Pesquisa de Microdeleções/Microduplicações por FISH (Fluorescence In Situ Hybridization), conforme Anexo II da Resolução Normativa no 338/2013.
3. Os exames realizados por técnicas de pesquisas em painel, tais como PCR Multiplex, CGH-Array, MLPA somente possuem cobertura obrigatória quando preencherem os critérios do item “a” das Diretrizes de Utilização dos procedimentos Análise Molecular de DNA e Pesquisa de Microdeleções/Microduplicações por FISH (Fluorescence In Situ Hybridization), conforme Anexo II da Resolução Normativa no 338/2013, conforme listado no Anexo da Nota 876/2013.
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Distrofia Muscular de Duchenne/Becker
• Indivíduos sintomáticos do sexo masculino
• Aconselhamento genético dos familiares do sexo feminino em risco, apenas a partir do resultado do teste no caso índice ou se tiver sido testada a mãe do afetado; ou nos casos com elevação dos níveis de creatinofosfoquinase (CK), alteração do padrão de atividade elétrica na eletroneuromiografia (ENMG) ou com biópsia muscular com análise imunohistoquímica suspeita de distrofia.
Investigação escalonada:
1) PCR multiplex para éxons selecionados (pelo menos 18) - 40503054 2) MLPA para todos os 79 éxons - 40503151
3) sequenciamento completo bidirecional (convencional, Sanger) - 40503100
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1. ADRENOLEUCODISTROFIA
• Pacientes do sexo masculino com clínica e diagnóstico bioquímico (dosagem de ácidos graxos de cadeia muito longa). • Pacientes do sexo feminino com manifestações clínicas de
adrenomieloneuropatia com diagnóstico bioquímico inconclusivo.
• Aconselhamento genético de mulheres assintomáticas, com o diagnóstico molecular de adrenoleucodistrofia no caso índice na família.
Investigação escalonada:
1) Pesquisa da mutação específica – PCR – 40503062
2) Sequenciamento bidirecional por Sanger do gene ABCD1 para ambos os sexos - 40503100
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2. ATAXIA DE FRIEDREICH
• Diagnóstico de pacientes de ambos os sexos com ataxia progressiva e sem padrão de herança familiar autossômica dominante, quando preenchido pelo menos dois dos seguintes critérios:
Perda de propriocepção; Arreflexia; Disartria; Liberação piramidal (Babinski); Miocardiopatia; Alterações eletroneuromiográficas; Resistência à insulina ou diabetes; Atrofia cerebelar em ressonância nuclear magnética.
Investigação escalonada:
Pesquisa da expansão de trinucleotídeos GAA no íntron 1 do gene FXN por PCR – 40503062
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3. CÂNCER DE MAMA E OVÁRIO HEREDITÁRIOS - GENE BRCA1/BRCA2
Mulheres com diagnóstico atual ou prévio de câncer de mama quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios:
• Com dois parentes de 1º ou 2º graus com diagnóstico de câncer de mama abaixo de 50 anos
• Com três parentes de 1º ou 2º graus com diagnóstico de câncer de mama abaixo de 60 anos;
• Com quatro parentes com qualquer grau com diagnóstico de câncer de mama em qualquer idade
• Genética e o Rol de Procedimentos
Mulheres com diagnóstico atual ou prévio de câncer de ovário em qualquer idade nas seguintes situações:
• com diagnóstico de câncer de mama na mesma paciente em qualquer idade;
• com um parente de 1º ou 2º graus com diagnóstico de câncer de mama abaixo de 50 anos;
• com dois parentes de 1º ou 2º graus do mesmo lado da família com diagnóstico de câncer de mama abaixo dos 60 anos;
• com um parente em qualquer grau de parentesco com diagnóstico de câncer de ovário em qualquer idade;
• Genética e o Rol de Procedimentos
• Homens com diagnóstico atual ou prévio de câncer de mama em qualquer idade nas seguintes situações:
– com um parente de 1º ou 2º graus com diagnóstico de câncer de mama abaixo de 50 anos;
– com dois parentes de 1º ou 2º graus do mesmo lado da família com diagnóstico de câncer de mama abaixo dos 60 anos.
• Pacientes de origem judaica Ashkenazi com diagnóstico atual ou prévio de câncer de mama com menos de 50 anos ou ovário em qualquer idade e com parente de qualquer grau com de câncer de mama ou ovário em qualquer idade.
• Pacientes assintomáticos independente do sexo, quando tiver sido identificada a mutação causadora da doença no caso índice
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Nos casos de pacientes dos itens 1, 2 e 3: Sequenciamento bidirecional por Sanger do gene BRCA1 - 40503100
– Se negativo, Sequenciamento por Sanger do gene BRCA2 – 40503100
– Se negativo, MLPA (Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification) nos dois genes – 40503151
Para homens com diagnóstico de câncer de mama ou pacientes de qualquer sexo com tumor triplo negativo (para receptor de estrógeno, progesterona e HER2), realizar inicialmente o sequenciamento de BRCA2
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2) Nos casos de pacientes enquadradas no item 4: - Análise das mutações 6174delT no gene BRCA2 e 185delAG, 5382insC no gene BRCA1.
Se negativa e a(o) paciente atender a um dos outros critérios de indicação da diretriz, realizar a análise dos genes BRCA1 ou BRCA2. 3) Nos casos de pacientes enquadradas no item 5: - Realizar apenas a pesquisa da mutação específica já detectada.
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4. DEFICIÊNCIA DE ALFA 1 – ANTITRIPSINA
Pacientes com diagnóstico de DPOC ou doença hepática crônica ou paniculite necrosante ou vasculite com ANCA positivo ou bronquiectasia, quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios:
• níveis plasmáticos diminuídos de Alfa-1 Antitripsina; • inclusões intra-hepáticas positivas para Schiff (PAS);
• enfisema localizado em lobos inferiores em pacientes com menos de 45 anos.
Método de análise:
Pesquisa das variantes S e Z por Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) do gene SERPINA1 – 40503062
• Genética e o Rol de Procedimentos
5. DISPLASIA CAMPOMÉLICA
Recém-nascidos e crianças que apresentem displasia óssea e encurtamento de membros, quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios:
• alterações nos achados clínicos e radiológicos; • sexo reverso ou genitália ambígua.
Método de análise:
Sequenciamento bidirecional pelo método analítico de Sanger dos três éxons e das regiões de transição éxon/íntron do gene SOX9.
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6. DISTROFIA MIOTÔNICA TIPO I E II (40503348)
Pacientes com fraqueza muscular ou miotonia com forma clássica ou tardia, com ou sem história familiar, quando preenchido pelo menos um dos seguintes critérios:
• Alterações eletroneuromiográficas; Alterações eletrocardiográficas; Alterações nos níveis de CK sérica; Intolerância a glicose ou diabetes; Hipogonadismo; Catarata. Pacientes com fraqueza muscular ou hipotonia grave sugestivos da forma infantil ou congênita, com história materna de Distrofia Miotônica.
Familiar assintomático de caso confirmado com diagnóstico molecular, quando houver previsão de procedimento cirúrgico com anestesia.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa de mutação dinâmica por expansão de trinucleotídeos CTG no gene DMPK por PCR ou Southern Blot - 40503062 ou 40503160
2) Diagnóstico não confirmado - pesquisa de mutação dinâmica por expansão de repetições CCTG no ZNF9 por PCR - 40503062
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7. HEMOCROMATOSE (40503453)
Confirmação diagnóstica em pacientes nos quais as causas secundárias de sobrecarga de ferro tiverem sido excluídas e haja persistência de índice de saturação de transferrina maior que 45% em pelo menos duas dosagens.
Método de análise:
Detecção de mutações C282Y e H63D do gene HFE por PCR ou PCR multiplex.
• Genética e o Rol de Procedimentos
8. HEMOFILIA A (40503399)
• Aconselhamento genético de pacientes do sexo masculino e com diagnóstico bioquímico de hemofilia
• Aconselhamento genético dos familiares do sexo feminino em risco, apenas a partir do diagnóstico molecular do caso índice.
Investigação escalonada:
1) pesquisa da mutação específica - 40503062
2) forma grave de hemofilia - PCR longa ou PCR inversa para a detecção da inversão do íntron 22; Sequenciamento por Sanger dos 26 éxons do gene F8.
3) forma leve ou moderada de hemofilia, realizar o Sequenciamento por Sanger dos 26 éxons do gene F8.
• Genética e o Rol de Procedimentos
9. HEMOFILIA B (40503402)
• Aconselhamento genético, de pacientes do sexo masculino e com diagnóstico bioquímico de hemofilia
• Aconselhamento genético dos familiares do sexo feminino em risco, apenas a partir do diagnóstico molecular do caso
índice.
Investigação escalonada:
1) pesquisa da mutação específica.
2) Sequenciamento bidirecional pelo método analítico de Sanger dos 8 éxons do gene F9.
• Genética e o Rol de Procedimentos
10. MUCOPOLISSACARIDOSE
• Pacientes de ambos os sexos com diagnóstico enzimático de mucopolissacaridose I (alfa-L-iduronidase- gene IDUA) para aconselhamento genético de parentes de 1º e 2º graus
• Pacientes do sexo masculino com diagnóstico enzimático de mucopolissacaridose II (iduronato-2- sulfatase/gene IDS) para aconselhamento genético de parentes da linhagem materna
• Aconselhamento genético de mulheres assintomáticas com história familiar de parentes de 1º, 2º e 3º graus do sexo masculino com mucopolissacaridose II e mutação patogênica
identificada.
• Feto de ambos os sexos em risco para mucopolissacaridose tipo I, quando a mutação do caso índice for conhecida.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa de mutação específica.
2) Para os casos do item 1, realizar o Sequenciamento por Sanger dos éxons do gene correspondente à mucopolissacaridose de acordo com análise enzimática identificada.
3) Para MPS II, caso o Sequenciamento seja negativo, realizar MLPA
4) Para mulheres em risco de serem portadoras de MPS II, com Sequenciamento e MLPA normais, realizar pesquisa de rearranjo entre o gene IDS e o pseudogene IDS2.
• Genética e o Rol de Procedimentos
11. NEOPLASIA ENDRÓCRINA MÚLTIPLA – MEN2 (40503445)
• Pacientes com diagnóstico de câncer medular de tireóide com ou sem história familiar.
• Pacientes que preencham pelo menos um dos critérios do Grupo I e do Grupo II *:
– Grupo I - Pacientes com diagnóstico de: Feocromocitoma; Neuroma da mucosa oral (boca ou língua); Adenoma de paratireóide; Hábito marfanóide.
– Grupo II - Parentes de 1º e 2º graus com diagnóstico de: Carcinoma medular de tireóide; Feocromocitoma; Neuroma da mucosa oral (boca ou língua); Adenoma de paratireóide; Hábito marfanóide.
• Aconselhamento genético de familiares de 1º e 2º graus após o diagnóstico molecular do caso índice.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa da mutação específica jea identificada.
2) Sequenciamento por Sanger dos éxons 5, 8, 10, 11, 13, 14, 15 e 16 do gene RET.
• Genética e o Rol de Procedimentos
12. OSTEOGÊNESE IMPERFEITA
Aconselhamento genético de pacientes sintomáticos, com ou sem histórico familiar, com dosagem sérica de cálcio e fósforo normais e fosfatase alcalina normal ou aumentada quando os seus genitores ou o indivíduo sintomático tenham desejo de engravidar. Investigação escalonada:
1) Pesquisa da mutação única c-14C-T por PCR do gene IFITM5, apenas quando houver calcificação da membrana interóssea do antebraço ou perna, deslocamento da cabeça do rádio ou calo ósseo hiperplásico.
• Genética e o Rol de Procedimentos
13. POLIPOSE ADENOMATOSA FAMILIAR
• Pacientes com a forma não clássica caracterizada pela presença de menos de cem pólipos, quando:
– o diagnóstico diferencial com Polipose Adenomatosa associada ao MUTYH (autossômica recessiva) não for conclusivo a partir de critérios clínicos, endoscópicos e histopatológicos;
– o diagnóstico diferencial com Síndrome Lynch não for conclusivo a partir de critérios clínicos, endoscópicos e histopatológicos.
• Aconselhamento genético de pacientes com a forma clássica em que o diagnóstico molecular seja necessário para avaliação de risco da prole.
• Cobertura obrigatória para o aconselhamento genético de familiares de 1º e 2º graus após o diagnóstico molecular de
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa da mutação específica jea identificada.
2) Nos casos não enquadrados no item acima, realizar o Sequenciamento Sanger do gene APC.
3) Nos casos em que o diagnóstico não for estabelecido através do item anterior, realizar MLPA
• Genética e o Rol de Procedimentos
14. POLIPOSE ASSOCIADA AO MUTYH
• Paciente com menos de 60 anos com múltiplos adenomas sincrônicos colorretais quando o diagnóstico diferencial de Polipose Adenomatosa Familiar (padrão de herança autossômica dominante) não for conclusivo a partir de critérios clínicos, endoscópicos e histopatológicos.
• Aconselhamento genético de irmãos de pacientes que já tenha
mutação patogênica identificada no gene MUTYH.
Investigação escalonada:
1) pesquisa da mutação específica já identificada. 2) Sequenciamento Sanger do gene MUTYH.
• Genética e o Rol de Procedimentos
15. SÍNDROME DE ANGELMAN E SÍNDROME DE PRADER-WILLI (40503461)
• Pacientes de ambos os sexos com atraso do desenvolvimento e suspeita clínica de Síndrome de Angelman ou Síndrome de Prader-Willi, quando preenchidos todos os seguintes critérios:
– apresente cariótipo normal;
– manifestações clínicas da doença (fenótipo).
• Aconselhamento genético de familiar de 1º grau assintomático do caso índice com diagnóstico molecular de mutação no gene UBE3A (para Síndrome de Angelman).
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa da mutação específica já identificada (somente UBE3A).
2) Teste de metilação:
3) Se metilação alterada, realizar FISH ou MLPA ou Análise de Microssatélites;
4) Se FISH ou MLPA forem normais, realizar Análise de Microssatélites.
5) Para confirmação diagnóstica em pacientes sintomáticos com suspeita de Síndrome de Angelman e teste de metilação normal, realizar sequenciamento por Sanger do gene UBE3A
• Genética e o Rol de Procedimentos
16. SÍNDROMES DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL ASSOCIADA À ANOMALIA CONGÊNITA NÃO RECONHECIDA CLINICAMENTE
Pacientes de ambos os sexos com cariótipo normal e suspeita clínica de anomalias cromossômicas submicroscópicas quando preenchidos pelo menos dois dos seguintes critérios:
• Deficiência intelectual ou atraso neuropsicomotor;
• Presença de pelo menos uma anomalia congênita maior ou pelo menos três menores;
• Baixa estatura ou déficit pondero-estatural.
• SÍNDROMES DE ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS
SUBMICROSCÓPICAS NÃO RECONHECÍVEIS CLINICAMENTE (ARRAY)
• Genética e o Rol de Procedimentos
• Pacientes de ambos os sexos com cariótipo alterado quando preenchidos um dos seguintes critérios:
– Cromossomo marcador;
– Translocações ou inversões cromossômicas aparentemente balanceadas identificadas pelo cariótipo com fenótipo anormal;
– Presença de material cromossômico adicional de origem indeterminada.
• Aconselhamento genético dos pais em que tenha sido identificada uma variação no CGH-Array por provável micro-rearranjo no caso índice.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
Nos pacientes enquadrados nos itens 1 e 2: 1) Realizar CGH- Array do caso índice.
2) Em caso de se identificar uma variante de significado incerto, a cobertura será obrigatória de CGH-Array dos pais do caso índice. Nos pacientes enquadrados no item 3:
1) Realizar cariótipo.
2) Nos casos em que o diagnóstico não for confirmado através do item anterior, realizar FISH (Hibridação In Situ Fluorescente).
Lembrar que os laboratórios que realizam CGH-array da
criança, comprometem-se a confirmar a alteração nos pais,
com FiSH e/ou CGH – sem custo
• Genética e o Rol de Procedimentos
CGH-array – 40503224 ou 40503240 – CBHPM 2010
• Não é FiSH em metáfase ou núcleo interfásico, por sonda - 40501159
• Não é análise de DNA com enzimas de restrição, por enzima utilizada, por amostra – 40503011
• Não é análise de DNA por sonda, ou PCR por locus, por amostra - 40503062
• Não é análise de DNA pela técnica multiplex por
locus, por amostra - 40503054
• Não é seqüenciamento gênico por seqüências de até 500 pares de bases - 40503100
• Genética e o Rol de Procedimentos
17. SÍNDROMES DE DELEÇÕES SUBMICROSCÓPICAS RECONHECÍVEIS CLINICAMENTE - 40501159
• Cobertura obrigatória para pacientes de ambos os sexos com suspeita clínica de Wolf-Hirschhorn (del4p) ou Cri du Chat (del5p) ou Deleção 1p36 ou Smith-Magenis (del17p11) ou Deleção 22q11 ou Miller-Dieker (del17p13) ou WAGR (del11p13), quando preenchidos os seguintes critérios:
– cariótipo normal e manifestações clínicas da doença
(fenótipo).
• Aconselhamento genético de familiar assintomático com cariótipo normal e que possuam parentes de 1 e 2 graus com
diagnóstico molecular ou citogenético das doenças acima
Investigação escalonada:
1) FISH ou MLPA da região crítica 2) Se negativo: CGH- Array
• Genética e o Rol de Procedimentos
18. SÍNDROME DE HIPOFOSFATASIA
Aconselhamento genético de pacientes sintomáticos com quadro clínico e radiológico compatível com alguma das formas de apresentação da doença, com ou sem histórico familiar, com dosagem sérica de fosfatase alcalina diminuída, quando os seus genitores ou o indivíduo sintomático desejarem uma gestação.
Método analítico:
• Genética e o Rol de Procedimentos
19. SÍNDROME DE LYNCH – CÂNCER COLORRETAL NÃO POLIPOSO HEREDITÁRIO (HNPCC)
Critérios de Bethesda: câncer colorretal com menos de 50 anos; presença de tumores colorretais sincrônicos, metacrônicos ou outras neoplasias extracolônicas associadas a HNPCC em qualquer idade; paciente diagnosticado com câncer colorretal com instabilidade de microssatélites de alto grau (MSI-H) com menos de 60 anos; paciente com câncer colorretal com 1 ou mais parentes de 1º grau acometidos por neoplasias associadas a HNPCC, sendo uma destas antes dos 50 anos; paciente com câncer colorretal com 2 ou mais parentes de 1º grau acometidos por neoplasias associadas a HNPCC independente da idade.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Para pacientes com diagnóstico de câncer de colorretal, reto, endométrio, trato urinário, intestino delgado, trato biliar, ovário ou estômago desde que preenchidos todos os critérios de Amsterdam II para a história familiar: 3 membros do mesmo lado da família, 2 dos quais sejam parentes de 1º grau, com câncer câncer colorretal, reto, endométrio, trato urinário, intestino delgado, trato biliar, ovário ou estômago; 2 gerações sucessivas acometidas; 1 desses familiares com câncer antes dos 50 anos; excluído o diagnóstico de polipose adenomatosa familiar.
Para o aconselhamento genético de familiares de 1º e 2º graus após o diagnóstico molecular de mutação patogênica no caso índice.
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
• Pesquisa da mutação específica. Já identificada • No caso de pacientes enquadrados no item 1: 1) Pesquisa de Instabilidade de Microssatélites; 2) Se positivo, imunohistoquímica;
3) Sequenciamento Sanger do gene responsável pela produção da proteína ausente segundo a imunohistoquímica;
4) Se imunohistoquímica negativa, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MSH2 (40503623);
5) Se negativo, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MLH1 (40503623);
6) Se negativo, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MSH6 (40503631).
• Genética e o Rol de Procedimentos
No caso de pacientes enquadrados no item 2: 1) Iniciar com a realização de imunohistoquímica;
2) Conforme o resultado, realizar o Sequenciamento Sanger do gene responsável pela produção da proteína ausente;
3) Se imunohistoquímica negativa, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MSH2 (40503623);
4) Se negativo, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MLH1 (40503623);
5) Se negativo, realizar o Sequenciamento Sanger do gene MSH6 (40503631).
• Genética e o Rol de Procedimentos
20. SÍNDROME DE NOONAN
Pacientes de ambos os sexos com ou sem histórico familiar da doença, quando restar dúvida diagnóstica após avaliação clínica, quando preenchidos todos os seguintes critérios:
• cariótipo normal;
• manifestações clínicas da doença (fenótipo). Investigação escalonada:
Sequenciamento bidirecional pelo método analítico de Sanger dos éxons do gene PTPN11 (40503488) => SOS1 => RAF1 => RIT1 => KRAS
• Genética e o Rol de Procedimentos
21. SINDROME DE WILLIAMS-BEUREN
Pacientes com suspeita de Williams-Beuren (del7q11) que apresentem manifestações clínicas da doença (fenótipo). Investigação escalonada:
1) Preferencialmente por MLPA ou FISH quando o MLPA não estiver disponível.
2) No caso em que o diagnóstico não tenha sido confirmado através da FISH, realizar MLPA
• Genética e o Rol de Procedimentos
22. DOENCAS RELACIONADAS AO GENE FMR1 (SÍNDROME DO X FRÁGIL, SÍNDROME DE ATAXIA/TREMOR ASSOCIADOS AO X FRÁGIL - FXTAS E FALÊNCIA OVARIANA PREMATURA - FOP) (40314235)
• Pacientes de ambos os sexos com deficiência intelectual, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor ou autismo apresentando pelo menos um dos seguintes critérios:
– história familial positiva de deficiência intelectual na linhagem materna;
– características físicas ou comportamentais sugestivas da síndrome do X frágil.
• Genética e o Rol de Procedimentos
• Pacientes do sexo feminino com falência ovariana antes dos 40 anos
• Pacientes de ambos os sexos, com mais de 50 anos, com quadro de ataxia cerebelar progressiva e tremor de intenção com história familiar positiva de doenças relacionadas ao FMR1 e cujas causas comuns não genéticas de ataxia tenham sido excluídas.
• Familiar assintomático de 1º, 2º ou 3º grau de caso confirmado através de diagnóstico molecular
• Genética e o Rol de Procedimentos
Investigação escalonada:
1) Pesquisa de mutação dinâmica por expansão de trinucleotideos CGG no gene FMR1 por Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) por polimorfismo de comprimento dos fragmentos de restrição em gel de agarose ou por eletroforese capilar. 40314235
2) Em caso de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) sugestivo de mutação completa ou pré-mutação grande, confirmar por Método de Southern blot. 40503160
Realização: