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RELATÓRIO E CONTAS SEMESTRAL

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RELATÓRIO E CONTAS SEMESTRAL

 

30 DE JUNHO DE 2013

                   

BANIF ACÇÕES PORTUGAL

Fundo de Investimento Mobiliário Aberto

de Acções Nacionais

   

   

Banif Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. Sede Social: Rua Tierno Galvan, Torre 3, 14º Piso, 1070-274 Lisboa

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RELATÓRIO DE GESTÃO SEMESTRAL 30 DE JUNHO DE 2013

BANIF ACÇÕES PORTUGAL

Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais

O Banif Acções Portugal – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais, adiante designado por Banif Acções Portugal, Fundo ou OIC, é um fundo de acções nacionais, gerido pela Banif Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA. e iniciou a sua actividade em 5 de Janeiro de 1998.

Enquadramento Macro-económico

O primeiro semestre ficou marcado por um maior equilíbrio do crescimento económico global. Por um lado, registou-se um abrandamento do crescimento do bloco emergente, fruto de uma alteração gradual do seu modelo de crescimento, menos dependente das exportações e mais alicerçado na procura doméstica, e, por outro, verificou-se um maior vigor e sustentabilidade do crescimento americano e japonês. A Zona Euro constituiu a excepção, uma vez que se manteve em terreno contraccionista ao longo do semestre.

Nos EUA, apesar da revisão em baixa do crescimento por parte do FMI em Julho (2013 +1.7% e 2014 +2.7%), as dinâmicas económicas apresentadas sugerem que o ciclo se encontra mais sustentado. Com efeito, as vendas a retalho evoluíram de forma homóloga favorável, com um mínimo de 3.2% em Março e uma recuperação para 5.7% em Junho, tendo em conta a política fiscal contracionista desenvolvida, que resultou de um acordo entre os partidos republicano e democrata (que evitaram a tempo o

fiscal cliff). Adicionalmente, assistiu-se a uma descida da taxa de desemprego, dos 7.8% em Dezembro de 2012 para 7.6% em Junho de 2013, e a um ressurgimento do mercado residencial americano: as vendas de casas usadas e a construção de novas casas registaram um valor médio mensal de 5 milhões e de 914 mil, respectivamente, representando uma recuperação substancial face a anos anteriores. Finalmente, destaque-se os valores médios registados pelos indicadores avançados da Indústria (ISM Manufacturing) e dos Serviços (ISM Non Manufacturing) que se cifraram em 51.5 e 52.6, respectivamente. Neste contexto, a Reserva Federal Americana (FED) anunciou no final de Maio, e confirmou mais tarde na reunião de 18-19 de Junho, que iria gradualmente reduzir o ritmo de compra de activos financeiros.

Na Zona Euro, a recessão iniciada em 2012 prolongou-se ao longo do semestre, tendo-se verificado uma melhoria gradual das condições económicas no final do período. De facto, o índice PMI de Serviços evoluiu de 47.8 (Dezembro de 2012) para 48.3 (Junho de

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2013) enquanto o índice avançado da indústria registou uma melhoria de 46.1 para 48.8 no final do semestre. Ao nível do consumo privado, registou-se uma variação homóloga negativa das vendas a retalho, uma vez que a taxa de desemprego sofreu um agravamento (cifrando-se em 12.2% em Maio). Para estimular a economia, o Banco Central Europeu decidiu reduzir a taxa de referência em 0.25% para 0.50%, na reunião de dia 2 de Maio.

Adicionalmente, há a destacar os seguintes desenvolvimentos:

• o regresso aos mercados de Portugal e da Irlanda, que emitiram a 5 e a 10 anos. Posteriormente viram os respectivos outlooks revistos de negativo para estável por parte da agência Standard & Poor’s (Irlanda em Fevereiro e Portugal em Março);

• a crise política que se instalou em Itália após as eleições em Fevereiro, que paralisou politicamente o país até Maio (aquando da tomada de posse do governo liderado por Enrique Letta);

• o resgate no Chipre em Março que resultou em perdas para os depositantes dos bancos resgatados e na imposição de controle de capitais, algo inédito no âmbito da Zona Euro;

• a revisão do rating da Grécia de CCC para B- por parte da agência Standard & Poor’s em Maio.

No Japão, a alteração de política económica assente em três vectores, nomeadamente o fiscal, o monetário e o relativo às reformas estruturais, surtiu no curto prazo os efeitos desejados uma vez que a economia apresentou um vigor surpreendente. Por esta razão, em Julho, o FMI reviu em alta a estimativa de crescimento para 2013 do país em 0.5% para 2%.

Finalmente, os Emergentes registaram dinâmicas económicas aquém das expectativas devido em grande parte à alteração de política económica na China, com impacto forte no preço das commodities. O FMI reviu, em baixa, em Julho, o crescimento dos BRIC, estimando que a China, a Índia, o Brasil e a Rússia cresçam 7.8%, 5.6%, 2.5% e 2.5%, respectivamente, em 2013.

Os mercados financeiros reflectiram um maior optimismo em relação à sustentabilidade do ciclo económico e à evolução e aprofundamento da União Europeia. De facto, apesar da correcção generalizada dos activos de risco após as declarações do presidente da FED em Maio, registou-se ainda assim uma valorização significativa dos índices de acções dos EUA (S&P +13.78%) e do Japão (Nikkei +31.57%) e de menor magnitude na Europa (MSCI Europe +1.43%) no 1º semestre. Os Emergentes constituíram a única excepção, com uma desvalorização de 10.89% (MSCI Emerging Markets) devido ao abrandamento do crescimento deste bloco.

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Ao nível das obrigações governamentais (índices EFFAS), verificou-se uma desvalorização dos mercados core, com os EUA a corrigir - 2.46% e a Alemanha a desvalorizar -1.42%, devido à sinalização por parte da FED que iria alterar a política monetária. As dívidas públicas de Espanha, de Itália e de Portugal beneficiaram de um estreitamento dos respectivos prémios de risco, registando valorizações de 5.40%, de 1.99% e de 2.10%, respectivamente.

Os mercados de dívida privada beneficiaram de um estreitamento generalizado de spreads, em particular o sector tecnológico 28,4 pb, Iboxx Tech), o sector automóvel (-20,4 pb, Iboxx Auto) e o sector financeiro (-14,1 pb, Iboxx Financials).

Finalmente, nos mercados cambiais verificou-se uma correcção da generalidade das moedas face ao euro: rand da Africa do Sul 13.03%; iene 11.27%; dólar australiano -10.86%; real do Brasil -6.78%. As excepções foram para o dólar e para o peso mexicano que apresentaram valorizações face ao euro de 1.41% e 0.80%, respectivamente.

Em Portugal observou-se um desempenho favorável das empresas com maior exposição internacional, como a Mota Engil (+48.5%), a Altri (+17.76%) e a Jerónimo Martins (+10.89%). Destacaram-se também empresas envolvidas em processos de reestruturação e movimentos corporativos, como o BCP (+28%) e a Zon Multimédia (+24.92%). Pela negativa, realce para o sector financeiro (Banif -36.3%, BES -31.28%), bem como para empresas com tendências operacionais negativas, como a Cofina (-28.86%) e a Portugal Telecom (-20.25%).

Política de investimento do OIC

O Banif Acções Portugal manteve a política de investimento inalterada nos últimos 3 anos. Assim, o Fundo investe um mínimo de 2/3 do valor global líquido em acções nacionais.

Ao longo do semestre o fundo esteve exposto a empresas com maior presença internacional, como a Galp, a Portucel, a Mota-Engil e a Altri. Em contrapartida, manteve-se uma exposição reduzida ao segmento das pequenas capitalizações, uma vez que estas empresas tipicamente apresentam uma grande dependência da economia nacional, o que condiciona negativamente o seu desempenho operacional. No decorrer do segundo trimestre de 2013, o fundo aumentou a sua exposição a um conjunto selectivo de empresas com maior presença doméstica, como a Sonae SGPS, a EDP e a Portugal Telecom. Este movimento justificou-se pela evolução favorável do prémio de risco de Portugal e a aparente estabilização da evolução macro económica. Finalmente, manteve-se uma postura activa na gestão da exposição ao sector financeiro, dada a elevada correlação entre a sua performance de mercado e a evolução da dívida pública portuguesa.

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Valorização dos activos do OIC

Os activos encontram-se valorizados de acordo com as regras de valorimetria estabelecidas no ponto 3.2 do Capítulo II do Regulamento de Gestão do Fundo, as quais se encontram descritas na Nota 4 do Anexo às Demonstrações Financeiras.

Evolução da actividade do OIC

Em 30 de Junho de 2013, o montante sob gestão do Fundo era de 2 355 840 Euros, sendo o valor da unidade de participação de 3,4977 Euros, havendo 673 540 unidades de participação em circulação.

No primeiro semestre de 2013, os custos com comissões de gestão e de depósito ascenderam a 22 391 Euros e 1 178 Euros, respectivamente. No que se refere à componente de custos e proveitos, os primeiros representam 1 091 731 Euros, enquanto que o montante de proveitos neste período foi de 1 116 014 Euros.

O quadro que se apresenta de seguida demonstra, a evolução nos últimos três anos, do volume sob gestão, bem como dos proveitos e custos do OIC, e ainda, as comissões de gestão e de depósito suportadas:

2012 2011 2010

Volume sob gestão 2 236 008 2 408 375 6 194 487 Proveitos (totais) 2 023 765 3 090 504 4 519 467 Custos (totais) 1 748 508 4 477 417 5 969 596

Comissão de gestão 40 846 85 641 134 990

Comissão de depósito 2 150 4 507 7 105

Comissões de transacção 14 010 38 647 81 161

No que se refere às unidades de participação (UP’s), indica-se de seguida o nº de UP’s em circulação e o seu valor unitário, no final dos últimos 5 exercícios:

2012 2011 2010 2009 2008

Nº UP’s 647 735 798 092 1 481 704 1 598 715 1 428 714 Valor das UP’s (EUR) 3.4520 3.0177 4.1807 5.0966 3.6248

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De seguida apresenta-se a evolução das rendibilidades e risco do OIC dos últimos 10 anos: 2012 14.37 16.54 5 2011 -27.81 20.33 6 2010 -17.97 20.77 6 2009 40.59 18.58 5 2008 -52.46 36.97 6 2007 11.61 17.94 4 2006 32.67 9.78 3 2005 19.17 6.67 3 2004 21.96 9.23 3 2003 23.76 10.23 4

Ano Rendibilidade % Risco % Nível de risco

De forma a dar cumprimento ao disposto no art. 87º do Regulamento nº 15/2003 da CMVM acresce referir que: (i) as rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo); (ii) os valores divulgados não têm em conta comissões de emissão e resgate eventualmente devidas; (iii) as rendibilidades mencionadas, apenas seriam obtidas se o investimento fosse efectuado durante a totalidade do período de referência; e (iv) existem prospectos relativos ao OIC que são objecto de acções publicitárias ou informativas, os quais se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras do Fundo, bem como na Sociedade Gestora.

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Perspectivas da actividade do OIC

Ao longo do ano de 2013, espera-se que o contexto macroeconómico em Portugal continue a ter um impacto negativo nas empresas com maior exposição doméstica. No entanto, para a segunda metade do ano deveremos observar uma estabilização na situação económica.

Neste contexto, o fundo deverá manter o seu enviesamento para empresas com maior diversificação geográfica, embora não seja de excluir que aumente gradualmente a sua exposição doméstica. Espera-se também que a evolução do mercado nacional continue a depender da evolução do prémio de risco do país, sendo esse um factor chave para o posicionamento do fundo, nomeadamente no sector financeiro.

Lisboa, 27 de Agosto de 2013

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BALANÇO DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais

(valores em euros) Data: 30- 06- 2013

A CT IV O CA P IT A L E P A SSIV O

CÓ DIGO DESIGNA ÇÃ O 2013 2012 CÓ DIGO DESIGNA ÇÃ O P erí od os

B ruto Mv mv / P L í q ui d o L í q ui d o 2013 2012

CA R T EIR A DE T ÍT UL O S CA P IT A L DO O IC

61 Unidades de Participação 3 359 604 3 475 973

21 Obrigações 62 Variações Patrimoniais 885 285 824 507

22 Acções 1 917 184 66 653 155 026 1 828 811 1 458 267 64 Resultados Transitados (1 913 332) (2 188 589)

23 Outros títulos de capital 65 Resultados Distribuidos

24 Unidades de Participação 66 Resultados Líquidos do Exercício 24 283 (182 049)

25 Direitos

26 Outros instrumentos de dívida T O T A L D O C A PI T A L D O O I C 2 355 840 1 929 842

T O T A L D A C A R T EI R A D E T Í T U LO S 1 917 184 66 653 155 026 1 828 811 1 458 267 P R O V ISÕ ES A CUMUL A DA S

O UT R O S A CT IV O S 48 Provisões para Encargos

31 Outros Activos

T O T A L D E O U T R O S A C T I V O S 0 0 0 0 T O T A L PR O V I SÕ ES A C U M U LA D A S

T ER CEIR O S T ER CEIR O S

411+…+418 Contas de Devedores 62 935 62 935 80 381

424 Estado e Outros Entes Públicos 106 958 106 958 111 031

T O T A L D O S V A LO R ES A R EC EB ER 169 893 169 893 191 412 421 Resgates a Pagar a Participantes 509

422 Rendimentos a Pagar a Participantes

DISP O NIB IL IDA DES 423 Comissões a Pagar 4 036 3 269

11 Caixa 424+…+429 Outras Contas de Credores 131 138 41 988

12 Depósitos à ordem 493 577 493 577 326 301 43+12 Empréstimos Obtidos

13 Depósitos a prazo e com pré-aviso

14 Certificados de depósito T O T A L D O S V A LO R ES A PA G A R 135 683 45 257

18 Outros meios monetários

T O T A L D A S D I SPO N I B I LI D A D ES 493 577 493 577 326 301 A CR ÉSCIMO S E DIFER IMENT O S

A CR ÉSCIMO S E DIFER IMENT O S 55 Acréscimos de custos 1 052 1 168

51 Acréscimos de proveitos 294 294 287 56 Receitas com Proveito Diferido

52 Despesas com Custo Diferido 58 Outros Acrécimos e Diferimentos

58 Outros Acrécimos e Diferimentos 59 Contas Transitórias Passivas

59 Contas Transitórias Activas

T O T A L D O S A C R ÉSC I M O S E D I F . A C T I V O S 294 294 287 1 052 1 168

TO T A L DO A CTIV O 2 580 948 66 653 155 026 2 492 575 1 976 267 T O T A L DO CA P IT A L E DO P A SSIV O 2 492 575 1 976 267

T ot al d o Número d e Uni d ad es d e P arti c i p aç ão em Ci rc ul aç ão 673 540 696 870 V al or Uni tári o d a Uni d ad e d e P art i c i p aç ão 3. 4977 2. 7693

Abreviat uras: M v - M ais valias; mv - M enos valias P - Provisões

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DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais

(valores em euros) Data: 30- 06- 2013

CUS T OS E P ERDAS P ROVEIT OS E GANHOS

CÓDIGO DES IGNAÇÃO 2013 2012 CÓDIGO DES IGNAÇÃO 2013 2012

CUS T OS E P ERDAS CORRENT ES P ROVEIT OS E GANHOS CORRENT ES

JUROS E CUSTOS EQUIPARADOS: JUROS E PROVEITOS EQUIPARADOS

711+...+718 De Operações Correntes 812 + 813 Da Carteira de Títulos e Outros Activos

719 De Operações Extrapatrimoniais 811+814+817+818 Outros, de Operações Correntes 2 046 2 219 819 De Operações Extrapatrimoniais

COMISSÕES E TAXAS

722+ 723 Da Carteira de Títulos e Outros Activos 9 625 6 306

724+…+728 Outras, em Operações Correntes 24 271 24 173 RENDIMENTO DE TÍTULOS E OUTROS ACTIVOS

729 De Operações Extrapatrimoniais 880 535

822+…+824/ 5 Da Carteira de Títulos e Outros Activos 53 829 69 367

PERDAS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS 829 De Operações Extrapatrimoniais

732 + 733 Da Carteira de Títulos e Outros Activos 652 093 888 731

731+…+738 Outras, em Operações Correntes

739 Em Operações Extrapatrimoniais 311 801 189 331 GANHOS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS

832 + 833 Na Carteira de Títulos e Outros Activos 716 647 719 395

IMPOSTOS 831+837+838 Outros, em Operações Correntes

7411 + 7421 Impostos Sobre o Rendimento 71 271 18 067 839 Em Operações Extrapatrimoniais 323 126 155 533

7412 + 7422 Impostos Indirectos 372 252

7418 + 7428 Outros Impostos

PROVISÕES DO EXERCÍCIO

751 Provisões para Encargos 20 366 REPOSIÇÃO E ANULAÇÃO DE PROVISÕES

851 Provisões para encargos 20 366

77 OUTROS CUSTOS E PERDAS CORRENTES 1 052 1 168 87 OUTROS PROVEITOS E GANHOS CORRENTES

TOTAL DOS CUSTOS E PERDAS CORRENTES (A) 1 091 731 1 128 563 TOTAL DOS PROVEITOS E GANHOS CORRENTES (B) 1 116 014 946 514 CUS T OS E P ERDAS EVENT UAIS

781 Valores Incobráveis PROVEITOS E GANHOS EVENTUAIS

782 Perdas Extraordinárias 881 Recuperação de Incobráveis

783 Perdas de exercícios Anteriores 882 Ganhos Extraordinários

788 Outros Custos e Perdas Eventuais 883 Ganhos de Exercícios Anteriores TOTAL DOS CUSTOS E PERDAS EVENTUAIS (C) 0 0 888 Outros Proveitos e Ganhos Eventuais

TOTAL DOS PROVEITOS E GANHOS EVENTUAIS (D) 0 0

63 IMPOSTOS S/ RENDIMENTOS DO EXERCICIO

66 RES ULT ADOS LÍQUIDO DO P ERÍODO (se»0) 24 283 0 66 RESULTADOS LÍQUIDO DO PERÍODO (se«0) 0 182 049

T OT AL 1 116 014 1 128 563 T OT AL 1 116 014 1 128 563

(8x2/ 3/ 4/ 5)-(7x2/ 3)Resultados da Carteira de Títulos E Outros Activos 108 758 (106 275) D-C Resultados Eventuais 0 0

8x9-7x9 Resultados das Operações Extrapatrimoniais 10 445 (34 333) B+D-A-C+7411+7421Resultados Antes de Impostos s/o Rendimento 95 554 (163 982)

B-A Resultados Correntes 24 283 (182 049) B+D-A-C Resultados Líquidos do Período 24 283 (182 049)

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CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais Dat a: 30- 06- 2013

DIREIT OS S OBRE T ERCEIROS RES P ONS ABILIDADES P ERANT E T ERCEIROS

CÓDIGO DES IGNAÇÃO 2013 2012 CÓDIGO DES IGNAÇÃO 2013 2012

OP ERAÇÕES CAMBIAIS OP ERAÇÕES CAMBIAIS

911 À vista 911 À vista

912 A prazo (Forwards cambiais) 912 A prazo (Forwards cambiais)

913 Swaps cambiais 913 Swaps cambiais

914 Opções 914 Opções

915 Futuros 915 Futuros

TOTAL 0 0 TOTAL 0 0

OP ERAÇÕES S OBRE T AX AS DE JURO OP ERAÇÕES S OBRE T AX AS DE JURO

921 Contratos a prazo (FRA) 921 Contratos a prazo (FRA)

922 Swap de taxa de juro 922 Swap de taxa de juro

923 Contratos de garantia de taxa de juro 923 Contratos de garantia de taxa de juro

924 Opções 924 Opções

925 Futuros 925 Futuros

TOTAL 0 0 TOTAL 0 0

OP ERAÇÕES S OBRE COT AÇÕES OP ERAÇÕES S OBRE COT AÇÕES

934 Opções 934 Opções

935 Futuros 526 870 366 990 935 Futuros

TOTAL 526 870 366 990 TOTAL 0 0

COMP ROMIS S OS DE T ERCEIROS COMP ROMIS S OS COM T ERCEIROS

942 Operações a prazo (reporte de valores) 941 Subscrição de títulos

944 Valores recebidos em garantia 942 Operações a prazo (reporte de valores)

945 Empréstimo de títulos 943 Valores cedidos em garantia

TOTAL 0 0 TOTAL 0 0

T OT AL DOS DIREIT OS 526 870 366 990 T OT AL DAS RES P ONS ABIL IDADES 0 0

99 Conta s de Contra pa rtida 99 Conta s de Contra pa rtida 526 870 366 990

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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE C AIXA SEMESTRAL

BANIF AC ÇÕES P ORTUG AL - Fundo de Inve stime nto Mo biliário Abe rto de Acçõe s Nacio nais (valores em euros)

DIS CRIMINAÇÃO DOS F LUXOS PE RÍODO PE RÍODO

2013 2 012

O P ER A ÇÕ ES SO B R E A S UNIDA DES DO O IC RECEBIMENTOS:

Subscrição de unidades de participação 307 611 10 394 PAGAMENTOS:

Resgates de unidades de participação 224 193 310 135 Rendimentos pagos aos participantes

Fl uxo d as op eraç ões s ob re as uni d ad es d o O IC 83 418 (299 741) O P ER A ÇÕ ES DA CA R TEIR A DE T ÍT UL O S

E O UTR O S A CT IV O S RECEBIMENTOS:

Venda de títulos e outros activos 2 597 727 1 804 502 Reembolso de títulos e outros activos

Resgates de unidades de participação noutros OIC

Rendimento de títulos e outros activos 38 847 56 057 Juros e proveitos similares recebidos

Vendas de títulos e out activ c/ acordo de recompra Outros recebimentos relacionados com a carteira PAGAMENTOS:

Compra de títulos e outros activos 2 549 511 1 542 963 Subscrição de unidades de participação noutros OIC

Juros e custos similares pagos

Vendas de títulos com acordo de recompra

Comissões de Bolsa suportadas 1 940 1 934

Comissões de corretagem 7 515 4 787

Outras taxas e comissões 458 1 665

Outros pagamentos relacionados com a carteira

Fl ux o d as op eraç ões d a c artei ra d e tí tul os 77 150 309 210 e outros act i v os

O P ER A ÇÕ ES A P R A ZO E DE DIV ISA S RECEBIMENTOS:

Juros e proveitos similares recebidos Operações cambiais

Operações de taxa de juro

Operações sobre cotações 323 126 155 533 Margem inicial em contratos de futuros e opcções

Comissões em contratos de opções Outras comissões

Outros recebimentos op. a prazo e de divisas PAGAMENTOS:

Juros e custos similares pagos Operações cambiais

Operações de taxa de juro

Operações sobre cotações 311 801 189 331 Margem inicial em contratos de futurose opcções

Comissões em contratos de opções

Outras Comissões 880 536

Outros pagamentos op. a prazo e de divisas

Fl uxo d as op eraç ões a p razo e d e d i v i s as 10 445 (34 334)

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(continuação)

DIS CRIMINAÇÃO DOS F LUXOS PERÍODO PE RÍODO

2013 2012

O P ER A ÇÕ ES GEST Ã O CO R R ENT E

RECEBIMENTOS:

Cobranças de crédito vencido Compras com acordo de revenda

Juros de depósitos bancários 1 378 1 906

Juros de certificados de depósito

Comissões em operações de empréstimo de títulos Outros recebimentos correntes

PAGAMENTOS:

Comissão de gestão 22 203 21 895

Comissão de depósito 1 169 1 152

Comissão de garantia Despesas com crédito vencido Juros devedores de depósitos bancários Compras com acordo de revenda Imposto e taxas

Taxa de Supervisão 600 600

Auditoria 2 337

Outros pagamentos correntes

Fl ux o d as op eraç ões d e g es t ão c orrente (22 593) (24 078)

O P ER A ÇÕ ES EV ENTUA IS

RECEBIMENTOS:

Ganhos extraordinários

Ganhos imputáveis a exercícios anteriores Recuperação de incobráveis

Outros recebimentos de operações eventuais

PAGAMENTOS:

Perdas extraordinários

Perdas imputáveis a exercícios anteriores Outros pagamentos de operações eventuais

Fl ux o d as op eraç ões ev ent uai s 0 0

Sal d o d os fl ux os d e c ai xa d o p erí od o… (A ) 148 420 (48 943)

Di s p oni b i l i d ad es no i ní c i o d o p erí od o… (B ) 345 157 375 244

Di s p oni b i l i d ad es no fi m d o p erí od o… (C) = (B ) + - (A ) 493 577 326 301

(13)

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO DE 2013

BANIF ACÇÕES PORTUGAL

Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais

Nota Introdutória

O Banif Acções Portugal – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais, adiante designado por Banif Acções Portugal, Fundo ou OIC, é um fundo de acções nacionais, gerido pela Banif Gestão de Activos – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA. A constituição do Fundo foi autorizada pela Comissão de Mercados de Valores Mobiliários em 11 de Dezembro de 1997 por tempo indeterminado e tendo o fundo iniciado a sua actividade em 5 de Janeiro de 1998.

Bases de apresentação e principais políticas contabilísticas

As Demonstrações Financeiras foram preparadas de acordo com as normas do Plano de Contas dos Organismos de Investimento Colectivo, Regulamento da CMVM n.º 16/2003 – Contabilidade dos Organismos de Investimento Colectivo, tendo em atenção as normas emitidas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

O Fundo respeita o princípio contabilístico da especialização diária dos custos e proveitos.

No que diz respeito ao critério valorimétrico dos títulos, estes são registados pelo valor de aquisição, sendo valorizados de acordo com as regras estabelecidas no prospecto completo do fundo, as quais são descritas na Nota 4 do presente anexo. O critério valorimétrico para a saída de títulos de carteira utilizado foi o método de custeio FIFO. As notas omissas no presente anexo não são aplicáveis. Os valores encontram-se expressos em Euros.

(14)

Nota 1 – Variação do Valor Global Líquido do OIC e das Unidades de Participação

Discriminação das variações ocorridas durante o período no valor líquido global e unitário do OIC, bem como das unidades de participação:

Descriçã o No Início S ubscriçã o Resga tes Dist. Res. Out ros Res. P er. No Fim

Valor base 3 230 889 411 528 282 813 3 359 604

Diferença p/ Valor Base 918 451 (103 917) (70 750) 885 285

Resultados distribuídos

Resultados acumulados (2 188 589) 275 257 (1 913 332)

Resultados do período 275 257 (275 257) 24 283 24 283

S O M A 2 236 008 307 611 212 063 0 0 24 283 2 355 840

Nº de unidades participação 647 735 82 504 56 699 673 540

Valor unidade participação 3.4520 3.7284 3.7402 3.4977

O OIC apresentou a seguinte evolução:

VLGF Va lor da UP N.º Ups em Circula çã o 2013 Jan 2 426 892 3.8333 633 110 Fev 2 378 693 3.7516 634 052 Mar 2 281 563 3.6032 633 201 Abr 2 343 376 3.7594 623 342 Mai 2 497 639 3.7112 672 992 Jun 2 355 840 3.4977 673 540

Nota 3 – Inventário da carteira de títulos

(15)

 

INVENTÁRIO DA CARTEIRA em 30 de Junho de 2013

BANIF ACCOES PORTUGAL (Valores em EURO)

Preço de

aquisição valiasMais Valor dacarteira

Descrição dos Títulos menos valias corridosJuros SOMA

1 - VALORES MOBILIÁRIOS COTADOS 1.1 - Mercado de bolsa nacional

1.1.4 - Acções 51 663 50 669 50 669 Redes Energ.Nac.SGPS -994 99 591 98 575 98 575 EDP Renováveis -1 016 121 812 115 150 115 150 Portucel SGPS Em-95 -6 662 17 472 17 325 17 325 EDP-Nom. -147 161 913 153 600 153 600 BCP -No -8 313 118 795 98 400 98 400 BESCL -No -20 395 41 863 5 115 5 115 BANIF S.A. -36 748 107 932 98 064 98 064 BPI SGPS, S.A. -9 868 35 341 37 200 37 200 Ibersol - SGPS 1 859 131 520 131 580 131 580 Sonae -S.G.P.S.,S.A. 60 38 611 43 718 43 718 Cortic.Amorim - SGPS 5 106 7 700 5 400 5 400 SAG Gest- SGPS -2 300 89 966 104 715 104 715

Mota Engil SGPS-Em95 14 749

96 248 97 140 97 140 J.MARTINS-PO 892 64 841 60 748 60 748 Semapa-SGPS-Nom. -4 093 79 920 111 300 111 300 Zon Multimedia 31 380 61 433 62 280 62 280 Sonae.Com 847 176 410 164 938 164 938 Galp Energia-SGPS SA -11 473 75 573 84 660 84 660 Novabase, SGPS - Nom 9 087 244 853 197 340 197 340

P.Telecom -No Em-95 -47 513

58 102 60 775 60 775 Altri SGPS SA 2 673 35 624 30 120 30 120 Sonae Indústria,SGPS -5 504 1 828 811 0 1 828 811 -155 026 66 653 1 917 184 Sub-Total: Total 1 917 184 66 653 -155 026 1 828 811 0 1 828 811    

Discriminação da liquidez do OIC:

S a ldo inicia l Aumentos Reduções S aldo fina l

Caixa

Depósitos à ordem 345 157 493 577

Depósitos a prazo e com pré-aviso Certificados de depósito

Outras contas de disponibilidades

Total 345 157 0 0 493 577

(16)

Nota 4 – Critérios de valorização dos activos do OIC

Momento de referência da valorização

a) O valor da unidade de participação é calculado diariamente nos dias úteis e determina-se pela divisão do valor líquido global do Fundo pelo número de unidades de participação em circulação. O valor líquido global do Fundo é apurado deduzindo à soma dos valores que o integram o montante de comissões e encargos suportados até ao momento da valorização da carteira.

b) O momento de referência para determinação dos preços e da composição da carteira do Fundo ocorre às dezassete horas, hora de Portugal Continental.

c) Todas as operações realizadas no dia serão englobadas para efeitos da composição da carteira.

Regras de valorimetria e cálculo do valor da UP

a) As acções cotadas, tanto na Euronext Lisboa como em Bolsa de Valores da União Europeia, são valorizadas à cotação de fecho ou referência, divulgadas pela Entidade Gestora do mercado onde os valores se encontram admitidos à cotação.

b) As acções não cotadas, nacionais e internacionais, são valorizadas tendo por base o valor das ofertas de compra firmes ou, na impossibilidade da sua obtenção, o valor médio das ofertas de compra e de venda, difundidas através de entidades especializadas, que não se encontrem em relação de domínio ou de grupo com a entidade gestora. Caso não se verifiquem estas ofertas, a valorização será feita pelo consenso de vários métodos, dos quais se destacam:

• Fluxos de caixa descontados: as estimativas usadas para o cálculo serão os valores divulgados nas análises efectuadas por corretoras ou consultoras especializadas. No caso de não existir essa informação, o cálculo será feito com base nas projecções da equipa de gestão da Entidade Gestora (cujo método utilizado será preferencialmente o método da consultora Mckinsey).

• Múltiplos comparáveis: serão comparadas as empresas que operam no mesmo sector de actividade e em mercados com as mesmas características, por forma a extrapolar-se o valor da empresa. Os múltiplos com maior relevância vão depender do extrapolar-sector de actividade da empresa, e encontrar-se-ão no conjunto de múltiplos constituído por Price Earnings Ratio, Price Cash-Flow, Price Book Value e Enterprise Value/EBITDA. Esta informação tem por base análises efectuadas por corretoras ou consultoras especializadas.

(17)

c) Os derivados – futuros e opções, são valorizados de acordo com as cotações de fecho ou valor de referência de cada um dos mercados, nacional e espanhol, divulgados pelas entidades gestoras do mercado onde os valores se encontram admitidos à cotação. d) Os activos em processo de admissão à cotação serão valorizados tendo por base outros valores mobiliários da mesma espécie, emitidos pela mesma entidade e admitidos à cotação, tendo em conta as condições de fungibilidade e liquidez entre as emissões.

e) As unidades de participação de fundos de investimento são avaliadas ao último valor conhecido e divulgado pela respectiva entidade gestora, ou, se aplicável, à cotação de fecho ou referência em que as UP´s se encontram admitidas à negociação no mercado mais representativo, tendo em consideração o preço, a frequência e a regularidade das transacções.

Nota 13 – Exposição ao risco de cotações

O quadro que se apresenta de seguida demonstra o valor da carteira de acções do Fundo, as operações extra-patrimoniais realizadas, bem como a posição de risco não coberta à data de 30 de Junho de 2013:

Acções e Direitos 1 828 811

Quadro Exposição Risco de Cotações

Acções e va lores S imila res Monta nte (€ ) Extra - P a trimonia is S ALDO F uturo s Opçõ e s 526 870 2 355 681

Nota 14 – Perdas potenciais inerentes à carteira do OIC

A 30 de Junho de 2013, a perda potencial máxima da carteira com e sem derivados, era a seguinte:

Carteira sem derivados Carteita com derivados

P erda potencia l no fina l do período

P erda potencia l no fina l do período a nterior

238 364 301 792

(18)

Os pressupostos utilizados para o cálculo da perda potencial máxima foram: (i) a detenção da carteira por um período de 30 dias, (ii) um intervalo de confiança de 95% e (iii) volatilidade de um ano. Os referidos pressupostos encontram-se de acordo com o estipulado no art. 22º do Regulamento nº15/2003 da CMVM.

Nota 15 – Custos imputados ao OIC

Os custos imputados ao OIC, discriminam-se da seguinte forma:

VALOR % VLGF (*) Comissão de Gestão Componente Fixa 22 391 0.94 Componente Variavél 0 0. Comissões de Depósito 1 178 0.05 Taxa de Supervisão 600 0.03 Custos de Auditoria 1 052 0.04 Outros Custos 0 0.00 25 221 1.06

(*) Média relativa ao período de referência

CUS T OS

TOTAL

TAXA GLOBAL DE CUSTOS (TGC)

00

Nota 16 – Alterações ao Regulamento da CMVM nº 16/2003 – Provisão para impostos sobre valias potencias

De acordo com alterações introduzidas no 1º semestre de 2013 ao Regulamento da CMVM nº 16/2003, o montante de imposto incidente sobre o saldo positivo entre as mais e menos valias potenciais deve ser reconhecido como provisão. No regime transitório desta norma foi ainda estipulado que a provisão apenas deve ser constituída para valias potenciais geradas a partir de 1 de Abril de 2013, utilizando como referência o valor pelo qual se encontram inscritos os activos na carteira do Fundo àquela data. Desta forma, os saldos apresentados nas rubricas de Provisões do exercício para riscos e encargos e Reposição e Anulação de Provisões, reflectem os valores de imposto de acordo com este novo normativo. Assim, os valores com referência ao período homólogo do ano e semestre anteriores, respectivamente, não são comparáveis.

(19)

Nota 17 – Outras informações

Não se verificou qualquer pagamento ao fundo e a participantes de carácter compensatório, decorrente da aplicação do disposto no artigo 46.º do Regulamento n.º 15/2003 da CMVM.

(20)

RELATÓRIO DE AUDITORIA

Introdução

1. Nos termos do disposto na alínea c) do n.° 1 do artigo 8.° do Código dos VaLores MobiLiários (CVM)

e do n.° 1 do artigo 43.° e do n.° 2 do artigo 67.° do Regime Jurídico dos Organismos de

Investimento Colectivo (Decreto-Lei n.° 252/03, de 17 de outubro), apresentamos o nosso Relatório de Auditoria sobre a informação financeira do semestre findo em 30 de junho de 2013, do Fundo de Investimento Mobiliário Banif Acções Portugal - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de

Acções Nacionais, gerido peLa entidade gestora Banif Gestão de Activos - Sociedade Gestora de

Fundos de Investimento Mobiliário, SÃ, incluída no Relatório de Gestão, no BaLanço (que evidencia

um totaL de € 2 492 575 e um totaL de capital do fundo de € 2 355 840, incluindo um resultado

líquido de € 24 283), na Qemonstração dos Resultados e na Demonstração dos Fluxos de Caixa do semestre findo naqueLa data, e no correspondente Anexo.

Responsabilidades

2.

É

da responsabilidade do Conselho de Administração da entidade gestora Banif Gestão de Activos

- Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SÃ: (i) a preparação de demonstrações

financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do fundo, o resuLtado das suas operações e os fLuxos de caixa; (ii) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja compLeta, verdadeira, atual, clara, objetiva e Lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários; (iii)

a adoção de políticas e critérios contabiLísticos adequados, atentas as especificidades dos fundos de

investimento mobiliário; (iv) a manutenção de um sistema de controLo interno apropriado; e (v) a informação de qualquer facto reLevante que tenha infLuenciado a sua atividade, posição financeira

ou resultados.

3. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos

acima referidos, designadamente sobre se é compLeta, verdadeira, atual, cLara, objetiva e Lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores MobiLiários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.

Âmbito

4. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de

Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja

pLaneado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as

demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incLuiu: (i) a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e

divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas

(21)

juízos e critérios definidos pelo ConseLho de Administração da entidade gestora, utilizadas na sua preparação; (ii) a verificação do adequado cumprimento do ReguLamento de Gestão do Fundo; (iii) a verificação da adequada avaliação dos vaLores do Fundo (em especiaL, no que se refere a vaLores não cotados em mercado reguLamentado e a derivados negociados fora de mercado regulamentado);

(iv) a verificação do cumprimento dos critérios de avaliação definidos nos documentos constitutivos; (v) a verificação da reaLização das operações sobre vaLores cotados, mas realizadas fora de mercado

nos termos e condições previstas na lei e respetiva regulamentação; (vi) a verificação do registo e

controlo dos movimentos de subscrição e resgate das unidades de participação do Fundo; (vii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; (viii) a apreciação sobre se é adequada, em termos gLobais, a apresentação das demonstrações financeiras; e (ix) a apreciação sobre se a informação financeira é completa, verdadeira, atual, clara, objetiva e lícita.

5. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de Gestão com os restantes documentos de prestação de contas.

6. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa

opinião. Opinião

7. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e

apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira do Fundo de Investimento Mobiliário Banif Ácções Portugal - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de

Acções Nacionais, gerido pela entidade gestora Banif Gestão de Activos - Sociedade Gestora de

Fundos de Investimento Mobiliário, SÃ, em 30 de junho de 2013, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa do semestre findo naqueLa data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em PortugaL para os fundos de investimento mobiLiário e a informação nelas constante é completa, verdadeira, atual, clara, objetiva e lícita.

Relato sobre outros requisitos legais

8.

É

também nossa opinião que a informação constante do Relatório de Gestão é concordante com

as demonstrações financeiras do período. Lisboa, 28 de agosto de 201 3

-João Guilhy’e MeLo de Oliveira, em representação de BDO

a

Ãociados - SROC

Referências

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