SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO
LEGISLAÇÃO E DISPOSIÇÕES GERAIS Sociedade em Conta de Participação é
sócios: o ostensivo e o participante (antes chamado sócio oculto). Nas omissões do contrato e do
será regida pelas normas aplicáveis às sociedades simples (artigos se tratar de sociedade não personificada,
dos sócios (artigo 1.001); b) obrigações relativas às contribuições assumidas (artigo 1.004); c) proibição da exclusão do sócio de participar
dissolução da sociedade (art. 1.033), dentre outros.
NOME DA SCP
A sociedade em conta de participação não terá nome empresarial (firma ou denominação social), e quem entrará em negociação com terceiros não é a socieda
sim, o sócio ostensivo, em seu nome particular.
CATEGORIA DE SÓCIOS
A SCP será constituída por duas categorias de sócios: o sócio ostensivo e o sócio participante (oculto). Cada categoria poderá ser composta por um ou mais sócios pessoas físicas ou jurídicas.
SÓCIO OSTENSIVO
O papel do sócio ostensivo será desempenhado pelo empresário (individual), pela sociedade empresária ou pela sociedade simples, incluindo
prestadores de serviços. Havendo mais de um sócio ostensivo
especificar a qual deles caberá o exercício da atividade constitutiva do objeto social, inclusive para fins de ação de prestação de contas em liquidação litigiosa. Caberá ao sócio ostensivo exercer a atividade constitutiva do objeto soc
1 Mestrado e doutorado em Direito das Relações Sociais, sub área Universidade Católica de São Paulo.
ASPECTOS JURÍDICOS DA
SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO
Maria Bernadete Miranda
LEGISLAÇÃO E DISPOSIÇÕES GERAIS
Sociedade em Conta de Participação é uma sociedade formada por dois tipos de sócios: o ostensivo e o participante (antes chamado sócio oculto).
Nas omissões do contrato e do que dispõe os artigos 991 a 996 do CC/2002, a SCP será regida pelas normas aplicáveis às sociedades simples (artigos 997 a 1.038), salvo, por se tratar de sociedade não personificada, das seguintes matérias: a) início das obrigações dos sócios (artigo 1.001); b) obrigações relativas às contribuições assumidas (artigo 1.004); c) proibição da exclusão do sócio de participar nos resultados (artigo 1.008); e d) dissolução da sociedade (art. 1.033), dentre outros.
A sociedade em conta de participação não terá nome empresarial (firma ou denominação social), e quem entrará em negociação com terceiros não é a socieda
sim, o sócio ostensivo, em seu nome particular.
CATEGORIA DE SÓCIOS
A SCP será constituída por duas categorias de sócios: o sócio ostensivo e o sócio participante (oculto). Cada categoria poderá ser composta por um ou mais sócios pessoas
SÓCIO OSTENSIVO
O papel do sócio ostensivo será desempenhado pelo empresário (individual), pela sociedade empresária ou pela sociedade simples, incluindo-se, pois, as sociedades de prestadores de serviços. Havendo mais de um sócio ostensivo, o contrato deverá especificar a qual deles caberá o exercício da atividade constitutiva do objeto social, inclusive para fins de ação de prestação de contas em liquidação litigiosa. Caberá ao sócio ostensivo exercer a atividade constitutiva do objeto social, respondendo sozinho e de forma
Mestrado e doutorado em Direito das Relações Sociais, sub área Direito Empresarial, pela Pontifícia aulo. Professora de Direito Empresarial e Advogada.
SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO
Maria Bernadete Miranda 1
uma sociedade formada por dois tipos de
996 do CC/2002, a SCP 1.038), salvo, por as seguintes matérias: a) início das obrigações dos sócios (artigo 1.001); b) obrigações relativas às contribuições assumidas (artigo 1.004); nos resultados (artigo 1.008); e d)
A sociedade em conta de participação não terá nome empresarial (firma ou denominação social), e quem entrará em negociação com terceiros não é a sociedade, mas,
A SCP será constituída por duas categorias de sócios: o sócio ostensivo e o sócio participante (oculto). Cada categoria poderá ser composta por um ou mais sócios pessoas
O papel do sócio ostensivo será desempenhado pelo empresário (individual), pela se, pois, as sociedades de , o contrato deverá especificar a qual deles caberá o exercício da atividade constitutiva do objeto social, inclusive para fins de ação de prestação de contas em liquidação litigiosa. Caberá ao sócio ial, respondendo sozinho e de forma Direito Empresarial, pela Pontifícia
ilimitada perante terceiros, salvo se houver participação do sócio oculto naquilo que é prerrogativa do sócio ostensivo, quando, então, passará a responder solidariamente com este pelas obrigações que intervier (artigos
SÓCIO PARTICIPANTE
O risco do sócio participante é limitado e sua obrigação restringe
contribuições e outras obrigações ajustadas com o sócio ostensivo, nos termos do contrato. Nada impede que o sócio oculto se obrigue a contribuir para a formação do Patri Especial com a prestação de serviços
parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, passando, consequentemente, responder solidariamente com este, pelas obrigações resultantes da sua intervenç sócio participante poderá tornar
pelo sócio ostensivo em nome da SCP, se atuar em conjunto com este em contatos pré negociais ou na negociação de contratos. Caberá ao sócio participante a perc
resultados, segundo a sua contribuição, e atendidos os investimentos e despesas realizadas e a remuneração atribuída ao sócio ostensivo conforme for pactuado.
Salvo estipulação em contrário, o sócio cuja contribuição consiste em serviços somente participa dos lucros na proporção da média do valor das quotas.
RELAÇÕES ENTRE AS DUAS
Os direitos e obrigações entre os sócios ostensivo e participante são os regulados pelas cláusulas contratuais. A relação entre as duas categoria
participante) não deverá ultrapassar a sede do sócio ostensivo, e o que dela ultrapassar será por conta deste (artigo 991 c/c com 1ª parte do artigo 993).
OBJETO SOCIAL
A SCP poderá exercer qualquer objeto inerente relativo à at sociedade empresária ou sociedade simples, ou seja, qualquer “
organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços
Não é necessário que o objeto da Sociedade em Conta de Participação coincida com o do sócio ostensivo.
ilimitada perante terceiros, salvo se houver participação do sócio oculto naquilo que é prerrogativa do sócio ostensivo, quando, então, passará a responder solidariamente com este pelas obrigações que intervier (artigos 991 e 996 do Código Civil).
SÓCIO PARTICIPANTE
O risco do sócio participante é limitado e sua obrigação restringe-se à prestação das contribuições e outras obrigações ajustadas com o sócio ostensivo, nos termos do contrato. Nada impede que o sócio oculto se obrigue a contribuir para a formação do Patri
prestação de serviços, desde que a sua contribuição não implique tomar parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, passando, consequentemente, responder solidariamente com este, pelas obrigações resultantes da sua intervenç sócio participante poderá tornar-se solidariamente responsável pelas obrigações contraídas pelo sócio ostensivo em nome da SCP, se atuar em conjunto com este em contatos pré negociais ou na negociação de contratos. Caberá ao sócio participante a perc
resultados, segundo a sua contribuição, e atendidos os investimentos e despesas realizadas e a remuneração atribuída ao sócio ostensivo conforme for pactuado.
Salvo estipulação em contrário, o sócio cuja contribuição consiste em serviços participa dos lucros na proporção da média do valor das quotas.
RELAÇÕES ENTRE AS DUAS CATEGORIAS DE SÓCIOS
Os direitos e obrigações entre os sócios ostensivo e participante são os regulados pelas cláusulas contratuais. A relação entre as duas categorias de sócios (ostensivo e não deverá ultrapassar a sede do sócio ostensivo, e o que dela ultrapassar será por conta deste (artigo 991 c/c com 1ª parte do artigo 993).
OBJETO SOCIAL
A SCP poderá exercer qualquer objeto inerente relativo à atividade de empresário, sociedade empresária ou sociedade simples, ou seja, qualquer “atividade econômica
organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.”
Não é necessário que o objeto da Sociedade em Conta de Participação com o do sócio ostensivo.
ilimitada perante terceiros, salvo se houver participação do sócio oculto naquilo que é prerrogativa do sócio ostensivo, quando, então, passará a responder solidariamente com
se à prestação das contribuições e outras obrigações ajustadas com o sócio ostensivo, nos termos do contrato. Nada impede que o sócio oculto se obrigue a contribuir para a formação do Patrimônio , desde que a sua contribuição não implique tomar parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, passando, consequentemente, a responder solidariamente com este, pelas obrigações resultantes da sua intervenção. O se solidariamente responsável pelas obrigações contraídas pelo sócio ostensivo em nome da SCP, se atuar em conjunto com este em contatos pré-negociais ou na negociação de contratos. Caberá ao sócio participante a percepção nos resultados, segundo a sua contribuição, e atendidos os investimentos e despesas realizadas
Salvo estipulação em contrário, o sócio cuja contribuição consiste em serviços,
Os direitos e obrigações entre os sócios ostensivo e participante são os regulados s de sócios (ostensivo e não deverá ultrapassar a sede do sócio ostensivo, e o que dela ultrapassar será
ividade de empresário,
atividade econômica
Segundo o artigo 991,
exclusivamente pelo sócio ostensivo, como se o negócio fosse somente seu, em seu nome e sob sua responsabilidade.
CONSTITUIÇÃO DA SCP O artigo 992 não
podendo se dar por ajustes verbais, sendo conveniente, no entanto, prova escrita, que não se resume apenas no contrato, mas em todo e qualquer papel que contenha dizeres ou expressões, tais como: “oferecemos, aceitamos, pagaremos, etc.”. Evidentemente que o documento único ou não, deverá estipular os direitos e obrigações dos sócios, obedecendo, em linhas gerais, o que dispõe o artigo 166 do Código Civil.
REGISTRO DO CONTRATO SOCIAL DA SCP
A Lei não proíbe o registro do contrato social, se instrumentalizado, mas, o registro, em qualquer órgão, se ocorrer, não confere personalidade jurídica à sociedade. A
exemplos, analisa-se possíveis registros que poderão dar eficácia jurídica ao contr SCP: a) se a contribuição do sócio participante se der pela conferência de um bem imóvel ao patrimônio social, a própria escritura poderá conter as cláusulas contratuais pactuadas, bem como a averbação no Registro de Imóveis (Lei nº 6.015/73, artigo
sócio ostensivo ou o oculto, sociedade simples que adotou um tipo de sociedade empresária (SS/LTDA., por exemplo), o contrato da SCP poderá ser registrado no Registro Civil das Pessoas Jurídicas onde um dos sócios estiver inscrito, juntan
ao seu prontuário (Lei nº 6.015/73, art. 114, II); c) sendo o sócio ostensivo ou o oculto, empresário ou sociedade empresária, o contrato da SCP poderá ser registrado na Junta Comercial de sua sede (Lei 8.934, art. 32, II, “e”);
deles, o contrato da SCP poderá ser levado ao Registro de Títulos e Documentos (Lei nº 6.015/73, art. 127), sem prejuízo de qualquer um dos registros antes citados.
O registro do contrato da SCP e o fato de terceiros tomarem
existência da sociedade e da identidade do sócio oculto não desvirtua a sociedade.
CONTABILIDADE DA SCP
Quem obrigatoriamente deverá exercer atividade econômica organizada é o sócio ostensivo, a quem caberá manter registros confiáveis de suas operações, entre as quais
Segundo o artigo 991, atividade constitutiva do objetivo social será exercida exclusivamente pelo sócio ostensivo, como se o negócio fosse somente seu, em seu nome e
CONSTITUIÇÃO DA SCP
exige um contrato na forma usual para constituição da SCP, podendo se dar por ajustes verbais, sendo conveniente, no entanto, prova escrita, que não se resume apenas no contrato, mas em todo e qualquer papel que contenha dizeres ou “oferecemos, aceitamos, pagaremos, etc.”. Evidentemente que o deverá estipular os direitos e obrigações dos sócios, obedecendo, em linhas gerais, o que dispõe o artigo 166 do Código Civil.
REGISTRO DO CONTRATO SOCIAL DA SCP
não proíbe o registro do contrato social, se instrumentalizado, mas, o registro, em qualquer órgão, se ocorrer, não confere personalidade jurídica à sociedade. A
possíveis registros que poderão dar eficácia jurídica ao contr SCP: a) se a contribuição do sócio participante se der pela conferência de um bem imóvel ao patrimônio social, a própria escritura poderá conter as cláusulas contratuais pactuadas, bem como a averbação no Registro de Imóveis (Lei nº 6.015/73, artigo 167); b) sendo o sócio ostensivo ou o oculto, sociedade simples que adotou um tipo de sociedade empresária (SS/LTDA., por exemplo), o contrato da SCP poderá ser registrado no Registro Civil das Pessoas Jurídicas onde um dos sócios estiver inscrito,
juntando-ao seu prontuário (Lei nº 6.015/73, art. 114, II); c) sendo o sócio ostensivo ou o oculto, empresário ou sociedade empresária, o contrato da SCP poderá ser registrado na Junta Comercial de sua sede (Lei 8.934, art. 32, II, “e”); e d) se quiserem os contratantes, ou um deles, o contrato da SCP poderá ser levado ao Registro de Títulos e Documentos (Lei nº 6.015/73, art. 127), sem prejuízo de qualquer um dos registros antes citados.
O registro do contrato da SCP e o fato de terceiros tomarem conhecimento da existência da sociedade e da identidade do sócio oculto não desvirtua a sociedade.
CONTABILIDADE DA SCP
Quem obrigatoriamente deverá exercer atividade econômica organizada é o sócio ostensivo, a quem caberá manter registros confiáveis de suas operações, entre as quais
atividade constitutiva do objetivo social será exercida exclusivamente pelo sócio ostensivo, como se o negócio fosse somente seu, em seu nome e
exige um contrato na forma usual para constituição da SCP, podendo se dar por ajustes verbais, sendo conveniente, no entanto, prova escrita, que não se resume apenas no contrato, mas em todo e qualquer papel que contenha dizeres ou “oferecemos, aceitamos, pagaremos, etc.”. Evidentemente que o deverá estipular os direitos e obrigações dos sócios, obedecendo,
não proíbe o registro do contrato social, se instrumentalizado, mas, o registro, em qualquer órgão, se ocorrer, não confere personalidade jurídica à sociedade. A título de possíveis registros que poderão dar eficácia jurídica ao contrato da SCP: a) se a contribuição do sócio participante se der pela conferência de um bem imóvel ao patrimônio social, a própria escritura poderá conter as cláusulas contratuais pactuadas, 167); b) sendo o sócio ostensivo ou o oculto, sociedade simples que adotou um tipo de sociedade empresária (SS/LTDA., por exemplo), o contrato da SCP poderá ser registrado no Registro -se o documento ao seu prontuário (Lei nº 6.015/73, art. 114, II); c) sendo o sócio ostensivo ou o oculto, empresário ou sociedade empresária, o contrato da SCP poderá ser registrado na Junta quiserem os contratantes, ou um deles, o contrato da SCP poderá ser levado ao Registro de Títulos e Documentos (Lei nº 6.015/73, art. 127), sem prejuízo de qualquer um dos registros antes citados.
conhecimento da existência da sociedade e da identidade do sócio oculto não desvirtua a sociedade.
Quem obrigatoriamente deverá exercer atividade econômica organizada é o sócio ostensivo, a quem caberá manter registros confiáveis de suas operações, entre as quais a
atividade constitutiva do objeto social, podendo o sócio participante verificar a gestão negócios sociais (parágrafo único do artigo 993), independentemente de cláusula contratual permissiva, respeitando-se, contudo, possíveis disposições contratuais regulando a fiscalização. O sócio ostensivo poderá criar um centro de custos dentro da sua contabilidade geral (livro diário) ou adotar um livro diário auxiliar para contabilizar as operações relativas a cada contrato.
AS CONTRIBUIÇÕES E O PATRIMÔNIO ESPECIAL As contribuições dos sócios constituirão o
enquanto perdurar a sociedade, devido às obrigações recíprocas, esse patrimônio tem a finalidade especial de dar sustentação econômica ao negócio. As contribuições poderão ser constituídas de qualquer espécie de
segundo o desenvolvimento das atividades e conforme regulado em contrato.
ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS
Qualquer alteração no quadro societário deverá ser prevista e regulada no contrato (artigo 995), pois, constituindo, na maioria das vezes, o
empreendimento com prazo certo de duração ou conclusão, a admissão de novos sócios poderá gerar conflito entre os sócios em decorrência da possível modificação do andamento dos negócios e do resultado antes esperado.
Caberá ao ostensivo a admissão de novos sócios, sejam ostensivos, sejam participantes, e, para tanto, o
se serão exigidas, ou não, circunstâncias especiais definidas; b) quais as atribuições serão ou não reservadas ao sócio ostensivo admitido; c) com serão recalculados os resultados e sua distribuição; e, d) se o ingresso de novo sócio somente se dará, ou não, em substituição de sócio retirante.
CONTRATO DE ADESÃO
Dependendo da natureza do empreendimento, s
SCP poderá assumir a forma de contrato de adesão (artigos 423 e 424 do Código Civil) e, neste caso, deverá regular o ingresso de sócios, suas obrigações e direitos perante a sociedade.
atividade constitutiva do objeto social, podendo o sócio participante verificar a gestão negócios sociais (parágrafo único do artigo 993), independentemente de cláusula contratual
se, contudo, possíveis disposições contratuais regulando a fiscalização. O sócio ostensivo poderá criar um centro de custos dentro da sua contabilidade geral (livro diário) ou adotar um livro diário auxiliar para contabilizar as operações relativas a cada contrato.
AS CONTRIBUIÇÕES E O PATRIMÔNIO ESPECIAL
As contribuições dos sócios constituirão o Patrimônio Especial da SCP enquanto perdurar a sociedade, devido às obrigações recíprocas, esse patrimônio tem a
de dar sustentação econômica ao negócio. As contribuições poderão ser constituídas de qualquer espécie de bens e serviços, conferidas de forma tot
segundo o desenvolvimento das atividades e conforme regulado em contrato.
ADMISSÃO DE NOVOS SÓCIOS
Qualquer alteração no quadro societário deverá ser prevista e regulada no contrato (artigo 995), pois, constituindo, na maioria das vezes, o objeto social da SCP um empreendimento com prazo certo de duração ou conclusão, a admissão de novos sócios poderá gerar conflito entre os sócios em decorrência da possível modificação do andamento dos negócios e do resultado antes esperado.
ensivo a admissão de novos sócios, sejam ostensivos, sejam participantes, e, para tanto, o contrato deverá prever e regular as condições
se serão exigidas, ou não, circunstâncias especiais definidas; b) quais as atribuições serão ervadas ao sócio ostensivo admitido; c) com serão recalculados os resultados e sua distribuição; e, d) se o ingresso de novo sócio somente se dará, ou não, em substituição
CONTRATO DE ADESÃO
Dependendo da natureza do empreendimento, se for conveniente, o contrato da SCP poderá assumir a forma de contrato de adesão (artigos 423 e 424 do Código Civil) e, neste caso, deverá regular o ingresso de sócios, suas obrigações e direitos perante a atividade constitutiva do objeto social, podendo o sócio participante verificar a gestão dos negócios sociais (parágrafo único do artigo 993), independentemente de cláusula contratual se, contudo, possíveis disposições contratuais regulando a fiscalização. O sócio ostensivo poderá criar um centro de custos dentro da sua contabilidade geral (livro diário) ou adotar um livro diário auxiliar para contabilizar as
Patrimônio Especial da SCP e, enquanto perdurar a sociedade, devido às obrigações recíprocas, esse patrimônio tem a de dar sustentação econômica ao negócio. As contribuições poderão ser , conferidas de forma total ou parcial, segundo o desenvolvimento das atividades e conforme regulado em contrato.
Qualquer alteração no quadro societário deverá ser prevista e regulada no contrato objeto social da SCP um empreendimento com prazo certo de duração ou conclusão, a admissão de novos sócios poderá gerar conflito entre os sócios em decorrência da possível modificação do
ensivo a admissão de novos sócios, sejam ostensivos, sejam contrato deverá prever e regular as condições, tais como: a) se serão exigidas, ou não, circunstâncias especiais definidas; b) quais as atribuições serão ervadas ao sócio ostensivo admitido; c) com serão recalculados os resultados e sua distribuição; e, d) se o ingresso de novo sócio somente se dará, ou não, em substituição
e for conveniente, o contrato da SCP poderá assumir a forma de contrato de adesão (artigos 423 e 424 do Código Civil) e, neste caso, deverá regular o ingresso de sócios, suas obrigações e direitos perante a
DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO
A dissolução da sociedade em conta de participação (SCP) obedecerá às normas aplicáveis às sociedades simples (artigo 1.033). A liquidação, quando litigiosa, seja em relação aos lucros auferidos, seja em relação ao Patrimônio Especial, obedecerá às normas relativas à ação de prestação de contas
proposta pelo sócio ostensivo encarregado de prestar as contas, se o sócio participante se nega a recebê-la (CPC, artigo 914, II), ou pelo sócio participante, na hipótese da omissão do sócio ostensivo (CPC, artigo 914, II).
Havendo pluralidade de sócios ostensivos, a liquidação litigiosa da sociedade deverá ocorrer em único processo de prestação de contas. Tendo em conta que a solidariedade entre os sócios poderá existir ou não (artig
proponente da ação deverá denunciar à lide os demais.
autores, deverão propor a ação contra todos os sócios ostensivos.
FALÊNCIA DA SCP
Limitando-se a SCP a produzir seus efeitos na órbita da sócios, e estando as relações com terceiro
sujeita à falência; quem incorrerá em falência serão seus sócios.
FALÊNCIA DO SÓCIO OSTENSIVO
Qualquer credor, até mesmo o sócio participante,
poderá requerer sua falência, não importando se o crédito surgiu do exercício da conta de participação ou de outra atividade.
liquidando-se a conta de participação. O créd classificado como quirografário (
participante é devedor da conta, ele deverá complementar a contribuição a que se obrigou.
O SÓCIO OSTENSIVO E A INSOLVÊNCIA CI
Não sendo o sócio ostensivo empresário ou sociedade empresária, não estará sujeito à legislação falimentar e, neste caso, revelando
requerer a declaração da Insolvência Civil, que o CPC de 1973 disciplina sob a rubr de Execução por Quantia Certa contra Devedor Insolvente
DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO
da sociedade em conta de participação (SCP) obedecerá às normas aplicáveis às sociedades simples (artigo 1.033). A liquidação, quando litigiosa, seja em relação aos lucros auferidos, seja em relação ao Patrimônio Especial, obedecerá às normas
ação de prestação de contas, previstas no artigo 914 do CPC. A ação será
proposta pelo sócio ostensivo encarregado de prestar as contas, se o sócio participante se la (CPC, artigo 914, II), ou pelo sócio participante, na hipótese da omissão o sócio ostensivo (CPC, artigo 914, II).
Havendo pluralidade de sócios ostensivos, a liquidação litigiosa da sociedade deverá ocorrer em único processo de prestação de contas. Tendo em conta que a solidariedade entre os sócios poderá existir ou não (artigo 265 do Código Civil), o proponente da ação deverá denunciar à lide os demais. Sendo os sócios participantes os autores, deverão propor a ação contra todos os sócios ostensivos.
FALÊNCIA DA SCP
se a SCP a produzir seus efeitos na órbita da relação interna entre os e estando as relações com terceiros, reservadas ao sócio ostensivo,
sujeita à falência; quem incorrerá em falência serão seus sócios.
FALÊNCIA DO SÓCIO OSTENSIVO
Qualquer credor, até mesmo o sócio participante, se credor for do sócio ostensivo, poderá requerer sua falência, não importando se o crédito surgiu do exercício da conta de participação ou de outra atividade. Falindo o sócio ostensivo,
desfaz-se a conta de participação. O crédito do participante, desfaz-se houver, desfaz-será quirografário (Lei nº 11.101/2005, artigo 83, VI). Apurando que o sócio participante é devedor da conta, ele deverá complementar a contribuição a que se obrigou.
O SÓCIO OSTENSIVO E A INSOLVÊNCIA CIVIL
Não sendo o sócio ostensivo empresário ou sociedade empresária, não estará sujeito à legislação falimentar e, neste caso, revelando-se insolvente, poderão seus credores requerer a declaração da Insolvência Civil, que o CPC de 1973 disciplina sob a rubr
Execução por Quantia Certa contra Devedor Insolvente (artigos748 a 790
da sociedade em conta de participação (SCP) obedecerá às normas aplicáveis às sociedades simples (artigo 1.033). A liquidação, quando litigiosa, seja em relação aos lucros auferidos, seja em relação ao Patrimônio Especial, obedecerá às normas , previstas no artigo 914 do CPC. A ação será proposta pelo sócio ostensivo encarregado de prestar as contas, se o sócio participante se la (CPC, artigo 914, II), ou pelo sócio participante, na hipótese da omissão
Havendo pluralidade de sócios ostensivos, a liquidação litigiosa da sociedade deverá ocorrer em único processo de prestação de contas. Tendo em conta que a o 265 do Código Civil), o Sendo os sócios participantes os
lação interna entre os s, reservadas ao sócio ostensivo, não estará
se credor for do sócio ostensivo, poderá requerer sua falência, não importando se o crédito surgiu do exercício da conta de -se a sociedade, ito do participante, se houver, será ). Apurando que o sócio participante é devedor da conta, ele deverá complementar a contribuição a que se obrigou.
Não sendo o sócio ostensivo empresário ou sociedade empresária, não estará sujeito se insolvente, poderão seus credores requerer a declaração da Insolvência Civil, que o CPC de 1973 disciplina sob a rubrica
FALÊNCIA DO SÓCIO PARTICIPANTE
O sócio participante, por sua vez, se empresário, também poderá incorrer em falência. Qualquer credor particular do sócio participante poderá requerer sua falência, mas nunca tendo como fundamento a sua participação na SCP, posto que, nesta, ela não se obriga perante terceiros. Se requerida e declarada a falência do sócio oculto, o fato poderá vir a influir na conta, cujo contrato sujeitar
bilaterais (artigo 994, § 3º do Código Civil
Existindo outros participantes, a sociedade continuará em relação a estes, excluindo falido (artigo 1.030, parágrafo único); não havendo outros sócios participantes, a sociedade se desfaz (artigo 1.033, IV), se não achar o
massa. Em qualquer dos casos, os direitos da massa só alcançam os resultados sociais proporcionalmente às contribuições do sócio falido. Se o contrato da SCP pactuar expressamente a resolução em caso de falência,
resolvido, apurando obrigatoriamente o eventual saldo em favor dos contratantes.
RESULTADO, ESCRITURAÇÃO E TRIBUTAÇÃO
Os resultados das SCP devem ser apurados pelo sócio ostensivo, que também é responsável pela declaração de
contribuições devidos pela SCP.
A escrituração das operações da SCP poderá, à opção do sócio ostensivo, ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. Quando utilizados os livros do sócio ostensivo, os registros contábeis e as demonstrações financeiras deverão estar destacados, de modo a evidenciar o que é registro de uma ou de outra sociedade. Da mesma forma, no Livro de Apuração do Lucro Real, as demonstrações para a apuração do lucro real devem estar perfeitamente destacadas.
O lucro real da SCP, juntamente com o IR e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), uma vez que esta não possui CNPJ, são informados e tributados em campo próprio, na mesma declaração de rendimentos do sócio ostensivo.
O IR, a CSL, o PIS e a COFINS são pagos conjuntamente com os valores respectivos, de responsabilidade do sócio ostensivo, usando inclusive o mesmo DARF. A DCTF também é única.
Ocorrendo prejuízo fiscal na SCP, este não pode ser compensado com o lucro decorrente das atividades do sócio ostensivo, muito menos do sócio oculto e nem com
FALÊNCIA DO SÓCIO PARTICIPANTE
O sócio participante, por sua vez, se empresário, também poderá incorrer em falência. Qualquer credor particular do sócio participante poderá requerer sua falência, mas nunca tendo como fundamento a sua participação na SCP, posto que, nesta, ela não se iga perante terceiros. Se requerida e declarada a falência do sócio oculto, o fato poderá vir a influir na conta, cujo contrato sujeitar-se-á às normas aplicáveis aos contratos
do Código Civil), na forma do artigo 117 da Lei
Existindo outros participantes, a sociedade continuará em relação a estes, excluindo falido (artigo 1.030, parágrafo único); não havendo outros sócios participantes, a sociedade se desfaz (artigo 1.033, IV), se não achar o administrador judicial conveniente para a massa. Em qualquer dos casos, os direitos da massa só alcançam os resultados sociais proporcionalmente às contribuições do sócio falido. Se o contrato da SCP pactuar expressamente a resolução em caso de falência, sendo esta declarada, estará o contrato resolvido, apurando obrigatoriamente o eventual saldo em favor dos contratantes.
RESULTADO, ESCRITURAÇÃO E TRIBUTAÇÃO
Os resultados das SCP devem ser apurados pelo sócio ostensivo, que também é responsável pela declaração de rendimentos e pelo recolhimento dos tributos e contribuições devidos pela SCP.
A escrituração das operações da SCP poderá, à opção do sócio ostensivo, ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. Quando utilizados os livros do o, os registros contábeis e as demonstrações financeiras deverão estar destacados, de modo a evidenciar o que é registro de uma ou de outra sociedade. Da mesma forma, no Livro de Apuração do Lucro Real, as demonstrações para a apuração do
estar perfeitamente destacadas.
O lucro real da SCP, juntamente com o IR e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), uma vez que esta não possui CNPJ, são informados e tributados em campo próprio, na mesma declaração de rendimentos do sócio ostensivo.
IR, a CSL, o PIS e a COFINS são pagos conjuntamente com os valores respectivos, de responsabilidade do sócio ostensivo, usando inclusive o mesmo DARF. A Ocorrendo prejuízo fiscal na SCP, este não pode ser compensado com o lucro nte das atividades do sócio ostensivo, muito menos do sócio oculto e nem com O sócio participante, por sua vez, se empresário, também poderá incorrer em falência. Qualquer credor particular do sócio participante poderá requerer sua falência, mas nunca tendo como fundamento a sua participação na SCP, posto que, nesta, ela não se iga perante terceiros. Se requerida e declarada a falência do sócio oculto, o fato poderá á às normas aplicáveis aos contratos Lei nº 11.101/2005. Existindo outros participantes, a sociedade continuará em relação a estes, excluindo-se o falido (artigo 1.030, parágrafo único); não havendo outros sócios participantes, a sociedade conveniente para a massa. Em qualquer dos casos, os direitos da massa só alcançam os resultados sociais proporcionalmente às contribuições do sócio falido. Se o contrato da SCP pactuar , estará o contrato resolvido, apurando obrigatoriamente o eventual saldo em favor dos contratantes.
Os resultados das SCP devem ser apurados pelo sócio ostensivo, que também é rendimentos e pelo recolhimento dos tributos e A escrituração das operações da SCP poderá, à opção do sócio ostensivo, ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. Quando utilizados os livros do o, os registros contábeis e as demonstrações financeiras deverão estar destacados, de modo a evidenciar o que é registro de uma ou de outra sociedade. Da mesma forma, no Livro de Apuração do Lucro Real, as demonstrações para a apuração do O lucro real da SCP, juntamente com o IR e a Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), uma vez que esta não possui CNPJ, são informados e tributados em campo próprio, IR, a CSL, o PIS e a COFINS são pagos conjuntamente com os valores respectivos, de responsabilidade do sócio ostensivo, usando inclusive o mesmo DARF. A Ocorrendo prejuízo fiscal na SCP, este não pode ser compensado com o lucro nte das atividades do sócio ostensivo, muito menos do sócio oculto e nem com
lucros de outras SCP, eventualmente existentes sob a responsabilidade do mesmo sócio ostensivo. Este somente é compensável com lucros fiscais da própria SCP, observado o limite de 30%, cuja regra também é aplicável às demais empresas.
O aporte de recursos para a formação do
ocultos e pelo sócio ostensivo, são tratados como participações societárias permanentes, inclusive sujeitas à equivalência
Os lucros da SCP, quando distribuídos, sujeitam
para a tributação na distribuição de lucros das demais sociedades. Portanto, atualmente (a partir de 1996), os lucros distribuídos pelas SCP são isentos de tributação.
Os resultados das SCP
observância das disposições das leis comerciais e fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (IN 179/87
OPÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO DAS SCP
Esta regra valeu até 31.12.2000, sendo que a partir de 01.01.2001 as SCP, por força da IN SRF 31/2001, podem optar pela
hipóteses de obrigatoriedade do regime de
sociedade em conta de participação pelo regime de tributação com base no lucro presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo, nem a opção efetuada por este implica a opção daquela.
As sociedades em conta de participação que exerçam as atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis não poderão optar pelo lucro presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado (art. 2 da IN SRF 31/2001
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. FAZZIO JR. Waldo. Manual de direito comercial. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda.
Positivo, 2004.
lucros de outras SCP, eventualmente existentes sob a responsabilidade do mesmo sócio ostensivo. Este somente é compensável com lucros fiscais da própria SCP, observado o
30%, cuja regra também é aplicável às demais empresas.
de recursos para a formação do capital da SCP, efetuado pelos sócios ocultos e pelo sócio ostensivo, são tratados como participações societárias permanentes, inclusive sujeitas à equivalência patrimonial quando relevantes em coligada ou controlada.
Os lucros da SCP, quando distribuídos, sujeitam-se às mesmas regras estabelecidas para a tributação na distribuição de lucros das demais sociedades. Portanto, atualmente (a
s distribuídos pelas SCP são isentos de tributação. Os resultados das SCP deverão ser apurados, em cada período
observância das disposições das leis comerciais e fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (IN 179/87).
OPÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO DAS SCP
Esta regra valeu até 31.12.2000, sendo que a partir de 01.01.2001 as SCP, por força IN SRF 31/2001, podem optar pela tributação pelo lucro presumido sendo
hipóteses de obrigatoriedade do regime de tributação com base no lucro real. A opção da sociedade em conta de participação pelo regime de tributação com base no lucro presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo, nem a opção efetuada por este implica a opção daquela.
m conta de participação que exerçam as atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis não poderão optar pelo lucro presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de
IN SRF 31/2001).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. O dicionário da língua portuguesa
lucros de outras SCP, eventualmente existentes sob a responsabilidade do mesmo sócio ostensivo. Este somente é compensável com lucros fiscais da própria SCP, observado o da SCP, efetuado pelos sócios ocultos e pelo sócio ostensivo, são tratados como participações societárias permanentes, patrimonial quando relevantes em coligada ou controlada.
se às mesmas regras estabelecidas para a tributação na distribuição de lucros das demais sociedades. Portanto, atualmente (a deverão ser apurados, em cada período-base, com observância das disposições das leis comerciais e fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas
Esta regra valeu até 31.12.2000, sendo que a partir de 01.01.2001 as SCP, por força tributação pelo lucro presumido sendo observadas as tributação com base no lucro real. A opção da sociedade em conta de participação pelo regime de tributação com base no lucro presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo, nem a opção efetuada por m conta de participação que exerçam as atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis não poderão optar pelo lucro presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de
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societário. v.2. Rio de
. v.1. São Paulo: Saraiva,
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