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CONTROLE DA FUNÇÃO MOTORA

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Academic year: 2021

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CONTROLE DA FUNÇÃO

MOTORA

Geanne Matos de Andrade

Departamento de Fisiologia e Farmacologia

Figura 11.1. Diagrama de blocos descritivo do sistema motor. As cores de cada bloco diferenciam as estruturas efetoras, ordenadoras, controladoras e planejadoras. As setas mostram as principais conexões do sistema.

A organização básica do Sistema Motor

Figura 12.2. Os diferentes feixes medulares, entidades anatômicas que alojam as vias descendentes dos ordenadores motores, ocupam regiões específicas da substância branca medular. No funículo lateral situam-se os feixes córtico-espinhal lateral e rubro-espinhal, ambos componentes do subsistema motor lateral. No funículo ventromedial ficam os demais feixes, componentes do subsistema medial (ou ventromedial). Na figura, os feixes estão representados apenas de um lado da medula para simplificar o esquema e facilitar a compreensão.

Os feixes medulares do sistema motor

Figura 12.1. Os ordenadores do sistema motor atingem os motone urônio s espinh ais a t r a v é s d a s v i a s descendentes. À esquerda estão aqueles que compõem o subsistema ventromedial, e à direita os que compõem o su b si s t e m a l a t e r a l . O pequeno encéfalo indica o plano do corte coronal à direita, e a luneta indica o â n g u l o d e o b se r va çã o ( d o r s a l ) d o s t r o n c o s encefálicos desenhados na parte de baixo. A figura não mostra os núcleos dos nervos cranianos e suas vias.

Ordenadores do

Sistema Motor

Sistemas motores de vias

descendentes- lateral

Mov. apendiculares

voluntários

Rubro-espinhal

Mov. apendiculares

voluntários

Córtico-espinhal lateral

Função

Feixe

Figura 12. 4. As vias descendentes do sistema lateral originam -se no có rte x cere br al e n o mesencéfalo. Os feixes c ó r t i c o - e s p i n h a i s o r i g i n a m - s e principalmente na área motora primária, mas só o maior deles (o lateral) cruza na de cu ssaçã o piramidal antes de atingir a medula (o feixe córtico-espinhal medial não está ilustrado na figura). O feixe rubro-espinhal origina-se no núcelo rubro e cruza no tronco encefálico alto. Os desenhos re pre sentam c o r t e s t r a n s v e r s o s n u m e r a d o s e m correspondência com os níveis representados no peq ue no e ncéf al o d o quadro.

Vias descendentes

-Lateral

(2)

Figura (Quadro 12.1). Os axônios do feixe piramidal (em vermelho) formam as pirâmides bulbares na superfície ventral do tronco encefálico, e cruzam na decussação piramidal, também visível a olho nu. Foto de Rafael Prinz, do Departamento de Anatomia, Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.

Sistemas motores de vias

descendentes- medial

Ajustes posturais da cabeça

e do tronco

Vestíbulo-espinhal medial

Ajustes posturais para a

manutenção do equilíbrio

corporal

Vestíbulo-espinhal lateral

Ajustes posturais

antecipatórios

Retículo-espinhal bulbar

Ajustes posturais

antecipatórios

Retículo-espinhal pontino

Orientação sensório-motora

da cabeça

Tecto-espinhal

Mov. axiais voluntários

Córtico-espinhal medial

Função

Feixe

Figura 12.3. As vias descendentes do sistema medial se originam de diferentes regiões do tronco encefálico. . Os feixes retículo-espinhais originam-se de neurônios da formação reticular pontina e da formação reticular bulbar, e os axônios projetam para motoneurônios do mesmo lado da medula. . Os feixes vestíbulo-espinhais originam-se dos núcleos vestibulares situados no bulbo, e projetam a ambos os lados da medula. O feixe tecto-espinhal origina-se no colículo superior, e seus axônios cruzam para o lado oposto antes de chegar à medula. Os desenhos representam cortes transversais do tronco encefálico, numerados em correspondência com os níveis representados no pequeno encéfalo do quadro.

A B

C.

Vias descendentes - Medial

Tronco Cerebral

TRONCO CEREBRAL

Funções motoras:

Equilíbrio, Mov. oculares

.

Sustentação do corpo de pé contra a

gravidade



Núcleos reticulares –Pontinos (excitam) e bulbares

(inibem) os músc. antigravitários da coluna

vertebral e músc. extensores dos membros



Núcleos vestibulares (excitam) os músculos

antigravitários

Núc. Bulbares- estimulados pelo córtex, núcleos

vermelhos, núcleos da base

Animal descerebrado- rigidez espástica, não tem a via

inibitória superior e sofre oposição do reflexo de

estiramento

APARELHO VESTIBULAR

Mácula-

órgão sensorial do utrículo e

do sáculo



Função- detecção da orientação da

cabeça com relação à gravidade,

manutenção do equilíbrio estático e

aceleração linear



Mácula do utrículo- orientação quando

se está de pé



Mácula do sáculo- orientação quando

(3)

APARELHO VESTIBULAR

Canais semicirculares

Ampola-

órgão sensorial dos canais

semicirculares

Função



Alerta o SNC sobre variações na

velocidade e na direção da rotação da

cabeça nos três planos espaciais

(aceleração angular), função preditiva

na manutençaõ do equilíbrio

Figura 6.13. A

B

C O mecanismo de transdução audioneural ocorre nas células receptoras da cóclea, cuja estrutura é mostrada em . Quando ocorre a vibração da membrana basilar, os estereocílios são defletidos, ocorrendo despolarização ou hiperpolarização do receptor ( ), segundo o sentido da deflexão. Sendo uma vibração, a deflexão dos estereocílios ora se dá para um lado, ora para o outro, e essa alternância é acompanhada pelo potencial receptor, mostrado em .

Figura 6 .14. O órgão receptor da audição e o do equilíbrio compartilham o mesmo sistema de túbulos ósseos e membranosos (os labi rinto s), incru stad os dentro do osso temporal ( ) . O s c a n a i s semicirculares cheios de endolinfa apresentam uma dilatação (ampola), onde estão as células ciliadas que respondem à aceleraçã o angu lar

(setas vermelhas) que re sul ta de vári os movimentos do pescoço. De modo parecido, os órgãos otolíticos (sáculo e utrículo) apresentam uma região (mácula) que aloja células ciliadas ( ). O peso dos otólitos ajuda a defletir os estereocílios a cada a ce l e ra çã o l i n e a r d a cabeça (seta vermelha), i n c l u s i v e a p r ó p r i a gravidade. A C ( ) da cabeça B

Figura 6.15. . A deflexão dos cílios nos órgãos otolíticos é provocada pelo movimento dos otólitos, e este pela ação da gravidade e pela aceleração linear da cabeça. A inércia da perilinfa causa o seu deslocamento “atrasado” em relação ao da cabeça, no início do movimento. No final do movimento dá-se o contrário: a perilinfa continua a “arrastar” os otólitos quando a cabeça pára. . Já nos canais semicirculares, a deflexão dos estereocílios é causada pela inércia da cúpula, que se desloca em sentido contrário às rotações da cabeça.

A

B

APARELHO VESTIBULAR- Equilíbrio



Reflexos posturais vestibulares



Mecanismos para a estabilização dos

olhos

sinais dos canais

semicirculares-rotação dos olhos na direção igual e

oposta á rotação da cabeça.



Outros fatores relacionados ao

equilíbrio

- informação dos proprioceptores do

pescoço

- informação visual na manutenção

do equilíbrio

APARELHO VESTIBULAR

Conexões do aparelho vestibular com o

SNC



Feixe vestíbulo-espinhal e

retículo-espinhal- equilíbrio



Lobo floculonodular- alterações na

direção dos movimentos



Fascículo longitudinal medial- mov.

corretivo dos olhos



Feixe vestíbulo-espinhal medial- mov.

(4)

Figura 12.5. Alguns dos circuitos posturais têm o r i g e m n o s ó r g ã o s vestibulares (à direita), o u t r o s n o s f u s o s musculares dentro dos músculos. Desses dois ó r g ã o s r e c e p t o r e s emergem as vias aferentes (em azul). As principais estruturas que comandam as reações posturais são os núcleos vestibulares, q u e c o m a n d a m a musculatura do corpo, e os núcleos motores do globo ocular, que comandam a musculatura extra-ocular. Por simplicidade, só estão ilustradas (em vermelho) as via s e fere ntes do c e r e b e l o , n ú c l e o ab du ce n te e núcl e os vestibulares.

Circuitos posturais

Figura 12.6. Os axônios de comando dos movimentos oculares originam-se nos núcleos dos nervos motores do globo ocular, com um padrão específico de inervação. À esquerda estão representados cortes transversos do tronco encefálico, cuja vista dorsal está representada à direita. Os movimentos de estabilização do olhar são comandados a partir de informações veiculadas pela retina aos núcleos pretectais, que por sua vez emitem projeções até os núcleos dos nervos cranianos correspondentes. Observar que apenas o núcleo troclear emite projeções cruzadas.

Comando dos

movimentos oculares

Grupo

Tipos

Circuitos

Vestíbulo-oculares

Labirinto  Núcleos vestibulares 

Núcleos motores oculares

Estabilização

do olhar

Optocinéticos

Retina  Núcleos pretectais  Oliva

inferior  Cerebelo  Núcleos

vestibulares  Núcleos motores oculares

Sacádicos

Córtex frontal e Núcleos da base 

Colículo superior  Formação reticular

 Núcleos motores oculares

Conjugados

De

seguimento

Córtex visual  Núcleos pontinos 

Cerebelo  Núcleos vestibulares 

Núcleos motores oculares

Convergentes

Desvio do

olhar

Disjuntivos

ou de

vergência

Divergentes

Formação reticular mesencefálica 

Núcleos motores oculares

Movimentos oculares

F i g u r a 1 2 . 8 . O s movimentos sacádicos são comandados pelo córtex frontal e pelo c o l í c u l o s u p e r i o r (neurônios vermelhos) através da formação reticular pontina do lado oposto. Os neurônios desta (em azul) projetam aos núcleos motores do globo ocular.

Movimentos

sacádicos

O ALTO COMANDO MOTOR

Áreas corticais



Córtex motor primário (área 4)

direção, força e velocidade do mov., ex. controle

dos músc. da mão, fala, tronco, pernas,



Área pré-motora (área 6)

antecipação (facilitação) do ato motor complexo,

tarefas específicas- ex. posicionar ombros e

braços, formação de palavras



Área motora suplementar (área 6 e 8)

preparo de atos complexos, que requerem esforço

consciente, ex. tarefas bimanuais complexas,

fechamento e rotação das mãos, mov. dos olhos,

bocejo, vocalização



Córtex parietal posterior (área 5,7)

motivação e ação (lesão- Negligência)

Figura 12.9. As áreas motoras corticais estão representadas em tons de azul. As áreas representadas em tons de verde conectam-se com as primeiras, mas não fazem parte do sistema motor. O desenho de cima ilustra a face lateral do hemisfério esquerdo, e o desenho de baixo ilustra a face medial do hemisfério direito. Todas as áreas representadas, entretanto, existem em ambos os hemisférios. Abreviaturas no texto. Os números referem-se à classificação citoarquitetônica de Brodmann.

Córtex parietal posterior Área 4 Área 6 Área 5 Área 7 MS PM M1 S1 S2 Campo ocular frontal (Área 8) Córtex prefrontal MC (Área 24)

© CEM BILH ESÕ DE NEUR NIOSÔ by Roberto Lent

(5)

F i g u r a 1 2 . 1 0 . A s o m a t o t o p i a é u m importante princípio de organização de M1. . A estimulação elétrica de partes do giro pré-central pe rm i te i de a li zar um h o m ú n c u l o q u e representaria o “mapa motor” do corpo humano na superfície cortical. . Os experimentos feitos no cé r eb r o de ma ca cos indicaram que cada ponto estimulado pode provocar a a tiva çã o de vá rios músculos. O desenho de baixo representa u ma ampliação do desenho de cima, e os campos em preto rep resen ta m as partes do corpo do macaco que se movem quando cada ponto do córtex é estimulado eletricamente. A

B

Modif icado de Woolsey e c o l a b o r a d o r e s ( 1 9 5 1 ) . Research Publications of the Association for Research in Nervous and Mental Diseases, 30: 238-264.

A Somatotopia - o mapa motor do corpo humano na superfície cortical

CÓRTEX MOTOR

Áreas motoras especializadas

(pré-motora e suplementar)



Área da Broca

formação das palavras, movimento da

boca e língua, respiração.



Movimento voluntários dos olhos,

pálpebras (piscar)



Rotação da cabeça



Habilidades manuais (lesão- apraxia

motora)

Figura 12.12. Imagem de ressonância magnética funcional de um indivíduo durante o movimento do polegar direito. Aparecem ativas as áreas motora primária (M1) e somestésica primária (S1), e a área motora suplementar (MS). S1 é ativada porque o próprio movimento causa estimulação somestésica. E = hemisfério esquerdo; D = hemisfério direito. Imagem cedida por Jorge Moll Neto, Grupo Labs - Rede D’Or.

lateralmente medialmente

F i g u r a 1 2 . 1 5 . Planejamento e comando motor envolvem áreas d i f e re n t e s d o có r t e x cerebral. . O movimento si m p l es d e u m de d o provoca a ativação de M1 e S1 no hemisfério esquerdo. . U m m o v i m e n t o co m p l e xo en vo l ven d o vários dedos em seqüência provoca a ativação de várias áreas em ambos os hemisférios. . Pensar no movimento anterior, sem fazê-lo, ativa apenas a região de planejamento motor. A B C Modificado de Roland (1993). Brain Activation. Wiley-Liss, New York, EUA.

O planejamento motor

Figura 12.16. O experimento de Passingham. Enquanto o indivíduo tenta descobrir a seqüência correta de movimentos ( ), as áreas ativadas são diferentes de quando ele a descobre ( ). BModificado de Jenkins e colaboradores (1994) A Journal of Neuroscience 14: 3775-3790.

O experimento de Passingham

(6)

Figura 12.17. O cerebelo po ssu i um có rte x n a su p er fíci e , e n ú cle os profundos no seu interior. . Vista dorsal do cerebelo (indicada pela luneta no pequeno encéfalo acima e à direita), com os núcleos profu ndos de sen hados “por transparência”. . Vista ventral do cerebelo (pequeno encéfalo abaixo à d i r e i t a ) , c o m o s pedúncul os cerebelares cortados. A B

O Cerebelo

Figura 12.18. .A B.

Do ponto de vista das suas conexões, o cerebelo é subdividido em três regiões: verme, hemisférios intermédios e

hemisférios laterais. Os núcleos profundos recebem aferentes seletivos de cada subdivisão. As subdivisões conectivas do cerebelo são também funcionais, e se relacionam com os subsistemas motores, definindo o vestíbulo-cerebelo, o espino-cerebelo e o cérebro-cerebelo. Os diagramas de blocos representam os aferentes e os eferentes de cada subdivisão funcional.

O cerebelo e suas conexões

Figura 12.19. Uma pequena fatia do córtex cerebelar (detalhe acima, à esquerda) é representativa de todas as regiões. representa as fibras aferentes do cerebelo (em vermelho). representa as fibras eferentes do córtex cerebelar, que emergem das células de Purkinje (em vermelho). ilustra os interneurônios principais (também em vermelho).

A B

C Modificado de Martin (1996). . Appleton & Lange: Stamford, EUA.

Neuroanatomy

A citoarquitetura do cerebelo

Funções do cerebelo

• Controle dos movimentos posturais e de

equilíbrio (junto com a ME e TC)

• Controle por feedback dos movimentos

distais

- Planejamento do curso temporal e o

sequenciamento do movimento sucessivo

- Coordenação da contração dos músculos

agonistas e antagonistas

- Controle on line da execução dos movimentos

(antes e durante a sua execução), planejamento

dos moviemntos sequenciais

- Amortecimento dos movimentos, evitar movim.

excessivos

- Controle dos movimentos balísticos

- Predição extramotora

Sinais e sintomas da lesão cerebelar

• Perda do equilíbrio

• Dismetria e ataxia

• Ultrapassagem

• Disdiadocinesia

• Disartria

• Tremor de intenção

• Nistagmo

• Rebote (perda do reflexo de

estiramento)

• Hipotonia

(7)

Os Núcleos da base

Tabela 12.3

Os núcleos da base

Origem

Complexo

Núcleos

Abreviaturas

Nu. Caudado

Cd

Nu. Putâmen

Pu

Nu. Acumbente

*

Ac

Corpo

Estriado

Tubérculo Olfatório

*

TO

Externo

GPe

Interno

GPi

Telencéfalo

Globo Pálido

Ventral

*

GPv

Diencéfalo

Nu. Subtalâmico

ST

Parte compacta

SNc

Substância

Negra

Parte reticulada

SNr

Mesencéfalo

Área Tegmentar Ventral

*

ATV

Figura 12.20. Os núcleos da base (em verde) ficam no interior do encéfalo, e são atra vessados pela cápsula interna (em azul). . Representação “por transparência” dos núcleos da base, atravessados por dois dos feixes da cápsula interna. A figura indica o plano de corte utilizado em B. . Representação do co rte in di ca do em A , mostran do també m os nú cl eo s d a b a se em relação à cápsula interna. A

B

Núcleos da Base

Funções dos Núcleos da Base

• Controlar padrões complexos da

atividade motora

Iniciar e parar o movimento

• Controle do curso temporal e a escala

da intensidade dos movimentos (em

associação com o córtex parietal)

•Planejamento cognitivo das

combinações de padrões motores

seqüenciais e paralelos para atingir

objetivos conscientes específicos

Conexões de entrada e de saída nos

Núcleos da Base

Figura 12.21. . A

B O corpo estriado (Caudado + Putâmen) recebe a maioria dos aferentes dos núcleos da base, provenientes do córtex cerebral e da substância negra. . O globo pálido (Globo Pálido externo + Globo Pálido interno) recebe do estriado e do núcleo subtalâmico, e envia eferentes ao tálamo.

(8)

Conexões normais nos Núcleos da Base

Sinais e sintomas da lesão dos

Núcleos da Base

• Hipercinesia

• Hipocinesia

Discinesias

Perda do controle motor voluntário

e de sua regulação

Sinais e sintomas da lesão dos

Núcleos da Base

• Coréia

Coréia de Huntington

• Atetose

• Balismo

• Distonia

Distonia de Torção Idiopática (DTI)

Torcicolo espasmódico

•Tiques

Discinesia Hipercinética

F i g u r a 1 2 . 2 3 . A B C D . R e p r e s e n t a ç ã o d o s circuitos dos núcleos da base em um indivíduo normal, com os neurônios inibitórios representados e m v e r m e l h o , e o s excitatórios em azul. . N o s d o e n t e s parkinsonianos, neurônios n e g r o - e s t r i a d o s d e g e n e r a m . . N o s pacientes com balismo, degeneram os neurônios subtalâmico-pálidos, e nos pacientes com doença de Huntington ( ), são os neu rôni os espi nho so s médios do corpo estriado que degeneram. Alguns dos sin tom as dessa s d o e n ça s p o d e m se r explicados analisando os circuitos (veja o texto). Abreviaturas como na Figura 12.21.

Doença de Huntington

(9)

Sinais e sintomas da lesão dos

Núcleos da Base

• Doença de Parkinson

Hipocinético

Referências

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