UNTVERSIDADE FEDERAL DA FARAiBA CENTRO DE FOR MAC SO DE FROFESSORES DEFARTAKENTO DE EDUCAOAO
CURSO DE FEDAGOOIA
EST AO 10 SUFERVISIONADO EN ADMINISTRACAO ESCOLAR CANFUS V - CAJAZEIRAS - FARAx8A
A EDUCACAO NA CIDADE DE 8AIXI0 - SEARA ONTEN E HOJE
Francisea SeniIda de Santiago Santos
Francfsea Sent Ida de Santiago Santos Estag ia'r ia
A Educacao na Cidade de Ba i;<io-CE nos per t'ados 1979 •- 1992 (ONTEM)
i 993 (HQJE)
H'onografia apresentada para Conelusao do Curse de Graduacao em Pedagog ia -Campus V Campus V - UFFb
Or i en tad or a '• Pro-f'a. Ana Haria Mo'brega
P A U S A f» A R A P IZ i-s! S A f 3
VIDA: nio saber denifi-la nao import a, saber vive-la e o essenc i al .
S e n h o r , tu te proclamaste a V I D A , ensina-nos a v i v e r .
Ao Iongo desta c a m i n h a d a , c a r r e r o risco iremos, mas se tua vida
estiver em nossas v i d a s , mais vidas t e r e m o s .
Saibamos nds pisar firmes no seio da r e a l i d a d e , partilhando com os companheiros de Jornada que trilham a mesma e s t r a d a , visando a et erni d a d e .
E , neste c a m i n h a r , onde encontramos mais vida?
Sera na agitacao do vento t u f a o , que na passagem arrebatada outras v i das?
Nao sera no silencio a t i v o , comt emp 1 at i vo . . . Onde o infill i to palpita jorrando vida para se doar?
Nao sabemos S e n h o r .
Somente sabemos que mais vida teremos se ressuscitarmos contigo e se agirmos sob os impulsos t e u s , p o r q u e . . .
A C3 R A t> EE C I M EEI I T O 3
& D E U S , razao da nossa existenc ia, agradeco pel a fore a e coragem que tern me concedido para que eu prossiga minha caminhada em busca da realizacao dos meus idea is e pel a delicidade que est a me proporcionando h o j e , ao ver realizado urn dos meus ideais.
Aos meus p a i s , pelo apoio e incentivo que me foi dado para que eu pudesse concluir o c u r s o .
A Coordenadora do Estagio e todos os professores que con-tribuiram, colocando em minhas maos as ferramentas com as quais procurarei abrir novos h o r i z o n t e s , rumo a satisfacao plena dos meus ideais profissionais e h u m a n o s .
Ao Ex--Prefeito da cidade de Ico-CE, S r . Oriel Guimaraes Nu-nes q u e , muito contribuiu no tocante ao t r a n s p o r t s , como tambem ao atual P r e f e i t o , D r . Qui Ion Peixoto Farias q u e , mesmo antes de a s -sum i r a Prefeitura nos ajudou e continua ajudando a todos de sua cidade e cidades v i z i n h a s , no deslocamento desse pessoal para a
faculdade.
O I I D I O A T C D f 3 I A
&s pessoas a quem eu mais amo: MEU P A I , MINHA M & E , por te-rem comparti1hados os meus ideais e por tete-rem sido o sustentaculo do meu exito;
A todos que direta ou indiretamente incentivaram-me a pros-seguir na J o r n a d a , fossein qua i s fossem os o b s t a c u l o s ;
h v o c e s , dedico a minha conquista, com a mais profunda
:c Is! o x C IE
1. Apresentacao .08 2 . Just i f i c at i va 09 3 . H i st or i co do Mun i c i'p i o - 13a i J< i o - CE .. . i i
3 . 1 . Etimologia da palavra . i i .
3 . 2 . 1932/1956 12 3 . 3 . 11956/1992 15 3.4. Prefeitos e v*ice-prefeitos - 1956/1993 19
4 . Car act er i zacao Geral do Munici'pio ...20 5 . Histdrico da Criacao do OME ...24
5 . 1 . Relacao dos primeiros professores do mun i c I'P i o . .27
5 . 1 . 1 . Professores com o primario 27 5 . 1 . 2 . Professores com o ginasio 30 6 . Criacao da Secretaria da Educacao .30
6 . 1 . Quadros Demonstratives ..35 7 . Apli cacao e analise especi'fica de guest i on ar i os ...37
8 . Analise conclusiva de quest i onar i os ...55 9 . Conclusao Geral e Proposta para solucao...62
1 0 . 13 ibl iograf ia 65 1 1 . Anexo • ....66
A P R I E S I E M T A C 25 O
0 presents trabalho realizou-se na Secretaria Municipal da Educacao da Cidade de Baixio - C e . , com o objetivo de analisar a educacao na refer i da c i d a d e , em do is peri'odos:
1979 - 1992 < ONTEM)
1993 (HOJE)
Para realizarmos essa a n a l i s e , tornou-se necessario evidenciar algumas questoes que erara objetos de curiosidade e
insatisfacao da minha pessoa en quanto estagiaria do Curso de Pedagog i a .
As referidas questoes sao as seguintes:
1 - Ni'vel de participacao dos a l u n o s , p r o f e s s o r e s , super v i s o r e s , comunidade frente ao Orgao Municipal de Educacao ( O M E ) .
2 - Postura do O M E .
3 ~ Ni'vel de participacao dos a l u n o s , p r o f e s s o r e s , super v i s o r e s , comunidade frente a Secretaria da E d u c a c a o .
4 - Postura da Secretaria da E d u c a c a o .
Para evideneiarmos e*sas questoes procurei t r a b a l h a r , do ponto de vista metodoldgico com a aplicacao e analise de questionarios a pais de a l u n o s , a l u n o s , p r o f e s s o r e s , supervisores e d e -nials membros da Secretaria Municipal da E d u c a c a o .
Em paginas seguintes voce encontrara os referidos questio~ narios e suas respectivas a n a l i s e s .
- J
u s
x x i ~ xo
A X X v AA Educacao formal brasileira, h i s t o r i c a m e n t e , vera sendo de-terminada por urn contexto sdcio-politico-economico-cultural que nao e coerente com a realidade e necessidade do povo b r a s i l e i r o , Sabemos que essa dependencia se da apartir de um modo de p r o d u c a o ,
que, no nosso c a s o , e o modo de producao capitalist a .
Se sabe da funcao do Estado numa sociedade capitalista que e uma sociedade dividida em classes sociais distintas e antagoni-c a s . Onde a funantagoni-cao do Estado e de intermediador dos interesses da classe d o m i n a n t e .
Por essa r a z a o , nao e difi'cil se constatar no nosso pat's, realidades onde a funcao da Escola e de fortalecimento destas classes s o c i a i s , atraves da reproducao de v a l o r e s , ideias, c u l t u -r a l , enfim da cosmovisao da classe domiante como o unico mundo correto e possi'vel. P o r e m , isto nao quer d i z e r , que essa e a unica
funcao da e s c o l a , ou s e j a , a escola nao assume apenas o papel de r e p r o d u t o r a . Sabemos da dificuldade e da falta de formacao que e s -sa mesma escola e n f r e n t a , no sentido de despertar a outra funcao da e s c o l a , que e a de aproveitar esse espaco ideologicamente pa-d r o n i z a pa-d o , no sentipa-do pa-de fazer brotar a circulacao pa-de uma
contra-ideologia e a partir dai fomentar uma postura do e d u c a d o r , que e o de trabalhador em e d u c a c a o , ou seja, um profissional engajado com-p r o m i s s a d o , que com-possua forca de vontade com-para mudar a realidade da escola e da comunidade a qual est a inserida.
P o r t a n t o , a partir da postura do e d u c a d o r , a Escola pode assumir duas funcoes opostas:
Uma e a de trasmissora da ideologia d o m i n a n t © , reproduzindo a dessigualdade da sociedade capitalista, inculcando valores que
formam uma consciencia ingenua, tornando o homem um ser alienado socialmente ou defensor fanatico de valores e interesses que o ex~ P l o r a m . A outra e contraditoria a est a, pois procura orientar o homem para ser l i v r e , c o n s c i e n t e , cri'tico, criativo e reflex ivo. Esta segunda funcao leva o homem a atuar pela transformacao da propria escola e da s o c i e d a d e . E a fomentacao para a criacao de uma visao de mundo propria da classe d o m i n a d a .
Como e d u c a d o r a , estagiaria do Curso de P e d a g o g i a , preocupa™ da com a situacao em que se encontra a educacao tarasileira, resol-vi pesquisar e analisar o processo educacinal em meu munici'pio, ou s e j a , em 13a i x i o - C e .
e A x x x o
ETIMOLOGIA DA PALAVRA - Banco de areia o qual as aguas de mares ou rios atingem pouca p r o f u n d i d a d e .
A denominacao do Munici'pio teve or i gem na fazenda de criar do C e l . Liberalino Jose de C a r v a l h o , onde a maior parte era cons-titui'da de terras baixas que formavam imensos atoleiros em epocas de inverno.
Da i' se or i g i nou a denom i nacao de O A X. X X O
E3 A X X X O - - ± * ? 3 £2 — ± « ? «5 A
Da fazenda do C e l . Liberalino Jose de Carvalho surge Baixio e sens primeiros habitantes com a implantacao da antiga RVC (Rede Viacao Cearense) em 1 9 2 1 , a qual inaugrada em 05 de agosto de
1932, com a passagem da maquina Maria Fumaca Ns 39 guiada pelo maquinista I s r a e l . Com o e v e n t o , for am se instalando fami'lias de c o -mer ci antes e f e r r o v i a r i o s , onde se efetivou um lento crescimento populac i o n a l .
Em 1 9 3 2 , Baixio foi elevado a categoria de cidade sediando os distritos de Umar i e Ipaumirim, passando a ser sede do Munici'-p i o , tendo em vista a sua localizacao c e n t r a l , o seu crescimento economico a ser servido pel a R V C , ramal da Parai'ba, que facilitava o escoamento da safra agri'cola.
Para o cargo de is prefeito foi nomeado o S r . Joaquim AIves que por razoes desconhecidas nao assumiu o g o v e r n o , sendo nomeado entao pelo Covernador Menezes P i m e n t e l , Josa B i s p o .
0 S r . Prefeito despachava num predio localizado a Rua 31 de m a i o , hoje propriedade da S r a . Santana Ferreira B e z e r r a . Logo a p d s , tambem em carater de nomeacao foram atribui'dos os cargos de prefeito aos S r s . D r . Carlos G a r c i a , D r . Joao C a m p o s , C e l . Joaquim L e i t e , T e n . Cruz e o D r . Joaquim Jorge de Souza F i l h o .
Em 1933 o S r . Governador Menezes Pimentel decreta as p r i -meiras eleicoes para p r e f e i t o , sendo eleito pel a Liga Eleitora'l Catdlica ( L E O o S r . Cicero Henrique Brasileiro e a primeira
Cama-ra de V e r e a d o r e s , compost a pelos edis: Jose Maria R i b e i r o , C e l . Jose Leite R i b e i r o , Antonio Goncalves e Francisco Felizardo V i e i •-r a , os qua is com o p•-refeito eleito deve•-riam administ•-ra•-r de 1934 a 1937, mas por questoes pertinentes a Revolucao de 1930, o prefeito Ci'cero Henrique Brasileiro terminou o seu mandato e em seguida ob-teve o poder ate 1 9 4 5 , como interventou m u n i c i p a l . Foram ainda no-meados para o cargo de prefeito os S r s . Luis Leite da N d b r e g a , Lui's Bezerra e S i l v a , Jose Leite R i b e i r o , Pedro Maria e Osvaldo Ademar B a r b o s a , terminando est a fase com a perda de autonomia do munici'pio em 12 de dezembro de 1953 quando f o i entao transfer ida a sede do munici'pio para a vila de Ipaumirim, governava o estado na epoca S . E x . 0 entao governador Carneiro de M e n d o n e a , o qual re-cebeu uma proposta de restauracao do munici'pio de B a i x i o , at raves de uma comissao for mad a pelos S r s . Ci'cero Henrique B r a s i l e i r o , V i -cente Brasileiro e Gerson C a v a l c a n t e .
Somente em 1 9 5 6 , na gestao do governador Paulo S a r a s a t e , f o i que o Munici'pio de Baixio conseguiu def i n i t i vament e a sua emancipacao, desmembrando-se da cidade de Ipaumirim e declarando sua tao d e s e j a d a , Independencia Poli'tica, com a lei Ns 3.338 de 15 de s e t e m b r o .
A primeira escola p u b l i c a , denominada Escolas R e u n i d a s , foi fundada no ano de 1934, funcionando apenas com o p r i m a r i o .
As primeiras professores publicas do Munici'pio foram: Li'bia Lustosa Cabral , Eloisa L u s t o s a , Gu i Dinar Ferreira e Elvia Mot a.
0 primeiro est abel ec i ment o comercial do munici'pio era de propriedade do S r . Jose Alves de F a r i a s , localizado na rua 7 de set e m b r o .
± 3 . 3
A junta de service. Militar foi instalda no ano de 1934 e o primeiro Delegado Civil de Baixio foi o S r . Joaquim Ribeiro de F a -r i a s .
Em 1924, foi construi'do a 1 Capela de B a i x i o , no local ho-je denominado Rua Duque de C a x i a s , e nesse mesmo ano Foi adquirida pelo S r . Francisco Pereira a imagem do Padroeiro Sao F r a n c i s c o .
Existia em Baixio nos idos de 1932, um conjunto industrial composto das fabricas de beneficiamento de algodao - fabricacao de r e s i d u o , sabao e extracao de dleos v e g e t a i s .
E3 A X X X O — ± <P "3 -cS — ± * ? * ? S
A Histdria de Baixio e de seu lento desenvolvimento deve-se apenas nao so por estar localizado numa regiao que engloba o Pol i'
-90110 das S e c a s , m a s , tambem por grandes quest oes poli'ticas
ocorridas em seu princi'pio, quando entao chefe poli'tico da vila de I p a u -mirim, D r . Francisco Vasconcelos de A r r u d a , entrou em divergencias poli'ticas e ideologic as com os chefes 1 oca is: Ci'cero Henrique B r a -s i l e i r o , Jo-se Ferreira Lima e o u t r o -s , naquele marcado ano de 1953, Baixio perdeu a sua condicao de cidade e de c o m a r c a , com a trans-ferineia da sede para Ipaumirim. Mas B a i x i o , comecou gradualmente a progredsir poli'tica e s o c i a l m e n t e , com a ascensao de uma nova geracao de poli'ticos ao Poder Municipal; em 1956, quando foi r e s -taur ado o Munici'pio de B a i x i o , asusm i u a Prefeitura por nomeacao do governo do Estado do G e a r a , Paulo S a r a s a t e , o S r . Antonio F e r reira L i m a , continuando sua administracao ate 1 9 5 8 , e a Camara M u -nicipal compost a pelos seguintes membros: Joao de Sousa C a r v a l h o , Raimundo M a r i a n o , Laudimiro Moreira, Salustiano Soares de M a t o s , Pedro Ferreira L i m a , Sebastiao Dantas de Hoi a n d a , Raimundo Brasil de 01i ve i r a .
Nesse mesmo ano 1 9 5 8 , foi eleito at raves do voto direto e secreto o S r . Ci'cero Henrique B r a s i l e i r o , que fee sua admin ist r a cao de 1959 a 1962 e a Camara de vereadores: Francisco Pontes T r i -g u e i r o , Sebastiao H o l a n d a , Everson Tri-gueiro dos S a n t o s , Joao de Souza Carvalho e Lucas Ricarte de A l e n c a r .
± 5 5
Em 1962 foi eleito prefeito de baixio assumindo em 1963 o S r . Jose Ferreira lima, e a Camara de Vereadores era composta p e -los seguintes membros: Zdzimo Alves de F a r i a s , Lucas Ricarte de A l e n c a r , Joao de Souza C a r v a l h o , Jose Alves F i l h o , Manuel Ferreira P o n t e s , Francisco Ramalho Sobrinho e Francisco Pereira de S o u s a .
Que governaram o Munici'pio ate 1966, per t'odo no qua! a c i -dade de Baixio foi urbanizada e muitas obras foram c o n s t r u i d a s . Ainda no final de 1966 e eleito prefeito o D r . Hugo Lima B r a s i l e i -r o , e os seguintes v e -r e a d o -r e s : Zdzimo Alves de F a -r i a s , Izaias Quar e s m a , Lucas RicaQuarte de A l e n c a Quar , Joao de Souza C a Quar v a l h o , Joao B a -tista F i l h o , Jose Ribeiro Campos e Zeferina Brasileiro Diniz
Que exerceram seus mandatos ate 1970, em 1970 e eleito pela segunda vez prefeito de Baixio o S r . Jose Ferreira Lima que desem-penha seu mandato ate 1972, tendo na Camara Municipal os seguintes senhores: Zeferina Brasileiro D i n i z , Francisco Ramalho S o b r i n h o , Joao Quaresma T r i g u e i r o , Francisco Pereira de S o u z a , Francisco Ferreira de Farias e Jose Alves F i l h o .
Nesse per 1'odo a polt'tica partidaria de Baixio en c err a uma
fase marcada pelas divergencias ideoldgicas representadas pelos patri areas: Ci'cero Henrique Brasileiro e Jose Ferreira L i m a .
Para o per 1'odo de 1972 1976 foi eleito Prefeito o S r . V i
-cente Jose Honorato (Parnaiba) que criou um decreto instituindo a Bandeira do Munici'pio, sendo nessa epoca a Camara Municipal repre-sentada pelos S r s . : Francisco Pereira de S o u z a , Nilton Ricarte de A l e n c a r , Francisco Ferreira de F a r i a s , Francisco Pontes T r i g u e i r o , Ever son Trigueiro dos S a n t o s , Milton Cava 1 cant e de Souza e Acri'sio Alves N u n e s .
Para a gestae de 1977 1 9 8 2 , foi eleito o S r . Everson T r i gueiro dos Santos e a Camara Municipal composta com os S r s . : B o n i -facio Moura R o c h a , Jose Campos R i b e i r o , Izaias Q u a r e s m a , Nilton Ricarte de A l e n c a r , Jose Olimpio Moura R o c h a , Joao de Souza C a r v a -lho e Acri'sio Alves N u n e s .
Para o per 1'odo 1983 - 1988 foi eleito Prefeito Municipal o
S r . Nilton Ricarte de A l e n c a r , sendo a Camara Municipal formada pelos seguintes S r s . : Jose Campos R i b e i r o , Joao Ferreira B r a z , Raimundo Ribeiro de M a t o s , Beni'cio Olegario dos S a n t o s , Jose 01 I'mpio Moura R o c h a , Francisco Ferreira de Farias e Joao Batista F i -l h o .
Passando a adm i n i stracao do Munici'pio ao S r . Jose Humbert o
Moura Ramalho que foi eleito para o per 1'odo de 1989 1992 e a C a
-mara Municipal composta pelos S r s . : Jose Olfmpio Moura R o c h a , Elezer Lopes de S a l e s , Raimundo Adcelio Carvalho de F a r i a s , Jose B o nifacio de M o u r a , Jose Geraldo Ferreira de F a r i a s , Jose Almir P a r -n a i b a , Jose Ubaldo de A r a u j o , Fra-ncisco Ramalho Dias e Jose Edmar Costa de A l e n c a r .
Foi nest a gestao administrativa que foi promulgada a lei Organ ica do Munici'pio.
Em 1992, foi eleito pela segunda vez Prefeito de B a i x i o , o S r . Nilton Ricarte de Alencar para administrar o Munici'pio no pe~ r 1'odo de 1993 ••- 1996 juntamente a Camara composta pelos Srs.: Jose
Machado B a t i s t a , Osmar Crispin Dias, Francisco Ramalho D i a s , Jose Bonifacio de M o u r a , Jose Edmar Costa de A l e n c a r , Joao Quaresma Trigueiro, Gloria Aparecida Ferreira B o r g e s . Sebastiao Trigueiro dos Santos e Jose Oli'mpio Moura R o c h a , tendo esse se afastado e
± 7 5
p
R E : P E ::r r o
3 E V X G I E —p
R I E I~ I E X T C3 e D O M U M X. O X P X O O I E B A X X X O± *? 55 — ± *? 3
. PREFEITO: Antonio Ferreira Lima (nomeado . PREFEITO: Ci'cero Henrique Brasileiro
VICE-PREFEITO: Lucas Ricarte de Alencar . PREFEITO: Jose Ferreira Lima
VICE-PREFEITO: Vicente Castano de Brito . PREFEITO: D r . Hugo Lima Brasileiro
VICE-PREFEITO: Vicente Jose Honorato . PREFEITO: Jose Ferreira Lima
VICE-PREFEITO: Izaias Quaresma de Mora is . PREFEITO: Vicente Jose Honorato
VICE-PREFEITO: Raimundo Ribeiro de Matos . PREFEITO: Everson Trigueiro dos Santos
VICE-PREFEITO: Luis Alves da Costa . PREFEITO: Nilton Ricarte de Alencar
VICE-PREFEITO: Ci'cero Henrique Brasileiro . PREFEITO: Jose Humberto Moura Ramalho
VICE-PREFEITO: Serafim Brasileiro de Farias . PREFEITO: Nilton Ricarte de Alencar
VICE-PREFEITO: Benicio Olegario dos Santos
- 1956 a 1958 ~ 1959 a 1962 - 1963 A 1966 - 1967 A 1970 - 1971 a 1972 - 1973 a 1976 - 1977 a 1982 - 1983 a 1988 - 1989 a 1992 - 1993 a 1996
G A R A G T E R X Z A C S O G E R A l_ D O M U M X G x R X CD
Baixio e uma cidade de baixo p o r t s , sendo a 6 Regiao A d m i -nistrativa local izada na Regiao Sertao do Salgado com uma distaiv-cia de 428 Km da C a p i t a l , 1imitando-se ao Norte com cidade de Uma-r i', ao Sul - IpaumiUma-rim ao Leste com o Estado da PaUma-rai'ba e ao Oeste com a cidade de Lavras da M a n g a b e i r a .
Tern como extensao territorial uma area de 157 Km* possui 30% da topografia p l a n a , 70% da topografia ondulada e parte domu-nici'pio e cor tad a pel a BR - 1 1 6 .
0 solo e predominante Bruno nao C a l c i c o , porem ha outros tipos de solo na r e g i a o . Existe possibi1idade de mecanizacao do solo levemente ondulados e p i a n o s . Nos solos em areas fortemente ondulados a mecanizacao nao procede em virtude da suceptibi1idade a e r o s a o .
0 c1ima e semi-arido com a temperatura constante entre 28s e 3 2 s C . Durante toda epoca do a n o , podendo em casos e x c e p c i o n a i s , atingir uma media de I 6 2 C . Oriundas de frentes frias que se deslo-cam da regiao s u l . Possui uma altitude de 269m do ni'vel do m a r .
A pluviosidade anual varia de 600 a 700 mm sendo que o pe~ r 1'odo chuvoso e de Janeiro a j u n h o . Por em, o mes de ma i or
partici--pacao e m a r c o .
Na nossa regiao existe o problema da mal distribuicao das chuvas e, em per t'odos secos o ind ice p 1 uv i omet r i co atinge em media de 250 mm a n u a l .
\
Segundo Tecnicos da EMATERCE nao e comum ocorrer acumulacao d'agua m a s , quando ocorre e na epoca invernosa e nos riachos Caio P r a d o , Pendencia e Serrate das P o m b a s .
0 munici'pio conta com 02 (do is) acudes de medio p o r t e , uma media de 30 (trinta) barreiros 200 (duzentos) cacimboes c o n c l u i -d o s , 47 em fase -de conclusao e 2i acu-des -de me-dio p o r t e .
Existem 32 sistemas de irrigacao, porem apenas 12 encon-tram-se f u n c i o n a n d o .
Segundo informacoes obtidas no IBGE, a populacao geral do munici'pio de Baixio e de 6.182 habi antes sendo que 4.358 pert en ce a zona rural e 1.824 a zona U r b a n a . Esses dados nos evidencia que a ma i or parte da populacao do munici'pio encontra-se na zona r u r a l .
As atividades economic as predominante no munici'pio sao a agricultura e a p e c u a r i a , sendo a outra parte da populacao formada por pequenos e med i os comer c i ant es , alem dos funcionarios piibli-c o s .
Entre as atividades e c o n o m i c a s , ou seja as atividades p r i -m a r i a s , secundarias e tercearia econo-mia a populacao participa ma i s ativamente no munici'pio, pois a populacao e formada na sua maioria de agri cult ores e pequenos pecuaristas que participant da economia como pequenos produtores e c o n s u m i d o r e s .
0 perfil economico da nossa populacao distancia-se muito do ideal. A populacao quase nao tern renda e o pouco que tern so dar para s o b r e v i v e r .
Na area de saude o munici'pio conta com 01 (um) Hospital l o -cal izado na sede do munici'pio e um posto de saude lo-cal izado no si'tio Jurema atendendo uma comunidade de baixo ni'vel e c o n o m i c o .
S ±
A populacao e assistida por 04 (quatro) medicos c l m i c a s 02 (do is) dentist a s , 0i enfermeiro formado e seis a u x i l i a r e s , um m e -dico analista e do is a u x i l i a r e s .
Dispomos de um atendimento ambulatorial emergencia e aten-dimento de u l t r a s s o n o g r a f i a .
Contamos com 12 agentes de saude que desenvolvem um traba-Iho di ret anient e na c o m u n i d a d e , contribuindo ass i m para a melhoria da saude dos muni'cipes.
A vacinacao e realizada de forma domiciliar diminuindo a s -sim o fndice de mortalidade infantil.
Na area da a g r i c u l t u r a , a ataul admin istracao vein desenvol-vendo um trabalho de grande relevancia no toeante do prepare do solo dos pequenos e medios agricultores com o objetivo de favore-cer o desenvolvimento e tentar diminuir o e m p o b r e c i m e n t o .
Na area de acao social contamos com assistencia aos menores carentes pel a F E B E N C E , assistencia aos idosos at raves da casa do
idoso FREI D A M I S O , as maes gest antes at raves do clube de m a e s .
Contamos com seis creches e uma associacao comunitaria at endendo a criancas oriundas da camada p o p u l a r .
Nao podemos deixar de ressaltar que o munici'pio e razoavel-mente infra-estruturado no toeante ao saneamento b a s i c o , bem como o abastecimento d'agua.
Na area de Educacao o munici'pio dispoe de 35 escolas sendo todas situadas na zona r u r a l . A zona urbana e assistida por duas escolas estaduais e um escola da C N E C . As escolas estaduais fun-cionam apenas com o is gran e a da CNEC is e 2s g r a u s .
Na administracao atual foi implantada 3 salas de teleduca-cao em si'tios de dift'cil acesso a s e d e . As refer i das salas funcio-nam com a 5 ser i e .
Dispomos de 45 professores na rede m u n i c i p a l , desses 12 possuem o 22 grau c o m p l e t o , o 12 gran completo e o 12 grau incom-p1et o«
A equipe da Secretaria de Educacao vem desenvolvendo um acompanhamento pedagdgico aos p r o f e s s o r e s , at raves de encontros pedagdgicos e visitas as salas de a u l a s .
Encontramos em paginas seguintes dados que caracterizam me-lhor a Educacao do Munici'pio.
± A 3 R FI O X O 3 H I S T o F* I C CD 3
0 Mil II S E C R E T A R I A D E E D U C A C S O
i.i. Data da Instalacao do d r g a o , razees de sua c r i a c a o , •Final i dade e c o m p e t e n c i a .
De acordo com a lei Ns 201/79 o drgao d e Educacao do Munici'pio de Baixio foi criado em 09 de outubro de 1 9 7 9 , com a
finalidade de coordenar as atividades do ensino m u n i c i p a l .
0 referido drgao era composto dos seguintes mem-br os:
. Um Coordenador . Do i s Teen i cos . Dois Supervisores
Segundo o a r t . 3s da Lei 201/79 as competencias d o drgao eram as seguintes:
A •- Executar e coordenar as atividades do ensino do Mun i c I'P i o
B - Elaborar em colaboracao com os orgaos Estaduais competentes o programa de Educacao do Munici'pio, control an do sua e x e c u c a o .
C - Determinar no ini'cio de cad a ano e s c o l a r , o nu-mero de vagas nos est abel ec i ment os de ensino do Munici'pio.
D - Fiscal izar permanent emente as escolas mun i c i •-• pais verificando a obediencia aos despositivos legais e regulares sob re o que cone erne a deficiencia de f unc i on anient o e instalacao.
E - Controlar a assiduidade dos professores e dire-tores de urn idade de ensino mediante verificacao de f r e q u e n c i a .
F - Merificar as atividades relativas merenda escolar de acordo com as normas fixadas pela campanha Nacional de A l i -mentacao Escolar ( C N A E ) .
G - Organizar e executar progrmas desportivos e de recreacao e s c o l a r e s , inclusive de Educacao Fi'sica.
H - Promover e controlar a distribuicao de material didatico aos est ab e 1 ec i ment os de ensino do Munici'pio.
I - Providenciar junto ao setor de obras os reparos que se fizerem necessarios nos predios escolares mantendo-os em perfeito estado de conservacao e funcionamento.
J ••- Executar out r as atribuicoes cor r el at a s , deter-minada pelo Prefeito M u n i c i p a l .
A criacao do drgao deu-se na administracao do S r . Everson Trigueiro dos S a n t o s .
No ano de 1979 o munici'pio estava com 18 escolas 64 professores (8 com o is grau completo e 56 com o p r i m a r i o ) .
0 drgao tinha como Coordenadora a S r t a . Maria Marta de Menezes que permeneceu no cargo ate a posse da i Secretaria de Educacao S r t a . Francisea BeniIda de S . S a n t o s , apds um ano e do is meses de criacao da Secretaria de Educacao e Cultura do Munici'pio. As teen icas eram Margarida Alacoque F . Campos e Marta Maria T r i -gueiro e a Supervisora era Ana Maria de F r a n c a , que por motivo desconhecido deixaram o d r g a o .
Antes da criacao do d r g a o , as escolas funcionavam de forma irregular, sem que fosse nada r e g i s t r a d o . Os alunos estu-davam sem receber nenhum documento que comprovasse o seu grau de escolar i d a d e .
Na Prefeitura existia um supervisora que visitava as escolas para verificar se as professoras se encontravam em sala de a u l a . Segundo esta s u p e r v i s o r a , nao existiam livros d i d a t i c o s . As professoras davam aulas baseadas numa c a r t i l h a , a chamada cartilha de A B C , tabuada e alguns que possuiam l i v r o s , em seus l i -v r o s , pois segundo a mesma a FAE nao distribuia li-vros d i d a t i c o s .
Con forme informacoes da referida S u p e r v i s o r a , a Prefeitura Municipal fazia distribuicao de material de limpeza, caderno e lap is.
Eram pouqu I'SS i mas as escolas onde func i ova a 4 se-r i e . A maiose-ria funcionava apenas com alfabetizacao e i sese-r ie.
Mesma antes da criacao do d r g a o , havia distribuicao da merenda e s c o l a r , p o r e m , com relacao a frequencia nao era muito diferente de a t u a l m e n t e .
Com a criacao do drgao passou-se a existir boletim e foi criado uma ficha de frequencia para os alunos onde eram re-gistrados suas f a l t a s , presencas e conceitos atribui'dos ao seu de-sempenho em sala de a u l a .
Antes da criacao do drgao professores nao planeja-vam suas a u l a s , com a criacao do drgao as supervisoras faziam o planejamento bimestralmente e passava para as professoras que por sua vez seguia~o reproduzindo o que havia recebido para os a l u n o s .
Apds a criacao do drgao houve distribuicao de l i -vros Didaticos e, em 1986 passaram a uti1izar diarios ao inves da ficha de frequencia.
Data da instalacao do SIEM, SENAI e criacao do E s -tatuto do M a g i s t e r i o .
0 SIEM foi criado em junho de 1986 e, o SENAI em 27 de abr i1 de 1 9 8 9 .
A criacao do estatuto do Magisterio ocorreu em 1987 de acordo com a lei Ns 267 de 15 de Janeiro de 1 9 8 7 .
1.2. Relacaodos primeiros professores municipais 1.2.1. Professores com o primario
0 1 . Terezinha Batista Costa 0 2 . Maria Alves de Melo
0 3 . Francisea Junior Hoi anda Souza 0 4 . Vilani Lucena de Farias
0 5 . Maria Elza Santana
0 6 . Francisea Maria de Jesus 0 7 . Jalda Alves Oliveira Bosco 0 8 . Maria de Fatima Candido 0 9 . Francisea Alves Monteiro 1 0 . Elza Ferreira de Souza 1 1 . Antonia Ferreira Braz
1 2 . Maria Rosa Moreira Feliciano 1 3 . Maria das Gracas Ferreira Costa
1 4 . Francisea Soares de Carvalho Ferreira 1 5 . Geralda da Silva Ferreira Pinheiro 1 6 . Goncala Maria de Jesus
1 7 . Severina Maria Gomes 1 8 . Maria de Lourdes Sales 1 9 . Maria Vilani Pontes
2 0 . Ana Mariano de Moura Ribeiro 2 1 . Maria Idelva de Souza Josue 2 2 . Maria das Dores Net a Souza 2 3 . Severina Ferreira Didelis
2 4 . Severina Pereira do Nascimento 2 5 . Maria Aparecida Gonalves Ferreira 2 6 . Rosa Maria Goncalves
2 7 . Valderi' Coutinho Goncalves 2 8 . Maria Ilda de Souza
2 9 . Lucimar Maria da Conceicao 3 0 . Maria Jose de Mora is
3 1 . Guiomar Lisboa Batista 3 2 . Josefa Candido de Souza 3 3 . Maria Barbosa Gomes
3 4 . Josefa Goncalves Barbosa 3 5 . Maria Evanilda da Silva 3 6 . Lucia Maria Santana
3 7 . Francisea Neuda Sobreira de Santana 3 8 . Francineuda Sobreira de Lima
3 9 . Maria Luiza Pereira de Souz a 4 0 . Maria de Lourdes Duarte 4 i . Maria Iracema Gomes de Lima 4 2 . Mar i a D i as da S i1va
4 3 . Francisea Maria de Araujo
4 4 . Maria Aparecida Lopes de Sales 4 5 . Maria do Socorro Trigueiro Ser t o 4 6 . Francisca Maria de Matos
4 7 . Alda Maria Lucas Gomes 4 8 . Nescidia Bezerra Lopes 4 9 . Joana Maria de Araujo Neta 5 0 . Francisca Moreira de Araujo
5i . Maria de Fatima Araujo dos Sant os
5 2 . Francisca Suitiberta de Far i as Tr i gue i ro 5 3 . Severina Parnaiba da Silva
5 4 . Josefa Viana Ribeiro
5 5 . Ci'cera Goncalves dos Santos 5 6 . Maria de Fatima Moura
5 7 . Maria Loreto Ferreira da Silva 5 8 . Maria Elita Ribeiro
5 9 . Maria Parnaiba da Silva
i.2.2. Professores com o Ginasio
0 1 . Maria do Ceu Cesar Silva 0 2 . Maria Almeida Nery Ferreira 0 3 . Maria Vilani Moreira de Souza 0 4 . Josefa Zelia Ribeiro de Lima 0 5 . Filomena Goncalves de Carvalho 0 6 . Jose Machado Batista
0 7 . Lucia Alves de Lima 0 8 . Maria Alzenira Ferreira 0 9 . Feli'cia Maria Clement i no 1 0 . Maria de Fatima Goncalves
1.3. Data da Instalacao da Secretaria de Educacao e Cultura e P o s s e .
De acordo com a Lei N2 196/91 de 16 de outubro de 1 9 9 1 , foi criado a Secretaria de Educacao do munici'pio, por em nao houve nomeacao de s e c r e t a r i o , permanecendo assim a coordenadora do d r g a o , desenvolvendo seus trabalhos da mesma forma.
Em 12 de Janeiro de 1993 houve a nomeacao da 1 S e -cretaria de Educacao e Cult ura do Munici'pio, a S r t a . Franc isca Be-nilda de Santiago S a n t o s .
Com a criacao da Secretaria e logo apds a nao n o m e -acao do S e c r e t a r i o , confundiu um pouco o pensamento das pessoas
que faziam parte desta S e c r e t a r i a , a ponto de ma i s de uma pessoa assinar documentos como Secretaria de E d u c a c a o .
Acredito que por est a razao e que a primeira e atual Secretaria ao assum i r a refer i da Secretaria enfrentou gran-des problemas a sua a c e i t a c a o , porem com o passar dos d i a s , apds varias reunioes com esse pessoal que fazem parte da S e c r e t a r i a , ela superou esse problema e , hoje trabalha de forma D e m o c r a t i c a , procurando ser membro participante do grupo tratando os demais c o -mo verdadeiros corresponsaveis pelo desempenho positivo do empre-end i m e n t o .
Antes a realizacao das matriculas eram feitas pelos professores que muitas vezes arrumavam alunos fantasmas so para atingir o numero de alunos indicado e nao perder sua sala de a u l a . Este ano as matri'culas foram realizadas no si'tios, com a equipe da educacao q u e , aproveitando as visitas as escolas para conhecer o estado de conservacao das m e s m a s , efetivou as matri'culas onde os P r d p r i o s pais foram com os registros de seus f i l h o s .
Na localidade onde existia mais de um professor foi diminuido as turmas mult i ser i ad as e , no ini'cio de agosto foram r e -alizadas reunioes com a comunidade para se tentar acabar com essas t u r m a s . Pelo que podemos ver no proximo ano o munici'pio nao ma i s contara com turma m u l t i s s e r i a d a s .
Inicialmente o planejamento com os professores f o -ram b i m e s t r a i s , devido a dificuldade de transport© para traze-los para a s e d e , se que, o planejamento nao mais e realizado pelas su-pervisoras e sim pelos professores por serem eles da realidades de seus a l u n o s . Os s u p e r v i s o r e s , acompanham o processo orientando-os
tirando algumas duvidas s u r g i d a s .
Esse semestre eles passaram a planejar mensalmente e os supervisores as reunioes por r e g i a o , nao sendo mais obrigatd-rio o deslocamento para a sede e s i m , da equips de Educacao para as l o c a l i d a d e s .
Este ano ja houve distribuicao de material d i d a t i -c o , permanente e merenda es-colar e foram instaladas 3 salas de 5 serie pela t e l e d u c a c a o .
Apds a posse da Secretaria foi elaborado uma ficha de frequencia para os professores e auxiliares de s e r v i c o .
A prefeitura municipal transport a os alunos d o s ' s i -tios para a sede para cursar o 2s grau e o primeiro grau maior e
isso ocorre em transportes da propria prefeitura, p o i s , a p r e f e i -tura nao dispoe de onibus e s c o l a r , m a s , vale ressa1 tar que foi en-viado um projeto a FAE solicitando o referido t r a n s p o r t e .
Var i os projetos foram elaborados e enviados a S e -cretaria de Educacao do E s t a d o , a DEMEC e a F A E , solicitando a construcao de uma escola de 2s grau no si'tio J u r e m a , uma quadra de esporte para a refer i da local i d a d e , ten do em vista que este si'tio
fica proximo a varias outras localidades de onde sao transport ados os alunos para a sede para cursar o 2s g r a u . Solicitaram ainda m a -terial didatico permanente e construcao do centro de t r e i n a m e n t o , dent re outras coisas conio capacitacao de Recursos Human o s .
A Secretaria de Educacao atraves da Equipe de Su-pervisao tern procurado realisar um acompanhamento pedagdgico junto aos p r o f e s s o r e s , nao tern si do f a c i 1 , pois a Secretaria ainda nao dispoe de um transports m a s , segundo a mesma esta para ser
compra-da compra-daqui para o final do s e m e s t r e .
Em abri1 deste ano foi dado um aumento aos p r o f e s -sores que ganhavam 63.00 e passaram a ganhar 6 2 6 . 0 0 , atualmente estao ganhando 8 5 0 . 0 0 . Ainda nao e um salario justo m a s , segundo a Secretaria e o Prefeito esse quadro ira melhortar apds a r e a l i z a -cao do concur so p u b l i c o , pois o quadro de funcionario e alti'ssimo. 0 professor com o 32 pedagdgico tern 4% de gratificacao e com o 4s pedagdg i co QX.
A Secretaria de Educacao promoveu no ini'cio do ano
0 I Encontro de Supervisiores Baixienses ministrado pel a
professo-rs Idel suite de Souza Liam do Campus V da U F P b .
Houve tambem a escolha do livro Didatico para 1994 realizado pelos professores e s u p e r v i s o r e s , com a participacao dos Diret ores e Professores das Escolas E s t a d u a i s , bem como da S e c r e -taria Municipal de E d u c a c a o .
A Secretaria de Educacao realisou festinha de come-moracao ao dia das Maes com sorteio de brindes para as Maes dos a l u n o s .
Segundo a Secretaria de Educacao sao varios proje-tos que se pretende colocar em p r a t i c a .
Atualmente esta sendo implantado no munici'pio um projeto de alfabetizacao de Adultos para atender 800 pessoas do mun i c I'P i o .
0 referido Programa visa desenvolver e apoiar uma metodologia de Alfabetizacao de jovens e adultos juntos aos
traba1 hadores r u r a i s , mobilizados emergeneialmente nas frentes de s e r -v i c e , na perspecti-va de iniciar um processo de organizacao que
vislumbre a possi'vel transformacSo da realidade na qual estao in-ser i d o s .
0 programs atende nao somente as pessoas alistadas na frente atendendo tambem os filhos destes agricult ores e demais membros da c o m u n i d a d e .
0 Munici'pio de Baixio conta com 700 a l i s t a d o s , eiv-tre esses alguns sao a l f a b e t i z a d o s , entao as outras vagas estao sendo oferecidas aos demais membros da c o m u n i d a d e .
0 Projeto esta sendo realizado em 20 cidades do e s tado do Ceara e, Baixio foi privilegiada ao ser uma das e s c o l h i -d a s . 0 referi-do projeto tera a -duracao -de seis m e s e s .
Estamos nos aproximando da semana do Munici'pio e, a Secretaria de Educacao at raves do Depart amento de Cultura e Des™ porto esta organizando um campeonato de futebol de s a l a o , volei-bol , h a n d e b o o l , passe io cicli'stico e mar at on a .
A Secretaria de Educacao esta com o intuito de d e -senvol ver uma Cineana entre equipes de j o v e n s , bem como promover a
I Feira de Artes do Munici'pio
Segundo a S e c r e t a r i a , para que isso se concretize el a necessista do apoio do S r . Prefeito bem como de todos os m e m bros da que compoe a S e c r e t a r i a , p r o f e s s o r e s , alunos e demais m e m -bros da c o m u n i d a d e .
Encontra-se em fase de desenvol v i ment o no Munici'pio o curso de Capacitacao de Educadores Infant is, para que os mesmos possam desenvolver com mais perfeicao suas tarefas e conseguir
QUADRO DEMONSTRATE DE PROFESSORES
US DE GRAU DE ES- DATA DE If! DE TURNO ORDEM
ESCOLA PROFESSORES SI'TIO
COLARIOADE ADHISS20 ALUNOS H J
l i Hilson Goncalves Maria Barbosa Goies Tiibauba l ! Grau Cow. 81/83/68 15 X
02 Jose Leandro de Morals Maria Jose de Mora is Tiibauba l ! Grau COIP. 87/87/83 19 X 83 Manoel Joaquii Batista Anaires Lopes Honorato Tiibauba 2: Grau COIP. 8i/83/88 32 X 84 Inacia Scares de Souza Fca. das Chagas R. Souza L.de Dentro l ! Grau Inc. Recibo 13 X
85 Prof. Jose Mariano Suzana Ferreira de Souza Aieixa l ! Grau Inc. Recibo 14 X
86 Santa Liizia Antonia Maria Goncalves Croata :i Grau Coip. Recibo 17 X
;? Jose Alves da Costa Maria Dias Bernardo Paraiso a Grau Inc. Recibo 15 X
88 Sao Francisco Maria E. L. Ferreira Barrocao a Grau Inc. 81/82/81 13 X
88 Sao Francisco Maria de F. F. Oliveira Barrocao 2: Grau Coip. 81/83/83 16 X 09 Antonio Junior Barros Maria de Franca Rolii Priiavera i ! Grau Inc. Recibo 18 X
i8 Maria Firiino de Andrade Gerlane F. Braz 8, Morto 1! Grau Inc. Recibo 22 X
l i Joaquii Moreira Barros Maria Betania R. Moreira Cobe 2: Grau COIP. 81/83/98 11 X 12 Dr. Bonifacio de Moura Maria Lopes Ferreira A. Novo 1! Grau Inc. 81/82/81 15 X 13 Raimndo B. Duarte Luciiar Maria da Conceicao S. Vicente 2! Grau Coip. 86/85/79 22 X 14 Daiiao Goncalves Torres Doralice Duarte Silva Moura ": Grau Coip. 84/83/85 14 X 15 Raiiundo Mateus de L i u Geralda F. Liia B. Grande i ! Grau Coip. 18/83/83 CO X
16 Goncalo M. de Liia Maria de Lourdes D. Liia B. Grande i ! Grau Cow. 82/84/73 37 X 16 Goncalo K. de Liia Maria do S. Goncalves B. Grande n Grau coip. 16/83/87 21 X 17 Antonio G. De Santana Maria do Socorro Santana Pintado A - Grau Coip. 84/88/83 24 X
18 Bartoloieu Ferreira Nescidia 8. Sales S. dos Bois is Grau COIP. 81/87/79 27 X
18 Bartoloieu Ferreira Maria S. S. Leite S. dos Bois i ! Grau Coip, 83/86/85 15 X
1? Edison G. Da Silva Alda L.De Araujo 8. Grande 1! Grau Coip. Recibo 15 X
28 Joaquii Duarte Maria Neide R. Torres Xique-xique is Grau Inc. 18/83/83 18 X
28 Joaquii Duarte Maria das Grafas Suedes Xique-Xique is Grau Inc. 03/11/87 18 X
28 Joaquii Duarte Nubia Pinheiro Xique-Xique is Grau Inc. Recibo 28 X
21 Francisco P. Pinto Neli Diniz Goies Picada li Grau COIP. 82/87/86 15 X
22 Cel. Idelfonso Berto Francisca M. de Matos V. Redonda H Grau Inc. 81/89/66 18 X 22 Cel. Idelfonso Berto Maria Auxiliadora de A. V. Redonda 2i Grau Coip. 84/83/85 18 X 22 Cel. Idelfonso Berto Joana Maria A. Ribeiro V. Redonda U Grau Inc. 81/87/79 15 X 23 Luis Ferreira Pontes Maria de Fatiia H.Nasciiento Bx. Picada U Grau Inc. 81/81/84 ... X
24 Joaquii Ferreira Lucia Alves de Liia Jureia U Grau Inc. 82/85/77 21 X
24 Joaquii Ferreira Maria do S. T. Berto Jureia U Grau Inc. 81/83/65 29 X
24 Joaquii Ferreira Maria Aparecida P. Santos Jureia U Grau Inc. 81/82/85 25 X 25 Antonio F, De Souza Maria das Dores N. Souza Carnaubinha U Grau Inc. 82/85/77 23 X 25 Antonio F. De Souza Miralva P. de Souza Carnuibinha V- Grau Inc. 81/88/82 i i X
26 Jose P. Dos Santos Fca. Viana dos S. FilHa Caipos 2. Grau COIP. 81/82/91 26 X
27 Laurinda M. da Conceicao Fca. V. Parnaiba C. da Areia i* Grau Coip. 81/87/79 15 X 28 Vicente Ferreira Parnaiba Soli donia S. Parnaiba Caipos Grau Coip. 81/83/83 31 X 2? Jose Alves de Araujo Maria Parnaiba S. Alves Cigano Grau Inc. 82/81/73 23 X
38 Jose C. De Souza Maria de L. B.Holanda Baraunas 2! Grau Coip. Recibo 13 X
31 Vicente J. Ferreira Maria do S. D. Ferreira Ubaeira Grau Inc. 81/87/87 14 X
32 Maria do Socorro Goies Ubaeira Grau Inc. 82/89/85 16 X
33 Maria do Cario Maria do Socorro V. Santos Ubaeira 1 Grau Inc. 13/81/88 21 X
QUADRO DQBNSTIATWD: ESCOLA - SE'RIE - NuMERO - ALUNOS
N! DE N: DE TURNO SE'RIE R! DE
ORDEM
NOME DA ESCOLA SI'TIO
SALAS T M
ALF
i 2 3 4 ALUNOS li Mar ia Joaquii Batista Tiibauba 81 X 52 13 15 M 32 82 Jose Leandro de Mora is Tiibauba 81 X 14 85 83 M 13 19
83 Hi I son Goncalves Tiibauba 82 X 84 83 " 83 82 15
84 Inacio S. De Sousa L.de Dentro 81 X 12 15 82 - 14 12 85 Prof. Jose Mariano Aieixa 81 X 83 16 85 - - 14
U Santa Luzia Croata 81 X 89 :. 82 - - 17
87 Jose Alves da Costa Paraiso 81 X 13 15 84 51 32 15
88 Sao Francisco Barrocao 81 X X 89 15 84 li - 29
W Antonio Junior 8arros Priiavera 82 - X 83 85 12 - - 18
18 Maria Finino de Andrade B. Morto 81 X - 12 ii 82 84 81 22
11 Joaquii Moreira Barros Cobe 81 X li 83 13 83 83 11
12 Raisundo B. Duarte S. Vicente 83 X 88 19 84 81 - 22 13 Daiiao C. Torres Moura 81 X 87 14 - 12 81 14
14 Raiiundo M. de Liia Bx. Grande 81 X 11 - - 18 13 23
15 Goncalo M. De Liia Bx. Grande (2 X 11 47 - - - 58
li Francisco P. Pinto Picada 81 X li 16 17 81 - 15
17 Antonio S. Santana Pintado 81 X 85 15 16 li 17 24
18 Joaquii Duarte Xique-Xique 82 X 11 24 15 88 W 56
19 Edison G. da Silva Bx. Grande 81 X - 16 86 li 13 15
28 Bartoloieu Pereira S. dos Bois 82 X 21 86 83 86 24
21 Cel. Idelfonso Berto V. Redonda 82 X X u 24 87 83 r 48
22 Luiz F. Pontes B.Picada 81 X 86 11 li 12 - 28
23 J. Ferreira Jureia 83 X 16 28 12 88 u 75
24 Antonio F. De Souza Carnaubinha 81 X 83 21 15 li 85 34
25 Vicente F. Parnaiba Caipos 82 X :': 12 13 83 83 31 2i Dr. Bonifacio G. Moura A. Novo 81 X 15 14 81 - - 24
27 Laurinda Maria Conceicao C. Areia 81 X 85 87 82 li - 15
28 Jose Ferreira dos Santos Caipos 81 X 16 14 82 82 82 26
29 Jose Felix da Silva Bx. Do Canto 81 X 17 17 85 16 87 Sc
Jose Alves de Araujo Cigano 82 X 86 17 13 85 82 23
31 Vicente J. Ferreira Ubaeira 81 X X 86 11 86 86 li 38
Maria do Cario Ubaeira 81 X 86 18 li 83 11 21
33 Jose Cavalcante de Sousa Saraunas 81 X 12 89 - li li 13
34 Francisco P. Pinto F. Nova 81 X 15 13 - - - 18 35 AntonioAlves de Farias Por do Sol 81 X 36 - - - - 36
TOTAL GERAL 235 378 118 89 88 988
A P L X C A Q S O I E A M ^ l_ X O I E O I E Q U I E 3 X X O hi & R X Q
P R O F " I E S S CD R I E © - - O ."•J X I E M
P a r a q u e p u d e s s e m o s c o n h e c e r o d e s e n v o l v i m e n t o e d u c a c i o n a l do n o s s o m u n i c i ' p i o em a n o s p a s s a d o s , o u m e l h o r , a p d s a c r i a c a o do OME (drgao Municipal de E d u c a c a o ) , as dificuldades que os p r o f e s -sores enfrentarvam para o desenvolvimento do processo ensinoaprend i zagem , os metodos a p l i c a d o s , e t c , entrevistamos alguns p r o -fessores .
As perguntas feitas aos referidos professores foram as s e -guintes:
1. Na sua opiniao o que faltou na sua epoca para melhorar o processo ens i no-aprend i zagem?
2 . Como voce preparava suas aulas? Voce elaborava seus p i a -nos ou eram elaborados por supervisores?
3 . Qual o metodo que voce uti1izava para alfabetizar?
4 . Qual era o seu relacionamento com o OME? De que forma i sso ocorr i a?
5 . Como voce ingressou na profissao de professor?
6. Como voce avaliava seus alunos?
7 . Como voce ver h o j e , o trabalho desenvolvido da S e c r e t a -ria da Educacao?
De acordo com as respostas dadas pudemos observar que o que faltou para um melhor desenvolv i mento do processo ens i no-aprend i •-zagem foi a inexistencia de planejamento: inexistencia de acompa-nhamento pedagdgico e de material didatico e p e r m a n e n t e .
p o r t a n t o , as aulas eram planejadas ora pelos s u p e r v i s o r e s , ora p e -los p r o f e s s o r e s .
0 metodo uti1izado para alfabetizar era leitura oral e tra-balhos e s c r i t o s , uti1izando-se de uma c a r t i l h a .
Referente aos relacionamentos deles com o O M E , con forme seus d e p o i m e n t o s , era regular e ocorria via s u p e r v i s o r e s .
A questao da forma como eles ingressaram na escola como p r o f e s s o r , nao foi entendida por t o d o s , porem alguns responderam que foi at raves de c o n t r a t o .
0 metodo de avaliacao uti1izado era a prova oral e e s c r i t a . Com relacao a visao deles para com o desenvolvimento atual da equipe da Secretaria Municipal da Educacao e de que e bem m e
-lhor que a n t e s .
P R O f- ffZ S 3 O R 1=1 3 — ± *? *? 3 -C H O . J EZ >
Considerando a necessidade de conhecermos melhor a posicao dos professores que ingressam este ano nas e s c o l a s , com relacao aos sistema de ensino em nosso munici'pio, p r o c u r a m o s , atraves de um questionario obter algumas informacoes a esse r e s p e i t o .
0 referido questionario era composto das seguintes pergun-t a s :
1. 0 que voce acha da Educacao ate o final de 1992? 2 . Como voce ingressou na escola como professor? 3 . Voce gosta da sua profissao? Por que?
4 . Que tipo de aluno voce gostaria de formar? 5 . Como voce avalia seus alunos?
6 . 0 que voce faz para engajar a comunidade a escola?
7 . No seu ponto de v i s t a , o aluno e responsavel pelo fra-casso escolar?
3 . Para voce o que significa EDUCAR?
9 . Como voce ver a Secretaria da Educacao?
1 0 . Qual o seu relacionamento coma Secretaria da Educacao? 1 1 . Como voce viu a escolha do Livro D i d a t i c o , este a n o , com a participacao de todos os professores da rede municipal e esta-dual? Por que?
Analisando as respostas dadas as referidas perguntas pude-mos observar que os mespude-mos consideraram a Educacao como b o a .
Esses professores ingressaram na escola atraves de contra-tos e estao desenvolvendo um trabalho que segundo eles adoram fa-zer porque gostam de trabalhar com c r i a n c a s .
Como professores desejam formar alunos educados e capazes de lutarem por vida m e l h o r .
Avaliam seus alunos atraves de provas orais e e s c r i t a s , e atraves de c o n v e r s a s , reunioes estao tentando engajar a comunidade a e s c o l a .
Uns acham que o culpado pelo fracasso escolar sao os a l u n o s , os p a i s , en quanto outros assumem que a culpa nao e so do a l u -no mas sim, do professor e dos p a i s .
A l_. U M O S : ± <P 7 - - ± *.? 2 < O 1-4 X E M >
Partindo da concepcao de que o aluno e (deve ser) sujeito ativo e transformador da realidade por ele v i v i d a , e que resolve-mos questional' com alunos do passado algumas quest oes a respeito do processo ensino-aprendizagem, para sabermos como esse processo ocorria e o que os alunos acham dessa forma.
Para obtermos essas informacoes perguntamos a esses alunos o seguinte:
1. 0 que voce acha da forma (metodo) como voce foi alfabe-tizado? Por que?
2 . Qual era relacao existente entre professor - aluno e aluno - drgao?
3 . Qua i s foram os result ados prat i cos apds o cur so conclui'-do no seu engajamento na sociedade a ni'vel prof i ss i onal?
4 . Voce alfabetizaria alguem da forma como foi a l f a b e t i z a -do?
5 . Na sua opiniao a que houve apds a criacao da Secretaria da Educacao do Munici'pio, ou seja qua i s mud an c as ocorridas nas e s -colas Municipals nesse primeiro semestre de 1993?
6 . Como voce era avaliado pelo professor?
0 que nos responderam foi que o metodo pelo qual eles foram alfabetizados foi um metodo a n t i g o , sem recursos existindo apenas
0 relacionamento professoraluno e alunodrgao foram c o n s i -der ados b o n s , sendo que o aluno-drgao ocorria via p r o f e s s o r .
Com relacao aos resultados p r a t i c o s , o que se pode ver e que nao houve nenhum result ado a ni'vel p r o f i s s i o n a l , o que levaram os mesmos a afirmarem q u e , h o j e , nao alfabetiza ninguem da forma como foi alfabetizado mas sim, utilizando met ados a t u a i s .
Conforme respostas dadas a questao 5 a cima citada ocorreram varias mudancas no processo ensinoaprendizagem; todas c o n t r i -buindo para a melhoria da qualidade do e n s i n o .
A respeito da a v a l i a c a o , o que eles nos deixaram evidente foi que o processo avaliativo era r e g u l a r .
A i_ U M13 3 — ± <P *? 3 < H CD . J EE >
Quando se desenvolve um trabalho de transformacao social que tern por objetivo ouvir a opiniao de t o d o s , nao podemos deixar de ouv i r n i n g u e m .
Como os a l u n o s , sejam eles e x - a l u n o s , sejam eles atuais a l u n o s , sao pecas integrantes do processo e d u c a t i v e , nao p o d e r T a -mos deixar de ouvir a opiniao de alunos que hoje se encontram em sala de aula com o objetivo de aprender algo que se torne um ser part i c i pat i v o .
Para obtermos a opiniao dos referidos a l u n o s , aplicamos um pequeno questionario composto das seguintes questoes:
1. Qual o metodo que o professor uti1iza em sala de aula? 2 . Como voce e avaliado pelo professor? Qual o sentimento predominante na hora da avaliacao?
3 . Qual o seu relacionamento com a Secretaria da Educacao do Munici'pio? De que forma i sso ocorre?
4 . Qual a postura da Secretaria da Educacao do Munici'pio? Apds a aplicacao do referido questionario, pudemos observar que a maioria desses a l u n o s , considera o metodo uti1izado em sala de aula como r a z o a v e l .
A forma como estao sendo avaliados e atraves de provas ora i s e escr i t a s .
Apesar de que, a1 guns alunos nos deixaram bem claro em seus depoimentos que o sentimento predominante na hora da avaliacao e o
medo do p r o f e s s o r , a maioria deles nos informou que sente seguran-ca de conte.ido.
Referente ao relacionamento com a Secretaria foi considera-do muito b o m , ocorrenconsidera-do normalmente via p r o f e s s o r .
A posicao desses alunos com relacao a postura da Secretaria da Educacao do Munici'pio e de que el a e uma pessoa par t i c i pat i v a .
O M T I E M I E H O , J I E
A maioria dos professores que atualmente encontram-se em sala de a u l a , sao professores que ensinaram a a1 guns anos atras e pode nos informar a forma como desenvolvia e vera desenvolvendo o processo ens i no-aprend i
zagem-Para obter essa informacao apliquei um questionario com os referidos p r o f e s s o r e s . As perguntas contidas no questionario eram as seguintes:
1. 0 que voce acha da Educacao ate o final de 1992?
2 . Na sua o p i n i a o , o que mudou na Educacao do Munici'pio apds a posse da Secretaria de Educacao? Essas mudancas c o n t r i b u i ram de forma positiva ou negativa para o processo e n s i n o a p r e n d i -zagem? Por que?
3 . Qual o seu relacionamento com a Secretaria? 4 . Como voce ver a Secretaria da Educacao?
5 . 0 que voce acha da mudanca dos p 1 a n e j a m e n t o s , ou s e j a , dos mesmos passarem a serem elaborados por voces (professores)? Por que?
6 . Antes voce participava da escolha do Livro Didatico? Por que?
7 . Como voce viu a escolha do Livro Didatico este ano com a participacao de todos os professores da rede municipal e estadual? Por que?
9 . Havia participacao da comunidade na Escola? De que f o r -ma? E atualmente?
1 0 . 0 que voce faz para engajar a comunidade a Escola? 1 1 . Que tipo de aluno voce procura formar?
1 2 . Voce gosta de ser professor? Por que? 1 3 . Para voce o que signifies EDUCAR?
1 4 . 0 que voce entende por ENSINAR e APRENDER?
1 5 . No seu ponto de vista o aluno e responsive1 pelo fracas-so escolar? Cafracas-so negativo a quern voce atribui essa culpa?
Conforme respostas das as referidas p e r g u n t a s , chegamos a conclusao que a Educacao em nosso munici'pio ate 1992 era c on si de-rave 1mente r e g u l a r . Porem, apds a posse da Secretaria Municipal da Educacao varias mudancas ocorreram como por e x e m p l o , o si sterna de planejamento que hoje vein sendo desenvolvido com a participacao nao so do Supervisor como tambem do p r o f e s s o r .
Segundo depoimento dos p r o f e s s o r e s , essas mudancas tern con-tribui'do de forma posit iva para o processo ens i no-aprend i zagem, pois tern melhorado o desempenho do professor em sala de a u l a , ten-do em vista a sua participacao ativa em toten-dos os eventos educacio-nais o que tern si do considerado por t o d o s , um meio de melhorar a qualidade do e n s i n o .
0 relacionamento desses professores com a Secretaria M u n i -cipal da Educacao e bom, ami gavel alem de todos eles acharem a mesma uma pessoa participativa e comprometida com o seu t r a b a l h o .
Com relacao a escolha do Livro D i d a t i c o , os professores deixaram evidente que a forma como foi desenvolvida esse a n o , com a participacao de t o d o s , foi d t i m a , p o i s , sao eles (professores)
quern conhecem a realidade dos a l u n o s , p o r t a n t o , nao se pode d e i -xa-los fora de um momento como e s s e . Segundo e l e s , esse momento
foi de grande relevancia porque tiveram a oportunidade que antes nao t i n h a m , de participar diretamente desse p r o c e s s o .
A forma como eles avaliavam e continuam avaliando e atraves de provas orais e e s c r i t a s , levandose em consideracao a f r e q u e n -cia do aluno em sala de a u l a .
Segundo os depoimentos desses p r o f e s s o r e s , a comunidade participava e participa do processo e d u c a t i v o . Para que isso acon-teca eles tern procurado conversar com a comunidade e realizado reuni o e s .
R A X 3 D I E A i__ i_j M o S
Com o objetivo de conhecer a opiniao dos pais de alunos a respeito do desenvolvimento do processo educacional em nosso m u n i ci'pio, apliquei com alguns deles um questionario composto das s e -guintes perguntas:
1. Como voces veem a Escola?
2 . Qual a posicao de voces (pais) com relacao a importancia do professor?
3 . 0 que voces pretendem que seus filhos aprendam e con ser •-vem?
4 . Quais os tipos de atividades desenvolvidas na regiao? 5 . Qual e a epoca do ano em que voces precisam tirar seus filhos da escola porque precisam da ajuda deles nas atividades produt i vas?
6 . Que sugestoes voces apresentam para tornar o curr I ' C U I O
mais adequado as necessidades e interesses da comunidade?
Com relacao a i questao, a maioria deles acham que a mesma esta adequada a clientela e s c o l a r .
A posicao dos mesmos com relacao a importancia do professor e de que existe um relacionamento satisfatdrio entre professor/ aluno; professor/pai e que o professor esta coerente com a r e a l i -d a -d e .
Todos os pais entrevistados desejam um futuro melhor para seus filhos e, segundo e l e s , i sso so sera possi'vel atraves do e s -tudo para que os mesmos consigam e m p r e g o .
A atividade mais desenvolvida na regiao e a a g r i c u l t r a . E a epoca em que os pais mais precisam da ajuda de seus f i l h o s , nas ativiades produtivas e a epoca do INVERSQ pois necessitam de a j u -da para o plantio e a c o l h e i t a .
As sugestoes apresentadas e de que passe a existir uma d i s ciplina p r o f i s s i o n a l i z a n t e , apesar de terem afirmados que os p r o
-fessores estao coerente com a r e a l i d a d e , sugeriram a melhoria no desempenho do professor em sala de a u l a .
S U R I E R KJ X *3 O R I E i3
Os "Supervisores" sao pessoas que muito contribuem para o desenvolvimento do trabalho educativo e esse trabalho vem sendo desenvolvido diretamente as e s c o l a s .
Considerando a importancia do t r a b a l h o , dessas pessoas e que, atraves de um questionario procurei conhecer melhor a opiniao dos mesmos referente a Educacao do Munici'pio.
0 questionario aplicado era composto das seguintes pergun-tas:
1 . 0 que mudou para voce depois da nomeacao da Secretaria da Educacao?
2 . 0 que voce acha da sua postura en quanto "Supervisor" no processo ens i no-aprend i zagem?
3 . Qual o seu relacionamento com a Secretaria da Educacao? E com os professores?
4 . Como voce ver a percepcao que os professores tern voce? 5 . Na sua o p i n i a o , como os professores veem a Secretaria da Educacao?
6. Voce acredita que para melhorar a escola no g e r a l , se
faz necessario uma relacao maior entre esta e a comunidade? 0 que voce tern feito para que isto aeonteca?
7 . 0 que voce espera que se realize para melhorar a quali-dade do ensino no munici'pio?
8 . Como voce ver a realizacao dos trabalhos desta S e c r e t a -ria? 0 que acha desta forma?
Tendo como base as respostas dadas a essas p e r g u n t a s , pude-mos observar que apds a nomeacao da Secretaria da E d u c a c a o , varias mudancas ocorreram e que essas mudancas tern facilitado o desenvol-vimento do trabalho e d u c a c i o n a l .
Que relacao a postura dos m e s m o s , eles consideramse p e s s o -as responsaveis e que tern tido um relacionamento s i n c e r e , amigavel e com bast ante respeito com a Secretaria da E d u c a c a o .
Segundo os "supervisores", os professores apesar do entro-samento e x i s t e n t e , sentem-se inibidos diante d e l e s . Depositam bas-tan te confianca na Seeretaria,achando-a uma pessoa a u t e n t i c a .
Todos eles acreditarn que para melhorar a escola se faz ne~ cessario uma relacao maior entre esta e a comunidade e, para que
isto aconteca eles tern procurado consc ient izar as pessoas da refe-rida necessidade e, esperam que um dia todos participem ativamente desse p r o c e s s o .
A realizacao dos trabalhos da Secretaria e visto como a m e -lhor forma de se atingir os o b j e t i v o s , pois todos trabalham em conjunto com o unico objetivo que e a melhoria da qualidade do e n -s i n o .
M E E M B R 13 S D A Q I E O R I E T A R X A O I E I E O U O A C S O
Apds varias entrevistas realizadas com p r o f e s s o r e s , a l u n o s , pais de alunos e s u p e r v i s o r e s , nao poderia deixar de ouvir os d e -mais membros que compoe a Secretaria de Educacao do Munici'pio, tendo em vista que todos trabalham com unico objetivo de melhorar a qual i dade do ensino do nosso munici'pio.
As perguntas feitas aos referidas membros foram: 1. 0 que voce acha da Educacao do seu Munici'pio? 2 . Voce tern visto mudancas? Quais?
3 . Qual o seu relacionamento com a Secretaria de Educacao? 4 . 0 que voce espera que se realize para melhorar a quali-dade do ensino no Munici'pio?
5 . Como voce ver a realizacao dos trabalhos desta S e c r e t a -ria? 0 que voce acha desta forma?
Tomando como base as respostas dadas a essas p e r g u n t a s , posso afirmar que a educacao do munici'pio e considerada pel a ma i o~ ria desses m e m b r o s , como r a z o a v e l , porem com chances de m e l h o r a r ,
fait ando para isso maior interesse e compromisso por parte dos professores e pais de alunos q u e , ainda nao estao conscientizados suficientemente para entender o valor da sua participacao na e d u -cacao de seus f i l h o s .
Todos afirmam que tern visto m u d a n c a s , e uma dessas mudancas e a boa vontade por parte da S e c r e t a r i a , esforcos de todos da
Se-cretaria de E d u c a c a o , realizacao de varios projetos solicitando melhor i as para o munici'pio.
0 relacionamento existente entre esses com a Secretaria de Educacao foi considerado b o m , achando que a forma de trabalho d e -senvol vida em conjunto e o melhor caminho para se atingir os obje-t i v o s .
IE desejo da ma i or i a que todos os professores sejam qual if i-cados para que se possa melhorar a qualidade do ensino do nosso mun i c Tp i o .
A IM l_ X S IE O O M C l_ U S3 X V A D O S3 Q U IE S3 T I f3 fsl! R I C3 S3
Apds analisar varies questionarios a p l i c a d o s , concluo que a Educacao desenvolvida na cidade de Baixio ate o ano de 1992, de acordo com as questoes levant adas:
. Ni'vel de participacao dos alunos/professores/superv i so~ res/comunidade/ frente ao drgao Municipal de E d u c a c a o .
. Postura do drgao Municipal de Educacao era de baixo ni'-v e l , tendo em ni'-vista a quase inexistencia de participacao atini'-va das referidas pessoas; inexistencia de acompanhamento pedagdgico; p l a -nejamento inconstante e um relacionamento indireto.
De acordo com o depoimento dessas p e s s o a s , acima c i t a d a s , ate 1992 nao havia integracao entre todos os envoividos no p r o c e s -so e n s i n o - a p r e n d i z a g e m . A comunidade nunca foi chamada a escola para discutir os protalemas educacionais do munici'pio.
Tomando como referencia entrevistas r e a l i z a d a s , concluo que todos esses problemas comprometeram a boa qualidade do processo ensino-aprendizagem, visto q u e , a maioria das pessoas que faziam a Educacao do Munici'pio nao estava preocupada com a qualidade do e n -s i n o , em de-senvolver um trabalho cooperativo,nem tao pouco com a
formacao integral dos e s t u d a n t e s .
P o r e m , em 1993 esse quadro melhorou m u i t o , pois segundo os e n t r e v i s t a d o s , a Secretaria da Educacao tern procurado engajar a comunidade a e s c o l a .
Varias reunioes foram realizadas com a comunidade com o o b -jetivo de discutir os problemas educacionais que mais o a f l i n g e m . Nessas reunioes ha participacao de a l u n o s , pais de a l u n o s , p r o f e s -sores e membros da Secretaria da E d u c a c a o .
As Supervisoras tern desenvolvido um trabalho mais p r o d u t i -v o , pois estao trabalhando diretamente nas escolas o n d e , atra-ves deste relacionamento d i r e t o , tern a oportunidade de detectar os problemas existentes em cada escola e,juntamente a Secretaria da Educacao buscam solucoes para os referidos p r o b l e m a s .
A t u a l m e n t e , vein sendo realizados planejamentos e acompanha-mentos c o n s t a n t e s . Varios cursos foram e estao sendo r e a l i z a d o s .
Segundo os e n t r e v i s t a d o s , a Secretaria da Educacao e uma pessoa participativa e comprometida e que vem se relacionando m u i -to bem com -todos que fazem parte do processo educativo do munici'-p i o , o que tern contribui'do de forma munici'-posit iva munici'-para a melhor i a do processo ens i no-aprend i z a g e m .
Os professores e demais entrevistados deixaram claro que atualmente estao tendo oportunidade de participacao direta emtodos os mov intent os educacionais do munici'pio. Consideraram como um mo-men to de grande relevant ia, a escolha do Livro Didatico para 1994, onde a Secretaria reuniu todos os professores da rede municipal e estadual para fazerem parte de um momento import ante para a e d u c a -cao do mun i c I'P i o .
Alguns professores que ensinaram antes e hoje nao encon-tranr-se e n s i n a n d o , foram entrevistados e os depoimentos dos mesmos e de que o trabalho desenvolvido h o j e , pela equipe da Secretaria da Educacao sob a Coordenacao da Secretaria e melhor que a n t e s .
P o r t a n t o , diante de tais depoimentos fica claro q u e , para a populacao baixiense o ni'vel de participacao de pa i s/al unos/pr of es-sores/Secretaria de E d u c a c a o , a t u a l m e n t e , esta melhor que antes e
isto vein contribuindo para a melhor i a do processo ensinoaprendizagem, porem necessitando apenas de uma reciclagem para os p r o f e s -sores .
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A C O M A S I E c R I E X * S R I A M I J IM I C I R A l „ E> A I E O I J f 3 A C S OS E C R E T ^ R I A : Francisca Benilda de Santiago Santos
1. Qua i s as prior idades educacionais do munici'pio?
Ao assumir a Secretaria da E d u c a c a o , me reunir com todos os membros que a compoem e, apds discutirmos os principals problemas educacionais do nosso munici'pio elaboramos um Piano de Trabalho Anual ( P T A ) , onde destacamos algumas p r i o r i d a d e s , que sao:
. Acesso de todas as criancas a e s c o l a , de toda fa i xa eta--ria e garantir a permanencia dessas ceta--riancas na e s c o l a , porque en-tendemos que nao basta levar todas as criancas a e s c o l a , e preciso
fazer com que el as permanecam e consigam aprender a o u v i r , falar, questional", enfim, ser alguem que possa contribuir para melhor ia da situacao sdc i o-econom i ca e poli'tica do p a i s .
. Realizacao de Concurso Publico e valorizacao dos profs-si ona is da E d u c a c a o .
. Acompanhamento c o n t m u o a Alfabetizacao e is serie e Cur-sos de Aperfeicoamento P e d a g d g i c o .
2 . Voce p o d e r i a , nos falar sobre as atividades d e s e n v o l v i -das pel a Secretaria da Educacao durante os 8 meses de sua admin is-t r a c a o , esis-te ano?