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AULA - Toxo e Plasm

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Academic year: 2021

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Toxoplasma gondii

Profª Cíntia Moreira Marciliano da Costa

Posição sistemática

Classe Ordem Família Gênero

Eucoccidiida Eimeriidae Isospora

Cryptosporidiidae Cryptosporidium Sarcocystidae Sarcosystis Sporozoa Toxoplasma Reino : Protista Sub-reino: Protozoa Filo: Apicomplexa

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Toxoplasma gondii

Distribuição geográfica mundial

Alta prevalência sorológica

Zoonose frequente em várias espécies de

animais:

–Mamíferos : carneiro, cabra, porco, gatos, outros felídeos e homem –Aves TOXOPLASMOSE: Generalidades INFECÇÃO IMPORTÂNCIA  Zoonose  Cosmopolita (10-75%)

 Infecção crônica assintomática  Grande adaptação do parasitaria

 Prevalência da infecção humana

 Problemas de Saúde Pública: gestante e imunodeprimido  Importância veterinária

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Toxoplasma gondii

Heteroxenos:

–Presença de hospedeiro definitivo (gatos e

felídeos não imunes) e hospedeiro intermediário.

Habitat:

–vários tecidos, células (exceto hemácias) e

líquidos orgânicos (saliva, leite, esperma, líquido peritoneal, etc).

Toxoplasma gondii

Formas evolutivas:

–Hospedeiro definitivo: ciclo coccidiano – completo com fase assexuada e sexuada (dependendo do habitat).

• Taquizoítos • Bradizoítos • Merozoítos

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Ciclo de Vida

Duas fases distintas Fase assexuada

Fase sexuada – epitélio intestinal do gato

Na fase assexuada, um hospedeiro suscetível (homem, por exemplo) ingeri oocistos ou entra em contato com taquizoítos eliminados na urina, leite, esperma, perdigotos, etc., ou, ainda bradizoítos ou taquizoítos encontrados na carne crua, poderá adquirir o parasito e desenvolver a fase assexuada.

As formas que conseguirem sobreviver ao estômago, poderão evoluir, cada esporozoíto ou taquizoíto entrará numa célula e se reproduzirá intensamente (fase proliferativa); romperá a célula, liberando novos taquizoítos, que invadirão novas células. Essa disseminação do parasito no organismo se dá por taquizoítos livres na linfa, no sangue circulando ou, mesmo, por taquizoítos parasitando leucócitos.

Contaminação do hospedeiro

Multiplicação

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gato jovem e não imune, se infectando oralmente por oocistos, cistos ou taquizoítos, desenvolverá o ciclo sexuado em seu epitélio intestinal. O tempo decorrido dessa infecção até o aparecimento de novos oocistos em suas fezes (período pré-patente) dependerá da forma ingerida. Este período será de 3 a 5 dias, quando a infecção ocorrer por cistos; 5 a 10 por taquizoítos, e 20 a 24 dias para oocistos.

• Os esporozoítos ou taquizoítos, ao penetrarem no epitélio intestinal do gato, por um processo de esquizogonia, darão origem a vários merozoítos que, por sua vez, se transformarão em gametas (gametogonia). O macrogameta

permanecerá dentro de uma célula epitelial, enquanto que o microgameta sairá de sua célula e irá fecundar o macrogameta, formando o ovo ou zigoto. Esse evoluirá dentro do epitélio, dando origem ao oocisto; depois, a célula epitelial, em alguns dias, se rompe, liberando o oocisto imaturo. Essa forma, através das fezes, alcançará o meio externo e, após um período de cerca de quatro dias, ficará maduro, isto é, apresentará 2 esporocistos e cada um contendo 4 esporozoítos. O gato jovem é capaz de eliminar oocistos durante um mês, aproximadamente, não o fazendo mais depois disto.

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Transmissão

• Ocorre através de várias formas do parasito: oocisto em fezes de gato jovens infectados, cistos presentes em carnes, taquizoítos encontados no leite, saliva, esperma, lambedura ou perdigotos ou ainda,

congenitamente.

Patogenia: fase aguda e fase crônica

• Podem ser confundidos com os de uma gripe;

• Em outros, os sintomas incluem febre diária, gânglios intumescidos e espalhados pelo corpo, mas a doença regride em algumas semanas, embora possa voltar se houver queda de resistência porque o

Toxoplasma gondii não é eliminado do organismo.

• Imunodeprimidos - há um tipo grave de toxoplasmose, a

neurotoxoplasmose, que pode ser fatal se não for diagnosticada e tratada adequada e precocemente.

• A toxoplasmose crônica provoca retinocoroidite severa; fraqueza muscular, perda de peso, cefaléia e diarréia podem estar presentes. Os sintomas são vagos e indefinidos, e o diagnóstico é difícil.

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Patogenia

• Ganglionar ou Febril Aguda • Ocular

• Cutânea ou Exantemática

• Cerebroespinhal ou Mningoencefálica • Generalizada

• Congênita:

• É necessário que a mãe esteja na fase aguda da doença ou tenha havido uma reagudização da mesma durante a gravidez. As consequências da toxoplasmose materna par ao feto dependerão do grau de exposição do feto a toxoplasmas, da virulência da cepa a do período da gestação. Sabe-se que 40% a 50% dos fetos infectados acabam morrendo.

Patogenia

Congênita ou pré-natal:

–Mãe na fase aguda da doença ou em quadro de reagudização durante a gestação

–Alterações fetais:

• Primeiro trimestre: aborto

• Segundo trimestre: aborto, nascimento prematurocom anomalias classificadas como Síndrome de Sabin – coriorretinite, calcificações cerebrais, perturbações neurológicas, retardamento psicomotor, alterações no

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Patogenia

• Pós-Natal

– As formas graves da doença incluem comprometimento

ganglionar, icterícia, hepatoesplenomegalia, edema, miocardite, anemia, lesões oculares,etc.

– Extremamente grave em pacientes imunodeprimidos com sintomas de febre, dor de cabeça, alteração das funções cerebrais como confusão, letargia, alucinações e psicose,perda de memória e coma.

Diagnóstico

• Diagnóstico clínico de difícil realização • Forma aguda:

– Pesquisa de taquizoíto no leite, sangue, líquor, saliva, etc.

– Realização de esfregaço do material centrifugado com coloração pelo método de Giemsa

– Biópsia e realização de cortes histológicos em gânglios enfartados, fígado, baço e músculo corados por

hematoxilinaeosina. (mais indicado para pesquisa de bradizoítos na forma crônica)

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Diagnóstico

Diagnóstico imunológico:

–Realização de testes imunológicos que detectem anticorpos circulantes que correspondam a fase da doença.

IgM:

–Aparecem na primeira semana de infecção com pico até 1 mês.

–Indicam quadro agudo.

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Diagnóstico

Método direto

-Imunofluorescência indireta, ELISA, aglutinação, Western blot: • IgM - fase aguda (podem persistir por longos períodos)

• IgG - fase crônica

• Avidez IgG – alta avidez indica doença crônica (afasta doença nos últimos 3-4 meses)

• No RN: IgA, IgM, IgG por Western blot

Tratamento

• Drogas atuam na fase proliferativa (taquizoítos) e não na forma cística

• Tratamento apenas na fase aguda, na toxoplasmose ocular e em indivíduos imunocomprometidos. • Tóxicas em uso prolongado

• Associação de :

– Sulfadiazina: 100 a 125 mg/kg/ dia - via oral. Duas a quatro semanas

– Pirimetamina: 75 a 100mg (10 dias) reduzindo 50 mg (10 dias) e 25 mg / dia

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Tratamento

Para formas oculares:

–Antiparasitários associado a meticorten –Cloridrato de clindamicina, sulfadiazina e

meticortem

–Alcançam 93% de cura

Epidemiologia

• Distribuição universal

• Taxas de positividade aumentam com a idade dos indivíduos

• Elevadas nas zonas rurais mais do que nas zonas urbanas

• Encontrados em grande número de animais (cão, gato, coelho, carneiro, boi, porco, ratos, galinhas, etc)

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Epidemiologia

• Maior contaminação por hospedeiro definitivo:

–Disseminação de 2 a 20 milhões de oocistos em 20 g/fezes

• Aumento dos índices de animais silvestres soropositivos

• Viabilidade dos oocistos durante meses • Infecção de gatos através dos roedores • Infecção de gatos através das fezes

Controle

• Evitar alimentação a base de leite cru, carne crua ou mal cozida de qualquer animal.

• Controle da população de gatos vadios. • Incineração das fezes de gatos.

• Alimentação dos gatos com ração e carne cozida. • Cobertura dos tanques de areia quando não

estiverem em uso.

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Plasmodium spp.

Taxonomia

Reino: Protozoa

Filo:Apicomplexa

Classe: Sporozoea

Ordem: Hemosporidiida

Família: Plasmodiidae

Gêneros: Plasmodium

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Plasmodium vivax – febre terçã benigna – 48 hs

Plasmodium ovale – febre terçã benigna – 48 hs – África Plasmodium malariae – febre quartã – 72 hs

- são extenoxenos em relação ao hospedeiro vertebrado - exceção P. malariae que infecta algumas sps de macacos -hospedeiro invertebrado e definitivo:

mosquitos do Gênero Anopheles

Plasmodium

• Distribuição geográfica: mais encontrado em regiões tropicais e

subtropicais. África, Índia e Brasil

• Ciclo biológico:

• Hospedeiro vertebrado –H. intermediário

• Hospedeiro invertebrado – H. definitivo

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Hospedeiro invertebrado

Espécies: Anopheles (Nyssorhynchus) darlingi

Anopheles (Nyssorhynchus) aquasalis Anopheles (Nyssorhynchus) albitarsis Anopheles (Kerteszia) cruzi

Anopheles (Kerteszia) bellator

Hospedeiro invertebrado

Anopheles (Nyssorhynchus) darlingi

–Mais importante espécie transmissora –Domiciliar e antropofílico

–Encontrado desde o México até a Argentina

–No Brasil: todos os estados, exceto regiões secas e áridas e do sul do país.

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Ilustração disponível emhttp://www.icb.usp.br/~livropar/img/capitulo2/10.html

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Anophelesdarlingi Aedesaegypti Culexpipiens

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Plasmodium

Hospedeiro vertebrado: homem

Transmissão:

–Vetor

–Transfusão de sangue

–Compartilhamento de seringas –Acidente com agulhas

Não ocorre fase exoeritrocítica que ocorre no hepatócitos

Plasmodium

Transmissão ocorre em temperaturas entre

20°C a 30 °C com alta umidade relativa do ar.

Temperaturas abaixo de 16 °C e acima de 33°C, bem como

altitude acima de 2000 m impossibilitam o ciclo

esporogônico no mosquito.

Forma infectante - esporozoíto

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Ciclo de vida

• A fêmea do Anopheles durante o repasto

sanguíneo ingere hemácias com formas parasitárias (gametócitos);

• No trato digestivo as hemácias são digeridas e os gametócitos liberados; • No intestino do Anopheles,

os gametócitos evoluem para microgamenta e macrogameta e realizam

• Eles se deslocam para o

revestimento epitelial da parede intestinal do inseto, onde se aloja e passa a se chamar oocineto;

• O oocineto por

multiplicação assexuada formam oocistos;

• O oocisto maduro acaba por romper-se e libertar os esporozoítas que invadem a hemolinfa do inseto que migram para as glândulas

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Hemácia com gametócito

Fêmeas de Anopheles sugam hemácias com gametócitos Zigoto Penetração na parede do tubo digestivo Migração para as glândulas salivares Desenvolvimento No tubo digestivo Mosquito infectado

Ciclo de vida

• Durante o repasto

sanguíneo, a fêmea injeta esporozoítos no hospedeiro vertebrado;

• Na corrente sanguínea, os esporozoítos migram para o fígado, onde fica incubado (10-30 dias) se

reproduzindo assexuadamente; • O hepatócito sofre lise

liberando merozoíto na corrente sanguínea que migram para as hemácias onde vão realizar

esquizogonia;

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FÍGADO Hepatócito Invasão do hepatócito Reprodução Assexuada Esporozoítos

Lise dos hepatócitos

Liberação dos protozoários na corrente sanguínea

Ciclo evolutivo – Hospedeiro vertebrado

–Os merozoítos invadem as hemácias –Diferenciação em trofozoítos

–Esquizogonia: esquizonte

–Produção de merozoítos e rompimento da hemácia

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Hepatócito destruído pelos protozoários

Penetração dos

protozoários Protozoários destroem as hemácias

Diferenciação em gametócitos

Fêmeas de Anopheles sugam hemácias com gametócitos

Ciclo no hospedeiro invertebrado

Ocorre nas hemácias ou Eritrócitos

nas hemácias

Reprodução assexuada

Protozoário no interior da hemácia

Hemácia com gametócito

Fase eritrocítica

Ciclo sanguíneo:

–P.falciparum, P. vivax e P.ovale: 48 horas – febre terçã –P.malariae: 72 horas – febre quartã

–Fonte de nutrição do Plasmodium no ciclo sanguíneo: ingestão de hemoglobina através do citóstoma

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Ilustração disponível emhttp://www.dpd.cdc.gov/dpdx/html/ImageLibrary/Malaria_il.htm

Patologia

Ciclo eritrocítico responsável pela patogenia.

Destruição das hemácias: anemia e hipóxia.

–sequestro esplênico dos eritrócitos alterados

–auto-anticorpos desenvolvidos contra os parasitos e contra os eritrócitos

–antígenos do parasito são adsorvidos na superfície de eritrócitos normais

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Mais tarde crises paroxísticas ou acessos maláricos

Acessos periódicos de calafrios (15 min a 1 hora) e febre intensas( 2 a 6 hs);

destruição das hemácias e descarga de substancias tóxicas na circulação sanguínea ao fim de cada ciclo reprodutivo do parasito ( 48hs a 72hs)

Patologia

• Toxicidade pela liberação de citocinas.

• Citoaderência: parasito altera a forma bicôncava do eritrócito

que adere na parede endotelial dos vasos.

• Citoaderência causada pelo P. falciparum: obstrução da

microcirculação em tecido cerebral, hepático e renal.

– Cerebral: cefaléia, hipertermia,vômitos e sonolência – Redução O2: Acidose láctica ocasionada pela hipóxia.

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Período de incubação

Duração da fase pré clínica:

–Terçã maligna: 12 dias (9 a 15 dias de incubação) –Terçã benigna: 14 dias (10 a 20 dias de incubação) –Febre quartã: 30 dias ( 20 a 40 dias de incubação)

Quadro clínico

Paroxismo malárico:

–Ruptura das hemácias com liberação dos merozoítos e pigmentos maláricos

–Manifestações clínicas de frio (30 min a 1 hora), febre que chega a 41°C (1 a 4 horas) e sudorese intensa acompanhada de fraqueza (1 a 2 horas) –As manifestações dependem do ciclo eritrocítico:

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Quadro clínico

Anemia

Espleno e hepatomegalia

Insuficiência renal aguda

Hipoglicemia

–Ação tóxica das citocinas inibem gliconeogênese

Icterícia

Hemoglobinúria – febre hemoglobinúrica

Coma malárico: P.falciparum

Imunidade

Indivíduos que vivem em áreas de alta

transmissão desenvolvem anticorpos contra

vários antígenos do parasito e podem

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Imunidade inata

Grupo sanguíneo Duffy negativo

P. vivax

Deficiência de G6PD

–Produção de metamoglobina tóxica para o parasito

Anemia falciforme ou traço falcêmico

–Níveis baixos de potássio causam a morte do parasito

Imunidade adquirida

Recém-nascidos

–Protegidos até 6 primeiros meses de vida. • Presença de IgG materna

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Imunidade adquirida

Ciclo pré-eritrocítico

–Reposta celular contra a proteína CS e outros antígenos presentes no esporozoito

–Esquizonte: Resposta imune caracterizada pela proliferação de linfócios T CD4+ e CD8+, produção de IFN-y e síntese de óxido nítrico (NO).

Imunidade adquirida

Ciclo eritrocítico

–Produção de ac de classe IgG1 e IgG3 –Lise mediada pelo sistema complemento –Aumento de células T CD4+

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Diagnóstico

Esfregaço sanguíneo delgado e espesso

corado pelo Giemsa

Sangue colhido sem anticoagulante para

melhor fixação em lâmina

Esfregaço sanguíneo espesso é mais eficiente

para detecção da infecção

Esfregaço delgado é mais eficiente para

diferenciação morfológica das espécies.

PCR

Tratamento

• Visa a interrupção do ciclo da esquizogonia

sanguínea

• Eliminação das formas latentes teciduais

(hipnozoítos)

• Eliminação das formas sexuadas – bloqueio da

transmissão

• Para o tratamento, deve-se identificar a espécie

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Tratamento

• Cloroquina

– Atua sobre as formas sanguíneas e gametócitos de P. vax, P.malariae e P.ovale

• Primaquina

– Atua sobre as formas teciduais - hipnozoítos de P.ovale e P. vivax

– Ativa contra gametócitos de todas as espécies – Ativa contra esporozoítos antes de penetrarem nas

células hepáticas

Tratamento

P.falciparum

–Resistência a cloroquina

–Utilização de Quinina + tetraciclina –Mefloquina : esquizonticida sanguíneo –Primaquina: gametocitocidas

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Vacinação

Vacinas antiesporozoíticas

Vacinas contra formas assexuadas

–Utilização de antígenos da superfície de merozoítos

Vacinas contra formas sexuadas

–Em desenvolvimento

Epidemiologia

Criação de novos criadouros aquáticos

Agricultura irrigada por canais a céu aberto

Influência das chuvas

Climas secos inviabilizam o desenvolvimento

dos vetores e ciclo dos plasmodios

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Profilaxia

Combate ao vetor

Combate as larvas

Saneamento básico

Referências

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