TÍTULO: FITOSSOCIOLOGIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA EM BAIRROS DE PRAIA GRANDE - SP
TÍTULO:
CATEGORIA: CONCLUÍDO
CATEGORIA:
ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE
ÁREA:
SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
SUBÁREA:
INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA
INSTITUIÇÃO:
AUTOR(ES): RAPHAELA DOS SANTOS GONÇALVES
AUTOR(ES):
ORIENTADOR(ES): MARA ANGELINA GALVÃO MAGENTA
1. RESUMO
A arborização urbana consiste em toda vegetação que compõe uma paisagem ou espaço urbano. É um dos componentes bióticos de maior importância nas cidades. Tais intervenções também são chamadas de “florestas urbanas” e desempenham um importante papel na melhoria da qualidade de vida da população. Estes benefícios incluem aspectos ecológicos, como a melhoria do microclima do local por meio da filtração dos raios solares, proporcionando sombras e aumento da umidade atmosférica. É preciso considerar que o ambiente em que foi aplicada a arborização é restritivo para o desenvolvimento das árvores. O plantio adequado demanda atenção e ações contínuas para minimizar as chances de ocorrência de conflitos com a estrutura já presente anteriormente. Este estudo teve como objetivo investigar a distribuição quantitativa e qualitativa e as condições fitossanitárias das espécies utilizadas na arborização em dois bairros da cidade de Praia Grande – SP, denominados "Boqueirão" e "Sítio do Campo", onde 15% de sua área total foram cobertas pela pesquisa. As quadras analisadas foram definidas por sorteio. Em uma planilha foram anotados: diâmetro na altura do peito (DAP), altura da árvore, altura da primeira bifurcação, saúde, condições de fitossanidade, condição da calçada e de cabos e fiações ao redor. Os resultados demonstraram várias calçadas danificadas em consequência de plantio em covas inadequadas. Nenhuma das covas obedecia aos padrões exibidos no Manual de Arborização Urbana do Estado de São Paulo. O bairro residencial, Sítio do Campo, possui o maior número de indivíduos. Apenas o bairro comercial, Boqueirão, apresentou problemas com árvores alcançando a fiação elétrica. Em ambos os bairros a maior parte das árvores apresentava copa vigorosa, sendo 58,3% no Sítio do Campo e 69,2% no Boqueirão, onde problemáticas representavam 41,6% e 30,7%, respectivamente. Vê-se necessária uma ação da prefeitura de fiscalização destas calçadas problemáticas, a fim de evitar acidentes. Embora haja uma série de normas que determinem como deve ser feita a ocupação das vias públicas por vegetação, ainda são vistas incompatibilidades entre estas e as encontradas neste estudo.
2. INTRODUÇÃO
Segundo o Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2010) em 1950 a população rural era muito maior do que a urbana. Atualmente essa distribuição se inverteu. Este fato se deve, em parte, por existir uma tendência de migração dos meios rurais para os meios urbanos.
A arborização urbana consiste em toda vegetação que compõe uma paisagem ou espaço urbano. Não só está presente nas calçadas das ruas, como também em parques, jardins e outras áreas de construção artificial (PIVETTA e SILVA FILHO, 2002).
É um dos componentes bióticos de maior importância nas cidades. Tais intervenções também são chamadas de “florestas urbanas” e desempenham um importante papel na melhoria da qualidade de vida da população. Estes benefícios incluem aspectos ecológicos, como a melhoria do microclima do local por meio da filtração dos raios solares, proporcionando sombras e aumento da umidade atmosférica (COPEL, 2009).
É preciso considerar que o ambiente em que foi aplicada a arborização é restritivo para o desenvolvimento das árvores. O solo tende a ser compactado, inclusive contendo contaminações. O modelo de poda nem sempre é adequado e as espécies animais associadas ao local podem não ser as que naturalmente estariam associadas àquela vegetação (MENEGHETTI, 2003).
Logo, espaços arborizados artificialmente em condições inadequadas acarretam no desequilíbrio ecológico do ecossistema em questão e danos físicos à estrutura da cidade. O plantio adequado demanda atenção e ações contínuas para minimizar as chances de ocorrência de conflitos com a estrutura já presente anteriormente (SOSMA, 2015).
O Manual Técnico de Arborização Urbana criado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e pela Secretaria das Subprefeituras de São Paulo (2005) com base nas normas técnicas da Portaria Intersecretarial n° 05/SMMA– SIS/02 comprova a necessidade do planejamento ao lidar com a estrutura vegetal das cidades. Dessa forma, a implantação e manejo arbóreos das cidades são serviços de responsabilidade pública, visando à suavização de impactos ambientais causados pela artificialidade dos meios urbanos (CEMIG, 2011).
3. OBJETIVOS
Efetuar o levantamento fitossociológico em dois bairros do Munícipio da Praia Grande (SP), sendo um central, de caráter comercial, e outro residencial; Investigar se a distribuição vegetal é adequada em dois bairros do município de Praia Grande ou está causando algum dano visível ao local; Calcular o Índice de Valor de Importância das espécies utilizadas na arborização dos bairros.
4. METODOLOGIA
O trabalho foi realizado na cidade de Praia Grande, em dois bairros, um central e um residencial (afastado do centro), denominados respectivamente de “Boqueirão” e “Sítio do Campo” e contemplou o estudo de 15% de sua cobertura vegetal, conforme Meneghetti (2003). Nesse estudo, as quadras dos bairros foram consideradas como parcelas.
Em trabalho de campo, foram mensurados, para todos os indivíduos arbóreos, diâmetro na altura do peito (DAP), saúde, altura, condição da calçada, cabos e fiações ao redor, entre outros, utilizando régua, fita métrica, ficha de campo e câmera fotográfica.
5. DESENVOLVIMENTO
Foram necessárias duas saídas de campo para cada bairro analisado, todas realizadas durante o dia, para melhor visualização dos itens á serem analisados.
A adequação das covas de plantio foi verificada segundo o Manual de Arborização de São Paulo (2005).
Os tipos de copa foram classificados em (adaptado de MENEGHETTI, 2003): Vigorosa: quando aparentemente sadia; Epicórmica: apresentando grande profusão de brotos ou ramos; Estressada: copa apresentando sinais de amarelamento, queda anormal de folhas e ramos e redução do tamanho da folha, associados ou não à presença de doenças ou pragas; Extremamente prejudicada: quando cortada sem critério.
Para identificação das espécies e correlação com os nomes populares, foi utilizada bibliografia específica (LORENZI, 2002 a, b; LORENZI et al. 2003; LORENZI, 2009).
6. RESULTADOS
6.1. BAIRRO SÍTIO DO CAMPO
A arborização nas amostras do bairro foi representada por 36 indivíduos de 13 espécies de cinco famílias: Anacardiaceae, Arecaceae, Fabaceae, Moraceae e Rutaceace. Ficus benjamina L. (Moraceae) teve a maior representatividade em número de indivíduos (13); seguida por Cocos nucifera L. (Arecaceae) com cinco indivíduos; esta última possuía o indivíduo mais alto, com oito metros de altura. A família Fabaceae obteve o maior número de espécies distintas (cinco).
Tabela 1. Espécies que compõem a arborização urbana do bairro Sítio do Campo em Praia Grande – SP, e seus respectivos nomes populares, número de indivíduos e Índices de Valor de Importância.
Família Gênero e Espécie Nome Popular Nº I.¹ IVI²
Anacardiaceae Schinus terebinthifolia Raddi aroeira pimenteira 2 8,58
Arecaceae Caryota urens L.
palmeira-rabo-de-peixe 1 6,13
Arecaceae Cocos nucifera L. coqueiro 5 19,79
Arecaceae Dypsis lutescens (H. Wendl.)
Beentje & J. Dransf. palmeira-areca 1 6,08 Arecaceae Roystonea oleracea (Jacq.)
O. F. Cook palmeira-imperial 4 17,26
Fabaceae Bauhinia purpurea L. pata-de-vaca-roxa 4 17,17
Fabaceae Caesalpinia echinata Lam. pau-brasil 1 6,07
Fabaceae Cassia fistula L. chuva de ouro 1 6,09
Fabaceae Delonix regia (Hook.) Raf. flamboyant 1 6,08
Fabaceae Leucaena leucocephala
(Lam.) árvore-do-conflito 1 6,08
Moraceae Ficus benjamina L. figueira 13 65,1
Moraceae Morus nigra L. amoreira-negra 1 6,09
Rutaceae Murraya paniculatta (L.) Jack falsa murta 1 6,09 ¹ Número de indivíduos; ² Índice de valor de importância.
Em Caryota urens foi observada a presença da epífita Platycerium (Polypodiaceae) (Figura 1D); A epífita Rhipsalis baccifera (Cactaceae) foi encontrada em um indivíduo da espécie Ficus benjamina.
Os índices de valor de importância mais expressivos foram de Ficus benjamina (65,10), sendo o maior e Caesalpinia echinata (6,07), o menor. Oito parcelas do bairro não possuíam arborização.
Foram registrados 13 indivíduos de Ficus benjamina, sendo a maioria vigorosa, porém em calçadas com elevação e rachaduras. Cocos nucifera está representada por cinco indivíduos, todos vigorosos, porém em calçadas apresentando elevação e rachaduras; Bauhinia purpurea possuía quatro indivíduos, sendo três com copa prejudicada por vandalismo e uma vigorosa, três calçadas com rachadura e uma em bom estado; Entre os quatro indivíduos de Roystonea oleracea todos estavam em calçadas em bom estado, sendo dois com cova vigorosa, uma epicórmica e uma estressada; Schinus terebinthifolia apresentou dois indivíduos ambos com copa vigorosa e em calçadas em bom estado; Caryota urens possuía um indivíduo com copa estressada com calçada de plantio apresentando elevação e rachaduras. A copa dos únicos indivíduos de Dypsis lutescens, Caesalpinia echinata, Morus nigra, Leucaena leucocephala e Murraya paniculatta apresentavam copa epicórmica (as três primeiras) e copa vigorosa (as duas últimas), todas com calçada em bom estado; Por fim, Cassia fistula também só possuía um indivíduo, com copa vigorosa e calçada com rachaduras.
Dos 36 indivíduos estudados a maioria possuía copa vigorosa (21 indivíduos) contra 15 com copa apresentando algum tipo de problema; A quantidade de árvores em calçadas danificadas e em bom estado é a mesma (13 para cada situação).
Podas inadequadas podem causar desequilíbrio no sistema dos indivíduos. Algumas espécies são especialmente problemáticas caso sejam plantadas em áreas impróprias. O coqueiro (Figura 1B) pode causar acidentes com a queda de seus frutos em transeuntes e carros estacionados ao redor, principalmente se plantado em calçada de região residencial com grande fluxo de adultos e crianças.
Por se tratar de um bairro residencial, algumas árvores foram plantadas por moradores da região, não pela prefeitura, segundo relatos dos mesmos durante os períodos de coleta.
Figura 1. Árvores componentes da urbanização do bairro Sítio do Campo, Praia Grande (SP). A. Cassia fistula, causando elevação e rachaduras na calçada; B. Cocos nucifera em área residencial podendo causar acidentes com a queda de cocos; C. Ficus benjamina com copa vigorosa causando elevação e rachaduras na calçada; D. Caryota urens com a presença da epífita Platycerium
bifurcatum no tronco; E. Bauhinia purpúrea ainda em crescimento; F. Dypsis lutescens com copa
vigorosa.
6.2. BAIRRO BOQUEIRÃO
A arborização do bairro nas amostras foi representada por 26 indivíduos de cinco espécies pertencentes à quatro famílias: Aracaceae, Combretaceae, Fabaceae e Moraceae. Ficus benjamina L. (Moraceae) foi a espécie com o maior número de
indivíduos (18), e possui o maior indivídio, junto com Cocos nucifera L. (Aracaceae), medindo 10 metros de altura. A espécie Handroanthus impetiginosus (Mart. Ex DC.) Mattos, assim como Cocos nucifera L., só possuía um indivíduo na amostra analisada. Quatro quadras não possuíam nenhum tipo de arborização.
Tabela 2. Espécies que compõe a arborização urbana dobairro Boqueirão em Praia Grande –SP, e seus respectivos nomes populares, número de indivíduos e Índices de Valor de Importância.
Família Gênero e Espécie Nome Popular Nº I.¹ IVI²
Arecaceae Cocos nucifera L. coqueiro 1 11,41
Combretaceae Terminalia catappa L. chapéu-de-sol 2 15,29
Fabaceae Bauhinia purpurea L.
pata-de-vaca-roxa 4 22,6 Fabaceae Handroanthus impetiginosus
(Mart. Ex DC.) Mattos ipê-roxo 1 11,43
Moraceae Ficus benjamina L. figueira 18 128,84
¹ Número de indivíduos; ² Índice de valor de importância.
Foram registrados 18 indivíduos de Ficus benjamina, a maioria vigorosa e com calçada em bom estado; Bauhinia purpurea foi representada por quatro indivíduos, sendo dois vigorosos e dois estressados e apenas um em calçada danificada; Terminalia catappa possuía dois indivíduos, um vigoroso em calçada em bom estado e outro apresentando sua copa cortada e com cicatrizes aparentes; Em Cocos nucifera e Handroanthus impetiginosus, ambos possuindo apenas um único indivíduo, as copas estavam vigorosas e suas respectivas calçadas em bom estado.
Entre as 26 árvores estudadas, 18 estavam com copa vigorosa e apenas 8 possuíam algum tipo de problema, resultados semelhantes aos encontrados no bairro Sítio do Campo.. O número de calçadas em bom estado (22) em relação às com elevações e rachaduras (4) é expressivamente maior.
Em Terminalia catappa foi observada a presença da epífita Guzmania lingulata, que pode ser observada na figura 2A. Esta também apresentava galhos alcançando a fiação elétrica da rua. Apenas indivíduo de Cassia fistula também apresentava este problema (Figura 2B). Bauhinia purpurea, possuía dois de seus indivíduos alcançando a rede elétrica, sendo visível na figura 2C e D.
Figura 2. Árvores componentes da urbanização do bairro Boqueirão, Praia Grande (SP). A.Terminalia
catappa localizada na Av. Brasil com sua copa totalmente cortada, diversas cicatrizes e infestado por
epífitas. Seus galhos alcançam a fiação elétrica primária; B. Cassia fistula em cova inadequada e alcançando a fiação secundária; C. Bauhinia purpurea alcançando a fiação elétrica; D. Bauhinia
purpurea alcançando a fiação elétrica.
Ao ser contatada, a Prefeitura, por meio de uma representante da Secretaria de Meio Ambiente da cidade, declarou que existe uma ordem de plantio que prioriza o gênero Bauhinia, também conhecido como pata-de-vaca, porém, não justificou o motivo da escolha. Inclusive, moradores que desejarem arborizar suas calçadas, desde que justifiquem, podem retirar exemplares de muda em um posto específico
onde receberão orientações para o plantio. Esta decisão provavelmente é recente, visto que o número de indivíduos deste gênero ainda é baixo quando comparado com outros, como por exemplo, a figueira.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ficou evidente que ambos os bairros têm arborização pouco diversificada prevalecendo a ocorrência de Ficus benjamina (Moraceae). O bairro residencial, Sítio do Campo, possui o maior número de indivíduos. Apenas o bairro comercial, Boqueirão, apresentou problemas com árvores alcançando a fiação elétrica (o que precisa ser revisto pela equipe de poda local).
Os resultados demonstraram também várias calçadas danificadas em consequência de plantio em covas inadequadas. Nenhuma das covas obedecia aos padrões exibidos no Manual de Arborização Urbana do Estado de São Paulo. Em ambos os bairros a maior parte das árvores apresentava copa vigorosa 58,3% no Sítio do Campo e 69,2% no Boqueirão, onde problemáticas representavam 41,6% e 30,7%, respectivamente.
Vê-se necessária uma ação da prefeitura de fiscalização destas calçadas problemáticas, a fim de evitar acidentes. Um trabalho de educação ambiental também pode ser realizado para conscientizar acerca da introdução de espécies seguras para arborização urbana. Embora haja uma série de normas que determinem como deve ser feita a ocupação das vias públicas por vegetação, ainda são vistas incompatibilidades entre estas e as encontradas neste estudo.
8. FONTES CONSULTADAS
COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS – CEMIG. Manual de Arborização. Fundação Biodiversitas. Belo Horizonte, 2011. Disponível em:
<http://www.cemig.com.br/sites/imprensa/pt-br/Documents/Manual_Arborizacao_Cemig_Biodiversitas.pdf>. Acesso em abril de 2016.
COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL. Arborização de vias públicas. A arborização urbana. 2009. Disponível em:
<http://www.copel.com/hpcopel/guia_arb/a_arborizacao_urbana2.html >. Acesso em abril de 2016.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Vamos conhecer o Brasil: Características da população. Censo Demográfico, 2010. Disponível em: <http://7a12.ibge.gov.br/vamos-conhecer-o-brasil/nosso-povo/caracteristicas-da-populacao.html>. Acesso em abril de 2016.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, v. 1, 368p. 2002a/b.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, v. 3, 384 p.2009.
LORENZI, H. et al; Árvores exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 368 p. 2003.
MENEGHETTI, Gabriela Ignarra Pedreira. Estudo de dois métodos de amostragem para inventário da arborização de ruas dos bairros da orla marítima do município de Santos - SP. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Piracicaba/SP, 2003.
PIVETTA, Kathia Fernandes Lopes; SILVA FILHO, Demóstenes Ferreira da. Arborização Urbana. Boletim Acadêmico - Série Arborização Urbana. UNESP/FCAV/FUNEP. Jaboticabal/SP, 2002.
PREFEITURA DE SÃO PAULO – VERDE E MEIO AMBIENTE. Manual técnico de arborização urbana. Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, 2005. Disponível em:<http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/me io_ambiente/MARBOURB.pdf>. Acesso em abril de 2016.
SOS MATA ATLÂNTICA. Manual técnico de arborização urbana. São Paulo, 2015. Disponível em: <https://www.sosma.org.br/wp-content/upload s/2015/03/MANUAL-ARBORIZACAO_22-01-15_.pdf>. Acesso em abril de 2016.