CIÊNCIA DOS MATERIAIS
Aula – Ligações Químicas e Estruturas
Atômicas
Materiais de Construção Civil I USJT
Tecnologia de Concreto e Aço
Definições
Matéria
Tudo que tem massa e ocupa espaço
Constituída por partículas muito pequenas
chamadas moléculas, cuja a ordem de grandeza
é de 1Â (10
-10)cm
1 mL de água (H
2O) contém 33x10
21móleculas
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Definições
Substância
Composta por apenas um tipo de molécula ou
átomos
Substância simples
Constituída por um único tipo de constituinte Ex: Fe2, O2
Substância composta
Constituída por mais de um tipo de constituinte Ex: H20, NaCl
Definições
Mistura
Composta por duas ou mais substâncias
Homogêna
Apresenta apenas uma fase = Solução Podem ser separados por processos físicos Leite, água do mar, ar
Heterôgenea
Apresenta duas ou mais fases
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Definições
Estados da Matéria
Sólido
Mantém volume e forma
Líquido
Mantém volume, mas adquire a forma do recipiente
Gasoso
Não mantém volume nem forma, varia com o recipiente
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Definições
Estados da Matéria
Sólido
Mantém volume e forma
Moléculas muito próximas, mantendo posição por atração e coesão
Definições
Estados da Matéria
Líquido
Mantém volume, mas adquire a forma do recipiente Pode ser obtido a partir de um sólido, a partir da diminuição das forças de atração e coesão
Gasoso
Não mantém volume nem forma, varia com o recipiente
É obtido pela supressão das forças de atração e coesão
Tem a capacidade de fluir - Fluidos
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Definições
Estados da Matéria
Líquido
Mantém volume, mas adquire a forma do recipiente Pode ser obtido a partir de um sólido, a partir da diminuição das forças de atração e coesão
Gasoso
Não mantém volume nem forma, varia com o recipiente
É obtido pela supressão das forças de atração e coesão
Tem a capacidade de fluir - Fluidos
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Definições
Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Menor elemento das moléculas
Formado por:
Núcleo
Prótons – carga positiva Nêutrons – eletricamente neutro Maior parte da massa do átomo
Eletrosfera
Camadas de energia em volta do núcleo Elétrons
Carga negativa
Tem cerca de 1/1836 da massa do próton
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Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Modelo Planetário
Elétrons orbitando ao redor de um núcleo, que, por sua vez, é composto por prótons e nêutrons.
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Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Modelo Planetário
Elétrons orbitando ao redor de um núcleo, que, por sua vez, é composto por prótons e nêutrons. Elétrons são partículas carregadas, sendo sua carga elétrica convencionada negativa e igual a 1,6x10-19C.
Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Massa Atômica
A massa atômica de um átomo está concentrada no núcleo
A massa do elétron é apenas 0,005g da massa de um próton ou de um nêutron
A unidade de massa atômica (u.m.a) é definida como sendo 1/12 da massa do carbono 12.
1 g = 6,02x1023u.m.a (Número de Avogrado)
A massa atômica é a massa do número de Avogrado (N) de átomos.
N= 6,02x1023/mol é o número de átomos em um g.mol.
A massa do átomo se dá pela divisão da massa atômica pelo número de Avogrado
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Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Número Atômico
Indica o número de elétrons ou de prótons de cada átomo
São os elétrons, particularmente os mais afastados do núcleo, que afetam a maioria das propriedades de interesse da engenharia:
Propriedades químicas
Estabelecem a natureza das ligações interatômicas Características mecânicas e de resistência Condutividade elétrica
Características óticas
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Estrutura Atômica e Molecular
Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Tabela Periódica
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Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Tabela Periódica
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Estrutura Atômica e Molecular
Átomos
Estrutura Atômica e Molecular
Estrutura Eletrônica do Átomo
Os elétrons que circundam o núcleo de um átomo
não o fazem dentro de um mesmo nível energético.
Eles respeitam níveis ou grupos quânticos.
Camadas Quânticas
Níveis crescentes de energia K=1; L=2; M=3; N=4, O=5; P=6; Q=7 Número máximo de elétrons = 2n2
Subníveis
São quatro possíveis: s (2); p (6); d (10); f (14)
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Estrutura Atômica e Molecular
Estrutura Eletrônica do Átomo
Orbitais – Princípio de exclusão de Pauli
Apenas dois elétrons, no máximo, podem possuir o mesmo número quântico orbital e, mesmo assim, eles não são idênticos, pois possuem comportamentos magnéticos (spins opostos).
O spin está relacionado com o movimento rotacional do elétron em torno do seu eixo
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Estrutura Atômica e Molecular
Estrutura Eletrônica do Átomo
Camada de Valência
A valência de um átomo está relacionada com a habilidade do átomo para entrar em combinação química com outros elementos, sendo frequentemente determinada pelo número de elétrons na camada mais externa, em especial nos subníveis “s p”.
Em geral, os átomos tendem a buscar um arranjo altamente estável de 8 elétrons na última camada ou na camada de valência.
Em busca deste arranjo estável na última camada, os átomos terão tendência de perder, ganhar ou compartilhar elétrons.
Esta tendência influenciará no tipo de ligação entre ocorrerá os átomos na formação das moléculas ou compostos.
Estrutura Atômica e Molecular
Moléculas
Composto de partículas de 2 ou mais átomos quimicamente ligados um ao outro
Os átomos permanecem unidos por forças denominadas ligações químicas
Maioria das substâncias é composta por diferentes elementos formando um composto químico estável
As propriedades químicas dos átomos são função da última camada de elétrons
O tipo de ligação química entre os elementos é determinado pelos elétrons do nível de valência, que definem a afinidade química dos elementos
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações primárias (fortes) Iônicas
Covalente Metálica
Ligações secundárias (forças de van dee Walls) Moléculas polares
Dipolos induzidos Pontes de hidrogênio
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Iônicas
Ligação química através de transferência de elétrons entre átomos eletropositivos (metais) e eletronegativos (não-metais). Ligação forte e não direcional.
Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Iônicas
Os átomos têm que permanecer próximos de modo a manter a relação de troca de elétrons, segundo uma distância ótima. O número de íons que se acomodam depende de:
fatores geométricos (raio atômicos e empacotamento neutralidade elétrica (camada de valência)
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Iônicas
F total= F atractiva+ F repulsiva
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Iônicas
Os materiais iônicos, quando submetidos a esforços mecânicos que ultrapassam sua capacidade resistente, normalmente se comportam de maneira frágil, isto é, apresentam-se pouco dúcteis, com baixas deformações até a ruptura.
Os materiais iônicos possuem, em geral, baixa condutividade elétrica.
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Covalentes
Ligação química através do compartilhamento de elétrons entre 2 átomos com orbitais semi-preenchidas.
O compartilhamento ocorre por sobreposição das orbitais, que confere à ligação um caráter direcional.
1 par de elétrons compartilhado
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Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Covalentes
Os materiais formados por ligações covalentes são, em geral, pouco dúcteis e têm baixa condutividade elétrica.
Exemplos: materiais cerâmicos , semicondutores e polímeros. Materiais cerâmicos
Estrutura Atômica e Molecular
Ligações Atômicas
Ligações Metálicas
Ligação química considerada como uma atração entre íons positivos e elétrons livres
Este efeito origina uma estrutura formada por um cerne iônico (carga positiva) e elétrons livres (carga negativa).
A mobilidade dos elétrons confere à ligação um caráter não direcional.
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Ligações Atômicas
Ligações Metálicas
Os elétrons livres dão aos metais sua elevada condutibilidade elétrica e térmica
Nuvens de elétrons absorve a energia luminosa, tornando os metais opacos
Estrutura Atômica e Molecular
Elevada Ductilidade Boa condutividade térmica e eléctrica
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Ligações Secundárias - Forças de Van der
Waals
Juntam moléculas ou grupos de átomos por meio de atrações eletrostáticas relativamente fracas
Princípio similar ao da ligação iônica, ou seja, se dá pela atração de cargas opostas, mas sem ocorrer transferência de elétrons.
Neste caso, a atração depende das distribuições assimétricas de cargas positiva e negativa (Dipolo) dentro de cada átomo ou de uma unidade molecular sendo ligada. Tipos
Moléculas Polares Dipolos induzidos Ponte de Hidrogênio
Ligações Secundárias - Forças de Van der
Waals
Móleculas Polares
Móleculas que apresenta um desbalanceamento elétrico, ou seja, o centro de carga positiva não é coincidente com o centro de carga negativa.
Exemplo: HF
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Ligações Secundárias - Forças de Van der
Waals
Dipolos Induzidos
Ocorrem com móleculas inicialmente simétricas que, por alguma razão, sofrem uma polarização momentânea.
Esta alteração é decorrente do movimento ao acaso dos elétrons e da vibração atômica.
A atração entre dipolos é fraca, porém não desprezível.
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Ligações Secundárias - Forças de Van der
Waals
Ponte de Hidrogênio
É um caso particular de atação por moléculas polares, em que a carga positiva do núcleo do átomo de hidrogênio de uma mólecula é atraída pelos elétrons de valência de átomos de moléculas adjacentes.
Espaço interatômico
É a distância de equilíbrio entre os átomos, sendo determinada por um balanço entre forças de atração e repulsão.
Metal sólido: é igual ao diâmetro do átomo Materiais ligados ionicamente: soma de dois diferentes raios iônicos
Raio Iônico Raio Atômico
Os átomos com distâncias inferiores à distância de equilíbrio sofrem efeitos repulsivos dos seus núcleos Os átomos separados com distãncias superiores à distãncia de equilíbrio vão perdendo a força que os mantém unidos.
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Energia de ligação
É a energia mínima requerida para criar ou para quebrar a ligação
Algumas das propriedades dos materiais são afetadas pela relação força-distância ou energia-distância
Módulo de elasticidade Coeficiente de Variação Térmica
Estrutura Atômica e Molecular
Ligação Energia de Ligação (kJ/mol)
Iônica 625 – 1550
Covalente 520 – 1250
Metálica 100 – 800
Forças de Van der Waals < 40
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Ligações Atômicas características dos
principais materiais
Estrutura Atômica e Molecular
Material
Estrutura Propriedades Ligação Cristalinidade Estabilidade Condutibilidade Mecânica
Cerâmico covalenteIônica, cristalinaAmorfa, Alta Média Média
Metálico Metálica Cristalina Média Alta Alta
Polimérico Covalente
van der Waals
Amorfa,
semicristalina Baixa Baixa Baixa
[V an V la ck ,1 97 3]
Ligações Atômicas características dos
principais materiais
Estrutura Atômica e Molecular
[V an V la ck , 19 73 ] (d) van der Waals (a) metálica (b) iônica (c) covalente
+ + + + + + + + + – – – – – – – – – – + – + – + – + – – – – – – – – –+– – – – – – – –+ – + – +
Tecnologia de Concreto e Aço
Ligações Atômicas características dos
principais materiais
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Os arranjos atômicos que propiciam a
formação dos materiais, podem ser de três
tipos:
Estrutura Molecular
Estrutura Cristalina
Estrutura Molecular
Molécula: número limitado de átomo fortemente
ligados entre si, mas de forma que as forças de
atração entre uma molécula e as demais sejam
respectivamente fracas (força de Van der Waals).
Pode ser genericamente caracterizada por um
agrupamento de átomos.
Forças de atração intramoleculares muito fortes
Ligações intermoleculares são do tipo forças de van
de waals.
Exemplos:
H20; O2; N2; HNO3; Polímeros
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Estrutura Molecular
Pontos de fusão e de ebulição de
um composto molecular são
baixos quando comparados com
outros materiais
Os sólidos moleculares são moles,
porque as moléculas podem
escorregar uma em relação às
outras com aplicações de
pequenas tensões
As moléculas permanecem
intactas, quer na forma líquida,
quer na forma gasosa.
Estrutura Atômica e Molecular
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Estrutura Cristalina
Caracterizada quando existe uma
organização na disposição espacial dos
átomos que constituem determinado
arranjo atômico.
Regularidade estrutural, com a repetição,
nas três dimensões, de uma unidade
básica – Célula unitária
Subdivisão do reticulado cristalino, na qual são mantidas as características gerais de todo o reticulado.
Conhecendo a célula unitária, pode-se descrever a estrutura do cristal que caracteriza o material.
Estrutura Cristalina
Estrutura Atômica e Molecular
Os átomos são representados como
esferas rígidas
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Sistemas Cristalinos
Sete sistemas cristalinos
Cúbico Tetragonal Ortorrômbico Romboédrico Hexagonal Monoclínico Triclínico
Estrutura Atômica e Molecular
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Sistemas
Cristalinos
Dos 7 sistemas cristalinos podemos identificar 14 tipos diferentes de células unitárias, conhecidas com redes de Bravais. Cada uma destas células
Alotropia (ou polimorfismo)
Diferentes formas cristalinas que um sólido cristalino
pode assumir, mantendo a mesma composição química.
Alguns materiais, metais e não-metais, podem ter mais
de uma estrutura cristalina, dependendo da temperatura
e pressão, com a mesma composiçào química. Esse
fenômeno é conhecido como polimorfismo.
Geralmente as transformações polimórficas são
acompanhadas de mudanças na densidade e mudanças
de outras propriedades físicas.
Grafita x Diamante SiC
Ferro (ccc) e (cfc)
Estrutura Atômica e Molecular
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Estrutura não cristalina –
Amorfa
Os átomos não possuem um arranjo atômico regular e sistemático ao longo de distâncias atômicas relativamente grandes São chamados de amorfos ou líquidos super resfriados, visto que suas estruturas atômicas lembram as de uma líquido Resfriamento rápido favorece a formação de um sólido não cristalino (pouco tempo disponível para o processo de ordenação) Os vidros inorgânicos são amorfos. São considerados líquidos super resfriados.
Sílica ativa, cimento, escória de alto forno, cinza volante e cinza de casca de arroz.
Estrutura Atômica e Molecular
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Estrutura não cristalina –
Amorfa
Fases dos Materiais
Os materiais podem ser ser:
Homogêneos – Unifásicos Polifásicos
As fases podem ser:
Fases Amorfas Fases Cristalinas
Fases Cristalinas
Fases impuras: soluções sólidas em metais Solução Sólido Substitucional
Solução Sólida Intersticial
Estrutura Atômica e Molecular
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Fases dos Materiais
Solução Sólida Substitucional
Ocorre quando um átomo do soluto tem dimensões e estruturas eletrônicas semelhantes ao átomo solvente.
Desta forma, ocorre substituição de alguns átomos da matriz do solvente por átomos semelhantes do soluto
Bronze
Estanho na matriz de cobre Latão
Átomos de Zinco substituindo parte de átomos de Cobre
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Fases dos Materiais
Solução Sólida Intersticial
Ocorre quando a dissolução se dá pela inserção de novos átomos do soluto em interstícios entre átomos do solvente.
Os átomos a serem inseridos devem ter dimensões iguais ou inferiores aos interstícios entre os átomos do solvente.
Aço de construção
Fases dos Materiais
Solução Sólida em Compostos
As dimensões atômicas ou iônicas devem ser simlares, assim como as cargas de valência do íon substituído em relação ao novo íon devem ser idênticas
Química do cimento
Etringita e monossulfato: substituição de parte do alumínio por ferro (daí a sigla AF) Copolímeros
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço
Imperfeições Estruturais
Todos os materiais contêm imperfeições nos seus arranjos atômicos
Interferência no comportamento global
Imperfeições Cristalinas
Defeitos Pontuais
Vazio Átomo intersticial Átomo substitucional pequeno Átomo substitucional grande Defeito de Frenkel
Íon se desloca de sua posição normal para ocupar um interstício Defeito de Schottky
Vazio gerado pela ausência de um par de íons de cargas elétricas opostas
Estrutura Atômica e Molecular
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Imperfeições Estruturais
Imperfeições Cristalinas
Defeitos de Linhas
Tem forte relação com as deformações plásticas em sólido cristalinos Explica o escorregamento (de cristais) nos metais – escoamento e ductilidade do material metálico
Discordância em cunha ou em aresta Discordância helicoidal ou em espiral
Imperfeições Estruturais
Imperfeições Cristalinas
Defeitos de superfícies
Superfície do material
A parte externa superficial representa uma região do material onde o reticulado cristalino termina abruptamente. Superfície exterior mais reativa do que a parte interna Fenômenos de adsorção e de tensão superficial Forma esférica da gota de água sobre a superfície de um material: a forma esférica reduz a área externa – de contato – por unidade de volume, o que, reduz a energia superficial.
Contorno do grão
Interfere no comportamento quanto à deformação plástica do material: alteração dos movimentos de discordâncias Metal com granulação grosseira (maior tamanho de grão) se apresenta mais quebradiço (menos dúctil) e com maior facilidade de propagação de fissuras no interior dos grãos em função dos planos de clivagem.
Estrutura Atômica e Molecular
Tecnologia de Concreto e Aço