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cobran- (a de M.1S dólares, como resaarcimento por um avião de combata aba» lido em Da meana forma agirá contra a

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DIRETORES ( ERNEST0 CORRSA pIBETOBES

( gAy MARQUES GERENTE— MOACYR F. NOBRE

, OROÃO DOS. "DÚBIOS ASSOCIADOS" FUNDADO A 1*. DE MARÇO DE 102S

TANO XXXI PÔRTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 15 DE ABRIL DE 1955 N.° 34'

t ¦ i i r o x i ii { flêtêNflft ... ., Venda Avalia He<Ut|. .. .. I Pyhliiidiil» ,, Í3 «m * MM .. .. rtn

Rompem «as seitas rebeldes a trégua na Indochina

1

Facha Salk mira

poliomielite vii^KES <Vv y a. • . ,Ja ¦; +.

2 1NDIANAPOLIS (Indiana, II. UU.) — Na sais de Incukacto 4* produtere 4* vacina contra a peralisls Infantil da "III ["Lilly Company", uma funcionária cantrala N tufcot, Mm um jtaMo 4* cultura «n (Iram lentamente am frandes tamharoe, •ra facilitar • crescimento do "vlru»" da poliomielite. Depels Tque a cultura atinge a Intensidade requerida. á "desativada" (,'per malai química*. A "Lilly" é uma dai seis omprtses norte-| americanas que estão produzindo a vacina da dr. Salk. (Pata Unltad Praia, via aéraa). ^

j

CHEGARAM AO PERU

AS 100 PRIMEIRAS

VACINAS DE SALK

A Dinamarca ¦•tlüia recorto* para a pn> dução da vacina contra a ptlbnltlit* — Itfiat de licença cípcelal para exportar

a vacina. nos Citados Unidoi

/'A ÁUSTRIA SERÁ LIVRE"

-

ANUNCIA 0 CHANCELER RAAB EM MOSCOU

Acàrdo

para

o Tratado

de Paz com a Áust ria

CQNVÊNIO EM CONDIÇÕES ACEITÁVEIS *tltfltMttttllt4tlM HINHMIHNIIHHI ¦Voltarão para a I pátrio os prisio-I nobres anstríaeoi Ique ainda so on> ¦contra» na Rús-lota — O tonto do

|tratado d o o o r é i ser publicado hojo l •IMMHMIIIHIHIM i • \ ^ V" y.t iff

TTMA, 14 (UP) — As primeiras 100 vacinai Sal'*, que che-«aram ao Peru foram obtequiada.s ao Ministério da Saúda Pública, pelos Laboratórios Wyeth lnteramericanoi. de l.ims. A firma í representante dos Laboratórios Wyeth de Fila-delfia e uma das seis empresas norte-americanas, cutorizadas • elaborar a distribuir a sensacional vacina contra poliomit-ttta.

I;

<A Dinamarca é a primeira ps-leio européia que mio ilizou (teus recursos para murchar a (vacina Salk contra a paralisia ÍÉníantil. A comissão financeira [do Parlamento já conccjoi me-tias para iniciar, a vinte do cor* MOta um programa de vacina-Iflo da* crianças de sete «nos m mein. Serio empresadas «• ninas nio só norte-americanas, Oats também fabricadas pelo fhstituto Dinamarquês de So-Oos. A propósito, o diretor Mu Oa instituto disse nio h-iver mo-(tivos para duvidar do que u Wacina preparada nos EE. UU. eeja eficiente em qualquer par-te do mundo.

1 Também o direto' do Instl-tuto Bacteorológico de OMo. a»-aegumu que as expcr:<»nciai f«l. tos em cooperação com os uor-te-amerícanos. d e m ontt rarjm não haver diferença entra ns tipos de paralis-í* observado* ju Noruega a nos KK. UU. . RESTRIÇÕES A*

L EXPORTAÇAO

FWASHINGTON 14 <UP» -O porta-voz do Departamento de Estado declarou noj.\ que no momento nào se trtla de •xpandir a vacina ontipolio-intolitica Salk ao eslran^iro. O Departamento de Cimércio, Unpós restrições quanto a sua exportação, as quais p»-rmane eeráo em vi*or até que i \a-Cina tenha «ido labr eadn «m quantidades suficientes vain ;a tisfszer at necesaidades dos Es-tadoa Unidos. Nada impeüT, po-rém, que os fabricantes norte* fllNtNMtHMmilMNMINIMIHHHHiNUNmmHIHHt

Melhorou a economia brasileiro

WASHINGTON, 14 ftJP) » O Departamento de Agn-cultura dos Estados Luidot Informou que, apesar da in-fiação. a economia brasilei-ra melhorou, durante o ano passado. Em seu rtnuilio, Progresso Econômico no Brasu". o Departamenio diz. *A

produção indualnjl, psr-ticularmente a de U-ns da produção — que subiu — a o aumento na agréris e pe cuárta, contribuíram pam ss rendas nacionais, que téni «Ido maiores <lc que nes ul-tiszjt Uti .mu".

r ffOAGor, ti (tr.p.) — a Á ustria a a 1'nlAo HovMM »chegaram a um acArdn sflhre aa condiçóea do tratado de

Kl,

eondlcóe* aceitáveis pe. i aliadas oeldentaia O* t«-vemos da Áustria • da l 'irt« SovMMea proparfto, provável-mente, a reallsaçâo da uma canferfada entre aa quatro i poténcüu de ocupado e o

Áustria

JuHus Raab. chanceler nus-trinco, pelo telefone, fez es-tu declaracSo: «A Áustria asrt livre Ter» Independén-cia completo. Tadoa os prl-aionelroa de guerra, atual-' mente na 1atual-'allo Soviética,

voltarão * pátria». Em fontes autorisadaa In-farma-ao que o mialatre daa Kelacóea Etteriores eovtéti-ca. V. M. Molotov, prometeu • Raab que a govérna aovié-Uea aaainarto a tratado, logo que tenha chegado a um a-córdo com os Estados Inl-" daa, Inglaterra o Franca s> Aa n»goclat*ea

austro-sovié-risãn eronotnétrlea e em at-ticaa real liaram-s« com pre-moafera em que ao ahaervou terem oa soviéticos adotado O lato de não ter sido dado à publicidade a co-munlradn nio indica te-rora surgida dificuldades da áltima bar*. O Dr. M tala ir. aacrstãrla particular olMMMoler JikKia§ KdMak^ âBÍor* mau ter séda apravado o te*, to »a última rauniia daa delegacAe* a que ana publica-{ãs será leito amanhfc/

ro»

ANN ARSOt (hUchlfan, SI. UU.) — O dr. Thomas Prancls . Júnior, que dlrlflu a* esto- J doa sãhra a vacina Salk cen- i tra a paralisia Infantil na j "Centra da Avalla«ãa

da Va-cina Centra a Pollomlellte", da Universidade de Michifan. Cauba aa dr. Prancla anu» ! dar ai resultados, que cen- % firmam a vitória da clãncla sãbrs mala um Inlrnipo da Humanidade. (Pata United

Prata, via aérea).

Novos#. aos Lisboa

LISBOA 14 ÍUP1 — Fsl»ceu O prolessor Azevedo N?vcs, quo foi ministro de Negocio* Es-trangeiros d* P o r t usai em 191R, reitor da Universidade Técnica da Lisboa e diretor do Instituto de Medicina Legal de Portugal Nascido em )iT7, ira Angra do Heroísmo. ¦> extinto deixa numerosos trabalhos só-br* o papel da medicini r.a luta contra o crime. _

americanos enviem por ennt* própria para o exterior in'or-macAes que possuem qusnti ã vacina.

Por outro lado. alguns «m barques de vscins. t>r'ncioil-mente para a Suecta foram lei-tos antes do embargo.

Entretanto, indicou o porta-voz que a Fundação Nacional faria chegar ao Dep'-»amonto de Estado um certo numero ria exemplares do relatório dos drs. Frsncis e Salk, que aeriam en-v lados por via diplomática J» 75 embaixadas a lega^Aes dos Estados Unidos para serem |xa-tos ã disposição dos pais** in-teressados. inclusive que w» encontram por trãs da ' corti-na de ferro",

A MAIOR SXPSaiSNCIA OA HISTORIA DA MSDICIHA ANN ARBOR. Michigan. 11 aT P ' — Até que se chegasse ao maraMlhoso resultado agora con seguido com a vacina Salk con tra a paralisia infantil, r.csta « ontlnaa na lã.* página)

lnvorséoo » riIOENlX. ARIZONA II (t'P> — O iubs«crptrio de F.sUdo P»ra Auuntn* Int^rsmot tmnos, sr. Henr> Ilollind <Um« ho)o os (ovamos Utin^-^mcricdnos si-quiriss«-m maior ronf;«nça «os in. vorsionisias particulâres. os prA-prlf»s rldadlos Immo-nn^rtrsno» qu* t*m no» Estad >• I'nW.»s do-pAsitos num fottl d# um hllhâo do dòlaraa, a apiira-io# em oeus pais*».

Processo dos ES. UU. eontrn a Tehoco • Cslové^aia Nações

inidas, 14' (UP) — o» ek. uu. Informaram hoje ao Can« aelho do Seguranfa da ONU que entraram em jui*. to na Côrle Inlernacianal de Haia, contra a Tcheco, Eslováquia para a cobran-(a de 271..1M.1S dólares, como resaarcimento por um avião de combata aba» lido em 1953. Da meana forma agirá contra a Hun> gria com relação a incU denlea com oatroa ariões. Com nua atoes, procura o governo americano es-gotar iodos o* recursos la. gaia contra ataqaea ilegaia ao* aviõe* norte-amarica-noa.

CONFERÊNCIA

DOS 4 GRANDES 1

EM PREPARAÇÃO

PARIS, 14 <UP> — O pre*T dente do Conselho de Min a-iros da França, Edgar Fauré, Mianteve hoje, com os delega-dos das potências ocidental*, conversações preliminares pa-ia a futura conferência doa ministros das Helaçóes Rxta-riores das quatro grande* po-tíncins ocidentais, que será rcalixado possivrlroentc am la

Hto. 4

. Faurá conversou aeparada-mente com o embaixador doa KE. UL'.. Douglas DUIon. a com o encarregado de Negocio* da í.tã Bretanha. D. P. Reilly. L m comunicado io gaMnet? do piesldontc do Conselho de Mi rlslros diz que as conve-aa-cftes "continuaram na troca de pareceres que vem se rejll-zando há semanas entre Lot,-dies. Paris n Washington cora vistas a criar condlçiVs fav>^ ráveis para uma eventual con liréncin entre a* quatro grau* «ks potências",

A reunião de hoje coincidiu com as noticias de que por fim a Rússia poderia estar dispôs ta a cooperar na neglciaçoe* de um tratado de paz co.n a Áustria.

Fauré e o ministro de Rela-çíes Exteriores Antoine Pinay rsperam discutir aposslbllidaae do novas negociações com w russos quando vierem a estt rapltal John Foster Dull^a « l.arold MacMilIan. para a ses tão do Conselho da OTAN. dc i.essa ocasião estiver definitl-vãmente ratificado o rea.nia-mento alemão, a Alemanha Ocidental s<-rá incorporada ao Parto do Atlântico,

'

CHEFE REBELDE M INDOCHINA

i ¦ MNNINNMIteHO. ^•«•«••ssMiUHta' Reiniciado pelas forças rebeldes o bloqueio à capital (Saigão) e

desfe-ridos vários

ata-ques contra as

forças legalistas

do

primeiro

mi-nistro Diem (que

tem o apoio dos

Estados Unidos)

^AIOAO — o -giaitU" le va* Via» ahefa «aa Fárqaa MW lKaraa da aaHa nllglaaa Bha Xayaa — naipail* da a». flgaa plrataa Itoviaia — prafara-aa pura Inknai i

aba com seu Patada Maior. La Vaa Vien á tsmai

ekele éu flrfsi roklln ao Zoaa de flalgoa. (Polo 4o Kxér* cito Francéa, dãalrttaMs pela Initad Preaa).

Explosões atômicãs

e condições do tempo

QENEBRA, 14 (UP) — Duzentos metadrologoa de W países de ambos os lados da "cortina de ferro" ae reunirvn aqui pa-ra participar da Organização Meteorológica Internar,onii das Naçóes Unidas. Consiste a linalidade dessa reunião em chegsr a um acòrdo «obre diversos problemss meteorológicos. O ma s importante déstes problemas consiste cm determinar, se é erra-to que as axploaóes nucleares alteram as condições atmosféricas.

T AS QUKST6ES suscitadas entre os delegados do Lesie e d(. Oeste ameaçaram as rela-f ôes amistosas que sempre e-xistiram entre os meteoroio. gos e surgiu até a possibtlMa-d* de que nio se estude a re. lação entre as explosões r.tô

EM ESTUDO A FIXAÇÃO DUM NOVO

limite das Águas territoriais

CfcJlo, Fora o Efaador ploitoiaai a aasplla-l fio das éfuas territoriais para SOO aülhas — Londres oaèo-so vi«orosamonto o aaioa-fa levar a faoilío è Cdrto do Haia — A ONU taaibésa prepara neoas norssas |ari>

.Cartas da América do Norte

LAiiz CORRÊA '

fCerretpendente espacial da Agéncis MarldlanaS i N1V YORK. março. 1#5S. fLuiz Corrêa, correspondente

eapecial da Agência Meridional' — A Bolsa de Valores (Stock Kxchange' desta cidade é o verdadeiro pulso da economia ame* rlcana. Agora mesmo, ocorre uma febra d* investimento por

Rdo

povo. ansioso am transformar suas economias em das grandes a pequenas emprísas industriais • cornar-Esta febre de compras é conhecida como "Mercado Tou-fO1 (Bulfs MsiKet . Qusndn acontece o contrário, isso á. fe* Ora de vendas, chama-se "Mercado Urao' 1 Bear s Marketi. Sate correspondente teve oportunidade da visitar a Boi» a Ouvir algum velhos corretores. Mr. Wllliam Brown. por axem-Mo, manifestou-se bastante otimista em relação ao futuro. Pe* elmoa-lhe. então, uma explicação simples e ciara da diferen-ca antro Touro e Urso. no Mercado de Valores. Procuramos disse-nos éle — interpretar o sistema nervoso déaaes am* tnals ao examinar o pulso de nossa economia. O primalro, co-pio á sabido, carrega furiosa e velo/ sòbre seu objetivo: mar-cado em temperamento de compra. O segui do atua calmo e cauteloso; marcado em temperamento de venda ou do aguar-dar para ver.

As ações das grandes corporações Industriais a comerciais ¦«elhoram de cotação dia a dia. não sem preocupar certos rir-culos ofir.s.s. que esperam com annedade a Inevitável chega-da do imprevisível "Urso . Mas. seja como fòr a verdade é que o povo americano confia no futuro da economia • na ha-allldada de seus dinâmicos capitães fornecendo lhe • dinhel-Ca para expandi*, la/endo. portanto, funcionar a regime

ca-IleaUaaa ao ã-' FagUal v

SANTIACO. 14 fDP) • Ruma nota comam, valeitando as norte-americanas a britãaicaa sãbre a fixação am MO milhas da limito da ãguaa territoriais, os governas chi* lana, peruana a equatoriano qualificam da insuficionte o li* miãe da irás milhas admitida até agora, maa que Jamais cana-tou cara apravafáo geral.

SALIENTAM os trés governos, am alusão ao Direito lnternano-nal, que, paralelamente ao de-senvolvimento técnico, reconhe ce se hoje em dia o direito aos Estados de protegeram suas ri-quezas marítimas a determinar sobersnamente a extensão de sua Jurisdição msritima. a fim de garantir a subsistência de seus povoa. Os trés países obu-rvsm que respeitsm os legítimos inte-résses de outras poténrias. pre-vendo mesmo s concessão d* II-cençs de pesca a cidadãos es trangeiros, contanto que sr sub-matam a regulamentação sòbre a defesa em espécie Declaram ainda os governos que os pro Jetos ds Comissão de Direito In temacional das Nações l'nidas não constituem princípios con sagrados pelo Direito Inlernaei» nal. mas afirmam sua vontade de enquadrar sua ação nas nor nus Juridicss internscionais.

LONDRSS OPAS tl LONDRSS. 14 <V P) - Tof l^urenre Meredlth' — O Minis terio de Relacót-s Exte-iorea da (írã Itretsnhs declarou hi # que não hstia recebida as nntss que. segundo certos comentários, te rum «idn enirefiie* a em-baixadersa em Lima, fcsotisgv e

Quito nas qual» os governos dee tes países reiteram que as suai agua» territoriais a# estendem no Pacifico sta 200 milhas da costs.

Os governo» dos trés pslses fixaram pela primeira vez a ev tenaáo de 100 milhas para suai águas territoriais em lStl En treianto. s C.rã Bretsnhs a ou-trss potências se negaram s re conhecer como sguss territoriais dé^ies paise* além do Umlto usual de trés milhas.

A noticis de que o Equsdor aprmonou o» pesqueiro* norte-ameriranoi de atum e multou pessdatnenle seus proprietário» por pescarem dentro dos limite* das 20i> milhas fai xam., qua boa círculos oficiais e marítimos brt tãnicos se insistisse em que me ri,da* como estas constituem "atos de

pirataria que nso se coadunam com o direita inter nacional".

A Tãmars Britânica de Nave-garão declarou oue tsis sto» "< unlls<ersls e srhltràriis" e cen-nurou ai medidas adotadas por ésses países, "em considerar co-mo teus» territoriais o que fundo a» norma» Internarlonaie e em realidade, alto vitr". A limai a manifestou ainda a tuaj

U-preocupação, o a do» melo» nau-tiros de todo o mundo, por este assunto a suss relações com aa lei» alfandegárias. O ponto ds vtstt d* Câmara, que é também o do govêrno, é que o problema deve sat resolvido pele Corto In-temacional da Haia, da uma rei porjtdas.

rnlca* o aa alterações do tem-pe

O* meteorólogos norte-ame-tlianoi e britânicos dizem que a.- explosões nucleares não influem, de forma apreciável, n« atmosfera. Os soviéticos c i.s comunista* chineses afir-mam ser conaideravel a in-fiuéncla das explueúes sòbre o tempo.

O problema da» explosões *« tómlcas foi uma t-omha na» pa* ciflcas discussões sobre me Kurologia. Atá agora, acredl. ditava-ae que cia somenta cença popular u Influência aas expluiaões atômicas sõbia o tempo Tornou-se. agora, ura explosivo problema político.

Dia o decrete «mo so trata do acedida t o at p oraria o do-corrente do entra

que suprimiu a Dl-roto ria do Ensino ReUfioao de Ninia-tério do Bdueaf&o. oos 1994 BUENOS AIRES, 14 (l'P) — O garêrnn argentino decretou a suspensão do aaaina religioso, tempera-riamenle. naa diversa* es* calas da Estada. Aa mesmo tampo, foram suspensa*, também, a* aulas de maral, a que catavam abrigados a asaistir oa alunos durante aa heraa da enslaa religi

o-MEDIDA DE 1*33 *

BUENOS AIRES. 1« (U?i O decreto do Ministério o* Educação, que suspende tem-porariamente o ensino relido-so e moral nos v-labelecimii-tos escolares. Indica que essa r.iedlda é conseqüência lógici do supressão em novembro ul-timo da dlretona do ensino religioso Junto do Mlntstérh ca Educação, bem como da decisão do Ministério, em l« de novembro de 19K3, cm cjJos Urmos a religião católica e moral náo mais constituem matéria*.

Na* escolas paitlculares -¦» «bzem a» autoridade» — hã provavelmente liberdade pa-ra ensinar religião como m.t-têria fora do programa e a*-sim mesmo á margem do nu* •fcmero de outra* matéria* obrl-gatóríav A Açlo Católica mantém em todos oa colégios os sacerdote* e pessoas auto-risada* pela Igreja que podeui ensinar religião. A Igreja tem uns i.««a colégio» com um to lal de ««o otMj aluno*. Nada ná oue impeça ensinar religião depoi» das horas d* aula.

RENUNCIOU O MINmnu) DO (X>ME*RCH) EXTERIOR

BLENOS AIRES. 14 (OPl O prisldente Juan Peron aceitou a renuncia do mims-tio do Comércio Exterior, dr. Anionio Cafieiro, quando late o visitou eita manhã ás «..tu ho-ra». no palácio do govérn i. para lhe expor a» razões pe*-Miais pelas quais abandona o gabinete.

Se bem que não se tenhsn dsdo oficialmente a» razões da cc missão e o próprio Cafleio nada dl*s»s*e sôhre o parti-cular, cabe assinslsr aqui qje o deminsionárlo era membri da Ação Católica.

O presidente Peron nomeo i novo mlniatro de Comércio do Exterior o dr. Júlio M. Pal.t-rea, gerente geral do Banco

SAIOAO — As fõrçaa daa ' seitas rellg i o sas romperam 1 hoje a trégua com aa tropaa do governo, abrindo fogo do morteiro» contra nma cidade ocupada pelos legalistas. Tra* ta-se de Sadek. noventa qui* lõmetros a sudoeste de Sal* ! |i«, que foi ho m b ardeado I pelo» soldados da aeita Hoa li ao Eates em seguida fu* giram para o campo, quo ao encontra Inteiramente »ob o wii domínio I m avtfto do Cruz Vermelha trouxe vtnto ferido» para Salgào '

NOVO RIXK)lEIO «AIGAO. 14 (U.P.) — AS seitas rebeldes reiniciaram o assédio a Saig.lo. Os rcbeldeg lançaram, esta manhá| uma serie de ataques aos postos de exército nacional e restabel#* ceram o bloqueio da capital. ,

O (trneral J. l.nwton Colltn^ enviado especial do presidente D. Elsenhower. suspendeu o viagem que tencionava fazer aos Estados Unidos, na próxW ma semana.

Cnidades do general rebelde Ba Cut, chefe das forças da sei* ta Hoa Ilao. atiraram grande número de granada* sôhre o

8rara

da pequena cidade do adec. situada a uns 05 quilõ* metros a suleste de SsigAo. Og rebeldes, no entanto, fugiram quando as íõrças legais contra* atacaram. Pouco depois pre» pararam uma emboscada con* tra um batalhão do govêrno < mataram seu comandante.

A luta estalou no momento em que se informava que og Estados 1'nido» estavsm estu* dando a conveniência de retl* rar o apõio a Diem. ou pedir* lhe que reforçasse seu govêr» 110

As duas parte» tinham con* venrionado náo rccome«;ar a* hostilidades, sem estudar prl* meiro a solução que o Impera* dor Rao Dai aus-nte nn Fran* ça. havia prometido apresentai para solucionar a crise.

Central. Palarea assumirá >uas nova» fun.-óes segunda* feira, dia l». O primeiro ma* glstrado asrsdeccu os «er çii» de Cafieiro, coisa que e si. nal comum de acordo amUto*

ao. t

Caflero era o mal* jovem dos membro* do gabinete —• conta com 32 ano* de idart* «i e estava ã frente do ministério cesde Junho de iüS:.

atuao è liberdade

rrCKNSBrRGO. fA ! # manhO Oeident-i!». 14 (l'P) — Um avtle •té. turlsni ' teh»co-e»Iovaeo r* nip«j hojo n oortm.\ do f-rrn. trti^nd» «Ium» i*#sst*Ms <ju«» »ol!rltí»r«m ssil« pohtir»!, 9*ffun>|o ii policia tlomA, na dots homens quo srtsrentsm uns J5 «nos de i«U »•*. lnformsrsfu i*T OecolaOe d« Collii, p*rtr» de PrmRR. Ambos formm colocad^O sob %.rl!snri4 das nct«o

«m^rtraiiHd, ,

0 Kain o prédio

Nm organismo internacional

de desenvolvimento industrial

\yASHINGTON. 4 fUP) — O Banco Internaclonsl de Dejen. I volvimento e Reconstrução anunciou ter concluído.o pia* i nejamento da Corporação Internacional de Ftnanc* imento com O capital da 100.000 000 de dólares. Esta corpornção concederá ; empréstimo» aos industrisis, sem necessidade de gurantiss doe | governos a que pertençam os postulantes de empréstimo». I O presidente do Banco Internacional será o dt Corporação ; de Financiamento; esta terá, porém, seu próprio presidente ps*

ra administra la.

A diferença essencial entre o Banco o a Corporação t que esta última concederá empréstimos sem gsiantn» do gortr*| HONO KONQ. 14 IVPl —

D««s-boi» durante * noite um «d tf leio

re._denc.at 4» trêa aaitarae. eoaa- _

tltuide ha meio a*culo * ha alta- jy,

p|jie» a qu» pertençam as empresss industriais ou agrl* r»« ^re^sTootre^eo

"eeco£

co,M °* ^«npréftunoa, do Banco, porein, exigem garantia IO*

br®,. 1 vernamental. _Jt

0

"Albarore",

atualmente o mais veloz submarino do mundo

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g.ers KviwKnaivti. oiqasts, a* 1.1*0 t<»»>uáu. roHMderoifo como borro "crperimmln!" prl>t ãfnrmão doe ãs-tnio* f Nidos. ofiofsu astOmetao i«heul»0 sujxrior n ÍS «oe Aomrtos. /lestinado o gmadea i e/r* uiodra cosii o miaitxo ti» /orça o "AUmtWf" Um n aapec<o de um peste am'iMi>«»• eo.ae tun pdpo á eoudo de «w Unp» e/. • * •mpulaumad» f.r J vmo ao Mftce d* «MMO pds A auper-oatrurun» fm rrdxatdo o

mtniNio. r fhmtnodo o rowré» HahttvmL ffca romaaAn a^> I t.pn d» «tido, s t/m deimiaatrodo <;rnarfe f>wi»cuhi/i<lo^« ma f'Héos oa iftmiÀMlra. A tnpuln^-Xtt cot» c»*lue 4*

me/íioaCrs #/#»« oe d* m «#0. jflfi jKot#« cdo noa c#»ar»a 4* mttfilh** t» )*éc>4 r nntéaâ hrworoa. Xt Wo "i^Mra álendoniií" o • | >-; Albarore". i onatderodo oaub» no m*rri*A mtu 1 dos áo mv*rfo, ifS<ia«í" eco to(eaá) eo tnifr. mi e EM O a o iesn

(2)

DIÁRIO D* NOTICIAS C2XTA-FEIRA, II Dl AtRIL 01 1MI

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Inundada a Assembléia

O temporal de ontem Inundou totalmente as dependín cias do velho casuráo da rua Duque. Romperam-se janelas. Abriram-se portas. Voaram telhas. £ & chuva dom nci tudo. Arquivos, máquinas, papeis, mobiliário, tudo aoueu « impe» tuosidade das anuas. O prejuízo foi enorme. O plenário i ra como se fosse a própria Praça da Matriz. Chovia a cântaros# Mesmo asMin talaram Mucio Castro — Dia Pan-americano — « Abelardo Nacul — criticas ao govérno feder.il.

O gabinete da presidência, a sala de imprensa, gnninete do diretor geral, taquigrafia, mecanografi», sulJ <1' cai'. -. .i do* uumdo», correOWM, todas as dependência* ficn.im Guarda-chuva foi a coisa mais *l*comum,r^,,,<"m na griçola; 4) construção da pe ^

nitenciária Industrial na. d)Vl.rtJ, dependências da Assembléia LegisWtiva.

cercanias da capitai, d» n.»^a " « —

i

cercanias — - .

construção de uma prisAo provisória na capital; <>> construção de institutos pe-nais complementai>>• como o ¦anxtorlo penal. prisAo de mulheres, cava de custodia e tratamento, etc. O governo passado iniciou « cotatru-ç8o de um pavilhão no ma* nicomlo Judiciário — o un -co no Bra>il — lodo d» cl-mento armado, com aloja-mento para 80 doentes. Im-portando a despesa em um milhão e meio de cruieiros. Iniciou e ultimou a primei» ra elapa de transformado da colonla penal, gaitando mais de 2 niilhúea. l> sr. Ariosto Jaeger disse que es-realizações do governa* i dor Krnesto Dorneles ío-rftni possíveis mediante a colaboração da Assembléia. Ksclareceu depois o ar. 1 co-baldo Neumsnn que tis tf bras em andanxinto na co-lonia penal s« elevam n mais de 7 mllhies de cruiei-roa.

Encareceu o orador a »m-periosa necessidade de o go-vernador do Justado cumprir com o que prometera antes de ser empolado, ao afir-mar que n" dia primeiro d* fevereiro jA daria solução para o atual problema da Casa de Correção. Lembrou

sr. Neumann *<ue vái dias J* se passaram depois daquele e que n situação so agrava a cada dia que pas-«a. Dru como solução provi-nória a construção de u»n o® Vários pavilhões de eraer-'gència.

pois o» priso? estào 'vivendo

pior do que animais com lihc r d a d es tais que qualquer dia dessf < poderfio assaltar Porio Al. gre, ar-madns ate os dentes.

VOTO DF. PESAR

O »r. Mucio de Castro r»- • quereu e f°l aprovado um voto de pelar pelo faleci-mento, em Cruz Alta. do dr. Flavin de Castro, um do. lançadores do «queremitmo* lia Serra.

O «CASO SAOOL»

Voltou ao de lia te ontem n «caso* Sagol. O deputado Milton Duna defendeu a bancada de vereadores do trataram da matéria nAo en-Alegre, afirmando que a* a-cusaçftes graciosa* e l«\ia-nas feitas aos seus cotnpa-nheiron de Partido eram im* procedentes e visavam a in« compatibiliza ç ã o do Iraha* Ihismo com o povo. Di"> « orador que <¦< deputados <iu«* trataram da matéria nâo en traiam nu niéi itu da qui s-tâo.

O

sr. Cândido Korliert.i i íaiou tinbin, afirmando que trnr4 dados <onvin<en-He» para corroborar as aru-«ações que Íi7ei* e qye. no momento» as renovava. I . - la receu que itli estudar o me-rito da qu«*stáo. conforme solicitou o tr. Milton Du-ira.

OITHOS ORADORES

Domlofo* Sp o 11 d o ro — \crlticou. á ba«e de dado. coniT^to*. a de« is&o do Con* aelho Nacional de Energia rm racionar grandemente o fornecimento d« 'ur. e for-ca para Porto Alegre

Abelardo Xáeill — deu ao conhecimento da Ca^a de um telegrama do diretor do Banco de Desenvolvimento Keonomico 'lamentando a impossibilidade d»* a t tnder ao apelo de vario* deputa-do. no ventido de er r. vo-ifndo o aumento de na aqulalçào de m a q u » n arias para a agiirultura». " de-pulado p e >-s e <iÍ!*ta criticou i niiiis uma vi / o governo por

tio lanientavel atitude. AIlM-rto t «rneiro — t ro*. nunciou-se sohre o descobri-mento da vacina contra a 'I

paialisii infantil, elogiando o espirito do i*ooi»eracío ciue o povo norte-americano sem-pie emprestou *» «ampanim tT>ntra n poiiomiellte e e-na Merendo o trabalho do* cientistas que. tendo \ ftvn-t» Salk, livrairm a humi.ni-dade de um de seus maio-res rr.ale»

Mucio de Cu»trn —- falou no p a n •merteanismo, cuja data. 14 d^ abril, ontem foi comemorada na< Ameriras jO oradi.r desta-ou o papel

importante de» empenhado .pelo BraUl, principalmente quando sob a orientação do 'Cetulio Vargas

Juatlaa Quintana — tra-teu da revogação de um eon-?irenio assinado no govrno tjiauado entra o municipiu

Renovamos aqui nossa dispoaiçio em apo.af frontalnicn* te a construção do Palácio Legislativo, hojr. nau do «tu» nunca, extremamente imperiosa. Falemos vôos para que o m Vítor Graeff, presidente, e os dem* s c« mpon-n.c^ c . Mesa iniciem essa obra que • povo do líio Orando eslá • exiMir. Com ino teráo (smi responsáveis «.o 11^d-r '•

;¦ '

tivo contribuído enormemente para a inítalaçao condigna -

°Mue

merece is.se poder - do ambiente de trabalho dos ro presentante» do povo. — Wilson Muller.

la da Biblioteca do Clube

o ccl. Feracchi Barcellot

na Assembléia

O cel. Valter Peracchl Bar-celos, secretario do Interior, esteve ontem, em visita ao deputado Vlctor Graeff, pre-sulente da Assembléia I.egis-lativa, com o qual manteve, pelo espaço de duas horas, demorada conferência, dela participando tao somenta o deputado Heitor CJalant

de Bagê e a Secretaria do Interior, pelo qual ficava delegada aos subprefeitos ta-refa de policiamento, face a falta de peseoal especializa-do para tanto. Criticou o «ío do atunl chefe de policia de Irregular e ilegal. Pto-testou contra a demissão em massa dos trabalhadores do IjAKH em llag», atitude an lipatica e desumana do sr. i.uis Tòrres. que deixa ml-lhares de ?»eas«>as a mingua, tU ando-lhes o pão da Inx a. Dis^e o sr. Quintana que o diretor do DAKR em acos-tumado a tal comportamen* to, eis que em vários ou-tios municípios tomou me-didas Idênticas e que, ao la-do disso, anda se banquete-nndo p»lo Interior, fazendo propaganda falsa de col»»s que não tem possibilidade da fealizar.

PROBLEMAS DA ZONA

SI '

Pelo deputado Justino Quin-tana do PTB foi enviado ao Governador do Estado, atu* almente em Pelotas, o seguin-te telegrama: "Momento em que V. Excia. trata dos pro-blemas fundamental» da Zo-m Sul. quero, como repre-r ntante de parcela do povo dessa região. íaier os melho-res votos para o feliz êxito de sua missão, ao mesmo tem-po que de«ejo fazer duas tem- pon-«lerações ao honrado gover-nador do Kio Grande. E que, aendo um doi problemas fun-«lamentais da regiio o de es-tradas em maior numero • melhores possíveis, não »e justifica que no meu muni-cipio de Hagê se despeçam em massa trabalhadores do 1MF.K como foi feito desres-peitando os legítimos inte-rêsses dêsaefl homens Natu-ralmente por deficiência de pessoal deixa de atender as nossas precarias rodovias que ao^menos reclamam perma-nente cuidado e conservação. Pondero amda a urgente ne-cessidade de um melhor po-hciamento da 7.ona Sul, mOr* mente, em iiaae. agora em completo abandono desde o momento em que o Chefe da Policia, numa medida irre-guiar se náo ilegal, deiiun-ciou o convênio firmado en-tre o Município de Bage e a Seoretar.a do Interit cre-dentando subprefeitts para servirem como subdelegados nos distritos. Era o que ti* nhainos a dizer, senhor Go» vernador para o bem duma parcela do povo gaúcho Sau-dações cordiais, ia» Deputa* do Justino Quintana".

Aproveitando a visita qua O Secretario do Interior fa-zia. ontem ao dep. Victor Graeff. Presidente do Legis-lativo Estadual indagamos da sua senhoria sAbre a denun* cia do referido convênio, fei* ta pelo Chefe de Policia, on* tem denunciado pelo depu* tado Quintana. O cel Perac-chi Barcellos informou á noa-sa reportagem Ignorar a eir. constância refeiida pelo dep. Justino Quiriana. uma vez que sòmente o Governador é quem pode denunciar os convênios tnire os municípios e o Kstado e náo o Chefe da Polir a. Ignorando, no caso, se foi denunciado o convém* havido entre o município da Hage e a Secretaria do lnt«-rior.

O FAR8EIO DO TRIGO A ComissJo de Inquéritn sóbre o Trigo Papel, atual-mente em viagem pelo inte-rior do Estado, presidida pe-lo dep. Jairo Br um e Ir.te-grada pelos srs Amo Arnt, Lima Heck e Paulo Mincaro-ne a fim de dar cabal

cunt-1>r

mento à sua missão inata* nu-se. ontem, na cidade d» Cara/ nho a primeira cidade v.sltada. Reuniu-se lá, na

sa-Municipal.

Nesta oportunidade, foram ouvidos o dr. Mariano Kcnk, triticultor e Secretário «Ia } Associação Rural. João Au-gusto Plentz, industrlallsta e agricultor e o dr. Walter Graeff. advogado e agritul-tor, todos de Caráztnho. ., VOTO DE PESAR > Pelo deputado Raul

Perel-ra foi comunicado o faleci-mento na capital federal, da veneranda ira. Helena Carri-gan Small que, durante 40 , anos. exerceu o magistério, prestando á causa do ensino, em nosso Estado, jnestimá-veis aerviços. Foi ela. pelo espaço de 2."i anos. diretora do Colégio ''Juveual Miller", hoje Escola Normal, na fida-de do Rio Granfida-de, onfida-de gran-geou a simpatia, admirarão e o respeito de tôdas popu* laçáo rio-grandina.

COMISSÃO DE DIVISÃO TfcKHITOKIAL Sob a presidência do dep. Lauro Leitão e com a pre-sença do# deputados Gustavo Langsch. Affonso Anschau, Mucio de Castro. Domingos Spolidoro c Sola no Borges, reuniu-se. ontem à tarde, a Comissão Especial de Divisão Territorial sendo por esta ocasiào, pelo dep. Mucio de Ca-itro. relatado o proces«.> n. 244. de 10 de março de lu.VS, referente às reivindicações . pleiteadas pelos municípios .« de Guapore e Cama, no to-V canta as suas divisas. Enten-. deu o relator, em seu pare-cec. qua oa elementos eluci-dativos enviados ao Poder Lcfiálativo sáo deficientes, poli náo foi anexada planta de nenhum município. O dep. Mucio de Castro opinou que o processo baixasse em

dili-Sèncla.

a fim de ser melhor ocunientado, o que foi aro-Ihido pela Comissão. Pelo dep. Gustavo Langsch foi apreciado o proce.- o de n. in34. relativo ao Memorial pro-emancipaçáo de Tenen-te Portella , distrito de TrCs Passos, que pleiteia a mi a emancipação. O .sr. Gustavo Langsch deixou dc relatj-lo, em virtude de náo ier do-cumentaçáo completa. U pa-recer foi acolhido pela Co-iniisão.

RIO, 14 fMerldlonnl) — Reunido 1111 tarde de hoje, o Congresso Nacional rejeitou» ]>or 1K.1 votos contra 60, o veto presidencial ao proje-to que autoriza o Podct Fxenitlvo a pagar, por in-leruiédio do H;iiii'o do Bra-» aii a conta do Tesouro Na* rional, os fornecimentos de carvào nacional feito* j»or empresa» industriais íis es-trudas de ferro pertencente» ao |tatrimòiiio da l niào.

Aberta a iwssâo pelo ar. Nereu Ka»uo* e lida as ra-aòes preaiÜeneéaia bem corno «» parecer da comissão mia-ta que exaipinou o veto, foi dada a palavra ao sr. Cltl-mo Carvalho, O repreaen-tante mineiro criticou at razões tn^oeidas pelo Exe-cutivo, c o n t raditando-a* a acusando o presidente Caf«; Filho de estar possuído de «rpsico-veto».

Oeuparnm a tribuna, a •c^uir, os sr*. Clovis Penta-iu » Saulo liamos, ambos igualmente co n t r á rio* ao l>onto de \isla governamen-tal.

Fncerrada a dl s e u«in, procedeu se a sotaçio, cujo resultado citamos no Inicio.

Da esquerda para a direita, Deputado Flauto de Abreu, Ciro Canossa, José Alberici, i/overnador lido Meneghettt, Mário Scapín e Achidio de Marco.

DEFESA DO REITOR PAGLIOL1

Problema Penitenciário Abertos os trabalho< da se* Slo de ontem da A>*emble,a Legislativa sob a presidencia do sr, Victor (iraeff, o sr. Teo-baldo aNeuinann dikcurreu só-bre aspectos do problema pe-nitenciario em nosi»o Estado, dizendo que os estudus deter-minados pelo anterior gover-no, a êsse respeito, foram con» cluidos Historiando a matéria, o deputado trabalhi>*a íli>se que até 1950 nada *e flíera de novo aqui no Kio (irande, de-pois da Casa de Correção, man-dada conatruir pelo Duque de ( axia». e da Colonla Ualtro li-lho e do Manicômio Judiciário, isto em 1V3U. Km ltfju, quando hecretario do Jnterior o sr Joào Goulart, foi ideaiuauo um plano da construção de cadeias civis, que chr;uu a C0n«lruir JJ cadeiau no interior: Cama-quâ. Caras-lnlio, li. Pedrito, Kn-cantado, São Gabriel, 3 Passos, Cruüuatana, Cacequl, Cachoci ra. Canela, Irai. Sju llurla e Taquari A «onstruçào dcs-ct estabelecimentos penais lei com que o Kio (irande to se agraciado com um voto de lou-vor no ultimo Congresso Pe-nitenciario Internacional, em São Paulo. Nessas obra* foram inxerlido» 13 milhões de cru-seiros Continuando em seu programa de trabalho, a Secre taria do Interior iniciou a cons-tração de mais 14 rad<- - (ie-neral Câmara. Ge(ie-neral Vargas, Vacaria. So|cd£:!c. '* guari, Sao Francisco de Pau-Ia. Palmeira, Marcelmo liamos, J | Getulio Narras, No\a I' ;»la u Santo Antônio Kste 'lindo conjunto de obras •— ainda nào todo em ieali7acao oevera ficar concluído até o fun do ano. rom uma despesa de 13 milhões de cruzeiros. O pri-meiro grupo aumentou em 49] alojamentos nossas possibihda des penitenciárias e o secundo em S<7. Ainda foi elaborado o programa para a terceira eta

{ia.

abrangendo Alegrete, San a Yttorla. IJul, Caçapava. H. n to Gonçalves e Pelotas, rom de«pe>a prevista de In milhões de cruieiros e proporcionando nais 2S0 alojamentos. >wnaawaBMrs-Mni

¦ e sr. H»lt»r C«ths^,i a defesa d» reitor tllseu Fs«tlell • d» Conselho UniversHarte. na campanha dlrt«Ma «uo eet» set-4a me vida par cencessie da titvlas hanerlflcas sas ara. Cindida Mala Filhe e Jurandir Ladt. O »red»r repeetew se a» dlseurs» 4e H'd»n«tede aawt» B-»ssard. criticando a »r. J—4 tel«ada Martins, «ut»r de renuerlmente, e elo»lande o sr. Paulo TfeMct, • ntoe-me ave votou centr, , tederalliacao das demais aaculdades. par-, par-,ua — Medicine — |» recebia es favores da UnU». 'ol um paulista «uem votou centre as Interesses dos «euchas mas a«m. fottsmente, foi derrotado. O deputedo libertador servtu de l«s-trumento è«uele que sempre fes andas contra nossa Unlvert.de-lide, precisn-iente por nio ser fauche. Na Canselha. o sr. Tlklrl«a I vencido. Inclusive pe'e vote de reoresentante das alunas, levo-rével è tuterge daqueles titulo». 0 Rio Orende n*o pods flcer I indiferente e ume ecusecae de aue os mentores da Unlversldsde se em capaies de mer«sde|er cem tituos henortrlos Os Integran-I tos 0» Conselho Unl»er^»Medlceensan^l»oe^^sore^^^«

N#ifar Ci*M(

dei lhe nesta Plenário, conclui o

depute-Munhoz da

Rocha no...

(<ent da ultima pag.) Teiguniado se aceitaria ser candidato na «hapa dn ar. Jusrelino Kubitschek, res pon deu;

Empossado o ^ presidente do. .. * (Contlnuaçàa da última piçfhê) cia do Banco do Brasil, hoje mesmo empossado também.

Discursou inícialnvnte o rr. Clementi Marianl. que recor-dou, de inicio, a crise reinante por ocas.ão de sua nomeação e comentou a situaçio atual, len* ' do a carta que recebera do ex-ministro Eutfínio Gudm, agra* deccndo sua colaboração.

1 A certa altura, proclamottt •Não nos seria possível, cer- | tamente, mobilizar e 1 quidar, em tão curto período, a enor. me massa de créditos perieli- , tantes ou estagnados Para rea-!;za-la impunha-se preliminar, mente conhecer seu montante, »i:as or.grn* e sua situação real, criando como fizenvjs r.as Car-teiras de Crédito Geral e de Crédito Agrícola * Industrial, gerência! de liquidação, encar-regadas de levantar a ação de cada devedor, muitas vêres cn-volvidas na responsabilidade, i entrecrurada» a provera, ao | mesmo passo, tua cobrança, sua '

compo?:ção ou configuração responsável pela operação rui-nosa.

lUvia paralelamente de freio a expansão do crédito através üa Carteara de Redescontos e da Caixa da Mobilização Bancária. Quanto às primeira» não foi possível obter sucesso omple* to relativamente 4s contas do! Tcsotuo Nacional, setor que es- i capava mesmo ao controle do próprio ministro Eugênio Cu-ci.n, que at.iou com obstáculos

.ns'.:pcravcij,"

A seguir, discursando o sr Alcides da C..la VhüRíiI WVe-lou inicialmente:

«No dia 1<, 1 10 hora», em CHni<">s de JordAo, rom« nta-va ct-ni a esp» sa. a nomearfto do ar. J"'S riaii.i Wltacknr pata ministro da Fazenda, quando, uma hor.» dete-ci liiu um telefonema inter*ur* bnn.> do prdriio »r. Wita k. r, chamando o urgente n sao Paulo, onde o ton\ «l«'-i para a pi esidenria d.. l'.an. o «Io Hrn 11. Kl/. <le pronto, as oli-J»(ç.".es nutur.ns que tu» «>cor-nani Salientei que» afastado P4 alRiiin temi n praticamente Idas lidei tiancáilas. pata vi-nha dedicando-me uniia e es-¦ luslramenta A Industria, não estai ia. por c rto, k altura da cu minam ;a com que me ace* nava: ti . ntu. i mai* estaria s. «'\clrt ngindo afetuo»ara»n te, lembrando m*, talvez, do companheiro tjue, sob a sua pr. •Idcneia. tialialharn em ni» inoravel momento, S. excla dis-.e-me. entfui, porque a» lembram d- mim e pnr«iu.- de-.sejava a minha «olaboi açào,

prosseguiu o sr. Vldigal; «Não quero, nem devo esta-hel< <-.t um programa da mi* nha p> "o dentio deste Baneo, KeliamVnte já n&o s,,u eu quem dentro d< le. irt inaugurar um regime de integral harmonia, com a orientação que aos ne-gAclos financeiros dn pais es* tiver sendo dada pelo mini.*-tio da Ka/end.i. Pelo meno». • ali np»»« *»«•! •>< com e\t '«os dotee» que rarac-terl/am suas altns t^orsonalida il.s, patriotismo, tajento. cultu ia e austeridade, »alien'.*ram-st* j.t Ia extrema lealdade en\ todas as suas atitudes para com os dois anterlore* patriA-1 tas e honrados ministros d* ! 1'asaitda, fusinda a infetia norma que Jà s«» transforma-ram em regia rlgi«*a do pre-< sidente do Banco do Brasil da pensar ou aeir. sempre em de* sacordo com aquilo que o mi-nistro dn Fazenda; cumpri-lo-el g H« a (|Uando com ele es-{tiver de inteiro a* ordo, Se, por Infelicidade, que Deus nAa j lia de permitir, eu vier a dia-| coedar de s excla. em qual-quer ponto básico, es-a s<m-pies dlvergejtcia devera ser considerada como pedido Irre-vogavel da minha * nlssAn. pois não dn-el n< pais o 'a-'

mrnUvel e<p*»tâeulo de publi* cam»nte dK*ergir de s. excla e d- tentar tumultuar n bom andamento do» negócios pu-1 hliios.

Esteve nm Palácio, em VI-sila de coftezia ao governa-dor do Kstado, unia romia.3 » «ie Monte Belo, distrito de Kento Gonçalves, rompo ,tn ta dos ars. José Alberici, ve-reador naquela cidade ne.-a-na; Mario Sea;iin, Achitio de Marco, Ciro Canossa. do comercio e indústria, que »e fizeram acompanhar pito deputado Plauto de Abreu, íepcresentante eleito por a-quela tegiAo.

A visita teve o objetivo de comidar o dr. lido Mene* ghetti para aauli.tir a soleni-dades que se Ir Ao rea luar, «m breve, naquele distrito.

Os visitante, comunicaram ao chefe do Kxecutivo qua estiveram em contacto co,n o dr. Noé Freitas, diretor da Comissão d» Knergia Klétri-< a, tratando do lm*dia o inicio dos estudos relativos extensão da ride do alta tensão da Comissão Ks'a-ciual atê o Distrito de Mo.i-te Belo, e, possivelmenMo.i-te, aMo.i-te Santa Hathara e Santa J'e-H a, dependendo esta u|. tinia hipótese dc unia re :• nlôo que os interessa 1o.f lifto r. ali/ar niuiio breve em Lento Cornai ve-. ü^tivram ainda, na Secretaria de «)• bras PAbUcaa tratando da coniretilação da linha teie-íôniea que ligaiá o dlstnto de Monte Belo, diretamen-tt á sede do Município. A referida linha tfrá caracie-J rlsliras técnicas das nui» modernas, e possibilitai A a.i ligaçiiM diretas do Interior no Município, com a Capital do Kstado e demais i idale» no Kstado.

A comissão regressou ao

Díaríc da Assembléia

seu município de origem, % <JO para preenchi r, por at»-plenamente «atlsfelta, pir

haver atingido todos os on-Jetivo* com que demandou a

Pôrto Alegre.

DR. CAIO RltAXOAO DR MT-LO NOVO 1'KOÍ t RAOOK

DO KSTADO De acArdo com resolu^Ao do Conselho Superior do M.-mistério Público, o proca-rador geral do Estado a-presentou ao governador do Kstado uma lista tríplice pa-ta escolha de um novo pro* curador na vaga aberta pe. ]« apos»ntadorla do dr. Ab* don de Melo.

Pelo critério de mereci* mento, foi escolhido para essas funçõ-s o dr. Caio Brandão de Melo.

CLABSIFICAÇAO DE PKO-MOTORES •ftimbém

]>or proposta do procurador geral do Estado, <¦ governador do Kstado as-sinou os seguintes atos rle classificação d»* promoto-res Darcy Berhiger, pro* motor de terceira entràn-cia. classificado em Ba^e; Mauro Cunho, promotor tio terceira entiânr.a, classtll. cado em Alegrete: Mario Mondin, promotor de ter-ceira enti Anciã, classiíí.a-do na comarca dc Pelota Arlindo Sebastião de ()!i. ia Brito, promotor de ter-«eira entrãniia. na cornar-«a de Crua Alia, foi indi

a-tiguidade, a vaga de pro-motor do justiça qua.ta cntráncia, na «.apitai.

INDUSTRIA DE CARNES Estiveram em Palácio, a fim de formular oficialman-te an governador lido Mc-n^ghetti convite para visi-tar Sáo Gabriel, os srs. A-marilio Macedo Dácio As-sls Brasil e Alcides Teixei-ra Costa, da alta direção da Cooperativa Gabrielcnse d« Carnes.

Esta entidade, que congte-ga a (lecuAria naquele mi-portante município, está m-troduzindo substanciais mo-lhoramentos no seu parque industrial, a fim de adaptá-lo á nreparaçio da carne lrigorili.nda.

Ijeseja a comissão que o governador lido Meneghcttl visite a Cooperativa gabrie-lense em maio próximo e, nesüe sentido, deixou seu convite, por intermédio lo Secretario do Governo, dr. Adail Morais.

CONSI I. PARAOVAIO E5I l'RL'GVAI.ANA O TTinist^rio das Rela;õ^s >.xt*ríores dirigiu telegra.nn ao govêrno «Io Kstado, con-aultando se h4 algum ,n-conveniente na roncessào <lo exequátur do Jovèmo Bia-silelro á nomeação do r. Flavio Huoen Peralta, pa-ia o cargo de cônsul do ra-raguai, cm Uruguaiana.

nnlHTOS»KM OA FBIROVU CAI-mSSOfUHDO

A negulr « dr. José Marques Viana prej. malmenta • que o Diso-jm d. CVnsHicfte. èn tou esclarecimentos referentes a construção Departamento Nacional de K.trcd.n de Perro da ferrovia Caí—Pa&ao Fundo, informando

que ainda éste ano, ficará pronta o primei-ro trecho da citada ligação ferroviária, ea-tre Cai • Montenegro, numa extensio de ?(l quilômetros. Neste trecho pastar6o a tra?e-gar os trena que s« destinam í Cachoeira do Sul. Acrescentou que <is demais trabalh->«, em todos os pontua da ferrovia pro&jeçuein

nor-ii tem à sua di«posiçlo. na Di legacia Fiscal, aa verbas votadas no orçamento federal,

pai ra o corrente exercício, p-ir iMtimo. informou que éJte ano aerá Inictada a construçJo da ponte rodoferroviárla sóbr» o Rio Taquari e que ser* erigida na altura de Mus. in>, cm Guapore.

Ilnnieiiaiioailn em Pelotas o

governador lido Mentqhelll

PI1.0TAS. 14 (Da Sucursal) ! Xavier, deputado Joaquim Du* I - Chegou, hoje, peln manht, vai, Ruhen, Martins, presiden. ne«ta rida te o governador II- te da Câmara Municipal; ma-do Meneghettl. Em sua pri- t |or Joào ParanhO. da Co«ta, meira \i«ita oficial a Pelota., subprefeito; Ato. I.uiz fiuede-, delegado de Policia, bem como grande número de outras auto-ridade* civis e militares, j*»*-soa« gradas e grande mansa po-pular,

Do aeroporto, ap<>s receber ou cumprimentos ««eguiu para o centro da eidade, encabeçan-do grande cortejo de automó-vei*.

Deteve se o f»overnad'»r. r*» l'ruguai, onde o prefeito Mariq Meneghettl mostrou lhe um kiu po de casas populares construa das pela municipalidade.

VIUTA AO FRIGORÍFICO ANOIO

Apds demorada visita ao Fri : gorifico Anglo, acompanhado pe* j io sr Henry Hartheit, gerente daquele estabelecimento, s. s e ; >ua comitiva foram

homrnagea-doa com um coquetel. Em nome do Frigorífico An-glo. discursou o proteisor Bru no de Mendonça 1 ima. diretor j da Faculdade dt Direito de Pe „..A# lotas. Falou o sr. Orlando da No aeroporto, o g.,vernador | l(|nhl , lrl(),_ Qllr d,„r das in o governador veio

acomitanha-do da.< seguintes autoridades: maj >r Kuclldeii Triche». secre-táro das Obras Pública»; or-lando da Cunha Carlos, secre-tAiio da Agricultura: Carlos Pandolfo, subchefe da Casa Mi-litar; LuU Parga« Torres, dl-letor geral do I)AKR: Homero Dias. diretor geral da ViaçAo Fêirea: Lm/ C!rassi. diretor do Departamento Kstadual de Portos, Rio. e Canal-; Thomp-son Mores, diretor do Depar* tamento Nacional de Obras • Saneamento; de puta doe! Os-mar (Irafulha, HélioCarlomag-no Artur Kachlnl. Paulo Bn s-sard de S 'im Pinto e Joaquim Nunes; Kdgard Jjiutent ofi-iial de gibinete do govérno; |,uiz AF^unç&o, del< gado regio-nal do Tr.it<ilho e nt»ss«> com-panheiro d» trabalho, lornali.-la Cícero Soaies, repi. »entan-ti» da Imprensa: e Kuripedes Jobim de Oliveira, diretor-ad» nunlstratlvo do D S

- tório um

almoço. A's 15 horas o sr. lido Meneghetti visitou a Cimara dos Vereadores e a Prefeitura Municipal. A s 1* ho-r«is realuou ,e uma mesa redon-da na sede da Associação Co*

mcrcial. »

A í 21 horas, ne Clube Comer-dal, teve lunar um grande han-quete oferecido pelas classes eon-servidoras. Saudando o visltan* te, uvwu da pa!a\ra o i»r Fre-dento Carlos Ijng. presidente da Associaçao Comercial, *íazen> t do um resumo das reivindicações ' da Zona Sul e de Pelotas, tais ; como canais, porto, nave^açao lacustre e fluvial, intensificação do serviço de draua^em e afun «lamento do» canais ate 20 pés, transportes ferroviários, locomo tivas para manobras, etc.

Muro diretor da Fazenda

RIO. 14 'Meridional» — U sr. Café Kilho assinou decreta hoje, nomeando o ar. Franclaco Sá Kilho, diretor da Fazenda Nacional.

Reforma Ministerial 1

Prováveis: João News

para a Justiça; Jisé

R

r.lO, 14 (Meridional) — No* vas informações icvelam quo o sr. João Neves é tam«»e.i% candidato ao Ministério da Jus« tiça, como representante da corrente do sr. Ktelvino Li.is. (» sr. José Bonifácio seria 1 representante de Minas n® novo ministério, ocupand? A pasta da Agricultura.

OS TRABALHOS

DA CÂMARA DE

VEREADORES I

Na sesão de anteontem 49 Legislativo Municipal, o verea-dor Josué Guimaràe» promo* teu a Casa desmentir as acu« saçoes feitas pelo vereador S». reno Chaise, segundo as quais a Ipiran?a financiara a campa-nha que o jornal "A Hora* vem promovendo contra a Sa» gol.

O vereador Sereno Chaise, estranhou a prometa não eum-prid.i de prova do vereador •losué Este respondeu que nà<» lhe rahia trazer provas qua ele. Sereno, é quem fizera a* sensações a éle cumpria pro» var.

Dado a maneira eomo estava sendo conduzido o debate (a náo solicitação dos aparte?> Presidente da Casa suspende t os trabalhos que, após cinr» minutos, prossesuiram normal-mente.

Indicaçíea — T)e autoria d® vereador Theréno Oliveira, protestando eontra o aumento do precn da carne; do sr. Rubens Alcantari. solicitando • colocação de um agente na liua dos Andrad.is esquina La-deira

Pedido da Providências — Pe autoria do vereador Alber-to André, solicitando revisão de rede d água, na rua Guaft» ha, cm Mcr.ino Deus; do mes» mo, em que pede a reabertura por cinco dias. do prazo para as instituições esportivas ama* doruta. da cidade ingressarem com seus requerimentos de au-xilip; do vcepdor Aloisio FU lho, solicltandfi o fechamen»» de um terreno baldio, locali* aado na Av. 1'atna, esquina

A. Bahia. |

Fjite.e, apo<. na tribuna A vereador Osório da Rosa para \erherar as acusações dos do-putados Temperam Pereira • Cândido Norberto. A certa ai* tura de seu di<curs«», disset "Se

quando erro, reconheço i» érro, porque iria eu. açora qua não errei, firar calado, quan* do 4* certo c,ue foi de minha iniciativa o projeto de altera-çio do contrato mantido entra o Município e a Sagol?'* .i

ESIABILIZA-SE

i mw m

— 'Sou ftande emir" d* Juacellno »• seu con.panhelre na Assembléia Constituinte d«»

H-i'"» Mas adot< i unia linha poli;lca e qu« ro at» coerent * ler.io *eiii,»re lui .

O r#n'»rter Insistiu nata nu* o sr. Munhot da Rocha <s ; Inltraas# *un narticlnaçâ > n » «CO*-||o fe|to entie o presiden* ,

i« Cal» 1 iJij $ ti tusvtikadvi [

Japlo Quadros, «eordo esse nnt . i» c :no ihjettvando. in rluíive. sua candidatura K«* cia» e j n. • o sr. Munhoa da Uí « na iiue o acordo entie o liT«»d«nt? ria Repyrlica e o governador pauli^ia visava m i-an.ttdaluia do («neral .luatsa Távi>ra « a «i» aua j»va-*****

foi recebido por elevado num» ro de pe*M<a*. entre a- quai« o prefeito M.trlo Menefhettl, i>. Antônio Zattera. bispo dioce«a-nn. (luar Kchenique. Vlce-pre-feito; Frederico Cario* I-ang, preiidente da AsMiclaçâo Co-merclal; Avre, Adures, Rubena

ten?ões do atual govérno em ra-laçâo aos estabelecimentos que industrializam produtos rio gran dentes.

VISITA AO PORTO Após rápida visita ao porto, foi lha oferecido em teu

refei-M'ng. às h 10 m ABRIL 1955 1S ÊF.XTA-KF.IRA fiA PÁSCOA Semtduplo, br. Missa pr, 2.* pr la li-'reia ou pelo Papa,

Cr, Pf etc da Páscoa PP An:Uai Msrlo, Teimo,

\ítor.no; HmI.ss* Anaa* táaia.

( OlP e relalhlslas bnsiam

nova labela para a rarne

Pemprctivaa de que o» preços atual* vigorem por mais uma semana

ApAa a reunISo ordinária de ontem. a preaidfncia da C<lAOI' e oa membros do Con-selho Deliberativo d-'|uel.- Ar-gâo mantiveram amp'o debate mm i-preseatantea da Associa-( íio do« Retalh »tas, relativa-mente à pretendida revillo na» tabelas f»ara a venda de carne ao con*um*dor,

Conuoante publicamos em edu,òe- anteriores, nío e»sio o« letalhistas. relativamente * ia'* tendida revisào nas tabtdas para a venda de carne ao con aumidor.

Consoante publicamos em edu;iV» anteriores, nâo estão os retalh'St as d* acArdo com a marg- m de lucro que lhes as segura o tabelam» nto atual, e em raaAo d«sw» solicitaram à Ct)AP a adm-ão de novo cr té-rio perreatual para o o produ-to

Os tornalistas credenciado* juni'. à C«>AP estiverem afa.-i afa.-ide. da reunlto uue loi reali /ada em cará>r iniem » Kn tr^tan*o podemos informa* nu. vàr.as t helat e.liveram rm estudo mas a sotuçào dei** nitlva pare* e nâo ter «ido en* • ontiada at# o momento Na reunião ordlnána de ontem o assunto nâo foi debatido pelo CuiittUtg l>tlib«iatlv vi, a >»u»

assegura pelo m^nos uma se mana de estabilidade para a* tabelas vlaoraites a ualmen" com respeito à venda da car n« verde. ETELVINO LINS: 'Tudo vai bem" 4 RIO, )« (Merldlonalt — 1*1 oaaefuem os entendimentos para o fortalei imrnto da can-o natura do sr. Kteivlno Lin» Abo: dado. hoje, o candtdit» tntijus«*ehnista disse apenas, 'Tudo vai bem".

RIO, 14 fDe Marcelo Pimen-te»» Vão estabilizando*?» • a «isas políticas. Depois d«* vá-Ho.t dia". |>ersistem as inforMa-oiev *óbic no\as agitações ,n ciusive nos meios milittres, luas tudo voltou A calma. , a hoje tudo aquilo qvie era arK>n* tado como de .suma gravida-ri. ontem, perdeu sua Im linda «• ag ira a preocupado única dos círculoi políticos e». j ta lmutada á con.i.tulijA > o» ' novo Ministério. Nesse terre* no, tomaram vulto as r*v>i-l maçAes referentes Á indica-çào de um mlneit » para o Nfi-nlatírio. Para a pa«-a da ju>-t 'ça está credenciado o si ftdro Aleixo, cuja i he^a t;>. ao Kio hoje foi anur< lada po-Ir ud^nistas. Pisputa éle cor

sr. Marrcy Júnior. Adianta-h\ |H»rem. que um prin it«.o foi estabelecido: se os». 1'edro Aleixo fòr para a \i. da Justiça, os demais mi-ristéríos ficaram distribuídos ccm outros elementos do sr JAnia uadros; outro com uin sulista; o t-Tçelru corrf Jtiu i^alano.

S- o sr P.«dro Aleixo i»io f »r para a pas*a da Ju<"iça. > >r joi# Ilonlfacio dever., acr o

.ini>lro da Agricultura. A posicio do sr. Mota Fi-lho t das ma,a controverti '.i l ns afirmam que #le de saia a pa«ta. outros ilueni que rao. Ci rerto e que ele foi distou -do («-'a amabilidatle do r .tánii) «JuaSi s, ontem no v.'a-t» te.

- O General OsAr!« no comando do 1.* Corpo d* K-.írdto acampado no Pa' so da Pai ria. ao iniciar » < ei ío da passagem d • Paianá. ordenada por Ca xias lança patroti a rro-clamaçAo ao »'«nis soldados.

FONES

AUMENTADOS OS TRANSPORTES

RODOVIÁRIOS INTERMUNICIPAIS

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

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P.in DF: JANEIRO e SAO PAULO «Serviços de Jm« pien»a Ltda com eactitrw rios, respectivamente & ru% Rodrigo Silva. 12 — tel.>'-,nea 41.. •.'kl e 42 4301. e S-te d« Abril. 2.T1 «. "andar — Ta»

le(onen 34-8181 »

Ano .... Sempre Exterior

i • • • t • a •

Com a auinatur» dn rei. Fli hu Mimi (íomea da S Iva, foi enceminheda ontem ao Oia. rio Of ciai • Portar a reiítiv, a homologação do aumrito teto de S0 naa tarifn do traruport» colftívo intermunic.pal.

Nt referida portaria está e«. per,ficado que »0 poderio alte. rsr suai tabelas aa empiésa*

ÍAè — siuanuiibcm aua* í (ido.

nova« tabela» k aprovacio do Ointelho Deliberativo da C O Al1. 2o - que citibelcçam preço» e horár.o» eiper.a* n«-ra o transporte de operar.o*; Se — que t^enurem psi^ i ea^eeiiis para es escolsre*. 4.o

-nâo piíerrl1» »»r aumentada» ¦ • tartfa* de tra*«porte para o4 filiado, a e-it da<;» que canfr--ss «»a ça.xfir >1 vUitntdi <^0

a raiAo 1 * * f | I ! «em » I sl cttxjll, Wl 1! 1 rtnr«» Ai.mnr t

>mir chavrn ntiwT-I |X)s. |5.* andar, «ala IMI I l

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¦ANTA MARIA í

O Jornal de maior tira- J peiie raeàn no lato- ,

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