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COMUNICADO Nº 102/2018

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Ano XI • Edição 2610 • São Paulo, quinta-feira, 5 de julho de 2018 www.dje.tjsp.jus.br caderno 1

ADMINISTRATIVO Presidente:

Manoel de Queiroz Pereira Calças

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

SJ - Secretaria Judiciária

COMUNICADO Nº 102/2018

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, Presidente da Seção de Direito Criminal do Tribunal de Justiça, COMUNICA que a distribuição dos feitos em grau de recurso que ocorreria no dia 06 de julho, será realizada no dia 05 de julho do corrente, quinta-feira, às 09 horas, na sala 35 do prédio do Tribunal de Justiça, localizado na Rua Agostinho Gomes nº 1225 (Praça Nami Jafet nº 235) – Bairro do Ipiranga, com a supervisão da Presidência da Seção de Direito Criminal.

(03, 04 e 05/07/2018)

SEÇÃO I

ATOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Subseção I: Atos e comunicados da Presidência

SECRETARIA DA PRESIDÊNCIA

Diretoria de Relações Institucionais - SPr 4

COORDENADORIA DE CERIMONIAL CONVITE

O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, tem a honra de convidar os Senhores Desembargadores, Juízes de Direito, Juízes da Justiça Militar, Membros do Ministério Público, Defensores Públicos, Advogados e Funcionários para a Solenidade de Instalação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Itaberá, a realizar-se no dia 6 de julho de 2018 (sexta-feira), às 8 horas, na Avenida Carlos Rodrigues dos Santos, 207 – Centro – Itaberá/SP.

Subseção II: Atos e comunicados da Corregedoria Geral da Justiça

DICOGE

DICOGE 2

PROCESSO Nº 2018/53999 - CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CRISTIANE APARECIDA DE OLIVEIRA, Agente Administrativo Judiciário, lotado no Setor de Execuções Contra a Fazenda Pública - Advogado (a): CARMEN FAUSTINA ARRIARAN RICO - OAB/SP 86.165.

DECISÃO: (...) Com efeito, deve permanecer nos autos (por meio de certidão) unicamente a informação solicitada em seu depoimento, qual seja, os dados completos de sua cliente, Srª Cristiane, e respectiva conta bancária (fls. 151), bem como que a OAB da testemunha (nº 28.355) encontra-se suspensa (processo administrativo nº 5253/2004) pelo TED III (fls. 150). (...). Por fim, oficie-se à 1ª Delegacia de Investigações sobre Crimes contra a Administração, na pessoa do Exmo. Dr. Diego Castanheira Resende, Delegado de Polícia, com cópias dos documentos de fls. 125/139, 150/162, bem como desta decisão, a fim de instruir inquérito policial em curso acerca dos fatos objeto deste processo administrativo. Intime-se. Oficie-se. São Paulo, 04 de junho de 2018. (a) ALEXANDRE ANDRETA DOS SANTOS - Juiz Assessor da Corregedoria.

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DECISÃO: Vistos. Manifeste-se a defesa se existem outras provas que almeje produzir. Não existindo, fica desde já intimada a apresentar alegações finais. Solicito a presença da advogada, nesta Corregedoria, em 16 de julho de 2018, às 14:00h. Intimem-se. São Paulo, 29 de junho de 2018. (a) ALEXANDRE ANDRETA DOS SANTOS - Juiz Assessor da Corregedoria.

NOTA DE CARTÓRIO:

Local para comparecimento da advogada: gabinete dos MM. Juízes Assessores da Corregedoria, localizado na Praça Doutor João Mendes, s/nº, 20º andar – sala 2025, Centro, São Paulo-SP.

PROCESSO Nº 2003/00000083 Parecer 247/2018-J

Portal de Auxiliares da Justiça – melhorias nas telas, campos e pesquisas – necessidade de atualização do sistema – disponibilização ao público externo do acesso aos documentos exigidos para habilitação e apresentados pelos profissionais no Portal - artigo 157, § 2º, do CPC e artigo 3º da Resolução 233/16 do CNJ – obrigatoriedade de inclusão no Portal, pela serventia de cada unidade judicial, do valor dos honorários do profissional quando fixados de forma definitiva pelo Magistrado, até que haja integração do sistema do Portal com o sistema SAJ – artigo 9º, § 5º, da Resolução 233/16 do CNJ – necessidade de alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.

Excelentíssimo Senhor Corregedor Geral da Justiça,

Cuida-se de expediente que trata do Portal de Auxiliares da Justiça, implantado em 28/11/2016 (fl. 1407).

Diante das sugestões e questionamentos encaminhados pelos Magistrados, Unidades Judiciais e Auxiliares da Justiça, a SPI apresentou manifestação, alinhada em reuniões mantidas com a STI, para atualização do Portal, definida em três ciclos (fls. 1520/1523).

Também foi realizada reunião nesta Corregedoria Geral da Justiça com a SPI e a STI para alinhamento final, inclusive para que seja fielmente cumprida a Resolução 233/16 do E. CNJ.

É o relatório. Passamos a opinar.

A Secretaria de Primeira Instância apresentou proposta para melhorias no Portal de Auxiliares da Justiça, que incluem: inclusão dos dados de contato da unidade no e-mail disparado pelo Portal ao profissional quando de sua nomeação; correção na notificação de edição de nomeação; exclusão ou restabelecimento de nomeação pela própria unidade judicial quando a nomeação ou a exclusão se dá por equívoco; inativação de funções pelo próprio Auxiliar; inclusão de campos no cadastro dos Auxiliares para preenchimento de informações necessárias para pagamento de honorários custeados pela Defensoria Pública – justiça gratuita; inclusão de campo específico para preenchimento de local de guarda de bens no caso de leiloeiros (Resolução 236/16 do CNJ); alteração do título da tela “Ocorrências” para “Intercorrências/Punições”; inclusão de campo que identifique se o Auxiliar aceita atuar em feitos nos quais a parte goza do benefício da justiça gratuita; cadastro administrativo de novas especialidades, restrito aos perfis da Corregedoria e da SPI; melhorias no sistema de pesquisa por parte do nome do Auxiliar e por nome completo, assim como no campo “biografia”; possibilidade de inserção de outros documentos pelos Auxiliares, com informação do nome em campo livre.

As propostas elaboradas pela SPI merecem ser aprovadas porque, de fato, representam grande melhoria na utilização do Portal pelas unidades, pelos Auxiliares da Justiça e pelos Magistrados. Necessárias apenas duas observações.

A primeira refere-se ao item 11 da manifestação da SPI (fl. 1522vº), que trata da tela de login interno. Segundo informação da STI em reunião recente nesta Corregedoria, esta questão está superada, pois caso o funcionário coloque o nome de usuário associado ao sufixo @tjsp.jus.br, o sistema já efetua o script de padronização com a remoção automática do sufixo @tjsp.jus.br na tela de login inicial. Assim, desnecessária atualmente qualquer atualização nesse ponto.

A segunda observação refere-se ao item 1 (fl. 1520), relativo aos honorários do perito, pois a Resolução 233/16 do E. CNJ dispõe, no § 5º do artigo 9º, que “o CPTEC disponibilizará lista dos peritos/órgãos nomeados em cada unidade jurisdicional, permitindo a identificação dos processos

em que ela ocorreu, a data correspondente e o valor fixado de honorários profissionais”.

Assim, vê-se que é obrigatório constar no Portal o valor dos honorários arbitrados para o perito em cada processo e em cada unidade judicial. De outro lado, o momento para a inserção desta informação não pode ser o do cadastro da nomeação, pois ainda não se tem nem mesmo a estimativa de honorários pelo perito. Desse modo, o preenchimento do campo “Honorários” deve ser opcional no momento do cadastro da nomeação, mas obrigatório quando fixados os honorários pelo Magistrado.

Aliás, suficiente que o Portal seja alimentado apenas com o valor dos honorários definitivos, no momento em que fixados, sem necessidade de inclusão do valor provisório.

Caberá, portanto, ao servidor inserir no Portal o valor dos honorários fixados para o auxiliar da justiça nomeado em determinado processo sempre que o magistrado assim decidir no feito. Caberá, em consequência, ao Juiz Corregedor Permanente verificar a adoção dessa prática nas correições anuais e, eventualmente, à Corregedoria Geral da Justiça nas correições ordinárias e extraordinárias.

E isso ao menos até que haja completa integração entre o sistema do Portal de Auxiliares da Justiça e o SAJ – Sistema de Automação da Justiça.

Por ora, ainda não é possível que essa informação seja captada pelo Portal diretamente do SAJ, mas a integração entre os sistemas está em desenvolvimento, o que poupará esforços das Serventias, no futuro, para inclusão da informação no Portal.

Nesse ponto, necessária a alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça para acrescentar um parágrafo ao artigo 38 a fim de constar essa obrigação do servidor, o que se sugere nos seguintes termos: “§ 4º Serão inseridos no Portal de Auxiliares da Justiça, no campo de cadastro da nomeação, os valores dos honorários sempre que o magistrado fixá-los de forma definitiva em cada processo”.

Portanto, deve a STI providenciar a retificação do campo “Honorários Provisórios” no Portal para constar apenas “Honorários”. À SPI cumpre retificar a Minuta de Comunicado de fl. 1515 para constar a obrigatoriedade de inclusão da informação relativa ao valor dos honorários do perito quando fixados de forma definitiva pelo magistrado.

Nesse contexto, vale observar que a inclusão de uma coluna relativa aos honorários dos peritos na tela de consulta de informações (visualizável pelo público interno), atenderá o artigo 9º, § 5º, da Resolução 233 do CNJ. Nessa tela de consulta de informações é possível selecionar o “Tipo de auxiliar” (perito, administrador, leiloeiro etc.), o “Município” e o “Imóvel” (unidade judicial) e, assim, relacionar todos os peritos nomeados em determinada Vara, com a identificação do número de processo, data da nomeação e valor dos honorários, tal como determina a

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De outro lado, a Resolução 233/16 pretende dar publicidade a todos os interessados, ou seja, ao público externo, da relação de profissionais/órgãos cujos cadastros tenham sido validados, além das respectivas informações pessoais e currículos dos profissionais, como se vê no caput e no parágrafo único de seu artigo 3º, que remete ao artigo 157, § 2º, do CPC.

O dispositivo legal, por sua vez, é ainda mais abrangente, pois dispõe que será organizada lista de peritos com disponibilização dos documentos exigidos para habilitação à consulta de interessados.

Nesse caso, parece não haver dúvidas de que se exige a publicidade não só dos peritos cadastrados, mas também da documentação. Embora no CPA nº. 2018/00014363 se tenha entendido desnecessária qualquer alteração no Portal de Auxiliares da Justiça para permitir o acesso aos documentos dos profissionais cadastrados, é caso de revisão desse posicionamento quando analisada a questão de forma mais abrangente e não só sob o enfoque da transparência da nomeação em cada processo.

De fato, o perito tem a obrigação de juntar, com a proposta de honorários, o currículo no processo em que nomeado, via peticionamento eletrônico, como determina o § 2º do artigo 465 do Código de Processo Civil.

Mas essa regra não afasta a previsão de publicidade dos documentos exigidos para habilitação dos peritos contida no artigo 157, § 2º, do CPC e repetida na Resolução 233/16 do CNJ.

E a publicidade deve ser para todos e não só para os advogados do processo em que nomeado determinado auxiliar. Se antes da implantação do Portal de Auxiliares da Justiça, o profissional habilitava-se perante cada Juízo e deixava em cada unidade judicial os documentos exigidos para habilitação a fim de que qualquer interessado pudesse consultá-los, não há dúvidas de que essa disponibilidade irrestrita deve permanecer, com a diferença de que no Portal esse acesso é mais fácil, rápido e abrange maior número de interessados. Aliás, é o que ocorre com todos os serviços disponíveis no mercado que sofreram transformações tecnológicas nos últimos tempos.

Não se diga que há violação da privacidade dos profissionais, pois os documentos disponibilizados são apenas os relacionados com a profissão daquele que se habilita e com sua aptidão. Aliás, disponibilização que é necessária para se dar a mais ampla transparência à qualificação daqueles que atuarão como técnicos do juízo na prestação de um serviço público.

Para tanto, necessária, todavia, a alteração do § 7º do artigo 36 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, que prevê, atualmente, que “os dados cadastrais, documentos inseridos no sistema, a opção de Foro/Vara/Área de atuação e as nomeações do auxiliar ficarão disponíveis em ambiente de Intranet aos magistrados e funcionários autorizados”.

Sugere-se a modificação para constar: “as informações pessoais e documentos inseridos no sistema ficarão disponíveis em ambiente de Internet a todos os interessados. A opção de Foro/Vara/Área de atuação e as nomeações do auxiliar ficarão disponíveis em ambiente de Intranet aos magistrados e funcionários autorizados”.

Além disso, deve ser excluída a previsão contida no artigo 39 das Normas de Serviço (“Demonstrado efetivo interesse para a solução de processo judicial em que houver perito ou outro profissional nomeado, os advogados das partes litigantes e o representante do Ministério Público terão acesso ao cadastro e respectiva documentação. Parágrafo único. O Ofício Judicial, após a autorização do juiz do processo, providenciará a impressão do cadastro e dos documentos do auxiliar da justiça para dar vista ao solicitante”).

Desse modo, tendo em vista o que foi acima exposto, o parecer que apresentamos à elevada consideração de Vossa Excelência é no sentido de que: 1) seja aprovada a proposta apresentada pela Secretaria de Primeira Instância para melhorias e atualização do Portal de Auxiliares da Justiça, com as observações acima expostas; 2) seja disponibilizado ao público externo e não apenas aos magistrados e servidores o acesso aos documentos exigidos para habilitação e apresentados pelos profissionais no Portal de Auxiliares da Justiça, nos termos do artigo 157, § 2º, do CPC e do artigo 3º da Resolução 233/16 do CNJ; 3) seja obrigatória a inclusão no Portal de Auxiliares da Justiça, pela serventia de cada unidade judicial, do valor dos honorários do profissional quando fixados de forma definitiva pelo Magistrado, nos termos do artigo 9º, § 5º, da Resolução 233 do CNJ, até que haja integração do sistema do Portal com o sistema SAJ, quando a inclusão será automática; 4) alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça para as adaptações necessárias

Sub censura.

São Paulo, 06 de abril de 2.018.

(a) JULIANA AMATO MARZAGÃO Juíza Assessora da Corregedoria

(a) RODRIGO NOGUEIRA Juiz Assessor da Corregedoria

DECISÃO: Vistos, Aprovo o parecer dos MM. Juízes Assessores da Corregedoria, por seus próprios fundamentos.

Providencie a STI a retificação, no Portal de Auxiliares da Justiça, do campo “Honorários Provisórios” para constar apenas “Honorários” e a inclusão da coluna relativa aos honorários na tela de consulta de informações, disponível ao público interno. Providencie, ainda, a disponibilização ao público externo dos documentos exigidos para habilitação e apresentados pelos profissionais no Portal de Auxiliares da Justiça, nos termos do artigo 157, § 2º, do CPC e do artigo 3º da Resolução 233/16 do CNJ. E, ainda, as atualizações para melhoria do Portal, conforme apresentado pela SPI, com as observações constantes no parecer.

Retifique a SPI a Minuta de Comunicado de fl. 1515 para constar a obrigatoriedade aos funcionários das unidades judicias de inclusão do valor dos honorários do profissional quando fixados de forma definitiva pelo Magistrado até que o Portal de Auxiliares da Justiça esteja totalmente integrado com o sistema SAJ.

À DICOGE para conferência da minuta do Provimento CG em relação a outros dispositivos das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça eventualmente relacionado ao tema.

Observa-se que o Comunicado e o Provimento CG para alteração das Normas de Serviço só devem ser publicados depois que a STI fizer as alterações relativas aos honorários no Portal de Auxiliares da Justiça.

São Paulo, 10 de abril de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

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PROVIMENTO CG N.º 12/2018

O Desembargador GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO, Corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO a função precípua da Corregedoria Geral da Justiça de orientar a primeira instância;

CONSIDERANDO a necessidade da permanente revisão e atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça; CONSIDERANDO a necessidade de cumprir fielmente a Resolução 233/16 do Conselho Nacional de Justiça;

CONSIDERANDO, finalmente, o decidido nos autos do processo nº 2003/83; RESOLVE:

Art. 1º - O §7º do artigo 36 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, passa a contar com a seguinte redação: “Art. 36. (...)

§ 7º As informações pessoais e documentos inseridos no sistema ficarão disponíveis em ambiente de Internet a todos os interessados. A

opção de Foro/Vara/Área de atuação e as nomeações do auxiliar ficarão disponíveis em ambiente de Intranet aos magistrados e funcionários autorizados”.

Art. 2º - Fica revogado o artigo 39 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.

Art. 3º - Esse Provimento entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

São Paulo, 11 de abril de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

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PROCESSO Nº 2013/40800 Parecer 328/2018-J

Auxiliares da Justiça – suspensão ou exclusão do Portal – necessidade de alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça para detalhamento das regras referentes ao processo administrativo previstas no artigo 37.

Excelentíssimo Senhor Corregedor Geral da Justiça,

Cuida-se de expediente que tratou da implantação do Portal de Auxiliares da Justiça, o que ocorreu em 28/11/2016, e das alterações dos Provimentos do Conselho Superior da Magistratura e da Corregedoria Geral para atualização das NSCGJ e adequação às Resoluções 233 e 236, ambas de 2.016 (Provimento CSM 2306/15, alterado pelo Provimento CSM 2427/17 e, posteriormente, pelo Provimento CSM 2467/18; Provimento CG 29/17, atualizado pelo Provimento CG 41/17 e, posteriormente, pelo Provimento CG 08/18).

O parecer que ensejou as minutas dos Provimentos CSM 2467/18 e CG 08/18 foi aprovado na gestão passada, pelo então Corregedor Geral da Justiça (fl. 929). No entanto, a minuta do Provimento 2467/18 foi aprovada pelo Conselho Superior da Magistratura em fevereiro de 2.018 (fl. 933) e a do Provimento CG 08/18, em 07/03/2018.

Diante das dúvidas apresentadas pela DICOGE para processamento dos feitos administrativos que venham a ser instaurados contra os auxiliares da justiça, foi realizada reunião de alinhamento com os Juízes Assessores desta Corregedoria Geral da Justiça, com nova proposta de alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.

É o relatório. Passamos a opinar.

A proposta elaborada pela DICOGE para alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, especialmente do artigo 37, merece ser aprovada.

Oportuno anotar que as disposições sugeridas não são contrárias às existentes, que, aliás, foram recentemente alteradas. Apenas detalham melhor alguns pontos que podem causar dúvidas à Serventia desta Corregedoria para processamento dos feitos administrativos e aos próprios auxiliares da justiça.

Para exemplificar, o § 1º do artigo 37 das NSCGJ prevê que a decisão relativa à suspensão ou exclusão do profissional do Portal ficará a cargo de um dos Juízes Assessores da Corregedoria e o pedido de reforma será formulado ao Exmo. Corregedor Geral da Justiça, sem estabelecer o efeito desse recurso, ao menos como regra. Essa situação impede saber se o auxiliar da justiça será excluído do Portal tão logo proferida decisão pelo Juiz Assessor ou apenas depois de eventual recurso.

Também não constou que o descredenciamento e eventual prazo de suspensão devem ser anotados junto ao Portal de Auxiliares da Justiça, o que é imprescindível, tendo em vista que é o local onde estão concentradas todas as informações dos profissionais. Mencionou-se, somente, o encaminhamento de e-mail aos Magistrados e Escrivães para transmitir esta informação.

Por fim, o § 6º trata do modo de realização das intimações do profissional no processo administrativo e indica a consequência no caso de ausência de indicação de advogado. No entanto, parece razoável que o feito prossiga à revelia caso não haja regular manifestação, não necessariamente feita por advogado.

Não se vê qualquer óbice para apresentação de defesa pelo próprio profissional.

É certo que o Estatuto do Servidor de São Paulo (Lei Estadual 10.261/68), no artigo 278, § 1º, itens 3 e 4, dispõe expressamente sobre a defesa por advogado.

Todavia, o processo de exclusão ou suspensão dos auxiliares da justiça não é o processo administrativo de servidor público, como já assentado no parecer que ensejou a edição do Provimento CSM 2.467/2018, e, portanto, não está sujeito à Lei 10.261/68.

Além disso, a Súmula Vinculante nº 5 do E. Supremo Tribunal Federal dispõe que “A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição”. Ou seja, se não houver previsão legal de defesa por advogado, incide o disposto na Súmula.

Por fim, entendemos suficiente a alteração do Provimento 8/2018 desta Corregedoria Geral da Justiça, sem alteração do Provimento 2.465/2018 do Conselho Superior da Magistratura, pois se pretende apenas detalhar as disposições das Normas da Corregedoria Geral da Justiça, sem modificação da matéria aprovada pelo Conselho.

Por fim, no expediente 2003/83, que também cuida do Portal de Peritos, foi aprovada a alteração das Normas de Serviço da Corregedoria para alterar o § 7º do artigo 36, revogar o artigo 39, o que já foi objeto do Provimento CG 12/2018, e incluir um parágrafo ao artigo 38, o que se sugeriu, naquela oportunidade, nos seguintes termos: “§ 4º Serão inseridos no Portal de Auxiliares da Justiça, no campo de cadastro da nomeação, os valores dos honorários sempre que o magistrado fixá-los de forma definitiva em cada processo”. No entanto, como esta última alteração não constou do Provimento CG 12/2018, seria conveniente fosse feita neste momento.

Desse modo, tendo em vista o que foi acima exposto, o parecer que se apresenta à elevada consideração de Vossa Excelência é no sentido de que o artigo 37 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça seja alterado para detalhamento do procedimento de exclusão ou suspensão dos auxiliares da justiça do Portal respectivo, além da inclusão do parágrafo 4º ao artigo 38.

Sub censura.

São Paulo, 10 de maio de 2018.

(a) JULIANA AMATO MARZAGÃO Juíza Assessora da Corregedoria

(a) RODRIGO NOGUEIRA Juiz Assessor da Corregedoria

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DECISÃO: Vistos, Aprovo o parecer dos MM. Juízes Assessores da Corregedoria, por seus próprios fundamentos, e a respectiva minuta de Provimento. À DICOGE para providenciar a publicação do provimento CG para alteração das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, com a anotação de que deve ser publicado em conjunto com o Provimento 12/2018 (CPA 2003/83).

São Paulo, 11 de maio de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

PROVIMENTO CG N.º 15/2018

O Desembargador GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO, Corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO que compete ao Corregedor Geral da Justiça propor e adotar as medidas convenientes ao aprimoramento dos serviços judiciais;

CONSIDERANDO a necessidade da permanente revisão e atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça; CONSIDERANDO a busca constante da racionalização dos serviços forenses

CONSIDERANDO a edição das Resoluções CNJ 233 e 236, ambas de 13 de julho de 2016;

CONSIDERANDO, finalmente, o decidido nos autos dos Processos nº 2013/40800 – DICOGE e 2003/83; RESOLVE:

Art. 1º. O artigo 37 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça passa a contar com a seguinte redação: Art. 37. (...)

§ 1º A representação de que trata o caput dar-se-á por ocasião do descumprimento da Resolução nº 233/2016 do CNJ ou por outro motivo relevante. Será autuada pela DICOGE – Diretoria da Corregedoria Geral da Justiça, cujo processamento e decisão, observados os princípios do contraditório e da ampla defesa, ficarão a cargo de um Juiz Assessor da Corregedoria, observadas as regras ordinárias de distribuição de expedientes.

§ 2º Da decisão, caberá recurso ao Corregedor Geral da Justiça, em duplo efeito, no prazo de 15 (quinze) dias, contados da data da intimação da decisão.

§ 3º No caso de descredenciamento, encaminhar-se-á e-mail aos magistrados e escrivães informando o ocorrido e o seu prazo de duração, procedendo-se as anotações necessárias junto ao Portal dos Auxiliares da Justiça.

§ 4º A exclusão ou a suspensão do Portal de Auxiliares da Justiça não desonerará o profissional ou o órgão de seus deveres nos processos ou nos procedimentos para os quais tenha sido nomeado, salvo determinação expressa do magistrado.

§ 5º A permanência do profissional ou do órgão no Portal de Auxiliares da Justiça fica condicionada à ausência de impedimentos ou de restrições ao exercício profissional.

§ 6º As entidades, os conselhos e os órgãos de fiscalização profissional deverão informar à Corregedoria Geral da Justiça sobre suspensões e outras situações que importem empecilho ao exercício da atividade profissional, mensalmente ou em prazo inferior e, ainda, sempre que lhes for requisitado.

§ 7º Informações comunicadas pelos magistrados acerca do desempenho dos profissionais e dos órgãos credenciados serão anotadas no Portal de Auxiliares da Justiça.

§ 8º Os atos de comunicação processual serão realizados no endereço eletrônico indicado pelo profissional no momento do cadastro, observado o disposto no art. 5º da Lei 11.419/06 quanto à contagem do prazo, que será em dias corridos, sendo que ao seu término, sem regular manifestação, o feito seguirá à sua revelia.

Art. 2º. O artigo 38 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça passa a contar com mais um parágrafo, nos seguintes termos: “§ 4º Serão inseridos no Portal de Auxiliares da Justiça, no campo de cadastro da nomeação, os valores dos honorários sempre que o magistrado fixá-los de forma definitiva em cada processo”.

Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário.

São Paulo, 16 de maio de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

(7)

PROCESSO Nº 2018/64663 Parecer 398/2018-J

DÚVIDA – RÉU CONDENADO AO CUMPRIMENTO DE PENA EM MEIO ABERTO (PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS, SURSIS E MEDIDA DE SEGURANÇA DE TRATAMENTO AMBULATORIAL) SEM PARADEIRO CERTO – COMPETÊNCIA PARA O CADASTRAMENTO DA GUIA E PROCESSAMENTO DA EXECUÇÃO DA PENA – JUÍZO DA EXECUÇÃO CRIMINAL DO LOCAL DA INFRAÇÃO PENAL.

Excelentíssimo Senhor Corregedor Geral da Justiça,

Trata-se de consulta formulada pela MM. Juíza de Direito da 5ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, doutora Ilona Márcia Bittencourt Cruz, sobre a competência para cadastramento da guia e processamento da execução criminal de sentenciado condenado ao cumprimento de pena em “meio aberto”, leia-se: pena restritiva de direitos, sursis ou medida de segurança de tratamento ambulatorial, cujo paradeiro é desconhecido.

Feito breve relatório. Passamos ao parecer.

Com a devida vênia, sempre respeitando eventual posicionamento diverso de Vossa Excelência, passamos à análise da dúvida suscitada. Cabe ressaltar, inicialmente, que no presente caso a competência funcional do Juízo da Execução Penal ainda não foi atribuída, pois não se trata de execução da pena iniciada cujo condenado eventualmente deixou o local do cumprimento da pena sem qualquer comunicação ao Juízo da execução.

Nesses casos, por analogia ao entendimento aplicado nos casos de réu foragido (art. 528, parágrafo único, NSCGJ), não há alteração da competência para seguimento e adoção das medidas necessárias para recaptura, conversão de pena e outras deliberações e providências pertinentes.

Também não alcança os casos de condenados às penas privativas de liberdade em regime aberto, semiaberto ou fechado, cuja guia somente é expedida após o cumprimento do mandado de prisão e, para o regime aberto, a realização da audiência de advertência.

Isto porque, no caso em comento, a guia de execução sequer foi cadastrada, pois não se mostra possível o cumprimento das regras de distribuição e encaminhamento para processamento da execução da pena.

Vejamos.

Nos termos do Comunicado CG 1182/2017, a guia na qual foi imposta pena para cumprimento em “meio aberto”, aqui genericamente tratado, cujo condenado não possua processo de execução iniciado, deverá ser encaminhada para a Vara com competência para Execução Criminal do local de residência do executado.

Não obstante, no presente caso, que, por certo, não é inédito, tão pouco único, o paradeiro do réu condenado é desconhecido, ou seja, seu endereço residencial é ignorado para fins de encaminhamento e início do processo de execução criminal.

Outrossim, não se pode esperar por novas diligências de localização pessoal, certamente infrutíferas desde a fase criminal, para somente ao depois iniciar-se a efetiva execução da pena, sob risco de ocorrência de eventual prescrição.

Por isso, há que se buscar a solução legal para firmação da competência da execução penal para processos que se encontram em situação idêntica.

Em matéria de competência, o Código de Processo Penal estabelece que:

“Art.72. Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-à pelo domicílio ou residência do réu

(...) (...)

§2º Se o réu não tiver residência certa ou for ignorado o seu paradeiro, será competente o juiz que primeiro tomar conhecimento do fato”.

Nesta mesma linha tem-se que:

“Art. 69. Determinará a competência jurisdicional:

I – o lugar da infração

II – o domicílio ou residência do réu III – a natureza da infração IV – a distribuição V- a conexão ou continência VI – a prevenção

VII – a prerrogativa de função.”

Ademais, a própria Lei de Execução Penal prevê que:

“Art. 65. A execução penal competirá ao juiz indicado na lei local de organização judiciária e, na sua ausência,

ao da sentença.”

Entendimento consoante ao disposto no art. 668 do Código de Processo Penal:

“Art. 668. A execução, onde não houver juiz especial, incumbirá ao juiz da sentença, ou, se a decisão for do

Tribunal do Júri, ao seu presidente.”

Diante do quadro sistemático exposto, temos que a própria lei apresenta solução alternativa para a fixação da competência na inexistência de um dos critérios estabelecidos.

(8)

Ou seja, embora firmada inicialmente, por regras de organização judiciária deste E. Tribunal de Justiça, que a competência para processamento da execução criminal em meio aberto, por questões lógicas, seja fixada pela residência do condenado, nos casos onde esse local é desconhecido, há que se adotar o critério alternativo, qual seja, o do sítio da infração.

Por tudo isso, o parecer que submetemos a Vossa Excelência é no sentido de que, na inexistência de endereço do réu condenado à pena em “meio aberto”, cuja execução somente se inicia após o cadastramento da guia: penas restritivas de direito, sursis e medida de segurança de tratamento ambulatorial, por analogia, seja firmada a competência do Juízo da Execução Criminal do local da infração penal para cadastramento da guia e processamento da execução da pena, com proposta de Provimento para inclusão da regra nas Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, conforme minuta que segue.

À elevada consideração. São Paulo, 20 de junho de 2018.

(a) LUÍS AUGUSTO FREIRE TEOTÔNIO Juiz Assessor da Corregedoria

(a) FLAVIA CASTELLAR OLIVERIO Juíza Assessora da Corregedoria

DECISÃO: Aprovo o parecer dos MM. Juízes Assessores da Corregedoria e, por seus fundamentos, acolhidos nesta oportunidade, determinando a edição de Provimento para alteração das Normas de Serviço desta Corregedoria Geral da Justiça, conforme proposto.

Publique-se, dado o interesse do tema e a necessidade de conhecimento geral. Comunique-se a MM. Juíza suscitante da dúvida.

São Paulo, 22 de junho de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

PROVIMENTO CG N.º 22/2018

O Desembargador GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO, Corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO a necessidade de permanente atualização das Normas de Serviço;

CONSIDERANDO que atualmente as normativas não estabelecem regra certa de envio e cadastramento das guias de execução criminal relativas à condenação em “meio aberto” cujo envio independe do início do cumprimento da pena (restritivas de direitos, sursis, medida de segurança de tratamento ambulatorial);

CONSIDERANDO que a legislação vigente apresenta critérios alternativos de fixação da competência, que dependeriam de interpretação, caso a caso, criando dúvidas desnecessárias porque objetivo o critério nas questões de execução da pena;

CONSIDERANDO ainda o parecer da Assessoria da Corregedoria Geral da Justiça apresentado no expediente 2018-64663; RESOLVE:

Art. 1º. Acrescentar o Artigo 528-A nas Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça:

Artigo 528–A. Na inexistência de endereço do réu condenado à pena em “meio aberto”, cuja execução somente se inicia após o cadastramento da guia: penas restritivas de direito, sursis e medida de segurança de tratamento ambulatorial, a competência para recebimento e formação do processo de execução da pena compete ao Juízo da Execução Criminal do local da infração pena.

Art. 2º. Este Provimento entra em vigor na data de sua publicação. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se.

São Paulo, 22 de junho de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

(9)

PROCESSO Nº 2016/151567 DECISÃO:

Vistos,

Cuida-se de expediente em que se sugere a edição de Provimento para atualização do teor do artigo 1.238 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, com a regulamentação das categorias de documentos, definidas no sistema SAG/SP, que permitem a criação de modelos "de grupo" ou "de usuário".

Inicialmente, verificando que, mesmo sem alteração na relação do artigo 1.238 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, nos últimos anos foram editados dois Comunicados "liberando" novas categorias de documentos para criação de modelos "de grupo" ou "de usuário" (Comunicado SPI nº 26/2016 que liberou as categorias "ofícios" e "termos de audiência", e o Comunicado CG nº 1711/2017 que liberou as categorias "autos", "cartas precatórias/rogatórias", "editais", "expedientes do distribuidor", "formais", "mandados - outros" e "termo"), necessária se faz a atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça.

No mais, observo que a importância da possibilidade de servidores e magistrados criarem modelos próprios ("de grupo" ou "de usuário"), em diversas categorias de documentos, visa conciliar o respeito ao entendimento jurisdicional de cada magistrado com a possibilidade da vinculação de atos (ofícios, editais, cartas precatórias, etc.) aos modelos de despachos, decisões e sentenças que utiliza, e assim simplificar e agilizar os trabalhos cartorários.

Explico, por mais que no sistema existam modelos "da instituição", previamente definidos como adequados para uso por todos, muitas vezes um oficio ou edital, por exemplo, segundo entendimento do magistrado ou por conta de uma peculiaridade local, precisa conter uma observação, advertência ou informação que, não constando no modelo "da instituição", que é imutável, impede com que tal documento seja vinculado ao modelo de despacho, decisão ou sentença utilizado pelo magistrado, e impõe ao Cartório o ônus de emiti-lo "manualmente", o que certamente dificulta e retarda os trabalhos cartorários.

Assim, ressalvadas as categorias de documentos cuja padronização se mostra essencial para manutenção do bom funcionamento da integração de sistemas já alcançada, por exemplo, "mandados e "alvarás", em razão da integração do sistema SAJ/PG com o BNMP 2.0 (Banco Nacional de Monitoramento de Prisões), e as categorias que, por envolveram análise de autenticidade pelos seus destinatários ou por ser conveniente a padronização, como por exemplo, "guias" e "certidões - oficial de justiça", se mostra adequado o uso apenas dos modelos "da instituição", entendo importante a liberação de outras categorias de documentos para criação de modelos "de grupo" ou "de usuário".

Por fim, em que pese o teor do r. parecer de fls. 89, pelas razoes já acima expostas entendo que a categoria "alvarás" não deve ser liberada para criação de modelos "de grupo" ou "de usuário", já que ela abarca modelos de "alvarás de soltura" (fl. 29-verso), que além de utilizados na integração com BNMP 2.0, também é desejável a manutenção de um padrão institucional de forma a evitar eventual rejeite do documento pelos destinatários (unidades prisionais no Estado de São Paulo e fora dele).

Ante o exposto, determino à DICOGE que faça a retificação da minuta de Provimento de fls. 94/96, apenas para dela excluir a categoria de documento "alvarás", com a consequente renumeração dos demais incisos do artigo em questão.

São Paulo, 25 de junho de 2018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor Geral da Justiça

PROVIMENTO CG N.º 23/2018

O Desembargador GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO, Corregedor-Geral da Justiça do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO a função precípua da Corregedoria Geral da Justiça de orientar e superintender a primeira instância; CONSIDERANDO a necessidade de possibilitar a criação de modelos de grupo pelos magistrados;

CONSIDERANDO a busca permanente de revisão e atualização das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça; CONSIDERANDO, finalmente, o decidido no Processo nº 2016/151567;

RESOLVE:

Art. 1º. O artigo 1.238 das Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça passa a contar com a seguinte redação:

Art. 1.238. (...): I - ajuizamentos; II - atos ordinatórios; III - autos; IV - cartas precatórias/rogatórias; V - certidões de cartório; VI - decisões; VII - despachos;

(10)

DICOGE 5.1

COMUNICADO CG Nº 1256/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO BERNARDO DO CAMPO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS DO 1º SUBDISTRITO DA SEDE

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A2636875, A2637142, A2637146, A2637159, A2637215, A3176013 e A3176017.

COMUNICADO CG Nº 1257/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – BARUERI - 1º TABELIÃO DE NOTAS E DE PROTESTO DE LETRAS E TÍTULOS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A2104922.

COMUNICADO CG Nº 1258/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – ITÚ - 2º TABELIÃO DE NOTAS E DE PROTESTO DE LETRAS E TÍTULOS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A2498065.

COMUNICADO CG Nº 1259/2018 VIII - editais; IX - expedientes do Distribuidor; X - formais; XI - mandados – outros; XII - ofícios; XIII - requerimentos; XIV - sentenças;

XV - Setor Técnico – Assistente Social; XVI - Setor Técnico – Psicologia; XVII - termo;

XVIII - termos de audiência.

§ 1º Na configuração dos modelos de grupo ou usuário, o ofício de justiça preencherá:

I - na aba “Informações”, o nome, tipo, área e a classificação "grupo"; II - na aba “Movimentações”, a movimentação que reflita o teor do expediente; III - na aba “Compartilhamentos”, o tipo “grupo”;

IV - na aba “Assinaturas”, o(s) agente(s) que assinará(ão) o documento;

V - na aba “Atos do documento”, o tipo de ato, a forma, o código do modelo se o caso, o prazo, o tipo de seleção (partes a que se destina o documento) e o modo de finalização.

§ 2º Em relação às cartas rogatórias deverá ser observado o procedimento estabelecido no artigo 131.

Art. 2º. Este Provimento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

São Paulo, 26 de junho de 2.018.

(a) GERALDO FRANCISCO PINHEIRO FRANCO Corregedor-Geral da Justiça

(11)

COMUNICADO CG Nº 1260/2018 PROCESSO Nº 2016/113874 – GUARULHOS - 3º TABELIÃO DE NOTAS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A2246253.

COMUNICADO CG Nº 1261/2018 PROCESSO Nº 2016/113874 – RIBEIRÃO PRETO - 4º TABELIÃO DE NOTAS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A1370078.

COMUNICADO CG Nº 1262/2018 PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - 8º TABELIÃO DE NOTAS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A2541134 e A2541136.

COMUNICADO CG Nº 1263/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DO 9º SUBDISTRITO - VILA MARIANA

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A3054247.

COMUNICADO CG Nº 1264/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DO 11º SUBDISTRITO - SANTA CECÍLIA

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A2817482 e A2817489.

COMUNICADO CG Nº 1265/2018 PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - 12º TABELIÃO DE NOTAS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A0060457, A1292085, A1292086, A1292087, A1709066, A1709138, A1709177, A1711300, A1711382, A1711384 e A1711476.

COMUNICADO CG Nº 1266/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DO 14º SUBDISTRITO – LAPA

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A2121318, A2121408, A2121467, A2121468, A2121550, A2121557, A2121705, A2121829, A2121839, e A2121842.

COMUNICADO CG Nº 1267/2018 PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - 19º TABELIÃO DE NOTAS

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A2623445, A2623417, A2623419, A2623429, A2623431, A2623405, A2623366, A2623335, A2623330, A2623327, A2623319, A2623308, A2623353, A2623349, A2623343, A2623260, A2623256, A2623396, A2623251, A1773389, A1773393, A1773459, A1773430, A1773429, A1773426, A2623454 e A2623467.

COMUNICADO CG Nº 1268/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E TABELIÃO DE NOTAS DO 22º SUBDISTRITO - TUCURUVI

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização dos seguintes papéis de segurança para apostilamento: A3033817, A3033887, A3033921 e A3033969.

(12)

COMUNICADO CG Nº 1269/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DO 23º SUBDISTRITO - CASA VERDE

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A2731143.

COMUNICADO CG Nº 1270/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO PAULO - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DO 46º SUBDISTRITO - VILA FORMOSA

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A1566353.

COMUNICADO CG Nº 1271/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – CARAGUATATUBA - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS DA SEDE

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A1193377.

COMUNICADO CG Nº 1272/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – COTIA - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E TABELIÃO DE NOTAS DO DISTRITO DE CAUCAIA DO ALTO

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A1407637.

COMUNICADO CG Nº 1273/2018

PROCESSO Nº 2016/113874 – SÃO VICENTE - OFICIAL DE REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS E DE INTERDIÇÕES E TUTELAS DA SEDE

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA, para conhecimento geral, o recebimento de ofício da unidade supramencionada noticiando a inutilização do seguinte papel de segurança para apostilamento: A2155686.

Secretaria da Primeira Instância

COMUNICADO CG nº1232/2018 (Processo nº 2015/170107)

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA aos Senhores Magistrados, Dirigentes e Servidores das Unidades Judiciais da Primeira Instância, com competência para atuação nos processos da Infância e Juventude Infracional que, nos termos do art. 5º do Provimento CG 34/2014, referente à unificação de Execução de Medidas Socioeducativas deverá ser observado o que segue:

1. Unificadas duas ou mais guias de execução pelo juízo da execução (artigo 45, da Lei n. 12.594/2012 - SINASE) será expedida Guia Unificadora (GUM) no CNACL e, após assinada pelo juiz, será juntada no processo de execução de medida socioeducativa unificador.

2. Será considerado processo de execução de medida socioeducativa unificador aquele cuja medida aplicada seja a mais gravosa. Tratando-se de medidas idênticas ou compatíveis, o processo unificador será aquele cuja execução estava em andamento quando da chegada da nova guia.

3. A tramitação do processo de execução de medida socioeducativa unificador será digital.

4. Se o processo que está tramitando em meio físico vier a ser o processo unificador, este deverá ser tornado digital, digitalizando-se as peças e classificando-as para liberação na pasta digital e oportuno apensamento.

5. Os autos de Execução de Medida Socioeducativa físicos que foram digitalizados na íntegra poderão ser encaminhados ao arquivo após 6 (seis) meses de sua digitalização, certificando-se que a digitalização do processo foi realizada integralmente e sem ilegibilidades das peças, bem como deverão ser seguidas rigorosamente as regras do Comunicado Conjunto n. 2004/2017 quanto ao arquivamento.

(13)

7.Nos processos das execuções abrangidas pela unificação será juntada uma cópia da GUM e, em seguida, deverão ser apensados ao processo unificador, dando-se baixa no sistema informatizado SAJ-PG5 lançando-se a movimentação 61615 – Arquivado Definitivamente (artigo 11, §3º, da Resolução CNJ 165/12).

Ficam expressamente revogados o Comunicado CG n. 792/2017 e o Comunicado CG n. 1355/2016.

( 29/06, 03 e 05/07 ).

COMUNICADO CG nº 1233/2018 (Processo nº 2015/170107)

A Corregedoria Geral da Justiça COMUNICA aos Senhores Magistrados, Dirigentes e Servidores das Unidades Judiciais da Primeira Instância, com competência para atuação nos processos da Infância e Juventude Infracional que, nos casos de anulação da sentença na qual foi aplicada medida socioeducativa, improcedência da representação ministerial ou absolvição do adolescente por decisão da Superior Instância, o processo de execução deverá ser cancelado pelo Distribuidor, cabendo ainda ao juízo da execução realizar a exclusão da guia de execução no sistema CNACL.

Se o processo de execução tramitava em meio físico, após o cancelamento do processo pelo distribuidor, os autos serão encaminhados ao juízo de conhecimento para apensamento físico aos autos de apuração de ato infracional.

Fica expressamente revogado o Comunicado CG 793/2017.

( 29/06, 03 e 05/07 ).

Subseção III: Julgamentos Administrativos do Órgão Especial

SEMA 1.2

SEMA 1.1.1

N° 103.439/2017 - ARARAQUARA – Em atenção ao requerimento formulado na audiência realizada no dia 21/06/2018, o Excelentíssimo Senhor Desembargador Márcio Bartoli, no uso de suas atribuições legais, em 04/07/2018, exarou o seguinte despacho: “1. Vistos. 2. fls. 1638: Nos termos do parágrafo 4º do artigo 18 da Resolução nº 135/2011 do Conselho Nacional de Justiça, nestes procedimentos “o depoimento das testemunhas, as acareações e as provas periciais e técnicas destinadas à

elucidação dos fatos, serão realizadas com aplicação subsidiária, no que couber, das normas da legislação processual penal e da legislação processual civil, sucessivamente.” Aguarde-se a conclusão da oitiva das testemunhas defensivas, portanto,

para que se decida, nos termos do artigo 209, parágrafo 1º do Código de Processo Penal, acerca da conveniência de oitiva da testemunha indicada.”

ADVOGADOS: Alceu Di Nardo, OAB/SP nº 9.604; Luiz Fernando Freitas Fauvel, OAB/SP nº 112.460.

SEÇÃO II

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

Subseção I

Próximos Julgamentos

SEMA 1.1.3

PAUTA PARA A 19ª SESSÃO VIRTUAL DO CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA (PROVIMENTO CSM nº 2.062/2013)

NÚCLEO PERMANENTE DE MÉTODOS CONSENSUAIS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS INDICAÇÕES

01. Nº 65.113/2011 – Doutora JULIANA MORAES CORREGIARI BEI, Juíza de Direito da 2ª Vara da Comarca de Jandira - Juíza Coordenadora Adjunta; 02. Nº 153.737/2015 – Doutor RICARDO PALACIN PAGLIUSO, Juiz de Direito da Vara da Comarca de Auriflama - Juiz Coordenador.

(14)

AUXÍLIO SENTENÇA

03. Nº 131.745/2012; 04. Nº 2.086/2017; 05. Nº 82.965/2018. AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA

06. Nº 103.801/2016 - Doutor GUILHERME FACCHINI BOCCHI AZEVEDO, 1º Juiz de Direito Auxiliar da Comarca de Tupã; 07. 10.726/2018 - Doutor JAIME HENRIQUES DA COSTA, 10° Juiz de Direito Auxiliar da Comarca de Guarulhos; 08. Nº 91.745/2018 - Doutor RAFAEL HENRIQUE JANELA TAMAI ROCHA, Juiz de Direito da 3ª Vara do Juizado Especial Cível da Comarca de Guarulhos, atualmente convocado junto à Assessoria da Presidência da Seção de Direito Privado; 09. Nº 92.962/2018 - Doutor FÁBIO ALVES DA MOTTA, 2º Juiz de Direito Auxiliar da Comarca de Hortolândia; 10. Nº 93.745/2018 - Doutor LUCIANO SIQUEIRA DE PRETTO, Juiz de Direito da Vara da Comarca de Duartina; 11. Nº 93.763/2018 - Doutor MARCELO BONAVOLONTÁ, Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Fernandópolis; 12. Nº 13.778/2018 - Doutor LEONARDO DELFINO, 1° Juiz de Direito Auxiliar da Comarca de Hortolândia.

EXPEDIENTES DIVERSOS

13. Nº 32/2004 – REQUERIMENTO do Doutor ADRIANO RODRIGO PONCE DE OLIVEIRA, Juiz de Direito da Vara do Juizado Especial Cível da Comarca de Lins, de dispensa de sua atuação junto ao Setor das Execuções Fiscais daquela Comarca.

14. Nº 53.166/2008 – OFÍCIO da Doutora MARIA ESTHER CHAVES GOMES, Juíza de Direito da 2ª Vara Cível da Comarca de Batatais, requerendo a cessação da obrigação de processar e julgar feitos em tramitação no Setor das Execuções Fiscais daquela Comarca.

15. Nº 379/1990 – DICOGE 1.1 – EXPEDIENTE referente à atribuição de corregedoria permanente da Polícia Judiciária da Comarca de Campinas.

16. Nº 445/1990 – DICOGE 1.1 – EXPEDIENTE referente à atribuição de corregedoria permanente do Ofício Judicial Único do Juizado Especial Cível do Foro Regional II – Santo Amaro.

DÚVIDAS REGISTRÁRIAS – PROCESSOS DIGITAIS

17. Nº 0014119-11.2017.8.26.0344 - APELAÇÃO – MARÍLIA – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: Odila Montefusco Duarte; Apelado: Oficial do 2º Registro de Imóveis da Comarca de Marília – Advogado: ALBERTO DE ALMEIDA SILVA, OAB/SP n° 64.120.

18. Nº 1000823-12.2016.8.26.0352 - APELAÇÃO – MIGUELÓPOLIS – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: Banco do Brasil S/A; Apelado: Oficial de Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Miguelópolis – Advogados: ARTHUR VINICIUS NAVAS MACHADO, OAB/SP n° 355.288 e SIMONE CAZARINI FERREIRA, OAB/SP n° 252.173.

19. Nº 1006193-67.2016.8.26.0482 – APELAÇÃO – PRESIDENTE PRUDENTE – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: Ministério Público do Estado de São Paulo; Apelado: Prefeitura Municipal de Presidente Prudente – Advogado: PEDRO ANDERSON DA SILVA, OAB/SP n° 119.400.

20. Nº 1002483-98.2016.8.26.0624 - APELAÇÃO – TATUÍ – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: SINDICATO DOS TRABALHADORES NA MOVIMENTAÇÃO DE MERCADORIAS EM GERAL DE TATUI E REGIÃO – SINTRATUI; Apelado: Oficial de Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Tatuí – Advogado: UILSON DONIZETI BERTOLAI, OAB/SP 219.912 e outros.

21. Nº 1011732-14.2017.8.26.0309 - APELAÇÃO – JUNDIAÍ – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: Canaã Indústria de Laticínios Ltda.; Apelado: 2º Oficial de Registro de Imóveis e Anexos da Comarca de Jundiaí - Advogado: FABIO ROBERTO SAAD, OAB/SP n° 190.418.

22. Nº 1047710-97.2017.8.26.0100 - APELAÇÃO – CAPITAL – Relator: Pinheiro Franco – Apelante: Claudete Romilda de Gerone Rodrigues; Apelado: 7º Oficial de Registro de Imóveis da Capital de São Paulo - Advogado: ALBERTO RAMOS DE ALMEIDA JUNIOR, OAB/SP n° 13.683.

23. Nº 1056522-31.2017.8.26.0100/50000 – EMBARGOS DE DECLARAÇÃO – CAPITAL – Relator: Pinheiro Franco – Embargante: Maria Helena Bettecher Silva Pinto; Embargado: 18º Oficial de Registro de Imóveis da Capital - Advogado: PAULO ROBERTO PINTO, OAB/SP n° 88.037.

Subseção II

Intimação de Acordãos

INTIMAÇÃO DE ACÓRDÃO

Nº 1047695-31.2017.8.26.0100 - Processo Digital. Petições para juntada devem ser apresentadas exclusivamente por meio eletrônico, nos termos do artigo 7º da Res. 551/2011 - Apelação - São Paulo - Apelante: Nelson Alves da Silveira Neto - Apelado: 7º Oficial de Registro de Imóveis da Comarca da Capital - Magistrado(a) Pinheiro Franco (Corregedor Geral) - Deram provimento ao recurso e julgaram improcedente a dúvida, v.u. - REGISTRO DE IMÓVEIS – VENDA POR CERCA DE 10% DO

(15)

SEÇÃO III

MAGISTRATURA

Subseção I - MOVIMENTO DOS MAGISTRADOS

SEMA 1.3

SEMA 3.3.1 - DESIGNAÇÕES CAPITAL DESEMBARGADORES

Des. JOSÉ CARLOS FERREIRA ALVES, para presidir Plantão Judiciário nos termos das Res. 495/09 e 594/13 (Seção de Direito Privado), Comarca da Capital em 09/07/2018, em substituição ao Des. Ricardo José Negrão Nogueira.

Des. LUIZ AUGUSTO DE SALLES VIEIRA, para presidir Plantão Judiciário nos termos das Res. 495/09 e 594/13 (Seção de Direito Privado), Comarca da Capital em 07/07/2018, em substituição à Desª. Maria Cristina Zucchi.

JUÍZES DE DIREITO AUXILIARES DA CAPITAL

Dra. ADRIANA BERTIER BENEDITO, para auxiliar e sentenciar, Vara da Comarca de Teodoro Sampaio de 09/07/2018 a 13/07/2018, sem prejuízo da designação anterior, nos termos do artigo 6º da Resolução nº 798/2018.

Dra. ANA CAROLINA MUNHOZ DE ALMEIDA, para responder pelo final do Titular I, 18ª Vara Cível - Capital de 04/07/2018 a 11/07/2018, sem prejuízo da designação anterior.

Dr. JOÃO AENDER CAMPOS CREMASCO, para auxiliar e sentenciar, Vara da Comarca de Teodoro Sampaio de 09/07/2018 a 13/07/2018, sem prejuízo da designação anterior, nos termos do artigo 6º da Resolução nº 798/2018.

Dra. JULIANA NISHINA DE AZEVEDO, para responder pelo final do Titular II, 27ª Vara Cível - Capital em 04/07/2018, sem prejuízo da designação anterior.

Dra. LILIANE KEYKO HIOKI, para auxiliar, 5ª Vara da Fazenda Pública - Capital de 16/07/2018 a 19/07/2018, em substituição ao Dr. Marcos de Lima Porta, sem prejuízo da designação anterior.

Dr. LUÍS FELIPE FERRARI BEDENDI, para assumir, 1ª Vara Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem da Comarca da Capital de 10/07/2018 a 13/07/2018 e de 31/07/2018 a 02/08/2018, sem prejuízo da designação anterior, cessando no período a designação para auxiliar a mesma Vara.

Dr. LUIS FERNANDO DECOUSSAU MACHADO, para auxiliar, 2ª Vara Criminal - Capital de 12/07/2018 a 13/07/2018, em substituição à Dra. Daniela Martins de Castro Mariani Cavallanti, sem prejuízo da designação anterior.

Dra. PATRICIA SOARES DE ALBUQUERQUE, para auxiliar e sentenciar, Vara da Comarca de Teodoro Sampaio de 09/07/2018 a 13/07/2018, sem prejuízo da designação anterior, nos termos do artigo 6º da Resolução nº 798/2018.

Dr. RAFAEL SAVIANO PIROZZI, para responder pelo final do Titular I, 4ª Vara Cível do Foro Regional III - Jabaquara em 06/07/2018, sem prejuízo da designação anterior.

Dra. RENATA MARTINS DE CARVALHO, para responder pelo final do Titular I, 1ª Vara da Família e das Sucessões do Foro Regional IX - Vila Prudente de 10/07/2018 a 19/07/2018, sem prejuízo da designação anterior.

Dr. ROBERTO LUIZ CORCIOLI FILHO, para auxiliar, 34ª Vara Cível - Capital de 04/07/2018 a 10/07/2018, sem prejuízo da designação anterior e sem incidência da Resolução nº 798/2018.

Dr. RODRIGO RAMOS, para auxiliar, 27ª Vara Cível - Capital de 10/07/2018 a 20/07/2018, em substituição à Dra. Juliana Nishina de Azevedo, sem prejuízo da designação anterior, tornando sem efeito a designação disponibilizada no DJE 15/06/2018.

VARAS CÍVEIS

Dr. GUSTAVO COUBE DE CARVALHO, Juiz de Direito Titular I, 5ª Vara Cível - Capital, para responder pelo final do Titular II, 5ª Vara Cível - Capital de 12/07/2018 a 13/07/2018, sem prejuízo de sua vara.

Dra. TAMARA HOCHGREB MATOS, Juíza de Direito Titular I, 24ª Vara Cível - Capital, para auxiliar, 36ª Vara Cível - Capital, no final do Titular I, de 10/07/2018 a 13/07/2018, sem prejuízo de sua vara.

Dr. RODOLFO CÉSAR MILANO, Juiz de Direito Titular II, 43ª Vara Cível - Capital, para responder pelo final do Titular I, 43ª Vara Cível - Capital de 16/07/2018 a 18/07/2018, sem prejuízo de sua vara.

Referências

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