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Apresentação Corporativa MAIO 2018

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(1)

MAIO 2018

Apresentação

Corporativa

(2)

Aviso Legal

2

Esta apresentação contém algumas afirmações e informações prospectivas relacionadas a Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativas da Companhia e de sua administração a respeito de seu plano de negócios. Afirmações prospectivas incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como “acreditar”, “prover”, “esperar”, “contemplar”, “provavelmente resultará” ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante.

Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressos nesta apresentação.

Em nenhuma hipótese a Companhia ou sua subsidiárias, seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos consequentes indiretos ou semelhantes.

A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações prospectivas ou análise das diferenças entre afirmações prospectivas e os resultados reais.

Esta apresentação e seu teor constituem informação de propriedade da Companhia, não podendo ser reproduzidos ou divulgados no todo ou em parte sem a sua prévia anuência por escrito.

(3)

3

27%

BTG Pactual

6%

Itaú

6%

Uniper

38%

Outros

23%

Cambuhy

314.990.499 ações

1

Listada no Novo Mercado, segmento com o

maior nível de governança corporativa da B3

100% ações ordinárias 100% tag along

Estrutura Acionária e Governança

Corporativa

Sólida estrutura de governança

Controle pulverizado, sem acordo de acionistas

Free float 100%

(4)

Parnaíba I - 676MW

▪ Receita Fixa¹: R$575MM

▪ Operando desde 2013 Parnaíba II - 519MW

▪ Receita fixa¹: R$485MM

▪ Operando desde Jul/2016

Visão Geral da Companhia

Ativos 100% operacionais, representando 11% da capacidade térmica a gás do

Brasil

4 2,2 GW de capacidade instalada, 100% operacional desde Julho de 2016 R$ 1,8 bi/ano2

Receita fixa garantida – Contratos de longo prazo indexados à inflação R$ 1,4 bi2 EBITDA ajustado em 2016 Benefícios fiscais

Todos os ativos elegíveis para o benefício fiscal da SUDENE CE MA Itaqui – 360MW ▪ Receita fixa¹: R$410MM ▪ Operando desde 2013 Pecém II – 365MW ▪ Receita Fixa¹: R$368MM ▪ Operando desde 2013 Parnaíba III - 176MW ▪ Receita Fixa¹: R$128MM ▪ Operando desde 2013 Parnaíba IV - 56MW ▪ Mercado Livre ▪ Operando desde 2013 Bacia de Parnaíba: ▪ 7 campos ▪ 201km gasodutos

▪ Instalações de coleta e tratamento de gás natural ▪ 18,6 bcm de reservas certificadas remanescentes (Mar/18) ▪ Capacidade de produção: 8,4 mm m3/dia

▪ Infraestrutura de abastecimento de combustível proprietária e dedicada

Azulão:

▪ 1 campo

▪ 6,7 bcm - gas in place3

▪ Plano de desenvolvimento aprovado pela

ANP AM

Usinas à gás

natural Usinas à carvão Ativos de E&P

Única geradora no setor privado no Brasil com expertise em E&P e acesso a

gás onshore

Fonte: Companhia

(1) Receita fixa anualizada - data base Novembro de 2017 (2) EBITDA ajustado considerando consolidação de Pecém II (3) Plano de Desenvolvimento da Petrobrás aprovado pela ANP

(5)

360 Dias em retrospecto:

Maiores realizações

5

Foco em execução, alocação de capital e excelência operacional

EXECUÇÃO

EXCELÊNCIA OPERACIONAL

ALOCAÇÃO DE CAPITAL

▪ Desenvolvimento do GVC e GVA

▪ Substituição de reserva de 170% em 2017

▪ 18,6 bcm de reservas certificadas remanescentes em 31/03/2018

▪ Itaqui: Diferimento do ICMS nas importações de carvão

▪ Estratégia de negociação bem-sucedida para minimizar as penalidades por indisponibilidade (ADOMP)

▪ Itaqui: disponibilidade acima do compromisso contratual (97%) desde 2T17

▪ 2017: 95,6% vs 2016: 71,2%

Pecém II: renovação (revamp) da correia transportadora – 90% concluída

▪ Tempo médio de descarregamento: 8 dias (atual) -> 5 dias (2019)

▪ Aquisição de 5 blocos exploratórios na Bacia de Parnaíba

Aquisição de campo de Azulão-onshore ▪ Aquisição das ações da Uniper em Pecém II ▪ Re-IPO: R$835 MM em recursos primários ▪ Parnaíba II, Itaqui e Pecém II:

Pré-pagamento de dívida

▪ Redução da alavancagem + alongamento da dívida

1.099

1.250

2016 2017 EBITDA ajustado (R$ MM)

3,6

2,7

2016 2017 Dívida Líq./EBITDA (x)

5,0

4,4

2016 2017

Duração média da dívida (anos)

13,8

11,3

2016 2017

(6)

Complexo de Parnaíba

Reservoir-2-Wire - Modelo integrado de geração de energia

6 Reservoir to Wire - R2W Integração entre produção de gás e geração de energia Óleo & Gás (E&P)maior produtor de gás onshore Geração de energia Líder do setor privado no mercado de energia térmica brasileira ▪Abastecimento de gás local

▪Dependência zero de infraestrutura de transporte de gás de terceiros

▪Maior flexibilidade para cobrir o fornecimento crescente de energia intermitente

▪Única companhia no país com competência do início ao fim para construir e operar o modelo integrado de geração R2W

Custo competitivo e flexibilidade para garantir o fornecimento de energia durante a intermitência e a sazonalidade das energias renováveis

(7)

Parnaíba I OCGT: 676 MW

Parnaíba II - Ciclo Combinado Parnaíba I

Parnaíba III Parnaíba IV

Geração de Energia a Gás

PPAs de longo prazo protegidos contra a inflação e fornecimento de gás totalmente

integrado

7

MA

Parnaíba II CCGT: 519 MW

Parnaíba III OCGT: 176MW

Parnaíba IV: 56MW 366 434 650 2016 2015 2017 +19% +50% EBITDA Geração de energia a gás (R$ MM) 908 1.427 1.427 2017 2015 2016 +519 Capacidade Instalada (MW) Maior eficiência de custos e ganhos com economias de escala com startup de Parnaíba

II

(8)

Parnaíba III (%)

8

Complexo de Parnaíba:

Histórico de Despacho

Altos níveis de despacho histórico e retorno ao comportamento sazonal a partir de 1T17

* Inclui: Despacho por Garantia Energética e Despacho por Razão Elétrica

98 73 89 100 38 66 92 76 55 24 1T16 3T15 100 4T15 2 1T15 1 2 2 2T15 90 3 2T16 3T16 4T16 6 17 1T17 14 2T17 3T17 4T17 100 1T18 75 89 77 93 92 9 99 100 29 26 34 2T16 2 3T15 4T16 4T17 1T15 2T15 4T15 36 35 1T16 3T16 1T17 9 2T17 3T17 1T18 100 100 53 100 100 96 36 59 60 67 57 38 23 38 39 31 0 1T15 4 82 9 57 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 4T16 5 3T16 1T17 2T17 99 3T17 67 4T17 1T18 44 100 45 98 69 90

Despacho Fora da Ordem de Mérito* Despacho por Mérito

Parnaíba I (%)

(9)

Geração de Energia a Gás – Despacho

UTG

9

Altos níveis de despacho histórico e retorno ao comportamento sazonal a partir de 1T17

98 74 81 97 73 75 75 82 20 18 81 90 26 1T18 2T15 2T16 1T15 3T15 4T15 1T16 3T16 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17

UTG –Complexo Parnaíba (%) - Trimestre

UTG –Complexo de Parnaíba (%) - Ano

88% 76%

53%

(10)

Gargalos no Sistema de Transmissão

Subsistema Norte: Maior capacidade de geração hidrelétrica combinada

com atrasos de transmissão deve fornecer previsibilidade de despacho

10

Fonte: Operador Nacional do Sistema (ONS) N NE S SE HP Belo Monte HPs Madeira Node Xingú Leilão 02/2017 Imperatriz Colinas e Miracema 1º Bipolo 2º Bipolo (Dez/19) Leilão – Linha de Transmissão – Dez 2017 2.206 1.792 2.071 2.189 1.734 1.709 2.063 1.981 912 1.051 2.492 2.757 1.237 2.166 2.303 3.140 6.199 7.507 4.155 2.495 5.178 4.695 2.466 2.979 5.675 5.445 3.182 2.773 5.376 2T15 1T15 4.748 0 0 0 3T15 6.115 8.753 585 4T15 8.799 0 4T16 3T16 1T16 0 574 9.299 2T16 219 660 1T17 2T17 479 3T17 4T17 8.405 1T18 6.226 4.684 6.912 6.978 6.153 9.753 5.620

Geração Térmica Belo Monte Hidro s/ Belo Monte

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 ja n/ 18 m ar /1 8 m ai /1 8 jul /1 8 se t/ 18 nov /1 8 ja n/ 19 m ar /1 9 m ai /1 9 jul /1 9 se t/ 19 nov /1 9 ja n/ 20 m ar /2 0 m ai /2 0 ju l/2 0 se t/ 20 nov /2 0 ja n/ 21 m ar /2 1 m ai /2 1 ju l/2 1 se t/ 21 nov /2 1 ja n/ 22 m ar /2 2 m ai /2 2 jul /2 2 se t/ 22 nov /2 2 M W m

Capacidade Instalada Hidro (Norte + B.Monte) Geração Hidro Média (Norte) Máxima Geração do Norte (Dem - Ger Term Inflex + Cap Export) 2º Bipolo

A previsibilidade de despacho no norte deve beneficiar a Eneva: ➢ Tempo de execução da campanha de exploração para

reduzir o risco de fornecimento de gás em Parnaíba ➢ Melhor planejamento de paradas para manutenção em

Itaqui

Ramp-up da Hidrelétrica de Belo Monte (MWmédio)

Região Norte – Escoamento total da geração hidrelétrica

(11)

Reservas de Gás Natural

27,3 bilhões de m³ descobertos e certificados no primeiro ciclo exploratório

11

Bacia Amazônica:

1 campo

6,7 bcm - gas in place

Bacia do Parnaíba:

7 campos de gás

18,8 bi m

3

de

reservas

certificadas

remanescentes em

Dez/2017

AM MA

Fonte: Reservas: Gaffney, Cline & Associates. Produção Cumulativa: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

1,6 1,9 1,6 2017 2015 2016

Venda de gás (bi m

3

)

0,27 0,29 0,31 2016 2015 2017

EBITDA por milhões de m3 de gás

(R$/milhões de m3)

4,3

18,5

18,8

-8,5

-2,5

-5,3

17,5

-7,0

Evolução das Reservas (bi m3) – Bacia do Parnaíba

Jun 2014

Mar 2016

Abr 2017

Dez 2017

170% de Taxa de reposição das reservas em 2017

(12)

Portfólio de Desenvolvimento

da Produção

12

Garantia de abastecimento de gás ao complexo de Parnaíba

(1) Condicionado ao nível de despacho

Producing Field Pipeline em operação

Gavião Preto

Campos de produção

O processo de melhoria contínua através de campanhas de desenvolvimento anteriores levou a uma redução do

capex de forma consistente

15,5 3,3 18,8 -0,2 18,6 0,11 0,10 0,03 2016 2014 2017 MÉD 0,08

Adicional de 3,3 bi m3de reserva a ser desenvolvida e conectada em 2020 – 20221 18,6 bi m3 Composição da reserva Custo de Desenvolvimento (R$/m3) Reservas desenvolvidas Reserva a ser desenvolvida Total 2017 Consumo de gás - 1T18 Reservas Remanescentes Mar/18

(13)

Geração de energia – Usinas a Carvão

13

Melhores Resultados após esforços contínuos para aumentar a eficiência

CE MA Pecém II 365MW Itaqui 360MW

149

179

2016

2017

+20%

EBITDA Itaqui (R$ MM)

186

200

2016

2017

+8%

EBITDA Pecém II (R$ MM)

(14)

Itaqui

Iniciativas com foco na redução dos custos variáveis

14

Disponibilidade da Usina (%) Margem Variável (R$/MWh)

Primeiras iniciativas de melhoria de eficiência implementadas

Desde 2T17, a disponibilidade da Usina encontra-se acima da exigida contratualmente (95%)

Redução da taxa do ICMS

Reestabelecimento do diferimento de ICMS a partir de abril 2018 (diferimento de 50% de abr-nov e 78% a partir de dez 2018)

Iniciativas para Melhoria de Eficiência

Overhaul planejado – abril de 2018

Reparo no HP6

Correia transportadora

Retrofit dos moinhos

Sucesso na estratégia de Hedge para as multas

por indisponibilidade (ADOMP) Economia de R$ 32 MM em 2017 2T17 60- meses-média móvel 97% 1T16 2T16 3T16 60- meses-média móvel 4T16 1T17 3T17 4T17 1T18 87% 71% 85% 73% 98% 55% 88% 82% 99% 100% Disponibilidade de Compromisso (95%) 105 103 109 129 116 148 159 164 145 139 135 139 333 198 172 185 229 3T16 2T17 1T16 139 2T16 4T16 1T17 3T17 4T17 1T18

(15)

Pecém II

Iniciativas contínuas para reduzir os custos de logística e melhorar a margem

variável

15

Margem Variável (R$/MWh) Disponibilidade da Usina (%)

Disponibilidade de Compromisso (95%)

Taxa extraordinária de água

Repasse de custos adicionais

Isenção de responsabilidade em caso de falta de abastecimento de água

Melhora na Logística de Transporte de Carvão – Renovação da correia transportadora de carvão

Redução nos custos de demurrage

Redução no uso do transporte de caminhões

Sucesso na estratégia de Hedge para as multas

por indisponibilidade (ADOMP) Economia de R$ 3,5 MM em 2017 Manutenção Programada (Jun-Ago) 92% 3T16 94% 1T16 60- meses-média móvel 96% 2T16 60- meses-média móvel 4T16 1T17 2T17 3T17 99% 4T17 95% 97% 99% 88% 53% 86% 1T18 100% 128 118 163 150 137 174 165 171 111 118 120 179 140 159 160 177 171 1T17 2T17 3T17 3T16 1T16 2T16 113 4T16 4T17 1T18

(16)

Despacho das Usinas a Carvão

16

Histórico do Despacho das Usinas

* Inclui: Despacho por Garantia Energética e Despacho por Razão Elétrica

66 16 47 66 41 24 35 18 37 17 37 3T15 2T15 1T15 4T15 1T16 2T16 3T16 100 13 83 4T16 1T17 2T17 3T17 4T17 1T18 100 97 99 97 86 91 51 31 84 99 77 96 60 93 93 43 69 99 98 54 46 2T17 4 1 97 14 3T17 2T15 4T15 6 3 3T15 1T16 4T17 97 13 14 1T15 2T16 3T16 13 4T16 1T17 1 1T18 74 99 71 68 89 82 16 99 7 4

Despacho por Mérito Despacho Fora da Ordem de Mérito*

Aumento da capacidade de geração hidrelétrica no subsistema Norte e atraso

nas linhas de transmissão reduzem o despacho de Itaqui no 1S17

Baixo nível de geração hidrelétrica no subsistema Nordeste mantém alto o nível

de despacho de Pecém II

Pecém II (%)

(17)

OS PRÓXIMOS

5 ANOS

(18)

Posicionamento da Eneva

Condições de mercado favoráveis para impulsionar o crescimento e experiente

equipe de gestão para executar com visão estratégica

18

Exposição à crescente necessidade do Brasil por fornecimento confiável de energia

Robusto portfólio de ativos operacionais localizados em regiões com benefícios fiscais

PPAs de longo prazo, receitas atreladas à inflação e forte fluxo de caixa operacional

Plataforma para oportunidades brownfield, greenfield e M&A

Histórico comprovado no desenvolvimento e execução eficiente de novos projetos

Única geradora integrada de energia privada no Brasil com expertise em E&P e acesso a

gás onshore

(19)

Nosso caminho rumo ao crescimento

19

Implementar plano de reorganização

Garantir fornecimento

de gás para contratos existentes

Superação dos desafios

financeiros

Passado

Aumento das

Margens

Capturar sinergias da fusão PGN / Eneva

Otimizar atividades de manutenção para reduzir custos fixos no Complexo Parnaíba

Reduzir tempo de indisponibilidade das usinas de carvão

Futuro

Foco na criação de valor e

retorno do capital investido

Aumentar o retorno dos ativos

Revisar o modelo de negócios à luz das oportunidades de mercado

Maximizar o valor da empresa integrada

(20)

Visão Geral do Mercado de Energia do

Brasil

20

Com a crescente participação de fontes não controláveis, a geração a gás

desempenha um papel fundamental como backup do sistema em períodos secos

20 40 60 80 100 0% 20% 40% 60% 80% 100%

Fonte: ONS, EPE, análise BCG

Redução progressiva da participação de fontes controláveis

Autonomia do sistema

Armazenamento de água / (demanda - suprimento térmico)

Uso de gás como sistema de backup em caso de período seco

2005=100 Nível de armazenamento de água Geração térmica (GWméd) 20 15 10 5 0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Jan-13 Jan-14 Jan-15 Jan-16 Jan-17

37%

25%

47%

64%

74%

73%

50%

Taxa de carga UTE (%)

-9%

Início de operação de 10GW de vento e 15 GW de fio d'água Crise hídrica -período histórico seco

(21)

Gás natural deve responder

pela maior parte da

expansão da capacidade

térmica

Expansão da participação

das fontes renováveis na

matriz energética

Necessidade crescente de

capacidade térmica para

garantir a segurança do

sistema

Recuperação Econômica

Visão Geral do Mercado de Energia do

Brasil (cont.)

(22)

Portfólio de Exploração da Bacia do

Parnaíba

22

Área total de concessão exploratória: 40.166 km

2

(1) Fonte Pública: Concessões da Bacia do Parnaíba, ANP

Os ativos de E&P da ENEVA são operados por suas subsidiárias integrais Parnaíba Gás Natural e BPMB.

2º Ciclo de Exploração: Extensão do Ciclo de Vida do Complexo de Parnaíba

6 PADs & 3 Blocos da R13 7 campos de gás

Reservas certificadas remanescentes: 18,6 bcm (Mar 2018)

Projeto Araguaína

1 PAD & 2 Blocos da R13 Campo Plano de Avaliação Bloco R13 Bloco R14 Linhas de Transmissão Legenda

(23)

Portfólio de Exploração

da Bacia do Parnaíba (cont.)

23 R9 (PAD) R13 (67, 84, 89) R13 / Araguaína (101 & 103) R13 (146 & 163) R14

Conclusão de estudos exploratórios e potencial Declaração de Comercialidade de novos campos de gás Sísmica e campanha exploratória

2017

2018

2019

2020

2021

2022

2023

Janela de decisão

Maior Risco Menor Risco

Extensão do ciclo de vida do Complexo Parnaíba

Cronograma esperado

Extensão do ciclo de vida ou potencial de expansão Potencial de Expansão

(24)

Campo Terrestre de Azulão

Replicando o modelo R2W na bacia do Amazonas

24

O Campo de Azulão é um campo

terrestre de gás natural, localizado na

Bacia Amazônica, aprox. 300 km a leste de Manaus

Reservas de gás comprovadas, com potencial para participar do próximo leilão de energia e implementar projeto

integrado de energia

Declaração de Comercialidade realizada pela Petrobras em 2004

Próximo a rede de transmissão

Localizado no Submercado Norte de energia, o mesmo do Complexo de Parnaíba

Elegível para os benefícios fiscais da SUDAM

Obs: A aquisição do campo de Azulão foi concluída em 30/04/2018

N

NE

S SE/CO

Linha de

(25)

Modelo de Negócio em Evolução

Aproveitando nossa experiência única para expandir nosso modelo de negócios

25

2017

2,2 GW

2023

Fornecimento de gás totalmente integrado Exploração focada em bacia única

Maior capacidade de

geração térmica

Fontes diversificadas de fornecimento de gás

Contínua redução de risco do fornecimento de gás em Parnaíba

(26)

PERFORMANCE

FINANCEIRA

(27)

Destaques

27

(1) Pecém II apresentada por Equivalência Patrimonial.

(2) Receita Líquida e EBITDA Ajustado de forma a excluir eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 1T18. (3) Média de despacho ponderado por capacidade considerando o portfólio de geração, com exceção de Pecém II.

Receita Líquida (R$ MM)

12

EBITDA ajustado (R$ MM)

12

2.194

2.722

445

510

2016

2017

1T17

1T18

+24%

+15%

1.099

1.250

257

251

2016

2017

1T17

1T18

+14%

-2%

Despacho Médio³ 65% 83% 31% 33%

Margem EBITDA Ajustado

46%

(28)

28

Destaques 2017

(1) EBITDA ajustado, não considerando eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 4T17. O resultado de Pecém II é apresentado por Equivalência Patrimonial.

EBITDA ajustado por segmento¹ (R$ MM)

216 Complexo de Parnaíba -65 EBITDA 2016 28 UTEs Carvão 7 Holding e outros Comercialização -36 EBITDA 2017 1.099 151 1.250 +14%

Complexo Parnaíba:

Operação de Parnaíba II durante o

ano inteiro e a redução de custos

fixos

Upstream:

Menor despacho das UTEs de gás

e maiores despesas de exploração

UTEs Carvão:

Estratégia bem-sucedida de hedge

ADOMP e menor despacho

Holding e Outros:

Alocação de funções

administrativas da PGN pós-fusão

(29)

29

Destaques 1T18

(1) EBITDA ajustado, não considerando eventos não recorrentes, conforme Release de Resultados do 1T18. O resultado de Pecém II é apresentado por Equivalência Patrimonial.

EBITDA ajustado por segmento¹ (R$ MM)

7 9 257 0 EBITDA 1T17 -16 Complexo

de Parnaíba UTEs Carvão

-5

251

Comercialização Holding e outros EBITDA 1T18 -7 -2%

Complexo Parnaíba:

Intensificação da campanha de

exploração

Sazonalidade do resultado de

hedge ADOMP

Comercializadora:

Perdas em contratos firmados em

2011/12

Holding:

Redução do quadro de cargos

executivos, despesas com stock

options e relacionadas a rescisões

trabalhistas

(30)

Investimentos

Destaque para o início do processo de overhaul de Parnaíba I e PADs da R9

30

Destaque dos Investimentos 2017/1T18

Geração

Programas de eficiência destinados a

aumentar a disponibilidade operacional e

overhaul de Itaqui

Manutenção planejada de Parnaíba I

Upstream

Conclusão da fase de operação assistida do

campo de Gavião Caboclo

Aquisição de equipamentos para

manutenções planejadas na UTG e na EPGVB

Saldo remanescente da perfuração dos poços

de Araguaína

(1) Os resultados de Pecém II são apresentados pelo método de equivalência patrimonial.

Investimentos (R$ MM)

Investimentos no 1T18: ~62% Geração e ~38% E&P

248,3

314,3

57,8

1T17

4T17

1T18

(31)

Fluxo de Caixa

Crescimento do fluxo de caixa operacional resultante do desligamento das

usinas ao longo do trimestre

31

(1) Posição de Caixa incluindo depósitos vinculados.

Fluxo de Caixa Livre (R$ MM)

Posição de Caixa

1

(R$ MM)

O Fluxo de Caixa de Atividades de

Financiamento impactado pelo

pré-pagamento das dívidas de Itaqui e Pecém II

778,2

1.171,3

744,3

2017

2016

1T18

+51%

2016

2017

1T18

EBITDA

1.184,2 1.217,8

249,4

(+) Var. Capital de Giro

(157,3) (152,6)

117,7

(+) Impostos

40,5

(55,5)

(56,3)

(=) Fluxo de Caixa Operacional

1.067,3 1.009,7

310,8

Fluxo de Caixa de Investimento

(243,2)

(297,6) (277,8)

(32)

Endividamento

Redução contínua do custo da dívida

Perfil da Dívida Bruta

Custo Médio

Prazo Médio

4,3

3,4

3,5

1T18

1T17

4T17

-19%

3,5

2,7

2,8

1T17

4T17

1T18

-20%

11,3%

4T17

1T17

1T18

13,0%

10,7%

5,2

4,4

4,4

1T17

4T17

1T18

Dívida Líquida

Consolidada

(R$ Bi)

Dívida Líquida

Consolidada/

EBITDA Ajustado

LTM (x)

54%

34%

Pré

5%

5%

3%

Libor

CDI

IPCA

TJLP

(33)

REESTRUTURAÇÃO

FINANCEIRA

(34)

1.173 383 743 398 277 279 2.058 Posição de caixa 2018 2019 2020 2021 2022 >2022 606 168 746 395 264 267 1.972 Posição de caixa 2018 2019 2020 2021 2022 >2022 34

Cronograma de Amortização da Dívida

Em R$ MM - Dezembro de 2017 CronogramaEm R$ MM – Março de 2018de Amortização da Dívida

(1) Considera o cronograma de amortizações de principal da dívida.

(2) Dívida de Pecém II não incluída uma vez estando considerada por equivalência patrimonial.

Performance Financeira

Conclusão da execução do plano de pré-pagamento de dívidas previsto na

oferta pública de ações de 2017

Parnaíba II Pecém II Itaqui

Eneva S.A.

Pré-pagamento (CEF) Pré-pagamento (BNDES) Pré-pagamento (Bradesco/Votorantim)

Recursos Re-IPO

9% 18% 10% 7% 7% 50% 4% 19% 10% 7% 7% 52%

(35)

Visão geral da estrutura de capital da

Eneva

35

Endividamento por SPE

Em R$ MM em dezembro de 2017

Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Parnaíba IV

Dívida Total 490 558 255 0 Caixa 96 27 75 25 Dívida Líquida 394 532 180 (25) EBITDA 259 290 81 21 NL / EBITDA 1,5x 1,8x 2,2x 0,0x NOL 0 272 0 35

Upstream(1) Itaqui Pecém II Eneva S.A.

Dívida Total 623 932 756 1.376 Caixa 190 11 62 218 Dívida Líquida 433 921 695 1.159 EBITDA 485 178 200 0 DL / EBITDA 0,9x 5,2x 3,5x NA NOL 94 673 313 1.504

Composição total da dívida por SPE

Em R$ MM 10% 11% 5% 15% 19% 12% 28% Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Parnaíba IV Pecém II Itaqui Upstream Eneva S.A.

Dívida Líquida/ EBITDA LTM por SPE (x)2

1,5 1,8 2,2 0,9

5,2

3,5 Parnaíba I Parnaíba II Parnaíba III Upstream Itaqui Pecém II

(36)

Objetivos para 2018

Desbloquear alavancas de valor e aumentar rentabilidade, permitindo capturar

oportunidades de crescimento

36

Principais

Objetivos

Exploração & Produção

– Finalizar os PADs da 9ª Rodada c/ potenciais novas declarações de comercialidade

– Avançar na campanha sísmica dos blocos da 13ª Rodada

Integridade dos ativos

– Otimização de custos variáveis em Itaqui

– Redução de custos logísticos em Pecém II

Estrutura de Capital

Conclusão do programa de liquidação antecipada de dívidas divulgado no Re-IPOCONCLUÍDO

– Acelerar restruturação societária, liberando caixa de subsidiárias e maximizando a utilização de prejuízos fiscais

Novos contratos de energia

– Conclusão da aquisição de Azulão CONCLUÍDO

– Replicar modelo R2W em Azulão

– Contribuir ativamente para o aprimoramento de condições e regulamentações de novos leilõesCONCLUÍDO

Crescimento de Longo Prazo

(37)
(38)

TUCURUÍ

38 0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000 14.000 16.000 18.000 20.000 Q v ert id a (m ³/s )

Bacia Tocantins Cana Brava Estreito Lajeado

Peixe Angical São Salvador Serra da Mesa Tucuruí

UHE Tucuruí Média diária: 6.252 m³/s UHE Tucuruí Média diária: 12.820 m³/s

Vertimentos

Armazenamento 2017 Armazenamento 2018

(39)

Parnaíba II - Ciclo Combinado Parnaíba I

Parnaíba III Parnaíba IV

Visão Geral das Usinas - Gás Natural

Maior complexo de geração térmica a gás no Brasil

39

1Receitas fixas atualizadas anualmente pelo IPCA - Nov 2017); 2Posição de dezembro de 2017 ; 3Consumo de gás considerando 100% de despacho

Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) -

https://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/o-que-fazemos/como_ccee_atua/receita_vendas?_afrLoop=26403501706041#!%40%40%3F_afrLoop%3D26403501706041%26_adf.ctrl-state%3Dfb1rkvuxu_4(Posição Dezembro 2017)

Parnaíba I OCGT Parnaíba II CCGT Parnaíba III OCGT Parnaíba IV

Capacidade (MW) 675 519 178 56

Receita Fixa1(R$ MM/ano) 576 485 128 NA

Receita Variável2(R$/MWh) - CVU2 121 77 209 NA

Receita Var. Índex Henry Hub IPCA IPCA NA

Consumo Máximo de Gás (MM m3/dia)3 4,6 2,3 1,2 0,3

PPA – Vencimento LEN A-5/2008Dez, 2027 LEN A-3/2011Abr, 2036 LEN A-5/2008Dez, 2027 Dez, 2018

Participação Eneva 100% 100% 100% 100%

Turbinas GE 7FA – turbinas a gás GE 7FA - turbinas a gás + GE turbina a vapor GE 7FA - turbina a gás Wartsilla - motor a gás Projetos Greenfield

Expansão sem consumo adicional de gás Parnaíba I OCGT  CCGTParnaíba V (377 MW) - Parnaíba III OCGT  CCGTParnaíba VI (94 MW) -1,4 GW TOTALMENTE OPERACIONAL + 2,1 GW GREENFIELD LICENCIADO

(40)

Visão Geral das Usinas a Carvão

40

Itaqui

Investimentos no curto prazo

para aumentar eficiência

Pecém II Itaqui

Capacidade (MW) 365 360

Receita Fixa1 (R$ MM/ano) 368 410

Receita Variável (R$/MWh) - CVU2 187 182

Receita Variável – índice para reajuste CIF ARA (API #2) CIF ARA (API #2)

PPA - Vencimento LEN A-5/2008Dez, 2027 LEN A-5/2007Dez, 2026

Localização Estado do Ceará Estado do Maranhão

Subsistema Nordeste Norte

1Receitas fixas atualizadas anualmente pelo IPCA - Nov 2017

2Fonte: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) -

https://www.ccee.org.br/portal/faces/pages_publico/o-que-fazemos/como_ccee_atua/receita_vendas?_afrLoop=26403501706041#!%40%40%3F_afrLoop%3D26403501706041%26_adf.ctrl-state%3Dfb1rkvuxu_4(Posição Dezembro 2017)

Itaqui Pecém II

(41)

Relações com Investidores

Referências

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