António Paulo Duarte
A 374883O Equilíbrio Ibérico
Séc. XI-XX
História e Fundamentos
Edições Cosmos
Instituto da Defesa Nacional
índice
13 Advertência e Agradecimentos
15 Introdução
23 I) O Equilíbrio Endógeno
25 1) 0 Equilíbrio Endógeno o» Peninsular (séc. XJ-XVl)
1.1 A Dupla Noção de Endogeneidade: Peninsular e Nacional, 25 1.2 A Interacção Peninsular: A Construção de um
Espaço/Sis-tema Geopolítico Peninsular (século XII/XV), 28
1.2.1) Das Estruturas Feudais aos Reinos Estatais (séc. XI--XIII), 30
1.2.2) As Grandes Lutas Intra-Estatais Ibéricas (séc. XIV--XV), 43
1.3) Questionando as Alianças e Tratados Extra-Ibéricos: A sua Validade Estratégica, 61
1.4) A Interacção Europeia: da Civilização à Geopolítica, 68 1.4.1) A Integração Religiosa e Cultufal-Social (séc. X-XII), 71 1.4.2) O Sistema de Trocas Europeu (séc. XII-XIII), 74 1.4.3) A Lenta Integração Geopolítica (séc. XIV-XV), 81
1.4.3.1.) "Mackinder" e "Mahan" na Idade Média: Uma Reavaliação, 85
1.5) Os Estruturadores do Equilíbrio, 89
1.5.1) O Corpo e o Carisma Régio (séc. XII-XIII), 90 1.5.2) Integração/Coesão: O Papel da Centralização
(séc. XIII), 102 1.5.2.1.) O Espaço, /05
1.5.2.2.) As Estruturas Feudais e Senhoriais, 112 1.5.2.3.) A Organização/Centralização e o Poder, 129 1.5.3) Mercantilização e MaritimÍ2ação (séc. XIII-XV), 132
1.5.3.1.) Comércio Marítimo: Factor de Poder, 134 1.5.3.2.) A Maritimização da Europa, da Península
Ibérica e de Portugal, 139 1.5.3.3.) Comércio e Poder, 143 1.5.3.4.) Geografia e Poder, 150 1.5.4) Identidade (séc. XV-XVII), 156
169 II) O Equilíbrio Exógeno
171 2) O Equilíbrio Exógeno: A Era da Aliança Marítima (meados do
séc. XVII — meados do séc. XX)
2.1) O Carácter Exógeno do Equilíbrio, 171
2.2) Do Equilíbrio Endógeno ao Equilíbrio Exógeno: A Afir-mação Imperial de Castela e o Enfraquecimento do Equilí-brio Endógeno, / 72
2.2.1) A Ascensão Global da Espanha, 180 2.2.1.1.) Unificação, 180
2.2.1.2.) O Poder Económico: Mercantilização, 184 2.2.1.3.) O Peso do Quantitativo, 188
2.2.2) Portugal na Orbita de Espanha: A Tendência para a Unidade, 190
2.2.2.1) Condicionantes Estruturais, 191 2.2.2.1.1) A Condicionante Civilizacional, 191
22.2.1.2) As Condicionantes Geoeconómica e
Geo-estratégica, 193
2.2.2.1.3.) Os Estruturadores do Equilíbrio e a União Ibérica, 199
2.2.2.2.) O Peso do Acaso: A Crise Dinástica, 200 2.3.) A Dinâmica Geopolítica (séc. XVI - Fins do séc. XIX), 203
2.3.1.) Os Factores de Poder: da Guerra e do Comércio à Indústria, 204
2.3.2.) Sistema Mundial e Sistema Europeu: Dinâmicas Desen-contradas (séc. XVI), 214
2.3.3.) O Sistema Atlântico (séc. XVII), 225
2.3.4.) Do Sistema Euro-Atlântico e do Sistema Continental (séc. XVIII), 230
2.3.5.) A Dualidade Marítimo-Continéhtal (séc. XIX), 235 2.4.) Os Estruturadores Exógenos do Equilíbrio, 248
2.4.1.) A Construção do Paradigma Exógeno do Equilíbrio: da Restauração a Methuen (a Formulação da Aliança Inglesa), 249
2.4.1.1.) As Condicionantes da Restauração: o Declínio Espanhol e a Oceanização da Orla Ocidental Europeia, 250
2.4.1.2.) Portugal no Sistema Geopolítico Atlântico (1640-1700), 258
2.4.1.3.) A Guerra de Sucessão de Espanha e a Forma-lização de um Novo Paradigma de Equilíbrio Peninsular: A Dupla Bipolarização - Anglo--Francesa e Hispano-Portuguesa, 267
2.4.2.) A Dualidade Hispano-Portuguesa, 272
2.4.3.) A Aliança Marítima: A Inglaterra e Portugal, 277 2.4.3.1.) As Características das Geoestratégias e das
Geopolíticas Estruturais dos Antagonistas de Portugal e da Inglaterra, 278
2.4.3.1.1.) Os Antagonistas da Aliança Marítima no Sis-tema Atlântico (séc. XVIII), 279
2.4.3.1.2) Os Antagonistas da Aliança Marítima no Sistema Europeu do Século XIX (a Dua-lidade Maritimismo/Continentalismo), 284 2.4.3.2) A Aliança Marítima: A Inglaterra e Portugal, 293 2.4.3.3.) O Jogo Geopolítico Europeu e o Equilíbrio
Exógeno, 302
2.4.3.3.1.) O Equilíbrio Ibérico no Contexto da Geo-política Europeia no Século XVIII, 304 2.4.3.3.2.) O Equilíbrio Peninsular no Contexto
Geopolítico das Guerras Napoleónicas até 1870,3/4
2.4.4.) Os Fundamentos Estruturais da Estratégia Militar e o Primeiro Equilíbrio Ibérico Exógeno, 327
2.4.4.1.) As Condicionantes Materiais da Arte Militar dos Séculos XVI ao XIX, 329
2.4.4.2.) A Arte Militar e o Equilíbrio Peninsular no Equilíbrio Exógeno, 340
2.4.5.) O Império: Factor Estruturante do Equilíbrio Penin-sular, 346
2.4.5.1.) O Sistema Imperial Luso-Brasileiro e o Equi-líbrio Peninsular, 346
2.4.5.2.) O Equilíbrio Peninsular Face ao Declínio Imperial Português, 352
2.4.5.3.) A Imagem do Império e o Equilíbrio Penin-sular no Século XIX, 355
359 III) O Equilíbrio Pós-Exógeno
361 3) Nas Vésperas do Equilíbrio Pós-Exógeno: 0 Declínio do Equilíbrio
Exógeno no Século XX
3.1.)As Mutações dos Idos do Século XIX e a Nova Realidade Geopolítica, 361
3.1.1.) A Revolução Industrial e as Mutações na Configura-ção dos Instrumentos do Poder, 362
3.1.2.)As Mutações Geoeconómicas e Geopolíticas, 374 3.1.2.1.) Mackinder versus Mahan, 374
3.1.2.2.) As Transformações Geopolíticas, 387 3.1.2.2.1.) A Europa "Centrípeta", 387 .
3.1.2.2.2.) Os Novos Poderes Extra-europeus, 399 3.1.2.2.3.) O Sistema Bipolar, a Comunidade Europeia
e a Descolonização, 411
3.2.)As Novas Realidades Geopolíticas e o Equilíbrio Penin-sular, 416
3.2.1.) As Novas Realidades Geopolíticas e a Posição Inter-nacional dos Duelistas Ibéricos, 416
3.2.1.1.) Portugal no Sistema Internacional, entre a Tradição e a Mudança, 417
3.2.1.2.) A Espanha à Procura de uma Posição no Sis-tema Internacional, 436