ASBAC Notícias. Entrevista com o associado Com Mauricinho. Crônica. Viagem à Grécia, com emoção. Presença na web. Carnaval e Dia das Mulheres

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Texto

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Ano 3 - Número 07 - Março de 2016

ASBAC

Notícias

Viagem à Grécia,

com emoção

Crônica

Presença na web

Fique Sabendo

Aconteceu

Carnaval e

Dia das Mulheres

Com Mauricinho

Entrevista com

o associado

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A SEDE COMARY ESTA DE BRAÇOS ABERTOS

PARA RECEBER VOCÊ E SUA FAMÍLIA

VENHA APROVEITAR O AR

DA MONTANHA COM ESTILO

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Revista ASBAC-RJ

Publicação oficial da Associação dos Servidores do Banco Central - RJ.

DiRetoRiA

Diretor Presidente: Carlos Alberto Filardi Diretor Administrativo: Antonio da Costa Alves Diretora Social: Vânia Magnólia Cortezia Quedevez Diretor de Patrimônio: Carlos José Pontes Villas Boas Diretor Financeiro: Anselmo Duarte dos Santos Pereira ConSelho De ADMiniStRAção

Presidente: Paulo dos Santos

Vice- Presidente: Vânia Magnólia Cortezia Quedevez ConSelheiRoS

Carlos Alberto Filardi Antonio da Costa Alves Carlos José Pontes Villas Boas ReDAção

George Souza DiAGRAMAção Zingue Comunicação ColABoRADoReS Carlos Alberto Filardi Marcelo torres José Valério Silva

ASBAC-RJ Sede Administrativa

Av.Presidente Vargas, 730- 11º andar Centro – Rio de Janeiro

RJ – Cep: 20071-001 tel.: (21) 2189-5128 www.asbacrj.com.br

e-mail: secretaria@asbacrj.com.br SeDe AnDARAí

Rua Barão de Mesquita, 872 Andaraí – Rio de Janeiro RJ – Cep: 20540-004

tel.: (21) 3174-3576 / 2570-8449 e-mail: sedeandarai@asbacrj.com.br SeDe CAMPo

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Rua tobias Barreto, 380 teresópolis – Comary

Rio de Janeiro - Cep: 25958-455 tel.: (21) 2642-1530 / 2642-2270 e-mail: sedecomary@asbacrj.com.br

EXPEDIENTE

EDITORIAL

SUMÁRIO

Nesta edição não podemos deixar de falar sobre a conso-lidação dos canais de comunicação que, aos poucos, estamos construindo na Asbac Rio de Janeiro. Depois de algum tempo deixada a parte das prioridades, trouxemos à tona a necessi-dade de fortalecer a comunicação entre a Associação e vocês, associados. Desta iniciativa surgiu a reestruturação de nosso site institucional, o reforço de nossa comunicação digital por meio do Facebook e a Revista Asbac Notícias. Esta última, motivo de grande alegria a cada feedback que recebemos de nossos leitores.

Nas edições de 2016 estamos dando destaque para os 50 anos da Asbac. Publicando entrevistas com antigos associa-dos, que fizeram e ainda fazem parte da história da Associa-ção. Com suas narrativas pretendemos passar para os novos associados parte desta história que desejamos seja ainda mais longa e com novos protagonistas.

Especificamente nesta edição trazemos um pouco do que foi o Carnaval comemorado na Sede Comary, o Dia Internacio-nal das Mulheres na Sede Administrativa e uma entrevista des-contraída com Mauricinho. Figura conhecida na Sede Campo, bom bebedor e exímio contador de história.

Esperamos que você aprecie as novidades trazidas nesta edição e que aproveite a leitura. Não deixe de participar dos próximos eventos. Consulte a programação completa na seção Programação Cultural.

Editorial ...3

Matéria de Capa ...4

Sua Saúde ...7

Fique Sabendo ...8

Crônica ... 10

Quebra-Cabeça ... 11

Aconteceu ... 12

Programação Cultural ... 13

Canal da Transparência ... 15

Carlos Alberto Filardi

Diretor Presidente

A SEDE COMARY ESTA DE BRAÇOS ABERTOS

PARA RECEBER VOCÊ E SUA FAMÍLIA

VENHA APROVEITAR O AR

DA MONTANHA COM ESTILO

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MATÉRIA DE CAPA

D

ando continuidade ao ciclo de entrevistas com associados ilustres da Asbac RJ, em comemoração ao cinquentenário da Associação, trazemos para você nesta edição um bate-papo bem descontra-ído com Mauricio Rodrigues Pereira. Mais conhecido como Mauricinho.

Asbac de carteirinha

Um bate-papo com Mauricinho

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Carioca, nascido na Penha e criado em Mangui-nhos e Vigário Geral, Mauricinho chega na Sede Campo para a entrevista com o sorriso estampado no rosto. Quando perguntado sobre quem ele é, não pensa duas vezes e diz de imediato: “gente boa e amigo de todo mundo”. Conta que fez concurso para o Bacen em São Paulo e que tomou posse em Brasília em agosto de 1974. Onde ficou por um ano e oito meses até regressar para o Rio de Janeiro em maio de 1976. Em nossa conversa, que aconteceu de forma bem descontraída e com um certo ar nostál-gico, Mauricinho recordou momentos politicamen-te politicamen-tensos na história da Associação, da criação da Sede Campo, que contou inclusive com seu envol-vimento, e falou abertamente sobre como a Asbac RJ faz parte de sua vida hoje. Não resta dúvida de que Mauricinho, além de ser “gente boa”, como ele mesmo diz, faz parte de uma história de que muita gente sente saudade. E que muitos associados des-conhecem. Seja porque fazem parte de outra gera-ção, por falta de informação ou simplesmente por falta de curiosidade ou interesse. Confira!

Há quanto tempo você é associado da Asbac RJ?

Sou associado desde 1974. Porque na época era obrigatório. Mas, eu desejei me associar porque sempre participei de tudo. Antes trabalhei na Light e no antigo Banerj. Onde também participei da Associação. Porém, fiz concurso para o Bacen por conta do salário e da melhor perspectiva pro-porcionada pelo banco.

Falando sobre sua história com a Associação, o que mudou para você nesses tantos anos como associado?

Mudou muita coisa! Em primei-ro lugar foi o que a Asbac perdeu quando o Bacen retirou o subsídio. Antes a Associação tinha muito mais poder de aquisição. No início a Asbac também funcionava como nosso plano de saúde. Depois foi criado o plano de saúde do banco, essas coisas... Aí foram retiradas coisas da Asbac. O que mantém

a Associação ainda hoje é que já tinha um capital que foi fundido na Fenasbac. Porque hoje nós per-demos, além da cota do banco, muitos associados. Muita gente saiu, muita gente não utiliza... por não

No topo, tradicional futebol de toda quarta-feira. Abaixo, Mauricinho é presença certa para o bate-papo com os amigos.

“Mudou muita coisa!

Em primeiro lugar foi

o que a Asbac perdeu

quando o Bacen retirou

o subsídio. Antes a

Asso-ciação tinha muito mais

poder de aquisição.”

ter interesse. A não ser quando o negócio fica ao lado da sua casa. Hoje, por exemplo, deve ter mais associados do Andaraí (Sede An-daraí) do que associado do banco.

Dentro desta sua história qual foi o momento de maior relevância po-lítica vivido por você? Qual foi sua participação?

O momento mais relevante foi a eleição em que conseguimos re-tirar o pessoal mais antigo e colo-car uma galera mais nova. Foi a eleição do Sérgio Coelho. Era ele e o José Leite, marido da Suzete. Irapuã foi diretor de esportes, Sérgio Coelho foi Presidente e o Zé Leite também era diretor. Minha

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participação foi com o apoio, com as campanhas, propagandas... Na época estava na ativa e a turma estava decidida a mudar a Asbac. Isso foi em 1980.

Em 1983 foi eleito o Ronaldo Careca, e eu fui Diretor de Esportes da chapa dele.

Na época só o Diretor era eleito. Foi o ano da inauguração da Sede Campo. Exatamente em janeiro de 1983, com o início da gestão da Diretoria de Esportes. Havia muito conflito para enquadrar a turma. Naquele tempo só havia associado e algumas pessoas achavam que poderiam levar gente de fora para a Sede. Foi então que foi elabora-do um regulamento com a ajuda do Administrativo.

De que maneira você considera que esse momento refletiu nos rumos da Associação?

A entrada do pessoal novo deu mais transpa-rência e oportunidade para as pessoas falarem diretamente com o Diretor. Pois havia maior acesso e as reinvindicações chegavam mais rápido. Para termos uma Associação boa é preciso dar voz para todos.

O que é a Asbac RJ hoje é para você?

Para mim é o clube da minha convivência.

“Para mim é o clube

da minha convivência.

Sou Asbac de

carteiri-nha mesmo. Acho

ex-celente estar com os

amigos, participo dos

eventos, das festas...”

Sou Asbac de carteirinha mesmo. Acho excelente estar com os amigos, participo dos eventos, das festas e sou amigos dos Diretores Antônio e Filardi. Acredito que a Asbac não tem mais gente porque as pessoas abrem mão do espaço. Você vê gente chegando de fora e, em vez de manter o lugar, acha que deve sair para dar a vez para outro. Daqui do meu lugar não vão me tirar, não.

Alguma sugestão de melhoria para a Associação?

Acho que o estatuto prende muito quem está na diretoria. Deveria ser possível ter um pouco mais de liberdade para de-cidir as coisas. Se é preciso fazer uma interferência em Comary, por exemplo... Acho que perdemos algumas oportunidades de Copa do Mundo, de Olimpíadas... De utilizar Comary e ter lucro com isso. O que fatalmente retornaria para o asso-ciado. A exemplo de vários clubes que vão receber delegações. Porém, se os que estão lá não tem o poder para resolver e um associado vai aparecer para dizer que não pode... Acredito que a diretoria deve ter uma margem de manobra maior. Se o cara entrou para ser presidente ou diretor da Asso-ciação, está pensando em fazer algo melhor.

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SUA SAÚDE

Atividade física: mitos e verdades sobre flexibilidade.

Todo ser humano é dotado de qualidades ou capacidades físicas que são desenvolvidas com o passar do tempo. Força, resistência, velocidade e coordenação são alguns exemplos dessas quali-dades utilizadas em nosso cotidiano. Entretanto, uma, em particular, tem sido foco de muitos es-tudos: a flexibilidade. Por esse motivo, algumas “verdades absolutas”, quanto à sua prática e aos benefícios que o alongamento proporciona ao corpo, foram desmitificadas.

A flexibilidade é definida como sendo “A quali-dade física responsável pela execução voluntária de um movimento de amplitude angular máxima, por uma articulação, dentro dos limites morfo-lógicos, sem risco de lesões” (Dantas, 2005). Em outras palavras, é a capacidade máxima de alon-gamento que uma articulação suporta sem risco de lesão.

É comum vermos, em locais de prática de ativi-dades, placas com orientações de alongamentos, visando aquecer a musculatura e prevenir lesões. Porém, estudos recentes apontam que alongar imediatamente antes de qualquer exercício não

aquece a musculatura. O aquecimento consiste na movimentação das articulações, melhorando a sua lubrificação. Como exemplo, pode-se citar a caminhada como o aquecimento da corrida. Da mesma forma, alongar imediatamente após a qualquer atividade não reduz o risco de lesão, muito pelo contrário. Uma vez que a musculatura foi trabalhada em um exercício, seja ele aeróbico ou não, ela fica desgastada e quimicamente ins-tável. Nesse momento, não é indicado qualquer trabalho para ganho de flexibilidade. Entretanto, muitos já incorporaram tal prática na sua rotina de exercícios, por produzir uma sensação de relaxamento. Nesses casos, a sugestão é manter a prática, mas sem a necessidade de ganhar mais flexibilidade.

De fato, o trabalho de alongamento reduz a probabilidade de lesão músculo esquelética. Ainda não existe consenso sobre o melhor mo-mento para alongar. Diante disso, procure fazer nos momentos em que o corpo estiver descan-sado. Dessa forma, os benefícios serão comprova-dos e seu corpo agradecerá.

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O novo site da Asbac Rio de

Janeiro já está no ar!

A Asbac Rio de Janeiro dispõe agora de um novo canal de comunicação na web. Já se encontra em operação o site www.asbacrj.com.br. Nele você encontra os meios de contato com as sedes, informa-ções sobre hospedagem na Sede Comary e conhece um pouco mais sobre a história da Asbac. Acesse e cadastre seu e-mail para receber novidades.

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ANUNCIE AQUI!

Sócio Cultural

RIO DE JANEIRO

www.asbacrj.com.br

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Estava procurando um título para esta crônica e me lembrei das dunas de Genipapu, em Natal. O motorista do bugre, que levará você ao passeio, pergunta: - Com emoção, ou sem emoção? Pronto, acabei de achar o título perfeito.

Na verdade, a emoção começou antes mes-mo de chegar à Grécia, mas precisamente na ida do Rio para Roma. Após uns 30 minutos de voo, o comandante informou que, devido a um peque-no problema em uma das turbinas, retornaríamos ao aeroporto do Galeão. Para quem tem medo de voar, “pequeno problema” vira um imenso proble-ma. Apavorado, vi nosso avião aterrissar entre am-bulâncias e carros de bombeiro.

O conserto levou mais de três horas e, como consequência, perdemos, em Roma, a conexão para Atenas. Só conseguimos embarcar, num voo da Olympia, já tarde da noite, depois de nove horas de espera no aeroporto. Como brinde, voamos para Atenas na companhia de uns 50 fumantes. A fuma-ça cobria tudo, e o ar era irrespirável. Naquela épo-ca, o fumo estava liberado para gregos e troianos.

Chegamos em Atenas já passando da meia-noi-te, e com o aeroporto completamente vazio. Com-pletamente mesmo, porque nem o guia da Abreu estava lá para nos receber. Pânico geral. Como chegar ao hotel? Teríamos que pegar um táxi. Mas quem disse que tinha táxi? Fomos para o meio da rua, já deserta, e esperamos.

Finalmente, apareceu um, parou, e o motoris-ta ficou nos olhando. Éramos quatro, com quatro imensas malas. Minha mulher tentou se comunicar em Inglês. Como resposta, ouvimos algo indescri-tível. Mostramos então um cartão com o nome do hotel, e ele balançou a cabeça afirmativamente. Tentou, através de mímica, dizer que éramos mui-tos para o pequeno táxi. Fingimos que não enten-demos e invadimos o carro.

Mas, e as malas? Claro que não couberam to-das no bagageiro. O motorista, enlouquecido com o nosso falatório, e, até certo ponto, penalizado com a nossa situação, amarrou duas, no teto do carro, com uma corda que passava por dentro, rente as

nossas cabeças. Quando chegamos ao hotel, novo sufoco. Como pagar a corrida? Ele fazia sinal com os dedos, indicando o valor em dracmas, e nós só tínhamos dólar. Por sorte, apareceu um empregado do hotel e resolveu a parada.

Depois veio a parte boa, ou melhor, maravilho-sa. Afinal, a Grécia é a Grécia. Muitos passeios por Atenas, museus, restaurantes, monumentos históri-cos, e, finalmente, um minicruzeiro pelas belíssimas ilhas gregas. Quatro dias depois, estávamos de volta ao porto de Atenas.

Eu estava preocupado porque o guia que iria nos receber, era o mesmo português que havia nos deixado na mão. O nada confiável Marcolino. Mas, dessa vez, ele estava lá, com dois táxis, nos espe-rando. Cada casal entrou em um, e ele foi no do meu amigo. O primeiro táxi partiu, e o nosso ficou parado.

Um silêncio preocupante tomou conta do am-biente. Alguns minutos depois, o motorista vira-se para nós, e faz o gesto caraterístico de “Pra onde va-mos?”. Gelei. O miserável do guia não tinha dado a ele o endereço do nosso hotel, que nós já sabíamos ser outro. Por sorte, minha mulher tinha o cartão do hotel anterior, e para lá fomos.

No caminho, só pensava em dar muita porrada no tal do Marcolino. E ela tentava me acalmar, di-zendo que no hotel para onde íamos nos dariam o endereço do atual, e logo estaríamos juntos com o nosso grupo. Mas eu tinha que desabafar, e fui des-crevendo tudo o que ia fazer com o português.

Após a escala forçada, chegamos ao nosso des-tino. Entrei rápido no hotel, com a minha mulher correndo atrás de mim, e resmungando: - Vê lá o que você vai fazer. Quer ficar preso aqui na Grécia?

Quando chegamos ao salão principal, nosso grupo estava todo reunido em volta do trapalhão. Assim que nos viram começaram a bater palmas, e vieram em nossa direção, todos falando ao mesmo tempo: - Parabéns, vocês foram sorteados para um passeio à Delfos, com almoço incluído.

Muito sem graça, recebi os bilhetes das mãos do Marcolino, que, sorrindo, ainda me abraçou.

Viagem à Grécia, com emoção

por José Valério Silva

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Coelhinho da Páscoa

Que trazes pra mim?

Um ovo, dois ovos, três ovos assim

Um ovo, dois ovos, três ovos assim

Coelhinho da Páscoa

Que cor eles têm?

Azul, amarelo, vermelho também

Azul, amarelo, vermelho também

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QUEBRA-CABEÇA

(12)

O

Carnaval 2016 foi animado na Sede Co-mary. Como acontece já há alguns anos, a turma se reuniu em Teresópolis para cur-tir o feriado na região serrana do Rio de Janeiro, e como era de se esperar, não faltou animação e muita alegria no feriado preferido de muitos brasileiros.

Associados novos e antigos se juntaram na con-fraternização carnavalesca e o que se percebe é que não faltou criatividade: homens vestidos de mulher, mulheres vestidas de pirata, cervejinha no copo para os mais despojados e muita música para os foliões. Isso sem contar com o privilégio de poder aproveitar o feriado prolongado longe da agitação dos grandes

centros urbanos e, consequentemente, dos blocos de Carnaval gigantescos e da grande confusão que se forma na cidade em dias de festa.

Os associados tiveram a oportunidade de se divertirem, confraternizarem com os amigos e ainda desfrutarem de toda estrutura disponível na Sede Comary. Que conta com quadras esportivas, brin-quedos, salão de jogos, piscina e a tranquilidade de Teresópolis. Cidade que conta ainda com opções de passeio como a visitação ao Parque Nacional Serra dos Órgãos, Campo de treinamento da CBF e a Fei-rinha de Teresópolis. Sem falar, é claro, do benefício de poder aproveitar tudo isso a custo baixíssimo.

ACONTECEU

Teresópolis caiu na folia!

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No último dia 8 de março, data em que se comemora o Dia inter-nacional das Mulheres, elas foram recebidas na Sede Administrativa com todo carinho e respeito que a data exige. Foi um café da ma-nhã prolongado, com direito a pausa para maquiagem e sorteio de brinde. O que percebemos é o quando esse dia tão especial significa para as mulheres, e nos envaidecemos por tê-las em nos-sas vidas. Seja como mães, filhas, irmãs, amigas... Enfim, como ami-gas e companheiras para todos os momentos. A ASBAC Rio de janeiro e o SINAL, realizadores do evento, desejam que todas as mulheres se sintam especiais hoje, amanhã e todos os dias. Parabéns, mulheres!

ASBAC

Notícias

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AQUI!

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

4

Sede Administrativa

Dia das Mães

05/05/2016 (15:00 às 17:00) Dia dos Pais

11/08/2016 (15:00 às 17:00) Festa 730 15/12/2016 (18:00 às 23:00)

4

Sede Comary

Festa Junina 18/06/2016 (19:00 às 24:00) Queijos e Vinhos 30/07/2016 (20:00 às 24:00)

4

Sede Andaraí

Dia das Mães

06/05/2016 (19:30 às 23:00) Festa Junina

16/07/2016 (16:00 às 23:00) Dia dos Pais

13/08/2016 (12:00 às 16:00) Festa Dia das Crianças 08/10/2016 (10:00 às 15:00) Hallowen

28/10/2016 (19:00 às 23:00) Mais informações no Sócio Cultural.

Dia das Mulheres na

Sede Administrativa

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SANTA PELADA DE QUARTA-FEIRA!

Uma excelente maneira de se manter saudável.

F

oi numa quarta-feira nublada que tive o prazer de acompanhar o “futebol dos coroas” da Asbac RJ. Trata-se de uma “pelada” que acontece há muitos anos na Sede Campo, e que hoje, além ser um lugar de des-contração, é ponto de encontro de alguns dos funcionários aposentados do Bacen. Que par-tem de diferentes bairros do Rio de Janeiro para se encontrarem na Praça XI, região central da Capital, religiosamente, toda quarta-feira de manhã, por volta das 7h.

Segundo Moacir Mota Filho, peladeiro da turma do banco de longa data, antigamente o futebol acontecia num campo de terra batida. Que ficava exatamente no local onde hoje há um prédio vizinho da Sede, paralelo ao campo. Depois o campo recebeu um upgrade e mudou para o lugar onde se encontra ainda hoje. Moa-cir lembra com saudade do tempo em que os ti-mes em campo eram compostos exclusivamente de funcionários do banco. Porém, com o passar dos anos o número de funcionários em campo

foi diminuindo e, para não acabar com o fute-bol por falta de gente, a turma passou a contar também com o reforço de jogadores que não fazem parte do quadro efetivo do banco. Além, é claro, dos ex-funcionários que vão para o lo-cal em dia de pelada para almoçar e beber uma cerveja com os amigos. Porque pelada que se preze vai além dos limites do gramado. A exem-plo de Mauricinho. Que, apesar de não entrar mais em campo, não deixa de marcar presença nos encontros para almoçar, colocar a conversa em dia e tomar uma cervejinha, já que ninguém é de ferro.

Sem dúvida nenhuma a pelada dos coroas é uma excelente maneira de aproveitar o que a Associação tem para oferecer de melhor: um espaço seguro, o convívio amigável e sadio en-tre os seus frequentadores e o espaço perfeito para a prática de atividade física. O que certa-mente contribui muito para a melhoria da quali-dade de vida de todos os associados. Sejam eles jovens, crianças ou adultos.

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ATIVO PASSIVO

CIRCULANTE 583.156,38 CIRCULANTE 422.767,71 Disponível 471.479,09 Obrig. trabalhistas. 401.653,57 Caixa 20.272,33 Obrig. trabalhistas e enc. 367.396,17 Banco Conta Movimento 63.456,04 Provisões Prev. e Judiciárias 34.257,40 Aplicações Financeiras 387.750,72 -

-Realizável 111.677,29 Contas a Pagar 21.114,14 Valores a Receber 111.677,29 Fornecedores 21.114,14

- - -

-NÃO CIRCULANTE 458.251,16 PATRIMÔNIO SOCIAL 618.639,83 Imobilizado 458.251,16 Patrimônio Social 432.576,31 Equipamentos e Inst. 128.571,56 Superavit Acumulados 145.135,45 Outras Imobilizações 329.679,60 Déficit do Exercício 40.928,07 TOTAL DO ATIVO 1.041.407,54 TOTAL DO PASSIVO 1.041.407,54

RECEITAS OPERACIONAIS 401.625,65 Revendas de Mercadorias 48.088,09 Contribuições Sociais 186.693,92 Taxas de Serviços 8.448,00

Aluguéis 96.952,95

Arrend. Repasses e Convênios 28.952,82 Outras Receitas 30.374,16 Receitas Financeiras 2.142,71 DESPESAS OPERACIONAIS 360.697,58 Despesas com Pessoal 169.980,76 Custos com Revendas 26.971,21 Despesas Administrativas 154.385,44 Serviços e Encargos - Pessoa Física 4.733,25 Despesas Financeiras 4.626,92 DÉFICIT DO PERÍODO 40.928,07

Balancete sintético em 31 de janeiro de 2016

Fonte: Manager - Auditoria, Consultoria & Contabilidade S/S Ltda | CNPJ (MF) 40.180.044/0001-65 | CRC-RJ 2.519

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Referências

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