UNIVERSIDADE DIGITAL RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2012

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Texto

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UNIVERSIDADE

DIGITAL

RELATÓRIO

DE ATIVIDADES 2012

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ÍNDICE

4 Sumário Executivo

6 Gestão de Infraestruturas Tecnológicas e Equipamentos 6 Redes e Telecomunicações

18 Administração de Sistemas e Computação 34 Serviços ao Utilizador

50 e-Learning café Asprela

58 Gestão e Sistemas de Informação da U.Porto 58 Gestão de Informação

74 Novas Tecnologias na Educação

88 Anexo 2

88 Recursos Humanos da Universidade Digital 89 Formação de Recursos Humanos 92 Projetos 93 Publicações 96 Formação às UO 98 Apoio local às UO 98 Serviços 24X7 98 Notícias e Media 102 Relatório de Contas TABELAS

8 Tabela 1 Disponibilidade anual das ligações às UO

8 Tabela 2 Disponibilidade média anual das ligações no backbone e à RCTS

15 Tabela 3 Disponibilidade média anual das redes ligadas ao backbone

15 Tabela 4 Disponibilidade média anual das LAN administradas pela Unidade ?? Tabela 5 Lista de atividades

88 Tabela 6 Recursos Humanos da Universidade Digital

89 Tabela 7 Formação de Recursos Humanos da Universidade Digital em 2012 90 Tabela 8 Formação de Recursos Humanos da Universidade Digital em 2012 - Eventos 92 Tabela 9 Projetos aprovados e/ou em curso

96 Tabela 10 Formação lecionada em 2012 envolvendo formadores da Universidade Digital

98 Tabela 11 Notícias publicadas em SIGARRA U.PORTO/ noticias.up.pt/ Portal TIC/ e-learning.up.pt/Repositório U.Porto 101 Tabela 12 Outras comunicações

FIGURAS

7 Figura 1 Diagrama lógico do backbone

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19 Figura 6 Evolução anual do número de sítios Web no serviço de alojamento 21 Figura 7 Percentagem de disponibilidade e fiabilidade da infraestrutura Grid@UPorto 21 Figura 8 Evolução do número de tarefas submetidas na arquitetura Grid@UPorto 22 Figura 9 Distribuição do número de tarefas por VO na arquitetura Grid@UPorto 23 Figura 10 Evolução da taxa de disponibilidade do serviço MOODLE

26 Figura 11 Evolução do número de autenticações no serviço U.PortoAAI

26 Figura 12 Utilizadores únicos versus total de autenticações, em 2012, no serviço U.PortoAAI

27 Figura 13 Top 3 dos serviços com autenticação no serviço U.PortoAAI – número de autenticações mensais em 2012 28 Figura 14 Diagrama da nova infraestrutura técnica para o projeto de Gestão de Identidades da U.Porto.

35 Figura 15 Páginas Cartão U.PORTO - Acessos 36 Figura 16 Estudantes – Taxa de Adesão, por UO 36 Figura 17 Funcionários – Taxa de Adesão, por instituição 37 Figura 18 Estudantes: Avaliação Global do Cartão U.PORTO

38 Figura 19 Quiosque para recolha de fotografias de apoio ao processo de matrículas 41 Figura 20 Sistema de Impressão Distribuído U.Porto – páginas não impressas 42 Figura 21 Cartão U.Porto - consultar estado

43 Figura 22 Cartão U.Porto - solicitar emissão

44 Figura 23 Cartão U.Porto – funcionalidades locais/transversais 46 Figura 24 Inquérito Permanente à satisfação com os serviços prestados 46 Figura 25 Cartão U.Porto: Inquérito Permanente à Satisfação dos utilizadores. 47 Figura 26 Distribuição de respostas a FAQ (Perguntas Frequentes) no site faqs.up.pt 47 Figura 27 Páginas relativas a Software

48 Figura 28 Serviço de Inquéritos (SaaS)

49 Figura 29 Requisição de portáteis – comparação 2011/12

53 Figura 30 Ocupação do espaço – média mensal – comparação 2011/12 53 Figura 31 Ocupação do espaço – media/hora

54 Figura 32 Inquérito Satisfação – frequência de utilização do espaço 54 Figura 33 Inquérito Satisfação – época de frequência do espaço 55 Figura 34 Inquérito Satisfação – classificação do espaço

55 Figura 35 Inquérito Satisfação – área do e-Learning café mais utilizada 56 Figura 36 Inquérito Satisfação – apreciação geral das atividades

59 Figura 37 Banner da Coleção Recortes de Imprensa da Faculdade de Arquitectura

59 Figura 38 Tratamento documental no Centro de Documentação da FAUP - Técnicos da GI 60 Figura 39 Banner da Comunidade Academia Politécnica do Porto no Arquivo Digital da U.Porto

61 Figura 40 U.Porto no Portal Português de Arquivos

61 Figura 41 Portal TIC - Tutoriais produzidos pela Gestão de Informação 62 Figura 42 Portal de FAQ da U.Porto - Categoria “Gestão de Informação”

64 Figura 43 Distribuição das dissertações e teses digitalizadas por UO no Repositório Aberto 65 Figura 44 Marcadores de navegação em documentos digitalizados 50

67 Figura 45 Banner da Galeria de Retratos do Salão Nobre (SIGARRA da U.PORTO) 67 Figura 46 Nº Total Biografias por ano

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Em 2012, no domínio das tecnologias de informação e comunicação, destaca-se o forte investi-mento nas infraestruturas tecnológicas da U.Porto, com um financiainvesti-mento global que ultrapassou 8 milhões de Euros, obtido à custa de programas competitivos, nomeadamente o Sistema de Apoio à Modernização Administrativa - SAMA.

A U.Porto dispõe hoje em dia de uma rede de comunicações de voz e dados de grande qualidade, oferecendo à comunidade académica condições de conectividade de elevado desempenho, de-signadamente velocidades de 10 Gigabit/s na interligação das suas faculdades e destas à rede nacional, com qualidade de serviço, segurança e flexibilidade de configuração.

Também a infraestrutura de suporte às aplicações comuns da U.Porto foi renovada e reforçada. A sua capacidade de resposta e de armazenamento está assegurada para os próximos anos, tendo-se reduzido significativamente o consumo energético que lhe está associado e tornando possível a disponibilização de recursos e serviços em regime de self-service. Este reforço permitiu já concre-tizar a oferta de uma arquitetura única para o sistema de informação da U.Porto, SIGARRA, estando em curso a migração para uma arquitetura única de suporte do sistema de gestão de aprendiza-gem, MOODLE. Um sistema de gestão de identidades, já em fase de configuração, irá permitir, por sua vez, um acesso mais rápido, transparente e seguro a todos os recursos e serviços tecnológicos da Universidade e das suas faculdades.

Em 2012 concluiu-se o trabalho de conversão do sistema de informação da U.Porto num novo siste-ma, o SIGARRA de nova geração. Foi um trabalho complexo, de grande envergadura e, também, de grande importância para o futuro da gestão de informação na Universidade do Porto. O SIGARRA está agora preparado para dar resposta à transversalidade dos ciclos de estudo e da investigação na Universidade, em sintonia com a crescente colaboração ativa das suas faculdades em ativida-des transversais.

SUMÁRIO

EXECUTIVO

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O número de publicações no repositório aberto continua a crescer a um ritmo elevado, totalizando já 25.514. O aspeto digno de maior realce prende-se com a conclusão do projeto, iniciado em 2008, de digitalização e disponibilização de dissertações e teses, transversal à U.Porto. É cada vez maior o papel desempenhado pelo Repositório Aberto como veículo propagador da produção intelectual e científica e potenciador da visibilidade individual e institucional. Destaca-se, ainda, o crescimen-to acentuado do repositório temático, com conteúdos em acesso abercrescimen-to, em especial as coleções do arquivo digital da U.Porto, que já incluem 15.809 documentos. Neste domínio sobressai a intero-perabilidade do repositório temático da U.Porto, na sua componente de arquivo digital, com o Por-tal Português de Arquivos, sendo pesquisável através deste. Para além da literatura científica em texto integral é também importante organizar e disponibilizar os dados científicos em repositórios

online. A U.Porto deu continuidade ao projeto do repositório de dados científicos da Universidade,

em particular através da participação em iniciativas nacionais e internacionais neste domínio. O suporte técnico e pedagógico para a utilização do e-learning continua a ser uma actividade de relevo, junto dos professores da U.Porto, continuando a incentivar-se a utilização de tecnologias na educação. Registaram-se 88 unidades curriculares e módulos de formação que, pela primeira vez, em 2012, disponibilizaram conteúdos online. A comunidade académica da U.Porto passou a utilizar uma nova versão do ambiente MOODLE, que apresenta um conjunto de funcionalidades de interesse para os professores que integram as tecnologias na prática pedagógica. Neste contexto merece ainda destaque o incremento da gravação de aulas através do serviço EDUCAST e o in-cremento da sua divulgação nas faculdades. O projeto EDUCAST, que a U.Porto coordena tecnica-mente a nível nacional, recebeu menção honrosa da Associação Europeia EUNIS, na candidatura ao prémio Elite Award 2012.

Por último, merece destaque o projeto Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, submetido à apreciação da ON.2 em fevereiro de 2011, que incorpora a primeira fase de intervenção na casa Salabert, onde será instalado o novo e-Learning Café da U.Porto. Este projeto foi merecedor de um cofinanciamento de 60%, conforme confirmado pela CCDR-N em novembro de 2012. O contato foi assinado, correspondendo a esta vertente um investimento global de 398.250,00 €. Estão assim reunidas as condições para se iniciar a construção deste novo espaço de e-learning café, dando continuidade ao projeto iniciado com o e-learning café da Asprela, cujo interesse tem sido reco-nhecido pelos estudantes para a convivência, a partilha de conhecimentos e o enriquecimento da

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GESTÃO DE INFRAESTRUTURAS

TECNOLÓGICAS E EQUIPAMENTOS

REDES E TELECOMUNICAÇÕES

Objetivo 1

Dotar a rede de dados da U.Porto (netUP) da capacidade de prestação de serviços Ethernet às Unidades Orgânicas e a outras entidades ligadas à netUP, assegurando elevados índices de largura de banda, disponibili-dade e qualidisponibili-dade de serviço, e a flexibilidisponibili-dade necessária para responder às necessidades da organização da Universidade.

RESULTADOS

• No seguimento do concurso público, com publicidade internacional, para a aquisição de equipamento para a rede de nova geração da U.Por-to (financiamenU.Por-to SAMA), lançado em 2011, procedeu-se à implementa-ção do novo núcleo da rede (backbone) netUP. As ligações no backbone realizam-se agora à velocidade de 10 Gigabit/s e existe capacidade de transporte de serviços de nível 2.

• Disponibilidade de 99,99% nas ligações ao nível do backbone da netUP e de 100% na sua ligação à rede nacional (RCTS).

• Novas ligações em fibra à rede da U.Porto: UPTEC - Centro de Inovação FBAUP - novas instalações no Pólo dos Bragas.

• Ampliação e melhoria das condições de serviço no centro de dados do Pólo 3.

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COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Em 2012 concluiu-se o processo de aquisição dos equipamentos neces-sários à reestruturação da rede de dados da Universidade do Porto, no âmbito do projeto SAMA – A Rede de Comunicações de Nova Geração da U.Porto. Com a conclusão deste concurso deu-se início à implementação do novo backbone da netUP, que entrou em produção no final de 2012, após um período alargado de testes. A nova solução permitiu aumentar a resiliência de ligações do backbone, devido à nova topologia de ligações adotada, com um caminho alternativo de comunicação entre o Pólo da Rua dos Bragas e o Campo Alegre. O aumento de largura de banda entre estes novos equipamentos (10 Gigabit/s) e a capacidade de transporte de serviços de nível 2 vão permitir dar uma resposta adequada a futuras necessidades, que irão surgir nas reestruturações em curso na U.Porto, designadamente a operacionalização do seu Centro de Recursos e Ser-viços Comuns.

As novas capacidades permitem implementar de forma transparente to-pologias de redes locais dispersas por todo o domínio de conetividade da netUP, que até à data apenas prestava conetividade de nível 3 (routing). Um exemplo de implementação deste tipo de topologias dispersas é a rede dos SASUP. Os SASUP dispõem de instalações distribuídas nos vá-rios campus da U.Porto, tendo sido já possível agregar as redes nestes locais numa única rede local distribuída, de forma transparente para os equipamentos que lá se encontram, permitindo por um lado uma gestão mais simples e, por outro, que os utilizadores nestes locais usufruam do acesso aos recursos independentemente do local físico em que estes se encontram.

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No que se refere à disponibilidade da rede, são de realçar as disponi-bilidades médias anuais de 99,99% nas ligações ao nível do backbone e de 100% na ligação deste à rede nacional (RCTS). Importa ainda referir que todas as quebras de conectividade registadas se deveram a fatores externos à gestão da netUP, predominantemente problemas no abasteci-mento de energia elétrica aos equipaabasteci-mentos.

Tabela 1 Disponibilidade anual das ligações às UO

Tabela 2 Disponibilidade média anual das ligações no backbone e à RCTS

Como habitualmente, asseguraram-se as condições necessárias para a oferta de conectividade à rede da U.Porto na Mostra da Universidade, mantendo-se a sua permanente monitorização. A colocação de uma câ-mara vídeo na Mostra permitiu ter na Web uma visão em tempo real das atividades realizadas durante o evento.

Ano Disponibilidade média anual Tempo de indisponibilidade

2012 99,89% < 9,28 horas

2011 99,78% < 19,35 horas 2010 99,78% < 19,35 horas

  2010 indisponibilidadeTempo de 2011 indisponibilidadeTempo de 2012 indisponibilidadeTempo de RCTS 99,99% 0,3 horas 100,00% 0 horas 100,00% 0 horas backbone 99,98% 1,9 horas 99,99% 0,26 horas 99,99% 0,26 horas

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Melhoraram-se as condições de funcionamento do centro de dados do Pólo 3, adaptando a sala de forma a otimizar e a maximizar a utilização do espaço. Esta operação envolveu um planeamento cuidado, uma vez que todas as intervenções efetuadas na sala decorreram em paralelo com o normal funcionamento dos equipamentos lá alojados.

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Objetivo 2

Assegurar o bom funcionamento do serviço VoIP e promover a sua utili-zação junto das UO, nomeadamente na utiliutili-zação de terminais VoIP e na implementação de funcionalidades VoIP.

RESULTADOS

• Na generalidade das UO, a instalação dos terminais de voz adquiridos no âmbito do projeto SAMA – A Rede de Comunicações de Nova Geração da U.Porto –, é próxima de 100%. Existe apenas um número reduzido de terminais a aguardar que sejam criadas condições de conetividade locais para poderem ser operacionalizados.

• Deu-se continuidade à migração da solução de VoIP da U.Porto para a plataforma PolySpeak e garantiu-se uma elevada disponibilidade da in-fraestrutura central de VoIP.

• Promoveu-se a realização de formação aos técnicos das UO da U.Porto sobre a plataforma Polyspeak.

• Realizou-se uma ação de formação aos técnicos das UO da UPorto so-bre análise e despiste de problemas em soluções VoIP.

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COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Na continuidade do trabalho realizado no ano transato, deu-se início ao processo de instalação de terminais de voz IP em todas as UO. A taxa de utilização destes terminais aproxima-se de 100%. Existem ainda algumas iniciativas a decorrer de melhoria de condições em alguns locais para permitir a utilização deste tipo de terminais.

O objetivo que se pretende atingir em pleno durante 2013 é descontinuar o suporte das soluções de voz tradicionais, eliminando assim os respetivos custos.

Deu-se continuidade à migração da solução de VoIP da U.Porto para a plataforma PolySpeak, ficando para concluir em 2013 os trabalhos na EGP e na Reitoria. Promoveu-se uma ação de formação dirigida aos gestores desta tecnologia nas UO, para permitir o aprofundamento dos seus co-nhecimentos sobre esta solução.

Durante o ano de 2012 não se registaram problemas no serviço de VoIP central, verificando-se uma disponibilidade de 99,99%, com exceção de pequenas ocorrências pontuais de disrupção do serviço sem impacto significativo. A maior parte destas ocorrências teve origem na entrega de chamadas pelos operadores e as restantes deveram-se a falhas de fornecimento de energia elétrica. No entanto, embora com alguma de-gradação na qualidade do serviço nestas circunstâncias, não se registou nenhuma interrupção provocada pelo serviço central de VoIP, uma vez que os mecanismos alternativos implementados asseguraram sempre a continuidade do funcionamento da solução.

Para capacitar os contatos técnicos da U.Porto na análise e resolução de problemas relacionados com as plataformas VoIP assentes no protocolo SIP, realizou-se uma ação de formação que ajudou a cimentar os conhe-cimentos transmitidos no decurso do projeto. Com o conhecimento adqui-rido é possível aumentar a qualidade do apoio local nesta área, permitin-do que, no caso de uma ocorrência anormal neste serviço, a identificação da causa ocorra o mais rapidamente possível, de forma a minimizar o impacto junto dos utilizadores.

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Objetivo 3

Assegurar a boa execução dos projetos financiados que a Unidade coor-dena ou em que participa.

RESULTADOS

• Lançaram-se as consultas necessárias para a execução do projeto SAMA - Rede de Comunicações de Nova Geração da U.Porto (RNG), atin-gindo-se uma execução de 93%, no final de 2012.

• Relativamente ao projeto de comunicações móveis Universia, não teve sequência por não se adequar satisfatoriamente à realidade da U.Porto.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Lançaram-se as consultas para o reforço de equipamentos nas redes lo-cais (LAN) das UO. No final de 2012 estava ainda a decorrer o período de consulta para a entrega de propostas.

O atraso na execução destas consultas teve a ver com questões de re-programação do projeto junto da respetiva entidade financiadora, no-meadamente os 7% do valor do financiamento por executar, resultante de economias de escala conseguidas através da aquisição conjunta dos equipamentos destinados às UO.

Globalmente foi possível responder afirmativamente a todas solicitações das UO da U.Porto, satisfazendo as necessidades de conetividade de postos trabalho (switches e Access Points) e de atualização de equipa-mentos de segurança da rede (firewall), visando em particular o suporte IPV6 e o maior desempenho.

Relativamente ao projeto Universia para as comunicações móveis, con-siderou-se que a solução proposta pelo Portal Universia não conduzia a valor acrescentado para a U.Porto, face à arquitetura integrada de infor-mação já existente na Universidade. Em 2013 lançar-se-á uma iniciativa na Universidade, neste domínio.

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Objetivo 4

Realizar ações conducentes à racionalização e redução de custos das TIC na U.Porto, promovendo a maior partilha de recursos, a utilização de padrões e de tecnologias abertas.

RESULTADOS

• A decorrer consulta conjunta de contratação de serviço de comunica-ções móveis.

• Utilização de tarifários negociados em conjunto com a FCCN e as res-tantes instituições de ensino superior nacionais, implicando uma redução da ordem de 50% relativamente aos tarifários anteriores.

• Definição dos termos de referência para um modelo de custeio para a disponibilização de espaço/recursos nos centros de dados da U.Porto.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Efetuou-se uma recolha de informação para se apurar o número de car-tões móveis suportados pela U.Porto. Como resultado desta recolha con-cluiu-se ser possível enquadrar duas a três centenas de cartões numa consulta conjunta, com vista à redução de custos. Analisaram-se cons-trangimentos de contrato e discutiram-se opções para se chegar a uma base de consulta nas melhores condições atualmente possíveis no uni-verso da U.Porto. Este processo está em fase de finalização, para ser lançado no início do próximo ano.

Na componente de comunicações fixo-móveis, os procedimentos legais determinados pelo montante envolvido na consulta foram demorados, tendo sido apenas possível operacionalizar os novos tarifários e usufruir de condições mais favoráveis no final de 2012 (novembro).

Não foi possível avançar significativamente com o processo conducente ao estabelecimento de um modelo de custeio para a oferta de serviços de alojamento nos centros de dados da U.Porto, face à diminuição de

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recur-Objetivo 5

Assegurar a gestão dos serviços e infraestruturas, promovendo a melho-ria e a visibilidade dos mesmos, e prestar apoio de consultadomelho-ria junto das UO.

RESULTADOS

• Todos os pedidos de apoio técnico foram concluídos com a resolução dos problemas em presença.

• Superou-se largamente a meta de 99,00% fixada para a disponibilidade de serviços nesta área.

• Realizaram-se duas ações de formação dirigidas aos contactos técni-cos das UO da U.Porto, uma no âmbito do protocolo IPV6 e outra em pla-taformas de monitorização e geração de estatísticas.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

A infraestrutura técnica, à medida que cresce e evolui, exige mais investi-mento na manutenção do seu correto funcionainvesti-mento. Por isso, o foinvesti-mento da utilização de mecanismos alternativos ao apoio direto à resolução de problemas tem um impacto significativo na gestão dos recursos huma-nos que prestam este serviço. Neste sentido, tem vindo a analisar-se a eficácia da utilização de FAQ, da criação de conteúdos web dirigidos ao suporte técnico e da realização de ações de formação de caráter prático aos contactos técnicos nas UO. Procura-se assim, por um lado, dinamizar e incentivar boas práticas e fomentar a implementação de novos serviços nas redes locais e, por outro, minimizar a necessidade de intervenção direta, nas UO, de recursos humanos especializados nesta área.

Em 2012 contabilizaram-se mais de 300 horas de apoio local às UO e 70 horas de intervenção em regime de serviço permanente de manutenção e prevenção (24x7) nas infraestruturas consideradas críticas para o bom funcionamento da Universidade, resultantes de 140 notificações emitidas pelos serviços de monitorização automática implementados. O número registado no ano anterior foi de cerca de 100 notificações. É ainda de des-tacar, adicionalmente, o período de cerca de 1 mês em que foi necessário acompanhar localmente e de forma permanente a intervenção no centro de dados do Pólo 3, por se tratar de uma infraestrutura crítica, a ser alvo de uma intervenção profunda, sendo indispensável manter simultanea-mente em produção os recursos e serviços aí alojados.

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2012 2011 Disponibilidade anual 92,31% das UO 89,36% das UO > 99,50%

78,85% das UO 68,09% das UO > 99,90%

73,08% das UO 65,96% das UO > 99,95%

Tabela 3 Disponibilidade média anual das redes ligadas ao backbone

Tabela 4 Disponibilidade média anual das LAN administradas pela Unidade

LAN Disp. Anual 2012 Disp. Anual 2011 E-learning 99,96% 99,99% CUP 100,00% 99,96% CEMUP 99,97% 100,00% R.A.Amaral 99,99% 99,95% R.Ciencias 99,99% 98,94% R.N.Barbosa 99,98% 99,62% RUCA 99,95% 99,99% Reitoria 99,99% 99,99% R.S.J.Brito 99,67% 99,67% C2COM 99,99% 99,99% R.J.R.Souza 99,99% 98,79% R.Paranhos 99,69% 99,99% R.A.Cunha 99,99% 97,20% R.Bandeirinha 99,99% 99,99%

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A rede EDUROAM é amplamente utilizada pela comunidade académica da U.Porto, tanto interna como externamente, pois existe à escala euro-peia (e não só, existe na Austrália, Canadá, USA, etc.). Este serviço fez dez anos em 2012 sendo utilizado, só na Europa, em mais de 50 países e abrangendo mais de 5.000 localizações, onde estudantes, investigadores, professores e demais membros da comunidade académica, com as suas credenciais eduroam, podem aceder em mobilidade, de forma segura, à Internet e às redes das suas Universidades.

A 11 de abril de 2012 procedeu-se a uma alteração neste serviço, atua-lizando-se o protocolo de encriptação subjacente (migração WPA/TKIP para WPA2/AES), com vista a melhorar a sua segurança.

Esta alteração ocorreu também noutras universidades, tendo a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), que coordena o serviço

eduroam nacional, estabelecido o período para esta migração entre 2 e

15 de abril.

As configurações necessárias e outras informações relacionadas foram disponibilizadas para os técnicos das UO no portal da U.Porto (TIC), em http://tic.up.pt, na secção Rede Wireless (http://sigarra.up.pt/up/web_ base.gera_pagina?P_pagina=1000499). Preparou-se igualmente um pro-cedimento (script) que se distribuiu às UO para automatizar o processo de migração. Este processo implicou ainda assim a necessidade de apoio técnico pontual nas UO, sendo de destacar o apoio mais significativo na FBAUP.

Entre outras intervenções nas UO, realizou-se (1) uma auditoria técni-ca ao CIIMAR para detetar e resolver problemas de funcionamento da sua rede local; (2) Apoiou-se o processo de instalação e operacionali-zação da rede local do novo edifício do ICBAS/FFUP; (3) Adaptou-se a infraestrutura da U.Porto existente nos terrenos da FEP para permitir a implementação nas barreiras de acesso aos parques de estacionamento utilizando o cartão U.Porto.

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ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO

Objetivo 1

Realizar todas as atividades necessárias para garantir o planeamento e controlo de gestão das atividades, promovendo a qualidade dos serviços e das infraestruturas técnicas de suporte.

RESULTADOS

• Serviços Permanentes: administração de sistemas e servidores, incluin-do as componentes de hardware, sistema operativo, bases de daincluin-dos e outras aplicações, e o apoio às UO.

• Reformulação do serviço Grid@Uporto para a versão v2.0. • Atualização da plataforma MOODLE U.Porto.

• Atualizações aplicacionais do serviço ERP Primavera.

• Reformulação da infraestrutura técnica de cópias de segurança dos serviços locais da Reitoria e comuns da U.Porto.

• Reformulação do serviço de e-mail da Reitoria.

• 85% de execução do projeto SAMA - Autenticação e Autorização Ele-trónica na Universidade do Porto.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Realizaram-se as tarefas habituais de manutenção de serviços e servi-dores, como renovação de suporte de hardware e software, suporte de serviços 24x7, análise e otimização de bases de dados e gestão de cópias de segurança.

Prestou-se apoio às UO que o solicitaram, contabilizando-se cerca de 63 horas de apoio remoto e local.

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O serviço de alojamento Web tem sido crescentemente solicitado pela comunidade académica da U.Porto. Em 2012 criaram-se 20 novos sítios Web. No final de 2012 este serviço contava com 152 sítios instalados.

Figura 5 Serviço de apoio – estatísticas

Figura 6 Evolução anual do número de sítios Web no serviço de alojamento Apoio às UOs - % por UO

25% 21% 13% 13% 3% 25% Serviço TVU FMDUP (UO) Moodle - GAVE FCUP (UO) FPCEUP (UO) CIIMAR (UO) 0 2008 ano nº de sites 2010 2009 2011 2012 50 100 150 200

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O serviço de alojamento Web é, pelas suas características, fortemente sujeito a ataques externos. Em 2012 implementou-se um sistema de pro-teção contra ataques Web mais habituais, utilizando-se para o efeito a ferramenta ModSecurity.

Deu-se continuidade à migração de serviços para a infraestrutura de vir-tualização. Esta atividade permitiu a redução do espaço ocupado pelos servidores nos centros de dados, assim como uma redução significativa do consumo energético a eles associados. Todos os novos serviços cria-dos em 2012 foram já implementacria-dos nesta infraestrutura de virtualiza-ção.

Para dar resposta a serviços comuns da Universidade e locais da Reitoria existem atualmente 112 servidores físicos e 141 servidores virtuais. Quanto ao serviço Grid@UPorto, realizaram-se alterações significativas, tanto ao nível aplicacional (middleware) como ao nível da infraestrutura. O middleware utilizado pela infraestrutura (gLite) tem vindo a ser supor-tado pelo projeto EGEE - Enabling Grids for e-Science. Este projeto deu origem à infraestrutura europeia de grid (EGI) cuja gestão tem por base as iniciativas de grid nacionais (NGI – National Grid Initiative). Por forma a refletir esta mudança e compatibilizar a grid da U.Porto com a nova infraestrutura europeia de computação grid foi necessário efetuar a mi-gração total dos serviços associados à infraestrutura.

Para além desta migração de serviços, existiu também uma alteração ao nível do middleware utilizado na infraestrutura de grid. O gLite deixará de ser suportado num futuro próximo, passando todo o middleware a estar integrado na UMD - Unified Middleware Distribution. Como tal, foi soli-citado a todos os centros de recursos (RC – Resource Centres) que efe-tuassem a migração para este novo middleware. O serviço Grid@UPorto cumpriu com estas diretivas dentro dos prazos estipulados.

Para além da reestruturação dos serviços e do middleware, também se reestruturou a infraestrutura de suporte a este serviço. A forte motivação para esta reformulação deve-se ao valor elevado de manutenção da in-fraestrutura existente, a ficar obsoleta. Decidiu-se então não renovar o suporte desta infraestrutura e investir na sua renovação, mantendo no entanto a antiga em funcionamento. Assim, tirando partido da infraes-trutura de virtualização, adquiriram-se dois blade servers e reforçou-se o espaço em disco. Desta forma operacionalizaram-se 100 novos nós de computação (virtuais), a adicionar aos 96 nós já existentes. A gestão das novas máquinas virtuais faz-se de forma centralizada utilizando o

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softwa-Ainda no âmbito da Grid@UPorto, realizaram-se as seguintes tarefas de manutenção:

• Manutenção dos serviços grid de acordo com as diretivas qualitativas e quantitativas do EGI.

• Gestão da Autoridade de Registo da U.Porto, para os serviços grid, junto à entidade certificadora nacional – o LIP, no sentido de validar pedidos de certificados e revogações e gerir a validade dos mesmos.

Os valores das taxas de disponibilidade e de fiabilidade em 2012 foram de 98.78% e 98.80%, respetivamente, tendo melhorado em relação ao ano anterior (97.98% e 98.67%, respetivamente).

Observou-se um crescimento no número de tarefas submetidas durante o ano, contribuindo para este crescimento a grande utilização da organi-zação virtual (VO) BIOMED.

82.00% 84.00% 86.00% 88.00% 90.00% 92.00% 94.00% 600.000 96.00% 700.000 98.00% 100.00% 2010 2009 2011 2012

Figura 7 Percentagem de disponibilidade e fiabilidade da infraestrutura Grid@UPorto GridUP

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U.Porto Total number oj jobs per VO phys.vo.ibergrid.eu prod.vo.eu-eela.eu biomed tut.vo.ibergrid.eu chem.vo.ibergrid.eu others 53% 25% 8% 11% 1%1%

Figura 9 Distribuição do número de tarefas por VO na arquitetura Grid@UPorto

No final do ano estava em fase de testes uma plataforma de submissão de tarefas que visa facilitar a utilização desta infraestrutura por parte dos utilizadores. Esta plataforma foi desenvolvida no âmbito de uma tese de mestrado de um estudante da U.Porto (FCUP) e deverá entrar em produ-ção em 2013.

Em 2012 (30 de julho) atualizou-se a plataforma MOODLE da U.Porto para a versão 2.2.4. Para tal, preparou-se um servidor virtual para alojar a pla-taforma usada até então. Esse servidor passou a suportar o designado “MOODLE Antigo” que deverá ficar em funcionamento até ao final do ano letivo 2012/2013.

Para a nova plataforma usou-se a mesma infraestrutura (servidores) da anterior versão do MOODLE, já renovada em 2011. No entanto, a compo-nente de armazenamento passou a dispor de uma nova infraestrutura de

storage, adquirida em 2012 e partilhada com o SIGARRA.

Ainda neste âmbito, deu-se apoio, em termos técnicos, à realização de diversos cursos de e-learning, em ambiente MOODLE, solicitados pelo GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional do Ministério da Educação). O desempenho do serviço manteve-se elevado assim como a sua dispo-nibilidade, que em 2012 foi de 99,98%.

(23)

Deu-se continuidade às tarefas de administração e otimização da in-fraestrutura técnica associada ao serviço ERP Primavera, tanto no am-biente de testes como no de produção. Assegurou-se a atualização do código disponibilizado pela equipa de desenvolvimento e suporte do ERP nos dois ambientes existentes.

Uma das tarefas mais importantes dentro dos serviços continuados, na área de administração de sistemas, prende-se com a manutenção de có-pias de segurança. Dada a necessidade de reformular a infraestrutura de suporte às cópias de segurança de todos os sistemas em presença, realizou-se uma análise detalhada das necessidades para os próximos cinco anos e lançou-se um pedido de propostas com base na análise rea-lizada. Este trabalho culminou com a aquisição de uma nova solução para a U.Porto que deverá garantir o suporte às cópias de segurança até 2017. A solução deverá ser implementada no primeiro trimestre de 2013. Esta nova infraestrutura foi adquirida no âmbito do projeto SAMA - Autentica-ção e AutorizaAutentica-ção Eletrónica.

99.00% 99.20% 99.40% 99.60% 99.80% 100.000% 2010 2009 2011 2012

Figura 10 Evolução da taxa de disponibilidade do serviço MOODLE Disponibilidade Moodle

(24)

O serviço de correio eletrónico da Reitoria foi atualizado, na componente de WebMail. Entre as novas funcionalidades que esta atualização permi-tiu, destacam-se as seguintes:

• Possibilidade de sincronização de contactos e calendário com disposi-tivos móveis.

• Interface renovado. • Melhoria de performance.

• Novas formas e métodos de gestão de filtros. • Novas opções de gestão da notificação de ausência.

Ainda relacionado com o serviço de e-mail, realizaram-se tarefas de ma-nutenção das listas de distribuição da U.Porto e implementou-se a auten-ticação federada nos vários serviços de gestão de listas de distribuição “SYMPA” (Reitoria/C2COM e U.Porto).

Deu-se também continuidade à gestão das infraestruturas técnicas e ser-viços do C2COM, com especial destaque para a revisão e configuração dos serviços no domínio c2com.up.pt. Esta ação deveu-se à decisão de descontinuar o domínio icicom.up.pt, sendo necessário uniformizar todos os serviços para o domínio definitivo (c2com.up.pt).

Relativamente à execução financeira do projeto SAMA - Autenticação e Autorização Eletrónica na Universidade do Porto, cujo detalhe se apre-senta nos objetivos seguintes (2, 3 e 4), importa referir que o investimento já realizado foi cerca de 1,8 milhões de euros, tendo-se atingido uma exe-cução de 85%.

(25)

Objetivo 2

Concretizar o projeto Autenticação e Autorização Eletrónica.

RESULTADOS

• Manutenção e atualização das infraestruturas associadas ao serviço U.PortoAAI.

• Conclusão das reuniões com as Unidades Orgânicas, com o objetivo de identificar os requisitos no âmbito da Gestão de Identidades.

• Análise e seleção da nova plataforma/software de suporte ao projeto de Gestão de Identidades.

• Início dos trabalhos do projeto Gestão de Identidades da U.Porto, com o apoio da empresa que forneceu a solução adquirida.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Em 2012 a infraestrutura AAI, na componente de autenticação federada, foi alargada aos seguintes serviços:

• Authenticus - http://authenticus.up.pt • Moodle - http://moodle.up.pt

• TCS Personal - http://tcs-personal.up.pt • TCS e-Science - http://tcs-escience.up.pt

• Arquivo Digital - http://arquivo-digital.up.pt/Processos/ • Mobilidade Interna - http://mobilidadeinterna.up.pt • SYMPA @ U.Porto - http://sympa.up.pt

• SYMPA @ C2COM - http://sympa.c2com.up.pt • UPoint - http://upoint.up.pt

• Inquéritos U.Porto - http://inqueritos.up.pt • Raptor - http://raptor.up.pt

(26)

Implementou-se um serviço de registo de estatísticas de acesso à in-fraestrutura U.PortoAAI, que permite uma análise mais detalhada do tipo de utilização da autenticação federada na Universidade.

Nas jornadas FCCN 2012, em Santarém, apresentou-se o trabalho realiza-do neste âmbito, com o tema “Raptor: Uma ferramenta para accounting de autenticações federadas”.

Em 2012 registaram-se cerca de 71.500 autenticações no serviço U.Por-toAAI. Comparativamente a 2011, o crescimento foi cerca de 90%.

20000 25000 30000 35000 40000 45000 50000 55000 65000 60000 70000 75000 24018 2010 71579 2012 37676 2011

Figura 11 Evolução do número de autenticações no serviço U.PortoAAI

Figura 12 Utilizadores únicos versus total de autenticações, em 2012, no serviço U.PortoAAI Autenticações Totais/Ano

Autenticações Totais/Utilizadores Unicos - 2012

UTILIZADORES ÚNICOS 0-10000 AUTENTICAÇÕES TOTAIS 0-80000 7473 71573

(27)

Os serviços com maior número de autenticações no serviço U.PortoAAI são o SIGARRA, Atlas (Software U.Porto) e MOODLE. Desde a disponibili-zação da nova versão do MOODLE (final de julho de 2012), esta passou a ser a plataforma com maior utilização no serviço U.PortoAAI.

Relativamente ao projeto “Autenticação e Autorização Eletrónica”, deu-se por concluída a análideu-se de requisitos das UO, com reuniões envolven-do os seus Gestores de Informação e Contactos Técnicos. Seguiu-se a análise da plataforma a adotar, considerando-se os maiores fornecedo-res de soluções no âmbito da Gestão de Identidades, para o que se con-tou com a consultadoria da Gartner Research. A solução selecionada foi o IBM Tivoli Identity Manager. Esta solução foi adquirida no âmbito do projeto SAMA - Autenticação e Autorização Eletrónica. Após aquisição da solução iniciaram-se os trabalhos técnicos de definição da infraestru-tura onde deverá ser configurada a nova plataforma. Em conjunto com o fornecedor da solução definiu-se e implementou-se a nova infraestrutura técnica para testes e produção, tendo-se já procedido à instalação da plataforma e iniciado os primeiros testes.

0 1000 2000 2287 2237 2975 1813 2084 1790 1903 1632 926 520 369 810 712 732 1112 1763 1663 912 666 420 1842 1589 1438 966 34 55 1576 3000 4000 5000 6000 7000 8000

janeiro março maio julho

fevereiro

junho

abril

agosto

setembro outubro novembro dezembro

Figura 13 Top 3 dos serviços com autenticação no serviço U.PortoAAI – número de autenticações mensais em 2012 Autenticações Mensais - Top 3 dos Serviços - 2012 sigarra

atlas moodle

6673

7587

(28)

Figura 14 Diagrama da nova infraestrutura técnica para o projeto de Gestão de Identidades da U.Porto.

(29)

Objetivo 3

Concretizar o projeto de Cloud Privada para a U.Porto, fornecendo às Unidades Orgânicas a possibilidade da utilização da infraestrutura para as suas necessidades locais.

RESULTADOS

• Constituição do grupo de trabalho para o projeto de Cloud Privada para a U.Porto.

• Portal de submissão de “Tarefas” na infraestrutura de Grid da U.Porto. • Portal de submissão de pedidos ao Serviço de Alojamento Web.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

No âmbito do projeto SAMA - Autenticação e Autorização Eletrónica, é objetivo implementar uma Cloud Privada para a U.Porto, com a disponi-bilização de infraestrutura e serviços de “self-service” para a comuni-dade académica. Para a definição da infraestrutura técnica criou-se um grupo de trabalho constituído por contactos técnicos das UO. A primeira tarefa deste grupo de trabalho foi realizar uma análise detalhada das tec-nologias disponíveis para a concretização deste objetivo (assentes em virtualização). Em 2012 não foi possível avançar com este propósito, ten-do-se realizado apenas a reunião de arranque e a definição dos objetivos principais.

Dentro dos serviços de self-service, pretendia-se, em 2012, concluir e dis-ponibilizar à comunidade académica os seguintes serviços:

• Portal de submissão de “tarefas” na infraestrutura de grid da U.Porto. • Portal de submissão de pedidos do Serviço de Alojamento Web.

O Portal se submissão de “tarefas” na infraestrutura grid está em fase piloto e foi desenvolvido em articulação com uma tese de mestrado de

(30)

Objetivo 4

Executar o plano de atividades para 2012 do projeto SIGARRA da U.Porto

RESULTADOS

• Conclusão do processo do concurso público para aquisição da nova infraestrutura técnica de suporte ao SIGARRA.

• Reformulação da infraestrutura técnica do SIGARRA. • Migração para o SIGARRAng.

• Criação de réplicas do SIGARRA para as UO.

• Criação das réplicas do SIGARRA para as equipas de desenvolvimento (D&I) e suporte (C&S) do SIGARRA.

• Taxa de disponibilidade do SIGARRA 99,90%.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Ver Relatório de Atividades de 2012 do Projeto SIGARRA da U.Porto, em anexo.

(31)

Objetivo 5

Dar continuidade e concretizar a análise para a revisão da estrutura do Repositório da U.Porto, visando armazenar, preservar e disponibilizar a informação produzida e acumulada não só no âmbito das atividades de investigação, mas também no âmbito das atividades pedagógicas, cultu-rais e de gestão da Universidade.

RESULTADOS

• Manutenção dos repositórios Aberto e Temático e carregamento em massa de novos objetos digitais.

• Certificação do Repositório Aberto com as normas OpenAire.

• Configuração do Repositório Aberto por forma a interligar com o serviço de estatísticas do RCAAP.

• Certificação do Repositório Temático para integração com a rede Na-cional de Arquivos.

• Apoio e disponibilização da infraestrutura para o Repositório de Dados Científicos.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Em 2012 deu-se continuidade à manutenção dos Repositórios Aberto e Temático e asseguraram-se as importações de lotes de documentos di-gitalizados.

No âmbito da manutenção destes repositórios realizaram-se as seguintes tarefas:

• Atualização de objetos digitais da FMUP. • Atualização de objetos digitais com bookmarks.

• Importação de teses digitalizadas em 2012, de várias unidades orgâni-cas, cujos metadados estão catalogados no ALEPH.

(32)

Realizaram-se alterações ao serviço do Repositório Temático para permi-tir a interoperabilidade deste repositório com a Rede Nacional de Arqui-vos, permitindo disponibilizar imagens miniatura (thumbnails) dos docu-mentos deste repositório no Portal Português de Arquivos.

Realizaram-se alterações ao Repositório Aberto, com instalação de no-vos plug-ins, para permitir que as estatísticas deste repositório passas-sem a constar no Portal de Estatísticas centralizado do RCAAP ( http:// sceur.rcaap.pt).

Realizaram-se ainda ações que permitiram certificar o Repositório Aberto com as normas OpenAIRE (projeto Open Access da Comissão Europeia). Apoiou-se também a criação da infraestrutura de desenvolvimento para um projeto piloto, em articulação com a Faculdade de Engenharia da U.Porto, que visa a disponibilização da vertente de dados científicos no Repositório da U.Porto (http://sciencedata.up.pt/doc/doku.php).

(33)
(34)

SERVIÇOS AO UTILIZADOR

Objetivo 1

Assegurar os serviços continuados relativos às Tecnologias de Informa-ção e ComunicaInforma-ção, com elevados níveis de disponibilidade, desempe-nho e segurança.

RESULTADOS

• Administração de postos de trabalho, sistemas de impressão e servi-dores.

• Implementação de laboratório para estudo da solução antivírus

Micro-soft Endpoint Protection.

• Apoio a eventos nacionais (3) e internacionais (5).

• Pareceres técnicos/consultoria sobre aquisições de hardware (cerca de 70).

• Pareceres técnicos/consultoria sobre licenciamento de software (cerca de 12).

• Acompanhamento técnico do Projeto Cartão U.Porto. • Emissão de Certificados de Servidor (70).

• Divulgação de alertas e boas-práticas na Reitoria, recorrendo a carta-zes com expressões típicas portuenses (com a colaboração da CI). • Administração e manutenção de sítios Web (FAQ.UP.PT e UPSOFT. UP.PT).

• Manutenção de páginas no SIGARRA (Software; Cartão U.Porto; Segu-rança TIC).

(35)

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Integraram-se os postos de trabalho e impressoras da FIMS (Fundação Instituto Marques da Silva) na rede local da Reitoria (em colaboração com a área de Redes e Telecomunicações) e manteve-se a respetiva ad-ministração.

Assegurou-se a administração de postos de trabalho, sistemas de im-pressão e servidores da Reitoria, e-learning café da Asprela, Fundação -Instituto Marques da Silva (FIMS) e C2COM.

Os níveis de disponibilidade dos principais serviços situaram-se nas me-tas fixadas de 99,00%, não se tendo registado incidentes de quebra de desempenho ou falhas de segurança com implicações gravosas para a U.Porto.

Adquiriram-se 10 novos computadores portáteis para o e-learning café da Asprela.

No âmbito do Cartão U.Porto, projeto que continua a suscitar bastante interesse tal como indicam os acessos a páginas com informação sobre o mesmo, registou-se uma taxa de adesão global de cerca de 70%. Apoiou-se a implementação de controlo de acesso a parques com recurso a Cartão U.Porto em várias UO: ICBAS/FFUP, FEP, FDUP, FAUP e FPCEUP. Significativo foi o melhor atendimento aos estudantes de mobilidade, com a emissão de 98% dos cartões antes destes estudantes chegarem à U.Porto. As questões relacionadas com o cartão da U.Porto continuam a ser em número elevado (trataram-se cerca de 1800 mensagens). Como em anos transatos, apoiou-se a realização de um inquérito de satisfa-ção junto da comunidade académica e assegurou-se o tratamento dos resultados obtidos. Ainda no que se refere ao cartão U.Porto, propôs-se e executou-se um serviço de apoio ao processo de matrículas, que teve resultados muito positivos.

100.000 120.000 140.000

Portal U.Porto: N.º Acessos Páginas Cartão

2011 2012*

(36)

FMDUP FCUP ICBAS FMUP FEP FPCEUP FFUP FAUP FADEUP FDUP FCNAUP

FLUP FBAUP FEUP

Cartão U.Porto: % Adesão Estudantes (dezembro 2012)

Cartão U.Porto: % Adesão Funcionários (dezembro 2012)

Figura 16 Estudantes – Taxa de Adesão, por UO

Figura 17 Funcionários – Taxa de Adesão, por instituição

91% 100% 100% 98% 97% 94% 92% 88% 88% 84% 84% 84% 81% 77% 76% 74% 73% 37% 88% 73% 73% 43% 41% 50% 32% 32% 37% 27% 61% 57% 69% 48% 56% 14% 60% 33% 16% 31% 4% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 14% 10% 4% 5% 38% 89% 88% 88% 84% 84% 79% 79% 79% 78% 77% 74% 70% 58% FDUP PBS FAUP FCNAUP FCUP FADEUP FMUP FLUP FMDUP FPCEUP REIT FEP

FBAUP ICBAS SASUP FFUP FEUP

Não Docente Docente/Investigador Colaborador

(37)

Figura 18 Estudantes: Avaliação Global do Cartão U.PORTO 1 2 3 4 5 6 8 7 9 10 Bom Razoável Fraco Considerando todos

os Estudantes Estudantes que usam Considerando os o cartão semanalmente

Considerando os Estudantes que não

usam o cartão

Estudantes: Avaliação Global do Cartão U.Porto

2010 2011 2012 5,9 7 4,3 7,4 5,3 5 7,2 6,8 6,6

O suporte ao processo de matrículas incluiu: • Equipamento para recolha de fotografias

o Computadores (13) o Webcams (13)

o Leitores de Cartão de Cidadão (13) • Material de divulgação

o Stands (4) o Rollups (11) o Zcards (> 4000)

• SIGARRA: Integração do pedido de cartão no processo de matrículas o Fotografia

(38)

Figura 19 Quiosque para recolha de fotografias de apoio ao processo de matrículas

Em 2012, para melhor responder às solicitações de apoio, alterou-se o horário de atendimento do Helpdesk para funcionar em regime contínuo entre as 9h e as 18h, de segunda-feira a sexta-feira. As ações de formação sobre segurança informática e assinatura di-gital que foram previstas nas atividades de 2012 não se realizaram. A primeira por razões de agenda e necessidade de alocação de recur-sos humanos a outras atividades de maior prioridade e a última face à data de assinatura do protocolo para a emissão de certificados pessoais, que ocorreu já no final de 2012.

(39)

Objetivo 2

Realizar todas as atividades necessárias para garantir o planeamento e controlo de gestão da Unidade, assegurando a boa execução dos proje-tos que a Unidade coordena ou em que participa.

RESULTADOS

• Participação no grupo de trabalho para o estudo de soluções de backup para a Universidade.

• Apoio na implementação de uma solução de gestão de identidades, ad-quirida à IBM, no âmbito do projeto SAMA - Autenticação e Autorização Eletrónica (AAI).

• Participação nas reuniões (6) do grupo de trabalho para assuntos rela-cionados com o cartão Universitário emitido pelo Banco Santander (parti-cipantes: Santander, SIBS Cartões, Politécnico do Porto, Universidade de Coimbra, Universidade da Beira Interior e Universidade do Porto). • Atualização do serviço STORK na U.Porto.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

As ações de apoio ao Balcão Integrado de Atendimento da U.Porto e ao

e-Learning café do Campo Alegre não se realizaram, dado que as

(40)

Objetivo 3

Realizar ações conducentes à racionalização e redução de custos das TIC na U.Porto, promovendo a maior partilha de recursos, a utilização de padrões e de tecnologias abertas.

RESULTADOS

• Implementação do Sistema de Impressão Distribuído da U.Porto. • Implementação do serviço de emissão de certificados pessoais TCS da TERENA (https://tcs-personal.up.pt/ e https://tcs-escience.up.pt).

• Implementação de serviço de assinatura digital de documentos PDF com Cartão de Cidadão (http://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagi-na?p_pagina=1007714).

• Apoio a técnico a UO da U.Porto: 275 horas.

• Participação em reuniões do grupo de trabalho para a Assinatura Ele-trónica de Documentos.

• Continuação do acompanhamento do Projeto Cartão U.Porto.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Deu-se continuidade à implementação do Sistema de Impressão Distri-buído da U.Porto, integrando 5 sistemas (Reitoria, FPCEUP, FBAUP, FM-DUP e FCUP). Verifica-se existir um efeito indireto e positivo que se traduz numa poupança, na ordem dos 24%, em resultado dos trabalhos enviados mas não impressos.

(41)

0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000

Reitoria FBAUP FMDUP FPCEUP

Sistema de Impressão Distribuído U.Porto 2012 (Dados relativos a impressão segura entre 01/01/2012 - 06/12/2012

Não impressas

Nº Páginas:

Não impressas: 24%

Impressas Submetidas

Figura 20 Sistema de Impressão Distribuído U.Porto – páginas não impressas

No âmbito dos trabalhos para a celebração de um contrato único de servi-ços de impressão, realizou-se um levantamento-caracterização da situa-ção actual, cujos resultados foram enviados aos diretores das UO. Reali-zaram-se 13 reuniões (diálogos técnicos) com as empresas prestadoras de serviços de impressão atualmente a operar na U.Porto e, por último, realizou-se um inquérito às UO para a tipificação do parque a considerar no caderno de encargos. O processo deverá ser continuado em 2013, no âmbito do Centro de Recursos e Serviços Comuns da Universidade. Pese embora se tenham realizado progressos significativos ao nível do Sistema de Impressão da U.Porto, os resultados finais ficaram aquém do esperado. As razões principais que concorrem para a explicação desta situação, resultam, a nosso ver, do carácter voluntarista da adesão ao projeto.

Em 2012, o apoio a técnico a UO da U.Porto, realizado maioritariamente de forma presencial, correspondeu a cerca de 275 horas.

No que se refere ao licenciamento de software, destaca-se a redução de 8000 € (1,6%, do total), em resultado do processo negocial seguido em todos os novos licenciamentos ou renovação dos existentes.

Produziu-se documentação técnica de suporte, nomeadamente a que se relaciona com produtos e serviços Microsoft (Licenciamento; Office 365; Azzure).

(42)
(43)
(44)

2011 2011 Impressão/Cópia Impressão/Cópia Acessos Acessos Assiduidade Assiduidade Bibliotecas Bibliotecas FAUP FFUP FADEUP FPCEUP

FCUP FEP FMUP

FBAUP FDUP FLUP ICBAS

FCNAUP FEUP FMDUP

Implementação Em execução Pendente

Ainda no âmbito do novo SIGARRA, apoiou-se o processo de criação de condições para a produção do cartão com referência ao novo número único de estudante. De igual modo, otimizou-se o processo de expedição dos cartões sem componente bancária. Apoiou-se ainda o alargamento à Porto Business School (PBS) da utilização do cartão U.Porto e desen-volveram-se trabalhos preparatórios para o alargamento da emissão do cartão a outros organismos da U.Porto, como o Orfeão Universitário do Porto, NEFUP e TUP.

Realizaram-se desenvolvimentos e testes com equipamentos cedidos pela TELEMAX para registo e controlo de assiduidade e encetaram-se contactos com os Transportes Intermodais do Porto (TIP) no sentido de aprofundar a possibilidade de criação de sinergias entre o Cartão U.Porto e o Andante.

Destaca-se ainda o alargamento de funcionalidades locais/transversais, com 8 novas implementações, como se mostra na Figura 23.

(45)

Objetivo 4

Reforçar a divulgação dos recursos e serviços de TIC junto da comunida-de académica e promover boas práticas na sua utilização.

RESULTADOS

• Satisfação dos Utilizadores dos Serviços: valoração positiva.

• Cartão U.Porto: Inquérito Permanente à Satisfação dos Utilizadores dos Serviços.

• Criação e/ou manutenção de informação em sítios Web da U.Porto, re-lativos a serviços e projetos.

• Realização de Tech-Talks U.Porto (3) e Reitoria (1).

• Realização de inquérito às UO, no sentido de identificar oportunidades de novos licenciamentos de software.

• Aumento significativo do número de downloads através do DreamSpark

Premium (anteriormente designado Microsoft Academic Alliance –

MS-DNAA).

• Novos recursos pedagógicos na área das TIC para a comunidade aca-démica.

• Disponibilização de novo serviço: http://inqueritos.up.pt.

COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

Destacam-se os resultados bastante positivos obtidos através do inqué-rito permanente à satisfação dos utilizadores, tendo-se recebido 501 res-postas e atingindo-se uma avaliação média anual de 4.2 em 5.0 [máximo].

(46)

0 0 100 200 3 223 300 185 501 4,1 4,2 4,2 400 500 5 600 2010 2011 2012 Inquérito de Satisfação 0 0 50 100 3 150 200 250 300 5 350 2012 Inquérito de Satisfação Respostas Satisfação Respostas Satisfação

Figura 24 Inquérito Permanente à satisfação com os serviços prestados

Figura 25 Cartão U.Porto: Inquérito Permanente à Satisfação dos utilizadores.

O inquérito permanente à satisfação dos utilizadores dos serviços do Car-tão U.Porto vai no mesmo sentido positivo, tendo-se recebido 325 respos-tas e atingido uma avaliação média anual de 4.2 em 5.0 [máximo]

Em matéria de criação e manutenção de informação em sítios Web da U.Porto, destaca-se a manutenção do site faqs.up.pt. Os conteúdos deste sítio Web são criados pelos diferentes serviços da U.Porto, tendo-se ve-rificado um incremento significativo (56%) do número de FAQ (perguntas frequentes) relativamente ao ano transato, registando-se um total de 925 FAQ. De referir é ainda a revisão de FAQ de acordo com o Acordo Orto-gráfico.

325

(47)

Sigarra Segurança TIC Outras Bibliotecas Software Salas Universia Cartão de Cidadão Videoconferência RUP U.Portoaai E-learning VoIP Gestão de Informação NetUP Cartão U.Porto I&D ERP 0 50 100 150 200 250 300 350 400

Figura 25 Cartão U.Porto: Inquérito Permanente à Satisfação dos utilizadores.

Igualmente se actualizou e se desenvolveu a informação relativa a Sof-tware, Cartão U.Porto e Segurança, tendo esta última registado um ele-vado número de acessos.

FAQ (Perguntas Frequentes)

Entradas Ativas - Total: 925

(48)

Realizaram-se três TIC Tech-Talks U.Porto subordinados aos temas: Licenciamentos Microsoft (08.03.2012), Sistemas de Vídeo-Projeção (04.12.2012) e Licenciamento Microsoft (alterações licenciamento) (11.12.2012). As TIC Tech-Talks U.Porto têm registado um número de pre-senças de contactos técnicos da U.Porto assinalável, tendo assim servi-do os seus propósitos iniciais, nomeadamente a criação de um ambiente informal em que se possa conversar sobre temas de TIC transversais a toda a U.Porto. Para os funcionários da Reitoria, realizou-se uma

Tech-Talk sobre SIGARRA – TT (Trouble-Tickets) (07.05.2012).

Salienta-se também aqui o aumento significativo (+72%) do número de

downloads através do DreamSpark Premium (MSDNAA).

Disponibilizaram-se novos recursos online de apoio à utilização de produ-tos de software existentes na U.Porto: NVivo, EndNote, Autodesk Educa-tion Master Suite e GraphPad Prism.

Atendendo a que o novo sistema SIGARRA continuou a dar suporte ao inquérito pedagógico da U.Porto, mas descontinuou o suporte a outro tipo de inquéritos, por existirem diversas plataformas, designadamente do domínio público, para o efeito, realizou-se uma análise comparativa das principais plataformas de inquéritos e selecionou-se a aplicação do domínio público LimeSurvey, com base na qual se passou a disponibilizar um novo serviço para a Universidade: http://inqueritos.up.pt. Estabelece-ram-se as respetivas condições de utilização e elaborou-se um Manual de Utilização.

2007 2008 2009 2010 2011 2012

MSDNAA

Figura 28 Evolução dos downloads de software 1079 5509 2578 6304 4789 8234 Total Downloads

(49)
(50)

E-LEARNING CAFÉ ASPRELA

O espaço do e-Learning café da Asprela é cada vez mais um espaço de eleição da comunidade académica, em particular dos estudantes, tanto da U.Porto como de outras instituições do ensino superior. As condições de excelência oferecidas para estudo e socialização são únicas e ampla-mente apreciadas pelos seus frequentadores.

Também as atividades e ações desenvolvidas ao longo do ano contribuí-ram em larga escala para uma crescente interdisciplinaridade e para o enriquecimento intercultural dos participantes. Sendo estas atividades abertas a toda a comunidade académica e em muitos casos à comunida-de em geral, são também um veículo importante comunida-de divulgação do espaço em si e, consequentemente, da Universidade.

Atividade/Evento

Informações sobre cada uma das atividades http://elearningcafe.up.pt Nº Sessões

Palavras Cruzadas 4

Projeto Mostra-te :: cem + nem - casas em movimento;

:: IDEIA.M :: OSTV - Canal 180:: Plantar uma ideia :: 4 Associações de voluntários da Universidade 4

Workshop Danças Europeias 2

Cafés Filosóficos

Concerto de Jazz 3

Políticos por um dia 1

Sessão de Cinema 4

Ciclo de leitura 1

Tertúlia Crioula Portuense 4

Encontro do CEDUP 2

Reunião E+Mundo 4

Entrepreneur Break Porto 2

Reunião do GBU 5

Filmagens pelo Grupo de estudantes do IPAMB 1

ESN - PORTO 1

Café Filosófico 1ºano 1ªX 1

Comenius - Workshop de CERTIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO INTERNA 1

StartUp Buzz: e-Learning 1

Lançamento do novo sítio Web 1

Conserto de violoncelo e flauta transversal -GABU 1

Noite de Música e poesia - TCP 1

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Destacam-se outras atividades de manutenção, divulgação, estimulação e interação realizadas ao longo do ano:

• Manutenção do canal LiveStream e registo vídeo e fotográfico de alguns dos eventos realizados no espaço. O registo de atividades em LiveStream é importante no contexto da programação do espaço, por oferecer uma forma diferente de participar, visualizar e acompanhar os eventos, no mo-mento ou após a sua realização.

• Participação na 10.ª Mostra da Universidade do Porto, mantendo viva a presença do e-Learning café, designadamente com o design e produção de um “Cubo” gigante com informação sobre o espaço e a aplicação mó-vel desenvolvida para o mesmo, o eCupMobile. Também, a área da Segu-rança na Internet mereceu destaque na 10.ª Mostra da Universidade do Porto.

• A conceção de um novo sítio Web para o e-learning café, mais apelativo e de fácil navegabilidade, e a dinamização da área respetiva no Face-Book.

Com desenvolvimento iniciado em 2012 são de referir ainda:

• Novas funcionalidades e criação de novo layout para o eCupMobile. • Elaboração de uma nova proposta para o MultiLabCafé,

• Post’its wall - Lançamento de uma nova proposta à comunidade acadé-mica, envolvendo 2 unidades orgânicas - FBAUP e FLUP.

• Desenvolvimento de uma plataforma de trabalho para registo de dados do espaço do e-Learning café.

Para além das notícias publicadas no sítio Web do e-Learning café, este espaço mereceu destaque noutros meios de comunicação, designada-mente nas Notícias da U.Porto:

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• Acesso aberto - http://noticias.up.pt/u-porto-reforca-lideranca-no-a-cesso-livre/

• Planta uma ideia - http://noticias.up.pt/plantam-se-ideias-no-e-learning-cafe-da-u-porto/

• Novo site - http://noticias.up.pt/e-learning-cafe-da-u-porto-renova-ima-gem-online/

Em relação às requisições de portáteis, revelou-se importante a disponi-bilização de novos equipamentos. De facto, nos primeiros 4 meses do ano os pedidos de requisição de portáteis decresceram bastante. No entanto, em maio, quando os 10 novos portáteis foram disponibilizados, o número de requisições aumentou consideravelmente.

Requisição Portáteis

Figura 29 Requisição de portáteis – comparação 2011/12 novos portáteis

janeiro março maio julho

novembro fevereiro junho outubro abril setembro dezembro 2011 2012 0 2 6 10 4 8 12 14 16

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Ocupação espaço: média mensal

Ocupação espaço: média/horas Figura 30 Ocupação do espaço – média mensal – comparação 2011/12

espaço fechado

janeiro março maio julho

novembro fevereiro junho outubro abril setembro dezembro 2011 2012 0 10 30 30 50 50 20 20 40 40 60 60 70 70 80 80

Em relação à ocupação do espaço, o número total de utilizadores ao lon-go do ano é sensivelmente o mesmo que em 2011, variando no entanto ao longo de cada mês. O espaço continua a ter grande procura sobretudo nos finais de semestre e épocas de exames, em que esgota a sua capa-cidade.

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Em 2012 realizaram-se três inquéritos de satisfação, em fevereiro, julho e dezembro. Os resultados apresentam-se nas figuras seguintes.

Com que frequência utiliza o espaço

Em que época(s) frequenta mais o espaço Figura 32 Inquérito Satisfação – frequência de utilização do espaço

Figura 33 Inquérito Satisfação – época de frequência do espaço

Diariamente

Época de exames

1 vez por semana

Durante a semana 2 a 3 vezes por semana Ao longo de todo o ano Esporadicamente Ao fim-de-semana Nov - 11 Nov - 11 Fev - 12 Fev - 12 Jul - 12 Jul - 12 0.00% 0.00% 10.00% 10.00% 30.00% 30.00% 50.00% 50.00% 20.00% 20.00% 40.00% 40.00% 60.00% 60.00%

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Como classifica este espaço

Espaços que utiliza com mais frequência Figura 34 Inquérito Satisfação – classificação do espaço

Moderadamente importante Nada importante

Átrio Sala Multimédia Sala de trabalho

(zona sofás) Importante Pouco importante

Cafetaria Chill-out Sala de trabalho

(mesas laranja) Muito importante Sala de trabalho (zona de terminais) Nov - 11 Fev - 12 Jul - 12 0.00% 0.00% 10.00% 5.00% 30.00% 15.00% 50.00% 25.00% 30.00% 20.00% 10.00% 40.00% 20.00% 60.00% 35.00%

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Importância das actividades desenvolvidas no espaço

Figura 36 Inquérito Satisfação – apreciação geral das atividades

Nov - 11 Fev - 12 Jul - 12 0.00% 5.00% 15.00% 25.00% 40.00% 30.00% 45.00% 10.00% 20.00% 35.00% 50.00% Moderadamente importante

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GESTÃO E SISTEMAS

DE INFORMAÇÃO DA U.PORTO

GESTÃO DE INFORMAÇÃO

Objetivo 1

Disponibilizar recursos e serviços que assegurem uma gestão eficaz e eficiente da informação produzida e acumulada no âmbito das ativida-des da U.Porto.

RESULTADOS

• Alargamento a duas Faculdades da capacidade de depósito, acesso e disseminação da informação através do Arquivo Digital da U.Porto: Facul-dade de Arquitetura e FaculFacul-dade de Letras.

• Disponibilização de novos conteúdos no Arquivo Digital da U.Porto, num total de 1.259 documentos.

• Atualização de metadados contextuais, descritivos e técnicos e subse-quente colocação online de cerca de 9000 palavras-chave para recupe-ração dos documentos por assunto.

• Criação de marcadores em documentos PDF para agilizar a navegação no texto e melhorar a recuperação dos respetivos conteúdos.

• Financiamento da digitalização dos projetos de “Concurso para Obten-ção do Diploma de Arquiteto” (CODA) conservados pelo Centro de Docu-mentação da FAUP.

• Produção e disponibilização online de tutoriais sobre o Repositório da U.Porto e o Sistema de Informação SIGARRA.

• Produção de FAQ sobre áreas de intervenção da Gestão de Informação (categorias “Gestão de Informação” e “SIGARRA”).

• Disponibilização online do Catálogo de Serviços prestados pela Gestão de Informação.

• Produção de documentação técnica, em particular sobre a concretiza-ção de um repositório organizacional na U.Porto, a normalizaconcretiza-ção de me-tadados no Repositório Aberto e a qualidade dos dados deste repositório.

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COMENTÁRIO EM RELAÇÃO ÀS METAS FIXADAS

No âmbito da concretização do Objetivo 1 salienta-se o facto de os ser-viços prestados e os recursos disponibilizados pela Gestão de Informa-ção terem ultrapassado, à semelhança de anos anteriores, os limites do enquadramento orgânico da Reitoria, desta vez por via da integração no Arquivo Digital da U.Porto de mais 2 Faculdades, a de Arquitetura e de Letras.

O tratamento arquivístico e a reprodução digital dos projetos apresenta-dos em meaapresenta-dos do século XX por estudantes das escolas de Belas Artes do Porto para obtenção do Diploma de Arquiteto merecem ser destaca-dos atendendo a diversos fatores: à complexidade e ineditismo do acer-vo, ao volume e à diversidade de tipologias documentais que apresenta, ao valor intrínseco da documentação que remonta a antecedentes da U.Porto – Escola de Belas Artes do Porto (1881-1950) e Escola Superior de Belas Artes do Porto (1950-1992) – e que estiveram na origem de 2 das suas faculdades - a de Arquitetura, em 1979, e a de Belas Artes, em 1992.

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Referências

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