Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas

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Destaques Semanais e Projeções Macroeconômicas

São Paulo, 22 de janeiro de 2016

Tatiana Pinheiro Adriana Dupita

Departamento de Pesquisa Econômica

Luciano Sobral Everton Gomes

Matheus Rosignoli Rodolfo Margato

Destaques da Semana

À Espera de uma Ata

Na quinta-feira será publicada a ata da última reunião do COPOM, na qual o BCB manteve a taxa Selic

em 14,25% p.a., contrariando o consenso e a nossa expectativa, com dissenso na decisão e alteração

do comunicado pós-decisão. Igual à decisão da reunião de novembro, dois dentre os oito diretores votaram

a favor da alta de 0,50 p.p. Contudo, o comunicado pós-decisão foi significativamente alterado, sinalizando

que a atividade doméstica e o cenário internacional ganharam peso na decisão de política monetária. O

comunicado divulgado após a decisão ressaltou: “considerando a elevação das incertezas domésticas e,

principalmente, externas, o Copom decidiu manter a taxa Selic”. Antes da decisão monetária de janeiro, a

autoridade monetária sinalizava grande preocupação com a dinâmica da inflação corrente e das expectativas

de inflação: “o processo de realinhamento de preços relativos mostra-se mais demorado e mais intenso que o

previsto”. A expectativa é que a ata elucide os motivos para tal mudança na avaliação do balanço de riscos.

Provavelmente, a autoridade monetária apresentará um prognóstico para a atividade econômica doméstica e

global bem mais negativo do que o apresentado no último relatório de inflação, em que a projeção para

crescimento do PIB em 2016 era -1,9%. Diante do atual quadro recessivo e da expectativa de um processo

desinflacionário para os próximos meses, acreditamos que o Banco Central irá manter a taxa Selic em 14,25%

a.a. ao longo do 1º semestre de 2016, e esperamos o início de um ciclo de afrouxamento monetário no final

do 2º semestre.

A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE referente a dezembro será o grande destaque da agenda de

indicadores de atividade econômica da próxima semana. Acreditamos que a taxa de desemprego

tenha atingido 7,3% em dezembro de 2015, o que significa uma elevação de 3,0 pontos percentuais em

relação à taxa registrada no último mês de 2014 (4,3%). Com isso, esperamos que a taxa de desemprego

média tenha saltado de 4,8% em 2014 para 6,9% em 2015. Descontadas as influências sazonais, estimamos

um aumento expressivo da taxa de desemprego na passagem de novembro para dezembro, de 8,2% para

8,6%. Vale ressaltar que tanto a forte queda da População Ocupada (PO) quanto a elevação da População

Economicamente Ativa (PEA) contribuíram para o intenso aumento do desemprego no ano passado, com

destaque ao primeiro fator. As nossas projeções indicam declínio de 1,6% da PO e alta de 0,6% da PEA em

2015, ante as taxas de -0,1% e -0,7% observadas em 2014, respectivamente. Ainda, o rendimento médio real

habitual deve ter caído 3,9% no último ano, de acordo com os nossos cálculos, o primeiro resultado negativo

desde 2004 (média de crescimento entre 2005 e 2014: +3,0%), implicando em uma significativa contração de

5,5% da massa de rendimento real. Para 2016, vemos uma deterioração adicional das condições do

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para 11,5% na PNAD, considerando as médias anuais) e retração dos salários reais. Acreditamos que o

mercado formal de trabalho seguirá mostrando acentuada destruição líquida de vagas, e que o

encolhimento da renda familiar manterá a trajetória ascendente da procura por emprego. Em suma,

projetamos alguma estabilização do mercado de trabalho apenas em meados de 2017.

Também serão divulgadas as contas fiscais do Governo Central (Tesouro, INSS e Banco Central) e do

Setor Público Consolidado (governos federal, regionais e empresas estatais) de dezembro. Para o

Governo Central estimamos um resultado primário deficitário de R$ 52,5 bilhões, devido ao pagamento dos

atrasados aos bancos públicos federais - “pedaladas fiscais” - no montante de R$ 55,8 bilhões. Isto significa

que o resultado primário em dezembro foi positivo quando descontado este pagamento. Por sua vez, o

resultado do ano excluindo as “pedaladas fiscais” foi deficitário em R$ 51,1 bilhões, cumprindo a meta

estabelecida de déficit de R$ 51,8 bilhões. Para o Setor Público Consolidado, esperamos um saldo negativo

de R$ 55,6 bilhões em dezembro. No ano, estimamos um resultado deficitário de R$ 38,2 bilhões, excluído o

pagamento das “pedaladas fiscais”, cumprindo assim a meta estabelecida de déficit de R$ 48,9 bilhões. Vale

ressaltar ainda que o resultado primário superavitário de R$ 12,9 bilhões dos governos regionais, bastante

acima da meta de R$ 2,9 bilhões, foi a principal razão para o resultado do Setor Público Consolidado ter sido

bem melhor que a meta estabelecida. Por fim, projetamos a dívida líquida do setor público, a dívida bruta

e o resultado nominal em 35,3%, 67,0% e 9,6% do PIB, respectivamente.

Os dados do balanço de pagamentos em 2015, com divulgação prevista nesta semana, devem

evidenciar o significativo ajuste pelo qual passou o país ao longo do último ano. Com o esperado

resultado negativo em US$ 2,6 bilhões em dezembro, o déficit em transações correntes deve ter fechado o

ano passado ao redor de US$ 59 bilhões, pouco mais da metade dos US$ 104 bilhões registrados em 2014.

Cerca de 60% desta melhora estão relacionados à virada na balança comercial, que encerrou 2015

superavitária em quase US$ 20 bilhões, mas outros itens – como viagens internacionais e remessas de lucros

e dividendos – também contribuíram para a sensível redução do déficit em transações correntes. A redução é

bem-vinda diante da redução e da piora do perfil de fluxo de financiamento externo, com menores (mas ainda

elevadas) entradas de investimento direto, menores fluxos de investimento em carteira e um viés, nas

operações de rolagem da dívida externa, na direção de empréstimos diretos, em operações mais caras e mais

curtas que no passado. Por isto mesmo, o foco na divulgação do balanço de pagamentos tende a recair sobre

os dados parciais para janeiro, principalmente para os fluxos de investimento e taxa de rolagem da dívida

externa. Nossa expectativa é de que o financiamento externo recue em 2016, mas que seja suficiente

para atender às declinantes necessidades de financiamento (diante, principalmente, da esperada nova

redução no déficit de transações correntes neste ano).

Com relação aos índices de inflação, a semana contempla a divulgação do IGP-M de janeiro.

Esperamos alta de 1,01% m/m, uma aceleração frente à taxa registrada no mês anterior (de 0,49%

m/m). No acumulado em 12 meses, a inflação deve subir para 10,80% a/a. O destaque da divulgação deve

ser a maior inflação de produtos agropecuários, puxada principalmente pelas fortes altas de tomate e milho.

Já a inflação dos produtos industriais deve subir como reflexo da menor deflação do minério de ferro. Com

relação aos demais componentes do índice, o IPC também deve ter grande contribuição para a aceleração do

índice geral, uma vez que deve ter um ganho de 1,35% m/m. Para o INCC, projetamos alta de 0,30% m/m.

Por fim, vale mencionar a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, marcada para

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diretrizes econômicas, dentre as quais é possível que se incluam medidas para expansão de crédito e

iniciativas na área de infraestrutura.

Ao contrário da semana anterior, quando os Estados Unidos tiveram papel coadjuvante na agenda de

indicadores internacionais, nessa semana os eventos de destaque vêm da economia americana. No meio da

semana acontece a primeira reunião de política monetária do ano. Seguindo o que tem sido indicado pela

autoridade monetária (de que o aumento de juros deve ser lento e gradual), o mercado espera que o FOMC

mantenha a taxa de juros inalterada nessa oportunidade. Já no fechamento da semana, ocorre a

publicação do PIB referente ao 4T15, para o qual o consenso de mercado indica uma desaceleração frente

ao resultado anterior, com crescimento anualizado ao redor de 1,0% t/t. A abertura deve mostrar que o menor

crescimento do consumo das famílias no último trimestre do ano foi decisivo para a desaceleração da

atividade econômica.

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Agenda

Segunda-feira Brasil FGV IPC-S (3ª quadri) jan/16 m/m - - 1.30%

25/01/16 BCB Boletim Focus 22-jan - - -

-MDIC Balança Comercial Semanal jan/16 US$ Milhões - - $621

- Feriado em SP - Bolsas Fechadas - - - -

-Internacional EUA Sondagem Industrial / Dallas jan/16 - - -15.0 -20.1

Terça-feira Brasil FIPE IPC (3ª Quadri) jan/16 m/m - - 1.02%

26/01/16 FGV INCC-M jan/16 m/m 0.30% - 0.12%

FGV Sondagem da Construção jan/16 - - -

-BCB Nota à Imprensa S. Externo: Transações Correntes dez/15 US$ Bilhões -$2600 -$2525 -$2931 BCB Nota à Imprensa S. Externo: IDP dez/15 US$ Bilhões $6000 $6100 $4930

Internacional EUA PMI Serviços (prévia) jan/16 - - 53.9 54.3

EUA PMI Composto (prévia) jan/16 - - - 54.0

EUA Confiança do Consumidor jan/16 - - 96.7 96.5

Quarta-feira Brasil FGV Sondagem do Consumidor jan/16 - - - 75.2

27/01/16 BCB Nota à Imprensa: Pol. Monetária e Op. De Crédito dez/15 - - -

-BCB Fluxo Cambial Semanal 22-jan - - -

-Internacional EUA Vendas de Novas Moradias dez/15 milhares - 500 490

EUA FOMC - Decisão da taxa de juros - a/a - 0.50% 0.50%

Quinta-feira Brasil FGV IGP-M jan/16 m/m 1.01% 0.91% 0.49%

28/01/16 FGV Sondagem do Comércio jan/16 - - -

-BCB Ata do COPOM - - - -

-IBGE PME : Pesq. Mensal do Emprego (Taxa de Desemprego) dez/15 - 7.3% 7.4% 7.5% Tesouro Resultado Primário do Governo Central dez/15 R$ Bilhões -52.5 -60.0 -21.3 Planalto Reunião do Conselho de Desenv. Econômico e Social - - - -

-Internacional Z. do Euro Indicador de Confiança na Economia jan/16 - - 106.4 106.8

EUA Pedidos de auxílio desemprego - milhares - 281 293

EUA Encomendas de Bens Duráveis dez/15 m/m a.s. - -0.5% 0.0%

EUA Vendas Pendentes de Moradias dez/15 m/m a.s. - 1.0% -0.9%

Sexta-feira Brasil FGV Sondagem da Indústria jan/16 - - -

-29/01/16 FGV Sondagem de Serviços jan/16 - - -

-BCB Nota à Imprensa: Política Fiscal (Resultado Primário) dez/15 R$ Bilhões -55.6 -63.6 -19.6

Internacional Z. do Euro CPI: Núcleo jan/16 a/a - 0.9% 0.9%

EUA Balança Comercial dez/15 US$ Bilhões - -$60,0 -$60,5

EUA PIB (anualizado) 4T t/t - 0.8% 2.0%

EUA Chicago PMI jan/16 - - 45.9 42.9

EUA Confiança do Consumidor jan/16 - - 93.0 93.3

Obs: Tabela completa de projeções no final do documento

Anterior Eventos Referência Unidade Santander Consenso

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Cenário Econômico

Internacional: Os sinais de recuperação da economia americana levaram o Federal Reserve a iniciar o processo de normalização de juros nos

Estados Unidos em dezembro de 2015. Os próximos passos de política monetária, segundo declarações de membros do FOMC, devem ser lentos, graduais e dependentes da evolução da economia. Contudo, caso as condições internacionais se mostrem menos favoráveis, a retomada da alta de juros deve ficar para o médio prazo. Enquanto isto, a economia europeia segue apresentando uma tendência positiva de crescimento, apesar de um pouco aquém do esperado pelo BCE ao iniciar o programa de injeção de recursos (o chamado afrouxamento quantitativo). Por esse motivo, o BCE tem adotado medidas adicionais arrojadas de estímulo monetário. O impasse remanescente na Grécia ainda deve trazer algum reflexo negativo para a atividade local. Na China, a expectativa é que se mantenha o novo padrão de crescimento mais moderado, a despeito das medidas expansionistas (de política monetária e fiscal) adotadas pelo governo a fim de estimular a aceleração econômica. Nessas três economias citadas, a queda no preço internacional das commodities tem dificultado a consolidação da inflação em terreno positivo, exigindo cautela por parte das autoridades nas decisões de política monetária.

Câmbio e juros: A forte depreciação do real observada no último ano não deve se repetir no médio prazo, embora uma moderada deterioração

do câmbio seja esperada à medida que as perspectivas para a evolução da economia doméstica não melhorem. Para o curtíssimo prazo, as incertezas no cenário político, as quais afetam diretamente a consolidação das reformas pretendidas pelo governo, devem manter a volatilidade do câmbio em alta. Com relação à política monetária, a taxa de juros deve seguir em patamar elevado por todo o ano. No terceiro trimestre de 2016, com a atividade econômica bastante fraca, o Banco Central deverá iniciar um ciclo de corte de juros.

Atividade econômica: Os indicadores de consumo interno, produção industrial e investimentos seguem apontando para um aprofundamento da

recessão ao longo do primeiro semestre deste ano. Destaque para a deterioração do mercado de trabalho, com intensa elevação da taxa de desemprego e retração dos salários reais, e também para as condições mais apertadas do mercado de crédito, estoques ainda elevados na indústria e níveis deprimidos da confiança do empresariado e do consumidor, refletindo o ambiente econômico marcado por incertezas. Pelo lado positivo, a desvalorização cambial tende a continuar estimulando os setores exportadores e promovendo algum grau de substituição de importados na indústria de transformação (a um ritmo lento e gradual). Portanto, a estabilização da atividade econômica deve ocorrer apenas no segundo semestre deste ano, seguida por um crescimento bastante moderado em 2017. Uma recuperação mais contundente da atividade, com o crescimento do PIB acima do potencial, deve ficar apenas para 2019, com o retorno da taxa desemprego para a NAIRU (taxa de desemprego que estabiliza a inflação).

Inflação: Apesar do patamar elevado da taxa de juros, a inflação fechou o ano de 2015 bastante acima do teto da meta, refletindo diretamente o

realinhamento de preços administrados e a pressão do câmbio sobre os produtos importados, além dos efeitos indiretos, como o aumento de custos de produção, sobre preços livres. Para 2016, a menor alta de preços administrados e a contração da atividade econômica devem ser fatores decisivos para a queda da taxa de inflação. A inércia inflacionária, a depreciação cambial de 2015 e o impacto de aumento de impostos sobre os preços, contudo, não devem permitir que a inflação ceda para próximo da meta.

Balanço de pagamentos: Os últimos meses foram marcados pela queda do déficit em transações correntes acumulado em 12 meses, efeito

direto da desvalorização do real e do baixo crescimento da demanda doméstica. A perda do grau investimento tende a afetar o acesso ao financiamento externo, tornando o crédito internacional mais caro e mais curto e limitando o ingresso líquido principalmente do investimento estrangeiro em carteira. No entanto, dado o recuo no déficit em transações correntes e o elevado patamar de reservas internacionais, não se espera que o acesso mais limitado a financiamento externo resulte em pressões significativas e sustentadas sobre o câmbio ou risco de insolvência externa.

Política fiscal: O resultado primário deve permanecer negativo em 2016, uma vez que a melhora das contas fiscais vem sendo limitada pela

queda na arrecadação tributária decorrente do fraco crescimento doméstico, com reflexos na dinâmica da dívida pública. O efeito da desvalorização cambial observada em 2015 sobre a dívida pública líquida (dado que o setor público é, correntemente, credor líquido em moeda estrangeira), contudo, é um fator positivo nas contas fiscais.

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Projeções Macroeconômicas

Projeções de Longo Prazo

2012 2013 2014 2015 2016 2017

PIB

Crescimento real (%) 1.0 3.0 0.1 -3.8 -2.0 2.0

PIB em US$ bilhões 2,252 2,390 2,346 1,772 1,562 1,637

PIB per capita anual (US$) 11,305 11,931 11,624 8,722 7,634 7,954

Mercado de Trabalho

Taxa Média de Desemprego. (% of PEA) 5.5 5.4 4.8 6.9 9.2 8.9

Massa Salarial (real % YoY) 6.3 2.8 2.6 -5.5 -4.2 2.3

Inflação (% a.a.)

IPCA (IBGE) 5.8 5.9 6.4 10.7 7.0 6.0

IGP-M (FGV) 7.8 5.5 3.7 10.5 7.5 6.0

Taxa de Câm bio

R$/US$ - final de período 2.04 2.34 2.66 3.90 4.10 4.20

R$/ € - final de período 2.70 3.21 3.21 4.25 4.84 4.93

Taxa de Juros (% a.a.)

Taxa básica em final de ano 7.25 10.00 11.75 14.25 13.00 11.50

Taxa de Juros Real s/ Inflação - IPCA 2.4 2.0 4.1 2.3 6.8 5.3

Contas Externas

Exportações (% a.a.) -5.3 -0.3 -7.2 -14.7 4.2 8.0

Importações (% a.a.) -1.4 7.3 -4.4 -25.7 -5.7 7.5

Balança em Conta Corrente (% do PIB) -2.4 -3.1 -4.4 -3.4 -2.4 -2.3

Contas Públicas

Resultado Primário (% do PIB) -2.4 1.8 -0.6 -1.1 -1.0 0.0

Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 35.1 31.5 34.1 37.6 43.4 42.2

Cenário Internacional

Crescimento Real (%) EUA 2.3 2.2 2.4 2.4 2.8 3.0

Inflação CPI (%) EUA 2.1 1.5 1.6 0.2 2.1 2.5

Taxa Fed Funds (%a.a.) EUA 0.1 0.1 0.1 0.2 1.25 1.50

Crescimento Real (%) Zona Euro -1.0 0.4 0.9 1.6 2.0 2.0

Inflação (%) Zona do Euro 2.2 0.8 -0.2 0.5 1.5 2.0

Taxa Básica de Juros (%a.a.) Zona do Euro 0.8 0.3 0.1 0.1 0.1 0.1

Cenário Realizado

Comunicado Importante

Este material foi preparado pelo Banco Santander (Brasil) S.A. e não constitui uma oferta ou solicitação de oferta para aquisição de valores mobiliários. Ele pode conter informações sobre eventos futuros e estas projeções/estimativas estão sujeitas a riscos e incertezas relacionados a fatores fora de nossa capacidade de controlar ou estimar precisamente, tais como condições de mercado, ambiente competitivo, flutuações de moeda e da inflação, mudanças em órgãos reguladores e governamentais e outros fatores que poderão diferir materialmente daqueles projetados. A informação nele contida baseia-se na melhor informação disponível, recolhida a partir de fontes oficiais ou críveis. Não nos responsabilizamos por eventuais omissões ou erros. As opiniões expressas são as nossas opiniões no momento. Reservamo-nos o direito de, a qualquer momento, comprar ou vender valores mobiliários mencionados. Estas projeções e estimativas não devem ser interpretadas como garantia de performance futura. O Banco Santander (Brasil) S.A. não se obriga em publicar qualquer revisão ou atualizar essas projeções e estimativas frente a eventos ou circunstâncias que venham a ocorrer após a data deste documento. Este material é para uso exclusivo de seus receptores e seu conteúdo não pode ser reproduzido, redistribuído, publicado ou copiado de qualquer forma, integral ou parcialmente, sem expressa autorização do Banco Santander (Brasil) S.A..

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