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RUioO AMB/ENTAL. - DETERM/NAt;AO DO N;VEL SONORO. MEDIO DE LONGA DURAt;AO. "Empreitada Geral de construcso DECRETQ-LEI9I2007.

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Texto

(1)

RUioO AMB/ENTAL

• DECRETQ-LEI9I2007. DE

17

DE JANEIRO

MED/CAO DOS NivEIS DE PRESSA.O SONORA

- DETERM/NAt;AO DO N;VEL SONORO

MEDIO DE LONGA DURAt;AO

Requerente: Consorcio MSFIOPCA

Local: Barrocal do Douro - Picote - Miranda do

Douro

Monitori2a~ao

de Rufdo da

"Empreitada Geral de construcso

do

Refort;o de

Potencie

do Picote"

Relatario 341.01.RAE.07

2 de Agosto de 2007

(2)

Medit;;iiQ de niveis de n-cssco senora

!!fred;ta,~ ccorctoao je er:~.(];()s • DETERMINACAO 00 NivEL SONORO MEDIO DE

IFOe

ambi

I

_

,_L,{)-'·-'9.t1PlJf?~l=AQ

L

. E...I"" LOl7"j - ;:iuii Major Miguel Fen-f.ir-:.i, nO.50 ;:-'4fjiiiFAFE Ctxnsorcto MSFiOPC/l

__

Tol.253 495 B4d. F<1:r.:lS3 495 84!1

iNDICE

1. INTRODUI;AO 3 1.1. OBJECTIVO 00 ENSAIO .3 2. DOCUMENTA<;XO APLJCAVEL , , 3 2.1. LEOISLA<;'AO 3 2.2. NORfl.1ALlZACAO , ,_ 3

2.3. OUTROS OOCUr.iENTOS DE REFERENCIA _ , .4

3. EQUIPAMENTOS DE MEDJ<;AO E ANALISE UTILlZADOS 4

4. DEFINI<;OES E METODOLOGIA DE CALCULO 5

4.J. DEFlNlC6ES E PARMfETR05 CONSlDERAOOS , 5

4.2. METODOLOGIA DE CALCULO _ _ 6

5. METODOLOGIA DO ENSAIO H • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •7

5.t. IDENTlFICAc;:AO DAS FONTES DE RuiDO , 7

5.2. PERIODO E DURAl;.'AO DAS MLDJC6ES 8

5.3. LOCAlS DE !'>1EDICAO _ , 9

5.4. CONUI<;:6ES ATMOSFERICAS 9

6. ANALISE DE RESULTADOS ...•..•••..••...•."...•...•..••.••...••.••..•...••..•...••..••...•..9

6.1. ENQUADRAMENTO REGULMfENT AR 9

6.2. ANALISE DOS RESULTAOOS DO ENSAIO , " 10

7. CONCLUSOES 13

ANEXO 1- PLANTAS DE LOCALIZA<;AO 14

ANEXO Jl-. REGISTO FOTOGRAFICO DA CAMPANHA DE MEDl<;AO , 16

ANEXO III - DOCUMENTA<;AO 21

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R,~kl(;no 341JH.2.JE.07

i'I"iJO~

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ModTc(,(jIZ-- !<evi"ilo I' de 30 Jr..) O[

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(3)

Mer:1il;ao de nJI'els de pn:~5ao sonar.]

!!.cr""'itQ~~ Iobototor'o de ('11VliO$ - DErERMINA9AD DO "iVEL SONORD MEO/o DE

______ LO!'J!H~JI.llBA{~g

IFOe arnoi

L

("~l:'1

'fua-Malo/'Miguel Ferreira. n".50 - 482Ci"FlfFE COIJ':iordo MSF/OPCA

- fe/:25J 495844 • Fax:25J 495845

1. INTRODUCAO

Par softcitacao do Cons6rcio MSFIOPCA, a empresa Ambiminho - Ensaios e Analises

Ambientais, Lda, toi encarregue da reellzacao de uma recorha de dados ecuetrcce com vista a

medir os nlveis de preeeao sonora e avaliar, com base na deterrninacao do nivel sonoro medic de longa duracao, a situacao de referenda da envolvente da "Empreitada Geral de

ConstrufBo do Refol"fo de Potfmcia do Picote" localizada em Barrocal do Douro, Picote

em Miranda do Douro.

As medlcoes toram efectuadas nos dias 24 e 25 de Julho de 2007, conforme solicitado pelo requerente.

1.1. OBJECTIVO DO ENSAIO

Este estuco destina-se a analisar 0 cumprimento da legislac;:~o em vigor no ambito das

especificac;:5es do programa de Monitorizafao de Ruido da "Empreitada Geral

de

Construfao do Reforfo de Potencia do Picote".

2. DOCUMENTACAO APLICAvEL

2.1. LEGISLACAO

Na reallzacao dos ensaios e na elaboracao deste

retatonc

foi observado 0 disposto no

Regulamento Geral do Ruido aprovado pelo Decreto-Lei 9/2007, de 17 de Janeiro.

2.2. NORMALIZACAO

Na realizacao dos ensaios e na elaboracao deste relat6rio fo; tambem tide em

consideracao 0 disposto na norrnalizacao nacional e, nomeadamente, na Norma Portuguesa

NP 1730 (Acustlca: Descricao e rnedicao do ruido ambiente) de 1996,

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0, ms,Jirado.,·"pl~,eH1"dos ft·j;"'~".",, ~M:i,dv"m~!lIn .."" "~"-i' ""$81;'<10$,

(4)

Medi(;ifo de nillelS de press80 scncra

2Vedila~~ rctxsc'oio ("'" >'·.·",·O( , • • DETERMJNACi\O DO NivEL SONORO MEDIO DE

IR1C ambir

.. ,\\

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~:;J RII~7~j;;J/or

Migue(/=erreira;-iro,5o ":'--4820 FAFE--- ccnsercto MSF/OPCA

--- Tef:253 4951J4J. Fa:r:253 495 845

2.3. OUTROS DOCUMENTOS DE REFERENCIA

Foram ainda consideradas as recornendacees presentes na

publica9ao

"Procedimentos

esoectflcoa de rnedlcao de ruido ambiente" elaborada pelo lnstltuto do Ambiente em 2003, na circular 212007 do Institute Portuques de Acreditac;8.o e no procedimento de ensaio interne "PEDOS: Ruido Ambiente - Medic;ao dos nlveis de pressao sonora".

3. EQUIPAMENTOS DE MEDICAo E ANALISE UTILIZADOS

o

equipamento utilizado esta de ecorse com as especificacees constantee da

norrnalizacao portuguesa, designadamente a NP-1730/1996 (Acustica: Descrir;:ao e medic;ao do

ruido ambiente)

e

NP-349611989 (Aetistiea: Son6metros).

Foram ufilizados as equipamerrtos:

Son6metro integrador, BRUEL & KJAER 2250, n.? eerie 2506415, com mtcrotcne

BRUEl

&

KJAER

4189,

n." sene

4189,

homologado pelo Institute Portuques

da Qualidade (Classe

1

de exactidao - IEC

60804),

verificado pelo Instituto de

Soldadura e Ouatldade - Boletim de Verlficacao Metrol6gica

06.034

de

2006.01.20;

- Calibrador BRUEl & KJAER n' serle

2518139,

homolog ado pelo Instituto Portuques da

Qualidade, verificado pelo Instituto de Soldadura e Qualidade - Boletim de

Verifica,ao Metrcloqica

06.034

de

2006.01.20;

- Termoanem6metro, TESTO 415, n." serle 01007154, calibrado no Instituto de Soldadura

e Qualidade - Certificacao de Calibracao

CGAS408/06

de

2006.08.31;

- Tripe de fixa,ao portatll,

NOTA:

0

son6metro foi calibrado antes e depois da medcao.

---_.~ ...

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ReIM(lr;') 'O:j.OfRAE.07

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ElabOi~

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(5)

'j Mefjicao D'! nivcis de pressi.'o ."I(7rI0ra

IFOe

ambt

r !£....'••m"'iii.s 'ccoroto-o ce cnsoos - DETERMINAf;'ii.O DO NIVEL SONORO MEDIO DE

,_ L°!f9A_l:lYR~,"~Ao,

L.

["~;J

R.WI Major Miguel

~erreira, fI~-:50

- 482rn=A'-FE-- consorcta MSFIOPCA

Tel:253 495 944. Fax253 495 845

4. DEFINIC;:OE5 E METODOLOGIA DE CALCULO

4.1. DEFINICOES E PARAMETROS CONSIDERADOS

Os pararnetros utilizados neste retatorlo, na analise dos resultados do ensaio e na

verlfica9ao regulamentar sao as que se enumeram seguidamente.

LAeq e 0 nivel sonora continuo equivalente de cada medir;:a.o efectuada, com filtro de

ponderacao de rrequenclas

uA".

LAfK/. m~dio e a media logaritmica ponderada do nivel sonora continuo equlvalente de cada

uma das medicces.

Solo ainda caracterizados outros pararnetros:

Lso

e

0 valor do nivel sonoro, com filtro de ponderacao de ftequenclas "A", que

e

excedldc

em 50% do tempo de dura<;~o da amostragem.

L

95

e

0 valor do nivel sonoro, com filtro de ponderacao de frequencias

"N,

que e excedido

em 95% do tempo de curacao da amostragem.

LMax

e

0 valor do nivel sonoro maximo, com tiltro de ponderacac de frequercias "A", que

e

obtido duracao da amostragem.

LMin

e

0 valor do nfve! sonoro minimo, com filtro de ponderacao de frequencias "A", que

e

obtido curacao da amostragem.

Entende-se que:

- Ruido ambiente

e

a ruido global observado numa dada circunstancia num determinado

instante, devido a um conjunto de fontes sonoras que

tazem

parte da

vlzinhanca proxima ou longfnqua do local conslderado .

• Ruido de vtzinnence

e

0 ruido assoclado ao uso habitaciona! e as actividades que lhe

sao Inerentes, produzido direetamente por afguem ou por lntermedio de

outrem, per coisa

a

sua guarda ou animal colocado sob sua responsabiJidade,

seja susceptivel de afectar a saude publica ou a tranquilidade da vizinhanca.

lndicador de ruldo diurno (Lday ou 41)

e

0 nivel sonoro de long a duracao, conforme

detinido da NP1730-1:199S, expresso em dB (A), para 0 perlodo diurno - das

7as 20 horas.

,

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(6)

Mt.'dir;iio de nllicis de pressao sonore g;,tedita$ .ocorcto! ,j'} cnsoos " . DETERMiNACAO DO NivEL SONORO MEDIO DE

, L ONGA DURACAo

IFOe

ambi

ee , e

I

-",ro,

~_

_

L2"~ Rua Major Miguel Ferreird, n", 50- 4820 FAFE coi1".sdrcloMs;=iopcli--­

Tel:2~J 495 844. Fax:253 495 845

lndicador de ruida entardecer (Le..emng ou Le)

e

0 nlvel sonora de longa duracao,

conforme definido da NP1730-1:1996, expresso em dB (A), para 0 perlodo de

entardecer - 20

as

23 horas

- Indicador de ruido nocturno (L"ighl ou Ln)

e

0 nivel sonora de long a duraC;8o, conforms

definido da NP1730-1 :1996, expresso em dB (A), para 0 periodo nocturne - 23

as

7 horas.

- Indica dar de rulda diurno-entardecer-nocturno (Lden )

eo

indicador de ruldo, expresso em

dB(A), associado 80 inc6modo global.

4.2. METODOLOGIA DE CALCULO

A

analise dos resultados do ensaio e a ccrnparacao destes com as exigencias

regulamentares

e

efectuada atraves da forrnulacao que seguidamente se expoe:

Indicador de rufdo diurno-entardecer-nocturno (Lden)

1

l'

'"I

lO+3xlO

'eN

'"."1 )

L

=lOlog- 13xlO

/10

+8xlO

;'0

dM

24

Media logarftmica ponderada

L

10 (1

~

LA",i/)

Aeq =

log

T

7::ti

X

lO

/10

em que,

n e

0 numero de medi~6es efeetuadas

t,

e

a curacao de cada uma das rnedicoes efeetuadas

LAeq,l

e

0 nivel sonora continuo equlvalente de registado em cada uma das rnedlcoes

Teo

scmatorlc dos tempos de curacao de cada uma das rnedicoes

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nelil!I'J'i';~4 IQ1. RAE. 0:; 1::_"""-~

DKI; 1 de A!)rl_~{<) de 20lt7

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Mor,jrlXOfl-«",;'$;"" 0 co 31} j'lfI. 07 ...L .._..._ ._c 1"B.O,nil (.12,; _"---- _

(7)

Medir;ao tie Iliveis de pressao 50rl0"iI

nue

ambit·

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aaeo'itaf$! ;,)t,Q;ot6rio ck: cnsrnos • DETERMINACAO DO NiVEL SONORa MEDIO DE

____J9'!_~~pURA_';A()_

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--RuB "'CljO,-Migup.{ Ferre/rd.

f1~.50-

4""0 FAFE COl1sorr;jo MSFIOPCA

~~~--~. Te/:15J 495 844 .. Fax:253 495 845

5. METODOLOGIA DO ENSAIO

Em todas as rnedicoes efectuadas foram tidas em constderacao as especlflcacoes

constantes da nonnalizacao portuguesa, nomeadamente a NP-1730/1996 (Acustica: Descric;iio

e mediC;8o do ruido ambiente) bem como os documentos elaborados pete Instituto do Ambiente

referidos anteriormente.

5.1. ICENTIFICACAo CAS FONTES CE Ruico

De seguida, apresenta-se as diversas fantes de ruldc assocladas a cada ponto de rnedicao:

--l

PONTO DE MED1C;:AO

1

FONTES DE RulDO NO PERiODO DIURNO

- Animals (caes. passaros):

- Trafeqo rodoviario das vias adjacentes;

~ Ruldo de vizlnhanca.

2

- Trateqo rodoviarto das vias adjacentes e de vias a distancia: - Animais (caes. passeres, aves de capoeira):

- Ruido de vizinhartca.

3

- Trafeqo rodovlario das vias adjacentes e de vias a distancla: - Animals (caes. passaros):

- Subestacao da EDP;

n

- Animals

«aes, passeres);

I 4 - Trafego rodovlerio da via adjacente;

I

I -

Ruldo de vizinhan<;a.

~

FONTES DE RU;OO NO PERiODO 00 ENTARDECER

--J

I

PONTO DEI

MEDIl;;AO

- Animais (caes, passaros. grilos);

1~'- Trafeqo rodcvlario das vias adjacentes e de vias a distance,

~ - Ruido de vizinhan<;a.

- Animals (caes. passeres, grilos);

2 - Tratego rodoviarlo das vias adjacentes e de vias a distencta:

- Ruldo de vtainhanca.

r'8~t~ritl 341.0IiiAE.or ,-·",·m;,;"

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(8)

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Medir;.10 de-ruvess de pmsslio sonora

e.g;t'dito~$! cooctcn, (1.'0' enscnos - DETERMINAr;.AO DO NivEL SONORO MEDlO DE

LaNGA DUR~~AO

IFOe

ambir

l

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Ruiiiii/orMiguel Felmira,

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48'10 FAFE C o'ls6rcio·.';fSFiopCA'--­

- . Tel. 153 495 844 • Fax:25J 495 845

'

-

Trafeqc rodoviario das vias adjacentes;

3 - Animals (caes. passeres. grilos);

~l

SU besta ya O da EDP;

I

-

Animais (caes, passaros. grilos); "

~

Trateqc rodoviario da via adjacente e de vias a drstancia;

L

_ _-1-1 • Rutco de vlztrmenee. 4

PONTO DE I

FONTES DE RUIOD NO

remoco

NOCTURNO

MEDlCAo

- Animais (caes, grilos);

1 • Trateqc rcdcviarlc das vias adjacentes e de vias a distancia:

- Animais (caes, grilos);

2

- Trafego rodcviano das vias adjacentes e de vias a dlstancia:

- Animals (caes, grilos, aves);

- Trafego rodovlarto de viasa dtstancia:

3 - Subestacao da EDP;

]

I

4 L~fegO""

o

adJ

ee

s~ ' - - - ­

5.2. PERioDO E DURA'VAO DAS MEDI'VOES

o

ensaio baseou-se na recolha de amostras de ruido ambiente, em dais dias

distintos, em cada um dos perlodos de referencla.

A escolha do intervalo de tempo de medilfao permite obter um valor representativo da

situacao a caracterizar. Neste caso, foi considerada, para cada medilfao, uma duralf80 de

30

minutos.

Em cada urn dos dias de rnedicao foram realizadas, para 0 periodo diurno, duas

amostras, desfasadas no tempo, com a duralf80 de 30 minutos.

Para as perlodos entardecer e nocturno, foi reafizada uma amostra em cada periodo com

a duracao minima de

30 minutos.

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L

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Medl~ijo cle m~'eis de pressJo sonora

IFOe

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»n

,

iWedit"fao 'ooootceo oc { ] : 1 5 0 i C S ' / - DETERMINACi40 DO NiVE:L SONORO M~DIO DE

LONGA DURAi;AO

~'",

Rua Major MiguelFerreira, nO.~O - 4S20FAFE COJJs6rCloMS'riOpCA

--~~

reczss

495 844 •

Fitl(: 253 495 845

5.3. LOCAlS OE MEOI~AO

As medivc5es foram executadas nos seguintes pontes, tambem indicados na planta em anexo, durante as periodos de referencla diurno, do entardecer e nocturne:

Ponto 1 (P1) - junto

a

zona comercta':

Ponto 2 (P2) - junto

a

zona habitacional, a sui das habitacoes.

Ponto 3 (P3) - junto ao edificio da central de Picote;

Ponto 4 (P4) - junto ao receptor sensivel (habitacao) mais proximo da escombreira.

As poslcoes do equipamento de rnedicao foram escolhidas sempre a pelo menos 3,5m de

superficies reflectoras, sendo que a altura acima do solo foi de cerca de 1Am.

Na analise dos resultados, foi considerada, para cada ponto, a media logaritmica ponderada des valores obtidos.

5.4. CONDI~OES ATMOSFERICAS

As condicoes atrnosfericas caracterizaram-se por temperaturas a variar entre 21 e

2BoC

e

vento com velocidade maxima de 1.9 m/s.

6.

ANALISE DE RESULTADOS

6.1. ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR

Salientam-se os seguintes artigos do Decreto-Lei 9/2007, de 17 de Janeiro pela

lrnportancia do seu conteudc:

Art 11° rf1 - Em funr;fjo da cfassificar;ao de uma zona como mista ou sensivet, devem

ser respeitados

os

seguintes velores

de

exposir;fjo:

- "As zonas mistas nao devem ficar expostas

a

ruido ambiente exterior superior

a

65dB(A) expresso pelo inaicsoor

L"""

no periodo diurno

e

55dB(A) no

perkxio

nocturno

expresso pe/o indicador Ln " .

--:-';~i~~o,,(' ;41-;::{lAf'.!);-~'

.----

--_. --- ---.,---

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(10)

Medictio de nlveis de prrJssao sonor.r

~ed;ta~E2 rctorcro.c 0;; ersccs - DETERMINAcAo DO NiVEL SONORO MEDIC DE

- L9~_~_1D()~,l\_£~g

!FQC

ambi

~.;;]

RIJ<I Major Miguel

Ferreira;--ii".~r

-

4B:lO-FAFE.--­ consorcso MSF/OPCIl

Te/;253 495 844. Fa;c;2SJ 495 845

- "As zonas sensiveis nao devem noer expostas

a

rukio ambiente exterior superior

a

55dB(A), expresso peto indicador L"", no per/odo dfumo e 45dB(A) no periodo nocturne

expresso pefo indicador

in ";

Arl 11° n02 -

as

receptores sensiveis iso/ados nBo integrados

em

zonas classificadas, par estarem localizadas fora dos perimetros urbenos,

sao

equiparados, em fun~ao dos usos existentes na sua proxfmidade,

a

zonas sensfveis ou mistas, para efeftos de aplicBfBO dos correspondentes va/ores limite fixados no presente artigo.

Art 11° n03 - "Ate a c!assificat;ao das zonas sensiveis e mistas, (. ..) para efeitos de venlicat;BO do valor fimite de exposit;80, aplicam-se aos receptores sensfveis os va/ores limite

de Ld~il igual ou inferior

a

63dB(A)

e

Lnigual ou inferiora 53dB(Ar

Art

11°

n04 - Para efeitos de verifica,;ao de conformidade dos vafores fixados no presente artigo,

a

avaliat;ao oeve ser efectuada junto do ou no receptor sensive/, por uma das seguintes formas:

a) Realizat;80 de medit;oes ecustices, sendo que os pontos de medit;80 devem, sempre que tecnicamente possivel, estar afastados, pe/o menos 3,5m de quetouer estrutura reflectora,

a

exceoceo do solo, e situar-se

a

uma altura de 3,8m

a

4,2m acima do sofo, quando aplicavel, ou de 1,2m

a

1,5m de altura acima do solo ou do nivel de cada piso de interesse, nos restantes casos;

b) Consulta de mapas de ruido, desde que a situat;iio em verificat;tio seja passivel de caracterizat;80 etreves dos valores nefes apresentados.

6.2. ANALISE DOS RESULTADOS DO ENSAID

A analise dos resultados, realizada a partir das medi~oes efectuadas e com base nas

formulacoes apresentadas apresenta-se stnteteada nos quadros seguintes.

II Re/~:¢rh

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(11)

Medifao de nNei.'i de pressao sonora

2g.ed;t"$ rcrorcrono (;e cnso'cr ,~h' - DETERMINACAo DO NivEL SONOROMEDIO DE

IFOe

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'1

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Rua Major MiglJ,;rFerreiril, nC.50 - 4fi;;O FAFE ccasorc.c MSFfOPCA

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-Analise dos dados: Ponto 1

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(0,) ,",6 dBIA) J<l.' dBfA) 2!1.< <fir,) fMTAllDECER (2lI:DDhh13;OOh) NOCT\.IIVlO (ZMO~ 18 DMWl) ,~ ~"'"' '''''ul-<l1

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I

comoaracsc ccm vatores-ltmfte legais: Ponto 1

Determtneceo do nrvet sonoro mente de longa duracao

lndcacor Valor obtido Valor-Limite

(Zonas neo classificadas)

Valor-Limite (Zonas sensiveis) Valor·ljmilll (ZOnasmi:;;tas) c,,, L. 45 dB 1M 27 dB (A) 63dB (A) 53 dB (A) 55 dB (A) 4S dB (A) 65 dB (A) 55 dB (A)

Analise dos dadcs: Ponto 2

Perlodo de

_<'Ida

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IlUIltNO [01:0!1118aD:OOh} " ..MO'

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"',M-e,

2>Jul-el ;

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I

Ocmparacao com valores-ltmite legais: Ponto 2

Detemunacsc do nlve! scnoro m~~~o delcnqa durayao_.

rnolceoor Valor obtoc Valar-Limite

(zonas neo dassificadas)

Valor·Limi\e (ZOIl:» sensfveej Valor-Limite (Zonas mlSlas) Lden L. 39 dB (A) 33 ee (Al 63dB(A) 53 dB (A) 55 dB (A) 45dB (Al 65dB (A) 55 dB (A) ,-~~- ---~----~-

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(12)

Medi<;ao de nivei.s de pressiio sonora

IFOe

~red;ta~es ctorcrono de

ambi~'H

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LONGA DURA~.tI()

,.ucl Major Miguel Ferreira, n''..~fO ~-462ci FAFE ----t-Olls6'ri;-iOMsFiopCA

l

c,,,'::;j ...

Tel:253 495 844. FilX:253 495 845

Analise dos dados: Ponto 3

PMOdO do ,.".,rtlr\Cia DIURNO (07:0Uh., U.~0lI)

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>0,7."1/1) I

comparacao com vatores-limlte leqate: Ponto 3

Determlnacao do nrvet sonorc medro de IQnga duracac

tnolceccr Valor obtido Valor·Limite

(Zonas nllo dassificadas)

Valor-limite (Zonas senaiV8is) Valor-Umi\a (Zonas mial2ls)

Lo"

L" 4Q dB (A) 32 dEl fA) t93 dB (A) 53 dB {A} 55 dB (A) 45 dB (Aj 55 dB (A) 55 dB (A)

Analise des dados: Ponto 4

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DIURNO (D1:00h •• 3IUCllI)

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ccmparacao com valores-limite legais: Ponto 4

Determtnacao do nrvet sonoro medio de longa curecac

Indicador Valor obtido ValOf-limita

(Zonas nAo ctaeerncaoas)

Valor-Limite (Zonas senslveis) Valor-Limile (Zonas mistas) Lden L" SO dB (A) 42 ee (A) 53 dB (Aj 53 dB (Aj 55 dB {Aj 45 ea (A) 55 dB (A) S5 dB (Aj Ei"iJ{JJ!'l:-···---~~-·-1 v'-;:~',:;~"---r'

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(13)

Medi!:ao de rJlveis de pJe5S80 sonora

!!cr4!d!r~'<1g :ob(I/~'}'iO de f.'r~~;:::':)S - DETERMINAf;AO 00 NiVEL SO/VORO MEDia DE

I

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IFOe

ambirr

1

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LONGA DURA~AO I 1"""1""1 Rl/a Major Mig'Iel Ferreira, nQ . 5 0

-4820 FArE ---·Cons6rcio MSF~OPCA

- Tel:253 495 844. FaX:153 495 845

7. CONCLUSOES

Do ensaic efectuado, da analise dos resultados apresentada e tendo par base 0 disposto

nos n.01, 2 e 3 do artigo11° do Regulamento Geral do Ruldo, verlflca-se que:

• Em todos 05 pontes, as envolventes anaJisadas

esteo

expostas a um valor de

Lden inferior ao valor definido para zonas sensiveis;

• Em tocos as pontos, as envolventes analisadas estao expostas a urn valor de

lnight inferior ao valor definido para zonas sensiveis;

Fate, 2 de Agosto de 2007

o

tacnico, ~irector t~cnico,

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~Lo~S, en~.

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ambl·M.1t lA.'

(14)

Medic;:ao de nivJ!is de pressiJQ sonora

!!E....lYdit,,~!!s ieee.orono eke; CIY;;I.')S

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- DETERMJNA(,:AO DO Niva SONORO MEDia DE

___

",1,,_9IVG~JlY_~~f~.9

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-Ru8i1i:3jof'-'~Jg/Je(Fiimlfil;-lIo.50

-':'-'4Iii,i FAFE---­ consorcio MSFIDPCA

Tel:l~J 495 844. Fax:25J 495 845

ANEXO 1- PLANTAS DE LOCALIZACAO

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ReJ8I{)fiO ~4U)1JiiAE.07 Vf:,-'ir·:,~;

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Dd!~; ~ de A!l'Clslo de ;;0'.'7

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(15)

,,'"'

,

Medir;ao de (liv~is de prcssao semora

otxxctouo oe ensotos

IFOe

, e:;n!dlta$

ambirr",

- DErERMINACAO DO NIVEL SON ORO MEDIO DE

LONGA DURACAo

L

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..Io. Ruii Major Miguel Fern~ira, "o'50---iifioFAFE'--­ Cans6rdo MsftlOpcj,,'-­

rei. 153 495 844 ~ Fax 2S3 495 84S

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(16)

·~ !v"

'vV

I ",,-,"" MedidJo de niycis depress;}o sonora

lalxP)'0r' ~ oo l~r'5G!OS DErEfi'M'~IAr;AO 00 NivEL SONORO MEDlO DE

LONGA OURACAo

IFOe

ambl

l

"''''':::~

En..I", RUfJ MiJjo~ Miguel Fenei;.i; nO.50 - 4820 FAFE H

---- 'COn'S6r(;fo-MSfiopCA'--­

TeL253 49:; 844 • Fax.253 495 845

ANEXO

II -

REGISTO FOTOGRAFICO

DA CAMPANHA DE MEDIf;AO

---,---.-­

rr~~,a:t(jQ J41~01.RAE~07:'--·---

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VNiliCCJfJ

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fofOdTh·JI:__ !?'fU,;,i(' (> d~ 3G)or /j7

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(17)

Mcdf,iJo de nivels d1!: pre~sao sonora

IFOe ambi

!!cr~ito~£2

iooorctono .:,' CllSlJiOS . OETERMrNACA'o 00 HivE£. SONORO MEDIO DE

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~g_'!.C!.A_PtH~_~f,:A 0

Rua Maior Miguei Ferreira, fI".50 - 4810 FAr'E consorcrc MSF;IOPCA

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f~~l'~J

rel.25.14!J5 844 • FRX.Z~J 495 845

Foto 1: Ponto 1

Foto 2: Ponto 1

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: Rcl~t6riO'141_01.R,t1LOT f.iilbOI~J;I-., I \ienf'CQU~, ~ '

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(18)

I

R'1

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ambir!

",,,,nt.

Medic;tio de nil/cis dO'! pressoo sonora

___octose ce 8J1bUlOc - DETERMINACAo DO NivEL SONORO MEOlO DE

!!..£....1'1'd;t~!!!! h,'­

- LO,vC;A DURA9'AO

RiiiNiajor MlglieTFeI'rBira,'ii"':jri= 482i)FAFE-­ -'Conso/e;;;' MSFIOPCA'­

l__

!.~~

Tel:25J 495 844. Fax:25J 4951145

Foto 3: Ponto 2

Foto 4: Ponto 2

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i Kl','Mori{; JJ, 'J~R/lE.a;

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(19)

L

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Hue

ambi

,,-,inn

Medlfitio de mvels de prflssao snnnra

acr~d;tQ.22 iabQlot6:;'o (.18 enscos - DETERMINACAO DO NivEL SONORO fIA~DIO DE

L()~Ci~ DURA-.filQ

LOnOI

En...,,"] Rua Major Miguel Ferreira, nO.50- 4820 FAFE -ConsOrclo-MSF/OPCA

Tef:253 495 844. Fax:253 495 845

Foto 5: Ponto 3

Foto 6: Ponto 3

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I RO-<lIO'IO ]41!.'J RAE-OT I EI"l<oJr~Y

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(20)

,m"~~,,!().-I

"

Mc-dic:ilo de nilieis de pressiio sonora

e:c'editaf~ rctorctoso OC or'5;:,05 - DETERMINACAo DO NiVEL SONORQ MEDID DE

- LONGA DURA(:AO

~'"I

Rua MajorMiguel

Ferre,ra,

nO.50 -::::4820FAFi=--­ -CofiS:orcioM..'iFr6pCA

IFOe

ambir'c,

L--,Enoatos

Te/:253 495 844. Fax:253495 845

Foto 7 Ponto 4

Foto B: Ponto 4

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(21)

se i~ , j Medil=BO de niveis. de pressao sonar" 'ccorotono oe ensotos

IFOe

arnbif'Y~'i"

. DETERMINAr;Ao DO NivEL SONORO MEDIO DE

~(J""GAP{,lRA~'AO

I

"'''''::~::

En...

",J

RU<I Major Miguel Ferreiril, n".:50- 4820 FAFE --'Cons6rclo MSFIOPC.ii'

Tel:253 495 844 • FaxZ53 495 845

ANEXO 111- DOCUMENTACAO

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RnlcU<l'io _")4~AH.r/i!l.F DJ Eia;J()ro~

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nacronatde acrf"dita.~iKJ, que

AMBIMJNHO • Ensaios e Analises Ambientais, Lda.

Laborat6r1o de EnY-ios

Rua Major MigueL Ferreira, n." 50" 1°

4820·276 Fafe

cnrnpre ccrn 0, crtterros de a~redltao;:~o para Laboratories de EI1~10

estabcteejdos n~

NP EN ISO/lEe 17025:2005

RequiSI[O~ sera;: de competencia para labor~(ori{JS de enl<l;o

e cann-acjo.

Aecredueceo dencnsua ecorceeencta tecntca para 0 ambito oescdtc

no(~l Anexol~) Tecnico(ll com 0 rnesmonumerc de ,,~n=ditao;:ao, E' 0

fundonamento de urn siu<,ma de ge!till' ee q~a\ldade.

Aecrcdnecsc t' valida enqueruo 0 Iaboratorto conlintldr a cumprir com lodo\ os cnterim de a(rt'<j,tao;:ito e~t~.belp~i~~l.

A at:r~dita~'ii(l foi oofl,:edidaem 1OOS'07-19.

n prcsente (en:ificado tem 0 nurnero d", ecreduacso

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e tot ernltido.em 2006 11-27 5ub'lituinoo 0 an.terion'tlen'.... emittcc em

2005-07·19.

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tecpctdo Cortez

Director

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AenttdJde a ~suir indiclld~ esta ecrecnada cone llltJor~I"';1l de [n~O$,

segundo a norma HP EN ISOIIEe j 7025:2005

AMBIMINHO . znsetcs e AniHises Amblentals, Lda.

tebcretertc de-Ensaios

~_ Rua Major Miguel Ferreira, n." 50· I" En""'e<;Q 4820.176 Fate 4~jr,",,-, (001;3((0 David Ma~ihj,~ Conto<t Telefone .l51. ZSl 495 844 tax ~j~'. IS) 495 845

E-mail R".!_~ (~_~m.i?1!I!l!lJ'(~., c.\Ii" Internet www,a....biminho.co....

Resume do Ambito acrednado A,u~<iitat;on Scapf' SUI!lmUry

Acll.lic~ e Vibracoe, ,v,."U" .-;n,J V;~r"'M"

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P,od"a Te<l

AO-iSTICA "IIIBRAt;(jES

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R"ido ambienle Medi~Q dOl L1i.~il de p~<ao 'o"oro, [r;l~,kl oe

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~rrnina~ilodo ni.o;I!.myra rned,o de 1000~a a"r~"io

Ru;<kl A"alia~~o d. expOIio;.;o au ruido durante 0 trab"I~"

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Referências

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