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História e Organização Básica de Computadores

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História e Organização Básica de

Computadores

(2)

Introdução

• Durante a evolução do computador digital moderno foram

projetadas e construídas centenas de diferentes tipos de

computadores.

• Grande parte já foi esquecida há muito tempo, mas

alguns causaram um impacto significativo sobre ideias

modernas.

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Geração Zero (1642 – 1945) (1/12)

• A primeira pessoa a construir uma máquina de calcular

operacional foi o cientista francês Blaise Pascal (1623 –

1662).

– Foi construído em 1642, quando Pascal tinha apenas 19 anos, e foi projetado para ajudar seu pai, um coletor de impostos do governo francês.

– Era inteiramente mecânico, usava engrenagens e funcionava com uma manivela operada à mão.

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Geração Zero (1642 – 1945) (2/12)

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Geração Zero (1642 – 1945) (3/12)

• Trinta anos mais tarde o matemático alemão Gottfried

Wilhelm von Leibniz (1646 – 1716), construiu outra

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Geração Zero (1642 – 1945) (4/12)

• Em 1822, Charles Babbage (1792 – 1871), então

professor de matemática da Universidade de Cambridge

e inventor do velocímetro, apresentou a sua Máquina

Diferencial.

– Era um dispositivo mecânico que, assim como o de Pascal, só podia somar e subtrair.

– Foi projetado para calcular tabelas de números úteis para a navegação naval e fazia as operações através do método de

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Geração Zero (1642 – 1945) (5/12)

• Máquina Diferencial de

Babbage.

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Geração Zero (1642 – 1945) (6/12)

• Embora a máquina diferencial funcionasse razoavelmente

bem, Babbage se empenhou no projeto e construção de

uma sucessora denominada Máquina Analítica.

– Também era inteiramente mecânica e era composta por quatro componentes:

• A armazenagem (memória).

• O moinho (unidade de cálculo).

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Geração Zero (1642 – 1945) (7/12)

• Máquina Analítica

de Babbage.

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Geração Zero (1642 – 1945) (8/12)

• O grande avanço da máquina analítica era ser de uso

geral.

– Lia instruções de cartões perfurados e as executava.

– Perfurando um programa diferente nos cartões de entrada, era possível fazer com que a máquina analítica realizasse cálculos diversos.

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Geração Zero (1642 – 1945) (9/12)

• Visto que a máquina analítica era programável em uma

linguagem de montagem simples, ela precisava de

software.

– Para produzir este software, Babbage contratou uma jovem de nome Ada Augusta Lovelace.

– Assim, Ada Lovelace foi a primeira programadora de computadores do mundo.

– A linguagem de programação Ada® tem esse nome para

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Geração Zero (1642 – 1945) (10/12)

• Infelizmente Babbage nunca conseguiu depurar

completamente o hardware.

– O problema era que ele precisava de milhares de dentes e engrenagens produzidos com um grau de precisão que a tecnologia do século XIX não podia oferecer.

– Ainda assim, suas ideias estavam muito à frente de sua época e até hoje a maioria dos computadores modernos tem uma

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Geração Zero (1642 – 1945) (11/12)

• No final da década de 1930, um estudante de engenharia

alemão chamado Konrad Zuse, sem conhecer o trabalho

de Babbage, construiu uma série de máquinas

calculadoras automáticas usando relés

eletro-magnéticos.

– Suas máquinas foram destruídas pelo bombardeio aliado em Berlim em 1944, portanto seu trabalho não teve nenhuma

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Geração Zero (1642 – 1945) (12/12)

• Um pouco mais tarde, nos Estados Unidos, duas pessoas

também projetaram calculadoras.

– John Atanasoff, no Iowa State College, usando aritmética

binária e a memória composta por capacitores recarregados periodicamente para impedir fuga de carga.

• Processo utilizado nas memórias DRAM modernas.

– A máquina de Atanasoff nunca se tornou funcional.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (1/12)

• O estímulo para o computador eletrônico foi a Segunda

Guerra Mundial.

– Durante a fase inicial da guerra, submarinos alemães estavam causando devastação em navios britânicos.

– As instruções de comando dos almirantes alemães em Berlim eram enviadas aos submarinos por rádio, as quais os britânicos podia

interceptar, e interceptavam.

– O problema era que essas mensagens eram codificadas usando um dispositivo denominado ENIGMA, cujo antecessor foi projetado por Thomas Jefferson.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (2/12)

• A inteligência britânica conseguiu uma máquina ENIGMA no

início da guerra.

• Para decodificar as mensagens, o governo britânico montou

um laboratório que construiu o primeiro computador

eletrônico, denominado COLOSSUS.

– Alan Turing ajudou no projeto.

– A máquina funcionava desde 1943, mas foi tratada como segredo militar durante 30 anos.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (3/12)

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (4/12)

• Nos EUA, o exército precisava de tabelas de alcance para

mirar sua artilharia pesada.

– Estas tabelas eram produzidas por centenas de mulheres fazendo os cálculos com calculadoras de mão.

– Era um processo demorado e frequentemente surgiam erros.

• Em 1943, John Mauchley e J. Presper Eckert, financiados

pelo exército, passaram a construir um computador

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (5/12)

• O ENIAC consistia em 18 mil válvulas e 1500 relés,

pesava 30 toneladas e consumia 140 quilowatts de

energia.

• O ENIAC era programado com o ajuste de até 6 mil

interruptores.

• A construção da máquina só foi concluída em 1946, após

a rendição dos japoneses.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (6/12)

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (7/12)

• Eckert e Mauchley logo começaram a trabalhar em um

sucessor, o EDVAC (Electronic Discrete Variable

Automatic Computer).

– Esse projeto ficou fatalmente comprometido quando eles

deixaram a Universidade da Pensilvânia para fundar uma nova empresa, a Eckert-Mauchley Computer Corporation, na

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (8/12)

• Enquanto Eckert e Mauchley trabalhavam no EDVAC,

uma das pessoas envolvidas no projeto ENIAC, John von

Neumann, foi para o Institute of Advanced Studies de

Princeton para construir sua própria versão do EDVAC, a

Máquina IAS.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (9/12)

• Neumann percebeu que programar computadores com

quantidades imensas de interruptores e cabos era uma

tarefa lenta, tediosa e mecânica.

– O processo de programação poderia ser facilitado se o

programa pudesse ser representado em uma forma adequada para armazenamento na memória junto com os dados.

– Alan Turing desenvolveu a ideia praticamente ao mesmo tempo.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (10/12)

• Neumann também percebeu que a desajeitada aritmética

decimal usada no ENIAC podia ser substituída pela

aritmética binária, algo que Atanasoff tinha percebido

anos antes.

• A máquina IAS, embora não concluída antes de 1952, é o

protótipo de todos os computadores de uso geral.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (11/12)

• A estrutura geral da máquina IAS consistia em:

– Uma memória principal, que armazena dados e instruções.

– Uma unidade lógica e aritmética (ULA) capaz de operar sobre dados binários.

– Uma unidade de controle, que interpreta as instruções na memória e faz com que sejam executadas.

– Equipamento de entrada e saída (E/S) operado pela unidade de controle.

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A Primeira Geração (1945 – 1955) (12/12)

• Máquina IAS e John

von Neumann.

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A Segunda Geração (1955 – 1965) (1/2)

• A primeira mudança importante no computador veio com a

substituição da válvula pelo transistor.

– O transistor é menor, mais barato e dissipa menos calor que uma válvula.

– Diferente da válvula, que exige fios, placas de metal, uma cápsula de vidro e um vácuo, o transistor é um dispositivo de estado sólido, feito de silício.

– Foi inventado no Bell Labs em 1948 por John Bardeen, Walter

Brattain e William Shockley, pelo qual receberam o Prêmio Nobel de Física em 1956.

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A Segunda Geração (1955 – 1965) (2/2)

• O uso do transistor define a segunda geração de

computadores.

– Cada nova geração é caracterizada por maior desempenho de processamento, maior capacidade de memória e tamanho menor que a anterior.

• A segunda geração viu a introdução de unidades lógicas e

aritméticas e unidades de controle mais complexas, o uso

de linguagens de programação de alto nível e a

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A Terceira Geração (1965 – 1980)

• Os primeiros computadores de segunda geração

continham cerca de 10 mil transistores.

– Esse número cresceu para centenas de milhares, tornando a manufatura de máquinas mais novas e mais poderosas cada vez mais difícil.

• A invenção do circuito integrado de silício por Robert

Noyce em 1958 permitiu que dezenas de transistores

fossem colocados em um único chip.

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A Quarta Geração (1980 – ?) (1/2)

• Na década de 1980, a VLSI (Very Large Scale

Integration) tinha possibilitado colocar primeiro dezenas

de milhares, depois centenas de milhares e, por fim,

milhões de transistores em um único chip.

– Esse desenvolvimento logo levou a computadores menores e mais rápidos.

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A Quarta Geração (1980 – ?) (2/2)

• No início, os computadores eram tão grandes e caros que

empresas e universidades tinham de ter departamentos

especiais denominados centrais de computação para usá-los.

• Com a chegada do minicomputador, cada departamento

podia comprar seu próprio computador.

• Em 1980, os preços caíram tanto que era viável um único

indivíduo ter seu próprio computador.

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Componentes do Computador (1/16)

• No nível superior, um computador consistem em CPU,

memória e componentes de E/S, com um ou mais

módulos de cada tipo.

– Esses componentes são interconectados de alguma forma para realizar a função básica do computador, que é executar programas.

– Podemos descrever um sistema de computação descrevendo o comportamento externo de cada componente.

(33)

Componentes do Computador (2/16)

• Praticamente todos os projetos de computadores

modernos são baseados em conceitos desenvolvidos por

John von Neumann.

• Esse projeto é baseado em três conceitos principais:

– Dados e instruções são armazenados em uma única memória de leitura e escrita.

– O conteúdo dessa memória é endereçável por local, sem considerar o tipo de dados nele contido.

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Componentes do Computador (3/16)

• Existe um pequeno conjunto de componentes lógicos

básicos que podem ser combinados de diversas

maneiras para armazenar dados binários e realizar

operações aritméticas e lógicas sobre esses dados.

– Se houver um cálculo em particular a ser realizado, uma configuração de componentes lógicos projetados

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Componentes do Computador (4/16)

• Podemos pensar no processo de conexão dos vários

componentes na configuração desejada como uma forma

de programação.

– O “programa” resultante está na forma de hardware e é chamado de programa hardwired.

Sequência de funções aritméticas

e lógicas

(36)

Componentes do Computador (5/16)

• Agora considere um modelo de organização mais

"flexível", onde o conjunto de componentes estejam

conectados de forma capaz de executar várias funções

distintas, no qual sua execução varie de acordo com os

sinais de controle que forem aplicados.

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Componentes do Computador (6/16)

• Com o hardware de uso geral, o sistema aceita dados e

sinais de controle e produz os resultados.

– Assim, em vez de religar o hardware para cada novo

programa, o programador simplesmente precisa fornecer um novo conjunto de sinais de controle.

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Componentes do Computador (7/16)

• Como os sinais de controle devem ser fornecidos?

– O programa inteiro é uma sequencia de etapas.

– Em cada etapa, alguma operação aritmética ou lógica é realizada sobre alguns dados.

– Para cada etapa, um novo conjunto de sinais de controle é necessário.

– Para isso, acrescenta-se ao hardware de uso geral um segmento que pode aceitar um código e gerar sinais de

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Componentes do Computador (8/16)

– Programação no software Funções aritméticas e lógicas de uso geral Dados Resultados Interpretador de instrução Códigos de instrução Sinais de controle

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Componentes do Computador (9/16)

• A programação agora é muito mais fácil.

– Em vez de religar o hardware para cada novo programa, tudo o que precisa ser feito é oferecer uma nova sequência de

códigos.

– Cada código é uma instrução, e parte do hardware interpreta cada instrução e gera sinais de controle.

– Uma sequência de códigos ou instruções é chamada de

(41)

Componentes do Computador (10/16)

• Temos dois componentes importantes do sistema: um

interpretador de instrução e um módulo para funções

aritméticas e lógicas de uso geral.

– Esses dois constituem a CPU.

– Vários outros componentes são necessários para resultar em um computador funcionando.

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Componentes do Computador (11/16)

• Dados e instruções precisam ser colocados no sistema e

para isso precisamos de algum tipo de módulo de entrada.

– Esse módulo contém componentes básicos para aceitar dados e instruções em alguma forma e convertê-los para uma forma interna de sinais que possam ser usados pelo sistema.

• Também é necessário um meio de informar resultados, e

este tem a forma de um módulo de saída.

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Componentes do Computador (12/16)

• Mais um componente é necessário: um dispositivo de

entrada que trará dados e instruções sequencialmente.

– Mas um programa não é invariavelmente executado de forma sequencial.

– De modo semelhante, as operações sobre dados podem exigir acesso a mais do que apenas um elemento de cada vez em uma sequência predeterminada.

– Assim, deverá haver um lugar para armazenar instruções e dados temporariamente.

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Componentes do Computador (13/16)

• Esse módulo é chamado de memória.

– Ou memória principal, para distingui-la do armazenamento externo, ou dispositivos periféricos.

– Von Neumann indicou que a mesma memória poderia ser usada para armazenar tanto instruções quanto dados.

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Componentes do Computador (14/16)

• A CPU troca dados com a memória.

• Para essa finalidade, ela normalmente utiliza dois

registradores internos:

– Um registrador de endereço de memória (MAR)

• Especifica o endereço na memória para a próxima leitura ou escrita.

– Um registrador de buffer de memória (MBR)

• Contém os dados a serem escritos na memória ou recebe os dados lidos da memória.

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Componentes do Computador (15/16)

• De modo semelhante, um registrador de endereço de E/S

(I/O AR) especifica um dispositivo de E/S em particular.

• Um registrador de buffer de E/S (I/O BR) é usado para

troca de dados entre um módulo de E/S e a CPU.

(47)

Componentes do Computador (16/16)

• Um módulo de memória consiste em um conjunto de locais,

definidos por endereços numerados sequencialmente.

– Cada local contém um número binário que pode ser interpretado como uma instrução ou um dado.

• Um módulo de E/S transfere dados dos dispositivos

externos para a CPU e a memória, e vice-versa.

– Ele contém buffers internos para manter esses dados temporariamente até que possam ser enviados.

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PC MAR IR MBR I/O AR I/O BR Unidade de execução Módulo de E/S Instrução Instrução Instrução Dados Dados Dados Dados 1 2 3 n – 2 n – 1 PC = Contador de programa IR = Registrador de instrução MAR = Registrador de endereço

de memória

MBR = Registrador de buffer de memória

I/O AR = Registrador de endereço de entrada/saída

I/O BR = Registrador de buffer de entrada/saída

Referências

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