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CasoMcDonalds

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Academic year: 2021

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3.1 – Estudo de caso – operador Logístico – Martim Brower Baseado nas seguintes reportagens Gazeta Mercantil, Seção Transportes & Logística Maio de 2006 Jornal do Comércio, Logística Novembro de 2005 Revista Exame Outubro de 2006 Revista Frota S/A Dezembro de 2006 Revista Hotelnews Maio/Junho de 2006 Revista Tecnologística Outubro de 2006 Revista Transporte Moderno Junho de 2006 www.mcdonalds.com.br www.martin­brower.com.br

A Martin­Brower MB é uma multinacional americana especializada em logística              e em soluções para o mercado de food service. Original dos EUA desde 1934,        passou por uma série de fusões e compras até ocupar o posto do maior        distribuidor de produtos da rede de restaurantes fast­food McDonald´s nas        Américas, posição que mantém até os dias de hoje. A MB, empresa inspirada na        experiência de grandes holdings americanas, que oferecem soluções para        simplificar todo o processo de abastecimento de restaurantes, hotéis, hospitais,        bares, fast food etc. inaugurou no Brasil, uma forma inovadora de trabalhar o        conceito de broadline (linha ampla) no mercado de food service, com o objetivo        de facilitar e oferecer inovações aos empreendimentos do setor de alimentação.        Com a qualidade dos serviços que oferece, a MB permite que os cerca de 1000        clientes de sua carteira dediquem mais tempo ao atendimento nos seus        pontos­de­venda, uma vez que diminui a necessidade de controlar dezenas ou        até centenas de fornecedores e as etapas do processo de compra (orçamentos,        seleção de fornecedores e produtos, controle de qualidade, recebimento, estoque        e outros). A estratégia é concentrar todas as entregas que normalmente são        feitas por dezenas de fornecedores, este é o diferencial da MBB, explica Cláudio        Hebling, gerente geral da empresa. A empresa se responsabiliza por boa parte        do abastecimento e tem know­how comprovado no atendimento à restaurantes        comerciais, industriais, hospitalares e cadeias de alimentação, a empresa atende        de forma personalizada e direta, com custo/benefício comprovado.

Em São Paulo, o tradicional restaurante La Villette, localizado na Vilaboim, conta        com os serviços da MB desde 2003. Como a qualidade e a preocupação com a        segurança alimentar são premissas do trabalho do La Villette, o gerente do        restaurante Emerson Souza não teve dúvidas ao contratar a MB após conhecer        sua filosofia de trabalho. O La Villette é reconhecido por sua qualidade. O lema é        servir o que há de melhor; não apenas o melhor em apresentação, mas também o        melhor em qualidade e segurança para os clientes, conceitos que fazem parte da        atuação da MBB.

Hoje, a MB conta com uma equipe altamente qualificada, composta por        consultores técnicos, equipes de vendas, de suprimentos e de suporte        especializadas em prover soluções no atendimento ao mercado de food service,        além de tecnologia de ponta que garante a eficiência operacional em todos os        processos existentes. A empresa trabalha com estratégias e propostas        inovadoras, com agilidade nas entregas, confiabilidade no cumprimento de       

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prazos e preocupação constante com a segurança alimentar. História

1934 ­ J.J. e E.M. Brower iniciam as atividades em Chicago, nos Estados Unidos,          como fornecedor de serviços de atacado na área de papéis. Esta parceria é        dissolvida em 1945. Um ano depois, é formada a companhia de papel Brower e        em 1947, Melvin Schneider, genro de A .J. Brower compra a corporação.

1950 ­ Através da Companhia de Papel Brower é formada a Companhia de          Papel Martin, para oferecer serviços a restaurantes, lojas de varejo, e indústrias. 1956 ­ A Companhia de Papel Brower funde­se com a Companhia de Papel            Martin e compra mais de 50% das ações da National Paper Napkin        Manufacturing Company, formando a Companhia de Papel Martin­Brower. No        mesmo ano, inicia­se o extraordinário

relacionamento com o McDonald's. Ray Kroc seleciona a Companhia de Papel        Martin­Brower como fornecedora de produtos de papel para seu primeiro        restaurante em Des Plaines, Illinois.

1957 ­ A Companhia de Papel Martin­Brower organiza a Companhia de Papel            Perlman para atuar 2 como distribuidor de produtos para cadeias drive­in de        hambúrgueres e sorvetes em todo o país.

1958 ­ A Companhia de Papel Martin­Brower compra uma pequena cadeia de            supermercados para usar como projeto de pesquisa de mercado durante 1958        até 1962 . Em 1963 esta cadeia é vendida.

1962 ­ A Companhia de Papel Martin­Brower e a Companhia de Papel Perlman,            começam a abrir filiais e armazéns.

1964 ­ Através de aquisições e consolidações, formasse a Corporação          Martin­Brower. Até esta época, a companhia era primeiramente um fornecedor de        produtos de papel para o McDonald's e outros restaurantes de fast­food. No        entanto, abandona a palavra "Papel" de seu nome para melhor refletir sua        diversidade de produtos e serviços.

1972 ­ A Companhia Clorox compra a Companhia Martin­Brower. O McDonald´s            inicia o seu comprometimento com o conceito de "One Stop Shop" (fornecimento        total), no qual um único distribuidor fornece às lojas produtos alimentícios        congelados e secos, bem como produtos de papel para embalagem. Como o        McDonald´s torna­se a porção maior do negócio, a Martin­Brower estrutura­se        para um maior comprometimento, tornando­se, com o passar do tempo, o maior        distribuidor do país no ramo de food service.

1979 ­ A Dalgety Limited compra a Companhia Martin­Brower. Apesar do seu            envolvimento com a indústria de negócios agrícolas, a Martin­Brower continua a        manter a sua autonomia no gerenciamento do negócio de distribuição        personalizada.  O  primeiro  restaurante  McDonald´s  é  inaugurado em  Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro.

1982 ­ Setembro ­ A Martin­Brower começa a operar no Brasil, no bairro do          Limão, em São Paulo, atendendo três restaurantes no Rio de Janeiro e um em        São Paulo (Av. Paulista).

1986 ­ Em meados de outubro, alcança a marca de 28 restaurantes atendidos,          transferindo suas instalações para a cidade de Embu das Artes, onde já        armazena também os itens congelados.

1992 ­ É inaugurado o Centro de Distribuição no Rio de Janeiro, na cidade de            Queimados.

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corporação ProSource, uma também distribuidora de serviços alimentícios        personalizados.

1995 ­ A matriz da Martin­Brower muda seus escritórios para Lombard, Illinois.            Enquanto isso, um Centro de Distribuição é inaugurado na cidade de São        Francisco do Sul, em Santa Catarina.

1996 ­ A Unidade de Negócios Internacionais é criada para fornecer suporte de            distribuição aos restaurantes McDonald´s na América Latina. A distribuição para        o Brasil, Porto Rico, México, América Central e Caribe criam oportunidades        significantes para a Companhia Martin­Brower provando, mais uma vez, nossa        prontidão para servir o sistema McDonald´s.

1997 ­ A Corporação Martin­Brower é adquirida pela Reyes Holdigns, L.L.C., um            líder internacional em distribuição de comida e bebida. O Centro de Distribuição        Nordeste, na cidade de Recife, Pernambuco, inicia suas atividades, atendendo        os restaurantes da Região Nordeste.

1999 ­ As instalações no Embú ficam pequenas, havendo a necessidade de          aumentar toda a estrutura

para atender o crescimento do McDonald's e aumentar a capacidade de        estocagem da Martin­Brower e também da produção de outros dois grandes        fornecedores: Braslo ( carnes ) e Interbakers ( pão ). Pensando no conceito de        redução do custo do transporte entre o fornecedor e o distribuidor, conceito este        já implantado na Europa pelo McDonald's ( Rússia e Alemanha ) e já existente        entre a Martin­Brower e Braslo ( Embú ) e a Interbakers e a Vally ( Santo Amaro ),        é iniciado o projeto FOOD TOWN.

Para a construção do Food Town, se buscava a localização ideal: ­ Sudeste de        São Paulo; ­ Máximo de 30 Km de São Paulo; ­ Antes dos pedágios; ­ Boa        qualidade de mão­de­obra; ­ Boas condições ambientais; ­ Próximo ao futuro        anel viário; Foram analisadas mais de 100 propriedades, sendo que foram        visitadas em torno de 30, para a definição do local ideal e início das obras. Em        17 de maio, é inaugurado o Food Town – A Cidade da Alimentação. Um        complexo com 160.000 m² de área, onde funcionam atualmente três dos

principais fornecedores do sistema McDonald´s: Martin­Brower, Braslo e        Interbakers.

Novembro ­ Estrategicamente, um Centro de Apoio é implantado junto à fábrica          de pães da Interbakers em Juiz de Fora, Minas Gerais.

2000 ­ A Martin­Brower atinge o Padrão World Class no atendimento de toda a            cadeia de suprimentos do sistema McDonald's.

2001 ­ O CD de São Francisco do Sul é desativado e, em seu lugar, um outro            passa a operar em Curitiba, Paraná.

2002 ­ A Martin­Brower ganha um novo Centro de Apoio em Duque de Caxias no            Rio de Janeiro, desativando o CD de Queimados.

2003 ­ Nasce a MB , Unidade de Negócio fruto de uma joint venture entre a          Martin­Brower e a Bunge Alimentos.

2003 ­ A Reyes Holdings adquire a Bruce Edmeades,uma empresa de          FoodService e distribuição no Canadá.

2005 ­ A Reinhart FoodService, empresa com mais de 30 anos em seu ramo nos            Estados Unidos, é adquirida.

2006 ­ Henry J. Lee Distributors entra para o grupo Reyes Holdings como uma          unidade de negócios à 3 parte. A empresa é distribuidora de cervejas das        marcas Miller, Coors, Pabst, Corona e Yuengling, localizada nas cidades de       

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Charleston e Beaufort, na Carolina do Sul.

2006 ­ Três das melhores empresas de food service são adquiridas pela          Reinhart FoodService. Ao final do processo a Reinhart conta com um total de        16 empresas adquiridas! Não é à toa que o Grupo Reyes Holdings está entre as        21 principais empresas

privadas dos Estados Unidos...

Em julho de 2006, a Reyes Holdings L.L.C. anuncia um acordo referente à        aquisição da filial de Omaha, da empresa norte­americana Food Services of        America Inc. (FSA), a qual se junta a Reinhart FoodService, L.L.C. (RFS). A        aquisição da filial da FSA Omaha inclui um armazém refrigerado com mais de        11.600 m² em Omaha, ampliando a distribuição da

RFS em Nebraska, Dakota do Norte, Iowa, Kansas e Missouri. Em agosto, a        Reyes Holdings L.L.C. adquire a Filial da Perlman Rocque em Fridley, uma        empresa do grupo HAVI. A Filial Fridley, localizada no estado de Minnesota, é        agregada à Corporação Martin­Brower. A aquisição inclui um armazém de 4.181        m² e uma frota de 43 caminhões, o que aumenta o poder de distribuição da        Martin­Brower para Minnesota, Norte de Wisconsin, Dakota do Norte, Dakota do        Sul, Iowa, Nebraska e Montana. No mesmo ano, em outubro, a Reyes Holdings        continua crescendo e a Erwin Distributing Company em Frederick, Maryland, é        adquirida. Isto representa o equivalente a distribuição de mais de um milhão de        caixas de cervejas das marcas Miller Brewing Company, Molson Coors Brewing        Company, Boston Beer Company e Inbev. Esta nova adesão à Divisão de        Bebidas da Reyes Holdings passa a ser chamada de Premium Distributors of        Maryland. A compra inclui um armazém de 3.345 metros quadrados da Erwin        Distributing Company em Frederick.

Ainda em outubro, a The Larkin Wholesale Company, Inc., em Hagerstown,        Maryland, é adquirida, o que representa vendas anuais de mais de 700.000        caixas da Miller, Yuengling, Corona, Pabst, e uma variedade de outras marcas        para os condados de Washington e Frederick. Os direitos para distribuir as        marcas da The Larkin Wholesale Company são transferidos para a Premium        Distributors of Maryland Distributors.

2007 ­ Martin­Brower atende cerca de 9000 restaurantes do McDonald's no          mundo inteiro.

2008 ­ A partir de janeiro a Martin­Brower, empresa especializada em logística            para food service e maior distribuidora e operadora logística mundial de produtos        para o sistema McDonald’s, assume os negócios da MBB FoodsService dando        continuidade às suas atividades e contribuindo para o sucesso dos clientes e o        desenvolvimento do setor no país.

Missão

A Martin­Brower está empenhada em ser o melhor fornecedor mundial de        serviços e produtos para o setor de alimentos, oferecendo valor inigualável para        clientes e acionistas e criando um ambiente de trabalho excepcional para nossos        funcionários.

Visão

Excelentes pessoas, excelentes serviços, excelente valor. Valores “CARES”

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Capacidade para a mudança: valorizamos a flexibilidade, a inovação, a postura        pró­ativa e a disposição de assumir riscos.

Agir como uma empresa única: valorizamos o pensamento e atuação global e a        ajuda consistente entre todos para obter sucesso.

Relacionamentos: valorizamos relacionamentos duradouros construídos com          respeito, integridade e confiança mútuos para o nosso pessoal, clientes,        fornecedores e comunidades.

Execução: valorizamos o cumprimento daquilo que prometemos.

Segurança: valorizamos a saúde e a segurança de nossos funcionários e das        comunidades nas quais atendemos nossos clientes.

Soluções Food Service Fast­Food

A Martin­Brower possui vocação natural para atender redes fast­food. Afinal, a        empresa é parceira internacional do McDonald’s. Nos Estados Unidos, 16        Centros de Distribuição abastecem mais de 6.000 restaurantes da rede, 44% do        sistema McDonald’s no país. No Canadá, Caribe, América Central e Brasil, a        Martin­Brower é o parceiro logístico exclusivo do McDonald’s, sendo responsável        por toda a aquisição de produtos, armazenamento e distribuição aos        restaurantes. O comprometimento com os objetivos da rede, a dedicação em        atender o cliente de forma “tailor made” e a prestação de serviços de altíssimo        nível permitiram à Martin­Brower atingir o padrão “World Class” no atendimento        do sistema McDonald’s, conferindo à empresa expertise sem igual no segmento        de fast­food.

Quick Service e Casual Dining

Através de soluções que simplificam o abastecimento, a Martin­Brower atende o        segmento de estabelecimentos Quick Service e Casual Dining, respectivamente        restaurantes de serviço rápido e os que valorizam o prazer do ambiente e da        cozinha. Para este segmento, oferece um amplo portfólio de produtos        congelados, resfriados e secos, além de insumos não alimentícios, e os        armazena e distribui, atendendo com pontualidade e confiabilidade. Os produtos        destacam­se por sua variedade e qualidade,

e passam por inspeções em todas as etapas do 4 processo logístico, o que        garante sua integridade e a segurança alimentar. Suprindo todas as        necessidades do abastecimento de redes de alimentação e restaurantes, a        Martin­Brower permite aos clientes dedicar mais tempo ao crescimento de seus        negócios.

Hotéis e Hospitais

Por sua especialização, a Martin­Brower tornou­se fornecedora por excelência        dos serviços de alimentação de hotéis e hospitais, oferecendo alimentos normais        e especiais, e aquisição, armazenagem e distribuição dos produtos. Pratica        cuidados que incluem os mais elevados níveis de higienização e o controle da        temperatura dos alimentos em todo o processo, garantindo a segurança        alimentar. Esta confiabilidade se estende à precisão das entregas. Pedidos        coletados em palmtops são enviados a um sistema totalmente informatizado, que       

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assegura o cumprimento dos cronogramas de entrega em formatos flexíveis, que        podem ser personalizados conforme diferentes necessidades.

Alguns clientes hotéis e hospitais: Broadline (restaurantes)

Abrangendo todo o mercado do setor de alimentação, a Martin­Brower também        coloca à disposição de bares e restaurantes de diferentes portes um leque        diversificado de produtos, com serviços e benefícios que só uma empresa com o        conhecimento e a experiência da Martin­Brower pode oferecer. Aos clientes        deste segmento, são disponibilizados, através de serviços e de uma parceria que        se destaca pelo profissionalismo, uma oportunidade de otimizar recursos e        crescer continuamente, na medida em que a empresa compartilha seu knowhow        no atendimento a outros segmentos do food service.

Alguns clientes broadline: Transporte e Logística

Os serviços de transportes e logística da Martin­Brower também podem ser        contratados de forma independente. Estão disponíveis ao mercado todos os        avançados recursos presentes nos armazéns e na frota da empresa. Além do        transporte em veículos próprios, a Martin­Brower ainda realiza a gestão de        transportes, contratando e gerenciando transportadoras terceirizadas.

McDonald’s

Quando você experimenta os produtos McDonald's pode ter a confiança e a        tranqüilidade de que está consumindo uma refeição saborosa, nutritiva e bem        feita. O padrão de qualidade da rede não depende apenas do atendimento        rápido e cortês nos restaurantes, mas, principalmente, do modo como as        refeições são produzidas, armazenadas e distribuídas.O rigoroso controle de        qualidade começa longe dos restaurantes: nas propriedades rurais que oferecem        a matéria­prima para as refeições. Os produtores e criadores que abastecem os        fornecedores diretos do McDonald's seguem padrões acima da média exigida        pelo mercado e são monitorados periodicamente. O McDonald's acompanha        cada passo de seus produtos, do plantio até os restaurantes. Antes de entrar na        fábrica, as matérias­primas passam por uma rigorosa inspeção de qualidade. Os        fornecedores têm controles internos de higiene, temperatura e qualidade do ar        para garantir um elevado padrão ao alimento. Toda a rede de restaurantes        sempre opera com altíssimos padrões de qualidade. A empresa e seus        fornecedores mantêm equipes responsáveis pela segurança alimentar e        programas de treinamento para os funcionários de diversos níveis da cadeia de        produção. O transporte até os restaurantes é feito em carretas frigoríficas        especiais, equipadas para manter durante todo o percurso, simultaneamente, três        temperaturas diferentes em seu interior, garantindo as melhores condições para        os produtos secos, resfriados ou congelados. Nos restaurantes, o processo        continua rigoroso para assegurar a qualidade das refeições. Os produtos são        armazenados obedecendo também a critérios específicos de temperatura. A        higiene é encarada com extrema seriedade pelos funcionários. A lavagem e       

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higienização das mãos com sabão bactericida é feita periodicamente, a cada        hora.Tudo isso porque o McDonald's honra seu compromisso com a alimentação:        oferecer produtos saudáveis, seguros e de qualidade que integram uma dieta        nutritiva balanceada.

Qualidade em todos os setores

Não basta se certificar de que o produto é de boa qualidade. No McDonald's, os        ingredientes precisam chegar aos restaurantes com a mesma aparência e        consistência com que saíram da fábrica. Os caminhões da Martin­Brower,        operador logístico que faz a ponte entre os fornecedores e os restaurantes, 5 são        um exemplo da preocupação da rede com todos os processos da cadeia        produtiva de suas refeições. Para garantir a qualidade dos alimentos e a        eficiência na entrega, todos os veículos usados na distribuição dos produtos para        os restaurantes têm compartimentos com três temperaturas diferentes: de 24°C a        18ºC negativos, para os congelados; de 1ºC a 4ºC, para os resfriados; e        temperatura ambiente para os alimentos que não precisam de resfriamento. São        as mesmas condições utilizadas para conservar os produtos nos restaurantes.        Essa tecnologia de três temperaturas foi trazida pela Martin­Brower para o

Brasil em 1982 e o McDonald's é a única rede de restaurantes a utilizá­la no País.        Os caminhões são feitos por encomenda e contam com dois evaporadores, que        resfriam os alimentos, e divisórias móveis que deixam cada compartimento com        um tamanho diferente de acordo com a rota a ser percorrida. "O benefício está        em poder entregar todos os produtos de uma só vez. Em caminhões        convencionais, o restaurante receberia três entregas",afirma o diretor de        Operações da Martin­Brower, José Augusto Santos. Para o diretor de Compras e        Qualidade do McDonald's Brasil, Celso Cruz, o sistema da rede requer algumas        peças­chave para funcionar com perfeição, e uma delas é o sistema logístico. "A        logística é o que garante a entrega das encomendas na hora certa e com a        qualidade esperada", diz. "Além disso, há a vantagem operacional de o gerente        ter data e hora marcada para receber os produtos." Isso é importante pois, além        de poder programar sua agenda, na chegada da mercadoria aos restaurantes, os        gerentes devem testar as temperaturas dos produtos.Manutenção constante. A        qualidade do serviço da Martin­Brower não fica só na temperatura dos        caminhões.  Os  condutores  destes  veículos recebem treinamento em      procedimentos de qualidade, direção defensiva, direção econômica e em        processos de entrega. Além disso, fazem cursos de reciclagem profissional        anualmente.

Ao término do período diário de trabalho os veículos são lavados por dentro e por        fora e ainda passam por uma sanitização interna para garantir a higiene e a        qualidade dos produtos nas próximas entregas. Uma checagem da manutenção        também é realizada a cada início e fim de rota. Os caminhões ainda passam por        manutenção preventiva, que inclui troca de peças desgastadas. Mesmo as        entregas em lugares distantes têm a qualidade garantida. Para as regiões Norte        e Nordeste do Brasil, o envio de alface, tomate e cebola é realizado via aérea,        seja para o Centro de Distribuição de Recife, seja para entrega direta a        restaurantes. Nesse processo é utilizado um sistema de resfriamento com gelo        seco, isopor e mantas térmicas que garantem a temperatura entre 1ºC e 4ºC.

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Ingredientes com a garantia McDonald’s de procedência

O McDonald's só trabalha com os melhores ingredientes, entregues pelos        fornecedores mais qualificados do mercado. Boa parte desses fornecedores        produz exclusivamente para o McDonald's, sem comercializar para outros        clientes. Os ingredientes que compõem as refeições dos restaurantes são os        mesmos que você utiliza em casa, com o cuidado, a segurança e a qualidade da        rede. Todos os agricultores e pecuaristas que fornecem matéria­prima para o        McDonald's passam por uma certificação inicial e se submetem uma vez por ano        a auditorias para verificar se seguem todos os padrões exigidos. São avaliadas        as condições sanitárias e os processos que permitem rastrear rapidamente a        matéria­prima produzida.Todas as carnes utilizadas nos restaurantes ­ tanto a        bovina quanto a de frango e a de peixe ­ são 100% puras. Todos os lotes de        carne só são liberados para processamento depois de analisados em laboratório        e considerados 100% perfeitos para o consumo. Os legumes e as verduras são        cultivados com defensivos agrícolas, de acordo com a legislação vigente.O óleo        utilizado nas frituras do McDonald's, à base de sementes de algodão, soja e        palma, é livre de colesterol, estável a 180ºC (temperatura em que são fritos os        alimentos da rede) e contém carotenóides e vitaminas.Antes de entrar nas        fábricas, cada ingrediente passa por uma rigorosa inspeção, podendo ser        recusado caso seja detectado qualquer problema. A inspeção obedece a        padrões rígidos, que só o McDonald's exige no mercado. Tudo é avaliado, desde        a temperatura até o aspecto visual.Para garantir a qualidade durante o        processamento, as fábricas trabalham com uma temperatura ambiente constante.        Análises físico­químicas da produção são realizadas a cada hora e a qualidade        do ar é monitorada continuamente, evitando­se assim a proliferação de        microorganismos.Ao final de cada expediente, todas as áreas de produção onde        são processadas as carnes são lavadas com água aquecida a 50ºC e produtos        desinfetantes. As fábricas normalmente trabalham em três turnos, sendo um deles        destinado exclusivamente à limpeza.

Mc Donald’s ­ De ponta a ponta

Conheça a cadeia de produção dos principais ingredientes usados no        McDonald’s, desde os campos de cultivo e criação, passando pelo        processamento e pelo transporte até a chegada aos restaurantes e a preparação        dos produtos servidos aos consumidores.

Alface

O cultivo do alface americana foi introduzido no Brasil pelo McDonald’s com sua        sua chegada no país, em 1979. a decisão de trazer as primeiras sementes        deveu­se ao fato de que as variedades existentes no Brasil até então não se        adequavam ao padrão de qualidade da rede. Iniciado em São Paulo, na cidade        de Cotia, o plantio se expandiu para outras regiões. Minas Gerais (Três Pontas,        Boa Esperança, 6 Varginha, Santana da Vargem e Campos Gerais) hoje        concentra 90% dos fornecedores do produto para a rede. Os outros 10% vêm da        cidade paulista de Piedade. Dos campos de cultivo, o alface segue, em       

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caminhões refrigerados entre 1ºc e 7ºc, para Piedade/SP, onde está situada a        Refricon, empresa que concentra o fornecimento do alface para a rede de        restaurantes. A Refricon é responsável pela seleção e controle da qualidade de        todo o alface utilizado. Para garantir o abastecimento ininterrupto mantém junto        aos fornecedores um ciclo de plantio que lhes permite a produção média de 400        mil pés de alface por semana. Ao ser recebida pela Refricon., o alface é        selecionado e classificado segundo critérios de maturação e higienização. São        22 caminhoes refrigerados, carregados de alface, a cada semana. Os produtos        são transportados em contentores plásticos e uma equipe de técnicos e        engenheiros agrônomos da Regricon acompanha todo o processo, desde o        plantio até a entrega do alface maduro. Caso a equipe encontre qualquer        irregularidade ou infestação de inseto, o caminhão sequer é descarregado,        retornando à sua cidade de origem. Depois de inspecionadas e classificada        pelos técnicos, o alface é armazenado em uma câmara de espera especial, onde        permanece por no máximo quatro dias antes de ser processada para envio aos        restaurantes. A alface in natura, sem qualquer processamento ou corte, dura 21        dias. O McDonald’s utiliza em seus produtos apenas alfaces processadas, isto é,        picadas e higienizadas. Na sala de processamento de refrigeramento é feita a        limpeza, o corte e um banho com dióxido de cloro e água fria. Depois de        centrifugada, embalada e selada, ela é acondicionada em caixas de papelão,        com data de expedição, onde a temperatura varia de 1ºc a 4ºc. No mesmo dia        em que é processada, o alface é entregue à Martin­Brower. Ele é feito em        caminhões climatizados. Na chegada ao restaurante, o gerente confere se a        temperatura do produto e o aspecto visual se enquadram nas normas        estabelecidas pelo Mcdonald’s. O alface vai então para uma câmara frigorífica a        uma temperatura média de 2ºc, onde permanece até dez dias.

Batata

Elas são fornecidas pelas McCoin, empresa que abastece a rede em inúmeros        países. Após a colheita, as batatas saem dos campos de cultivo em caminhões        equipados com cintos transportadores em seu interior, que facilitam o        descarregamento e também evitam perdas do produto. No inverno os caminhões        são fechados para proteger as batatas. As batatas são armazenadas em        reservatórios e, quando estão prontas para ser processadas, são colocadas em        depósitos de água com máquinas agitadoras, e em seguida, em uma lavadoura,        na qual é feita , na qual é feita uma limpeza dos tubérculos. Depois de totalmente        limpas, as batatas seguem para um descascador a vapor, que possui um tanque        com capacidade para descascar de 270 a 290 quilos de batatas por vez. Com        injeção de vapor a alta pressão e temperatura, a casca da batata se solta após        20 segundos nessa máquina. Descascadas e escovadas, as batatas são        aparadas, para que sejam retiradas pontos negros, partes esmagadas ou        porções não­descascadas. Daí elas são levadas até um tanque de retenção com        água antes de passarem pelo cortador de tiras.. Depois de cortadas, seguem        para os branqueadores, tanques longos e cilíndricos com água em terperatura de        82ºc. É esse processo que permite que as batatas mantenham sua cor e sua        textura consistentes. Ainda na fábrica da McCoin, as batatas passam por uma        fritadeira de óleo na temperatura de 200ºc e quando retiradas, são agitadas num        portador vibratório que elimina qualquer excesso de óleo. Depois são enviadas a        um congelador à temperatura de 39ºc negativos e ali permanecem por 20       

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minutos. As batatas fritas estão finalmente prontas para serem empacotadas. Os        sacos de batatas são colocados em caixas de papelão e armazenados em        câmaras a 23ºc negativos. No restaurante a batata permanece no congelador até        serem fritas em óleo vegetal.

Carne

A Braslo, é a indústria de processamento de carnes situada na Cidade do        Alimento, a carne é armazenada em câmaras frigoríficas com temperatura        negativa. Os caminhões que fazem o transporte têm temperatura controlada, para        manter o padrão de segurança alimentar e conservação do produto. O        processamento da carne para a fabricação dos hambúrqueres segue os critérios        do Sistemas Total de Qualidade da Braslo, que integra os setores de        Desenvolvimento de fornecedores, produção, qualidade, e manutenção industrial.        Os hambúrgueres são feitos de carne 100% bovina, sem adição de conservantes,        e com teor de gordura concentrado, preservando o sabor natural da carne.

Laranja

Para obter um suco de laranja processado de alto teor de qualidade, a Minute        Maid Company mescla os melhores frutos produzidos no Brasil e na Flórida,        obtendo assim o sabor e a consistência que fazem do Mcfruit Laranja uma bebida        leve, deliciosa e nutritiva. O suco processado é transportado para os restaurantes        em caminhões climatizados, congelado a 23ºc negativos. A mesma temperatura        é mantida para o armazenamento nos congeladores dos restaurantes. O suco        passa por um processo de ambientação de 48 horas para descongelar. Após o        descongelamento, passa para a torre de bebidas do restaurante, onde é        conservada em refrigerador a uma temperatura de média de 2ºc.

Leite

O mix utilizado na produção dos shakes e sorvetes do cardápio de sobremesas        do McDonald’s é fornecido pelas melhores e mais conceituadas indústrias do        ramo, como Batavia e Polengi. O leite passa por um processo rigoroso de        industrialização. O processamento e o armazenamento do produto acontecem        nas fábricas e centros de distribuição das empresas fornecedoras do        McDonald’s. O 7 aprimoramento logístico assegura o abastecimento permanente        dos ponto­de­venda.

Tomate

As propriedades que fornecem tomates para a empresa têm um rígido controle        de água para irrigação. No município paulista de Piedade, a Refricon mantém        uma estação experimental para testes de novas variedades e melhorias        constantes nos tomates. Dos campos agrícolas, os tomates são transportados        em caminhões à temperatura ambiente e enviados diretamente para a fábrica.        São selecionados por cor, tamanho, aspecto e maturidade do fruto, então,        acondicionados em caixas de papelão. O produto é mantido sob refrigeração até        sua expedição. Da Refricon, o produto é entregue à distribuidora Martin­Brower,        em caminhão baú refrigerado com temperatura controlada. Após o recebimento,       

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a distribuidora faz as entregas nos restaurantes. No restaurante, o produto é        armazenado em câmara fria, com temperatura que varia entre 1ºc e 4º.        Dependendo da colaração do tomate, ele permanece de um a dois dias em um        amadurecedor, voltando à câmara fria e, posteriormente, para uso, vai para o        refrigerador. Para utilização na montagem das sanduíches McDonald’s,        permanece em uma cuba plástica, fatiado, sobre a mesa de condimentação, por        no máximo duas horas.

Pães

A farinha utilizada pela Intebakers na fabricação dos pães é fornecida pela        Cargill. O trigo, matéria­prima de todo esse processo, vem de plantação        brasileiras e argentinas. Logo que a farinha chega à FSBFoods, uma        amostragem é peneirada para que se possam fazer todos os testes        microscópios relativos a qualidade, higiene e aparência. Somente mediante        resultados desses testes é que a farinha pode ser descarregada na fábrica e,        então, toda ela é peneiradas, evitando assim a presença de impurezas. Para a        produção da massa, não são utilizados leite nem ovos, o que permite que as        pessoas alérgicas a esses dois produtos possam comer o pão.

Peixes

A empresa El Golfo desenvolveu modernas tecnologias de sonar nos barcos para        identificar a presença de cardumes no oceano, sempre respeitando a legislação        ambiental do Chile. Para preservar os peixes frescos, os barcos são equipados        com potentes sistemas de refrigeração e armazenamento. A descarga dos        peixes na indústria é feita por um moderno sistema de bombas de pressão a        vácuo, capazes de impulsionar os peixes sem que eles entrem em contato com        partes mecânicas móveis. Assim, o pescado é preservado inteiro, sem danos na        carne. Na fábrica da El Golfo, os peixes passam por rigoroso processo de        seleção que leva em conta critérios como cheiro, textura, aparência e        consistência da carne. A próxima etapa é uma limpeza profunda, em que são        retirados espinhas, vísceras, escamas e a gordura da carne. A merluza é        preparada em filés sobrepostos que formam um grande bloco congelado. É        nesse formato que os filés chegam à Braslo, a mesma indústria que processa as        carnes bovinas e de frango. Na Braslo, o bloco de filé passa por duas etapas de        serragem; os pedaços adquirem, então, o formato quadrado que você vê no        McFish. Os pedaços cortados são empanados: recebem duas coberturas, uma        líquida e outra seca, são congeladas, embalados e estocados à temperatura        média de 23ºc negativos. Estão prontos para serem distribuídas os restaurantes. Cidade do Alimento: complexo de excelência industrial

Presente no Brasil desde 1979, o McDonald's passou por um intenso processo        de expansão no final da década de 90. Para acompanhar o acelerado ritmo de        crescimento da rede no país e atender à demanda por produtos, os principais        fornecedores do Sistema McDonald's também sentiram a necessidade de        ampliar as instalações e investir em infra­estrutura para produzir mais e com        qualidade ainda maior. Assim nasceu a Food Town ­ ou Cidade do Alimento ­       

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complexo de excelência em produção, armazenamento e distribuição de        alimentos para o McDonald's Brasil. Inaugurada em 17 de maio de 1999 e        situada em terreno de 160 mil m², no km 17,5 da Rodovia Anhangüera, a Food        Town foi concebida dentro de um conceito moderno e inédito no país para o setor        de comércio de alimentos. Esse enorme complexo industrial, com 33,4 mil m² de        área construída em formato de "L", foi erguido por três grandes fornecedores do        McDonald's; as empresas Braslo (processadora de carnes); Martin­Brower        (empresa da área de logística e distribuição) e Interbakers (fabricante de pães).        Hoje, a Cidade do Alimento é um dos maiores centros de produção do país,        resultado de um alto investimento em qualidade: foram mais de USS 70 milhões        aplicados em sua construção. As condições de higiene da edificação foram        rigorosamente controladas desde o início das obras, o que se refletiu, por        exemplo, na escolha de materiais adequados para garantir assepsia total e um        altíssimo grau de segurança alimentar. O complexo tem a vantagem de reunir        fornecedores e distribuidor lado a lado, reduzindo o tempo e os custos de        transporte. A tecnologia dos equipamentos utilizados, de última geração,        proporciona qualidade, rapidez e eficiência ao processo produtivo.

A Cidade do Alimento brasileira é a primeira do Sistema McDonald's na América        Latina. Existem outras duas similares, uma na Alemanha e outra na Rússia. O        complexo permite a produção de 84 mil dúzias de pães por dia pela Interbakers e        de 100 toneladas diárias de carne (bovina e de frango) pela Braslo. A frota da        Martin­Brower, com mais de 100 caminhões distribui todos os produtos para os        restaurantes. Os veículos são equipados para o transporte seguro de alimentos        secos, resfriados e congelados. A Cidade do Alimento é hoje centro de        referência de qualidade não apenas no mercado brasileiro como em muitos dos        118 países em que o McDonald's está presente. São mais de 800 funcionários        trabalhando com um único objetivo: honrar o compromisso do McDonald's com a        alimentação, oferecendo produtos saudáveis, seguros e de qualidade. Tanto na        Cidade do Alimento, quanto nos Centros de Distribuição Regionais, os        ambientes são cuidadosamente limpos. Não há contato das caixas dos produtos        com o chão dos estoques, graças ao uso de pallets. A armazenagem dos        produtos segue sempre uma ordem determinada, para facilitar a carga e        descarga de caminhões. Além disso, as empilhadeiras que operam dentro dos        armazéns são movidas à energia elétrica ou bateria. Nada de óleo, de gás GLP        ou de qualquer outro combustível na área estocagem de alimentos, evitando        assim a poluição do ar.

A logística enxuta

O termo enxuto, como tradução de "lean", surgiu na literatura de negócios para        adjetivar o Sistema Toyota de fabricação. Tal sistema era lean por uma série de        razões: requeria menos esforço humano para projetar e produzir os veículos        necessitava menos investimento por unidade de capacidade de produção,        trabalhava com menos fornecedores, operava com menos peças em estoque em        cada etapa do processo produtivo, registrava um menor número de defeitos, o        número de acidentes de trabalho era menor e demonstrava significativas        reduções de tempo entre o conceito de produto e sue lançamento em escala        comercial, entre o pedido feito pelo cliente e a entrega e entre a identificação de        problemas e a resolução dos mesmos. A fabricação enxuta passou a ser       

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conhecida como fabricação "just­in­time" e sua adoção, por inúmeras empresas        em todo o mundo, obedecia a uma série de requisitos, dentre os quais podem        ser mencionados a mudança de produção empurrada para a produção puxada, o        desenvolvimento de fornecedores, a eliminação de atividades que não agregam        valor, a delegação de poder aos empregados para que propusessem idéias que        conduzissem a melhorias nos produtos e nos processos e o envolvimento dos        clientes no desenvolvimento de produtos. Como a repercussão econômica mais        visível da adoção do conceito lean sempre foi a redução de estoques, através de        entregas mais freqüentes e diminuição dos lotes de compra e/ou de fabricação,        surgiu no âmbito da logística a premissa do "ressuprimento enxuto", expressão        que erradamente muitos passaram a substituir por "logística enxuta". Enquanto o        ressuprimento enxuto é um conceito limitado, por considerar apenas as        operações de abastecimento, que pode ser inadequado por não avaliar        corretamente todos os trade­offs envolvidos em sua adoção (aumento dos custos        de transportes ou ineficiências provocadas nos sistemas de fornecedores e        clientes), o conceito de logística enxuta é mais amplo e envolve iniciativas que        visam a criação de valor para os clientes mediante um serviço logístico realizado        com o menor custo total para os integrantes da cadeia de suprimentos. Em        diversas publicações sobre as dificuldades da adoção do conceito de Supply        Chain é possível encontrar referências a conflitos entre potenciais parceiros        devido a fatores como atrasos nas entregas, erros na documentação,        embalagens inadequadas, etc. Todos estes fatores ocasionam perdas de tempo,        aborrecimentos,  retrabalhos  e  desconfianças,  entre  outros problemas,  comprometendo seriamente a constituição de uma cadeia. O pensamento enxuto,        quando aplicado, procura fazer com que as partes envolvidas trabalhem juntas        para eliminar essas fontes de desperdícios.

Soluções enxutas para o serviço logístico

A idéia não é a de que os clientes comprem menos e sim que tenham menos        dificuldades, menos aborrecimentos no momento de usar, de consumir os        produtos e serviços que adquirem. Então, assim como as empresas adotaram        práticas com o objetivo de eliminar ineficiências em seus processos de        produção, seria o momento, agora, de pensar em iniciativas que proporcionem        aos clientes uma experiência de compra e/ou consumo mais eficiente e com        menos sacrifício. Embora o princípio acima tenha sido enunciado pensando no        consumido final, eles é perfeitamente adaptável para todo tipo de cliente; mais        ainda, se pensarmos que toda empresa pertence a uma cadeia de suprimentos,        podemos, em alguns princípios, incluir os fornecedores como alvo das iniciativas        enxutas. Assim, por exemplo, se determinada empresa examinasse seu processo        de recepção de mercadorias, poderia encontrar maneiras de não desperdiçar o        tempo de motoristas e veículos dos fornecedores ou dos prestadores de serviços        que realizam o transporte inbound. O fabricante de móveis, que abastece as lojas        onde seus produtos são vendidos, saberia que de nada adianta entregar ao        cliente as mesas que este encomendou se as cadeiras, que também fazem parte        do pedido, não tiveram sua fabricação concluída no prazo acordado. Vejamos, o        exemplo da Martin­Brower, como alguns dos princípios do consumo enxuto        podem ser encontrados em soluções logísticas pensadas para tornar eficiente a        experiência de clientes.

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Solucionar totalmente o problema do cliente

A empresa procurou entender desde o início os critérios competitivos de seu        cliente: consistência (os produtos vendidos nas lojas são sempre iguais), rapidez        (a empresa atua no setor de fast food) e preço (os produtos McDonald's não são        os mais baratos do mercado, mas há uma preocupação em reduzir custos para        que os preços não se distanciem dos praticados pelos concorrentes). Para que        seu cliente tenha sucesso junto a seus clientes, a MB desenvolveu um projeto de        serviços logísticos que cotidianamente persegue aqueles critérios competitivos:        Junto com os principais fornecedores (carnes e pães), criou em São Paulo o        condomínio Food Town, que reúne as instalações fabris daqueles fornecedores e        o principal centro de distribuição da MB, onde são processados os pedidos        vindos das lojas e dos outros centros de distribuição da empresa. Todos os        produtos necessários para abastecer as lojas (à exceção dos refrigerantes)        convergem para o Food Town. O objetivo do projeto foi garantir a sincronia        necessária para atender rapidamente aos pedidos recebidos. Cada loja fixa suas        "janelas de serviço" e a periodicidade dessas entregas (duas a três por semana,        dependendo da loja) é um dos importantes indicadores utilizados pelo        McDonald's para medir o desempenho da MB. Também com o objetivo de        sincronização (de que "os produtos precisam funcionar e funcionar juntos"), a        grande maioria dos caminhões da MB possui três compartimentos em        temperaturas distintas para acomodar diferentes tipos de necessidades das        lojas, com o objetivo de minimizar o número de entregas e diminuir, também, a        probabilidade de que alguns produtos cheguem e outros não. Caminhões        frigoríficos com diferentes temperaturas Com o objetivo de evitar erros tanto na        emissão como no recebimento de pedidos, a MB desenvolveu o formulário        eletrônico para envio e recepção dos pedidos via internet. Esta medida reduziu        drasticamente os retrabalhos, entregas urgentes e falta de mercadoria nas lojas.        A MB instalou um sistema ERP com módulos de previsão de vendas,        recebimento de pedidos, controle de estoques próprios e dos fornecedores,        relatório de vendas por lojas e acompanhamento diário dos indicadores de        desempenho.

Para otimizar o número de caixas de produtos a serem transportadas por        caminhão e por rota, a empresa adquiriu um programa roteirizador que        determina, em função dos pedidos a serem entregues, a melhor rota para o        veículo. A MB mantém um Customer Service 24 horas, sete dias na semana, para        atender a emergências das lojas e dos motoristas no caso de haver algum        problema em rota. O McDonald's paga os custos operacionais declarados pela        MB e controla a parceria mediante um conjunto de indicadores que persegue a        eficiência operacional do parceiro. Através de medidas como o giro do estoque,        o número de funcionários MB por restaurante atendido, o percentual de pedidos        sem erro sobre o total de pedidos, o número de caixas entregues por rota, dentre        outros, o McDonald's garante que, através de uma logística enxuta, a MB possa        solucionar totalmente o seu problema. Por atuar num mercado maduro, com        intensa concorrência, o McDonald's está sempre pensando em promoções,        novos produtos, etc. A MB não é apenas um operador que abastece as lojas; é        um operador logístico integrado que administra a inteligência logística da cadeia,       

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desenvolvendo soluções que dêem respostas aos desafios enfrentados pelo        cliente, perseguindo o custo total mínimo para todos os integrantes da cadeia.        Embora o exemplo acima tenha procurado ilustrar o primeiro princípio do        consumo enxuto, podemos observar que o serviço logístico proporcionado pela        MB McDonald's está alinhado com vários outros princípios da moderna        administração de empresas.

MBsimplifica abastecimento de alimentos

A empresa oferece amplo portfólio de produtos para hotéis, restaurantes e        similares. Tem como proposta entregar o maior número possível de itens com        menor custo, minimizando o serviço de seus clientes, uma vez que diminui a        necessidade de controlar dezenas de fornecedores e as etapas do processo de        compra (orçamentos, seleção de fornecedores e produtos, controle de qualidade,        recebimento, estoque e outros). Esse modelo já é consagrado no exterior, pois o        planejamento e o controle de estoque é uma tarefa complexa, envolvendo a troca        de informações com dezenas de fornecedores de alimentos e o recebimento de        produtos de vários caminhões de diferentes marcas. "A MB está dando certo. Em        penas três anos, cresceu mais de 300%. No início eram cinco vendedores, hoje        são mais de vinte para atender a cerca de mil clientes.

Produtos

A MB dispõe de um portfólio com cerca de 1800 alimentos congelados,        resfriados e secos, além de outros insumos, como material de higiene,        descartáveis e utensílios duráveis, como piso de borracha. Para tanto utiliza        caminhões frigoríficos com diferentes temperaturas, o que permite entregar todos        os tipos de produtos de uma só vez. De acordo com Tupanangyr, outras        distribuidoras que atendem aos mesmos segmentos são especializadas, ou seja,        cada uma delas fornece somente um tipo de produto. Por isso, não são        consideradas concorrentes. Os pedidos podem ser feitos pela Internet ou durante        a visita dos representantes nos estabelecimentos. A entrega ocorre no dia        seguinte, observando todas as determinações e normas inerentes à segurança        alimentar, garante o presidente da empresa. Ele enfatiza que, para tanto, a MB        conta com "consultores técnicos, equipes de vendas, de suprimentos e de        suporte especializadas em prover soluções no atendimento ao mercado de food        service, além de tecnologia de ponta que garante a eficiência operacional em        todos os processos existentes".

Martin­Brower amplia suas atividades logísticas no País

Atualmente, a MB tem aproximadamente 1.200 clientes no Brasil, mas 80% do        faturamento da Martin­Brower no País é ainda proveniente dos negócios com o        McDonald's. Com a ampliação da divisão MB, a expectativa é que a proporção        caia para 50% no final de cinco anos. De acordo com o Tupanangyr Gomes Filho,        presidente da Martin­Brower para o Brasil e América Latina, não há nenhum        empecilho em relação ao McDonald's para que a empresa se diversifique. "O        McDonald's entende que não é interessante ter um operador dependente". Desde        que começou o projeto de expansão, a MB tem atraído cerca de 150 novos       

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clientes por mês. Em entrevista, o CEO da Martin­Brower, Greg Nickele, disse        ontem que a idéia é oferecer a mesma lógica de distribuição do McDonald's para        qualquer empresa do ramo alimentício, no sentido de simplificar o fornecimento.        "Hoje, no mundo inteiro, o McDonald's precisa basicamente de um operador. Isso        permite que eles gastem menos tempo administrando o fornecimento e mais        tempo para seus clientes", disse o executivo. Segundo Nickele, a situação atual        do mercado no Brasil em termos de estratégia de abastecimento assemelha­se        ao que havia nos Estados Unidos há 25 anos atrás, com um sistema fragmentado        e especializado em cada uma das cadeias de suprimento. Hoje, diz, uma        companhia no Brasil compra de 50 fornecedores, enquanto nos Estados Unidos,        a média é de cinco a oito fornecedores. "Nós servimos o McDonald's em quase        tudo o que eles precisam, dos guardanapos aos canudos. Naturalmente, não        pretendemos ser o único operador, uma vez que há muitos itens. Mas a nossa        inovação é tentar ampliar nossa linha de produtos para unificar ao máximo o        serviço de fornecimento", resumiu Tupanangyr Gomes Filho. Na América Latina, o        Brasil responde por 70% das operações da Martin­Brower, e é um dos países em        que a companhia tem maior potencial de crescimento, afirmou Nickele. "Existem        muitas semelhanças nos grandes mercados dos Estados Unidos, como Nova        York e Chicago e as grandes cidades brasileiras, como São Paulo em termos de        comércio e serviço alimentício".

Martin­Brower abastece restaurantes da rede McDonald´s de todo o Brasil A gestão de cadeias de suprimentos é praticada a partir de um conjunto de        abordagens que são empregadas como forma de integrar fornecedores e        varejistas. A integração desses setores permite organizar sistemas comerciais,        produtivos e de distribuição com o objetivo de minimizar os custos e de dar        eficiência à distribuição de produtos e sérvios. Além das questões relativas à        coordenação do fluxo de produtos e de informações, o planejamento e controle        de cadeias de suprimento precisam considerar também as políticas para        desenvolvimento e seleção da base de fornecedores. Paralelamente devem ser        planejadas abordagens para o projeto e gestão de eventuais conflitos em canais        de distribuição. Essa reportagem mostra um pouco dessa gestão de suprimentos        e de ferramentas utilizadas pela operadora logística Martin­Brower. A operadora        recebe as mercadorias, entregues pelos fornecedores, no Centro de Distribuição,        em São Paulo, de onde, depois de consolidar a carga, transfere cinco vezes por        semana para os CD Sul e três vezes para o CD Nordeste. Nos casos em que o        consumo do produto corresponde a uma carreta inteira, com capacidade para 28        paletes, a entrega é feita diretamente nos CD´s, localizados no Paraná e Recife.        "Para otimizar o abastecimento do CD é feita uma programação de envio de        carretas com produtos de temperatura ambiente, produtos congelados, secos e        mistos. Uma vez por semana é feita uma análise do consumo possível da semana        seguinte, o que determina se a coleta vai ser mista ou vai ser de uma temperatura        só", destaca o Diretor José Augusto R. Santos, responsável pela unidade        McDonald´s. A maior parte dos fornecedores está em São Paulo. O restante está        distribuído no Paraná (queijos), Goiás (queijos) e Minas Gerais. O armazém        principal de São Paulo, em formato de L, localizado no Condomínio Food Town,        Osasco, está posicionado entre o único fornecedor de pão e um dos dois        fornecedores de carne. A MB mantém de cinco a seis dias de estoque nos três       

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CD´s de onde saem as carretas carregadas para abastecer os restaurantes. Ao        entrarem nos armazéns da MB, todos os produtos resfriados e congelados        passam por um controle de qualidade com base na aparência e temperatura do        produto. "No caso da alface, por exemplo, eu abro aleatoriamente algumas        caixas, por amostragem, para ver a cor do produto, se não está oxidado, e meço        a temperatura também", diz Santos. Baseado nas informações dos restaurantes,        a MB entrega uma previsão de compras de oito semanas aos fornecedores para        programarem o abastecimento de matérias­primas e planejar a produção. A        providência permite também que as lojas mantenham o menor estoque, baseado        no consumo, que geralmente gira em torno de uma semana. A febre aftosa, que        restringiu o trânsito de animais e carne entre os estados do Sul, está causando        muitos transtornos à MB. O maior deles é a dificuldade para transportar os        produtos para os restaurantes de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para        contornar o problema, a MB está buscou alternativas. Entre elas a seleção de        fornecedores locais.

Carretas especiais e a disposição de produtos facilitam as entregas

A freqüência de entrega dos produtos nos restaurantes varia de duas a três vezes        por semana, de acordo com um planejamento que garanta o menor estoque        possível. A equação considera o volume de vendas e o tamanho do armazém        interno e do freezer. Para definir o dia de recebimento das mercadorias, o        restaurante fornece uma janela de entregas para a MB indicando os dias e        horários mais adequados ­ geralmente, períodos com menor público e sem        restrições de tráfego. A partir destas informações a MB estabelece a rota de        entrega com a preocupação de que também seja o trajeto mais econômico e que        assegure a melhor ocupação das carretas. As carretas possuem tecnologia para        medição de três temperaturas e divisórias móveis que permitem mudar a        configuração para duas temperaturas ou apenas para uma temperatura. "A        configuração mais utilizada é a de três temperaturas porque permite que os        restaurantes recebam todos os produtos de uma só vez", afirma Santos. Além        disso, os veículos contêm quatro portas laterais para facilitar a carga e descarga.        "Se a entrega ocorrerá pelo lado direito, o produto é colocado do lado direito",        explica Santos. A acomodação dos produtos nas carretas é feita de acordo com        o trabalho do motorista durante o descarregamento. Para saber onde as        mercadorias estão posicionadas no veículo e para qual restaurante deve ser        entregue, na hora da descarga, o motorista sai com um mapa de carregamento        feito pelos Operadores de Armazém. "O mapa indica onde está cada produto no        caminhão, qual o restaurante, a rota, se é o primeiro, o segundo ou o terceiro da        rota e, também, se o descarregamento é pela esquerda ou pela direita". No local        de entrega, o motorista disponibiliza os produtos na porta da carreta e o        restaurante coloca pessoas para fazer o descarregamento, da porta do caminhão        até os armazéns do restaurante. Existe um padrão de taxa de descarga que        estabelece quantas caixas por hora devem ser descarregadas e esse tempo é        utilizado para definir as rotas. "Hoje, em lojas de ruas, o padrão de movimentação        é de 230 caixas por hora. Em lojas de shoppings e em supermercados, o tempo        de descarga é mais lento: em torno de 140 caixas por hora", diz Santos.

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Para automatizar o relatório de entrega e medir o desempenho do motorista e da        carreta, os veículos de entrega são equipados com um palm top. No equipamento        são inseridos os relatórios de entrega indicando a temperatura da chegada dos        produtos no restaurante, a avaliação da entrega e possíveis reclamações dos        gerentes dos restaurantes. Outra forma de comunicação importante é o portal de        relacionamento na Internet, usado pelos restaurantes para emitir pedidos,        consultar rotas de entrega, fazer reclamações e receber comunicados de atraso        de veículos. Além disso, dentro do portal McPlace o franqueado pode imprimir        boleto bancário e consultar manuais de operação da MB. O software é o JD        Edwards, que redistribui a informação dos pedidos para as áreas operacional e        contábil para gerar o planejamento enviado aos fornecedores.

Referências

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