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CST em Redes de Computadores

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(1)

CST em Redes de

CST em Redes de

Computadores

Computadores

Comunicação de Dados II

Comunicação de Dados II

Aula 12 - Ethernet

Aula 12 - Ethernet

(2)

Ethernet – Introdução

Ethernet - Tecnologia LAN predominante

A IETF mantém os protocolos e serviços para as camadas superiores

do TCP/IP

Protocolos e serviços da Camada de Enlace do OSI são descritos por

várias organizações de engenharia e empresa privadas (protocolos

proprietários)

Os padrões Ethernet

definem os protocolos

da Camada 2 e das

tecnologias da Camada 1

O formato básico de

estrutura e esquema de

endereço é o mesmo

para todas as variedades

do Ethernet

(3)

Ethernet - Introdução

Origem do Ethernet

A primeira LAN do mundo foi a versão original da Ethernet.

Robert Metcalfe e seus colegas da Xerox a projetaram há mais de 30

anos.

Primeiro padrão foi publicado em 1980 por um consórcio da Digital

Equipament Corporation, Intel e Xerox

“This diagram was hand drawn by Robert M. Metcalfe and photographed by Dave R. Boggs in 1976 to produce a 35mm slide used to present Ethernet to the

National Computer Conference in June of that year. On the drawing are the original terms for describing Ethernet.”

(4)

Ethernet – Visão Geral

Padrões IEEE

1985, o comitê de padrões do Institute of Electrical and Electronics

Engineers para Redes Locais e Metropolitanas publicou padrões para

LANs

Numeração 802

Ethernet é o 802.3 (Física e Sub-camada MAC)

O Ethernet opera nas duas camadas do modelo OSI: Enlace de dados

e Física

(5)

Ethernet – Visão Geral

Camada 1

Envolve sinais, fluxos de bits e componentes físicos

Desempenha papel essencial na comunicação entre dispositivos

Camada 2

Compatibilidade tecnológica Sub-camada MAC se relaciona com os componentes físicos utilizados para realizar a comunicação e prepara os dados para transmissão Sub-camada LLC é independente dos equipamentos físicos

(6)

Ethernet – Visão Geral

Logical Link Control (LLC)

Funções descritas pelo padrão IEEE 802.2

Lida com a comunicação entre as camadas superiores e o software de

rede, e as camadas inferiores, tipicamente o hardware

Adiciona informações de controle para ajudar a entregar o pacote

O LLC é implementado em software

Implementação é independente dos equipamentos físicos

Em um computador, o LLC pode ser considerado como sendo o driver

da Placa de Interface de Rede (Network Interface Card - NIC).

(7)

MAC – Entregando os Dados ao Meio Físico

Sub-camada inferior da camada de enlace

Tipicamente implementado em hardware

(8)

Encapsulamento de Dados

Montagem do quadro antes da transmissão

Adiciona o cabeçalhoAdiciona o trailer

Análise de quadros em seu recebimento

Oferece delimitadores no enquadramento para identificar o grupo de

bits que compõe um quadro

Este processo oferece sincronização

Endereçamento da camada de enlace (endereço MAC)

Detecção de erros (CRC – Cyclic Redundancy Check)

(9)

Controle de Acesso ao Meio Físico

Controla a colocação e remoção de quadros do meio

Gerencia o controle de acesso ao meio (início de transmissão e

recuperação de falhas)

Topologia Lógica

Barramento multi-acesso

Nós compartilham o meio

Todos os nós recebem todos os quadros que trafegam no meio

O método de controle de acesso ao meio para a Ethernet clássica é o

Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection (CSMA/CD)

(10)

Implementações Físicas

A Ethernet tem evoluído para atender à crescente demanda por LANs

de alta velocidade

Se adaptou ao meio de fibra óptica

O mesmo protocolo que transportava 3Mbps pode levar 10Gbps

O sucesso da Ethernet se deve aos seguintes fatores:

Simplicidade e facilidade de manutenção

Capacidade de incorporar novas tecnologias

Confiabilidade

Baixo custo de instalação e atualização

(11)

Implementações Físicas

Com o Gigabit Ethernet a tecnologia LAN original foi levada para

distâncias que fazem da Ethernet uma Metropolitan Area Network

(MAN) e um padrão de longa distância

(12)

Ethernet – Comunicação via LAN

História da Ethernet

A base para a tecnologia foi estabelecida em 1970 com o programa

chamado Alohanet

Alohanet – rede de rádio digital projetada para transmitir informações

por uma frequência de rádio compartilhada entre as ilhas do Havaí

Exigia que seguisse

um protocolo no qual

uma transmissão não

reconhecida precisasse

de retransmissão após

um curto período de

espera

(13)

Primeiros Meios Ethernet

Cabo Coaxial ligados em forma de barramento

Thicknet (10BASE5) - cabo coaxial grosso que permitia distâncias de cabeamento de até 500

Thinnet (10BASE2) - usava um cabo coaxial fino que permitia distâncias de cabeamento de 185 metros.

(14)

Primeiros Meios Ethernet

Migração para novos meios físicos ocorreu com poucas alterações

Estrutura praticamente intocada do quadro de camada 2

Meios físicos, o acesso ao meio e o controle do meio evoluíram e

contiuam evoluindo

O cabeçalho e o trailer do quadro ethernet permancem

essencialmente constantes

Primeira implentações em ambientes de baixa largura de banda

Os cabos UTP eram mais fáceis de trabalhar, leves e mais baratos. E

substituíram os coaxiais

A topologia física foi alterada para uma topologia em estrela usando

hubs

(15)

Gerenciamento de Colisões na Rede Ethernet

Ethernet Legada

 Redes 10BASE-T – hub como ponto central e meio compartilhado

↑ dispositivos = ↑ tráfego = ↑ colisões

 Conexões Half-Duplex

Ethernet Atual

 Introdução de switches

 Switches passam a controlar o fluxo de dados ao isolar cada porta e enviar o quadro apenas ao seu destino adequado

 Diminui/minimiza colisões

 Conexões Full-Duplex

(16)

Mudança para 1 Gbps

Novas aplicações exigem maior desempenho das redes

Gigabit Ethernet descreve as implementações ethernet de 1000Mbps

Capacidade de transmissão full-duplex e uso de tecnologia UTP e

Fibra óptica

existente

Suporte para maiores

distância (MAN)

Aumento de desempenho

considerável

Atualização da

infra-estrutura de rede

nem sempre necessita de

substituição de

equipamentos

(17)

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

O Quadro – Encapsulamento do Pacote

(18)

O Quadro – Encapsulamento do Pacote

Tamanho do Quadro Ethernet

Mínimo: 64 bytesMáximo: 1518 bytes

Os campos Preâmbulo e Delimitador de Início de Quadro não são

incluídos quando se descreve o tamanho de um quadro

O padrão IEEE 802.3ac, emitido em 1998, ampliou o tamanho máximo

permitido do quadro para 1522 bytes para acomodar a tecnologia de

Rede Local Virtual (VLAN)

Se o tamanho de um quadro transmitido for inferior ao mínimo ou

superior ao máximo, o dispositivo receptor descarta o quadro

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(19)

O Quadro – Encapsulamento do Pacote

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(20)

O Quadro – Encapsulamento do Pacote

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(21)

Endereço MAC da Ethernet

Identificador exclusivo chamado endereço de Controle de Acesso ao

Meio (MAC)

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(22)

Endereço MAC da Ethernet

Burned-in address porque é gravado na ROM na NIC

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(23)

Numeração Hexadecimal e Endereçamento

Sistema de numeração de base 16

Utiliza números de 0 a 9 e letras de A a F

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(24)

Qual o fabricante da sua placa?

Veja em http://standards.ieee.org/regauth/oui/index.shtml Ou http://www.coffer.com/mac_find/

(25)

Outra camada de Endereçamento

Camada de Enlace de Dados

Endereço MAC Ethernet é utilizado para transportar o quadro pelo meio local Não é hierárquico

Camada de Rede

Endereço lógico Hierárquico Entendido da origem ao destino

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(26)

Ethernet Unicast, Multicast e Broadcast

Unicast: é o endereço exclusivo utilizado quando um quadro é enviado

de um único dispositivo transmissor para um único dispositivo de

destino

Multicast: O endereço MAC de multicast é um valor especial que

começa com 01-00-5E em hexadecimal

Broadcast: o pacote contém um endereço IP de destino que só possui

1s na parte de host. Em redes Ethernet, o endereço MAC de

broadcast possui 48 números 1 exibidos como Hexadecimal

FF-FF-FF-FF-FF-FF

Endereçamento de Camada 2 e o seu Impacto no

Desempenho e Operação da Rede

(27)

Controle de Acesso ao Meio Ethernet

CSMA/CD – O Processo

Verificação da Portadora

Todos os dispositivos devem ouvir antes de transmitir

Se detectar um sinal no meio, esperará um tempo antes de tentar

novamente

Se não há sinal, a mensagem será transmitida

Durante a transmissão o dispositivo continua detectando tráfego ou

colisões

Depois de enviar a mensagem, o dispositivo retorna a ouvir o meio

Multi-acesso

Dois dispositivos podem transmitir ao mesmo tempo

As mensagens se propogarão pelo meio até se encontrarem

Ao se encontrar, os sinais se misturam e a mensagem é corrompidaO sinal misturado continua se propagando pelo meio

(28)

Controle de Acesso ao Meio Ethernet

CSMA/CD – O Processo

Verificação da Portadora

Todos os dispositivos devem ouvir antes de transmitir

Se detectar um sinal no meio, esperará um tempo antes de tentar

novamente

Se não há sinal, a mensagem será transmitida

Durante a transmissão o dispositivo continua detectando tráfego ou

colisões

Depois de enviar a mensagem, o dispositivo retorna a ouvir o meio

Multi-acesso

Dois dispositivos podem transmitir ao mesmo tempo

As mensagens se propogarão pelo meio até se encontrarem

Ao se encontrar, os sinais se misturam e a mensagem é corrompidaO sinal misturado continua se propagando pelo meio

(29)

CSMA/CD – O Processo

Detecção de Colisões

Um dispositivo ouvindo o meio, ele pode detectar uma colisão

(aumento da amplitude do sinal acima do nível normal)

Quando detectada a colisão, o dispositivo transmissor continuará

transmitindo para garantir que todos detectem a colisão

Jam Signal

Ao detectar um colisão, os dispositivos transmitidos enviam um Jam

Signal

Utilizado para notificar os demais sobre uma colisão e que o algoritmo de

backoff seja invocado

(30)

Ambiente de meio físico compartilhado Ethernet

Todos os dispositivos têm acesso garantido ao meio

Nenhum dispositivo possui prioridade de transmissão

Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection

Detectar e tratar colisões

Gerenciar a retomada da comunicação

Esquema de

distribuição

coordenada

para detectar

a atividade

elétrica no

cabo

(31)

CSMA/CD – O Processo

“Backoff Aleatório”

Algoritmo que faz com todos os dispositivos parem de transmitir por um intervalo de tempo aleatório

Nesse período os sinais de colisão são dissipados

Após o intervalo, os dispositivos retornam ao modo de “espera de transmissão”

Garante que dispositivos não tentem transmitir ao mesmo tempo

(32)

CSMA/CD – O Processo

(33)

Hubs e domínios de colisão

Independente de se utilizar o CSMA/CD, algumas condições podem

resultar no aumento de colisões

Um número maior de dispositivos são conectados à rede

Os dispositivos acessam o meio físico de rede com mais frequência

As distâncias entre os dispositivos aumentam a cada dia

(34)

Sincronização Ethernet

A velocidade aumenta a complexidade no gerenciamento de colisões

Latência

Tempo que o sinal elétrico leva para se propagar ao longo do caboCada hub ou repetidor no caminho do sinal acrescenta latência

O Atraso acumulado aumenta a probabilidade de ocorrência de colisões

(35)

Sincronização Ethernet

Temporização e sincronização

No modo half-duplex, caso não ocorra uma colisão, o dispositivo de

transmissão enviará 64 bits de dados de sincronização (preâmbulo)

 O dispositivo enviará então, o quadro completo

Dispositivos Ethernet ≤ 10Mbps são assíncronos

Cada dispositivo receptor usará os 8 bytes dos dados de temporização

para sincronizar o circuito de recepção aos dados de entrada e descartará os 8 bytes.

Dispositivos Ethernet 100Mbps ou mais são síncronos(não necessitam

de temporização)

Para fins de compatibilidade o Preâmbulo e o Delimitador de início de

quadro devem estar presentes

(36)

Sincronização Ethernet

Tempo de bit

intervalo de tempo é exigido para inserção e detecção do bit no meioAproximadamente 20,3 centímetros por nanosegundo são normalmente

usados para calcular o intervalo de propagação em um cabo UTP. O resultado é que, para 100 metros de cabo UTP, leva-se menos de 5 tempos de bit para um sinal 10BASE-T ser transportado por toda a extensão do cabo

 no CSMA/CD Ethernet o dispositivo de transmissão deve prever uma colisão antes de completar a transmissão de um quadro de tamanho mínimo

 Em 100 Mbps, a sincronização do dispositivo pode acomodar cabos com algo em torno de 100 metros

(37)

Sincronização Ethernet

Tempo de bit

A 1000 Mbps, são necessários ajustes especiais, pois um quadro de

tamanho mínimo não seria inteiramente transmitido antes do primeiro bit atingir a terminação dos primeiros 100 metros do cabo UTP. Por esse motivo, o modo half-duplex não é permitido para Ethernet 10-Gigabit

Intervalo de Slot

Tempo de propagação do pulso eletrônico no meio entre 2 nós

 O intervalo de slot de 512 bits estabelece o tamanho mínimo de um

quadro Ethernet de 64 bytes. Qualquer quadro com comprimento menor que 64 bytes é considerado um fragmento de colisão ou runt frame e é automaticamente descartado pelas estações de recepção.

(38)

Sincronização Ethernet

(39)

Espaçamento entre quadros e Backoff

Espaçamento entre quadros

O padrão Ethernet requer um espaçamento mínimo entre dois quadros

que não colidiram

 este intervalo é medido desde o último bit do campo FCS de um quadro até o primeiro bit do preâmbulo do quadro seguinte

(40)

Espaçamento entre quadros e Backoff

Jam Signal

Ao detectar uma colisão, os dispositivos de transmissão transmitem um

"jam signal" de 32 bits que repetirá a colisão

 Isso assegura que todos os dispositivos da LAN detectem a colisão.

É importante que o

jam signal não seja detectado como um quadro válido, caso contrário, a colisão não será identificada

(41)

Espaçamento entre quadros e Backoff

Intervalos de backoff

Após a ocorrência de uma colisão, dispositivos que colidiram aguaradam

um tempo adicional para tentar a transmissão

Este tempo adicional é aleatório

Após 16 tentativas de transmissão do quadro, a camada MAC desiste e

gera um erro à camada de Rede

(42)

Camada Física da Ethernet

(43)

Ethernet 10 Mbps

As principais implementações Ethernet de 10 Mbps incluem:

 10BASE5 usando cabo coaxial Thicknet

10BASE2 usando cabo coaxial Thinnet

10BASE-T usando cabo de par trançado não blindado Cat3/Cat5

Codificação Manchester em dois pares

Topologia física em estrela

Até 100 metros de extensão

(44)

Ethernet 100 Mbps ou Fast Ethernet

As principais implementações Ethernet de 100 Mbps incluem:

 100BASE-TX usando UTP Cat5 ou mais recente

100BASE-FX usando cabo de fibra óptica

Dois passos de codificação separados são usados pela Ethernet

100-Mbps para aprimorar a integridade do sinal

Topologia física em estrela (100BASE-TX)

Conexões ponto-a-ponto (100BASE-FX)

(45)

Ethernet 1000 Mbps ou Gigabit Ethernet

Ethernet 1000BASE-T

A Ethernet 1000BASE-T fornece transmissão full-duplex

Usa todos os quatro pares do cabo Categoria 5 UTP ou mais recente

Ethernet 1000BASE-SX e 1000BASE-LX usando Fibra Óptica

Oferece imunidade a ruído, volume físico pequeno, maiores distâncias sem a

necessidade de repetição, e largura de banda Transmissão binária full-duplex a 1250 Mbps sobre dois cabos de fibra óptica. Overhead leva a taxa de dados para 1000Mbps

(46)

Ethernet – Futuras Opções

O padrão IEEE 802.3ae foi adaptado para incluir transmissão de 10

Gbps, full-duplex sobre cabo de fibra óptica

Está evoluindo para utilização não somente em LANs, mas também

em WANs e MANs

O 10Gbps pode ser comparado a outras variedades Ethernet nas

seguintes formas:

O formato do quadro é o mesmo, permitindo interoperabilidade entre

todas as variedades

O tempo de bit é agora de 0,1 ns. Todas as outras variáveis de tempo se

adaptam de acordo

Pelo fato de que somente conexões de fibra full-duplex são usadas, não

existe contenção de meio físico e o CSMA/CD não é necessário

As sub-camadas IEEE 802.3 dentro das Camadas 1 e 2 do modelo OSI

tiveram poucas adições para acomodar 40 km de links e interoperabilidade com outras tecnologias de fibra

(47)

Legado Ethernet – Usando Hubs

A Ethernet clássica usa Hubs

Não realiza qualquer tipo de filtragem

Alto número de colisões

Problemas no uso de Hubs

Escalabilidade

Latência

Falha de Rede

Colisões

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(48)

Ethernet – Usando Switches

“Os switches permitem a segmentação da LAN em domínios de colisão

separados.”

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(49)

Ethernet – Usando Switches

Nós são conectados diretamente

Largura de banda dedicada a cada porta

Ambiente livre de colisão

Operação em Full-Duplex

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(50)

Switches – Encaminhamento Seletivo

Pode ser considerado como o estabelecimento de uma conexão

ponto-a-ponto momentânea entre o receptor e emissor

Envio Baseado no MAC de Destino

O Switch mantém uma tabela MAC que relaciona o endereço de destino com a porta do switch

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(51)

Switches – Encaminhamento Seletivo

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(52)

Switches – Encaminhamento Seletivo

O swtich LAN usa 5 operações básicas

Aprendizado

Envelhecimento

Inundação

Encaminhamento

Filtragem

Compare o Uso de Switches Ethernet versus Hubs

em uma LAN

(53)

Protocolo de Resolução de Endereços (ARP)

O Processo ARP – Mapeando Endereços

O protocolo ARP oferece 2 funções básicas

Resolver Endereços IPv4 para Endereços MACManter uma cache de mapeamentos

(54)

O Processo ARP – Destino fora da Rede Local

(55)

O Processo ARP – Destino fora da Rede Local

Proxy ARP

Um host poderá enviar uma solicitação ARP buscando mapear um endereço IPv4 fora da faixa da rede local

Para fornecer um endereço MAC para esses hosts, uma interface do

roteador poderá usar um proxy ARP para responder em nome desses hosts remotos

O Proxy ARP pode ajudar os dispositivos em uma rede alcançarem sub-redes

remotas sem a necessidade de configurar o roteamento ou um gateway padrão

“Por padrão, os roteadores Cisco têm o proxy ARP

habilitado em interfaces LAN”.

(56)

O Processo ARP – Destino fora da Rede Local

Desvantagens do Proxy ARP

Aumenta o tráfego ARP no segmento

Hosts necessitam de tabelas ARP maiores para lidar como mapeamento

de endereços

Problemas de segurança. Um dispositivo malicioso pode alegar ser o

proxy ARP

Não funciona em redes não baseadas em ARP para resolução de

endereços

(57)

ARP – Removendo Mapeamento de Endereços

(58)

Broadcasts ARP - Problemas

(59)
(60)

Instituto Federal Catarinense -

Campus Avançado Sombrio

Av. Prefeito Francisco Lummertz Júnior, 930

Bairro Januária - Sombrio/SC - CEP 88960-000

Referências

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