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REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL 2009

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Academic year: 2021

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REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL 2009

Regulamento Geral

 Torneio aberto a todos os praticantes independentemente de serem ou não licenciados: jogadores que nunca foram filiados terão handicap 20, jogadores não filiados mas que já estiveram classificados no Ranking oficial da FPB, ser-lhes-á atribuído o handicap correspondente à última categoria a que pertenceram. Jogadores não filiados detentores de uma Categoria de Honra ser-lhes-á atribuído o handicap correspondente a essa Categoria.

 As equipas poderão ser formadas livremente representando o clube e a região a que maioritariamente pertençam os jogadores que a constituem;

 Não há qualquer tipo de restrições no que concerne à composição dos pares;

 Para cada encontro existirá um handicap, este é em função do índice de valor das equipas e do número de mãos a jogar;

 Para o cálculo do índice de valor dos jogadores componentes de cada equipa será válido o último ranking oficial disponível;

 As Fases Regional e Inter-Regional não requerem a presença de árbitro, durante a realização dos encontros, a menos que seja exigida a sua presença por qualquer das equipas competidoras, o que deverá ser feito por escrito até 7 dias antes da realização do encontro;

 A responsabilidade da marcação dos encontros, bem como os locais, cabe aos capitães das respectivas equipas;

 As receitas das provas revertem a favor da Associação Regional responsável pela organização dos encontros, sendo destas a responsabilidade por eventuais despesas com a arbitragem;

Assim, a prova será desenrolada em 3 fases, a saber: - Fase Regional

- Fase Inter-Regional - Fase Final

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FASE REGIONAL

A Fase Regional destina-se a apurar 24 equipas para a fase Inter-Regional.

O número de equipas a apurar por cada Associação Regional será proporcional ao número de praticantes licenciados por cada AR.

Para a época 2009, foram atribuídas as seguintes quotas para cada AR: - ARBLisboa 16 Equipas

- ARBNorte 4 Equipas - ABCentro 4 Equipas

Cada AR determina a fórmula de apuramento para a Fase Inter-Regional.

Esta Fase tem de estar concluída em 19 Março’09. Até esta data, as AR devem impreterivelmente comunicar à Direcção da FPB a identificação das equipas que foram apuradas e aceitaram disputar a fase Inter-Regional. Tendo em vista evitar as situações de faltas de comparência na fase Inter-Regional, adoptam-se os seguintes critérios: na Zona 1, caso alguma das AR não indique a totalidade das equipas, as vagas poderão ser preenchidas pela outra AR; na Zona 2, caso a ARB Algarve ou a ARB Sul do Tejo não indiquem a totalidade das equipas, as vagas poderão ser preenchidas por equipas da ARBL, por ordem de suplência.

FASE INTER-REGIONAL

A Fase Inter-Regional destina-se a apurar 6 Equipas para a Fase Final às quais se juntam as 2 Equipas da Madeira e dos Açores.

Jogam-se 2 eliminatórias em sistema KO, sendo estabelecidas pela FPB as datas para a realização dos encontros, caso não exista acordo entre as equipas;

O Sorteio nesta fase será condicionado de modo a emparceirar equipas agrupadas na mesma zona ( ARBN + ABC ).

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Em caso de empate jogar-se-ão mais 4 mãos; se o empate subsistir, o desempate é efectuado pela diferença de pontos totais do encontro;

Na impossibilidade de chegarem a acordo quanto a datas, o capitão da equipa visitada é o responsável pela apresentação de 2 datas alternativas. Se subsistirem as datas discordantes, os casos serão resolvidos pelo Departamento Desportivo da F.P.B..

Para efeitos de homologação, as equipas com o mesmo número de vitórias serão ordenadas ex-aequo.

Sempre que forem solicitados, os árbitros serão nomeados pelo Conselho de Arbitragem.

As suplências são ilimitadas dentro de cada região e são determinadas pela classificação da Fase anterior fornecida pela Associação Regional respectiva.

Esta Fase tem de estar concluída em 15 Abril’09.

FASE FINAL

DATA: 30 de Abril, e 1, 2 e 3 de Maio 2009

LOCAL: A indicar pela Associação Regional da Madeira

EQUIPAS: No máximo 8, sendo 6 provenientes da Fase Inter-regional e 1 de cada uma das

Regiões dos Açores e da Madeira.

FÓRMULA: A definir pela Associação Regional da Madeira

SUPLÊNCIAS: Por classificação da Fase Inter-Regional.

Caso não seja possível uma AR preencher completamente a sua quota face às Equipas que mostrarem desejo em participar na Fase Final, poderá promover acções com vista a encontrar novas soluções que lhes permita completar os lugares em aberto.

ÁRBITRO: A nomear pelo Conselho de Arbitragem

COMISSÃO

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NOTA:Em situações imprevistas que prejudiquem o bom funcionamento das provas, a Direcção da FPB, depois de ouvidas as ARs, reserva-se o direito de promover fórmulas com

critérios lógicos e compreensíveis, que permitam responder cabalmente às novas situações criadas.

Handicap

O valor do Handicap será numericamente atribuído mediante a aplicação da seguinte fórmula:

( I1 – I2) x n H =

150

Onde:

H: Handicap

I1: Índice médio da equipa de maior índice de valor I2: índice médio da equipa de menor índice de valor n: Número de mãos do encontro

Cálculo do Índice de Médio:

Para cada equipa o índice médio In será calculado da seguinte forma:

I1i + I1ii I1 = 2 I2i + I2ii I2 = 2 Onde:

I1i é o índice médio da 1ª parte da equipa 1

I1ii é o índice médio da 2ª parte da equipa 1 I2i é o índice médio da 1ª parte da equipa 2 I2ii é o índice médio da 2ª parte da equipa 2

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Os índices I1i , I1ii , I2i , I2ii serão calculados somando os índices de valor dos 4 componentes individuais e dividindo por 4.

PROIBIÇÃO DE FUMAR

Em todas as provas oficiais da FPB e nas áreas onde as mesmas decorrem será proibido

fumar. A proibição vigorará a partir do momento em que o local de jogo esteja disponibilizado

para a respectiva competição e até ao termo de cada sessão. A inobservância desta regra constitui infracção disciplinar.

UTILIZAÇÃO DE APARELHOS ELECTRÓNICOS OU SIMILARES

Será absolutamente proibida a utilização de aparelhos electrónicos ou similares,

auscultadores, telemóveis, etc. durante as provas oficiais. A proibição vigorará a partir do momento em que o local de jogo esteja disponibilizado para a respectiva competição e até ao termo de cada sessão. A inobservância desta regra constitui infracção disciplinar. A título

excepcional um praticante pode previamente solicitar ao DT autorização para, por motivo de

força maior, receber ou realizar uma chamada, competindo ao DT ajuizar sobre a existência de força maior. Em qualquer caso esta autorização não pode ser concedida à posteriori.

OUTRAS MEDIDAS

O Departamento Desportivo da FPB e o DT podem estabelecer quaisquer medidas que, presumivelmente, sejam do interesse da maioria dos participantes ou visem melhorar a disciplina e ética das competições.

TOLERÂNCIA ZERO

Na época 2009 os DT’s deverão manter nas provas oficiais o regime de Tolerância Zero sancionando, nos termos que adiante se indicam, os seguintes procedimentos dos praticantes, que se consideram incorrectos:

a. Rudeza, insinuações, intimidação e ameaças;

b. Comentários desprimorosos ou negativos sobre o leilão e/ou carteio dos adversários e/ou do parceiro;

c. Auto-apreciação excessiva dos bons resultados; d. Constante análise dos jogos jogados;

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e. Comentários ou discussões sobre os respectivos resultados ou sobre as decisões do DT.

f. Reclamações frívolas perante o DT.

Se qualquer jogador à mesa se comportar de modo inaceitável, o DT deve ser chamado de imediato.

OUTRAS DISPOSIÇÕES

Em todas as provas federativas é obrigatório o uso de folha de convenções devidamente preenchida. Na decisão de problemas de arbitragem, a falta de folha de convenções constitui um factor de decisão desfavorável para o campo negligente.

Referências

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