Resíduos sólidos da construção civil
(RCC/RCD)
Prejuízos
do lixo
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Construção civil
É reconhecida como uma das mais importantes
atividades para o
desenvolvimento
econômico e
social, mas, por outro lado, comporta-se, ainda,
como grande geradora de
impactos ambientais
:
1) pelo consumo de recursos naturais;
2) pela modificação da paisagem;
3) pela geração de resíduos.
Grande desafio para o setor:
• Conciliar
atividade produtiva
desta magnitude
e importância com os
princípios
do
desenvolvimento sustentável;
• É possível?
Pergunta ainda sem respostas
satisfatórias pela complexidade da questão;
• Fato: requer grandes mudanças
culturais
e
ampla conscientização (educação),
5R’s do meio ambiente:
visa diminuição
da geração de resíduos sólidos
1. Repensar: refletir sobre a real necessidade
de consumo;
2. Recusar: o desnecessário, adquirindo apenas
produtos essenciais;
3. Reduzir:
o consumo de materiais e
a geração
de resíduos (gerar menos desperdício);
4. Reutilizar:
materiais sempre que for possível;
5. Reciclar:
transformar materiais usados em
novos produtos.
O que fazer com os RCC?
• Necessidade de
solução
cada vez maior devido à
crescente produção e acúmulo destes materiais;
• Reciclagem de resíduos:
algo que necessita de
embasamento técnico e científico bem desenvolvido
pois pode resultar em problemas ambientais maiores
que o próprio resíduo;
• Desenvolver
novo material
ou
componente
usando
resíduo como matéria prima é um
desafio complexo
,
pois envolve aspectos técnicos, ambientais,
Legislação específica
Lei Federal nº 12.305/2010 – Institui a Política
Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS);
ABNT.NBR 10.004:2004 Resíduos sólidos -
classificação;
Resolução CONAMA nº 307/2002 – estabelece
diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão
dos resíduos da construção civil
(e suas alterações
posteriores)
.
ABNT: outras normas técnicas
ABNT.NBR 15112:2004 Resíduos da construção civil e resíduos
volumosos - Áreas de transbordo e triagem - Diretrizes para projeto,
implantação e operação;
____.NBR 15113:2004 Resíduos sólidos da construção civil e resíduos
inertes - Aterros - Diretrizes para projeto, implantação e operação
____.NBR 15114:2004 Resíduos sólidos da construção civil - Áreas de
reciclagem - Diretrizes para projeto, implantação e operação;
____.NBR 15115:2004 Agregados reciclados de resíduos sólidos da
construção civil - Execução de camadas de pavimentação -
Procedimentos;
____.NBR 15116:2004 Agregados reciclados de resíduos sólidos da
construção civil - Utilização em pavimentação e preparo de concreto
sem função estrutural - Requisitos.
Legislação brasileira de resíduos:
linha do tempo
• 1991: Projeto de Lei 203 dispõe sobre acondicionamento, coleta,
tratamento, transporte e destinação dos resíduos de serviços de saúde. • 1999: Proposição CONAMA 259 intitulada Diretrizes Técnicas para a
Gestão de Resíduos Sólidos. Aprovada pelo plenário do conselho, mas não chegou a ser publicada.
• 2001: Câmara dos Deputados cria e implementa Comissão Especial da Política Nacional de Resíduos com o objetivo de apreciar as matérias contempladas nos projetos de lei apensados ao Projeto de Lei 203/91 e formular uma proposta substitutiva global. Com o encerramento da legislatura, a Comissão foi extinta.
• (...)
• 2010: Lei Federal nº 12.305 – PNRS;
• Demora na aprovação: lobby gerado por algumas empresas que, por não terem responsabilidade com o meio ambiente, poderiam ser prejudicadas pela implementação da PNRS.
Art. 7
o
objetivos
da Lei 12.305/2010
I - proteção da saúde pública e da qualidade ambiental;
II - não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos; III - estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços;
IV - adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais;
V - redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos;
VI - incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias-primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados; VII - gestão integrada de resíduos sólidos;
VIII - articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos;
IX - capacitação técnica continuada na área de resíduos sólidos;
X - regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos gerenciais e econômicos que assegurem a
recuperação dos custos dos serviços prestados, como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira, observada a Lei nº 11.445, de 2007;
XI - prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para: a) produtos reciclados e recicláveis;
b) bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social e ambientalmente sustentáveis;
XII - integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos
produtos;
XIII - estímulo à implementação da avaliação do ciclo de vida do produto; XIV - incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos a recuperação e o aproveitamento energético;
Art. 13. Lei 12.305/2010, os resíduos sólidos têm a seguinte classificação:
I - quanto à
origem
:
a) resíduos domiciliares: os originários de atividades domésticas
em residências urbanas;
b) resíduos de limpeza urbana: os originários da varrição,
limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de
limpeza urbana;
c) resíduos sólidos urbanos: os englobados nas alíneas “a” e
“b”;
d) resíduos de estabelecimentos comerciais e prestadores de
serviços: os gerados nessas atividades, excetuados os referidos
nas alíneas “b”, “e”, “g”, “h” e “j”;
e) resíduos dos serviços públicos de saneamento básico: os
f) resíduos industriais: os gerados nos processos produtivos e
instalações industriais;
g) resíduos de serviços de saúde: os gerados nos serviços de
saúde, conforme definido em regulamento ou em normas
estabelecidas pelos órgãos do Sisnama e do SNVS;
h)
resíduos da construção civil:
os gerados nas construções,
reformas, reparos e demolições de obras de construção civil,
incluídos os resultantes da preparação e escavação de
terrenos para obras civis;
i) resíduos agrossilvopastoris: os gerados nas atividades
agropecuárias e silviculturais, incluídos os relacionados a
insumos utilizados nessas atividades;
j) resíduos de serviços de transportes: os originários de
portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários e
ferroviários e passagens de fronteira;
k) resíduos de mineração: os gerados na atividade de
• II - quanto à
periculosidade
:
a) resíduos perigosos: aqueles que, em razão de suas
características de inflamabilidade, corrosividade,
reatividade, toxicidade, patogenicidade,
carcinogenicidade, teratogenicidade e
mutagenicidade, apresentam significativo risco à
saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo
com lei, regulamento ou norma técnica;
b) resíduos não perigosos: aqueles não enquadrados na
Classificação ABNT.NBR 10004:2004
• Dada através da identificação do processo ou atividade
que lhes deu
origem
e de seus constituintes e
características e a
comparação
destes constituintes
com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à
saúde e ao meio ambiente é conhecido;
• Isso permite a classificação do resíduo de forma
criteriosa.
Para os efeitos desta Norma, os resíduos são
classificados em:
Classe I: Perigosos;
Classe II: Não perigosos;
• II-A: Não inertes.
• II-B: Inertes.
Resíduos classe I:
perigosos
• Inflamabilidade;
• Corrosividade;
• Reatividade (reações explosivas, gerar gases);
• Toxicidade; e
Resíduos classe II:
não perigosos
A – não inertes: podem ter propriedades, tais como
biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em
água.
B – inertes: quaisquer resíduos que, quando amostrados
de uma forma representativa e submetidos a um contato
dinâmico e estático com água destilada ou deionizada, à
temperatura ambiente, não tiverem nenhum de seus
constituintes
solubilizados
a concentrações superiores
aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se
aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.
Tabela. Origem, possíveis classes e responsáveis pela destinação
Resolução CONAMA nº 307/2002:
classificação mais adequada de RCC
Alterações:
• Resolução nº 448/12;
• Resolução nº 431/11;
• Resolução nº 348/04;
Resíduos da construção civil
• São os provenientes de construções, reformas, reparos
e demolições de obras de construção civil, e os
resultantes da preparação e da escavação de terrenos,
tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral,
solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e
compensados, forros, argamassa, gesso, telhas,
pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações,
fiação elétrica etc., comumente chamados de
entulhos
de obras
, caliça ou metralha.
Classificação RCC:
4 classes (Art. 3º)
I - Classe A - são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis
como agregados, tais como:
a) de construção, demolição, reformas e reparos de
pavimentação
e de outras obras de infraestrutura,
inclusive solos provenientes de terraplanagem;
b) de construção, demolição, reformas e reparos de
edificações
: componentes cerâmicos (tijolos, blocos,
telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e
concreto;
c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças
pré-moldadas em concreto
(blocos, tubos, meio-fios etc.)
produzidas nos canteiros de obras;
II - Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais
como: plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras e
gesso
(redação dada pela Resolução n° 431/11)
.
III - Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas
tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a
sua reciclagem ou recuperação
(redação dada pela Resolução n°
431/11)
;
IV - Classe D: são resíduos perigosos oriundos do processo de
construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles
contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições,
reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e
outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham
amianto
ou outros produtos nocivos à saúde
(redação dada pela
Gesso
• Embora tenha sido
re
classificado como resíduo
classe B, este ainda necessita ser depositado em
recipiente próprio, não sendo permitido a sua
mistura com os demais resíduos classe B, muito
menos com os das outras classes.
Resíduos do gesso
Existem diversas formas de aproveitamento dos resíduos de
gesso, algumas na própria área da construção civil como:
• fabricação de pré-moldados de gesso;
• na agricultura como a correção de cálcio ou da acidez do
solo;
• aditivo para compostagem;
• forração de animais;
• absorvente de óleo;
• controle de odores em estábulos;
• secagem de lodo de esgoto; e
• na própria indústria de produção de gesso, reprocessando
os resíduos dos produtos pré-moldados.
Gerador de resíduos da construção civil:
Art. 4º (...) deverão ter como objetivo prioritário a
não geração de
resíduos
e, secundariamente, a redução, a reutilização, a reciclagem, o
tratamento dos resíduos sólidos e a disposição final ambientalmente
adequada dos rejeitos.
(nova redação dada pela Resolução 448/12)
• Deve ser responsável pelo gerenciamento de todos os seus
resíduos;
• Deve
segregar
os resíduos nas diferentes classes estabelecidas pela
resolução;
• Deve
encaminhar
os resíduos para reciclagem ou disposição final
adequada;
• Nunca
deve dispor dos resíduos em aterros de resíduos sólidos
urbanos, em áreas de “bota-fora”, em encostas, corpos d’água,
lotes vagos ou áreas protegidas por Lei.
Art. 5º É instrumento para a implementação da
gestão dos resíduos da construção civil o
Plano
Municipal de Gestão de Resíduos da Construção
Civil
, a ser elaborado pelos Municípios e pelo
Distrito Federal, em consonância com o Plano
Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
Art. 9º Os Planos de Gerenciamento de Resíduos da
Construção Civil deverão contemplar as seguintes
etapas: caracterização, triagem, acondicionamento,
transporte e destinação final.
Principais origens dos RCC nas
cidades brasileiras
A autoconstrução e as
pequenas reformas feitas com a
contratação de pequenos
empreiteiros são
responsáveis
por grande parte dos RCC
gerados nos municípios;
O descarte inadequado destes
resíduos é um grande
problema
das cidades brasileiras.
Composição média de RCC
AZEVEDO, G.O.D. de; KIPERSTOK, A.; MORAES, L.R.S. Resíduos da construção civil em Salvador: os caminhos para uma gestão sustentável. Engenharia Sanitária e Ambiental, vol.11, n.1, p. 65-72, 2006.
OLIVEIRA, M.E.D. de; SALES, R.J. de M.; OLIVEIRA, L.A.S. de; CABRAL, A.E.B. Diagnóstico da geração e da composição dos RCD de Fortaleza/CE. Engenharia Sanitária e Ambiental, v.16, n.3, p.219-224, 2011.
A situação dos resíduos sólidos oriundos da construção civil vertical na cidade de Manaus
Resíduos pelo padrão da obra
CARMO, D. de S.; MAIA, N. da S.; CÉSAR, C.G. Avaliação da tipologia dos resíduos de construção civil entregues nas usinas de beneficiamento de Belo Horizonte. Engenharia Sanitária e Ambiental, v.17, n.2, p. 187-192, 2012.
VALOTTO, D.V. Busca de informação: gerenciamento de resíduos da construção civil em
canteiro de obras. Monografia (Graduação em Engenharia Civil) – Universidade Estadual
(FCC – DPE/SP – 2013 – Engenheiro Civil) Em relação ao manejo dos resíduos sólidos de construção, os resíduos:
a) classe B não devem ser reutilizados ou reciclados.
b) classe A devem ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados. c) classe B devem ser descartados de forma definitiva.
d) classe D devem ser reutilizados de acordo com a sua utilização original. e) de qualquer classe devem ser encaminhados para aterros sanitários devidamente licenciados.
b)
(ESAF – MF – 2013 – Engenheiro Civil) Em 05 de julho de 2002, o
Conama aprovou a Resolução 307 que dispõe sobre os resíduos sólidos
de construção e demolição. Em 2012 a Resolução 448 deu nova
redação à Resolução 307, definindo um instrumento de sua
implementação. Assinale a opção correta.
a) O Plano Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil.
b) O Plano Estadual de Gestão de Resíduos de Construção e
Demolição.
c) O Plano Diretor de Gestão de Resíduos Sólidos de Construção e
Demolição.
d) O Projeto de gestão de resíduos de construção e demolição emitido
pelo gerador (público e privado).
e) Os Projetos de gerenciamento de resíduos de construção.
(CETRO – ANVISA – 2013 – Engenheiro Civil) Quanto aos procedimentos
recomendados que propiciam uma abordagem ambiental integrada, e considerando as atividades tratadas na etapa de bota-fora, relacionadas com a disposição dos
resíduos sólidos excedentes das escavações e entulhos gerados pelas obras, assinale a alternativa incorreta.
a) Encaminhar os resíduos sólidos da classe I para aterros sanitários, os resíduos
sólidos da classe II para aterros de resíduos inertes, e os da classe III para aterros de resíduos industriais perigosos.
b) Reutilizar a área de aterro e dar utilização compatível à área de bota-fora, caso esta
seja interna ao empreendimento ou externa, porém de responsabilidade do empreendedor.
c) Reduzir a geração de resíduos e, se possível, tratá- los para diminuir seu volume e
atenuar sua periculosidade.
d) Procurar reutilizar o resíduo sólido in natura ou reciclado.
e) Segregar os resíduos de acordo com a normatização da ABNT.
(FGV – DPE/RJ – 2014 – Engenheiro Civil) Alguns críticos do
uso da reciclagem afirmam que esta não compensa se o custo
de reciclar é maior do que o custo de envio dos resíduos para
aterros. Os defensores afirmam que todos os resíduos
inorgânicos têm um potencial de reciclagem. São vantagens
da reciclagem, EXCETO
a) aumentar o consumo de energia na produção de produtos
finais.
b) aumentar a vida útil dos aterros sanitários.
c) reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
d) reduzir a demanda por minerais brutos.
e) reduzir o descarte de resíduos sólidos.
(FCC – DPE/RS – 2013 – Engenheiro Civil) Conforme a Política
Nacional de Resíduos Sólidos, deve ser dada destinação
adequada aos resíduos de construção que, preferencialmente,
devem ser reciclados na própria obra ou vendidos para
industrias especializadas em reciclagem. São exemplos de
resíduo classe A:
a) metais.
b) papéis.
c) plásticos.
d) vidros.
e) tijolos.
e)
(FCC – TER/AP – 2011 – Engenheiro Civil) Considerando um
processo de gestão de resíduos sólidos da construção civil, a
responsabilidade por “Gerenciar os resíduos desde a geração
até a destinação final, com adoção de métodos, técnicas,
processos de manejo compatíveis com as suas destinações
ambientais, sanitárias e economicamente desejáveis”, cabe
a) à central de distribuição de materiais reciclados.
b) ao prestador de serviços e ou transportador.
c) ao cedente de área para recebimento de inerte.
d) ao poder público.
e) ao gerador de resíduos.
e)
(PMRJ – Câmara Municipal do Rio de Janeiro – 2014 –
Engenheiro Civil) A disposição dos resíduos da construção
recebe tratamento diferenciado daqueles classificados como
resíduos sólidos urbanos. De acordo com a Resolução n° 307
de 2002 do Conama e suas atualizações, a triagem dos
resíduos da construção para sua correta disposição, deve ser
realizada preferencialmente pelo gerador, na origem,
considerando que a resolução estabeleceu para esse tipo de
resíduo:
a) quatro classes: I, II, III e IV
b) quatro classes: A, B, C e D
c) duas classes: materiais perigosos e não perigosos
d) duas classes: materiais inertes e não inertes
(VUNESP – CEAGESP – 2010 – Engenheiro Civil) Na organização de um canteiro de obra, deve-se considerar que a disposição de resíduos é uma obrigação legal, regulamentada pela Resolução CONAMA n.º 307/2002. Assim, os resíduos devem ser agrupados em:
a) resíduos recicláveis, resíduos não recicláveis, resíduos contaminados e resíduos contaminantes.
b) resíduos recicláveis de aplicação direta na construção civil, resíduos recicláveis sem aplicação na construção civil, resíduos não recicláveis, resíduos perigosos e contaminantes.
c) resíduos recicláveis como agregados, resíduos recicláveis para outras destinações, resíduos para os quais não foram ainda desenvolvidas
tecnologias de reciclagem economicamente viáveis e resíduos perigosos. d) resíduos recicláveis oriundos de elementos cimentícios ou cerâmicos, resíduos recicláveis oriundos de plásticos, resíduos recicláveis oriundos de metais, resíduos recicláveis oriundos de vidro, resíduos não recicláveis e resíduos contaminantes.
e) resíduos recicláveis, resíduos potencialmente recicláveis, resíduos não recicláveis e resíduos perigosos.
(FCC – TJ-SE – 2009 – Engenheiro Civil) Contém
resíduos classe B e D:
a) restos de tinta, vernizes e gesso.
b) blocos cerâmicos e madeira.
c) sacos de cimento, tintas e vernizes.
d) pontaletes usados e gesso.
e) sobras de aço e restos de tubos de PVC.
(FUNIVERSA – MTur – 2010 – Engenheiro Civil)
Entre as práticas de sustentabilidade na construção
civil apresentadas a seguir, relacionadas ao
emprego de materiais de construção, assinale a que
gera melhores resultados.
a) Descarte de resíduos
b) Queima de resíduos
c) Reaproveitamento
d) Reciclagem
e) Redução do consumo
e)
Estudo de caso:
Panorama da gestão de resíduos da
construção civil em Vitória da Conquista - BA
1. Percepção de profissionais da construção civil acerca do gerenciamento de resíduos da construção civil;
2. Análise dos aspectos de licenciamento ambiental dos empreendimentos imobiliários e das condicionantes exigidas pelo poder público municipal; 3. Cenários do descarte regular e irregular dos resíduos da construção civil
e seus possíveis impactos no ambiente urbano;
4. Proposta de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para condomínios residenciais;
5. Aspectos de segurança do trabalho relacionados ao manuseio dos resíduos da construção civil;
6. Estimativa de volume e custos da geração de resíduos da construção civil em empreendimentos imobiliários;
7. Avaliação das possibilidades de reaproveitamento dos resíduos da construção civil em canteiro de obras;
8. Viabilidade técnica e econômica da implantação de usina de reciclagem de resíduos da construção civil.