UFPB
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA
CENTRO DE FORMACAO DE PROFESSORES
C A M P D S V - C A J A Z E I R A S - P B .
DEPARTAMENTO DE EDUCAGAO E LETRAS
tiVBO N V > p o m
"Que a educaqao seja para cada pessoa
comecar a viver. Vivendo numa doaqao de si
proprio aos grandes ideais da humanidade, todos
confribuirao para o surgir de uma sociedade mais
humana."
(Rene Daumal)
U V R O N A ° P O O B M I R DA BlHl.lO-'-E«'AR E L A T O R I O D A S A T I V I D A D E S D E S E N V O L V I D A S
MO E N SI NO DE lQ G R A U
HABILITAfAO:
J^uusot*Jss<^s2^
f ^ s c ^ l a * *-LOCAL DO
• • - E S T A G I O :
S ^ ^ ,
C ^ X "ANO: PERIODO: 3 2
• - E S T A G I A R T A :
B E L A T S H I O D O E 3 T S 3 I 0 S U P E R V I 3 I 0 N A 0 0
B- B
iBTB L1VRO MAO P O » gAIB PA 61BUOTBCA
S U P E R V I S A I O E S C O L A R
TEREZINHA BEZEhRA FERNANJES.
UNIVERSIQAOE FEDERAL DA PARAI9A
CENTRO OE FORMAC?to DE PR0FES30RES DEPARTAMENTO DE EDUCA^Xo E LETRAS CAMPUS V - C A J A Z E I R A S - P8,
CURSO t LICENCIATURA PLENA EM PEDAQOGIA
HABILITAQKO 8 SUPER\/ISAk ESCOLAR
INSTITUigflO DO ESTAdO I GRUPO ESCOLAR BATISTA GAMBARRA PROFESSORA DO E S T A G I O l MARIA DEUSA DE SOUSA.
E S T A G I A R I A
T^~Y
RI NN;.,.
P E N i j A M E N T O S
•••A criatividade e na verdade, um orocasso continue do horaem em todo e qulquer cam-oo de atuacao.
"*a ansia de viver intensemente, faco amiza-aafl
(Assis Holandaj
"Go os incaoacifcados nao erram Porque nom se quer tnntom acertar"
'^Somos etememente resoonsevels oer aauelee' que cativamas".
(Saint Exuoert).
"£ oreciso fazer crescer na crianca, a sua 1
curiosidade de ver e oansar o rnundo".
nNos moraentos de a l e g r i a
Na t r i s t e z a tambem falo Que s e r i a da alegria
Jem a t r i s t e z a de lado".
A G R A 3 E C I M E N T 0
Na ODortunidade deste trabalho, desde j a f i c a aqui regiatrado metis sinceros agradedmentos a todos aqueles que direto ou indiretamente, vieram contribuir * Dara nUe eu chegaase a concluir este trabalho.
A Deus - Agradeco a saude e a force de e s o l r i t o . J B T K LIVRO NA() PODJe
tAIB DA BJBUQTJECA A mlnha famtlj.a - Agradeco a force e o incentivo.
Aos meus roestres -agradeco a troca de exoeriencias.
As minhas colegas:agradeco as momentos f B l i z e s que ossssmos juntas.
Ao rootoiiata do onibus - Agradeco a uacienci de me conduzir ate a foculclade
A Escola - Agradeco o carinha que me deram e a grande exoeriencia que conse-j yui.
A G R A D E C I M E N T O
c a H E G I A LAgradeco aos meus oais, que estav/am semore or«sentes nos momentos mnis •recisos e me deram o maior aooio oara cheqat ate equi.
D E O I C A T A R I A
Jedico este trabalho com muitn c a r i n h ofa s criancas da i-acola
3 a t i s t a jambarra, que me deram ooortunidade de me descobrir como eduoa dore. Due elas consigom eonda, fazer muitos se descobrirem e se s e n t i r rem f e l i z e s cnmo me fizeram.
I N 0 I C E I - 0HJETIV05 I I - I N T m u u \ & ) I I I - DESEWOLVIMENTO IV - CONCLUSA'o V - ANEXQj
Relator todaa as exoeriencias vivenciadas no deeorrer de oertedo da isstagia Tuoervisionado;
Jecumentar tedes as atividades desenvolvidas durante a EstSgie Suoervisisnada oara f i n s de exigencia de eenclusae do curse.
I
I N T R O D U C f l o
• R e l n t o r i o a seguir, descrevera tod--?s as a t i v i d a d e s que for^m desen-\/cil\/idas durante o Estngio Gunervisionado, que teve 240 horas de duracao, sendo d i v i d i d o em t r e s fases : 1G3 haras na escala, £0 haras na Faculdade, e 20 horas no ofcesente Rela-tor i o .
0 r e f e r i d o Lstaqio, f o i replizado na cidade de dousa, na f-scola M u n l c i oal "Qruoo Cscolar 3 a t i s t a Sambsrra, que funciona da Alfabetizacao a 3P e e r i e . ' scolhe -mos e s t a g i a r em sala do aula, com o orooosito de ganh^r e x o c r i e n c i a camo D r o f r s s a r - a r i e n tadar e melharar a oroolematic- Ensino - AorEndizagem, na e s c o l " . £LuerIamos com essa 1
e x D e r i r n c i a , tornr.r-nos aptas a executar as t a r e f a s que nos serao conceaidas na nossa v i da o r a f i s s i o n a l .
• E S E N V O L V I M E N T Q
As 63 haras dp estagio dnsenvolv/idss np faculdade, foram d i v i d i d a s em duas feses : r e u n i t e s gerais (com toda a turns) • reunifies, Bsoecfflcas, ficando 1
cada orientador cam seus determinados alunos.
Mas reunioes gerais, foram estudadas t e x t o s em gruoo, que lo.ja a.ios esses estudos, eram discutidor.. am o l e n a r i a . J orimeiro estu^Jfj^e^iVR^aMAso'^Q1^.r'
310 (anexo I j . Entre as t e x t a s estudadcs, foram muito discuMHollAdm!? A^rdogem .eta
dolagica - ..etodalogia Goooerotiva { anexo I I ) ; • Paoel do Supervise! no Gontexto // Jrasileiro(anexo I I I ) * Esses estudos noo ajudarom no estagio e nos enri^ueceram obs-t a n obs-t e .
Muma das reunioes gerais, mementos de rauita aorenctLzagem e conheci-mentss , houve na aula de o r o f . f.ubismar sobre o Becote Bconomico. Muito movimentaria, a aula toda o o r o f . t i r o u nossas duvidas c esclaieceu tuao sobre a novo oacote.(ane*a)
l u t r s nula oue tambem t i r o u muitas duvid-s c f o i muito i n t e r a i s a n t e , f o i a aula da da' •ox um- j o r n a l i s t a sobre a C o n s t i t u i n t e .
Us estudos d i s textos foram disoensados nas reunioes gerais, nuando' a greve surgiu nas escolas estaduais e as e s t a g i a r i a s ti\/eram que se engajar no n o v i Tien to g r e v i s t a , j a oue nao oodcri-m dar continuidade ao Bst'gio na cstmla, A o a r t i r ' da£| nas reunioes §erai*5, so era d i s c u t i d a a greve. Na 1 ^ reuniao sobre esse assuntog foram d i s t r i b u i d a s t a r e f a s oara que fossem desenv/alvidas no movimento.(anexo v j >udo lur pra f p i t o OF l a s e s t a g i a r i a s na greve, era colocsdu nas reunioes* Os orofessores • ^yol^raram bastante n s i g n i f i e s d o de onlavra of-E7E, e fizemos um estudo muito Bsclare ~edor.(anexo v/I j, nouve uma avalianao do mavimento, onde cade o n r t i c i o a n t e exoos * is d i f i c u l e e d e s encontradas, os pontes oositi\/os e negatives(anexe /XX}« Na u l t i m a
"euniaa, hduve uma avalincaa e s c r i t a de todo a e s t a g i o . /
Nas reunioes e s n e c i f i c a s i as e s t a g i a r i a s ficevam reunidas cowr seu ' irofesser-orientador oara d i s c u t i r a trabalho que est va sendo desenvolvido nas esco—
as. Cada um contava suas exoeripneias ,suas d i f i c u l d a d e s e divides no e s t a g i o * e a 1
irofessora orientava a todos. \ssim, todOs tinhem conhecinento do trabalho da autro, ornanda ass aulas bem d i s c u t i d a s * Estudamos em gruoo, textas oara s / l ^ ^ ^ \
' D r o f e s s o r o s na escolai Gomunicacao e Exoressao; L e i t u r a : Ciomoi^ensao e Imoor ia,
Numa determinada reuniao, as e s t a g i a r i a s que estavXatD atuando na 3las de grave, falaramfdas d i f i c u l d a d e s enfrentadas na oenetragao do mmfJE^aMSa^r v ora sssars Deusa nos oediu Dara aooia-lai. e hos ar.eitamos.
Iniciamos com a trabalho de divulg-c.ao 9 Fnmos a r a d i o J o i n a l dp jousa e colocamos 1 1
um nota convite (anexo V / I I l ) . Fizemos i s s o , deoois dp t e r f a l a d o cjm os DroFessorcs
§revistas» Harticioamos de reunioes onde f o i d i s c u t i d o todos os motivas da greve, h a -vendo DOUC~ o a r t i c i o a c a a dos orofessores. Fizemos uma reuniao com oro feasorc s da
l£s-cola iJormal e cam a renresentante da AMPEPI da cidade de iousa, 9ue nao estavam cn-a-jaoos na l u t a , Oara sabermos o o a r U P da nao aceitacao da grave (anexo IXj. Nas 1
disseram que tentaram exoor suas eoinioes e os orofessores g r e v i s t a s nao quize -ram r s c u t a - l a 5 . fenexo I X j , Fizemos bwnbem uma oesnuisa com a comunidade oara saber mos como estavam pnearando a greve (anexo X j .
Foi muito oroveitosa uma reuniao em que a o r o f , Jeusa o r i e n t o u os a-luooi. que estavam com d i f i c u l d a d e s em desenvolver um o r o j F t o . rodas nas oreexsavamos conhrcer a s partes e um nro eto e isso, nos f o i oe detalhado (anexo X I ) .
Q nosso Estagio Juoervisianado na escola f o i d i v i d i d o e*» ? fasessl do d i a 1Q/OS/ a 31/03/86, traoalhafflos com orofessores, d i t e t o r e s e c r e t a r i a da G S U -l n ; p ao d i a 7/ 4 / C I — 10/06/HG ficamos em s a -l a de a u -l a .
rase do nosso trabalho, tivemos xeunioes com orofessores oara1
falarmos sobre a mrtodologia que aolicavam em s a l a de aula,(deoois constatamos o que' disseram, na abservar.ao em sala dp a u l a ) . Jatando o nv de d e s i s t r n c i a na escola, v^— sitamos oais de alunos e . conversanos com os o r o D i o s , oarn sabermos a motivo da de— s i s t e n c i a . )eoais de converse rmos bast ante, aconselha m i: esses ^lunos a Vol tax a esco l a , mostrando - l h e s os b e n e f i c i o s que os estudos _trazV 3eoois de constatarmos t a f i t a4
desistencia, tivemos a i d e i o de formar um a classe com esses alunos. ("alamos com a d i -re t o r a daa escola, Qndida Marques , oars saber o que odder^a sei n l i z a d o conc-rete — mpntp dessa nossa i d e i a . I n f e l i s m e n t e , a escola nao t i n h esoaco e f i c a v a muito d i f l o
-0 -0W aa
c i l oara nas encontrarmos um l o c a l Dara snsinar os. iao tendo outra opcao, desistlmos da ideia't
^studamos o nosso o l n n i _,e acao com a d i r p t o r a e a s e c r e t a r i a cara ohegarmos a ranclusao do nue s e r i a pasta cm o r a t i c a • QdesenvolvimentJ do olano de • acao s p r i i a continuidade do Br?- 6sta ,io, onaelr.ncamos orooostas a serew desenvolvi— las no Estagio| que e nosso trabalho oresente .Cheia OP fantasias(entramos na escola1
sara desenvolver o olano de or.ao mas vinos que nao Doderiamos fazer um trabalho de
o-"ientacao, se ndO tinhamos nenhuma exoeriencia em s a l a dt; a u l a . flzp.tr^f^^^t^ma mu—
ianca no nlano de arSo. Achamos necessario entrarroos oara a o f a t i o£ d * B *e n s i n o^ ^ E anhaimos exoeriencia .•
Vfcvendo as oroblemas de oerto com o orofeasor, terlamos ooortunidade de o-r i e o-r * a - l a com seguo-ranga. hesolvemos entao, assuo-raio-r a classe mais cao-rente da 1
escola : lfabetizacao, desenvolvendo o novo olano de acao que elaboramosfa -nexo X I I ) . Chegamos a s a l a de aula, nos aoresentamos as criancas e iniciamoe nosso 1* dia como orofessoras. Utilizando o metodo das casinhas, (anexoXIII) ensinamos o alfabeto. Perguntavamos aos alunos oalavras e s c r i t a s com a l e t r a ' dada e exolorsvamos essas oalavras integrando Lomunicacao com Ciencias, Estu dos S o c i a i s e Religiao. DBDOIS de t e r dado as l e t r a s , fazlsmos as families •
destas, Juntavamos as s l l a b a s e formavamos oalavras; Com essas families c r i a
0 0 0 0
vamos s s t o r i s s . Em raatematica, desenvolvemos v a r i a s atividades semore orecu-rando fazer atuar o desenvolvimento logico da crianca. Nessas atividades t i vemos exoeriencias concretes manioulando objetos(oalitos,tamoinhas.sementes), semore traduzindo verbalmente e renre.se ntando graficamente os numeros(olanos' de aula e atividades em anexo XIV).
Na s a l a de aula tivemos ooortunidade de conversarmos com oaie' de alunos e de assistirmos a varlos olanejamentos. Para fszer e chamada u t i lizamos o metodo das fichas(anexo XV)tPealizamoa tambem em sala de aula va —
r i a s atividades recreativas e comemoramos algumas dates (anexo X<I e X V l } ) . ... durante o Estagio, semore orocuramos desenvolver habitos e a t i tudes que libertassem os alunos do isolamento que e c i v i l i z a c a o a t u s l nos ' condena.Falavamos desse assunto com os alunos constantemento, mostrando raana-i nelras de coooerar, de ser amigo , stc(anexoXvTIl). No f i n e l do Estagio a -Dlicamos testes(anexo XIX).
Ficamos deceocionadas oo orimeiro contato que tivemos com os a lutfos . A classe que assumimos estava totalmente desorganizada. Us alunos t i nham j.dades cronologica e mental comoletamente diferentes. Ficamos assustsd-das e cheias de c o n f l l t o s com meOo de nao ooder ajudar na aorendizagera daque l e s v j a que era uma classe tea chela de oroblemas. Aoreocuo*cao oerdurou *
quendo vimos que a metodologia da orof. d i f i c u l t a v e a aorendizagem dos alu -nos , -nos deixando totalmente oerdjdas. Era um grande dasafio oara nuem nao' tinha exoeriencia alguma, se f i x e r nunta classe daque l a s . «uando viamas em a-i
0 90
guns alunos. vontade de aorender,ficavamos muito t r i s t e s e r a censar que nao DO dertamos continuar em s a l a de aule.Nunca oensamos que irlamos enfrentar tan-tas dificuldades e tantos c o n f l i t o s .
Talvez tenha sidoesoegrande desafio que nos incentivou s f i c e r em sala de au-l a . F o i uma au-lute incrau-lv/eau-l. Hav/ia dias que chegavamos da escoau-la totaau-lmente de senimadas oor causa da rebeldia dos alunos (de oeriferia),que nem com todo es forco que fazlamos melhoravam. A vontade de larger tudo nesses dias e r a maior e se nao fosse o amor que oassamos a s e n t i r oor aquolas criancas, nao t e r i a
-£
0amos que estav/amos conseguindo nosso objetivo que e l e s estavam aorendendo a l e r e a escrever , nos sentlamos f e l i z e s e nos' sentlamoa recomoensadas" pel a s t r i s t e z a s oassadas durante o Estagio.
C O N C L U S A ' O
Neste Deriodo de Estagio, tivemos ooortunidade de c^n^cer^bjw^ae' oerts como se encontrs o comproraisso dos orofessores, em release a aorendiza-§em de seus alunos oois, posse Estagio f o i desonvolvido em s a l s de aula •
£#horr£vel s a i r de uma Universidade tao deceocionade, Tudo que v i
-mos aqui, nao oassou de teorias boejitas que nao tern nenhuma afihidade com a* realidade educacional que deoaramos.Ficamos oerdides, angustiadas e descren-do curso. Sera que so Pedagogia fazia alunos tao desoteoaradescren-dos, ou os outros tambem agiam da mesme forma ?
Quando estavamos orecisando do Drofessor-orientador Dara nos dar • force, nos incentivar a continuar em classe, nao oodlamos contar com sua • oresenca,e tlnhamos que recorrer a nossa orooria force e buscar estimulo no* nosso cansoco. Acho que oor morarmos fora, nao deixamos de t e r o direito de' sermos etendidas nas horas orecisas* Evidente que tivemos boas orientacoes * nas reunioes que fizemos durante o Estagio,e cue essas nos ajudaram, Mas,nao foi suficiente oara que oudessemos atuar na Escola com mais confianca.
Foi uma t r i s t e z a muito grande oara nos, quando vimos que os profs, nao tinham o menor interesse o e l a aorendizagem dos alunos. Os que tinham,usa vara metodos que orejudicavam esses e nao faziam nada Dara mudar. A escola // muito Dobre, nao contava com material didatico e nem com Suoervisor, o que' dificultou mais ainda nosso trabalho. Entre todos esses oontos negatives,hou ve um Donto oositivo que suoerou-ossdescobrimos que somos oessoas caoazes de ajudar na mudanca da educacao.Com esse exoeriencia riquissima, oodemos cons-tatar que o comoromisso e o fetor resoonsavel oara essa mudanca acontecer.
Esoeramos que a Universidade orocure ajudar aos orofessores,oara que estes Dossam dar mais e s s i s t e n c i a a seus alunos e que a oratica se i n i c i e ce do, oara que nao haja tantas desilusoes.
Analisando todos esses oontos, oodemos d i z e r que o Estagio f o i uma ' escole oue nos fez descobrir Dessoas fortes e imoortantes oara o futuro educe clonal. Lutamos,buscamos oovos metodos e nas sentlmos f e l i z e s quando a l c a n s a * mos nosso objetivo.
ANEXO I
•1 - Diseussae • vetacae da oreoasta 03- Laitura da oauta
03* Censideracees oreliminarea sabre estagie 04- Planaria
03- Ceneiuaeea 06- Serteie
07- Infamaa Geraia (Oaflnicaa da horarie) 08- Avaliacao .
Quastaaa
1- Para veee a qua a Eatagie?
2- Quits as funceea a atoribuicaea na Estagie: a> Da Univeraidada
b) Da orefasser- erientaear a) Da eatagiarla
3- Aasaala oreaisa da nesaa trabalhe au aemea nas qua oreeiaames dala7 4- Cite 3 aendicees neeeaaariae aa desemoanhe oara um bam eatagie.
ANEXO I I
Aoresantar a oraoasta a aar trabalhada nas asaalaa aa lfi Grau, na tecanta, aa oaa-nejwaanta s e a a s t r a l .
Ttxte: UMA A30RDAGEM !.<ETODOLuiGICA-"METOOOLOGIA COOPERATIVA'J
• i v l s a a das gruoaa - O S alementea
L f i t u r a glebal aa assunte, oraeurands anfcend* - l a .
Lcitura daa eensideraceas f i n a l s anrwsentadaa, relaeiananda-as earn a texts; daseaae na t«xte l i d s , rasoandar questienasianteas
Oqua nas, aa " ahamadaa aduaadaras, tamas f a i t a ? 0 qua da varieties t a r f a i t a 7
Oqua devamas a deverernes fazar ? Plenaria earn entrega das trabalhaa • Avaliacae
ANEXO III
dg T B t l V B O NAO P O D .
«AIB DA B1BUOTBCA
Catuee do tax to i PAPEL 0 0 SUPERVISOR EM CONTEXTO BRA3ILEIR0( Ji/aura S y r i e r Forroira Carreia da S i l v a )# Univarsidade Fadaral de Parana'
Exollaacaa da texta
Cantexte - Situacae aaaial ( num deterainado momenta); Sltuacao o e l l t i e a , aaanomioa c u l t u r a l .
Paoaia - Fungeaa, desamoenho do trabalho.
Rolacooa - entrosamento, eenvlvie, exoerlenaia, vlnaula, ligacao. 3uraaraaia - farm a l i d a d e , ordain, tioe da pa dar, hierarquia.
ANEXO Llf
Faroe gruoea da 2 elementes a raaoanda t 1- 0 qua r, eerrecae nenataria ?
3- 0 qua a deaindexacae ?
3- 0 qua veee entande sabra eseala naval 7 4- 0 qua a L a i da Of arta a da Preaura 7
5- Perqu* deveaas oagar nasaaa eeeoreaiaaes j a aaaumides am aruzalraa, am aruzadaa? 6- Caaa devames oraeadar oara t o t a l oagamente ?
ANEXO V
Grave de orofessores
Tarefa
•ivulgacaa;
fielacao ( boletins, felhetea, oanflataa, ate ) •
Aaaaoanhainenta das atividades nas eaeelas ( v i s i t a s } ,
ANEXO VI
GREVE - Movimento de c l a s s * ; - Lufca srganizada; - Heivindiascaa; - Ate o a l l t i e o .
MOVIMENTO L)E CLAUSE I Cenaeienata da elasse, angajamente da todos, mabiliza^aa(s«nst-bilizecSe)
LUTA ORGANIZAQA i estruturacee / sistametizacaa; aabilizacaaf oartieioacae da tadaa;/ naa imaeeicae (aonquista).
INaATISFAC-to COM HELAg&l A » aalaria.eta* Reivindieacae.
ANEXO V I I
AVALIACflO DA GREVE
1 Rfe£otp das exoerieneias vlvenaiadaa oalaa gruoaat aeuaa, Antener, 5. Jesw aa P i r a -nhas, l e a , Pembal, Cajazairaa, loauairim.
Asoaatas eonsidaradas na avaliacaes - Partialoacaa da aada una;
- Meviaente da grave same tada; - Pantos o a s i t i v a s a negatives.
2- Aoresentacae das difiauldadas surgidas eam oraoastas altarnativaa (augestaes Dara a aantinuidade de mavimanta)•
ourgiu i d e i a s eeaojmeaa radanda, tando oreaenca da oats de a|unes,alunes,Drofesaaras orefaita,eta.
ANEXO V I I I
NOT A B 8 T B LIVKO NAO POD*
iJUB DA B1BL101KCA
Nas, e s t a g i a r i a s da auras de Pedngegia da 6amsua VvCajazeira89 aom h a b i l i t a
-cae am Suoerviaae Eseelar, estande s e l i d o r i a s earn a movimanto grevista, eonvidum o r e ^ feaaores, oats de atones a aamunidade em geral oara oartletoar de uma asaembleia qua • aa r s a l i z a r a na Centra de Treinaeiento de Prefesssres ee Seusa, as ISiOOharaa, onda na' aDartunidada sera eiseutid© a s s u n t a s referentes a grove.
ANEXO IX
Fsuniae Mm orefesssres nas grevistaa
Objativat soasr s& motives aa nao oerticioacaa aa raoreaentante da MPEPE 4m Souse ja.,' aos o r a f B a s a r e s aa Eseola Normal.
1 — Porque voces nas estae aooi^ntio a greve dua orefea&aras? 2 - Carna voces estSa vendo a erganizacao do movimenta?
3 - J R qur» voces a sham que a greve est* desestrutureda, o que flzeram oara a l e r t a r as orefr-seres Dara esse canto negative? Oeran seus deooimentos? Surgiram cam novae' tdeias?
ANEXO X
PE5fjUISA FEITA CO. A COMUNOEDAOE
Vece tw, f i l h n s que estuda em eol'gie que esta de greve? Voce esta infermado de oeraue da greve?
Os D r o f e s s o r e s eselareceram a mativo aa greve?
Vece a a favor da gre\/e? Par que?
ANEXO XI
Partes de um oreJeta
1 - Name ad ore j eta - Ex: matematiea
2 - Identlfieagae - Quern v a i executa-lo, desenvolve-le, ande se r e a l i z a a a cuem v a i atender;
3 - J u s t i f i e a t i v a - Ooarque da elaberacae desse orajeta, quais as necessidades; 4 - Qbjetivas: -Para qua esta fazenda esse orajeta- Ex* melherar a l e i t u r a . 5 - Atividade— Que tioe de atividade vau usap oara desenvolver a orajeta ;
6 Cranagrama 'iuando vau fazer a orajeta, qual atividade i r e i r e a l i z a r em deter -minado temoo;
METUiJULQjIA JAS UAiilNHad
A M^tologia rf«3 Uoainhas, v i s a desportar na alune a interesse aela anrendizigem,
A e s t a r i r , e uma fjrma de sSssenvelver na nrianca a crieSividade, aa • desoertar nela a inacna e a fantasia ae coma sejam os oersenegens envolvi-63s nesfcs <?«3tSria.
I/ATPPXAI. O I O I T I C Q UTILI::ADQ:
Era uma vezf um certe canal que resolvcu se casar e t e r rouitos f i l h o s
0 ;iami deles er<? I Sr. Alfr.be t o e i ) . MatemStica.
Ao S3 casa rem, tiverara s seu orimeiro filhos •"a". Os Dais gestavam tie mais «Seic I -J9 que a traoe cassou, n "e" crescein "A", e resolveu se cesar. *>cus
oais l h e deram de pre sen t e uma casinha. G "A"entas se ossau € f o i morar longs 1
de seus oais» t n t a o , o Sr« Alfabeto e a Mat:-?n;5tice resalvcram t e r outre*, f i * lh-js. £ naacfu o "b". Deoolsi vends s neensatfsace dole t e r um iimaW.inho p r a1
Si&ocur/ u r i n c a r e cinversar , civerara mais um r i l h o : D "c".
P L A N O 0 E A U L A
A3 FOIWA3 L Aa COFtLj
bjetivos instrucionais— Levar a erianca a t
Jescobrir e verdadeira santide do vocabularia r e f e r e n t * a tamanho, forma e l o c a l i z a c a o ; Desenvolver os habitos da ?tencae * observaceo;
F i x a r as relacees de tamanho. lnteralidade, dentro e fera, lenge e ocrte, forma e cor j Desenvolver o oensemento logice.
etodalogin- atividades oreoaratorias:
Estlmula ass alunos oera que sejam levadoa a descoberta dos eonceitos e generalizarees! Aoroveitar as enortunidades aurgidas no ambiente escolar Dara ajudar aleancar os e b j e t i vos
L o c a l i z e r e objet* que e maior de todos, o manor de todos, objetos iguais, objeto com—, oride, ocurto, o eomoriod, e largo, o e s t r e i t o ;
Localizer a devida uosicaot aa lado, em cima, embaixe, a d i r e i t a , a esquerda, f a r a , den tro, fronts , atras;
A 3 C 0 h £ 3
Tentamos desenvolver as cores *
- AZUL g - VERuE - AMARELO - VERMELtfC) # - BRANDO - LARANJA • - C'.NZA 0 i - PRETO f t
Ensinanoa «3 misturas ite ccreb I - AMARELO DOM VEFMEU40 - LARANJA
- v/EHMELHC L.JGIJRO COM L I L ^ S . uVA 4 » - AMARELO COM AZUL « v/EROC
IQENTIF1CAQA0 PELA COR Seoare as brinqueaes aa mesma cor.
A T I i / I O A O E S
IDENTIFICACKO PELAS FORMAS
I 0 £ H X I f I C A £ S Q P O B i F O R M A u c C O R E S
Jt/nt° PS flffur^s HUP fc5fj? fsrwas e c»r»s iguais.
^BBJBaBJg
GOOIFICACfc
I ir.ta «*<! acsrao cam as banaeirinhas.
RELACft] I GRANDE«PERUENO.
•esenhe e ointe uma casa granse e uma casa oequena (casinha).
Pints aa acorsa cam a tamanhji arasrala para a grands, vermslha oar.: n oenuene. Jisarva a meae-la.
Pinta as figures vizinhas aln discs ( c l r c u l e ) s/ermelho.
REl.rtl^O : D I R L I TA t E SQUEROA .
Jc:ssahB e ointe uma b o l a na i o c s ^squ^rde aa nenina.
JpsenhR c o i n t c ume f l o r t\m lad© es^usrsto da menina e> um gete na lads d i
Pinte de vermelhe as figures que estae fera da linha azul
D
RELAQXQ I UENThu~FuhA, 3U8HE ( l i r a i t e ) .
Pinte da verue a tartaruga iue eat* dentra da linha azul,de aaarelo a tartaruga cue rista fera,eda vermalho a qua esta aabra a l i n h a .
<: -loroveitamss e desertis dos animals, a relacienaraas a s s t u d o das corss e ' farraas,t»m c i e n c i a s .
RELACft) I ANTES, DEP0I8,
bints aa amarels quern v a i chegar antes ate a cenoura R de azul quara vai chegar • deoaia*
P L A N • U E A U L A N(5MEROS NATURALS 0ajBTI70SJ Levar o aluna a: • I d e n t i f i c a r um conjunts numerico; • Psrceber o todo;
• Estabelscer corresoondencia entre elamentoB de canjuntos; fc Aorender o significado do numero ate 9;
• 3er caoaz da reoresentsr numeros ate 9; • I d e n t i f i c a r a conjunto vazio, o numero Oj
• Reconheeer conjuntos iguais e conjuntos diferenteef conjuntos maiores e menores;
• Recomhecer o s algarismos.
MetodoIsfllsi
. Osr esoecializacae ae desenvolvlmente de conceits de numero;
V Usar nncoes de comoaracaa, conceitos de muito e oouco como oonto de oartida oara firmar ideias de numero e dar condicoes oara a crianca resoonder a pergunta quana
tos?
• Usar o a l i t a s , tamoinhasf sementes, os orooios alunos, orooiclendo a I d e i a de cor resoendencia ste um a um;
• Estudo sin yruoo utilizando o mesmo material e exolorando as situacoes r e a l s da • classe,oara levar a crianca a contar objetlvamente oara ver a corresoondencia en tre o njmera e a quantidade que esta sends enumerade.
J E U §. N «3 M E R 0 • Fa£a a corresDandancia 3
t
• L i run 0 # • Faca a carresoondencia.1
l - M J l J ;4 A• Li.^re os que se carresoondem
1 - 2 - 3 - 4 13 ID D pi D D D A . Escreva os numerals na e t i n u e t a O •
Pints nos c o n j u n t o s conforms i n d i c a m as e t i q u e t a s . s c r e v a os numerqfe nas e t i c u e t a s a a m o
D a a
n a
;0d 3
3
C 3
(?<3lnte 05desenhose c o l a q u o o numeral c e r t o .
P L A N O D E A U L A
C O N J U N T O S
Objetivos:
.ever o aluno a t
, Asssciar a ideia de gruoa ao name conjunto; . Desenvolvei a habilidado de oerceber a toda; , Beoroduzir conjuntos de abjefcas;
, Estabelecer camoaragao entre conjuntos;
. Saber i d e n t i f i c a r conjunto vazio, unitario e eonjuntos com a mesma quantidade de elementos e quantidadea d t f e r e n t e s .
Metodologia:
, Procurar desoertar as criancas a oerceocao dos c o n j u n t o s no mundo f l s i c o que as rodeia;
, Formnr com p a l i t o s , tamoas, 3ementes o u alunos, e o n j u n t o s Dara aprem i d e n t i f i e s d o s ; , Utilizando o mesmo material, orooorcionar a classe v a r i e s e x o e r i e n c i a s que oermitara as criancas a oerceocao dos conjuntos com muitos e ooueos elementos, com mais a com menos elemantos, conjuntos unitarlos, c o n j u n t o s v a z i o s ; Aaeim e l e s t e r a o o o o r t u n i d a de de u t i l i z e r as exoressoes muito e oouco, atraves da comoaracao;
i Estimular os alunos a formarem conjuntos v a r i a d o s * Ex: conjuntos de a l u n o s a l t o s f d e alunos baixos, dos alunos mais altos da classe,dos a l u n o s mais b a i x o s da c l a s s e , c o n junto das janelas da clesse, dos alunos que tern o noma comecado com a l e t r a A , pfcc.
A T I V I D A D E J
Coloque no c o n j u n t o v a z i o dez u n i d a d e s
• O S ( c i n c o ) u n i d a d e s - meia dezens.
. 03 u n i d a d e s - ( r p £ b )
• 02 (.duos) unidades
studando am rjruoo, u t i l i z a m o s g i z , o a l i t o s , tamoinhas, Dara fazermos v a r i e s e x o e r i e n -c i a s .
EXiGada q u a n t i d a d e de o a l i t o s r e o r e s e n t3 um c o n j u n t o . Onde tern mais ?
\
( ODD
)1 1 1
J u a n t o s elementos tern os c o n j u n t o s ? 6 m QSj 0 0 v..i U t i l i z a n d o os^D-unos, faziamos c o n j u n t o s dos a l u n o s mala a l t o s , dos mais b a i x o s , d o s1
a l u n o s comecaJos com a l e t r a I ...
t-A : Pegav'mos os / a l u n o s cam names com a l e t r a L e j u n t a v a m o s .
I ^LUCIANO, L U C £ L I O , LUCIANO
• Quantos elementos tern- esse c o n j u n t o ?
. uolocavamos o ni 3 e o nomr t r e s , oara as c r i a n c a s assaciarem a q u a n t i d a d e ao nu-m e r a l e ao nonu-me.
• Face - Um conjunto u n i t a r i o .
• Um conjunto vazio.
• Um conjunto de 10 elempntos .
• Um conjunto de 5 elementos .
• Um conjunto de 4 elementos.
• Jiga o t i o o destes conjuntos:
• uantos elementos tern os conjuntos f
P L A N 0 J E A U L A
g8TE LIVRO NAO PODt •AIR 1>A B1BL10TECA i j e t i v o s l levar a crianca a J
Oominar o cancelto cic numero ate 9; Heconhecer conjuntos cam 13 elementos;
I d e n t i f i c a r conjuntos com mais de 10 elementos, todologia :
E n f a t i z a r ao maxima o s i s tern a cie numerac^aa decimal;
Constatai o rau de dominacao das criancas :Je numcxns a t e 9, oars i n i c i a r o cstuio da s i s -ma de numeracao deci-mal;
I n t r o d u z i r • estuda com a cancelto dr valor uc l u jar;
jjcstuda do gruoo de dez devr ser muito ^xrjlornaa oara a crianca chegrxx a conhecer n name' que e l e recebes dezena;
u t i l i z a i o cartaz v a l o r do lugar oara fazex com cue a crianca aprenda que o gruoo de dez1
• U m a dezena ( l t i j bo las,
. Uma dezena ( l O ) de D e l i t o s .
. Use o s o a l i t o a B f a c a c o n J u n t o s d e 1 U e l e m B n t Q s
. Far* um conjunto com uma dezena de o a l i t o s e sementes.
. .'uantos elementos tern esse conjunto ?
. uantos elementos tern uma dezena ?
• Escreva os numerals de : • Dezena • Weia dezena • cinco 21 ?aro C i r c u l e e p i n t e uma dezena.
P L A N O O E A U L A
OPERATES COM NUWEROS NATURAI5
APIt#0 COM UNIOAOES
QBJETIVOS!
Lsvar a crianca a t
Camoreender que a adicaa reoresenta una acao de reunir;
Realizar adicoes de unidades earn duaa au mala oar aa l a s emoreganda uma teeniea eoeraterie; Fazar a aluno juntar camoreendendo a ato de r e u n i r ,
METODOLQGIAi
Realizar atividades criando s i t u s c s s s de reunir au jumtar, orseursnds mestrae qua adicaa" traduz ata da reunir;
U t i l i z a c a a dss orsoiss alunss , objetos que as carcam;
Usar oalitos, tamoaa, 8smsntS8vste9 oara sstudss am gruos, objetivanda a oraoriedade comu
ATXVIDAOEti Faca de um a 50 , jome comoletando
2
f2 •
C
54-
3 • C4 + a
nuadrinhos. 3 + Q « 5 3 + O -a
» v 2 - n
a + C -
12 # Some : 10 V 10 3 2 10 4 9 2 t 5 1 0 + 7 7 3 -1 0 + 6 - 3 -4
1 0 5 r 0 8 -10 +4
6 + 3 1 0 4 3 3 4 6 10 4. 2 10 + 1-Para as alunos mais adiantados (reoetentes
A T I l / I J A Q E SOME: 2 + 3 .
I f 2 .
5 f 5
-3 +2m
4 +
3 6 + 3-5 f 2 .
2 + 2 . 9 + 1 -8 + 1 « 7 4 1-6 +
1 -Conte as l e t r a s de: - G V E - a - Q - L - A - P - I - P - O - C - A - C - O - L - A - CE30LA - PIPOCA - FUBA - COLA - F - E - L - I - C - I - J - A - i J - E FELICIOAOE - C - A - 3 - E - L - U - 0 - 0 - CA JELL) 00 .9 +P L A NO J E MX I A
- hezarj - Cantar;
- Hevisao das l e t r a s A, i , C;
- Formacon das f a m i l i a s destas l e t r a s ;
- Mends? as alunos nscrevor C vezes as l e t r a s : Aa, 30, Cc,Jj,Ll,Po, Ttfr - J.'anaa—los l a as f a m i l i a s Dai a sabermos coma fc^^so na aorendizagem;
- Mandar os alunos de um a um no nuadrp oara l e r as l e t r a s A, 'i,o,T, J,L,.1- maiusculas e
menuscul s;
- Faze r corn que os alunos escrevam no caderno as f a m i l i a s das l e t r a s dadss;
f. f - i.-an lav l o s r s v l s a r insi\/idualr::ente na sua c a r t e i r a as l e t r a s e as f a m i l i a s ;
- I r era cada c a r t r i r ~ oara ou\/ir os a l j n o s lerem as l e t r a s e as f a m i l i a s , oara termos' uma i d ' i a r'r co<no funcionou a metodoloala usada* sc eles anrend^ram alguma c o i s '#
P L A N 0 J L A u L a
i iezar; Lancar;
Corrig&r 0 devsr de c^sa;
Juntar as f a m i l i a s e l e as oalavras;
J i v i d i r a classe em 2 gruoos oar- estud^r os numero n ^ t u r a i s de [1 a 9j
Fazer as criancas comonrarem conjuntos oequenos n rrandes,v/azios e u n i t a r i o s us ndo*
tamoinhas dr garrafa e oalito.; Of o i c o l e ;
r'azer as c r i j.ncas comoarare* conjuntos oequenos e arandes;
iaver de casa - mandar os alunos cscrever as l e t r a s que aorvndrr -m^cam su^' resoee t i v a s f ^ n i l i a s .
EGI3TR0 DE UM DOS PLANO i QUE FIZEMOS NOS MAS OE PLANE JflroejTO
. Introducao do V da vaca e do V de 7ava.
P L A N Q
• Rezar • Cantar
• Cantar ume e scoria usando a l e t r a \/
• Exolorar s e S t o r l a , intenrando—a com c i e n c i a s .
ESTflhIA
Vava era um goroto simoles nu e gostava muito de animals e. t i n h a uma certa
oreferencia oelas vacas. Isso , devido e l e morar no s l t i o e semore v i v e r ajudando sej oai a cuidnr das vacas do seu oatrao. Imaginem voces, que Vava so dormia deoois de se desoedir de sua varuinha D r e d i l e t a "A VIOLETA".
Todos os dias oela manha, l a i s Vava e seu o a i , t i r a r o l e i t e das vacas oa ra beber e tambem mandar oara a cidade. Como Vava se s e n t i a f e l i z e imoortante ajudan' do seu DaiJComo e l e gostava de comar aquele l e i t e que seu o a i semore d i z i a ser v i t a m j '
nadaj £ , Vava DOdia se considerar um menino muit i f e l i z .
• Perauntas oara fazer logo .--DOS a l e i t u r a da e s t o r i a : • i'ara ^ue serve o l e i t b da vaca ?
. u a l a u t i l i d a d e da vaca ?
• Na alimentacaa, o que u t i l i z a m o s da vaca ? • A vaca e um animal que mama ?
P L i
H
0Rezar; Cantar;
cooler a e s t o r i a criada oor noa a fazer os alunos escrever no cadernol Ler a l e i t u i a cor- clareza e logo apos fazox or alunos l e r ;
Fazer os alunos i d e n t i f i c a r o o r i n c i o a l oersonayem e fazer oerguntas em relacao a esse Drrsonarcmi
Voces acham cur o cao r amigo so homem? i-or our o cao r d i f e r e n t e 00 homemV
Lie trm r'ua.ntȣ pates? "Ijeffl oelos?
se algum iluno tern um cao em casa , faze—la r e i n t a x suas exoeriencias com • animal, Mondax iinsenhar o o r i n c i o 1 cersonagem,
• b j e t i v o s s
Fazer OL alunos dansenvolvev'a e s c r i t a ; Fazer ilunos desenvolver^a l e i t u i a ;
I n t o ;r i r 0 t e x t o de comunic cao com ciencias;
l.eitur - o r a l t r a n s ^ i t i n d o aos alunos uma oostura c o r r e t n , oxtorrssao, dicrao, ritmo ,•— bediencia a oontuacao.
ur os alunos Jesenvolvam atividades de t r e i n o o r t o g r a f i c o com as familiar, dadas* uesenvolvex a e r i a t i v i d a d e a r t i s t i c - .
Ljr.jY.iA Toto e una cadela bela.
Ela oe: fa a bol-» de iiurju e da a J a j a . Jaja t a no fogao e da b i f r a Toto.
la pega o oe de Jaja , l a t e e oula, T i t o r fogoi
P L A ,M u" • L v U L A
hezar ; Cantor;
Ao fazer a chamada,cntregar as f i c h a s dos alunos e nerquntarem como Dassaram o f i n a l ' de sermna;
Reviser as l e t r a s dadas e i n i c i a r a l e t r a j # Jnoois de mandn-los desenhar a l e t r a no' ar, vainoa escrc ve— l a no .""uadro e j u n t a r as f a m i l i a s ;
i3eoois de ter •> s c r i t o as f a m i l i a s e as l i d O j vamos fomar as oalavras com as f a m i l i a s ' dacas.
Jever de casa';
PLANO JE 1 \(JL\ Hezar;
(Jan t a r ;
Fazer a chemade mandsndo os alunos t i r a r e m seus nomes nas fichas em cima do bureau; ' Corre^Io do dever de casa;no quadra, fazerida os alunos juntarem as oalavras e l e r ;
\orrsentacao das l e t r a s F e 0 j
3t0dologie : deoois de t e r mostrado as casinhas com as dev/idas l e t r a s , cooiar as l e — ras no quadra mandendo os alunos r e o e t i r seus nomes;
Cooler todas as f a m i l i a s a t e entao dadas , Dara former Dalavras,
%,JL A N O J j A u L r Hezar;
Co t a r ;
•iostrar as f i c h a s do aluno oara fazer a chamada;
Cooiar a e s t o r i a f e i t n usando as f a m i l i a s que foram estudadas; ^olocar or, alunos oara escrever e l e r ;
aznr Os aluno ; mais adiantados escrever de 100 a ISO, L:3Tfc-,Ia
U Dato DOS o ovo. i ovo e da vovo. '•/ovo e 3 d .
/ovo tern vaca. ^vaca da l e i t e .
ATIv/IUAJEri
j Faca as(atividades) f a m i l i a s «e l •a — de - s i - do - du — dao F G P L M N R a c Q5PIA
1 — Ana e a dona da boneca 2
3
a
s
teto e dono do bone. A cama da mamae e boa. A nata do l e i t e e boa. A faca e peauena. Nata 3«to Nets 3eto Tato Tua GtiPIA - 3onita 'lotina - Teteia Ana e bonita A botina e bonita A botina e da Ana Tua b o t i n a e b o n i t a . COPIA ( t r e i n o o r t o g r a f i c o )
Faca as f a m i l i a s e 3a
-
be-
b i-
bo-Ca
-
ce-
c i-
CO -Ja-
de-
d i-
do -La-
l e-
l i-
l o -Ta-
t e-
t i-
t o -V/a-
v e-
v i-
VQ -Ja- -
J i-
j o -A T I V I D -A D E a l e i a .bu -bao (cinco vezes) cu -cao (cinco vezes) du -dao (cinco vezes) lu - laa(cinco vezes) tu - tao(cinco vezes) vu - vao(cinco vezes) j u - j a o ( c i n c o vezes)
Comolete com a s l l a b a que f a i t a , forme tambem a nalavra nue f a i t a .
ZD*- • f ; C A > PIPOCA 4 DO » PAPUJO • I Z l - ML U3A 4 TA m BATATA 1*51 •'LA. • 4 TA LO - jRo CA 4 J* - i J
(SI*53- n
dE • S E i S I LO * - LOJO • I * • - DIVA Junte as s l l a b a s . 3a + l a Ca 4 ca -3a 4 l a z Jo + j o ' r Ce 4 l a -Ce 4- bo - la«! screva cinco vezes
A 3 C
•
E F3A 3E
ai
JO JUCA CE C I CO CU
cffo
J A DE D I DO DU DRO FA F E F I FO FU FROO A S F I C H A S P A H A A C H A M A J A
• M a t e r i a l u t i l i z a d o :
• Panel madeira ou c a r t o l i n a ;
• Lac-is Danta porosa au l a o i s comum de c o r
• J b j e t i v o s t
• Fazer a crianca associar as l e t r a s do seu nome , i s t o e, conhecer seu nome mesmo que nao saiba escreve - l o so.
• Desen\/ol\/er na crianca a atencao.
. f.^etodolorfia t
. Lanfecciooamos 2 f i c h a s com o name de cada aluno : uma entrega as criancas, e a ou-t r a f i c a com a orofessora. Todos os dias, na hora da chamada, mosou-tramos a f i c h a de* cad. aluno, oara nue eles associem sua f i c h a com a da orofessora e de o r e o e n r a . A -oos uoado v/arios dias esse mesmo metodo, oassamos a u t i l i z a t outro: espalhamos 1
toda.s as f i c h a s na mesa sjchamamos cada aluno oara v/ir t i r a r a sua f i c h a com o seu1
ATiyiOADES
- uescoberta da Dersonalidade; *ecnica a o l i c n s a l cja gravura
Ubjetivos: conhecer cada crianca no seu que nao gosta, o qua ve coma
mundo f a r e da escolaso que gosta, d b o n i t o , como f e i o e t c .
f.'etodologia : Joga-se grav/uras no chao, t r a z i d a s oelas criancas i Dede—se • que as mesmas facam um c l r c u l o em torno destas. I n d i c a uma oa ra i r r e t i r a r entre as gravuras uma que gostafe euera que nao
gosta. Rape t o * se o orocesso com todas as criancas da s a l a . De_ oois de terem f e i t o as suas escolhas oede-se que cada crianca f a l e a r e s o e i t o delas.
JOQQS RECREATINGS afcaEWOU/IOOSi DURANTE 0 E3T&GI0
(•alguns dos jogos que desenvolvemes)
TAPETE M^GICO :
•ajETI\/0 -Coardenacao sensorial e motora.
PnEPARAC^O - Trsysm-se quadras na chaa ou celocam-se falhaa de j a m a i s ••(jeoete Magico)".
•ESE?J/GLVIV.E?iTO- As criancas f seguindfj um guie saltitem ou correm, oas
sando oar cime do taoete Magics. A um s i n a l dado param. oae eliminades as criancas que estiverem pisando no tapete Magico.
MATERIAL- Giz.
POoTO NO G£L0
— • :
najETXv/O I atencao— raoidez de reacao
PhfcPARA^XQIalunas disoostas em 2 clrculos concentrices* cada um mar can do o seu oar(um aluno do clrculo exterior, a oar com um aluno da clroui l a i n t e r i o r , e c l r c u l c exterior deve t e r uma crianca a mais stm oar ITS' gelo).
DE^NVOLvTMENTD* Ao s i n a l da orofesser os d r c u l s s ccraecem a movimen -tar-se em sentidss inverses, cantando uma canraa, Cuande a orofessar ' au aluno sern oar gritar: osto no Gelo."Todos deverao oracurar seus' pores. Quasi sobrar f i c a r a "NO Gelo".Heinicia-se o jogo.
ONOE EaTR 0 03JET0 QUE FOI ESCONDIOQ?
OdjLlivuiatencao,conhecimento de tioas de sons.
PhEPARA£%)-felanda que um aluno said oara esconder um ebjeto, que tare ' de ser encontrade oor este aluno. Os demais alunos ficam em c i r c u l a * com o orofessar.
OESENVOLN/IMENTO- As s i n a l do orofessor, o aluno entra na classe e ten* to descobrir onde esta o objeto de acordo com o som j.ue o*. alunos ou ' nrofessor usar. Quando o aluno se aoroxima so oojeto osoond^jSBjTjT
que e criedo batendo oalmas ou batendo a esoonja no bureau/ se tornara^ mais a l t o . Se o aluno e s t i v e r se distanciando do obje^o/'A soa^^s*** t o r -'
A T I V_I U A • H *, J E E X P R E S S X o M U S I C A L
30M DIA
oELQDIAl "O CRAVQ BRIGOU COM A ROSA
Oom dia, oh orofessora, do volta a escola ssteu, deixai a maroae em casaf seu amigo agora eu sou*
3osto m u i t o da minha eecola, e da piofessora tambem,
de t o d o s os c e l e g u i n h a 3 ,
eu nao esqueco ninguem.
Raima, oalma, oalma
* # #
oe9 ue, os,
viva a minha escola que gostosa e l a e ,
• I A J O I N J I J
Jesenhc um I n d i o .
Jenois de fale.rmos sobre o i n d i o , fizemos v a r i e s Dernuntas. EX : 4 Onde moram os i n d i o s ?
• Como v i v r m os i n d i o s ? • «uel a comida dos i n d i o s ?
. Q u a l a sua imoortencia para nos ?
• Por r u e os I n d i o s entram em c o n f l i t o Qo*<\ bnav^cos 9
• Qual e a coisa mais imoortante oara a vida dos i n d i o s ? • Js i n d i o s tern r e l i g i a o ?
0 I A J O T R A Q A L H i J
.zemos cartazes com as sequintes frases :
ido Trabalho e digno e imoortante, cada um orecisa da coooeracao do outro oan a l — moarem seus verdadeiros o b j e t i v o s .
Trabalho e o Dreco do sucesso.
Dde orssoa so se r e a l i z a r a se f o r u t i l \ humanidade com o seu t r a b a l h o ,
iscutimos com os alunos o assunto ThAJALHJ e logo aoos fizemos <'uestionstmentosJ em alauem aqui na sala que t r a b a l h e ? Fale -nos do seu t r a b a l h o .
m que seus oais trabalham ?
oces acham que e x i s t e n i r o f i s s o e s s mais imoortantes que outras ? l-'dr que ? ara voces ,quern trabalho mais: sua mae ou seu o a i ?
que voces ~uerem sei quando crescer V
pos esses questionamentos, exnomos a imoortancia de cada o r o f i s s a o .
'esenhe um instrumento de trabalho u t i l i z a d o no trabalho de sua m~af do geu o a i 1
Em name da no Baa Escola, querlames deixar aqui a nasss sincere abraco a
de-i de um d i e f e l i z oara as do nessoa alunos.
uerlamos ainda faze-las entender que amaraos tambem essas criancas came se*
m nossos f i l h e s , j a que o amor nascc da convivencia do dia—a-dia.
Camo haje estamos todas aqui juntas e eomemarer o dia das maes, querlamos • uma vez, deixar aqui a nasse oensamento a resoeita de nossa3 criancas.
Mae, a nessa crianca esta orecisando muito de voce. Muito mais do que de • >rofe=sores. E l a s orecdsom receber de voces, a educates de l a r , que e a mais imoartari i mais r i c a e mais sebia das educscoes.
As nassas criancas nas nos resoeitam coma devariam. T ernes que n r i t a - l a s oa1
je nas abedecam. Muitas vezes, chegames ate a ameaca-las bater,quando oardemes a ca»' oor tents trabalho que nas das. 3s que nao fazsmes, oor que nos entendemss que a c r i n e c e s 3 i t a mesmo e de amar. E se e l a s gritam, e oarque nas nas foram erientadas oara' •lego. Jim, o dialogs e imoertante,mSs. £ imoortante oarque a crianca orecisa ser es-da, orecisa ser resoeitaes-da, tents quants nos adultes. E se a crianca vive em meio a' i s e beiros, taoas e ouxoes de erelhos, ele vai aorender que o mundo e ora ser v i v i —
3sirn: agredinde, gritandu e desreoeitande a outre. /
0 que nas estamos orecisande e educar a nosso f i l h o , o nosso axuno, com a ' comoreensao e dialogs. So assim ele descobrira que o mundo tern que ser encarada des-ado e nao rrvoltades como saa.
Este e a aoelo que nos, orafessoras e diretora fazemas a voces maes na die' •Je« Ajjdemnos a eduear a seu f i l h o . Je amar ora e l e . Naa o agrida. Facao r e s o e i t a
-em orecisar bate-la au g r i t a - l o . I s s s f a c i l i t a r a muito, mss muito meoms na educacao • s. Se vices flzerem i s s o , nos censeguiremos eduea-los de una forma sadia e f e l i z . E l e maior saoaeidade de aorender a l e r se as coisas se ternarem mais faxe^Tsa^^^oiaolvfer nstrado de eutra forma. Vamos lutar Juntas oelo bem de nossas crianfcsjB, s f i n a l no&Vs
os e e l a s nos amam. I ^ » I
€ tudo o que temos oara dizer no dia de hoje, alem disss,\s5 aesejamas nviJ9
a as maes aqui oresentes,sejam muito f e l i z e s oor toda vida. ^^<**«!ra»
C A H Q X 0 A P R E 3 E . N T A O A NO D I A D A S M £ E S ( PELOS ALUNOS)
C A N X 0 • A M A a A* E
Quern e que s e r r i r Quando a oente 3 o r r i r Elsabe chorer nossa nor?
* a mamae, e a mamae a
Mamae, mamae, mamse, (bis)
.uem e que nas diz Num s s r r l s s f e l i z
A frase mais linda de amor? (-uem e que conduz
Para nos esse luz
Que b r i l h a na estrode da fe?
Uuem e esse alguem Que a famtlia quer bem Cam mais amizade quern e7 Quern e que ns l a r
Ha de semore reinar Amada rainhe quern e?
o
. C r v ^ v r
ATIVIDADES APRESENTADAS NO DIA DAS Mfes
- CantiRO afereciae a tesaa as maes aa munsos " MARIA DE NAZARfi rt, oar um grace a*e
criancas *
- Uma mensasem pelo alune Francisco de Assis; - Amusica FLOR MAM^E pelas alunos:
JOANA DARC OLIVEIRA; JOANA DARC ROMUALDO; EDNEIDE;
ELIENE; AURINEIDE; BBXICLEIDE;
RAIMUNDO; ADRIANA, MARIA ROSIMARY.
U Uma Daesia oeles alunos:RAIMUNOA,ADRIANA, MARIA, ANA LtiCTA. % » - Amusioa "LINDO M&S DE MAIO Delos alunos:RABA UNDO, JOSENILDO, VALDETE, RICAROO, •
VALDEC1, ADRIANA, KLEBER.
>• Uma p o e s i a DOlos alunos: EDIcfLIA, MARILEUZA, FRANCISCO DE ASSIS. } - Musics s f e r e c i s a as maes: " CANQflO DAS MAMIES",
9 - Poesia Dor 6 elunos; 9 - Poesia Dor 4 alunos;
LEMBRANCAS CQNFECCIONAQAS COM A3 CRIANCAS PARA AS Kfes
UPMKE £ Tft) MINHA AMIGA
£ Tto 90A E TATJ SINCERA QUE, QUANTO MAIS EU A V/EJO TANTO MAIS ASSIM A QUERO.
PARA 0 SEU OIA MAMREZINHA FIZ ESTE LINOO TRABALHINHO
NRO £ IGUAL AO DA LOJA MAS F1COU T&) BONITINHO
- F a l a r baixe;
- Falar um de eada vez • - Pedir licence, oara f a l a r ; • Pedir licenca para s a i r ;
- Naa interrempsr a autre qusnds e s t i v e r falanee; - Agrsdsoer quando reeeber alguma ceisa;
- Semore que oedir alguma ooise, podir per favor; - Aguardar sua vez;
- Saber ouvir;
• Aceitar a ooiniao do astro; - Traoalhar em gruoo; - S i n t e t i z a r earn olareza; - Saber dlsoordar; - Oesenhar; - Esorever, ete. ATITUDES l
- Zelar Dele sou material o o da essola; - Ssntar-se devidamante;
- Cumprlmentar devidamsnts as pesssss; - Saber veneer e saber perder;
• RecsnhecesT a impsrtancia da ceeperacaa na trabalho; - Respeite para com os outros ;
T E S T E S A P L I C A D O S
T E S T E O E C O M U N I C A ^ R o
1 - Escreva as veaais. 2 - Escreva as consoantes. 3 - Escreva • alfabeta .
4 - Escreva a alfabeto roenusculo 5 - Escreva o alfabeto meiusculo.
6 - Escreva S families Junte : co