Roteiro sugestivo - Dirigentes grupo apometria:
1) Abrir com oração, agradecendo acima de tudo a todos que nos dão condição, permissão e orientação; mensagem relaxante, a fim de auxiliar a esvaziar a mente, preparando conexão com guias, relaxando corpo e músculos, redução dos batimentos cardíacos e sintonização através da respiração ou meditação. É possível nessa parte trazer algo por escrito para seguir, como espécie de oração.
Sugestão de meditação passada pela Cristal através da Maria Alice:
Inspirar por 3 segundos, pondo pra dentro todas as energias benéficas de nosso terreiro e ambiente.
Reter essa energia e benefício por 3 segundos (mentalizar harmonização energética - chakras)
Expirar por 3 segundos, colocando pra fora o que não queremos (cansaço, preocupação, medo, etc.) e relaxando toda a musculatura ao expirar. Importante atentar ao tom da voz (sereno) e a forma como são conduzidas as instruções, pois o objetivo é confortar, relaxar e acalmar. Acima de tudo, durante toda a experiência, inclusive, não só na meditação, importante o dirigente fazer o exercício juntamente com a corrente, pra que sinta os benefícios em si e saiba (através dos próprios resultados) se é necessário estender-se no procedimento ou não. Aqui é o momento em que se inicia a comunicação com o guia - também do dirigente - que desde o início já pode ser intuído de como proceder.
Repetir o procedimento por cinco vezes.
Depois, mentalizando fonte de energia através de nosso chakra básico, criar uma bolha de proteção que pode ser complementada por nossa ferramenta de trabalho de cores. Podemos colocar pra dentro dessa bolha o que desejamos pra nossa vida e podemos tirar pra fora dela o que não queremos. Podemos colorir a bolha e imaginar emanando cores em nosso favor.
Importante ativá-la diariamente fazendo essa operação, no seu dia-a-dia funcionará como proteção e contenção de energia de tratamento individual.
2) Desdobrar todos (incluindo-se na atividade, sempre) em comando de 1 a 7. Reuniremos à equipe de apoio no astral. Enquanto houver integrantes novos na atividade, utilizar os deslocamentos em conjunto, de mãos dadas, unidos.
A contagem é pessoal, mas facilita à equipe se for em tom mais assertivo (através do qual se passa também a força do pensamento diretivo, que não é emanado somente pelos estalos dos dedos) e rápido. Pausa entre um número e outro se utiliza mais em atividades que demandam mais tempo e esforço do dirigente ou da corrente. Não é o caso dos deslocamentos entre locais, desdobramentos e acoplamentos. A contagem mais pausada se utiliza ao aplicar cores de tratamento, ao aumentar ou diminuir o padrão vibratório individual ou do grupo e assim por diante. Algo que rapidamente a corrente deve cumprir, há de ser conduzido por contagens mais curtas e rápidas. Atividade que demande mais tempo, contagem mais longa e lenta. A lógica da contagem lenta é que durante toda ela o processo está sendo desenvolvido. Por isso não se aplica quando instantaneamente podemos mudar de lugar. Na verdade, quando do desdobramento inicial, contamos até 5 ou 7 para que todos em algum dos "estalos" pegue a carona e faça o indicado, já que somos um grupo grande. Contagem pausada pra coisas rápidas faz com que as pessoas tendam a efetuar pausas (que não ocorrem) para obedecer o comando na velocidade da condução do dirigente. Por isso o dilema prático. Importante intuir quantos comandos serão necessários à atividade para comunicar à equipe antes mesmo de iniciar a contagem. Se na hora for necessária uma contagem mais longa não haverá problemas, pois quem estava atendo e concentrado na corrente já terá obedecido da primeira vez. Importante o dirigente recolher-se ou perguntar ao seu guia entre uma pausa e outra, mentalmente, se está tudo bem, o que é necessário fazer, etc... Apenas pondo-se à disposição rapidamente a orientação é dada. Nesse caso é possível que ocorra a necessidade de atuar diretamente sobre um irmão da corrente individualmente (ajudando-o a desdobrar ou a seguir ao destino indicado), reequilibrando-o de uma experiência emotiva ou forte. É normal também ter a necessidade de repetir o comando e as contagens. Por isso a imprescindibilidade do recolhimento e da percepção do próprio dirigente, já que é a ele que a equipe espiritual indica o que deve ser feito. Na prática é como se um alerta soasse... Nesse caso, mantendo a fé e crente de que o que você comanda acontece, é só repetir até que a corrente obedeça.
A pressa não é indicada, além do que estressa a corrente. Por isso não deve haver preocupação em estar demorando. Principalmente quando o dirigente faz uma pausa pra obter orientações mentais. Neste momento a corrente pode aproveitar pra visualizar sua ferramenta de trabalho e comunicar-se com seu guia ou anjo de guarda também mentalmente
(pedindo orientação com relação à atividade em desenvolvimento ou com relação ao seu desenvolvimento como apômetra), até que nova instrução lhe seja passada pelo dirigente. Se o pensamento for desviado (pela corrente que aguarda) é possível seguir por meio de sua própria vontade a lugares ou experiências não indicadas pelo dirigente. O que infelizmente significaria uma força de trabalho a menos quando o objetivo é de concentrar forças, no caso de um atendimento de cura. Por isso é importante o condicionamento da corrente neste aspecto.
O mais importante ao dirigente: esvaziar a mente, estar apto à orientação do seu guia ou da nossa equipe de atendimento, ter fé em suas intuições, convicções e comandos, bem como, acima de tudo, ter certeza absoluta de que, se focar o pensamento e o vir realizado, todos seguirão pelo caminho traçado pelo dirigente.
3) Início das atividades que são livres. A seguir, sugestões do grupo:
3.1) Reconhecimento da ferramenta de trabalho, do guia e orientador pessoal ou do grupo de apometria, da equipe de trabalho quando nos reunimos ao grande grupo logo em seguida do comando de desdobramento, onde ficamos ao integrarmos esse grande grupo, etc. Nesse momento podemos facilitar a percepção da corrente através de comandos. Podemos pedir aos integrante a ativação de seu chakra frontal através de contagem ou o que for intuído pra essa finalidade.
3.2) Sala mágica
3.3) Local livre. É possível mentalizar um objetivo e direcionar todos ao local destinado por nossa equipe espiritual a esse aprendizado (P. ex. "vamos agora a um local pra aprender sobre o funcionamento de chacras, pois depois durante o sono retornaremos a esse local pra continuar nossos estudos"...). Não há limites ao acesso às experiências ou conhecimentos úteis ao atendimento e trabalho espiritual. Sempre haverá um local ou atividade que poderemos participar ou integrar. É um ótimo momento pra pedir orientação ao guia de onde nos fazemos necessários. 3.4) Passar pelo centro de tratamento de espíritos, para contribuição de energia, reconhecimento, aprendizado ou trabalho.
3.5) Local de palestras 3.6) Reinos
3.7) Terreiro no astral
4) Finalização no reino de nosso orientador Gabriel do Arco-Íris 5) Retorno ao grupo maior no astral
6) Acoplamento ao corpo físico no comando de 7-1
No retorno, importante perceber se todos voltaram, se voltaram bem. O dirigente continuará com sua atividade até que o último volte bem, repetindo os comandos, dirigindo o pensamento de atração ao corpo, aproximando-se do médium pra essa finalidade, etc.
Dentre as atividades livres, enumeradas com 3, é importante atentar com relação ao tempo. Se uma experiência for rápida, é possível fazer duas ou três delas. Se for demorada, apenas duas. Destacando que o importante na prática não é a quantidade de atividades, mas a qualidade do trabalho exercido por toda a equipe. Se tiver sendo feito um trabalho importante de auxílio no centro de tratamento, por exemplo, não há razão de apressarmos ou interrompermos porque queremos ir em outros locais. Afinal, estamos nos pondo à disposição e há uma equipe espiritual que tem seus planos e nos aguarda pro trabalho se necessário. Por isso a importância da mente aberta e disposição do dirigente. Também num comando de reconhecimento, leva algum tempo pro médium se adaptar ao local, conseguir perceber as diferenças, detalhes, perguntar ao guia o que acontece, o por quê, etc... E pra saber disso, o dirigente tem de se perceber junto à equipe nas mesmas atividades. Se não estiver "fisicamente" estará mentalmente ligado e saberá o que ocorre. Ou então pedir a orientação de seu guia.
A equipe, da mesma forma, pode participar ativamente. O dirigente pode e deve estimular o médium desdobrado a relatar o que experimenta, respeitando os que silenciam. O médium também DEVE sempre relatar ao dirigente qualquer desconforto ou informá-lo do que entenda ser útil ao desenvolvimento das atividades. É importante estar atento às alterações de temperatura e emoções e relatá-las ao grupo/dirigente. Não há problema em dar sugestões, respeitando que a decisão final será do dirigente. Isso não atrapalha a condução e, como disse, é inclusive aconselhável que todos trabalhem ativamente e não somente em silêncio. O dirigente pode estimular esse tipo de participação se sentir confortável. Importante destacar que o dirigente não tem acesso consciente a todas as informações relativas às percepções dos médiuns na corrente, pois sua preocupação é com o trabalho como um todo. Certamente ele saberá se algo estiver errado ou não for cumprido, mas não saberá exatamente o que cada médium está vendo, ouvindo, sentindo ou experimentando relacionado ao atendimento ou atividade desenvolvida. Então, também por essa razão, o relato minucioso de cada integrante durante os trabalhos na verdade instrui o dirigente de modo perfeito e seguro, para
que possa decidir o que a equipe deve fazer em conjunto para atingir os objetivos do atendimento.
Outro ponto importante a ser destacado é que ninguém está errado em suas percepções. É possível que o médium, por vontade própria, não siga os comandos do dirigente. Mas sua experiência não deve ser invalidada por isso. Também podemos visualizar uma mesma situação de várias perspectivas, de modo que unindo todas as percepções podemos ter um diagnóstico completo de um paciente, por exemplo. Não é porque ninguém mais viu o que eu vi que indique que eu esteja errada. O conjunto percebido pelo grupo aliado às orientações obtidas da equipe espiritual que indicará se a observação refería-se à experiência dirigida ou foi algo que o médium se prestou a fazer por sua vontade, o que é possível também. Mas é algo que saberemos somente compartilhando as experiências durante o trabalho inclusive. O que oportunizaria ao dirigente "resgatar" o médium ou então destacar outros para perceber o que seu irmão está relatando.
Escrevi bastante coisa. Penso que de início são informações mais do que suficientes. No mais, só a prática.
Abçs, Janira.