Por. fevereiro. Eduardo Valladares (Bruna Basile) escrito. Todos escrito. os direitos Todos reservados.

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Por.

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fevereiro

Eduardo Valladares

(Bruna Basile)

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Linguagem e suas funções

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Análise de Texto e Fenômenos Linguísticos Marcadores de pressuposição, polifonia, modali-zadores e relações entre textos

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Análise de Texto e Fenômenos Linguísticos Ambiguidade, polissemia, tipos de discurso e intertextualidade.

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CRONOGRAMA

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Linguagens

e suas funções

01. Resumo 02. Exercício de Aula 03. Exercício de Casa 04. Questão Contexto

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RESUMO

Você já deve saber que podemos utilizar vários re-cursos para nos comunicarmos com alguém, como gestos, imagens, músicas ou olhares. No entanto, a linguagem é a forma mais abrangente e efetiva que possuímos e, dependendo de nossa mensagem, po-demos fazer inúmeras associações e descobrir o contexto ou a circunstância que aquela intenção co-municativa foi construída.

Existem dois tipos de linguagem, a verbal e a não-ver-bal. Na primeira, a comunicação é feita por meio da escrita ou da fala, enquanto a segunda é feita por meio de sinais, gestos, movimentos, figuras, entre outros. A linguagem assume várias funções, por isso, é mui-to importante saber as suas distintas características discursivas e intencionais. Em primeiro lugar, deve-mos atentar para o fato de que, em qualquer situ-ação comunicacional plena, seis elementos estão presentes:

→ Emissor: É o responsável pela mensagem. É ele

quem, como o próprio nome sugere, emite o enun-ciado.

→ Receptor: A quem se direciona o que se deseja

falar; o destinatário.

→ Mensagem: O que será transmitido, a “tradução”

de uma ideia.

→ Referente: O assunto, também chamado de

con-texto.

→ Canal: Meio pelo qual será transmitido a

men-sagem.

→ Código: A forma que a linguagem é produzida.

Cada uma das seis funções que a linguagem desem-penha está centrada em um dos elementos acima, ou na forma como alguns desses elementos se rela-cionam com os outros. Veja a seguir:

Metalinguística

Refere-se ao próprio código. Por exemplo:

- A palavra “analisar” é escrita com “s” ou com “z”?

- “Analisar” se escreve com “s”, Marcelo.

Consiste no uso do código para falar dele próprio, ou seja, a linguagem para explicar a própria lingua-gem. Pode ser encontrada, por exemplo, nos dicio-nários, em poemas que falam da própria poesia, em músicas que falam da própria música.

Referencial

Centraliza-se no contexto, no referente. Transmite dados de maneira objetiva, direta, impessoal. A dis-sertação argumentativa é o tipo de texto em que um determinado ponto de vista é defendido de maneira objetiva, a partir da utilização de argumentos. Ou-tros exemplos são textos jornalísticos, livros didáti-cos e apostilas.

Conativa ou Apelativa

Procura influenciar o receptor da mensagem. É cen-trada na segunda pessoa do discurso e bastante co-mum em propagandas.

Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada, Cobrai-a; e não queirais, pastor divino, Perder na vossa ovelha a vossa glória

Essa função encerra um apelo, uma intenção de atin-gir o comportamento do receptor da mensagem ou chamar a sua atenção. Para identificá-la, devemos observar o uso do vocativo, pronomes na segunda pessoa, ou pronomes de tratamento, bem como ver-bos no modo imperativo.

Fática

Está centrada no canal. Objetiva estabelecer, pro-longar ou interromper o processo de comunicação.

— Olá, como vai?

— Eu vou indo e você, tudo bem? — Tudo bem, eu vou indo...

A função fática envolve o contato entre o emissor e o receptor, seja para iniciar, prolongar, interromper ou simplesmente testar a eficiência do canal de

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municação. Na língua escrita, qualquer recurso grá-fico utilizado para chamar atenção para o próprio canal (negrito, mudar o padrão de letra, criar ima-gem com a distribuição das palavras na página em branco) constitui um exemplo de função fática.

Emotiva

De forma simplista, pode-se dizer que expressa sen-timentos, emoções e opiniões. Está centrada no pró-prio emissor – e, por isso, aparece na primeira pes-soa do discurso.

Que me resta, meu Deus? Morra comigo A estrela de meus cândidos amores. Já que não levo no meu peito morto Um punhado sequer de murchas flores.

(Álvares de Azevedo) Aqui, devemos observar marcas de subjetividade do emissor, como seus sentimentos e impressões a res-peito de algo expressados pela ocorrência de verbos e pronomes na primeira pessoa, adjetivação

abun-dante, pontuação expressiva (exclamações e reti-cências), bem como interjeições.

Poética

Centraliza-se na própria mensagem. É o trabalho poético realizado em um determinado contexto.

“De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.”

(Vinícius de Morais) Como é centrada na própria mensagem, a função poética existe, predominantemente, em textos lite-rários, resultantes da elaboração da linguagem, por meio de vários recursos estilísticos que a língua ofe-rece. Contudo, é comum, hoje, observarmos textos técnicos que se utilizam de elementos literários para poder evidenciar um determinado sentido.

EXERCÍCIO DE AULA

1.

Ler não é decifrar, como num jogo de adivinhações, o sentido de um texto. É, a partir do texto, ser capaz de atribuir-lhe significado, conseguir relacioná-lo a to-dos os outros textos significativos para cada um, reconhecer nele o tipo de leitura que o seu autor pretendia e, dono da própria vontade, entregar-se a essa leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo uma outra não prevista.

LAJOLO, M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Áti-ca, 1993. Nesse texto, a autora apresenta reflexões sobre o processo de produção de sen-tidos, valendo-se da metalinguagem. Essa função da linguagem torna-se eviden-te pelo fato de o eviden-texto

a) ressaltar a importância da intertextualidade. b) propor leituras diferentes das previsíveis. c) apresentar o ponto de vista da autora. d) discorrer sobre o ato de leitura. e) focar a participação do leitor.

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2.

A rapidez é destacada como uma das qualidades do serviço anunciado, funcio-nando como estratégia de persuasão em relação ao consumidor do mercado gráfico. O recurso da linguagem verbal que contribui para esse destaque é o emprego:

a) do termo “fácil” no início do anúncio, com foco no processo. b) de adjetivos que valorizam a nitidez da impressão.

c) das formas verbais no futuro e no pretérito, em sequência.

d) da expressão intensificadora “menos do que” associada à qualidade. e) da locução “do mundo” associada a “melhor”, que quantifica a ação.

3.

Poema tirado de uma notícia de jornal

João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babi lônia num barracão sem número.

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu

Cantou Dançou

Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

BANDEIRA, M. Estrela da vida inteira: poesias reunidas. Rio de Janeiro José Olympio, 1980 No poema de Manuel Bandeira, há uma ressignificação de elementos da função referencial da linguagem pela

a) atribuição de título ao texto com base em uma notícia veiculada em jornal. b) utilização de frases curtas, características de textos do gênero jornalístico. c) indicação de nomes de lugares como garantia da veracidade da cena narrada. d) enumeração de ações, com foco nos eventos acontecidos à personagem do texto.

e) apresentação de elementos próprios da notícia, tais como quem, onde, quan-do e o quê.

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4.

Os objetivos que motivam os seres humanos a estabelecer comunicação de-terminam, em uma situação de interlocução, o predomínio de uma ou de outra função de linguagem. Nesse texto, predomina a função que se caracteriza por a) tentar persuadir o leitor acerca da necessidade de se tomarem certas medidas para a elaboração de um livro.

b) enfatizar a percepção subjetiva do autor, que projeta para sua obra seus so-nhos e histórias.

d) fazer um exercício de reflexão a respeito dos princípios que estruturam a for-ma e o conteúdo de um livro.

e) retratar as etapas do processo de produção de um livro, as quais antecedem o contato entre leitor e obra.

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Pelas características da linguagem visual e pelas escolhas vocabulares, pode-se entender que o texto possibilita a reflexão sobre uma problemática contempo-rânea ao

a) criticar o transporte rodoviário brasileiro, em razão da grande quantidade de caminhões nas estradas.

b) ironizar a dificuldade de locomoção no trânsito urbano, devida ao grande flu-xo de veículos.

c) expor a questão do movimento como um problema existente desde tempos antigos, conforme frase citada.

d) restringir os problemas de tráfego a veículos particulares, defendendo, como solução, o transporte público.

e) propor a ampliação de vias nas estradas, detalhando o espaço exíguo ocupado pelos veículos nas ruas.

EXERCÍCIO DE CASA

1.

14 coisas que você não deve jogar na privada

Nem no ralo. Elas poluem rios, lagos e mares, o que contamina o ambiente e os animais. Também deixa mais difícil obter a água que nós mesmos usaremos. Al-guns produtos podem causar entupimentos:

· cotonete

· medicamento e preservativo; · óleo de cozinha;

· ponta de cigarro;

· poeira de varrição de casa; · fio de cabelo e pelo de animais; · tinta que não seja à base de água; · querosene, gasolina, solvente, tíner.

Jogue esses produtos no lixo comum. Alguns deles, como óleo de cozinha, me-dicamento e tinta, podem ser levados a pontos de coleta especiais, que darão a destinação final adequada.

O texto tem objetivo educativo. Nesse sentido, além do foco no interlocutor, que caracteriza a função conativa da linguagem, predomina também nele a função referencial, que busca

a) despertar no leitor sentimentos de amor pela natureza, induzindo-o a ter atitu-des responsáveis que beneficiarão a sustentabilidade do planeta.

b) informar o leitor sobre as consequências da destinação inadequada do lixo, orientando-o sobre como fazer o correto descarte de alguns dejetos.

c) transmitir uma mensagem de caráter subjetivo, mostrando exemplos de atitu-des sustentáveis do autor do texto em relação ao planeta.

MORGADO, M.; EMASA Manual de etiqueta. Planeta Sustentável, jul.-ago. 2013 (adaptado)

d) estabelecer uma comunicação com o leitor, procurando certificar-se de que a mensagem sobre ações de sustentabilidade está sendo compreendida.

e) explorar o uso da linguagem, conceituando detalhadamente os termos utiliza-dos de forma a proporcionar melhor compreensão do texto.

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2.

A biosfera, que reúne todos os ambientes onde se desenvolvem os seres vivos, se divide em unidades menores chamadas ecossistemas, que podem ser uma tem múltiplos mecanismos que regulam o número de organismos dentro dele, controlando sua reprodução, crescimento e migrações.

DUARTE, M. O guia dos curiosos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Predomina no texto a função da linguagem

a) emotiva, porque o autor expressa seu sentimento em relação à ecologia. b) fática, porque o texto testa o funcionamento do canal de comunicação. c) poética, porque o texto chama a atenção para os recursos de linguagem. d) conativa, porque o texto procura orientar comportamentos do leitor. e) referencial, porque o texto trata de noções e informações conceituais.

3.

O artista gráfico polonês Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 e recebeu di-versos prêmios por suas ilustrações. Nessa obra, ao abordar o trabalho infantil, Kuczynskiego usa sua arte para

a) difundir a origem de marcantes diferenças sociais. b) estabelecer uma postura proativa da sociedade. c) provocar a reflexão sobre essa realidade.

d) propor alternativas para solucionar esse problema.

e) retratar como a questão é enfrentada em vários países do mundo.

Através da linguagem não verbal, o artista gráfico polonês Pawla Kuczynskiego aborda a triste realidade do trabalho infantil

4.

O exercício da crônica

Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa como se faz um cronisita; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, de preferência colhido no noticiário matutino, ou da véspera, em que, com as suas artimanhas peculiares, possa injetar um sangue novo.Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida emocionalmente despertados pela concentração.

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Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastan-te gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado.

MORAES, V. Para viver um grande amor: crônicas e poemas. São Paulo: Cia. das Letras, 1991. Predomina nesse texto a função da linguagem que se constitui

a) nas diferenças entre o cronista e o ficcionista b) nos elementos que servem de inspiração ao cronista. c) nos assuntos que podem ser tratados em uma crônica.

d) no papel da vida do cronista no processo de escrita da crônica. e) nas dificuldades de se escrever uma crônica por meio de uma crônica.

5.

Os gráficos expõem dados estatísticos por meio de linguagem verbal e não ver-bal. No texto, o uso desse recurso

a) exemplifica o aumento da expectativa de vida da população. b) explica o crescimento da confiança na instituição do casamento. c) mostra que a população brasileira aumentou nos últimos cinco anos.

d) indica que as taxas de casamento e emprego cresceram na mesma proporção. e) sintetiza o crescente número de casamentos e de ocupação no mercado de trabalho.

6.

Desabafo

Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simples-mente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-fei-ra. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado.

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Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea de várias funções da linguagem, com o predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmen-to da crônica Desabafo, a função da linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois

a) o discurso do enunciador tem como foco o próprio código. b) a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito. c) o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem. d) o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais. e) o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.

7.

É água que não acaba mais

Dados preliminares divulgados por pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram o Aquífero Alter do Chão como o maior depósito de água potável do planeta. Com volume estimado em 86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá. “Essa quantidade de água seria suficiente para abastecer a popu-lação mundial durante 500 anos”, diz Milton Matta, geólogo da UFPA. Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água do Aquífero Guarani (com 45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a maior reser-va subterrânea do mundo, distribuída por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Época. Nº 623, 26 abr. 2010. Essa notícia, publicada em uma revista de grande circulação, apresenta resulta-dos de uma pesquisa científica realizada por uma universidade brasileira. Nessa situação específica de comunicação, a função referencial da linguagem predo-mina, porque o autor do texto prioriza

a) as suas opiniões, baseadas em fatos. b) os aspectos objetivos e precisos. c) os elementos de persuasão do leitor.

d) os elementos estéticos na construção do texto. e) os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa.

8.

Canção do vento e da minha vida

O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores... E a minha vida ficava Cada vez mais cheia

De frutos, de flores, de folhas. [...]

O vento varria os sonhos E varria as amizades... O vento varria as mulheres... E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De afetos e de mulheres.

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E varria os teus sorrisos... O vento varria tudo! E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De tudo.

BANDEIRA, M. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1967.

Predomina no texto a função da linguagem

a) fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação. b) metalinguística, porque há explicação do significado das expressões. c) conativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação.

d) referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fa-tos reais.

e) poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da es-trutura do texto.

QUESTÃO CONTEXTO

Aquele momento em que você escolhe seu meio de transporte baseado na quan-tidade de episódios que você pode assistir no trajeto.

#NetflixDownload

Para nos comunicarmos, podemos utilizar elementos verbais e não-verbais, por exemplo. Na publicidade acima, a empresa Netflix apresenta seu novo re-curso de download utilizando os tipos de linguagens conhecidos por nós. Des-sa forma, responda qual função de linguagem foi utilizada na propaganda.

https://www.facebook.com/netflixbrasil/ photos/pb.216630021727132.-2207520000.1484656749./ 1342008209189302/ ?type=3&theater Acesso em: 17/01/2017.

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Exercício de aula

1. d 2. c 3. e 4. d 5. b

02.

Exercício de casa

1. b 2. e 3. c 4. e 5. e 6. b 7. b 8. e

03.

Questão Contexto

A função predominante na publicidade acima é a apelativa. Embora não haja verbos no imperativo, o foco da mensagem é voltado para o receptor com o intuito de persuadi-lo para usar o novo recurso dis-ponível na plataforma do aplicativo.

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