• Nenhum resultado encontrado

PROGRAMA DA DISCIPLINA

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "PROGRAMA DA DISCIPLINA"

Copied!
16
0
0

Texto

(1)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Fenômenos dos Transportes

Código

EE112041

Pré-requisitos

Cálculo II

Carga Horária

60

Créditos

04

Ementa

9 Conceitos Básicos.

9 Estática dos Fluidos.

9 Dinâmica dos Fluidos

.

Objetivo

9 Fornecer os conhecimentos básicos necessários aos alunos, propiciando a todos condições de desenvolver os processos e projetos envolvendo fluidos.

9 Proporcionar a aprendizagem nos campos de estática e dinâmica dos fluidos, sobretudo aplicações das equações da estática dos fluidos, da continuidade, movimento e energia, dentre outras.

Conteúdo Programático

9 Conceitos Básicos

9 Definição de Fluido e Sólido - Lei da Viscosidade de Newton. Diagrama Reológico. Sistema e Volume de Controle.

9 Sistemas de Dimensões e Unidades. Propriedades dos Fluidos.

9 Estática dos Fluidos

9 Equação Básica da Estática dos Fluidos. Variação da Pressão com a Elevação num Fluido Estático Incompressível. Pressão: Unidades e Tipos

9 Variação da Pressão com a Elevação num Fluido Estático Compressível

9 Manômetros de Líquidos

9 Empuxo. Forças Hidráulicas Sobre Superfícies Submersas

9 Dinâmica dos Fluidos

9 Tipos de escoamento.

9

Leis Básicas para um Sistema - Equação geral que relaciona a taxa de variação de uma propriedade no sistema com a variação desta no volume de controle.

(2)

9 Equação da Conservação da Massa - Equação da Continuidade.

9 Equações do Movimento para o Volume de Controle Inercial.

9 Equação da Energia – Equação de Bernoulli.

9 Análise Dimensional – Teorema π de Buckingham.

9 Escoamento Viscoso e Incompressível - Escoamento em Tubos – Equação de Hagen-Poiseuille

9 Perda de Carga - Equação de Darcy/Weisbach - Fator de Atrito. Equação de Bernoulli Modificada.

9 Soluções de Problemas de Escoamento de Fluidos em Tubos.

Referências Bibliográficas

9 FOX, R. W. e McDONALD, A. T., Introdução à mecânica dos fluidos. Guanabara Dois: Rio de Janeiro, 2001.

9 SHAMES I. H., Mecânica dos fluidos, Vol. 1, São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 9 SCHIOZER, D., Mecânica dos fluidos, Rio de Janeiro, 1996.

9 CATTANI, M. S. D., Elementos de Mecânica dos fluidos, São Paulo, 1990.

Metodologia

Aulas expositivas, uso de quadro, transparência, seminários, trabalhos individuais e em grupo.

Itens de avaliação

(3)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Sistemas Digitais

Código

EE112040B

Pré-requisitos

Eletrônica Digital

Carga Horária

060

Créditos

04

Ementa

Conversores A/D e D/A. Multiplexação no tempo. Modulação por largura de pulso – PWM. Dispositivos de memória. Dispositivos Lógicos Programáveis – PLD. Introdução ao Microprocessador. Arquitetura RISC.

Objetivo

Aprender como fazer a conversão de sinais analógicos para digitais e vice-versa. Visando utilizar este aprendizado para trabalhar com microprocessadores em um sistema de aquisição de dados.

Fazer um estudo ao respeito da transmissão de dados desde várias fontes por um só canal de transmissão utilizando multiplexação.

Se aprenderá os princípios básicos das memórias, tipos e tecnologia.

Se fará o estudo dos dispositivos programáveis o que nos permitirá reduzir o numero de dispositivos utilizando em algum projeto lógico.

Faremos uma introdução aos microprocessadores , preparando os alunos para a disciplina de microprocessadores, onde veremos os princípios básicos de funcionamento de um microprocessador. Veremos uma arquitetura diferente à utilizada nos computadores comuns (PC - CISC). Esta arquitetura é chamada de RISC devido a que suas instruções são realizadas em média em um ciclo de clock.

Conteúdo Programático

Capitulo 1: CONVERSORES D/A E A/D

1.1 OBJETIVO DO CAPITULO.

1.2 INTRODUÇÃO

1.3 REVISÃO DOS FUNDAMENTOS DIGITAIS

(4)

1.3.2 Números Binários Fracionários

1.3.3 Comunicação entre os mundos analógico e digital 1.3.4 Comparadores

1.4 CONVERSÃO DIGITAL –ANALÓGICA

1.4.1 Princípios 1.4.2 Resolução

1.4.3 Código de Entrada BCD 1.4.4 Conversores D/A Bipolares 1.4.5 Circuitos Conversores

1.4.5.1 Conversor D/A com Saída em Corrente 1.4.5.2 Conversor em Escada (Rede R/2R) 1.4.6 Especificações de Conversores D/A 1.4.7 Conversores D/A Comerciais 1.4.8 Aplicações de Conversores D/A 1.5 CONVERSÃO ANALÓGICO –DIGITAL

1.5.1 Operação Bipolar

1.5.2 Características do Conversor A/D Genérico 1.5.3 Conversor A/D de Rampa Digital

1.5.4 Precisão e Resolução de Conversores A/D 1.5.5 Conseqüência do Tempo de Conversão 1.5.6 Aquisição de Dados

1.5.7 Conversor A/D de Aproximações Sucessivas 1.5.7.1 Tempo de conversão

1.5.7.2 Conversor A/D de Aproximações Sucessivas Comercial 1.5.8 Conversor A/D Flash

1.5.9 Outros Métodos de Conversão A/D 1.5.10 Aplicações dos Conversores A/D

1.5.10.1 Voltímetro Digital

1.5.10.2 Osciloscópio de Memória Digital

1.5.11 Amostragem – Retenção (Sample and Hold) e Multiplexação.

Capítulo 2: Dispositivo de Memória

2.1 Objetivo 2.2 Introdução 2.3 Terminologia

2.4 Princípio de Operação da Memória 2.5 Conexões CPU – Memória

(5)

2.6.1 Arquitetura da ROM 2.6.2 Temporização da ROM 2.6.3 Tipos de ROM

2.6.4 Memória FLASH 2.6.5 Aplicações das ROMs 2.7 RAM Semicondutora

2.7.1 Arquitetura da RAM 2.7.2 RAM Estática (SRAM) 2.7.3 RAM Dinâmica (DRAM)

2.7.4 Estrutura e Operação da RAM dinâmica 2.7.5 Refresh da RAM Dinâmica

2.7.6 Tecnologia da RAM Dinâmica

2.8 Expansão do Tamanho da Palavra e da Capacidade 2.9 Funções Especiais da Memória.

2.10 Dispositivos Lógicos Programáveis - PLD

Capítulo 3: Introdução ao Microprocessador

3.1 Objetivo 3.2 Introdução

3.3 Elementos básicos de um computador

3.4 Diferença entre um microcomputador e um microprocessador 3.5 Arquitetura de um microprocessador geral.

3.6 Microprocessadores comerciais.

Capítulo 4: Conceitos Básicos da Arquitetura RISC

4.1 Evolução

4.2 Princípios de Projeto para máquinas RISC 4.3 Características das máquinas RISC. 4.4 Funcionalidade

(6)

Referências Bibliográficas

9 ERCEGOVAC, M. D., LANG, T., Moreno, J. H., Introdução aos Sistemas Digitais, Porto Alegre, 2000.

9 TOCCI, R. J., Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações, Sétima Edição, Rio de Janeiro: Editora LTC, 1994.

9 MANO, M. M., Digital Design, New Jersey, 1991.

9 PROAKIS, J. G., MANOLAKIS, D. G., Digital Signal Processing Principles, Algorithms and Applications,

New Jersey, 1996.

Metodologia

Aulas expositivas Seminários

Laboratório, com softwares de simulação e implementação de projetos.

Itens de Avaliação

(7)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Geração de Energia Elétrica

Código

EE112042B

Pré-requisitos

Conversão de Energia

Carga Horária

045

Créditos

03

Ementa

Panorama geral energético. Fontes de Produção de energia elétrica. Aproveitamentos hidrelétricos. Usinas hidráulicas. Operação de Usinas. Sistemas Interligados. Controle carga/freqüência.

Objetivo

Mostrar as diversas Fontes de Energia e a contribuição das Centrais Hidrelétricas e dos Sistemas Interligados na formação da Matriz Energética brasileira.

Apresentar as principais fontes de energia;

Apresentar os estudos de implantação, os estudos hidrenergéticos, as estruturas, os componentes e o funcionamento de Centrais Hidrelétricas;

Apresentar os Sistemas Interligados.

Conteúdo Programático

INTRODUÇÃO: RECURSOS ENERGÉTICOS: Opções e Desafios FORMAS DE ENERGIA

ORIGEM DA ENERGIA

TIPOS DE FONTE DE ENERGIA

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GLOSSÁRIO TÉCNICO CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: ESTUDO DE IMPLANTAÇÃO CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: ESTUDO HIDRENERGÉTICO CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: BARRAGEM

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: EXTRAVASORES CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: TOMADA D’ÁGUA CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: DESVIO DE RIO

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE BAIXA PRESSÃO: OPERAÇÃO DA CH CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE BAIXA PRESSÃO: CANAIS

(8)

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE BAIXA PRESSÃO: CÂMARA DE CARGA CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE BAIXA PRESSÃO: CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE ALTA PRESSÃO: CONDUTO FORÇADO

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMAS DE ALTA PRESSÃO: BLOCOS DE APOIO-SELAS- E DE ANCORAGEM

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: TURBINAS HIDRÁULICAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: GERADORES ELÉTRICOS

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: NÚMERO DE GRUPOS GERADORES CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: VOLANTES

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: REGULADORES DE VELOCIDADE (CONTROLE CARGA/FREQÜÊNCIA)

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: REGULADORES DE TENSÃO CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: SUPERVISÃO DA CH CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: SUBESTAÇÕES

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: GRUPOS GERADORES: SISTEMAS AUXILIARES CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: CASA DE MÁQUINA

CENTRAIS HIDRELÉTRICAS: SISTEMA DE DESCARGA

SISTEMA INTERLIGADO

(9)

Referências Bibliográficas

9 SIMONE, G. A., Centrais e Aproveitamentos Hidrelétricos, São Paulo: Editora Érica,2000. 9 LEITE, A. D., A Energia do Brasil, Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997

9 REIS, L. B., SILVEIRA, S., Energia Elétrica para o Desenvolvimento Sustentável, São Paulo: EDUSP, 2000.

9 FAINZILBER, A., Energia Hidrelétrica, Rio de Janeiro, 1980.

Metodologia

Aulas expositivas, uso de quadro, transparência, seminários, trabalhos individuais e em grupo.

Mecanismos de Avaliação

(10)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Sistemas Elétricos II

Código

EE112048

Pré-requisitos

Sistemas Elétricos I

Carga Horária

60

Créditos

04

Ementa

Modelagem de Sistemas Elétricos. Valores por unidade. Fluxo de Carga: Equacionamento básico, Métodos de Gauss-Seidel e de Newton. Curto-Circuito: Curto-circuito trifásico simétrico, Componentes simétricos, Curto-circuito assimétricos.

Objetivo

Capacitar o aluno para a análise e síntese da modelagem Sistemas Elétricos de Potência com ênfase: Modelagem matemática das componentes simétricas, cálculo de redes, fluxo de carga e curto – circuito em sistemas trifásicos, analisando situações reais a que estão submetidos os sistemas de potência. Capacitar o aluno nos seguintes tópicos: Representação de redes em p.u.; representação de transformadores trifásicos em p.u.; componentes simétricos; análise de fluxo de carga em sistemas de transmissão; faltas simétricas e assimétricas.

Conteúdo Programático

Representação de transformadores um p.u.(continuação) Cálculo de redes: equivalência de fontes e equações dos nós Matriz impedância de barra

Fluxo de carga

Método de Gauss - Seidel Método de Newton - Raphson

Componentes simétricos em sistemas trifásicos

Componentes simétricos em máquinas e transformadores Componentes simétricos em Linhas de transmissão Faltas trifásicas simétricas

(11)

Referências Bibliográficas

9 OLIVEIRA, C. C. B., SCHIMDT, H. P., KAGAN, N., ROBBA, E. J., Introdução a Sistemas Elétricos de Potência, Segunda Edição, São Paulo: Edgard Blucher, 1996.

9 GRAINGER, J. J., STEVENSON, W. D., Power System Analysis, New York: McGRAW HILL BOOK CO., 1993.

9 MILLER, D., Operação de Sistemas de Potencia, MAKRON BOOKS.

Metodologia

Aulas expositivas, uso de quadro, transparência, seminários, trabalhos individuais e em grupo. Aulas extra-classe com visitas a subestações de energia elétrica.

Itens de avaliação

(12)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Instrumentação e Sensores

Código

EE112043

Pré-requisitos

Teoria do Controle

Carga Horária

75

P.E.L

Créditos

05

Ementa

TRANSDUTORES: CONDICIONADORES DE SINAIS, LINEARIZAÇÃO, DESLOCAMENTO DE NIVEL, CHAVES ANALÓGICAS; CARACTERÍSTICAS DOS MEDIDORES, PRECISÃO, RESOLUÇÃO, CALIBRAÇÃO,

LINEARIDADE; SENSORES INTELIGENTES; SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E PROCESSOS CONTÍNUOS; SISTEMAS DIGITAIS DE CONTROLE DISTRIBUIDOS (SDCD); REDES DE PLC`S:

ARQUITETURA E TECNOLOGIA; CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS (CLP): ARQUITETURA E PROGRAMAÇÃO; INVERSORES; CHAVES DE PARTIDA SUAVE. EXPERIMENTOS

Objetivo

CONHECIMENTOS SOBRE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, INDUSTRIALIZAÇÃO E SENSORES.

PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS AUTOMÁTICOS UTILIZANDO AS NOÇÕES TEÓRICAS E AS FERRAMENTAS DE LABORATÓRIO.

Conteúdo Programático

INTRODUÇÃO

HISTÓRICO SOBRE A EVOLUÇÃO DA AUTOMAÇÃO NOÇÕES BÁSICAS DA AUTOMAÇÃO

PLC – CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS BÁSICO

INTRODUÇÃO

PROCESSAMENTO E ENDEREÇAMENTO OPERAÇÃO BÁSICA E ESTRUTURAL FUNÇÕES LÓGICAS

SINTAXE DAS FUNÇÕES LÓGICAS

ESTRUTURA E OPERAÇÃO COM PALAVRAS COMPARADORES CONTADORES TEMPORIZADORES AVANÇADO INTRODUÇÃO PROCESSAMENTO E ENDEREÇAMENTO OPERAÇÃO BÁSICA E ESTRUTURAL BLOCO DE DADOS

(13)

BLOCOS DE FUNÇÃO

SINTAXE DAS FUNÇÕES AVANÇADAS MÓDULOS ANALÓGICOS INSTRUMENTAÇÃO INTRODUÇÃO TOMADAS DE IMPULSO GENERALIDADES MEDIÇÃO DE PRESSÃO MEDIÇÃO DE TEMPERATIRAS MEDIÇÃO DE VAZÃO MEDIÇÃO DE NÍVEL MEDIÇÃO DE DENSIDADES REGULADORES REGULADORES ELÉTRICOS REGULADORES HIDRÁULICOS REGULADORES PNEUMÁTICOS SENSORES CONCEITOS BÁSICOS O QUE É UM SENSOR ? SAÍDAS E FIAÇÃO FONTES DE ALIMENTAÇÃO TIPOS DE SAÍDA FIAÇÃO

LÓGICA TEMPORIZAÇÃO DE SAÍDA

CHAVE DE FIM DE CURSO

ESTRUTURA

VANTAGENS E DESVANTAGENS APLICAÇÕES TÍPICAS

DETECÇÃO POR PROXIMIDADE INDUTIVA

ESTRUTURA

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ALVOS VANTAGENS E DESVANTAGENS APLICAÇÕES TÍPICAS

DETECÇÃO POR PROXIMIDADE CAPACITATIVA

ESTRUTURA

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ALVOS CONSIDERAÇÕES AMBIENTAIS VANTAGENS E DESVANTAGENS APLICAÇÕES TÍPICAS

DETECÇÃO POR PROXIMIDADE ULTRA-SÔNICA ESTRUTURA

FAIXA DE DETECÇÃO E FEIXE EFICIENTE CONSIDERAÇÕES SOBRE O ALVO

CONSIDERAÇÕES AMBIENTAIS VANTAGENS E DESVANTAGENS APLICAÇÕES TÍPICAS

(14)

CONCEITOS E APLICAÇÕES

SOFT-START

CONCEITOS E APLICAÇÕES

SISTEMA DE REDES DE AUTOMAÇÃO E SUPERVISÃO

CONCEITOS E APLICAÇÕES

SDCD (SISTEMAS DIGITAIS DE CONTROLE DISTRIBUÍDOS)

CONCEITOS E APLICAÇÕES

Referências Bibliográficas

9 CARVALHO, J. L. M., Sistema de Controle Automático, Rio de Janeiro, 2000.

9 FROHR, F., ORTTENBURGER, F., Técnicas de Controle Eletrônico, São Paulo, 1990.

9 Apostilas e material bibliográfico de fabricantes (Rockwell, Siemens, WEG, Altus, e outros) sobre Controladores Lógicos Programáveis (básico e avançado).

9 SIGHIERI, L., Controle Automático de Processos Industriais – Instrumentação, Edgard Blucher, 1987.

9 Apostilas e material bibliográfico de fabricantes sobre sensores.

9 BENZOTA, H., PORTO, A., Curso sobre Automação industrial – Apostila, 2001.

9 Apostilas e material bibliográfico sobre Inversores de freqüência e Soft-Start.

Metodologia

Aulas expositivas, uso de quadro, transparência, seminários, trabalhos individuais e em grupo.

Mecanismos de Avaliação

(15)

Associação de Ensino e Cultura Pio Décimo

Faculdade Pio Décimo

Engenharia Elétrica

PROGRAMA DA DISCIPLINA

Identificação

Matéria de Ensino

Engenharia Elétrica

Código

EE112

Disciplina

Máquinas Elétricas

Código

EE112038

Pré-requisitos

Eletromagnetismo

Carga Horária

75

Créditos

05

Ementa

Máquinas Síncronas: estudo em regime permanente das estruturas a rotores liso e saliente,

características funcionais e de desempenho. Máquinas Assíncronas: escorregamento, modos de funcionamento, rotores típicos e aplicações. Máquinas DC: comutação, características operacionais e aplicações típicas. Experimentos.

Objetivos

Proporcionar o entendimento da conversão eletromecânica de energia utilizando conversores rotativos. Apresentar os três tipos de máquinas elétricas rotativas;

Estudar suas características construtivas e de desempenho em regime permanente;

Apresentar as aplicações típicas dessas máquinas, abordando os princípios de diferentes formas de controle de velocidade.

Conteúdo Programático

1.1. Máquina Assíncrona: Princípio de Funcionamento 1.2. Enrolamentos do Estator e Tipos de Rotor

1.3. Definição de Escorregamento 1.4. Modelo de Circuito Equivalente

1.4.1. Circuito do estator 1.4.2. Circuito do rotor

1.4.3. Circuito equivalente total 1.5. Circuito Equivalente de Thevenin 1.6. Características de Desempenho 1.7. Fluxo de Potência e Rendimento 1.8. Efeitos de Resistência do Rotor

1.8.1. Rotor Bobinado 1.8.2. Rotor em Gaiola

1.9. Partida de Motores de Indução 1.10. Controle de Velocidade

2.1. Máquina de Corrente Contínua: Introdução 2.2. Princípio de Funcionamento do Motor e do Gerador DC 2.3. Enrolamento do Estator e do Rotor

2.4. Efeito da FMM de Armadura 2.5. Comutação e Interpolos

(16)

2.7. Classificação das Máquinas DC 2.7.1 Excitação Independente 2.7.2. Auto-excitadas

2.8. Fluxo de Potência de Rendimento 2.9. Controle de Velocidade

3.1. Máquina Síncrona: Introdução 3.2. Construção da Máquina Síncrona 3.3. Gerador Síncrono

3.4. Motor Síncrono

3.5. Modelo de Circuito Equivalente 3.5.1. Máquina Síncrona a Pólos Lisos 3.5.2. Máquina Síncrona a Pólos Salientes

3.6. Características de Potência e de Conjugado 3.7. Curva de Capabilidade

3.8. Controle de Velocidade de motores Síncronos 3.9. Controle de Fator de Potência de Motores Síncronos

Referências Bibliográficas

9 FITZGERALD, A. E., KINGSLEY JR., C., KUSKO, A., Máquinas Elétricas, São Paulo: Editora

McGraw-Hill do Brasil, 1975.

9 MARTIGNONI, A., Máquinas Elétricas de Corrente Contínua, Terceira Edição, Rio de Janeiro: Editora Globo, 1987.

9 TORO, V. D., Fundamentos de Máquinas Elétricas, Rio de Janeiro, 1994.

9 SIMONE, G. A., Transformadores, São Paulo, 1998.

Metodologia

Aulas expositivas, uso de quadro, transparência, seminários, trabalhos individuais e em grupo.

Mecanismos de Avaliação

Referências

Documentos relacionados

O objetivo do curso foi oportunizar aos participantes, um contato direto com as plantas nativas do Cerrado para identificação de espécies com potencial

Dentre as principais conclusões tiradas deste trabalho, destacam-se: a seqüência de mobilidade obtida para os metais pesados estudados: Mn2+>Zn2+>Cd2+>Cu2+>Pb2+>Cr3+; apesar dos

Converse com os participantes do grupo para preparar uma excursão que contemple suas expectativas e objetivos. De acordo com o perfil do grupo, você poderá encontrar su- gestões em

RESUMO Este trabalho aborda o ensino da matemática financeira para alunos da EJA, educação de jovens e adultos, do ensino médio, visando contribuir com a revisão de conteúdos,

Todas as reflexões feitas em nosso trabalho, motivadas pelos estudos realizados durante o curso de especialização em Educação na Cultura Digital, visavam

[r]

O pagamento das taxas relativas à emissão de lavarás ou comunicação prévia previstas nos artigos 3.º, 9.º a 10.º e 23.º a 24.º da (TU) pode, por deliberação da

Temos o campo senha, conforme dito acima, onde informara a senha para acesso e os botões para entrar e sair do programa... Mônaco Distribuidora de Peças