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torgrtj Enroptn Renovação do Conselho voltar á razáo?

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Aniíò XVüt

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itio de Janeiro ¦—-lâÉ-fà-reira, :.<> oe Outubro dc issí*.

Director responsável:

Diniz Junior

Gerente:

Jonatlias Pereira Filho

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ASSIGNATURAS For o mezes ...»-.?» .-•> 188000 Por 12 mezes -. — ...? .'.- 365000

NUMERO AVULSO 100 RÉIS

Redacção

Largo da Carioca, 14 sobrado — Ogicinas. Rua do Carmo. 29 a 35

. , ¦»!¦

TELEPHONES: REDACÇÃO, centrai. 523, S2S5 e official — GERENCIA, central 4918 — PORTARIA, centkai, 5/10

SECÇÃO DE INFORMAÇÕES, centrai. 6004- OFFICINAS, kòeie 7852, 7284 e 7221.

AS8IGMATURA4 ,

Vnr t metei MM>» ?» —x^iísE? IW0Ê

Por 12 mezes «.»>-.-*. «-»<..-..>* 961009

NUMERO AVULSO 100 RÉIS

COMO VIVE E COMO PENSA 0 POVO

n

Revelações de um fabricante

de calçados

A Caixa de Aposentadoria e

Pensões na ordem do dia

A industria do calçado, entre nós, é das de maior vulto. Fabricamos cm excesso. K ,.M, embora isso pareça extraordinário, rc-side, sem duvida nenhuma, a causa principal d. carcslia da mercadoria. (Junsi nada expor-íamos, devido á protecção que, cm quasi to. lios os paizes consumidores, se dispensa á ímiu-lria nacional, cum a majoração da nau-1,. alfandegária.' A industria (ip ciilçaup, ]iois, cnlre nós, âfòga-sc na própria abundância, determinando o seu eiicarccIiiVéiitõ, ciiii virlu-dr da parnlysaçãò dos "sloclis".

U 5r. César Bordallo, prcsidenle da Cum-panhia de Calçados Bordallo, com sédc á rua do Núncio 11. BI, explica muito bem o plie-iiaiut.no, sddiizindu outras considerações de ordem econômica quc elucidam o cnso:

O excesso da producção é um mal mui-to grande e, por si só, determina o encare-cimento do produeto. A lei das férias, entre-tanto, veiu aggravur a situação do produetor. Com effeilo, na Europa, dão-se ferias, mas nâo sc as remuneram; Aqui, o operário ga-uba durante 15 dias, sem trabalhar. Por quc? Sc elle é um homem livre, um diarisla, que mc ao trabalho quando quer c cnleiidcV Seu-le-se que a lei foi desvirtuada tle seu obje-ctivo. Elln teria sido elaborada, visando, sem duvida, o empresado no commercio, que, sen-do obrigasen-do 11 comparecer com inallernvcl freqüência, faz jiis, naturalmente, a uni rc-pouso anuual. A lei. entretanto, foi sauceio-nnda c posta cm execução. Quc nos restava Inzer'.' Cumpril-a. Ora nós os industriacs. ctiinprimòl-a, pagando aos operários os tlias que elles uão trabalharam, mas, como esse dinheiro é dispendidò em virtude tln lei, le-v.-imol-o a conta de. mercadoria fabricada.

E ahi estã, concluiu o Sr. Bordallo o seu pensamento; nhl 'está como, indircclanicn-lc, a lei das férias vem encarecer o produ-cto, pesando na bolsa do povo!

O Sr. Bordallo passou a referir-sc ao tlcs-conhecimento, que, cm regra, nós temos da-quillo que é nosso.

Eu comprei, por trezentos contos, a massa fallida dn Companhia Kxlractivn tlc Tnninos, hislallada nas proximidades de Itararé, Estado do Paraná. Ora, o tanino (.' indispensável ao cortume dos couros. Até agora, só a Argentina, entre os paizes da América, extraia a preciosa essência u ex-portava para aqui c para a Europa. O cx-tracto argentino é feito do qucbrnclio. Ten-lei cxlrail-o tio angico vermelho, selvagem, ..uc floresce, com abundância, nos campos

de S. Paulo, Bahia e Pernambuco. Sub-inctti-o a exame, nos próprios laboratórios cbimlcos da Argentina, a cargo do Ur. Fritz Baniiebauiii. E sabe qual foi o resultado da analyso ? As substancias dc tanino

con-•v-^M*«*^iH*^-^H--i-__MiM-minrMaMr«*i«raar_Bi

O Sr. César Bordallo. prcsidenle dc uma das mais importantes companhias

tida ne angico são dc 62,1%, emquanto quc as tio queliracho não excedem de 58%! E, no emtanto, apesar tlc ter devidamente np-piirelhiído niiichi nismps para a extraecão da essência, não posso concorrei* com o produeto argentino, porque, só cm transpor, tes, dispondo quantias extraordinárias 1 To-davln, o nosso tanino é melhor quc o con-corrente argentino. Isso mesmo me foi dito dc Hamburgo, pnra onde mandei cincoenta

f t-,*~t *•-*-»«M«MfÍlfV-*^M-^«-..«l->t4~»|^

toneladas. — "Seu produeto — disseram-me de lá — é melhor que o argentino; entre-tanlo, fica-nos muito caro."

Veja o senhor — concluiu o Sr.1 Bpr? dallo — o estrangeiro reconhece que. o noi» so produeto c melhor, mas -não o compra, porque o concorrente lhe chega por preço mais coininodo . . .íA' E como explica o senhor esse encareci-mento, sc, cumo diz, o antigo o. selvagem e, consequentemente, abundante nos noiwjjk campos ? — pcrguiitnmos-lhc.

O Sr. Bordallo respondeu-nos quc. alem das tarifas das estradas de ferro, os iinpdjsf tos Inter-cstaduaes eram excessivos, tlc^tüfe-do quc, quantlc^tüfe-do a madeira chegava a' Itfr rar.. o preço dc cada tonelada ficava t*cSKt quatro vezes maior yS Não obstante, cllc mantém sua fabrica tít-tractlva, com prejuízos anuuacs cnorniesie conserva technicos suissos c um engenheiro habilitado, que faz a peregrinação pelos £&-. tados a ensinar como se curte o couro. 'Ei,. Porque, accrcsccntou o industrial,% nosso tanino c tão excellente, quc, em ura mez, nos dá o melhor couro possivcl

O Sr. Ccsar Bordall mente, pelo levantamento Iniciou-a com trezentos

tem mcttido nli cerca de tres mil c os seus prejuízos anniiacs são sempre certos — tre-! zentos a trezentos c cincoenta contos -i Falamos-lhc, a seguir, da situação dos me-, nores.

A esse r.espcito, disse-nos elle, tenho opl», nião formada: nenhum menor dc 15 nnnos devo trabalhar c, nas minhas fabricas, quan'-' tio os admitto, faço esta exigência prcliml-nar — escrever correctamente a lingua po» tiiguczn

Não admitte. cutão, annlphabctos?. Vou mais longe: — não admitto.- mos-mo, os semi-analphabctosl

E concluiu: 5i

Sc cm todas as fabricas fosse adoptaV do o mesmo critério, o,paiz progrediria mulV;

to, visto que o analpliabetismo é um dos-grandes males quc oá.fligcin.

E que nos diz daèrcação da caixa ge-ral dn aposentadoria é* jensôcs?

A idea ó magnífica. Adôptál-a-ei, com. muita alegria, porque, segundo creio, cila vi-rá resolver, cm definitivo, a situação doi-. operários. *, ,;^

E terminou: •'AQ'

E quanto mc:;!fjti| designado para. con--tribuir, do bom gi*á'iló'darei ao governo 1

¦ couro possivcl -Sf-lio tem-so balido, vivi.' Mito da nova industria, os contos. liojc, Jl

torgrtj Enroptn Renovação do Conselho

Cardeal Arcoverde

Passa hoje o 38" anniversario da sagração episcopal do cardeal U. Joaquim Arcovcr-tie dc Albuquerque Cavalcanti, cujas per-feitas virtudes de coração c dc espirito o afiançara no respeito c nn estima dos bra-silelros.

O acontecimento que liojc se cogimemo-ra, brilhantemente celebrado, prineipalnicn-te nos prineipalnicn-templos catholicos, onde se realisnm solennidadcs allusivas, proporcionará ao illustre principe da Egreja mais uma op-pòrtiinidade pnrn avaliar dc quanto o que-icm o veneram os catholicos.

A D. Joaquim Arcoverde apresentamos, dc nossa parle, as mais sinceras felicita-Ções.

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Morreu com 120 annos!

LISBOA, 2tí (Havas) — Kalleccu cm Mon-forte, freguezia dc Almalagucz, na edade de 120 nnnos, o Sr. .losó lloilrigucs Paz.

Uma victoria politica da Sr.

Stresemann

BEHUM, 20 (U; P.) — Na rcuuiào dc. Partido do Povo, cm Kiirlsruhc, uo dia 2, a qual comparecerá o Sr. Gustavo Strese-mann, será discutida n situação creado com a eleição dos nacionalistas cm Hugenbcrg. AcfetllIa-se que a reunião representa um triuniplio para o Sr, Stresemann, que sem-pre advogou a formação dc uma grande col-ligação contra a idéa de muilos outros quc queriam a adopção de uma politica conjuii-ta com os nacionalisconjuii-tas.

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Fechada a Universidade de

Pecs

BUDAPEST, 'JU (Havas) — O ministro da Instrucçao Publica determinou o fcchameii-to dn Universidade tlc Pccs em consequen-cia dos distúrbios ali verificados esta ma-nhã.

-•*¦•¦_.. ¦»¦••¦••.."»••¦,,t..»-._-••»•»•-•¦"»-"•. a»a»a**a"a~a"a -;***••-••*•••• »•••#••••*•••'.'»•• ***a.*a~i~a*+» ••.•-••••-»«-i< ».*. ^..fl..t»f •._-_¦.

São convenientes ao Paiz as codificações

nos diversos ramos do Direito ?

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A Câmara pretende dar andamento, ainda na actual

legislatura, a vários projectos de códigos

A Cantara oecupa-sc, neste momento, da , e leader da bancada pernambucana duran-elaboração dc vm-ios códigos: o Código le o periodo do seu niaudato.

Alguns desses projectos estão sendo estu

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Os aviadores portuguezes

legaram a Lourenço

Marques

LISBOA, 26 (A. A.) — Noticia-se que os aviadores portiigueitcs tio "rnlil" colonial levantaram vôo de Inhambiine ás 10 c 50, uo proseguimento dn viagem.

LISBOA, 20 (A. A.) — Noticia-se que os aviadores portuguezes do "raid" colonial chegaram o Lourenço Marques .1 uma hora c 31 minutos da tarde, hora local.

LISBOA, 26 (U. P.) — Informa o gover-110 que os aviadores portuguezes capitães Paes liamos e Oliveira Viegas, tenente Este-ves c sargento Manoel Anlonio, chegaram h Moçambique, completando 11 m vôo dc 11.284 milhas. Os raidmcn partiram dc Lisboa no dia ô de setembro ultimo, cm dois acroplanos militares Ylckers.

¦ 1 *a*m 1

Commercial, quc lhe veiu do Senado, o Co-digo Atltiiineiro, que lhe foi rcnietlido pelo 'isrciitivo, o Código de <'|'j*'lilj> Aprioola c Hj-potlíecario, da autoria d.9 Sr. Joaquim Osório, o Código do Petróleo, feito sobre um

\'riri>zf-•$-¦?,-¦ ¦'¦"'.' ri-riÉjí^jíífi-^irií riy-&

t-''*3*'"^*.'í_*_K: ''•¦¦¦ ¦¦ ¦ ¦ ¦--'-¦'"¦¦ •¦¦^i

0 Sr. João Snnlos, relator do t.odigo do Direito Adminislrativo Federal tine vae agitar, na Çaniura, esta questão

"ttte-projeeio dn Ministério tln Agricultura, " Código dc Direito Atlniiiiistialivo, si-riiii-"o as Misgestôes do Sr. Griiccíio Cardoso. Se qiiizcsscoios ir mais longe, na eiiunie-ração tio taes piojcclos, poderíamos pn>cc-ecr .-1 inlerc.snnlcs escavações c encontra. n'|!ii"s ainda o Código do frn lia llio, cm

'lin-, Im rerc.i dc "il" nnnos. sc Iraliallioii

"ctivamento naquella casíi Icgislallvii, sob ° estimulo dc duas vontades riicrgicas. que c.n!'i'-- Unham nli assento: as dos Srs. Mau-r"-l" de Lacerda c Andrade Bezerra, esle fofessor de direito na Faculdade de Recife

dados com certo, interesse. Outros repou-sam 11a pasta das commissões, o somno fc-chado das coisas esquecidas, mas parece quc não poucos delles virão dentro de breves dias para o debnlc. nina vez que a Camaru, no propósito de facilitar seus estudos c ela-boração. deliberará, agora, reduzir o nume-ro de membnume-ros das commissões espeeiaes quc sobre cllcs deverão emittir pareceres. O Código de Direito Administrativo Fe-deral, esse já tem relator c a Coniinissão tle Constituição c Justiça está convocada, especialmente, pnra ouvir o relatório do Sr. João Santos, nn próxima quinta-feira. O deputado peln Bahia, que concluiu esle seu trabalho, começa por hesitar quanto á con-vciiieneia. mie o autor do projecto conside-r;i hoje indiscutível, da.s codificações c rba-uni cm seu apoio uma séri-? considerável dc tratadistas.

Xão refuga, entretanto, n iniciativa dn seu collcga por Sergipe e declara quc nno julga "dc bom effeito aconselhar" a sua rejeição. Uma vez que já tçmos n Cndigo do Ensino, o Código Sanitário, n Código Aduaneiro, õ Código th- Contábil Idade Pu-blica, noha quc podemos tentar, ao menos, romo experiência, outros códigos: o Código do Segurança Publica, o Código Rural, o Código dn Trtib-llió. o Çótílgò de Assistência Publica, ti Código tlns Minas, o Código tlc Credito Agrícola e linniõbilinrió, " Código de Vinção Terrestre, Marítima c Aérea, "fi-rando ittlcntlida, no cnso do bom rxito. n aspiração dns qiie desejam ver consolidadas ns preseripçõçs concernentes aos variados nsr.i!m|ltos da competência da administração publica federal".

Por esse motivo, n Sr. .lnão Santos, aliás pensando romo outros ile seus roliegns. nn Coniinissão «le Constituição c .lu^liça. vae apresentai* uma indicação no sentido tlc scr nomeada

"uma commissâo especial dc sete dcpu-lados, encarregada de estudar 11 oppor-liinidatli* He iTtli--'ir o projcclo de Co-dii-o Administrativo Pedcral. inclusive as matérias concernentes á administra-rãn publica e federal, em reunião con-.innlu com ns respectivas çninmissôefl teclinicns permanente.*., sobre ns assum-plus da ."oinnctpnçjn rcgiincnlal dc cndn ti nin di-«tl"t 1* tpie rmrvenl-rn forem nm-sol hindus 011 endif içados".

Viiiiins, niiís. cnli-ai- na plinse ptiiislriieliv.-i das ••¦'-lifii*".òcs -*. segundo iiiiyiinos. está

nquelln cnsn legislativa no |ii'pi>osllu dc

pe-dir suígcslties nns diversos órgãos jiiritUrus do pniz. ni-nir.-d•"iiu-iil" n Inslillltn tln llr-dem dus Advogados e as Faculdade» dc Ui-reito.

Grande desastre

ferro-viário em Slatina

SOFIA. 26 (Havas) — Telegramma tlc Slatina noticia quc sc deu, esta manhã, nas proximidades daquclla cidade, violenta colli-sâo entre o rápido procedente dc Bucarest c o expresso de Siniii. cujos carros entraram uns pelos oulros, ficando alguns delles re-duzidos a escombros. O numero de victimas era calculado cm cincoenta, npproximado-mente, metade das quaes já tinham sido re-colhidas nos hospitacs da localidade.

BUCAREST, *»Mi (Havas) - Telegrammas dc Slatina (Bulgária) precisa que, 110 choque tlc trens occorrido esta manhã nas pròxlnii-dades daquclla cidade, pereceram 31 passa-geiros, entro os quaes o engenheiro italltãíio Hccea, a senhora c uma filha. O numero de feridos elevava-se a quarenta c sete.

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voltar á razáo ?

BERLIM, outubro (Escripto especialnicii-te. para a United Press pclo conde Alfredo M. F. F. von Obcrndorff, delegado allemão ás negociações do Armistício) — Nn manhã

do 11 de novembro tle 1!)18, islo, ha dez annos, acceitavamos os termos do Ariiiis-ticio nas florestas dc Compiégne.

Chegámos a S dc novembro; No dia sc-guinte, o Impcrio que representávamos caia envolto em tempestuosa revolução.

Desde aquellc dia, as condições da nossa pátria permaneceram para nós encobertas nas trevas. Conscios do peso immenso de nossa responsabilidades, esperámos por no-tieias. Somente poucas horas antes de cx-pirar ns 72 horas dc graça quc nos gnran-tira o inimigo, c que pedimos .1 prolonga-ção deslc periodo. cm vista de ter sido re-primido o movimento revolucionário nn Allemanha. Recebemos dois telegrammas; pedinilo-nos que fosse assignado o Armisti-cio. Um delles veiu do novo governo gcr-manien; o outro — c este linha quc ser decisiva para nós — foi mandado pelo alto commando, que parnicncecra no seu posto. Assim, pcln menos, poupámos a nós o tor-mento da duvida, quando assignámos o do-cumento quc certificava a derrota da Alie-manha.

Estejamos seguros, nós. acerrimos alie-mães. do que "Compiégne"' significa o fim da mais sanguinária c da mais desastrosa guerra que o mundo já tem vislo. Ainda que pudéssemos pensar, senão eom amargor, dum Armislicin que foi difficilincntc menos impregnado de ódio do que a própria guerra.

Se a terrível conflagração mundial não 6 para lançar sobro a Europa unia eterna

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qiiiiiitiiiiiiiiiniiiii!iiiiiiiiiiiiiiiiiiii!i[iiilii.iiiiiiii.iiiiiiiiiiiiiiii!iiliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiijiiiiiiii!iiiiiii!iiiiii!f ;'iiiiii,iiiiiiiiininiii*miiiiii'iitr

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Visão de conjunto sobre as eleições de intendentes

municipaes, a 28 deste mez

Cabos e chefetes de districto, dirigentes parochianos, capitães elpitoraes mobilisnm-se, apressadamente, para o pleito do pro-xinio domingo. Vne scr uma extranha para-da de valores, em que os pelotões para-darão mos-Iras dc disciplina e nrregimcnlaçáo. O voto cumulativo fará a sua experiência. O cn-xanio dc candidatos — mais do dobro das cadeiras do Conselho — soffrerá a selecção das urnas. Eslá em jogo o prestigio do to-dos os politicos, c cllcs multiplacam esfor-ços, cm vésperas dn disputada luta de suf-fragios. (Js manobreiros da industria do voto lindam, nhi fora, negociando as suas sympathias, — pois, tambem existem os mercantes tlc felfà, á disposição dc quem mais dér, por cabeça. Ue. qualquer fôrma, hn um inilicc benéfico dessas encarniçadas contendas: a segurança de que, no Distri-cto Fcderal, as eleições se realisam, cffcctl-vãmente, c a soberania popular não é uma simples ficção ou um devaneio theorico.

A certeza dc que os volos sáo dcvldamen-te apurados estimula as verdadeiras corren-les da opinião. Prcpariim.se todas as classes, no intuito de fazer-se represen-lar no legislativo da cidade. Intensifica-se o alistamento. Bcdobra-se, de ponto em pin-to, a propaganda. São os cartazes, as cir-ciliares, os comícios, os manifestos, Sabe-se que o esforço de captar adeptos não re-sultará inútil: c cada qual sc abalança á obra dc catechc.se. Ao mesmo tempo, reno-vam suas esperanças os senhores de antigas parochins, quc lá lèm a sun machina mon-tatla, c que delia sc viram desalojados, por nm golpe dc azar, nas incertezas da poli-Ucíi.

O Conselho Municipal tem sido, mais de nma vez, útil tablado de escândalo. Por lá passaram negociatas vultosas, iniciativas de favor, emprehcndinientos pnra favorecer dc-terminadas figuras do commercio. Fizeram-sc graves aceusações a alguns intendentes — sua sujeição a certas companhias, dc cujos interesses o Conscllio devera ser o juiz im-parcial, sem perder dc vista ns convenien-cias publicas. A decadência daquclla casa foi tão eoniprchcndidn c lastimada, quc logo lhe succcdcu o desgosto coimmini, cm todas iis camadas dc nosso meio social. A repu-gnancia levou á necessidade dc reagir con-Ira o flngello. Vejamos, agora, como sc está transformando o sçonario dns aspirações po-pulares.

Kntre os que figuram nas chapas, cnm probabilidade dc exito, está o velho Seabra, uma das reputações intangíveis da Hepubli-ea, por sua rigorosa probidade. Administra-dor honesto, c campcadnr dc varias liças partidárias, em quc se empenhou com um nobre c sadio enthusiasmo, que os annos c as amarguras dn experiência não

consegui-rnm envelhecer. Na presidência do Cons_» lho, defendeu, em primeira plana, a moralla dnde periclltante daquella casa. As investi*' dns nada lograram, pela integridade sbso» luta do supremo director dos trabalhos,-) Poz-sc-lhe ií prova a energia cm varias quen»

/ _/T'' _!_______

J. J. Scabra, duas vezes ministro d», Estado, duas vezes governador da Ba-hia, deputado e senador em varias le-gislaturas, e que ora se apresenta ao cleilorado carioca, depois de uma no-lavei acluae.ão na presidência do

Con-selho Municipal

tões de quc havia advogados, denlro do pro» prio recinto. Ao lado desso batalhador in» causavcl, está uma radioso affirmnção tri» buniria, um combatente de atalaia, prom-pto ás mais rudes tarefas, o Sr. Maurício de Lacerda. Do mesmo passo, se apresen-» tam, com programmas honestos, os candi» dalos de partidos, quc, embora recentes, ad--(julrçm uma progressiva vitalidade. O povo carioca saberá distinguir os valores exaclos, depois dc amanhã, nu escolha dc seus fu-tu ros representantes, para a execução d. um ideal democrático, muitas vezes rcuo gado c desmentido.

.t.,«,.«»«..t,.t».t..«..l..»,.».,#..t..i..t-.»"»..t..t"^

O conde dc Obcrndorff

precação, lia somente umn solução: As na-ções que, por séculos, lém sido óccupádds com a prova de guardai- os thesouros cül-tiirnes do homem, e cujo confliclo dcslru-ctivo linha posto em perigo a civilisação occidcntal, devem; lanlo viclnriosas como vencidas, amável o. honestamente apertar as mãos numa intima reconciliação; A idéa dc uma outra guerra entre as priticipnes nações curopéas era parn ser tomada como inacreditável como a idén de uma outra guerra civil nos Estados Unidos.

Nesse ínterim, foi njunlnilo uni terreiro nome aquclles dc Compiégne c Versalhes: — Locnrno. Este sõn melhor cin nossos ou-vidos. Quererão ainda mnis excluir o som dos outros dnis nomes ? Quererá a Kuropu tornar á razão c ii unidade sob o signo dc Locnrno ?

As.nações ha muito que assim procedem; Mas, estão os estadistas preparados para tambem assim proceder ?

Suspensa em

Portugal

a

emissão de sellos

com-memorativos

LISBOA. 20 (Havas) — O ministro do Còmmcíeio resolveu suspender, a partir de 3' tio janeiro do nnno próximo, a emissão de sellos coiiinieniorativos.

-*—*•*»

Em actividade o maior

Vul-cão do mundo

TOKIO, 'li (U. P.) — Aereilila-sc quc o maior vulcão ilo mundo, o Monte Aso, per-lo tln Kuinaiiioto, enlrou dc novo cm acli-viiladc. A montanha eslá lançando fogo c gazes, quc destruem as colheitas numa dis-loiici.-i dc cincoenta milhas.

A producção assucareira da

Argentina

BUENOS Aini-S, '.li (A. A.) — A Dire-Ctoria Geral dc Rendas dc Tuciiman deu a conhecer á imprensa que a producção assu-enreira da ultima safra alcança 21)0.252 to-ncladas, já tendo sido expedidas para os mercados tlc consumo 123.773 toneladas.

0 COMMERCIO EXTERIOR DA

ARGENTINA

BUENOS AIBES, 26 (A. A.) — Segundo es-lalisticcis quo acabam dc ser publicadas, o inlercambio commercial da Argentiua alcan-çou. nos nove primeiros mezes deste anno, o tolal dc 1 .'469.33-1.000 pesos ouro contra Í.iíl7.!lu0.n0fl cm cgua! período dc 11)27. o que significa ó augmcnlo de 01.-131.000 pe-sos ouro ou 6ejam -lt o|°.

—, 1 mm* ¦

-Ainda prcoecupa a personalida*

de do jornalista Horan

P.ATIIS, 2fi (II.) — O caso do jomnlisia Horan voltou hoje A ordem do dia com » noticia qne correu, cm Cherburgo, de que elle linha embarcado cm Southamploo, a bordo do "Presidente llnnscvclt" c, de passagem, descera naquella cidade. O commandante do navio. Interrogado a respeito, declara quo; ignorava cm absoluto a presença de tal pes-soa o bordo e sc era passageiro do "Presi» dente Ilooscvelt", cra-o sob um psciidouynK»,

Miaolandia

A enxaqueca apanhou-me na rua. F. quan-do entrei na Cantara jã o diabo da moléstia começava a arrasar-me. Como eu me quei xasse numa roda. i? deputado piauhgcnsc Sr. Hupa Napolcão ticonsclhou-mc:

Vá para easa c lome um pner-tinho dc 10 grammas rie sulfato tlc magnesiá.

Mas V. E.r. não è. medica, observei. /-.'* o quc uso para as minhas enxa-qtteeas.

I. d poria, rcconinirndando-me.:

7V>m« o pacolinho, rom agua. Mas po-nha fora o papel que serve dc. embrulho.

Dcanlc de semclhanle rccomnicndaçáo nbcspinhe.i-me:

Qne diabo dc conscllio . esse ?.' O representante da terra do Sr. Pires Fer-reira sorriu.

,Y(io sc escandalise. disne-me. Vaec co. nhece o senador Eiiripcdcs dc Aguiar ? Pois. dr uma feita, estava cite. rom unia ronges-tão heiHilicn. F, como cit tambem lenho con-gestões hepatieas. ncnnselhei-lhe. o remédio intie uso: 5 papeis dc calomelanoc. tle. fi cen-ligranimns cada um, |wr-i .serem tomados com anua. de hora rm hora. Tres dias rir-pois elle veiu a mim. exaltando-mc o remr-dio. — "Excellente. disse-me. apenas ê riif-firil rie ser tomado.", — "Difficil IV, e.rcla-niei. — ".Sim. responriett o F.uripedes, c quc o iiharmitcciilico. em vez tle embrulhar o ralonielanos cm papel fino tlc serio, rmlirn-llmii-o cm p-p-l grosso r ru tive tliffictildti-de rir tifoilir <> papel que me arranhou a ii,ir...-n/„,"—"'.tua i-nrr crigiilin o pnpcl'.'" Xiin rri sc vacè sabe qne o F.uripedes r o rrrnhirii nini.i siini!li'-a quc r.risle nn Piau-htt, Torin ini,,, eli' representa valor.

I. quer r-nj>cr o qne cllc me. respondeu '.' Isto:

— Pois .*¦? ni comprei lambem o impei! roce queria que en o botasse fora ?!

Pequeno Pollegar.

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^n^in7-r%.''Íitc^, ';'!'?'".';' <: "7 ' v"-"7-.* 'Srf- •""""'' •*"'°'"''> «'»" S»»l°>. *l«noel Moraes, Julio Mendes (an centro) Acrisw ilorcirti da lincha, seiihoriru Vera Ararit,c, os Srs. Pizarro Jacobina e l.incotn Ramalho Amorim.

to-dos ferito-dos no desastre de omiiiluis na Avenida lieira-Miir

São bem niais

conseqüências do " \ colli

.-'9

I

graves, infelizmente, as desastre occorrido na noite dc liontciu. coin um .•iiilo-oniniliiis tln Companhia ICxcelsior. cm frenle uo edificio

du Beira Mar Casino:

O choque íui violento, Corria o omuibus,

rm regular velocidade, quando, inesperada-mente surgiu-lhe á frenle uma baratinha. A çollisao era inevitável' Viajava o pesa-do vehiculo tia Excelsior rom a'lotação com-iilela. Joyclinn dc Souza, o cli.-iiiffcrr. lia liumineucia do desastre, imprimiu au

miau-lc um golpe dc direcção, fazendo manobra lapida, mas, ainda assim, nâo poudt evitar que sc fosse p omnibus chocar dc en-contro a uma arvore.

Ü quc fui o pânico por oceasião uo desas-(CONTINUA NA 2' .'AG.),

*•*-- ¦ ,-íW ,<><-$•*& ^.^iwft4-;^.-,. .Jw-Á^aB-i-.,, -Sil: Ví-I.-Au;..

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A .VOITE — Sexta-feira. 2f> de Outubro de 1928

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tcos e Novidades; ^MJg_lpe.

iConceitose propósitos de Ophelia] f>ega

pQ|jtÍ|g

do Nascimento

Pe-e-ee que oi princípios/de moralidade ro'tam a presidir á administração publica, - dio attesUdo de si nos últimos concur-da Instrucção

t\ collecta de amanhã em

beneficio

da

Cruzada

Nacional contra a

Tu-berculose

A cidade terá amanhã, a alegrar is ruas,

uas a linda floração do ini-, distribuída, mãos gentis em troei cie óholos para; urna das mais humanitárias ínsíiiuiçõ-iS da, Copii:,l, a Cnizada Nacional contra a

Tuber-colo se. i

Essa benemérita fundação, sem alarde, vem desde muito contribiMnoo poderosa-j mente pnra reduzir os cifres que a peite j hrama abre na população do Districto Fe-deral, prestando ão mesmo tempo, concurso | valioso ao trabalho da inspeciona da Pro-pbylasiã da Tuucrculosc-.

Desde a sua organisação até fins do mez ,

tos municipaes. A Reiorma

«reou a necessária opportunidade para que

te «»gui8*f, no assumpto, n boni caminuo, lio

"q"al

nos havia distanciado uma prati-ca infeliz, enraisada r.a historia republiprati-ca- republica-Ba Até a-rora, o filhotismo, a protecção

pc-¦weandaloia' a apaniguados e familiares, o •aremio conferido aos correlegionar-us po-fitie»-, eram os processos habituaes para -Mlardoar dedicaçGes e sympatinas. Basta-ra que o empenho fosse de monta, paBasta-ra as-segurar-se a escolha; nas provas teebmcas,

antes da nomeação, jr. se reflecliain os

pen-dores e a? preferencias do governo, de modo

que o» juizes da capacidade dos cmdidatos

¦*fc*declam ás surpresas da carta dc prego, •o 'ornar assento na. banca.

Felizmente, vae-se mudando essa praxe ultimo, a Cruzada distribuiu M.593 soecoi Tkiosa ou melhor, é corrigida, com effica- ros a tuberculosos nobres, calculados. em

e!a pêlos actuaes admíni*-tM*jdores. Ha nr.is de 4¥t contos de réis, c está construindo, tempo, foram nomeados os niedices primei- ;m Nogueira, um Sanatório para creanças; ro"classificados, na Dirtctoria ce Instrucção. atacadas do terrível mal

Hontcm o prefeito nomeou os quatro pri- Para adquirir maiores recursos para a Beires clarificados, no concurso de inspã-j humanitária campanha, a directoria da atores dentários. E' um exemplo digniü-. Cruzada organisou, para amanhã, nina co;-j eante Sa**e-«e de preferencias pessoae», de lecta em que o carioca, sempre generoso," •e-Jidos de um trabalho inefss&nte em f a- terá opporiunid-.de de, — em troca da ! lor tio f

yor de'alguns pretendentes «quèlles loja- ipê, gala das nossas florestas. — concorrer j

re- Mas o ío-.cmo não recuou de sua at-jpara miti-iar o scffrimcnto d? •iiilnnrçs ce titudè, — a

"de

escolher os que houressém •lado melhores provas de aptidão para o «rio. 0 interesse publico se sol.repoz aos Interesses particulares. E esse facto obriga a um doloroso confronto com ceio recente éo Sr. Coriolano de Góes, chefe de

Poli-tia, que chegou a nomear delegado dc- i"

•ntrancia o Sr. Xavier de Brito, reprovado, ha pouco tempo, em concurso dc ccmmisía-rios, de que logo foi excluído, na p.lmeira ¦jrora. A evolução de nossos costumes so

A joven pianista parte,

Ophelia do Nsrrimento, a extraordinária arlis'a que com tanto brilho c tanta tino-ção, confirmando cm scu paiz o julgamento de críticos estrangeiros, conquistou appiau-sos e admirações nos seus reciíncs dd Muni-cipal, parte, amanhã, no "Cap Arcona", p:*.ra a Europa.

Scçue a pianista, ao tjue nos disse, em obediência a ronfratos, a que deve execi:-ção. Isso disse-nos ella rapidamente, com íim pensamento nas malas, que precisava p.prcmptar, e outro nas ciniiades, a f|ue

amanhã, para a Europa

Sinto, no entretanto, que a masica nu. na nãn attingiu. ainda, aquclles cimos.onde, 1 por iodos os século;, sobrevivem .-.s libras i másculas e bcllas de um Bèethoveü, fie ura | Sr

Transcorre, hoje. o anniversario natal'cio . rio Sr. Dr. Washington Luis, presidente tia j Republica.

S. Es deixou o Uio. cedo, em cott" der-}de sua Exma. familia.

Senado.

i

Ojfande desastre |

omnibus na avenida

.nhia

Beira Mar

\a Commissão dc Finanças t:

¦.rnolfo Azevedo está movendo, eomo * • Bnch. dc um Oiopín. j sabe, uma campanha intensa conlra a emenda Fizemos, cn!ã„,'sem formular pergunta, i vinda da Câmara,, creando na secre.aris <i..-urna allusão aos nossos compositores nacio- {qnella casa do Congresso, o logar üe mc*.-naes. e Ophelia do Nascimento, valendo-se; director. ¦ . ., da oceasião, declarou-. . .. j Os nossos collegas oo Dian,, U«nm

— Se no meu programma nao figuram l contam, hoje, que o br. Mil^noi owii autores brasileiros, a culpe, não è ; 5a(-0 a respeito, declarou que a emenda se-ainda

se pode operar lentamente, pois ao dos bons exemplos, se presenciam '.

"Kor padrão, para desgraça do regim-:

lado de

ereatuVas a quem a instituição soceorre. 0 directorio da caridosa fundação com-j posto das senhoras Washington Luís, Olyn-j Uio Magalhães, Jeronyma de Mesqi 'a, Emi-I le Gnudmasson, Enéas Martins, Miran Sa-: tif. Augusto Menezes, Rodbeare Williams, Jacjntnn de Barros, Alb-rto F. Rocha ci Euienio Gudin, e auxiliado por n.uitas

se-enhoritas da nossa sociedade. nhora», _

fará a venda da flor cm troca da qual, por* ninguém recusará um obolo.

¦ ,-B|-ti — ,

cer;

Devemos lastimar, sinceramente, tenha passado sem commemòrações expressivas, Oj «nniversario do triumpho de Santos Dunioní,,' no domínio da aeronáutica. Aquelle que des-; lumbrou os centros scientificos da França e ¦ de todo o mundo, com o esforço, a haliili- , dade e o engenho de um excepcional -esqui- , sador, ainda não recebeu, de seu paiz, cs honrarias a que faz jús. e que, no estran- | geiro, não lhe foram regateadas. i Impõe-se, em nossa capital, a e.-crção dc ] nm monumento, em praça publica, ao ido-rioso brasileiro. 0 Bio asyla. cm seus jar- , dini e avenidas, uma série de estatuas e I hustos, que não nns autorisam a, nelles, ver j propósito uniforme tlc calardoar o mérito | dos nossos homens pulilicos.

A figura de Santos Dumont, no emtanto. foi, alé agora, esquecida. Quando se cuida da remodelação da cidade, procurando

dar-Jhe a linha e o desenvolvimento das

gran-des metrópoles, é justo que se lembre, n.ais

ema vez, a necessidade de homenagear-se, Da capital, o vulto formidável do nosso pa-triclo. t'm monumento a Santos Dumont, sobre a belleza material que pódc decorrer de suas linhas c de seus relevos, terá uma sita expressão moral na perpetuação da | •irande victoria dc um brasileiro.

0 Sr. Mendonça Martins apresentou, hon- ' tem, ao Senado um curioso projecto, crean- j do, no Instituto Nacional de Musica, a c-.-deira' de declaroaçãq lyrica, destinada a cn- I sinar tudo que se relacione com a arle do j canto applicado á scena. E\ sem duvida, de j grande alcanee e opportunidade a proposta: | possuímos vozes excellentes, que se tôm af- , firmado em \arios concertos, bem como, ape- j sar da inexistência da projectada cadeira, va- 1 rias artistas patrícias têm subido au palco, • em representações conjuntas, logrando o mais declarado exito. A verdade, porém, é não ser esla a regra commum: ao contrario, até o valor musical, muitas vezes, se com-promelte, sob o ponto dc vista sceuíco, no-tando-se a ausência de treinamento c dcstlc-za no jogo do palco. Tem, assim, toda proce-rienria a instituição de um curso official dc ricclamaçáo lyrica, conforme refere o proje- . cto, o qual, attendendo ás razões de meri-to e capacidade, condiciona a nomeação do novo cathedratico a determinadas condições, como seiam ter o curso dc canto tio Institu-lò e haver obtido o prcmio de viagem; ter o rurso de harmonia t- haver publicado uni li-iro ou these, revelando conhecimentos theo- ' ricos

Convém esclarecer por todas as fôrmas legais, o Incidente creado com a expedição-rie um hypothctico mandado ric roaníitcn-ção de posse, pelo qual se diz protegida uma parte da Associação dos Auxílios Mu-' tuos da Central do Brasil.

O caso é de domínio publico, e shrprehcn-de, por sua extravagância. Requerida ao; integio Juiz da 5* Vara Civel a ultimação'

>Q

ncv't

Sobre predio?. Juro? módico?.

So-lução rápida. Htaaícar Guimarães. —

Kiía do Rofnrio n. 86. loja.

j

— - i , í m*tí*$Ç**—«¦ '-¦' j

O Sr. Vandei'velde em São

Paulo

S. PAULO, 26 ;A. A.) — 0 "leader" so-j cialista belga Vindervelííé, que hontein che- I gou a esta capitai em companhia de sua es-1 posa. hospedou-se no Esplanada Hotel, será i recebido hoje, á tarde, cm audiência especial' pelo Dr. Julio Prestes, presidente do Es- j tado. **^^^^**5i?a»^!*^C*&Jí-*^^ !

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0. A. FIALHO

í

TriÉstorf:

r, g*M S *n\llu *aiu t-t-dl *£¦*

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j Av. Rio

Branco, 114-1". C. 1625 á

•'«^a*r*^av>i*vife-^t<^^

_-cace»- —-—

"La

Stampa" suggere seja dado

o nome de Rio de Janeiro á

rua Rivalta, de Turim

"J.a Stampa", que se publica em Turim,; suggere, em termos expressivo;, que se dè ' á rua Rivalta, ama das principaes daquella ; importantíssima cidade italiana, o nome tle -"Rio de Janeiro". Ar.çumenta aquelle jor-: nai, em apoio de sua lembrança, que o no- j mc da capital do Ilrnsi! dado a uma rua j secundaria, não é justo, por sc tratar de , uma grande cidade, que merece-o carinho e á admiração da Itália.

A iniciativa de "l.a Stampa" tém o senti- ' do nobre de um gesto rie cordialidade que muito nos deve sensibilisar, porque traduz j a expressão da syrapathia da llalia para com ]

o lirasil. j

i **X^i\***em ¦ —¦— — ¦' J

1 minha. E' do tempo e da

************Mmmmmm**t*} ' ¦áiin-n mm ¦ i ** in i ¦ •¦¦•¦***iiMwr'gt*M"iw*-i'rii,»**Mrr'ri i p..—...———.——»———»>^—.^»—-—»^—¦>»¦—•¦

vida. Vivendo na ! r:lf mesmo, approvada.

dia 20 nc- n-,-er.:i Está marcado para

i próximo o banquete que as rounicipalWaacs • do sn! de Minas vão offerecer ao Sr. Mello i Vianna, que será saudado, como já noticia-limos, pelo Sr. Wencesláo P.raz.

O banquete realisar-se-á em Cambumnra, jno Grande Hotel Victoria. e não em Agaas : Virtuosas, como se annnnciára.

i Seguirão, daqui, para Cainbuquira. nesse ; dia, vários politicos cm evidencia c altas i autoridede-s. qrc vão participar dessa home-'

nagem prestada ao vice-presidente da He-| publica.

O Sr. Joáo Pe«soa organisou da *i;-íuinte I forma, o *-cu gabinete, no governo tia i'.-ir.-i-íhs-ba: secretario geral do Estado. José Ame-rico de Almeida: director da Imprensa Of-ficial. Celso Mariz: Inspector do lhe*ouro, Matheus Ribeiro; prefeito, José Ávila I.ins.

Alguns elementos do commercio e 'b in- ' dustria. que apoiavam, outr'ora. o senador Al-cindo Guanabara, apresentaram a cândida- | tura dc scu filho. Álvaro Guanabara, a uma cadeira de intendente municipal pelo primeiro :

districto. |

Náo tem fundamento a noticia de que o Sr. Jacynth-i Rocha haja desistido tle sua . candidatura r.o Conselho Municipal. O sc- i nhor Jacj-ntlio continua candidato pel,, pri-meiro districto. sustentado pelo seuad"r Pau-ln de Frontin e pelo deputado Henrique Dodsmorth.

Um grupo numeroso de bahianos, eleitores , nesta capital, cm reunião que hontem ce ef-ícriuou, resolveu sustentar a candidatura dò Sr. .1. J. Seabra a intendente municipal pelo primeiro districto, recommendanrio aos seus patricios c aos seus amigos, o nome do actual prc:idente do Conselho.

A representação federal do Ceará dirigiu ao Sr. Mattos Peixoto, presidente do Esta-rio. o seguinte telegramma:

"Interpretando o sentimento unanime da politica do nosso caro Estado, temos o maior prazer cm depositar nas suas mãos a dire-cção suprema dessa mesma politica para que lhe dé uma orientação uniforme, sem prece-icupações de crupos. mantendo ou alteran-do, como melhor lhe parecer, a organisação (partidária d->s municipios. Fica. sssim. o

Ophelia do Nascimento photog.-aphada, hoje, em iua residência, pela A NOITE offertas

HOJE

"M 0 I. H E lt D IV I N A" Greta Cargo com I.ais Hanson. Johnny

Macl; Brown, etc. fMelrò-GoIdnryh-Mayer)

-•***-"

NOVO MODELO DE AU7GGYRQ

LONDRES, 26 L*. IV; — O inventor ha 11 Cierva demonstrou, perante o tenente Vi* ria parte contraria para responder nos ter-, ctor Bertrandia, do Corpo de Aviação dos . mos da aeção possessoria, produzind-i a tlc-: Estados Unidos, um novo modelo üi/cirj de ', fesa no prazo de cinco dias, marcado nojaútpgyrò. Sabe-se que o tenente Bertrandia : Código d-* Processo Civil c Commercial, —• está fazendo umi; investigação para o gover-os autores resolvei.im. empregar um truc no dos Estados Unidos e firmas particulares deplorável: o tle dar ãquellc mandado de j norte-americanas.

devia levar os cumprimentos e a pro-.ocollarcs de quem parte.

Não obstante essas prcoecupações que lhe absorvem, neste momento, a -atenção, quizemos que .i joven brasileira, antes de nartir, dissesse aljo a A NOITE.

A nossa illustre patrícia, que é lão gentil, não embarcará sem nos dizer o que pensa cm relação aos autores modernos.

Faz muita questão dc conhecer o que penso sobre tanta gente celebre?

F. acerescentou:

Os autores modernos dão-mc a Im-pressão de movimento, dc desperdício de vida... Como que correspondem perfeita-mente á existência de hoje, cm que o transporte é feito por aeroplanos. tis au-tores modernos, frementes. agitados, pie-nos de seiva, chamem-se Hindemilh, Pocti, Stravinsky, Villa Lobos, Falia, ou Pro-;opieff, atordoam. Sobre Debussy, quec tios autores modernos o que mais aprecio, tenhe, ao tocal-o, a impressão de um per-.'ume que aspiro, tal a poesia que espalha.

¦ 1* iaSEBÜíE-BÜSS"]

A' COLLEGIAL

Resultado do Sorteio que a casa A' COLI E-GIAL realisou em Homenagem á SEMAXA DA CREANÇA.

As pessoas com os Cartões abaixo nume-nados, podem retirar o Prêmio irameriiata-mente.

Europa, distante da Pátria, sem ler ao ai-cance fácil das mãos, musicas dos nossos autores, s;mpre. entretanto, foi meu dose-jo,

executa!-*-t eminenexecuta!-*-te amigo eom amnlos poderes para ¦dirigir a politica do Ceará. E' nosso pensa-| mento. a« tomarmos esta deliberação, faci-'

litar a sua tarefa administrativa e fortale-; cer a sua aulnridde no seio da politica fe-'deral. com real proveito para a nossa ten-a. ;.'aa.' — Francisco Sá. João Thomé. Thomãz i Rodrigues. Moreira da Rocha, Mannc'i(3 Mo-reira, Manoel Theophilo, José Accibly, Alva-! ro Vasconcellos; Nelson Catunria".

Asslgnam o telegramma; como se vê, se-nadores e deputados dos dois partidos, o Democrata e o Conservador, dahi se podendo - tirar a illaçáo de que clles se não se fundiram, so ligaram, accéitando a chefia suprema tio Sr. Mattos Peixoto...

e vivcl-os; Assim è que che-gándo ao Brasil, um do« ineus cuidados foi correr r.s nossas casas de musicas, afim de _

.inquirir aquellas em que os meus patri-;'

cios transfonmaram suas emoções em no-: vkrjU asiim con$tituido 0 directorio do ***:* P. R. M.. no municipio de Paraizopolis, Acontece, por;:n, explicou a artista, que cuia poliUca cra chefiada, ha longos arinos, dado o escrúpulo que' só me permitlc e*«rjpe]0 saudoso senador Rucno de Paiva: cutar as peças, estudados religiosamente- Pt»es!llentè honorário — Dr. Fcrn.-udo de durante muito tempo, estou impedida, no ¦fi-esenle, Mc„n Vianna- presidente, deputado Lauro .dc çollocar, cm meu programma, I dfl Almeidò; -vice-presidente, Jqsé Qçtavio autores .iras:1ciro*:. IRosa: secretario, José Francisco Buem rie Paiva; membros: Anardino Cândido -ie AI-meida. João Martins Pereira rie Toledo, An-Mas, proseguiu, sorridente, voltando á

Europa afim de cumprir contratos, t-asía-o mc- ít-asía-or dt-asía-o meu tempt-asía-o em estudar as Barro .se;

O;-intimação o caracter de assecurntorio da I posse, — o que seria supprimir todos os prazos rie prova, evitar, summariamente, os embargos e começar o litígio por um dos -possíveis effcitos da sentença final.

O magistrado teve oceasião tlc

csclare-eer o seu despacho; e c lasti.-i.avel o em-|

prego de meio; semelhantes, no foro, onde!

-«•n»

Gpiiw Quartos, oo centro

Com modemir-simas instaUaçõcs sanita-rias, alugam-se a pessoas de tratamento, na Pensão Assembléa. á rua da Assembléa n. os advogados e partes deviam ter maiores, Gfi, a dois passos da Avenida Rio Branco.

Io 2» a" li" 7" 8o 9-10» 1!» 12= Prendo 1624 7918 • 5;jí2 100S6 1?ST5 22 10768 ."1195 12502 0457 17615•.604

-SJÍC»—.-pmm^iw^m

Discos èmôdsm^èralvyícíor,

ífflRBWBfraSK

escrúpulos, c evitar chican.-.s flessa ordem, qu: aíciara e compromettem as demandas.

O Hcsimento da Câmara volta e mela, jstá sendo modificado... Quando da rc-forma constitucional, ou melhor dite, pou-co antes delia, mas já visando apertar os deputado nas craveiras de um regimento-mordaça, a lei interna daquella casa do Congu-sso foi alterada. E o que é mais, ilterada para peor...

Já agoni, uma nova modificação eslá e-m .-ia dc scr levada a eífeiío, restringindo de 21 para 7 o numero dos membros das com-mlstões especiaes incumbidas do estado dos projectos tle códigos...

A Câmara vac começar, dentro cm pou-co, a oecupar-se do Código Commercial, c os seus dirigentes acharam, aliás c*m toda razão, que 21 commercialistas cra htm tlif-ficil de serem encontrados entre os nossos sapientissimos paes da pitria...

O melhor, porém, ha dc scr que, na esco-lha dos sete membros da commissão, sc siga o critério geralmente adoptado na Ca-mara, quer dizer: o critério das capacida-des negativas.

O nosso collega de imprensa, o Sr. Porto! da Silveira, incumbido pelo governo do Pa-; raná da propaganda do nosso matte, volta ' do norte encantado com os resultados

obli-doi.

Tendo visitado o Amazonas, Pará, Mara-nhão. Piauhy, Ceará, R. G. do Norte, Pa-rshyha, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e

lia-hia, conseguiu que em todos esses Estados

os seus respectivos governos baixassem acto-adoptando o matte, officialmente, nos esta-beleeimentos dependentes da administração publica, nu por ella subvencionados.

A cruzada, tão sympathica e merecedora de applausos, encetada cm tão hôa hora pelo governo do Paraná, encerra-se. assim, coroada dc um grande exito, que é muito grato registar, numa época em que os pro-duetos nacionaes não :i(, tratados pelos po-deres públicos com o carinho c o interesse devidos.

Dr. Moura Brasil e Gabriel de An- üesinfocianu* dc grande

drade — Oculistas — Uruguayana, 37.

¦ ****

A' COLLEGIAL

LARGO DE S. FRANCISCO N*. 35 40 VENDEM-SE 2 fardamentos novos, send) um de linho branco e outro de flanclla bnki. Travessa Pareto, 3 — Barão de Mesquita.

i m*** ——

OS ÚLTIMOS

DIAS M "0ÂSA

pjmAmtfàWsW^

LSffyioUtC^tr

-" SÍ-.y.rS,*aO'j*a^r.i.

Companhia Aiiiansa da Bahia

Vital Ramos dc Caslro proprietário do CI NEMA PRIMOR, sito á Avenida Passos, nu-; meros 11!) 121, vem agradecer á COMPA-NHIA ALLIANÇA DA BAHIA, nesta cidade, a presteza com que liquidou o prejuízo há-vido no mesmo CINEMA PRIMOR, orlún* rio do incêndio i:ccorrh!o honlem no mesmo local, nelo que rccommcnda a mesma COM-PAN1IÍA ALLIANÇA DA BAHIA aos seus amigos c conhecidos.

Vital Ramos de Castro. Rio de Janeiro, 25 tlc outubro tlc 1928.

¦II ¦ - I ¦^¦fl-*^*"

I-*C*2£"E'' **-a*"i"*"*2H*y;**}:j*ss

Cuiílc-rlo

' Só acceitem

PDPI7Uf(-l ilIMA

ooder ba*

'

Ninguém deve esquecer

que a tradicional casa da

Avenida está nos seus

ulti-mos dias. A sua formidável

liquidação, que tem

prendi-do a attenção prendi-do Rio e de

todo o paiz, é visitada,

dia-riamente, por milhares de

pessoas desejosas de a,pro»

veitar os preços

baraiissi-mos marcados para saldar

todo o seu grande "stock".

O leitor não deve deixar

que se acabe a "Casa

Oo-iembo" sem tirar o seu

pro-veito, visitando sem perda

de tompe os seus vários de»

partamentos.

DR. BELMIR0 VALVERDE

Vias urinarias, syphilis, moléstias venercas

lonio Luiz de Souza. Manoel ila Rocha leão, , Luiz Napoleão de Carvalho. Custodio Ribei-: i-o de Oliveira. Francisco Ezydio de Souza ; Castro c Eugênio Francisco üizarria. I Escrevem-nos:

| "A Legião Cruzeiro do Sul não tem c.-\n-I d ida los á eleição municipal. Estando num | período de recon* tiluiçáo dos qundros miii-ícianos. impossível se Ibc afigura qualquer [altitude eleitoral, mesmo porque os teus : candidatos só poderiam ser escolhidos, cm [votação secreta, pelo Conselho Nacional,

ain-da não organisado. nesta nova phase. A candidatura do Dr. Romulo de Avellar, . [Romulo Rubens Cavalcante de Avellar*! na-! «-eu e «era mantida, como está explicado, pc-¦ los 400 signafaric-s do seu manifesto, pelos .1., -o >.-.!.t.- ,, ¦,¦-,.-.;• v-.t..;:.;¦; • ua joven |fginrarios eleitores das Centúrias Rrasii Jo-dc Anchieta, Vasco da" Gama c André Rc-pecas de Villa Lobos,

wald, Octaviano...

K, com essa noticia agradável ao orgu-lho nacional, agradecemos á senhorita Ophelia do Nascimento a sua gentileza, eu-gurando-lhe utna viagem gloriosa c um rc-rress-i triumphfll.

í 3 S E 3 I I E 8 S E S H üi

TERIA SIDO SUICÍDIO ?

Uma visita aos feridos — Os qm

estão em estado grave

Fala a A NOITE um dos pas^neij,, victima do triste acciilente

íCONTINCAÇAO DA 1' PAG.) Ire. das suas terríveis conseqüência;, fji, tloqucntemcnle a lista enorme dos feriii.j. uesse accidente. Pouco dos passageiros dl omnibus suirnin incólumes c. alern das 1} pessoas que estão com ferimentos roais si. rios. inclusive uma senhorita que recebei ;!ravis*ima fraetnra no craneo, muitos oj. (ras, que não se soecorreram d« Assi&teocíi, receberam no desastre contusões e exotíi. çôcs.

Hoje, pela manhã, a A N01i"r. v-isttoa ei que mais soffreram com a triste ocorttj. cia.

Fala a A NOITE um do§ feridos m

de»a<»tre

Embora grave, com lesões sé*-ia; ujj deu ! perca e ferimentos pelo rosto, o Sr, AlLer-to Pizarro, morador á rua Conde ,'e Itjlj n. 13, disse-nos: O choque foi tremendo. Ej i viajava tio centro do carro. Quando o omsi. bus chocou-se com a arvore, a ímpresjij.l que tive foi a de que a "carroceric'1 st \\, nha desronjuntado e, correndo paru a {re3, te, havia ptirado uns bancos sobre os rJU, tros, esmagando as pernas de todos os pa,. I«ageiros.

Não calcula o horror dos gritei I e dos gemidos do», feridos. Eu. preso pela | pernas, ainda tentei auxiliar duas niociuhsi | que viajavam nos bancos da frente t qj* citavam bem contundidas. Depois, perdi *i sentidos, e só na Assistência, voltei a min, concluiu o Sr. Hizarro, que nns pedia si* lientar ò carinho com que foi tratado ci Posto Centrai.

Quem era o chauffeur do omnibus da Exelcior

O auto-omnibus da Excelíior tinha com chauffeur, já o dissemos, o motorista Jo. velino de Souza, que c perito na «ua pro. fissão, lendo entrado para o serviço ii eninresa ba seis mezes. Servia. ..nles, n Sr.' Epitacio Pessoa, ex-presidente da Re. publica.

Reside o chauffeur Jovelino, com sua ei-posa. na casa n. X da Avenida n. 83 A;'dl rua Lopes Quintas e como companheiro it residência tem o mecânico Francisco ii Oliveira, da fabrica de tecidos Carioca.

Não nos foi possivel falar ao chaufleúi Jovelino sobre o desastre. Com as pernai fraeturadas c outros ferimentos, fui in'er-nado em grave estado no Hospital do LloyJ Sul-Ainericano. Sua senhora, D. Irdceni de Souza, com qnem falámos, nada nos poi* ric dizer lambem sobre o desastre. EstS Ini cor.solavel e recolheu-se á casa tle seu pie, o contra-mestre Mattos a que já nas refe-rimos.

Na ca«a tia familia Araripp Dentre os feridos, os que estão em peo* res condições, se contam as senlioritas Dol e Vera Ararinc. filhas de distineta familia de nossa sociedade, irmãs do Dr. Ararip: Júnior, engenheiro da Central do llraii1. Forani as senhoritas intc-rnijas r.a Cssa S! Saude Dr. Petlro Ernesto.

Ouando estivemos no palacete da ral Menhá Harrct..* n. f, as empresadas qu I nos receberam, interessadas, indagaram do

estaco dc arnba*.

Ao informal-os, uma dellas, a chorar, ¦ commentou ;

— Eram tão boas moças. Nos ?osta--i* mos muito dellas, principalmente da D. Da, A senhorita Vera soffreu, como sc sabe, fractura da perua esquerda c contusões ::• ' nerallsadas, e sua irmã. mais infeliz, ten ' o craneo fracturado, alem dc outros

íen-mentos.

U estacio dos ilemais feriflos Todos os demais feridos, das treze pes* , soas mais graves, não apresentavam t» ; lhoras esta manhã.

A senhorita Mathilde de Carvalho atr:-' senta graves leiões, l-*ala com grandi- diffi, culdade, Au interroga!-a sobre o desastre iny.ni respondeu: — Sõ voltei a mim qu» do cra medicada uo posto de Assistência.

X

\

O nome verdadeira da

iiifé-liz moça

Henée Mello que morreu, hontem, conforme noticiámos, em conseqüência das queimado-ras que recebeu na casa cm que morava, à rua do Senado n. 10S: chamava-se Alzira de Mello Castos de Vicouri c pertencia á familia de representação social.

Segundo diziam as pessoas da casa cm que ella morava, Alzira lidava com um fo-íarc-iro, quando este explodiu, deix»nd->-:i horrivelmente queimada. Acham uns, no emtanto, que cila se suicidou.

O cadáver da inditosa moça ficou depesi-tado no necrotério da Assistência, afim de ser nhi aulopsiado.

Batendo todos os

"records"

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bouças,

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Companhia AIIísíisü da Bahia

Venho fazer publico a boa vontade c- a presteza com que agiu o Sr. Alexandre (Jross, ilisno Agente Geral da COMPANHIA ALLIANÇA DA BAHIA, nesla cidade, na li-quidação dos prejuízos que tive no meu ! negocio de hervas á Avenida dos Dcniocru-1 ticos, n. Dcniocru-1Dcniocru-1Dcniocru-14 li, com o incêndio Decorrido | em i*i do corrente uu predio vizinho nume-'1114

A, pelo que tenho muita satisfação cm I recomniendar a mesma COMPANHIA AI.-| LIANÇA DA BAHIA, a todos que têm bens ' a segurar.

Rio de Janeiro, '.'li de outubro de 192$. Manoel Rodrigues Alves.

'. 1

m**»

Vôo de exploração a

Mada-gascar

I PARIS, 26 |U. P.1 — Os tenentes Boíaln-.i-rc e Maric e o seu ajudante Demaux parti-1 ram dt- Villa Çònblay, num vüo de

f,h--cr-,a-ção a Madagascar.

•—^»*».—.

Esláu recolhidos: ás suas rcspecina; r«;* delicias, onde estivemos, hoje, as sci;uint:-i victimas do desastre dc hontein: Ediuund) ¦ l-'a!cã,., da Silva, à rua Paulo Barreto d, Iil que soffreU ferimentos no joelho esquerda contusões c escoriações geueralisadas; Oi* , c;ir Elma, rciideule á Avenida Niemeyer e> j merd 41*6, cidadão allemão, em estado gravii» , simo, cem fractura ue amliOs a* pernai; | Julio Mendes, residente á rua Marquei t!» S. Vicente r,. 93, com contusões c cscorii* ções gcneralisndas; A. (í. Fernandes, ne;«* . ciantê, residente j rua Cesario Amorim, 5'i : com contusões c escoriações geucijíisadii;!

Manoel Antônio do.s Santos, morador á rn \*pluhlarlós da Pátria n. 1PÜ, que 'oíliu '

ferimentos na perna direita e em outras parles do corpo; Lincoln llainalho Amorm que está na casa da rua Voluntários da h* tria, VJD c 'que -.offrcu tambem íerirocatci gencralisados; Acricio Moreira d:, Itccha. estudante, residente á rua S. João Í3jpt!*-ts n. 21, coni lu.vação da coxe esquer-Ji c fn-ctura do cotovello esquerdo; Manoel M-.tj;!, mecânico, residente á Avenida 12 de Mj'* n. ôí, com ferimentos no queixo, '.!•-'' I''1'.' e na mão direita: e Alberto Pizarr.-. Jacoh.» na, residente n rua Conde de Irajá d. I*S com us pernas feridas

M;:is ferido.»* — A policia abriu

inquérito

Peta posto central ue Assistência pa*** rani o:, feridos cuja relação publican»' acima, Ita. no emtanto, como já dissém'-'-, maior numero de victimas.

Varias pessoas náo procuraram socwrro" naquella dependência municipi! e .*c nitir caram cm pliarmacias próximas A'*1!*1 aconteceu com o Dr. Vida! e o Sr. Man» Gasparoni que, tambem. viajavam nn a*"* nibus.

.'. policia do ôe districto abriu Inquérito para apurar as causas do desastre da noile de hontcm. Ha gn.ndc empenho por parte «ias autoridades cm conhecer o numero « barata que é referida e cujo motoriza- i*?' primindo-ihe maior velocidade, conseíiii» - fugir.

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engenhei-Festeiado o anniversario do

r'- -V »• • e Almv^ Gomes, engenheiro

reaicjciuw u ai inveispiiu uw tm, Henrique de Novaes, Jeronymo

Mon-rei MlgUel da RUmania

tclro

Filho

commandante

Affonso

Ca-. „ „ margo, engenheiro naval Oscar Leite dc VIENNA. 25 (ü. P.) — O correspondente Vasconcellos, engenheiro civil Sylvio dc Mi-da Central Radio em Bucarest annuncia que ranMi-da Freitas, engenheiro civil Èrich Schen se celebrou hontem, com grandes solcnnida- dcl, engenheiro civil Miquc! Manzollifo tn-des religiosas, em tidas as cgrc.ias do paiz, genheiro civil Aurélio de Bulhões Pedreira rassagem do sétimo anniversario do rei Mi-1 e outros.

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