EAU
M A I O 2 0 1 4
INTERNATIONAL
SUPPORT
KIT OF
OPPORTUNITIES
Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Oferta Internacional do GBES
Contactos
Fontes: FMI, Banco Mundial, COSEC, Bloomberg, World Economic Forum, Global Heritage, CIA. EEstimativa.
Ambiente de negócios
Facilidade de fazer negócios
23/189
(Doing Business 2014 ranking)Iniciar negócio
37/189
Comércio transfronteiriço
4/189
Registo de propriedade
4/189
Carga fiscal
1/189
Liberdade Económica
28/178
(Economic Freedom 2014 ranking)
Competitividade
19/148
(Glob al Competitiveness Index 2013-2014 ranking)
Requerimentos Básicos
4/148
Infraestruturas 5/148 Instituições 11/148
Potenciadores de Eficiência
20/148
Inovação e Sofisticação
24/148
Cosec
(Risk group)2
Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior)
Convenção Dupla Tributação com Portugal
Sim
Moody’s (Rating)
(Classificação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default)
Dívida longo prazo em moeda local Aa2
Outlook Estável
Capital: Abu Dhabi Língua Oficial: Árabe
População (Milhões): 9.3 (2014E) Área: 83.6 mil km2
Tempo: UTC + 4 Moeda: Dirham dos Emirados Árabes Unidos (AED) Tipo de Governo: Federação de sete emirados Religião: Islamismo (96%)
com poderes distribuídos entre o governo federal dos EAU e cada uma das federações
EEstimativa.
Fontes: FMI, Bloomberg, ES Research.
Indicadores Macroeconómicos
PIB
Preços correntes EUR mil milhões
PIB taxa de crescimento real
Percentagem
Taxa de Inflação
PercentagemTaxa de Câmbio
EUR/AEDBalança Corrente
Percentagem do PIBSaldo Orçamental
Percentagem do PIB2012
2013
2014
E2015
E2016
EEAU
298.5
298.3
310.4
323.7
334.6
4.4
4.8
4.4
4.2
3.9
0.7
1.1
2.2
2.5
2.8
4.72
4.88
5.09
4.85
4.75
17.3
14.9
13.3
12.4
11.6
13.2
10.1
11.0
9.8
9.0
Fontes: FMI, BP statistical review , QNB, Bank Audi, AICEP, ES Research – Research Sectorial.
Síntese económica (I)
Os EAU, federação de sete emirados, são a segunda maior economia do Médio Oriente (a seguir à Arábia Saudita) e
detêm o segundo PIB per capita da região (a seguir ao Qatar) e oitavo mundial.
Após uma década de largo sucesso económico
1, os EAU entraram em recessão em 2009 (-3.2%), em paralelo com a
restante economia mundial. Esta contração esteve associada à queda na procura petrolífera, principal fonte de
rendimento do país, à diminuição do turismo e ao colapso do mercado imobiliário. Em 2010 deu-se a recuperação (1.3%)
e, em 2011, 2012 e 2013, crescimentos de 3.9%, 4.4% e 4.8%, respetivamente. Em abril de 2014, o FMI reviu, em alta,
as previsões de crescimento para os próximos anos, que deverá situar-se à volta dos 4%.
O principal setor produtivo do país é a produção petrolífera que, em 2011, contribuiu com 38% para o PIB, e tem sido o
principal motor do crescimento económico do país. Os EAU são uma das principais potências petrolíferas: cerca de 6%
do total das reservas mundiais encontram-se no seu território (7º país com maiores reservas do mundo) e é o 7º maior
produtor mundial. O Abu Dhabi é o centro industrial e dos hidrocarbonetos.
Os serviços, contudo, representam quase metade do PIB dos EAU (em 1975 tinham um share de 21%), empregam mais
de 70% da população ativa e cresceram a um ritmo de 5% ao ano entre 2007 e 2011. O Dubai concentra grande parte
dos serviços - comércio, turismo e setor financeiro – tendo-se transformado num ponto fundamental para a entrada na
região do Golfo e do Médio Oriente.
Nos últimos anos as autoridades dos EAU encetaram um plano (bem sucedido) de diversificação da economia, com a
evolução dos setores não petrolíferos, como o comércio, a logística e o turismo, a compensar o abrandamento de setores
como a construção e o imobiliário e a transformar o país num hub de serviços no Médio Oriente e menos dependente das
exportações de hidrocarbonetos (entre 2002 e 2008 as exportações dos setores não petrolíferos cresceram 38%).
Fontes: FMI, AICEP, QNB, WEF, Bank Audi, Euromonitor International, ES Research – Research Sectorial
Síntese económica (II)
EAU
Estes setores, particularmente o comércio, a logística e o turismo, deverão continuar a ser os principais motores do
crescimento nos EAU, alavancados pela realização da Expo 2020, no Dubai, e respetivo investimento associado. A
Euromonitor International estima que o impacto deste evento na economia atinja os USD 24 mil milhões.
A subida significativa nos rankings de Competitividade e Doing Business demonstram a atratividade do seu território para
o investimento
1e comércio internacional - o Global Competitiveness Report 2013-2014 posiciona os EAU no 19º lugar
2,
entre 148 economias, destacando-se nas infraestruturas e eficiência de mercado e o Doing Business 2014 na 23ª
posição
3, com destaque no comércio transfronteiriço (4º lugar), registo de propriedade (4º lugar) e carga fiscal (1º lugar).
O Global Enabling Trade Report 2014 coloca os EAU na 16ª posição (23ª em 2008), assumindo-se como a economia
com melhor disponibilidade e qualidade de infraestruturas de transporte.
Com as exportações a crescer à média de 29% ao ano, entre 2002 e 2006, e 12%, entre 2007 e 2011, e as importações
mais de 11%, os EAU passaram a integrar o top 20 mundial de países mais exportadores e o top 25 de mais
importadores, em 2010, demonstrando a sua relevância no comércio internacional.
De referir o peso das reexportações no comércio internacional dos EAU que, em 2012, deverão ter representado cerca de
40% das exportações totais.
A evolução recente indica que o setor imobiliário estabilizou no Abu Dhabi e está em recuperação no Dubai: para além da
retoma da atividade no desenvolvimento de projetos, os preços cresceram consideravelmente, em 2013, com o emirado a
ser colocado no top mundial dos mercados imobiliários de melhor performance
4.
1 Entre 2005 e 2008 os EAU receberam mais de USD 51 mil milhões de IDE (taxa de crescimento médio anual de 8%), com 2007 a representar o pico daquele valor com mais de USD 14 mil milhões – mais de 27% do
total. Apesar da quebra verificada em 2009, nos últimos três anos mais que duplicou o valor de IDE, passando dos USD 4 mil milhões para 9.6 mil milhões.
Fontes: CIA, OPEP, CCG, OCI.
Integração Internacional
CCG - Conselho de Cooperação para os Países Árabes do Golfo
OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo
Cartel petrolífero, tem como principal objetivo a estabilização do mercado do petróleo e da receita dos países produtores, usando, para esse fim, um sistema de quotas entre os participantes. Os E.A.U. entraram para a OPEC em 1967.
www.opec.com
CCG – Conselho de Cooperação para os países árabes do Golfo
Organização de integração económica, financeira e comercial do Médio Oriente que tenta, desde 1981, aumentar as relações entre estes países. A criação de uma união económica monetária tem sido discutida ao longo da última década. Os E.A.U são um dos países fundadores.
www.gcc-sg.org/eng
OCI – Organização da Cooperação Islmâmica
Auto-denominada a 2º maior instituição internacional a seguir à ONU, é formada por 57 países membros, tendo como objetivo ser uma defensora da mensagem e interesses islâmicos no mundo. Tem principal foco no apoio a acontecimentos locais e de posições comuns a eventos internacionais. Foi fundada em 1969. Os E.A.U. são membros desde 1972.
www.oic-oci.org/
BDA – Banco de Desenvolvimento Africano
Fundada em 1964, esta instituição financeira teve por base 3 fundos africanos de
desenvolvimento. Tem por objetivo permitir o desenvolvimento económico sustentável e a redução da pobreza no continente africano. Portugal é um dos membros não regionais desde 1982. A atual sede do banco é Tunis, tendo a última intervenção ocorrido por forma a dar apoio aos refugiados na fronteira Tunisina-Libanesa.
Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Oferta Internacional do GBES
Contactos
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Fonte: QNB.
Estrutura Setorial do PIB
Destacado peso do setor petrolífero no PIB dos EAU e crescente share dos serviços.
Repartição do PIB por setores (2011)
4% Serviços governamentais
38% Petróleo e gás
1% Agricultura
8% Manufatura
2% Eletricidade e água
11% Construção
12% Comércio por grosso e a retalho
7% Serviços financeiros
8% Logística
Fontes: FMI, “The Banker”, Banco Central EAU, QNB, QFC, World Bank, World Economic Forum. 123º a nível global.
Estrutura setorial da economia (I)
SISTEMA
FINANCEIRO
Maiores bancos a operar nos EAU, 2012
Banco
Total ativos
(USD mil
milhões)
Ranking
mundial
(Tier 1)
Emirates NBD
82.2
146
National Bank of Abu Dhabi
81.9
149
Abu Dhabi Commercial Bank
49.2
169
First Gulf Bank
47.7
161
Dubai Islamic Bank
25.9
291
EAU
O setor bancário nos EAU é constituído por 51 entidades bancárias, das quais 23 são nacionais (8 das
quais bancos islâmicos) e 28 estrangeiras e é altamente concentrado: os cinco maiores bancos
controlam 68% dos ativos e dominado por entidades governativas (75% dos ativos bancários são
controlados diretamente por entidades estatais ou famílias soberanas). Cerca de 16% dos ativos do
setor são detidos pela banca islâmica (9% em 2003). O Abu Dhabi concentra 55% dos ativos bancários
dos EAU e o Dubai 37%. Em 2012, os depósitos registaram o maior crescimento desde 2008 (9.2%) e
até setembro de 2013 estavam a crescer 8.8% face ao ano anterior.
O Financial Development Report 2012 do World Economic Forum coloca os EAU no quarto lugar do
ranking mundial em termos de estabilidade do sistema financeiro e o relatório do FMI de Junho de 2013
refere que o setor bancário mantém níveis significativos de capital. O Dubai é o líder dos centros
financeiros da região do Médio Oriente e África segundo o Global Financial Centres Index 2013
1.
Estabilidade do sistema
financeiro, 2012
Ranking
País
1
Arábia Saudita
2
Suíça
3
Singapura
4
EAU
5
Tanzânia
6
Noruega
7
Chile
8
Hong Kong
9
Austrália
10
Malásia
1Apenas havendo dados para este emirado, assumiu-se a informação como suficientemente relevante para ser apresentada.
Fontes: FMI, BP statistical review , ES Research - Research Sectorial.
Estrutura setorial da economia (II)
ENERGIA
Os EAU integram o top 10 mundial em reservas de petróleo e de gás natural. Esta dimensão está bem
representada no PIB do país, com o petróleo e o gás a contribuir para 38% do PIB, em 2011.
Enquanto elemento da OPEP, os níveis de produção acompanham as referências da instituição. Depois de
uma forte quebra em 2009 (10%) na produção de barris que anulou a tendência de crescimento verificada
nos anos anteriores (TCMA
02-08= 3.7%), verificou-se a recuperação, em 2011, 2012 e 2013, para os níveis
mais elevados de sempre. O setor emprega 40 mil pessoas e o seu volume total de exportações terá
totalizado USD 118 mil milhões, em 2012 (USD 75 mil milhões em 2010).
O setor da energia elétrica apresentou um crescimento de 19%, entre 2002 e 2009, especialmente
impulsionado pelo plano de políticas públicas, reforçado após a crise de 2009 (investimento em
infraestruturas de produção de energia elétrica TCMA
02-09= 13.1% no Abu Dhabi¹). O Governo dos EAU
anunciou também oportunidades de investimento no valor de USD 100 mil milhões na área das energias
alternativas, até 2020.
Petróleo – reservas provadas, top 10 mundial, 2012
(Mil milhões de barris)
Gás natural – reservas provadas, top 10 mundial, 2012
(Triliões m
3)
297.6 265.9 173.9 157.0 150.0 101.5 97.8 87.2 48.0 37.2 33.6 32.9 25.1 17.5 8.5 8.2 6.1 5.6 5.2 4.5Fontes: FMI, QNB, Deloitte, ES Research - Research Sectorial. EEstimativa. PPrevisão. 1Conselho de Cooperação do Golfo – EAU, Arábia Saudita, Bahrain, kuw ait, Qatar e Omã. 2Com um valor de USD 16.2 mil milhões.
Estrutura setorial da economia (III)
CONSTRUÇÃO
EAU
O dinamismo económico dos EAU, muito impulsionado pela atividade petrolífera, teve sempre paralelismo no
dinamismo do setor da construção, em especial no imobiliário – em 2006 o setor representava 8.9% do PIB passando a
assumir 11%, em 2011.
Os EAU representam mais de 51% do setor da construção nos países do CCG
1, que nos últimos anos viveu um
verdadeiro boom ao nível do investimento em infraestruturas.
A crise económica global, e o seu efeito no financiamento dos projetos, abrandou o crescimento do setor no conjunto
dos países referidos e, em especial, no Dubai (que, em 2001, representava mais de metade do setor nos EAU),
levando à suspensão e mesmo cancelamento de grandes projetos. Contudo, parece haver sinais de recuperação do
setor, com alguns projetos a serem relançados à medida que os promotores encontram soluções alternativas e o
contributo do Abu Dhabi (que passou a representar 65% do setor nos EAU), cuja riqueza aportada pelos
hidrocarbonetos lhe permite elevados níveis de investimento, nomeadamente em infraestruturas (estima-se que nos
próximos cinco anos o Governo invista cerca de USD 200 mil milhões). Em 2012, os EAU passaram a ser o maior
mercado de construção do GCC (em termos de adjudicações
2), ultrapassando a Arábia Saudita, líder desde 2008.
EAU, setor da construção, 2011-2016
P(USD mil milhões)
EAU, setor da construção, share por tipologia, 2013
(%)
0 10 20 30 40 50 60 2011 2012E 2013P 2014P 2015P 2016P 62 19 13 3 21 Comerciais Energia Transportes Industriais Residenciais SaúdeFontes: FMI, QNB, Knight Frank, ES Research - Research Sectorial. 1 De acordo com o Knight Frank Prime Global Cities Index e/ou o Knight Frank Global House Price Index. (a) Baseado em Beijing e Shangai.
Estrutura setorial da economia (IV)
IMOBILIÁRIO
Após a queda nos preços do imobiliário, desde 2008, que atingiram mais de 60%, alguns segmentos de
mercado começaram a mostrar sinais de estabilização. No final de 2011, no Dubai, os segmentos de retalho e
hotelaria e alguns tipos de residencial começaram a recuperar.
As autoridades tomaram algumas medidas para ajudar o setor – o Dubai Land Department tomou iniciativas
para apoiar projetos que estavam perto da conclusão, certificando os viáveis para facilitar o financiamento, o
governo de Abu Dhabi reviu o pipeline de projetos das GRE’s, que avançam a um ritmo mais reduzido e
estudou-se a introdução de medidas mais favoráveis para os proprietários estrangeiros, por forma a
impulsionar a procura.
Em 2012, o imobiliário (agregado com os serviços prestados às empresas) registou o maior crescimento dos
últimos cinco anos (6.3%), sendo o maior contribuinte para o crescimento do PIB (sem hidrocarbonetos). A
recuperação registada no Dubai, nos últimos anos, colocou o emirado no top mundial dos mercados
imobiliários com melhor performance
1.
Crescimento e contribuição dos setores para o crescimento
do PIB (sem hidrocarbonetos) em 2012, top 3
(%)
Knight Frank Global House Price Index 2013, top 5
(%)
6.0 9.2 6.3 18.0 21.0 Serviços financeiros Serviços governamentais Imobiliário e serviços prestados às empresas 28.0Contribuição para o PIB Crescimento
13.8
14.5
15.1
27.5
34.8
Turquia
Estónia
Taiwan
China (a)
Dubai
Fontes: Bank Audi, Meed Projects, ACI, ES Research - Research Sectorial. PDados preliminares.
Estrutura setorial da economia (V)
TRANSPORTES
EAU
Os EAU têm vindo a afirmar o seu estatuto de hub para os transportes e comércio, impulsionando o crescimento e
diversificação da sua economia. Ambos os emirados (Dubai e Abu Dhabi) têm investido fortemente em infraestruturas
de transportes e de comércio, com notoriedade, como o Khalifa Port (Abu Dhabi), que espera vir a ser um dos maiores
a nível mundial quando estiver em funcionamento pleno, o Jebel Ali Port (Dubai), sexto maior porto marítimo, o Abu
Dhabi International Airport, alvo de um projeto de expansão em desenvolvimento, o Dubai World Central airport (Al
Maktoum International Airport), com capacidade para ser o maior aeroporto a nível mundial e/ou o Dubai International
Airport, que em 2013 foi o sétimo mundial em tráfego de passageiros e quinto em movimento de carga, destacando-se
claramente em crescimento e subida nos rankings nos últimos anos
1. A extensão da linha do metro, por forma a servir o
local onde será realizada a Expo 2020, a rede ferroviária nacional e/ou a construção de novas autoestradas são outros
dos projetos em carteira.
Em 2013, o setor dos transportes concentrou a terceira maior fatia dos contratos adjudicados nos EAU, cerca de USD
3.5 mil milhões, esperando-se que, para 2014, o valor em causa possa quadruplicar.
Ranking mundial de aeroportos, carga aérea, top 5, 2013
P(Milhões de toneladas)
EAU, contratos adjudicados por setor, 2013
(USD mil milhões)
Construção e imobiliário 26.4 Setor petrolífero 9.0 Transportes 3.5 Outros 5.1
2.44
2.46
2.93
4.14
4.16
Dubai
Incheon
Shanghai
Memphis
Hong Kong
1Segundo dados referidos pela imprensa, no primeiro trimestre de 2014, este aeroporto terá assumido a
Fontes: FMI, AICEP, QNB.
Estrutura setorial da economia (VI)
INDÚSTRIA E
SERVIÇOS
COMERCIAIS
A produção de pedras e outros materiais preciosos, historicamente ligada aos EAU, continua a ter
um peso preponderante nas exportações do país, 7% em 2011, embora a sua contribuição
enquanto indústria de extração para o PIB não seja assinalável. A sua principal dimensão é a de
importação para exportação.
Como parte integrante do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), os EAU tornaram-se um dos
principais focos da zona MENA (Médio Oriente e Norte de África), o que desenvolveu polos
comerciais e de negócios fundamentais à região, fomentadores de atividade comercial e de
serviços: os serviços financeiros tiveram o 3º maior contributo para o PIB (sem hidrocarbonetos).
Existe uma conjuntura favorável ao comércio e turismo, que possibilita a criação de um polo de
comunicação e troca comercial, também favorecida pela posição geográfica, e que se traduz
numa contribuição dos transportes, comunicações e armazenagem de 8% do PIB (TCMA
07-11de
3.8%). O desenvolvimento das free zones tem sido impulsionadora do crescimento do setor.
O consumo privado é um dos principais motores da economia dos EAU, tendo mesmo resistido
ao abrandamento da economia em 2009: o consumo por grosso e a retalho contribuiu com 12%
para o PIB em 2011, não se esperando quebras na evolução deste indicador (TCMA
07-11de
3.2%).
A área do consumo de retalho é fortemente dinamizada por uma crescente onda de centros
comerciais
1, muito ao estilo ocidental, onde o mercado dos franchising, que representa 50% do
valor daquela e está avaliado em USD 7 mil milhões no Médio Oriente, terá um peso crescente
uma vez que se espera que continue a crescer a um ritmo de 27% ano, mesmo na atual
conjuntura. A esta dimensão acresce a natureza dos produtos vendidos
2, quase todos obtidos por
importação.
1O Dubai alberga cinco dos sete maiores centros comerciais do mundo. 2 Os EAU, e em particular o Dubai, é o país do Médio Oriente onde o setor do
Fontes: WTO, WTTC, Alpen Capital, Jones lang LaSalle, Governo do Dubai, Euromonitor International. 1Apenas Dubai. P Previsões.
Estrutura setorial da economia (VII)
EAU
TURISMO
O turismo continua a ser um dos setores mais dinâmicos dos EAU. Ocupando o 1º lugar no ranking do Travel & Tourism
Competitiveness Report 2013 na região do Médio Oriente e Norte de África (entre 16 países), e 28º no ranking global
(140 países), destaca-se sobretudo pela forte afinidade com esta indústria (24º lugar), pela prioridade dada ao setor
pelo governo (9º), pelas infraestruturas aéreas (3º) e pelas campanhas de comunicação do destino (1º).
Nos últimos sete anos, os turistas aumentaram 6.5% ao ano e as receitas turísticas mais de 18%. Em 2012, os EAU
foram o 3º destino turístico no Médio Oriente, com um share de 17% do volume de entradas na região, com a receita
daí decorrente a corresponder a 22% do total gerado na região, conferindo-lhe a 1ª posição na mesma.
Em 2013, o Dubai recebeu mais de 11 milhões de turistas, um crescimento superior a 10% face ao período homólogo,
que lhe permitiu uma taxa de ocupação hoteleira de 80%. O plano Dubai Vision for Tourism 2020 pretende tornar o
Dubai a cidade mais visitada do mundo, com 20 milhões de turistas, que, com a Expo 2020 deverão ultrapassar os 25
milhões. O incremento previsto para o investimento no setor, em 2014, é superior a 9% e a oferta de quartos na
hotelaria deverá passar dos atuais 97 mil para mais de 160 mil em 2020.
Turistas
1e receitas turísticas, 2000-2013
(Milhões, USD mil milhões)
Investimento em turismo, crescimento anual, 2014
P(Percentagens)
Turistas Receitas turísticas
Ranking País Crescimento
2 Kuwait 17.3 3 Qatar 16.9 15 Oman 11.7 29 EAU 9.7 Médio Oriente 7.1 62 Bahrain 6.6 Mundo 5.7 90 Arábia Saudita 5.0 115 Jordânia 3.8 3.1 5.8 7.1 6.8 7.4 8.1 9.9 11.0 1.1 3.2 7.2 7.4 8.6 9.2 10.4 12.1 0 2 4 6 8 10 12 14 2000 2005 2008 2009 2010 2011 2012 2013
Estrutura Setorial
Oferta Internacional do GBES
Contactos
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Fonte: National Bureau of Statistics. 1Segundo dados disponíveis a 11 Novembro 2013. 2Excluindo as exportações de petróleo.
Comércio Internacional – Parceiros
Importações dos EAU por país, 2012
1
Exportações dos EAU por país, 2012
12
EAU
Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 Índia 16 512.1 22.0 2.4 2 Suiça 7 584.5 10.1 21.9 3 Irão 6 221.9 8.3 -9.6 4 Oman 3 577.7 4.8 18.9 5 Arábia Saudita 3 160.4 4.2 4.2 6 Bélgica 2 850.7 3.8 16.6 7 China 2 613.6 3.5 31.0 8 Turquia 2 457.4 3.3 42.4 9 Hong Kong 1 594.7 2.1 7.2 10 Singapura 1 483.2 2.0 28.7 … … … … … 75 Portugal 48.6 0.1 47.3 Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA 07-12 (%) 1 Índia 16 671.5 12.2 13.3 2 EUA 13 478.1 9.9 17.0 3 China 11 882.1 8.7 5.8 4 Japão 7 590.1 5.6 5.2 5 Coreia do Sul 5 837.3 4.3 23.2 6 Alemanha 5 709.2 4.2 1.7 7 Turquia 5 362.0 3.9 20.9 8 Itália 4 441.1 3.3 5.3 9 Reino Unido 4 180.9 3.1 4.4 10 Suiça 4 119.2 3.0 13.4 … … … … … 74 Portugal 145.4 0.1 22.7e exportadas (Mundo)
Top 10 das importações dos EAU, 2012
Top 10 das exportações dos EAU, 2012
EAU
Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD (data mirror).
Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 7113 - Artefactos de joalharia e suas partes , de metais
precios os ou de metais folheados ou chapeados de metais precios os (exceto com mais de 100 anos )
15 654.6 10.4 29.4
7108 - Ouro, incluído o ouro platinado, em formas brutas
ou sem im anufaturadas ou em pó 7 499.2 5.0 34.4 2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos
(exceto óleos brutos) 7 284.1 4.8 -3.0 8703 - Automóveis de passageiros e outros veículos
automóveis principalmente concebidos para transporte de pes soas
6 992.1 4.6 7.7 7102 - Diam antes, mesmo trabalhados mas não
montados nem engas tados 6 395.2 4.2 17.3 8517 - Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia,
por fios , incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com aus cultadores s em fio
6 184.5 4.1 9.2 8471 - Máquinas automáticas para process amento de
dados e s uas unidades ; leitores magnéticos ou óticos, máquinas para registar dados
4 380.5 2.9 20.6 8802 - Veículos aéreos com propuls ão a motor (por
exem plo: helicópteros e aviões); veículos es paciais (incluídos os s atélites )
3 578.9 2.4 -0.4 8411 - Turborreatores , turbopropulsores e outras
turbinas a gás 2 229.5 1.5 13.0 8704 - Veículos autom óveis para trans porte de
mercadorias , incluídos chass is com motor e cabine 1 571.0 1.0 14.2
Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (% ) TCMA07-12 (%) 2709 - Óleos brutos de petróleo ou de minerais
betuminos os 76 976.5 48.4 12.0 2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betum inos os
(exceto óleos brutos) 18 305.1 11.5 14.4 7108 - Ouro, incluído o ouro platinado, em formas brutas
ou semimanufaturadas ou em pó 11 438.5 7.2 39.0 2711 - Gás de petróleo e outros hidrocarbonetos
gasosos 10 223.5 6.4 20.0 7102 - Diamantes , mes mo trabalhados m as não
montados nem engastados 7 533.5 4.7 25.1 2517 - Calhaus , cascalho, pedras britadas, dos tipos
geralmente usados em betão ou para empedramento de es tradas ou outras vias , s eixos rolados e sílex
4 938.8 3.1 78.6 7113 - Artefactos de joalharia e suas partes, de metais
precios os ou de m etais folheados ou chapeados de metais preciosos (exceto com mais de 100 anos)
4 474.6 2.8 52.4
7601 - Alumínio em formas brutas 2 693.4 1.7 10.8
3901 - Polímeros de etileno, em form as prim árias 1 309.2 0.8 23.6 8517 - Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia,
por fios , incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com auscultadores s em fio
1Dados indisponíveis para serviços.
Fonte: INE.
Comércio Internacional – Relações bilaterais
com Portugal (I)
Balança de mercadorias de Portugal
1com os EAU, 2008, 2012 e 2013
(EUR milhões)
Taxa de Crescimento Médio Anual (TCMA)
TCMA
08-13das exportações = 7.4%
TCMA
08-13das importações = -0.5%
Saldo superavitário
EUR 52 milhões
Em 2013,
736 sociedades
exportavam mercadorias
para os EAU
Em 2012,
615 sociedades
exportavam mercadorias
para os EAU
+20%Exportações de mercadorias Importações de mercadorias
EAU
61º (share: 0.09%) 40º
(share: 0.2%)
Ranking e share enquanto cliente e fornecedor de Portugal (mercadorias)
71
95
102
51
23
50
2008
2012
2013
(mercadorias) com Portugal (II)
Top 10 das importações portuguesas dos EAU, 2013
Top 10 das exportações portuguesas para os EAU, 2013
Fonte: INE.
EAU
Produtos (N.C. 4) 2013 (EUR Milhões) Share (%) TCMA08-13 (%) 8517 - Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia,por fios, incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com auscultadores s em fio
16.4 16.1 28.6 6802 - Pedras naturais de cantaria ou de construção
(exceto de ardósia) trabalhadas e obras destas pedras; cubos, pas tilhas e artigos s emelhantes para mos aicos,
4.5 4.4 17.7 6403 - Calçado com sola exterior de borracha, plástico,
couro natural ou reconstituído e parte s uperior de couro natural
3.5 3.4 25.5 4802 - Papel e cartão, não reves tidos, dos tipos
utilizados para escrita, impress ão ou outros fins gráficos , e papel e cartão para fabricar cartões ou tiras perfurados
3.0 2.9 257.5 9403 - Móveis e suas partes, não es pecificadas nem
compreendidas noutras posições 2.7 2.7 11.6 8471 - Máquinas automáticas para process amento de
dados e suas unidades; leitores magnéticos ou óticos , máquinas para regis tar dados
2.6 2.5 231.6 4418 - Obras de marcenaria ou de carpintaria para
cons truções, incluídos os painéis celulares , os painéis para soalhos e as fasquias para telhados (shingles e shakes), de madeira (exceto painéis de madeira
2.4 2.4 -8.5 6204 - Fatos de saia-cas aco, conjuntos, casacos,
vestidos, saias, saias-calças , calças, jardineiras, calças curtas e calções (shorts), de us o feminino
2.2 2.2 11.7
4011 - Pneumáticos novos , de borracha 2.0 2.0 45.9 6203 - Fatos, conjuntos, casacos, calças , jardineiras,
calças curtas e calções (shorts), de us o mas culino (exceto de malha) 2.0 2.0 23.4 Produtos (N.C. 4) 2013 (EUR Milhões) Share (%) TCMA08-13 (%) 8802 - Veículos aéreos com propulsão a motor (por
exem plo: helicópteros e aviões); veículos espaciais (incluídos os s atélites )
38.6 77.8 91.0
3901 - Polím eros de etileno, em formas primárias 3.6 7.3 n.d. 3902 - Polím eros de propileno ou de outras olefinas , em
formas primárias 1.4 2.8 n.d. 5205 - Fios de algodão (exceto linhas para cos turar),
contendo, em pes o = > 85%, de algodão, não acondicionados para venda a retalho
1.3 2.6 n.d. 3919 - Chapas , folhas , tiras , fitas, películas e outras
formas planas , autoades ivas, de plás tico, mes mo em rolos (exceto revestimentos de pavimentos , de paredes ou de tetos da posição 3918)
0.7 1.5 642.3 3907 - Poliacetais , outros poliéteres e res inas epóxidas,
em formas primárias; policarbonatos , resinas alquídicas , poliésteres alílicos e outros poliés teres , em forma primárias
0.5 1.1 64.7 3923 - Artigos de trans porte ou de em balagem, de
plástico; rolhas , tam pas, cáps ulas e outros dis positivos destinados a fechar recipientes, de plás tico
0.5 1.0 186.3
7601 - Alumínio em formas brutas 0.4 0.7 -46.3 5404 - Monofilamentos s intéticos, com = > 67 decitex e
cuja maior dimensão da secção transvers al seja = < 1 mm; lâminas e form as s em elhantes, (por exem plo: palha artificial), de matérias têxteis sintéticas , cuja
0.2 0.4 5.5 7314 - Telas m etálicas , incluídas as telas contínuas ou
sem fim, grades e redes , de fios de ferro ou aço (exceto telas de fios metálicos do tipo utilizado para ves tuário, reves timento interior ou usos semelhantes); chapas e
8704 - Veículos automóveis para transporte de
mercadorias
9403 - Móveis e suas partes, não especificadas nem
compreendidas noutras posições
3004 - Medicamentos
6104 - Fatos de saia-casaco, conjuntos, casacos,
vestidos, saias, saias-calças, calças, jardineiras,
calções, de malha, de uso feminino
9102 - Relógios de pulso, relógios de bolso e relógios
semelhantes
8502 - Grupos eletrogéneos e conversores
rotativos, elétricos
2402 - Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou
dos seus sucedâneos
0207 - Carnes e miudezas, comestíveis, frescas,
refrigeradas ou congeladas, de aves
8537 - Quadros, painéis, consolas, cabinas, armários e
outros suportes
6402 - Calçado com sola exterior e parte superior de
borracha ou plástico
Oportunidades de exportação de mercadorias (I)
Conjunto de produtos (mercadorias) identificadas como necessidades (importações) dos EAU, com
capacidade portuguesa de produção e exportação, representando oportunidades para aumentar o
volume de exportações portuguesas para os EAU.
Top 10 das Oportunidades de exportação para os EAU
Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OCDE, ES Research - Research Sectorial.
Oportunidades de exportação de mercadorias (II)
Top 10 das Oportunidades de exportação para os EAU
(Valores e ranking das importações mundiais dos EAU)
Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OCDE, ES Research - Research Sectorial.
Produtos (N.C. 4)
2012
(EUR Milhões)
Rank 2012
Share 2012
(%)
Taxa Variação
2011-2012 (%)
TCMA
09-12(%)
8704 - Veículos automóveis para transporte de mercadorias
1 570.7
10
1.0
103.8
8.6
9403 - Móveis e suas partes, não especificadas nem compreendidas noutras posições
995.2
18
0.7
47.2
7.2
3004 - Medicamentos
983.4
19
0.7
11.2
14.4
6104 - Fatos de saia-casaco, conjuntos, casacos, vestidos, saias, saias-calças, calças,
jardineiras, calções, de malha, de uso feminino
941.1
20
0.6
48.1
59.6
9102 - Relógios de pulso, relógios de bolso e relógios semelhantes
592.2
35
0.4
18.3
24.8
8502 - Grupos eletrogéneos e conversores rotativos, elétricos
588.4
36
0.4
20.4
6.5
2402 - Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou dos seus sucedâneos
553.3
40
0.4
22.5
30.8
0207 - Carnes e miudezas, comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, de aves
499.8
47
0.3
19.4
10.1
8537 - Quadros, painéis, consolas, cabinas, armários e outros suportes
471.0
52
0.3
12.2
10.3
Oportunidades de exportação de mercadorias (III)
Nuvem de Oportunidades de exportação para os EAU
Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OCDE, ES Research - Research Sectorial.
EAU
Material de Transporte
Vestuário e Calçado
Máquinas e Aparelhos
8703 - Automóveis de passageiros e outros veículos
automóveis principalmente concebidos para
6103 - Fatos, conjuntos, casacos, calças,
jardineiras, calças curtas e calções, de malha, de
8526 - Aparelhos de radiodeteção e de
radiossondagem (radar), aparelhos de
radionavegação e
8708 - Partes e acessórios para tratores, autocarros
e veículos automóveis
6203 - Fatos, conjuntos, casacos, calças,
jardineiras, calças curtas e calções, de uso mascu
8536 - Aparelhos para interrupção, seccionamento,
proteção, derivação, ligação ou conexão de
6109 - T-shirts e camisolas interiores, de malha
8419 - Aparelhos e dispositivos, mesmo aquecidos
eletricamente (exceto fornos e outros apare
5407 - Tecidos de fios de filamentos sintéticos,
incluídos os monofilamentos
8544 - Fios e cabos, incluídos os cabos coaxiais,
isolados; cabos de fibras óticas
Produtos agrícolas e alimentares
Outros
1901 - Extratos de malte; preparações alimentícias
de farinhas, grumos, sêmolas, amidos, féc
9401 - Assentos, mesmo transformáveis em
camas, e suas partes, não especificadas nem
1905 - Produtos de padaria, de pastelaria ou da
indústria de bolachas e biscoitos
3926 - Obras de plástico e obras de outras matérias
das posições 3901 a 3914, não especifica
0808 - Maçãs, peras e marmelos, frescos
3303 - Perfumes e águas-de-colónia (exceto
preparações para barbear e desodorizantes corpora
1701 - Açúcares de cana ou de beterraba e
sacarose químicamente pura, no estado sólido
9101 - Relógios de pulso, relógios de bolso e
relógios semelhantes
Estrutura Setorial
Oferta Internacional do GBES
Contactos
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Apoio à Internacionalização do GBES (I)
EAU
Venezuela: Sucursal Brasil: Subsidiária BESI África do Sul: Escritório de representação BES Moçambique: Moza Banco Macau: Subsidiária BES Oriente Hong Kong: Subsidiária BESI Mum bai: BESI Marrocos: Banque Marocaine du Com merce Extérieur Líbia: Subsidiária Am an Bank Miami: Subsidiária ES Bank of Florida, Polónia: Subsidiária BES e BESI França: Subsidiária BES Vénétie Cabo Verde: BES Cabo Verde Argélia: Banque Extérieur d'Algérie Itália:Banco delle Tre Venezie Nova Iorque: Sucursal BES e BESI
E
.U
.A
.
México: Escritório de representação BES e BESI Reino Unido: Sucursal BES e BESI Triângulo Estratégico: África -Brasil – Península Ibérica Angola: Subsidiária BES Angola China: Escritório de representação Espanha: Sucursal Luxemburgo: SucursalExpansão internacional do BES orientada para mercados com afinidades económicas e culturais com
Portugal e com elevado potencial de crescimento.
EAU
UNIDADE INTERNACIONAL PREMIUM: 5 Desks de equipas
geograficamente especializadas
Gestores de Negócio Internacional &
Gestores de Instituições Financeiras
Norte de
África &
Turquia
África
América
Latina
Mercados
Maduros &
China
Europa de
Leste, Ásia
& Médio
Oriente
Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Apoio à Internacionalização do GBES
Oferta Internacional do GBES
Contactos
EAU
Uma oferta internacional abrangente
ES
Research
Banca
Comercial
Banca de
Investi_
mento
Capital de
Risco
Tranquili-da
de
mSearch
Macroeconómico
Setorial /
screening de
oportunidades
Mercados de
exportação
Seguro de
transporte
internacional
Seguro
para
expatriados
Recrutamento
diretor de
exportação
Recrutamento
quadros
superiores
Empresa
ES
Ventures
ES Capital
2bCapital
ES Rockefeller
Global Energy
Fund
M&A
Corporate
Finance
Factoring
Garantias/ SBLC
Câmbios
Oferta em
Renminbis
Abertura de conta
Trade Finance
Acquisition
Finance
BES nomeado, em
2013, pelo 7º ano
consecutivo, como o
Best Trade Finance
Bank, em Portugal,
pela revista Global
Finance.
Financiamento
à exportação
Seguro de Crédito à
Exportação
Parceria entre o BES e
a Seguradora Coface,
uma das líderes
mundiais nos Seguros
Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Oferta Internacional do GBES
Contactos
Diretor Coordenador Miguel Frasquilho [email protected]
Research Sectorial
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Susana Barros [email protected]
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Disclaimer
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Desk Europa de Leste, Ásia & Médio
Oriente
Paulo Afonso
Diretor de Negócio Internacional e Instituições Financeiras [email protected] Cláudia Batista Negócio Internacional Ulugbek Suyumov Instituições Financeiras [email protected] [email protected]
O estudo foi realizado pelo “Espírito Santo Research - Research Sectorial ” com um objetivo meramente informativo e tem por base informações obtidas a partir do site da UNComtrade (United Nations Commodity Trade Statistics Database, Department of Economic and Social Affairs/Statistics Division) em http://comtrade.un.org/db/. O conteúdo dos estudos efetuados pelo “Espírito Santo Research – Research Sectorial” é sempre baseado em informação disponível ao público e obtida a partir de diversas fontes, incluindo meios de informação especializados, fontes oficiais e outras consideradas credíveis. Contudo, o “Espírito Santo Research - Research Sectorial” não garante a sua exatidão ou integralidade. As Informações/opiniões expressas nesta apresentação referem-se apenas ao momento presente e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, não vinculando o “Espírito Santo Research – Research Sectorial”, e não assumindo este qualquer compromisso de atualização da informação ora prestada. As informações e opiniões apresentadas não constituem nenhuma recomendação de investimento. O “Espírito Santo Research – Research Sectorial” não aceita nenhum tipo de responsabilidade sobre quaisquer perdas ou danos provenientes da utilização desta apresentação. As opiniões emitidas não vinculam o BES, não podendo o BES, por isso, ser responsabilizado, em qualquer circunstância e por qualquer forma, por erros, omissões ou inexatidões da informação constante neste documento ou que resultem do uso dado a essa informação. A reprodução de parte ou totalidade desta publicação é permitida, desde que a fonte seja expressamente mencionada.