SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA
Judith Rodrigues Adriano1
Daniela Aparecida Rolim Cases2
Sandra Mara R Bueno3
Resumo:
Conhecida por vários atributos, Itapetininga é o berço de vultos ilustres e importantes que transformaram o rumo e a história de nosso país. Por suas belezas naturais, pelo número e qualidade de suas escolas, já recebeu vários cognomes, como “Terra das Escolas”, “Atenas do Sul”, “Terra da Cultura”, e “Terra da Hospitalidade”, è hoje consideradas uma das mais importantes cidades do estado de São Paulo. Com uma natureza privilegiada e grande potencial de crescimento, a cidade oferece aos empreendedores tradicionais e aos que aqui querem se instalar grandes expectativas de sucesso. A região conta com as fazendas centenárias, estrutura pra hospedagem e muito verde para quem quiser sentir o prazer de uma vida agradável junto à natureza. É uma cidade tranqüila, muito procurada por seu clima agradável, por suas belas noites de céu azul e pelas pescarias em um dos poucos rios sem poluição do estado de São Paulo, o rio Itapetininga. A cidade é favorecida pela qualidade de suas terras e facilidades no escoamento de mercadorias por rodovias e ferrovias. O agronegócio é responsável por cerca de 40% do PIB de Itapetininga, baseado em cana-de-açúcar, feijão, soja, milho, laranja, batata, reflorestamento, pecuária de corte, de leite, bem como de suínos, caprinos e da avicultura; sendo também a maior produtora de grama em tapete do País. Trata-se do terceiro maior município em extensão do estado de São Paulo. Vamos agora conhecer um pouco de sua história e de sua gente.
OS ANTIGOS HABITANTES DA REGIÃO
Segundo vários historiadores, há controvérsias sobre a ocupação indígena na região, no que se referem à etnia dos antigos habitantes, os gentios. Mas, de acordo com pesquisas realizadas por antropólogos, não restam dúvidas de que essas áreas foram ocupadas por povos pertencentes ao tronco lingüísticos tupi-guarani que se dedicavam à caça e a pesca. A fartura da pesca nos rios Itapetininga e Paranapanema e da caça na região teriam atraído os primeiros habitantes para o local. Quando o sertão de Itapetininga começou a ser ocupado pelo homem branco, o grupo tupi-guarani já havia sido erradicado.
A ORIGEM DO MUNICÍPIO DE ITAPETININGA.
A primeira povoação surgiu em torno de um antigo pouso de bandeirantes, tropeiros e negociantes de animais, nas proximidades do rio Itapetininga, nos séculos XVII e XVIII. Seu desenvolvimento começou por volta de 1750. Um dos locais utilizados para a parada dos tropeiros ficava a beira do rio Itapetininga, local que ficou conhecido como porto de Itapetininga. Esse fato é plenamente constatado em nível de pesquisa histórica, pois, em 1886 (por ordem do conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira, então presidente da Província), foi realizada uma exploração dos rios Itapetininga e Paranapanema pelo engenheiro Theodoro Fernandes Sampaio, responsável por essa tarefa, que, em relatório datado de 1889, assim se expressa: “A treze, chegávamos em Itapetininga, situada em posição aprazível, no meio de belíssimos campos e, a pouco mais de seis quilômetros distante do rio Itapetininga, que lhe fica ao Sul”.
povoamento e fundação de Itapetininga. O objetivo era providenciar a fundação oficial da vila.
LOCAL ESCOLHIDO PARA A FUNDAÇÃO DA VILA
Em 1724, surgiu um povoado às margens do rio Itapetininga o qual inicialmente servia de pouso aos tropeiros que se dirigiam à Vila de Sorocaba, que já pagava imposto.
O local mais tarde recebeu o nome de Porto Velho e lá foi desenvolvido um povoado sob a liderança de Pascoal Leite de Moraes, nascido por volta de 1731, filho de Félix Fernandes e de Joana de Moraes, de Curitiba, PR, casado em Sorocaba, em 1752, com Luzia Leme, filha de João Dias Mainardi Filho e Thimótea Fernandes. Esse povoado servia de pouso, atendendo a forasteiros e tropeiros que lá acampavam. Por volta de 1760, o português Domingos José Vieira escolheu um local a seis quilômetros de Porto Velho, onde desenvolveu principalmente a lavoura e a criação de bovinos e equinos, às margens do rio Itapetininga.
Surgiu na época uma rivalidade entre os dois núcleos que lá se desenvolveram, pois havia o interesse de ambos, Pascoal e Domingos, em fundarem a freguesia de Itapetininga em suas terras.
O fazendeiro Simão Barbosa Franco recebeu, oficialmente, em 17 de abril de 1768,através da Portaria baixada pela administração da época, a missão de fundar a freguesia de Itapetininga. Trouxe consigo colonizadores com diversas habilidades e logo começou a construção da capela. Simão Barbosa Franco poderia ter escolhido Porto Velho para ser a sede do município de Itapetininga, mas preferiu um local situado a seis quilômetros do referido povoado, onde já estava instalado o núcleo de Domingos José Vieira.
Vista Parcial de Itapetininga
Localização e Aspectos Geográficos
Itapetininga está localizada na região Sudoeste do Estado de São Paulo, na bacia do Alto - Paranapanema, a 170quilômetros da capital paulista, sede da região de governo com 12 municípios.
Região Administrativa de Itapetininga
Itapetininga Capela do Alto Tatuí
Guareí Angatuba
Campina do Monte Alegre São Miguel Arcanjo
ITAPETININGA EM NÚMEROS (Dados da fundação SEADE)
Área territorial (km²): 1.767 População estimada: 138.974
Densidade demográfica (Hab/km²): 78,65
Coordenadas geográficas: latitude: 23° 35' 08”S; longitude: 48° 02' 51” W. Altitude média: 670 metros.
Limites do Município: Norte: Guareí e Tatuí Sul: Capão Bonito, São Miguel Arcanjo, e Pilar do Sul. Leste: Alambari, Capela do Alto e Sarapuí Oeste: Campina do Monte Alegre, Angatuba e Buri.
Temperatura média anual: 20,9 ° C
Distâncias: São Paulo, 170 km; Guareí, 36 km; São Miguel Arcanjo, 44 km; Buri, 90 km; Sarapuí, 33 km; Campina do Monte Alegre, 62 km; Tatuí, 36 km; Angatuba, 48 km; Alambari, 19 km; Sorocaba, 74 km; Pilar do Sul, 71 km; Piracicaba, 121 km; Capão Bonito, 57 km.
Principais Rodovias de Acesso: SP 280 (Rodovia Castelo Branco), com entrada no km 129 para a SP 127 (Rodovia Antônio Romano Schincariol) e a SP 270 (Rodovia Raposo Tavares), com entrada no km 168 para a SP 127 (Rodovia Francisco da Silva Pontes).
Distritos: Gramadinho, Morro do Alto, Tupy , Rechã, Varginha e Conceição. DDD (15)
CEP da Prefeitura: 18213-545 Fundação: 0 5 de novembro de 1770
Aniversário da cidade: comemoração em 05 de novembro Elevação à vila: 0 6 de novembro de 1771
Elevação a Sede de Comarca: 17 de julho de 1852 Elevação a município: 13 de março de 1855
BIBLIOGRAFIA DO PATRONO DA ESCOLA PROFESSOR “ABILIO FONTES”
Na conhecida Vila Rosa, um prédio escolar, ostensivamente, leva o nome de Abílio Fonte, o professor que nascido em Piraju, se integrou socialmente em Itapetininga. Chegou à cidade em meados de 1932, no auge da Revolução Constitucionalista, provindo de Santa Cruz da Rua do Porto. Na época já exercia o cargo de Supervisor de ensino, antigo Inspetor de escola do Ensino Primário.
mostraram a ação do inesquecível cidadão. Autoridades e pessoas ligadas a Câmera municipal e ao Executivo reconhecem e justificam os serviços prestados em prol a população pelo saudoso professor “Abílio Fontes”, falecidos há 45 anos.
Com o seu nome foi inaugurada a biblioteca municipal, no dia do professor 15 de outubro de 1960, recebeu o título de cidadão itapetiningano, além, de outras homenagens que lhes foram prestadas em vida. Teve como companheira inseparável, a esposa Elvira Brandileone Fontes e como legado deixou nove filhos, todos de excelente caráter e educação aprimorada: Maria José, Plínio Fontes, Ivo Fontes, Hélio, Nelly Fontes Lisboa, Terezinha de Jesus Tente Iglesias, Francisco Ire Fontes, Maria Cecília Fontes, Maria Helena Fontes Genesini, genros, noras, netos e bisnetos.
Aquele que foi considerado o pai dos pobres plantou o exemplo da verdade, da fé e da caridade, e deixou a certeza de que com esforço e dedicação pode-se construir, através da educação, um país e uma sociedade melhor. Portanto, seu desempenho como professor e delegado de Ensino, ainda ecoa nos dias atuais através do amor a educação.
INTRODUÇÃO
Para iniciarmos o trabalho acreditamos que primeiramente houvesse a necessidade de apresentar o município no qual a escola está localizada para desta forma poder mostrar o perfil da população que a compõe e as atividades socioeconômicas desenvolvidas por seus habitantes, como também contarmos um pouco sobre a vida do professor “Abílio Fontes” patrono da escola a qual fazemos alusão.
Temos em mente que o objetivo desta atividade, deve estar basicamente ligado ao trabalho desenvolvido pela instituição escolar a qual nos referimos sob o título de “Escola Inovadora”, dentro de uma proposta de sustentabilidade e de perspectivas oferecida pela mesma a sua clientela e à comunidade em geral.
AGRADECIMENTO:
JUSTIFICATIVA:
Num primeiro momento escolhemos como título deste trabalho “Escola Inovadora”, pensando a unidade escolar em questão professor “Abílio Fontes”, frente a uma perspectiva pedagógica, por ser esta uma escola bastante conceituada no município. Após recebermos maiores explicações de como deveria ser feita esta pesquisa, partimos do ponto de que a escola “Abílio Fontes”, não desenvolve apenas um excelente trabalho no que se refere ao processo ensino / aprendizagem, mas acolhem com responsabilidade todos os adolescentes e jovens que dela se privilegiam como também inclui alunos portadores de necessidades especiais proporcionando-lhes subsídios para que entendam a escola como um eficaz instrumento na formação continua do cidadão. Enfim, sabemos que a escola não tem o poder de mudar totalmente a sociedade, mas em consonância com outros segmentos sociais com princípios democráticos, constituir-se há como um espaço de transformação. E tal fato torna-se possível, através de um projeto político pedagógico que tenha em vista a compreensão de que as práticas são sociais e políticas e não se resumem apenas em educar para o futuro, mas formar cidadãos capazes de agir e tomar decisões coerentes a sua realidade. A escola ocupa um espaço privilegiado na vida dos adolescentes e jovens e influi, intencionalmente, na construção de suas identidades e projetos de vida. Na escola os alunos aprendem a valorização pela própria qualidade espaço físico que lhes é destinada, e do cuidado na organização e no funcionamento de suas modalidades de ensino.
OBJETIVOS:
O principal objetivo deste trabalho e ver a instituição escolar frente a uma perspectiva de sustentabilidade, e como a mesma utiliza-se de seu espaço para que esse processo se concretize.
METODOLOGIA:
fotográficos, complementando de análises as informações obtidas e editadas (digitalizados), de maneira organizada e de fácil compreensão, permitindo a leitura dos mapas e perfis levantados.
O TRABALHO FOI DIVIDIDO EM SEIS ETAPAS
1- Levantamento bibliográfico seguido de leitura, fichamentos e análises em arquivos históricos no departamento de preservação da escola, livros e arquivos vistos, informações presenciais.
2- Preparação de bases para o levantamento em campo: plantas, fotos, levantamento da área, atualização de dados já existentes, sobre a construção de escola e o seu estado de conservação, dados da população e a importância de sua privilegiada localização.
3- Confecção de mapas atualizados e detalhados do imóvel em forma de croquis. Levantamentos e classificações topológicas do edifício visando a sua utilização no cenário pedagógico.
4- Formatação das imagens de mapas e digitalização das informações coletadas das etapas históricas da cidade até o momento atual.
5- Análise, a partir de dados obtidos do levantamento da situação atual da clientela, dos atuais e futuros projetos desenvolvido pela instituição escolar visando oferecer um trabalho de inclusão aos seus educandos e a comunidade em geral.
DESENVOLVIMENTO
A unidade escolar denominada “Escola Estadual Professor Abílio Fontes”, situada à Rua João Batista de Macedo Mendes, s/nº, Vila Rosa, Itapetininga /São Paulo, foi durante este bimestre nosso objeto de estudo frente, a perspectiva geográfica e de sustentabilidade.
ESTRUTURA FÍSICA DO PRÉDIO ESCOLAR
O terreno no qual o prédio escolar foi construído possuí uma área total de 5400 m², sendo que desta apenas 1572,65m é ocupado pelo prédio escolar tendo livre uma área de 3827,35 m². A unidade escolar está construída ao centro de uma área de declividade acentuada, devido a esse fator, a construção do prédio foi estruturada sob dois níveis: nível térreo e nível superior.
No nível térreo encontram-se: a secretaria, as salas de direção, coordenação pedagógica, sala dos professores, sala de recursos (para o atendimento de alunos portadores de necessidades especiais e alunos com dificuldade de aprendizagem), biblioteca, cantina, laboratório de informática (sendo este para usos diversos), sala de vídeo, almoxarifado, depósito de material de limpeza e sanitário administrativo. Complementando o nível térreo, há uma área de nível inferior ao da rua na qual está construída: a cozinha, a despensa, sanitários, pátio e quadra poliesportiva cobertos, zeladoria e uma extensa área verde com plantações (local usado pelos professores para ministrar atividades extra classe), esta área aos fundos contempla de uma mata ciliar e do Ribeirão do Chá.
No nível superior encontram-se: as salas de aula (num total de 07) e sanitários para uso dos alunos.
CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA ESCOLAR
A Escola recebe alunos de diversas partes da cidade, zona rural e de algumas instituições.
Alguns alunos apresentam defasagem idade/ série, necessitando de acompanhamento em Salas de Recursos, fato decorrente devido o baixo poder aquisitivo, carência familiar e emocional, precisando muitas vezes, trabalhar em período diverso às aulas para ajudar no orçamento doméstico. O grau de instrução dos pais desses alunos é precário, fato esse, que reflete no desinteresse pelo desempenho escolar do filho, fazendo com que a escola tenha que estar constantemente estimulando sua participação.
As Salas de Recurso tem por objetivo oferecer aos alunos a suplementação do atendimento educacional oferecido em classe comum, sendo que, para atingir este fim, oferece também, apoio técnico pedagógico aos professores do Ensino Regular, orientações e atendimento às famílias ou aos seus responsáveis, bem como à comunidade favorecendo a inclusão social. Embora, uma parte dos alunos ativos na rede escolar sofra com a falta de recursos financeiro e cultural na família, com a grande maioria acontece o oposto, pois gozam de privilégios financeiros e aqueles que decorrem do mesmo. Enfim, podemos descrever a Instituição Escolar, como sendo uma Escola de classe média.
MEIOS DE TRANSPORTE USADO PELOS ALUNOS E PROFESSORES DA ESCOLA
Os alunos da Escola Abílio Fontes em sua grande maioria possuem meio de transporte próprio ou vão à escola em vans particulares, sendo que apenas os alunos de inclusão (portadores de necessidades especiais: com deficiência intelectual ou visual) usam o transporte público ofertado pela Prefeitura Municipal. Já os professores todos possuem meio de transporte próprio.
DIAGNÓSTICO DA ESCOLA
A) Os níveis e as modalidades de ensino da escola estão disponibilizados da seguinte forma:
Tarde: 07 turmas de Ensino Fundamental II (5º e 6º séries) 02 turmas da sala de recursos
Noite: 06 turmas do EJA II (Ensino de Jovens e Adultos - fundamental e médio)
B) Número total de professores por área de conhecimento
Ensino Fundamental
Linguagem, códigos e suas tecnologias (08 professores).
Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias (07 professores). Ciências humanas e suas tecnologias (05 professores).
Ensino Médio (EJA)
Linguagem, códigos e suas tecnologias (04 professores).
Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias (04 professores). Ciências humanas e suas tecnologias (03 professores).
Sala de Recursos (02 professores).
Projeto de Leitura (04 professores).
Reforço e Recuperação (04 professores).
Destes professores 23 são efetivos, todos licenciados na área de atuação e a maioria possuem pós-graduação.
GESTÃO DE SERVIÇOS DE APOIO, RECURSOS FÍSICOS E FINANCEIROS.
Segundo pesquisa feita com o corpo administrativo e docente a escola tem a descrição a seguir:
• A escola mantém serviço atualizado de estruturação escolar devidamente
organizado – registro, documentação dos alunos, diário de classe e outros.
• A escola utiliza apropriadamente as instalações e os equipamentos existentes em
• A escola promove festas e diversas atividades para arrecadar fundos em prol da
escola.
• Recebe Recursos do Governo do Estado e Prefeitura.
• A escola promove ações que favoreçam a conservação (higiene e limpeza) e a
manutenção do patrimônio escolar (instalações e equipamentos).
• A escola utiliza mecanismos institucionalizados e atuantes (associação de pais e
mestres, caixa escolar, conselho escolar e outros) que propiciem a captação e o gasto transparente dos recursos financeiros.
• A escola busca parcerias na comunidade para suprir suas limitações físicas
(instalações e equipamentos) no intuito de atender o seu projeto pedagógico.
• Atualmente a escola tem passado por reformas em sua estrutura física, visando o
melhor atendimento aos alunos portadores de necessidades especiais. Foi implantado um sistema de alto nível para auxiliar os alunos com deficiência visual a se locomoverem dentro do perímetro escolar (em todo prédio escolar foram colocadas fitas vermelhas que servem como instrumento de sinalização).
RECURSOS DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS
A escola disponibiliza como suporte no processo ensino /aprendizagem: Kit de material pessoal do professor
Kit de material básico por aluno Sala docente com Internet
Impressão para material de apoio a aula Laboratório de informática
Aparelho de som, projetor de slides, retroprojetor e mimeógrafo. Mapas geográficos e mapas históricos
Conjunto de TV, vídeo e DVD. Acervo de livros da Biblioteca
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS EM TRABALHO NA ESCOLA 03 Agentes de serviços e 04 Agentes de organização
01 Secretária e 02 Bibliotecárias (professoras readaptadas) 23 Professores efetivos
01 Coordenador pedagógico e 01 Psicopedagoga SISTEMA DE SEGURANÇA
A escola possui um eficiente sistema de alarme, proporcionando maior segurança aos alunos.
PRÊMIOS QUE A ESCOLA RECEBEU
A escola por dois anos consecutivos 2007/2008, venceu o concurso de redação promovido pela TV TEM, e o grupo de teatro formado pelos alunos da escola fazem atualmente parte do grupo teatral do município; entre outros prêmios e projetos bem sucedidos em prol da comunidade escolar. È constante as Palestras de Orientação sobre Drogas, Violência, Cidadania, Prevenção de acidentes, etc. Portadores de necessidades especiais fazem apresentações de dança e canto.
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Até o ano de 2008 a escola todos os finais de semana desenvolvia um trabalho voltado à comunidade com cursos profissionalizantes e de lazer (atividades culturais e esportivas).
Por muitos anos a escola acolheu a oficina pedagógica Estadual em suas instalações.
RESULTADOS DA PESQUISA
Como resultados subproduto das pesquisas, foram realizados os seguintes mapas: viário de parte da marginal, do prédio escolar e da malha viário próximo à escola. A partir de referências bibliográficas, entrevista com moradores, levantamento das transformações da cidade e do espaço geográfico ocupado pelo edifício escolar. Em nossa pesquisa pudemos perceber que alguns aspectos negativos da escola, tanto no que se referem ao humano quanto técnico e geográfico, tais como: falta de laboratórios específicos para cada área disciplinar; má utilização da área total destinada à construção do prédio escolar (sendo este aspecto que mais nos chamou a atenção) e o qual tem sido alvo de inesgotáveis tentativas de uma melhor utilização da área por parte do corpo administrativo da escola.
RECOMENDAÇÕES
Avaliando todos os aspectos da escola “Abílio Fontes”, poderíamos sugerir à escola, uma reformulação e reestruturação do espaço usado pelos alunos como área de lazer e atividades (quadra poliesportiva) ampliando-a, para desta forma melhor desenvolver as atividades ligadas a este espaço, como também implantar uma área verde (horta ou pomar) no espaço ao fundo da escola, já que este devido a sua declividade e aproximação com o ribeirão do chá, não é propício à construção.
Quando nos referimos a esta área verde (horta ou pomar) estamos colocando em pauta a valiosa colaboração que esta traria a instituição escolar como também a comunidade local, pois partindo dos produtos fornecidos por ela, a escola poderia desenvolver um trabalho de capacitação em manipulação e produção de alimentos, visando lucros para a instituição escolar, bem como propiciar a toda comunidade uma forma de subsistência e desenvolvimento.
CONCLUSÃO
A escola “Abílio Fontes” é uma das mais conceituadas da cidade de Itapetininga. Pela fácil acessibilidade e pelo excelente qualidade de ensino, essa escola passou a ser nosso objeto de estudo. Dentro de suas possibilidades de desenvolvimento volve atividades visando à inclusão social da comunidade.
Para os professores desta unidade escolar, a escola não é apenas lugar de reprodução de relações de trabalhos práticos, um lugar de possibilidade da construção de relações, de autonomia, de criação, de recreação e de valores pedagógicos morais éticos e sociais, e isto, é o que possibilita redefinir suas relações com a instituição, com o Estado, com os alunos, familiares e comunidade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS www.itapetininga/sp.gov.br
www.tvtem.com.br
Vivas memórias, por Alberto Isaac, jornal Correio de Itapetininga, 26 de junho a 02 de julho de 2009.
Entrevistas com o corpo administrativo e docente da Escola e alunos. Dados do SEADE
Grupo de Pesquisa: José Marcelino Ramos e Luiz Fernando Mendes. Alunos de graduação do curso de Geografia da UAB/UNB.
Coordenadora do curso:
Marilia Peluso; Bacharel, Licenciada em Geografia UFSC, Mestre em Planejamento Urbano Pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da UNB, Doutora em Psicologia Social PUC/SP e professora adjunta do Departamento de Geografia da UNB.
Professora Responsável:
Leonor Ferreira Bertone; Bacharel, Licenciada em Geografia, Especialista em Planejamento Urbano e Regional e Mestre em Planejamento Urbano.
Tutora: