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A FERRO E FOGO
Por: Roberto Barros
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PREFACIO:
Eu creio que possamos dizer que tudo possa estar sendo controlado e que a justiça não tarda e não falha mesmo que tenhamos de conquistar o mundo lhe segurando entre duas questões que sempre suponhamos nos conduzir sempre entre uma plena e simples lealdade de amar e odiar ao mesmo tempo para apreendermos a conhecer de perto esta chuva que estamos passando como uma lição para salientarmos a dor na vida de perdermos um ente querido ou queremos mostrar que amamos o mundo e que já basta de tantas violências porque as pessoas querem viver felizes e que a vida é simplesmente uma questão de bem estar social que necessariamente buscamos dentro de bons e maus modos em que a vida possa estar sendo corrompida pela desonestidade humana que sempre quer tomar por satisfação todas as capacidades realista que temos de encarar para não manchar os nossos sentimentos que só passam de um circulo de estudos emocionais que nos faz sempre contracenar no meio social sobre todas diretrizes que a humanidade mesma não se contém para cicatrizar os
defeitos por debaixo dos panos ou na corda bamba de alguém ou todos que querem viver feliz e normalmente sobre a vida que sempre nos pega de surpresa sobre certos atributos que apenas levamos em conta de uma
verdadeira e insegura tragédia que apreendemos sempre com a sociedade se conduzir para não cair na lama social que sempre esta crescendo para
desenfrear o bom coração de alguém que sabe viver e não quer se envolver com as desonestidades do mundo a fora e que todos precisam de um
amparo para satisfazer e ter segurança junto a suas famílias em quanto grandes países está mostrando que a guerra é produto da paz em
contradições de grandes destruições que estão acabando e sempre acabaram com a vida de muitas pessoas inocentes que poderiam estar vivendo uma vida digna e sem tanto preconceitos que não mancharia a sua magnitude e sua honestidade de viver pela vida como tantos hoje matam talvez por prazer e heroísmo em quanto o mundo se acaba também sobre grandes destruições causadas pela ganancia e o poder devastador da maldade que não se assegura entre ambos os laços que nem mesmo há tem por ser o mundo insólito e desumano contra o bem estar social que chamamos de paraíso em que podemos bem dizer o quanto podemos fazer da vida uma escola e uma escala de bons conceitos morais que precisamos para
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estabelecer uma bela e simples conquista do bem pela vida e a paz e o amor deve ser cumprida honestamente e classificada mente sobre os melhores padrões sociais e que devem ser usados para desmascarar a dura e negra vida em que tudo possa estar contido sobre uma reconstituição de paz e amor pelos os seres humanos e o mundo tem que se unir porque precisamos é de coragem em que podem ser estabelecida uma disciplina entre os
pobres e os ricos para padronizar e restaurar a humanidade contra uma periculosa vida de guerras e destruições e tudo pode ser estabelecido sobre certas maneiras em que o respeito seja feito como um ensino escolar sobre desonestas maneiras de matar e destruir ficando a vida do cidadão bem exercida ao contrario de viver por ser a vida uma contradição de artefatos criados por certas circunstancias em que o homem não ver deus como um criador que sempre disse a bíblia que deus criou o homem sobre a sua semelhança e o céu e a terra e tudo se formalizou ficando o ser humano sobre um contexto religioso de se viver e progredir em que sua imaginação poderia talvez serem mais sobre certas maneiras de ver a vida e enxergar o mundo que simplesmente chamamos de inferno e esta coisa pode esta se originando sobre os mortais que necessitam de apoio social e a educação é o meio mais eficaz para a porta da justiça em que hoje não se pode misturar politica com religião e acho que estamos travando sobre uma dimensão em que vamos ser totalizados como minoria em quanto fazemos as coisas para trás de nossas capacidades que deveríamos sempre conquistar o mundo e deixar as boas coisas dizer o quanto somos perfeitos fazendo-nos sempre honestamente o bem porque amanhã não iriamos nos frustra sobre os murmúrios da vida que somente nos faz entender o lado negativo de fazer as coisas em quanto o mundo se enlouquece por certas fantasias em que o sonhador e conquistador acabam sendo atraído e distraído por suas atitudes e conceitos que simplesmente não valeria nada e o capitalismo talvez não possa ser a chave para determinadas contas porque o poder do dinheiro não poderia comprar realmente certas provas que a justiça emana e sempre justifica sobre um quadro negro todos que não se alinham honestamente seu papel porque existem provas sobre certas incoerências que precisamos entender que não basta sermos certos para amanhã estarmos livres de quaisquer imprevistos que fatalmente são todos mórbidos a sociedade que não enxerga a verdade e simplesmente acaba e destrói o mundo e suas próprias vidas que justificam ente não existem explicações por ser o mundo momentâneo e o ser humano é uma maquina de guerra mortal.
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INDICE :
1. Orquídea negra.
2. O inferno e o céu.
3. Chão de giz.
4. Agradecimentos.
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ORQUIDEA NEGRA
O que eu quero lhe expressar ou simplesmente lhe dizer com minhas palavras e intuição sobre a metafisica que esta sempre se originando o poder de valorizar e desvalorizar todas as formas e bases da vida que está mais voltado a um reconhecimento com a natureza tanto envolvente da vida quanto a do ser humano que sempre esta fraudando a existência humana lhe propondo o sofrimento e a sua própria destruição por uma relação que nos faz todos nós crermos que o mundo não é perfeito e nem tão pouco vai mudar algum dia por sua própria construção e movimento moral e social que vão se alastrando sobre um contexto mal elaborado e construído do povo que talvez não tenha adquirido mais bases reais e conduta eficaz de uma natureza plena de sonhos e desejos que se caracterizam no meio social que sempre estão mudando todas as religiões, politicas e reconstituições governamentais em um conceito de ideias desprovidas que o homem de hoje é homogêneo do próprio universo que tanto constrói e destrói ao mesmo tempo ficando toda historia momentânea desatinada pela própria existência que simplesmente a chamamos de maquina da desconstrução ou selvagem que em tudo e com tudo nos faz reagirmos pelo avesso da vida deixando nossos sentimentos contrariados com nossas próprias inocentes naturezas que por meras circunstancias se perdem todo valor que simplesmente nos leva a morte por uma incapacidade humana que em tudo esta contido por uma relação de fatos relacionados a falta de integridade educacional entre o povo e as classes que usam as religiões contraias as normas estabelecidas como os políticos que diferenciam por normas politicas os bons padrões exercidos contra a sociedade ficando inimiga do povo e se desvalorizando suas próprias vidas por hábitos e desajustes financeiros causados pelas corrupções de maus políticos mal estabelecidos por normas e desajuste politicalha como também são estabelecidos maus reconstituições do governo deixando o país em crise financeira para se acabar em um Verdadeiro curso de guerra social estabelecido pelo povo injustiçado que se acaba matando a si próprio e aos outros ficando o mundo um absinto de exemplos contraditórios a verdadeira ordem tomada em que é devorada pela sua própria raiz pelo avesso de uma verdadeira vida ou existência da vida sobre todos os pontos e subpontos que clareiam a
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verdadeira forma de viver se clamando por paz e amor em um circulo que faz viver todos os aspectos inacreditáveis da vida ficando a negra realidade como um exemplo da própria vida em que chamamos e onde mora a verdadeira orquídea negra.
A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceito, religiosos,
filosóficos e científicos.
Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889- 1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.
A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.
Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.
Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo
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tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.
Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito
contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento que deu origem a vida com sua grande explosão que se originou a vida, toda criação do ser humano por uma aliada ordem malfazeja e benfazeja de criação em que perante a todos os conhecimentos se concretizam como base de
nascimento, crescimento e evolução que se familiarizam homogeneamente ao ser humano que também se chocou como uma bomba de partículas de átomos, prótons e neutros para se fazer uma vida crescer e se manter sobre os padrões sociais gerado por um conflito humano depois a se envolver a natureza solida da vida que nos faz também como do começo do mundo que tudo esta se construindo pela força do bem que é o amor e se
destruindo pela força do mal que é a destruição que hoje somos pedaços em fase de evolução dando a si mais espaço para nossos entendimentos
racionais e humanos sobre a dura razão de vivermos e estarmos vivos pelas nossas circunstancias e desenvolvimento social em que se plantam o amor e o ódio sobre nossas noções de vivermos e ser felizes por um rendimento emocional que nos faça bem melhor por mais tempos ou mais humanos.
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e
expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma
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das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a
industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à
Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:
- O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico ( Havaí ). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
- O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma
importante vitória ao lado dos Aliados.
Final e Consequências
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Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
Bomba Atômica explode na cidade japonesa de Hiroshima
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados.
Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido com a guerra fria
colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética.
Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e
o socialismo soviético, onde ambos os países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Há exatos 70 anos, o mundo assistiu a um dos maiores atentados da
história. Em 6 de agosto de 1945, um Boeing B-29 denominado Enola Gay lançou uma bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, em missão arquitetada pelo governo dos Estados Unidos.
Sob o comando de Paul Tibbetts, o ataque tinha o objetivo de forçar o Japão a se render e, com isso, por fim à Segunda Guerra Mundial. O nome Enola Gay foi uma homenagem à mãe do piloto, Enola Gay Tibbets.
No contexto da guerra, iniciada em 1939, o mundo estava dividido em dois grupos. As principais forças dos chamados Aliados eram Reino Unido, União Soviética e Estados Unidos, enquanto Alemanha, Japão e Itália formavam as Potências do Eixo. Em agosto de 1945, a guerra já havia terminado na Europa, depois das mortes dos ditadores Benito Mussolini (Itália) e Adolf Hitler (Alemanha), porém os confrontos continuavam no Pacífico e na Ásia, protagonizados por americanos e japoneses.
Às 8h15, horário local, a bomba Little Boy (“menininho”, em tradução livre) foi lançada em direção à Hiroshima. Ela explodiu a cerca de 500 m do chão e causou a morte de mais de 140 mil pessoas. Quando viu o
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tamanho da tragédia, na forma de uma nuvem gigantesca de fumaça e poeira, o copiloto Robert Lewis escreveu no diário de bordo: “Deus, o que fizemos?"
Mas a rendição japonesa não veio. Dois dias depois, no dia 8, uma bomba ainda mais poderosa, chamada Fat Boy (“menino gordo”, também em tradução livre), foi lançada sobre outra cidade, Nagasaki. Dessa vez, cerca de 70 mil pessoas morreram.
Em menos de uma semana, no dia 15 de agosto de 1945, o Japão se rendeu ao terror, pondo fim ao conflito mundial.
Estamos vivendo hoje os melhores e piores momentos da vida por uma classificação de ideias voltada as ordens e conceitos superlativos que nos faz amarmos e odiarmos sinceramente por uma relação de construção e desconstrução que nos redime a uma natureza eu lhe digo mais codificada pelas nossas capacidades e relações socialistas entre o grande povo que se estabelece entre doutrinas de paz, amor e ódio ficando o mundo um
exemplo refletido e revolucionário por uma base de aprendizagem em que a educação nos faz merecer mais um pouco de nossas essências que poderão nos distanciar da morte que talvez seja exemplo como no começo da vida de nascimento do universo para vida como a desconstrução que nos
combinaram como um átomo a nos dar a vida continua a nosso núcleo que é constituído de átomos, nêutrons e prótons ficando nossa vida criada por uma combinação química de elementos substanciais a nossa vida que nos faz homens em um planeta em que é sempre desatinado por predadores em consequência da natureza viva que nos conduz as deficiências sociais atribuídas de sofrimentos e alegrias que nos predominam de suficiência e insuficiência dada e construída pela vida ao comportamento social por trabalhos e amizades continuas entre ambos os amigos e inimigos que nos faz felizes e tristes por todas as ocasiões mais aladas da vida que poucos conseguem usufruir da escala correta do sucesso em que nos bota a agirmos contra as diretrizes de fracassos, loucuras em que muitos se perdem nesse crucifixo de qualidades e construções morais e pessoais em que nos faz vivermos e sermos mais por extensos sobre a dura ganancia da vida ficando para traz os grandes e sufocados mistérios que são hoje chamados de
problemas emocionais gerados por circunstancias e equilíbrios mentais em que não possamos sofrer á boa ou má vida sem tantos atributos morais que em tudo e com tudo nos faz aprender a viver e algum dia ser
verdadeiramente feliz.
Talvez possamos compreender o caso ou acaso da vida que nos diferencia entre sua realidade pessoal entre nossas ações pela vida de apreendermos a darmos valor as nossas vidas e as pessoas que nos faz reagirmos de formas
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contrarias por um fator humano que descompassa as nossas mais duras intenções pelos nossos semelhantes que esteja plenamente nos dando e nos fornecendo amor e felicidades pelo um mundo melhor e mais amigo que nos distancie das realidades distorcidas e comprometidas de ilusões que rasuram a integridade da vida porque podemos algum dia entendermos o por que de viver e ser feliz entre os outros e na nossas vida longe da velha e inesquecível orquídea negra.
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O INFERNO E O CÉU
Os fatos que marcaram o mundo por violências, mortes e terrorismos sobre a face cruel da terra entre os seres humanos que por sua capacidade sempre são alvos da negra e maléfica sociedade que sempre esta manipulando a boa ventura de pessoas que ver o mundo de outra maneira mais possível e é contra as destemíeis leis cruéis que se concretizam sobre a vida do ser humano que sofre todas as negras e doentes realidades de um mundo
inesperado que se consome produtivamente a um futuro que não esteja bem intencionado sobre as leis, ordens e modos de viver superlativos de uma grande soberania de pessoas que vivem hoje e se passam de vitimas sobre um decalco sentimentalizado aos negros princípios furtados pelas
negatividades realizações imposta na vida de grandes organizações de lideres e exércitos em comando a destorcer com finalidade de paz as decadências da vida se tornando em um mundo de fraudes, terrorismos e mortes de diversos inocentes pela face da vida chamado de o verdadeiro inferno que passamos se relacionando nossos dias que se cumpram mais positivos sobre os direitos tanto da mãe natureza que não abuse das inquietasses violações do homem que se aproveita na vida para erguer paraísos sobre partes de terras que só passam de estruturas imobilizadas pelo egoísmo destruidor do homem que sempre esta matando o planeta com suas invenções químicas e desvalorizando as florestas com sua ganancia causando a verdadeira biodiversidade por causa da fauna e as floras de seus doentes contratempos onde moram as decadências de um mundo
materializado e roubado por uma relatividade pessoal do seu próprio egoísmo que se esquece de deus e aos poucos se destroem enquanto o mundo também se estabelece socializando o poder de destruição por normas politicas, religiosas e leis da natureza que sempre nos desatinam sobre nossos prazeres mais que conquistados com enormes poderes de ganhar e conquistar o mundo que chamamos de ultima coisa melhor de viver sendo desviada e declinada fatalmente pela dura, saliente vida e razão de viver ficando o ser humano sobre os desejos mais mesquinhos que pra zeramos com capacidade e são manipulados pelas maldades que o ser
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humano sempre desatina com seu papel devastador de matar sobre tudo e a todos se tornando o mundo um tremendo inferno onde são gozadas e
adormecidas as nossas razões de viver e sermos felizes e morremos por uma simples catástrofe causadas pelo poder em massa de furiosos homens que sempre estão botando e jogando o mundo contra as predes mais severas que a humanidade se retém ficando o mundo entre o um inferno mais
socializado de guerras pela paz e o céu por talvez momentos mais construtivos que se mostram mais sentimentalizados e vivenciados
normalmente e felizmente sobre toda nossa conduta que mais queremos e por inquietos momentos de vidas aproveitamos 50% por cento de
verdadeiras vontades estabelecidas pela vida benfazeja e equilibrada que todo ser humano consegue em um mundo talvez propenso a destemíeis leis de viver sobre os verdadeiros conceitos idealizados e sonhados de alguém que esteja de bem com a vida e sempre procure o verdadeiro sentimento de ser feliz e viver feliz por um bom período de tempo por mais que esteja e fique a vida negra e insolente por sempre se surpreender com os desajustes morais e imorais do ser humano que sempre manipula inevitavelmente o modo mais criativo de realista de viver e algum dia que possa estar certo do que se fez e possa dizer que esta vivendo e que todos possamos viver feliz.
São Paulo – 2016 foi um ano marcado por guerras, mortes e violações dos direitos humanos mundo afora.
A crise de refugiados bateu seu recorde de mortos – mais de 7 mil, de acordo com a Organização Internacional de Migrações (OMI) e a Síria entrou em seu quinto ano consecutivo de guerra.
Nas Américas, a corrida presidencial consolidou Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos, a Colômbia assinou um acordo de paz com as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o furacão Matthew deixou 900 mortos em sua passagem pelo Haiti.
Para 2017, a comunidade internacional está atenta aos desdobramentos de tudo que aconteceu neste ano. Veja a seguir, em ordem cronológica, os principais eventos de 2016 compilados por Exame.com:
Prisão de El Chapo
Os primeiros dias de 2016 foram tumultuados para Joaquim Guzmán Loera, conhecido como El Chapo. Após diversas fugas da prisão, o
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traficante mais procurado do século XXI e líder do cartel de Sinaloa foi preso pela terceira vez em 8 de janeiro, na cidade de Los Mochis, no México.
Encarcerado desde então, El Chapo vive momentos difíceis: a última
informação que se tem é que ele está ficando louco, careca e dependente de remédios para dormir. O traficante pediu para sua advogada agilizar sua extradição aos EUA para ter mais conforto.
Surto de Zika
Em janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) enquadrou pela primeira vez o vírus Zika como emergência sanitária mundial. Os
resultados dessa emergência foram sentidos com força em todo o mundo:
estima-se que de 3 a 4 milhões de pessoas contraíram a infeção em 2016.
Atentados em Bruxelas
Em março, o mundo se chocou com a intensidade dos atentados em Bruxelas, capital da Bélgica. Na ocasião, uma série de explosões atingiu pontos estratégicos da cidade como o Aeroporto de Zavantem e a estação de metrô Maalbek e, ao final, deixou um saldo de ao menos 30 mortos e 300 feridos. Poucas horas depois, o grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria dos ataques.
Terremotos no Equador
A noite do dia 16 de abril abalou o Equador, quando um forte terremoto de magnitude 7,8 graus atingiu o país sul-americano. O saldo de mortos
chegou a mais de 600 e os desabrigados chegaram a 30 mil. Por dias, a população sentiu cerca de 40 réplicas diárias do tremor, de acordo com o Instituto Geográfico de Quito (IG).
O terremoto foi o terceiro mais mortífero da América Latina, atrás do que atingiu o Haiti em janeiro de 2010 e dos que sacudiram El Salvador em 2001.
Queda do avião da EgyptAir
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Em 19 de maio, um avião da EgyptAir com 66 pessoas a bordo
desapareceu no trajeto entre Paris, na França, e Cairo, no Egito, e não deixou sobreviventes.
Recentemente, o Ministério da Aviação do Egito divulgou um relatório que revelou indícios de explosivos nos restos mortais das vítimas, sinalizando que a queda pode ter sido resultado de uma explosão. A França, no entanto, ainda sustenta que a tragédia aconteceu em decorrência de falhas técnicas.
Crise na Venezuela
Apesar de a Venezuela estar em colapso há meses, em maio a crise chegou a seu estopim. Após protestos da população, que sofre com a escassez de itens de serviços básicos, o presidente Nicolás Maduro declarou, no dia 17, estado de exceção e emergência econômica.
A decisão do líder da Venezuela, país dono das maiores reservas de
petróleo do mundo, foi vista pela oposição como uma tentativa de obstruir a realização de um referendo revocatório, que poderia antecipar o fim de seu mandato.
A situação insólita, no entanto, parece longe de chegar ao fim. Ao longo dos meses, diversas manifestações e tentativas de colocar o referendo em votação foram em vão. A última derrota de Maduro foi a suspensão da Venezuela do Mercosul.
As comemorações do Dia da Bastilha em Nice, sul da França, se transformaram em pânico depois que um homem avançou com um caminhão sobre a multidão de turistas que passeava em um calçadão. O autor do ataque foi morto pela polícia, mas seu ato deixou 84 mortos e mais de 200 pessoas feridas. O presidente francês François Hollande classificou o ataque como terrorista e ampliou o estado de emergência que vigorava desde os atentados em Paris de novembro de 2013.
Massacre em Orlando
O mundo acordou de luto no dia 12 de junho, após um ataque terrorista na boate gay Pulse em Orlando, Flórida, deixar 50 mortos e 53 feridos. O massacre foi considerado o pior episódio com armas de fogo da história dos Estados Unidos.
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O atirador, identificado como Omar Siddique Mateen, 29 anos, morreu no confronto com a polícia. Ele era cidadão americano e família de origem afegã.
Eleição de Rodrigo Duterte e combate às drogas nas Filipinas
Em maio, a corrida eleitoral nas Filipinas consagrou Rodrigo Duterte como novo presidente do país, com 14 milhões de votos.
O ex-prefeito da cidade de Davao, conhecido como “castigador”, chegou ao poder com um discurso duro contra a corrupção, a criminalidade e o combate às drogas. O político prometeu ampliar a todo o país sua política de repressão implementada no município em que era prefeito.
Como resultado dos seus 5 meses no mandato, a polícia das Filipinas já matou 2.086 pessoas em operações de combate às drogas e outras 3 mil em circunstâncias “não esclarecidas”. A truculência fez com que a comunidade internacional criticasse a postura de Duterte.
Tentativa de golpe militar na Turquia
A Turquia vive meses de tensão desde que o país sofreu uma tentativa de golpe contra o presidente Recep Tayyip Erdogan.
Na noite do dia 15 de julho, um grupo de militares tomou as ruas da capital de Ancara e de Istambul com tanques e declarou ter assumido o controle do poder no país.
A situação, no entanto, não se sustentou por muito tempo. Erdogan convocou uma ofensiva contra os militares e incentivou a população a ir para as ruas. Em pouco tempo, o controle foi retomado.
Essa situação mudou a política no país e o governo de Erdogan agora conduz um expurgo em todas as esferas do poder público, trazendo à tona na comunidade internacional críticas de perseguição política. (Entenda aqui a tentativa de golpe na Turquia)
Atentado em Nice
As comemorações do Dia da Bastilha em Nice, sul da França, se transformaram em pânico depois que um homem avançou com um caminhão sobre a multidão de turistas que passeava em um calçadão. O autor do ataque foi morto pela polícia, mas seu ato deixou 84 mortos e mais
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de 200 pessoas feridas. O presidente francês François Hollande classificou o ataque como terrorista e ampliou o estado de emergência que vigorava desde os atentados em Paris de novembro de 2013.
Eleição de Teresa May
A renúncia de David Cameron como primeiro-ministro do Reino Unido, após a vitória do Brexit fez necessária a realização de novas eleições para o cargo de premiê britânico. A eleita foi Teresa May, que precisa agora
colocar em ordem um país divido após a decisão popular de sair da UE.
A primeira mulher a assumir o cargo desde Margareth Tatcher, Teresa ocupava o cargo de ministra do Interior desde 2010, no qual adotou uma linha firme em temas como delinquência, imigração ilegal e extremistas islâmicos.
Terremotos na Itália
Não foi só o Equador que sofreu com os terremotos neste ano, a Itália também registrou uma série de tremores em meses diferentes. Em agosto, um terremoto de 6 graus matou ao menos 300 pessoas e deixou milhares de desabrigados na região central do país.
Algumas réplicas foram sentidas nos dias posteriores, mas nenhuma passou dos 5 graus de magnitude. Esse terremoto foi o mais forte registrado desde 1980, quando 2,9 mil morreram.
Em outubro, no entanto, outros dois tremores de 6,5 graus deixaram entre 30 e 40 mil pessoas desabrigadas na mesma região.
Guerra na Síria
Este ano, o protagonismo da Guerra da Síria, que já se arrasta por cinco anos, ficou com Aleppo.
Localizada no norte do país, a cidade vive dias intensos de conflito e em agosto chamou ainda mais a atenção da comunidade internacional depois que ativistas da oposição divulgaram uma gravação que mostrava um menino resgatado dos escombros, após um ataque aéreo.
A criança, identificada como Omaran Daqneesh, de 5 anos, coberta pelo pó da explosão e com sangue no rosto se tornou símbolo dos horrores que a
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população dessa cidade tem enfrentado. (Veja aqui como ajudar a população síria)
Antes principal centro financeiro da Síria, Aleppo está agora quase
inteiramente destruída e a população sofre com a falta de itens essenciais e com a violência da guerra.
Tensão racial nos EUA
As mortes de dois homens negros desarmados em Oklahoma e na Carolina do Norte em setembro deste ano causou comoção e revolta nos Estados Unidos, que durante dias foi palco de protestos do movimento contra o racismo na força policial.
O episódio reforçou as estatísticas que fundamentam a disparidade no uso da força policial nos EUA e revelam que pessoas negras têm maior
probabilidade de serem mortas pela polícia do que brancos.
Segundo dados do FBI, em 2015, 37% das pessoas desarmadas mortas pela polícia americana eram negras, embora o grupo represente
aproximadamente 13% da população.
Teste nuclear na Coreia do Norte
Em setembro, a Coreia do Norte realizou mais um teste nuclear – o quinto em 10 anos. Dessa vez, no entanto, o resultado da explosão gerou um terremoto artificial de 5,3 graus de magnitude sentido na Coreia do Sul.
Essa experiência resultou em novas sanções econômicas ao país. Em decisão unanime, os 15 países membros do Conselho de Segurança da ONU definiram, em dezembro, que a Coreia do Norte não pode vender ou transferir carvão, ferro e minério de ferro do seu território, exceto para fins de subsistência.
As sanções, entretanto, deixaram o regime norte-coreano ainda mais irritado. Em dezembro, o exército realizou exercícios militares nos quais simularam ataques a Seul, capital da Coreia do Sul.
Prêmio Nobel da Paz ao presidente da Colômbia
Em outubro, o acordo de paz assinado pelo governo colombiano para acabar com 52 anos de conflito com as Forças Revolucionárias da
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Colômbia (Farc) foi rejeitado pela população. O “não” recebeu 50,2% de votos válidos.
Apesar da derrota naquela votação, o acordo de paz e os esforços do presidente da Colômbia Juan Manuel Santo fez com que ele recebesse o prêmio Nobel da Paz.
Ofensiva contra o Estado Islâmico em Mosul
Em outubro, o Iraque deu início à ofensiva mais importante desde o início da guerra contra o Estado Islâmico: a batalha por Mosul, a segunda maior cidade do país, sob controle dos extremistas desde junho de 2014.
Com auxílio do exército dos Estados Unidos e apoio de ataques aéreos da coalização, a operação reconquistou um quarto da cidade e continua, até hoje, em campo. Estimativas da ONU revelam que mais 86 mil pessoas já fugiram da cidade em razão da violência.
Furacão Matthew
A passagem do Furacão Matthew pela América Central, Caribe e Estados Unidos em outubro deste ano, deixou centenas de mortos por onde passou e agravou a crise humanitária no Haiti.
O país, um dos mais frágeis e pobres do mundo, teve cidades inteiras devastadas, 900 mortos, ao menos 14 mil desabrigados e 350 mil em situação de assistência humanitária.
Crise no Sudão do Sul
Em novembro, a Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou um relatório sobre a situação alarmante que a população do Sudão do Sul se encontra: a entidade alerta que 3,7 milhões de pessoas estão passando fome.
O Sudão do Sul mergulhou em uma guerra civil no final de 2013, após o presidente Salva Kiir, da etnia dinka, denunciar uma suposta tentativa de golpe de estado liderada por seu vice-presidente Riek Machar,
desencadeando um conflito étnico entre as comunidades. Desde então, 50 mil pessoas morreram em decorrência da violência.
Assassinato de embaixador russo na Turquia
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A noite do dia 19 de dezembro pode ter abalado ainda mais as relações entre a Rússia e a Turquia. O embaixador russo na Turquia, Andrey Karlov, foi morto a tiros durante a abertura de uma exposição de fotos em Ancara.
O assassino, ex-funcionário do batalhão de choque da polícia de Ancara, lançou gritos sobre Aleppo e Síria após o ataque, em alusão à intervenção militar russa no país árabe.
Atentado em feira de Natal de Berlim
A tradicional feira natalina da capital da Alemanha foi alvo de um suposto atentado terrorista na noite do dia 19. Ao todo 12 pessoas morreram e quase 50 estão feridas.
A chanceler alemã, Angela Merkel, classificou o ataque de “uma cruel e inconcebível ação” e confirmou o incidente está sendo tratado como um atentado terrorista.
Há exatos 70 anos, o mundo assistiu a um dos maiores atentados da
história. Em 6 de agosto de 1945, um Boeing B-29 denominado Enola Gay lançou uma bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, em missão arquitetada pelo governo dos Estados Unidos.
Sob o comando de Paul Tibbetts, o ataque tinha o objetivo de forçar o Japão a se render e, com isso, por fim à Segunda Guerra Mundial. O nome Enola Gay foi uma homenagem à mãe do piloto, Enola Gay Tibbets.
No contexto da guerra, iniciada em 1939, o mundo estava dividido em dois grupos. As principais forças dos chamados Aliados eram Reino Unido, União Soviética e Estados Unidos, enquanto Alemanha, Japão e Itália formavam as Potências do Eixo. Em agosto de 1945, a guerra já havia terminado na Europa, depois das mortes dos ditadores Benito Mussolini (Itália) e Adolf Hitler (Alemanha), porém os confrontos continuavam no Pacífico e na Ásia, protagonizados por americanos e japoneses.
Às 8h15, horário local, a bomba Little Boy (“menininho”, em tradução livre) foi lançada em direção à Hiroshima. Ela explodiu a cerca de 500 m do chão e causou a morte de mais de 140 mil pessoas. Quando viu o tamanho da tragédia, na forma de uma nuvem gigantesca de fumaça e poeira, o copiloto Robert Lewis escreveu no diário de bordo: “Deus, o que fizemos?"
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Mas a rendição japonesa não veio. Dois dias depois, no dia 8, uma bomba ainda mais poderosa, chamada Fat Boy (“menino gordo”, também em tradução livre), foi lançada sobre outra cidade, Nagasaki. Dessa vez, cerca de 70 mil pessoas morreram.
Em menos de uma semana, no dia 15 de agosto de 1945, o Japão se rendeu ao terror, pondo fim ao conflito mundial.
Os ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 (às vezes, referido apenas como 11 de setembro) foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros.
Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que
trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das
vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário - uma pessoa foi descartada da contagem por um médico legista, pois teria sido morto por uma doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.
Os Estados Unidos responderam aos ataques com o lançamento da Guerra ao Terror: o país invadiu o Afeganistão para derrubar o Taliban, que
abrigou os terroristas da al-Qaeda. Os Estados Unidos também aprovaram o USA PATRIOT Act. Muitos outros países também reforçaram a sua
legislação antiterrorismo e ampliaram os poderes de aplicação da lei.
Algumas bolsas de valores estadunidenses ficaram fechadas no resto da
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semana seguinte ao ataque e registraram enormes prejuízos ao reabrir, especialmente nas indústrias aérea e de seguro. O desaparecimento de bilhões de dólares em escritórios destruídos causaram sérios danos à economia de Lower Manhattan, em Nova Iorque.
Os danos no Pentágono foram reparados em um ano, e o Memorial do Pentágono foi construído ao lado do prédio. O processo de reconstrução foi iniciado no local do World Trade Center. Em 2006, uma nova torre de escritórios foi concluída no local, o World Trade Center 7. A torre One World Trade Center, construída no local, é um dos arranha-céus mais altos da América do Norte, com 541 metros de altura. Mais três edifícios estão previstos para serem construídos no local das antigas Torres Gêmeas, além de um memorial às vítimas dos ataques já concluído. O Memorial Nacional do Voo 93 começou a ser construído 8 de novembro de 2009 e a primeira fase de construção foi concluída no 10º aniversário dos atentados de 11 de setembro, em 2011.
Os ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 (às vezes, referido apenas como 11 de setembro) foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros.
Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que
trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das
vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário - uma pessoa foi descartada da contagem
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por um médico legista, pois teria sido morto por uma doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.
Os Estados Unidos responderam aos ataques com o lançamento da Guerra ao Terror: o país invadiu o Afeganistão para derrubar o Taliban, que
abrigou os terroristas da al-Qaeda. Os Estados Unidos também aprovaram o USA PATRIOT Act. Muitos outros países também reforçaram a sua
legislação antiterrorismo e ampliaram os poderes de aplicação da lei.
Algumas bolsas de valores estadunidenses ficaram fechadas no resto da semana seguinte ao ataque e registraram enormes prejuízos ao reabrir, especialmente nas indústrias aérea e de seguro. O desaparecimento de bilhões de dólares em escritórios destruídos causaram sérios danos à economia de Lower Manhattan, em Nova Iorque.
Os danos no Pentágono foram reparados em um ano, e o Memorial do Pentágono foi construído ao lado do prédio. O processo de reconstrução foi iniciado no local do World Trade Center. Em 2006, uma nova torre de escritórios foi concluída no local, o World Trade Center 7. A torre One World Trade Center, construída no local, é um dos arranha-céus mais altos da América do Norte, com 541 metros de altura. Mais três edifícios estão previstos para serem construídos no local das antigas Torres Gêmeas, além de um memorial às vítimas dos ataques já concluído. O Memorial Nacional do Voo 93 começou a ser construído 8 de novembro de 2009 e a primeira fase de construção foi concluída no 10º aniversário dos atentados de 11 de setembro, em 2011.
No início da manhã de 11 de setembro de 2001, 19 sequestradores
assumiram o controle de quatro aviões comerciais (dois Boeing 757 e dois Boeing 767) em rota para a Califórnia (três indo para o LAX, em Los
Angeles, e um para São Francisco), após decolar de Boston, Massachusetts;
Newark, Nova Jersey e Washington, D.C. Aviões grandes com longos voos foram intencionalmente escolhidos para o sequestro porque seriam
fortemente impulsionados.
Os quatro voos foram:
Voo 11 da American Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 07:59 com rota para Los Angeles e uma tripulação de 11 membros e outros 76
passageiros, não incluindo os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Norte do World Trade Center às 08:46;
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Voo 175 da United Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 08:14 em rota para Los Angeles com uma tripulação de nove membros e 51
passageiros, sem incluir os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Sul do World Trade Center às 09:03;
Voo 77 da American Airlines: deixou o Aeroporto Internacional
Washington Dulles, na Virgínia, às 08:20 em rota para Los Angeles com uma tripulação de seis membros e outros 53 passageiros, não incluindo cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra o Pentágono às 09:37;
Voo 93 da United Airlines: deixou o Aeroporto Internacional de Newark às 08:42 em rota para São Francisco, com uma tripulação de sete membros e outros 33 passageiros, não incluindo os quatro sequestradores. Depois que os passageiros se rebelaram, os terroristas derrubaram o avião no chão, perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03.
A cobertura da imprensa foi intensa durante os ataques e suas
consequências, a começar momentos após a primeira colisão no World Trade Center.
Eventos
Colisão do voo 175 da United Airlines contra a Torre Sul do World Trade Center.
Às 08:46, o Voo 11 da American Airlines atingiu a Torre Norte do World Trade Center, seguido pelo Voo 175 da United Airlines, que atingiu a Torre Sul às 09h03.
Outro grupo de sequestradores do Voo 77 da American Airlines atingiu o Pentágono às 9:37. Um quarto voo, o Voo 93 da United Airlines, caiu em uma área rural perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03, depois de os passageiros terem tentado retomar o controle do avião dos sequestradores.
Acredita-se que a meta final dos sequestradores seria o Capitólio (sede do Congresso dos Estados Unidos) ou a Casa Branca.
Em setembro de 2002, em uma entrevista realizada para o documentarista Yosri Fouda, um jornalista da Al Jazeera, Khalid Sheikh Mohammed, junto a Ramzi Binalshibh, afirmou que o quarto avião sequestrado estava se dirigindo para o Capitólio dos Estados Unidos e não para a Casa Branca.
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Eles ainda afirmaram que a al-Qaeda inicialmente tinha planejado fazer com que os aviões sequestrados atingissem instalações nucleares em vez das torres do World Trade Center e o Pentágono, mas foi decidido não atacar as centrais nucleares "por ora" por causa de temores de que os ataques poderiam "sair de controle".
Durante o sequestro dos aviões, os terroristas usaram armas brancas para esfaquear e matar os pilotos das aeronaves, os comissários de voo e os passageiros. Relatórios feitos com as chamadas telefônicas vindas dos avião indicaram que facas foram usadas pelos sequestradores para ferir atendentes e, em ao menos um caso, um passageiro, durante dois dos sequestros.
Alguns passageiros foram capazes de fazer ligações, usando o serviço de telefone da cabine e celulares, e fornecer detalhes, inclusive de que vários dos sequestradores que estavam a bordo de cada avião tinham usado sprays químicos contra a tripulação, como gás lacrimogêneo ou spray de pimenta, e que algumas pessoas a bordo tinha sido esfaqueadas.
A Comissão do 11 de Setembro estabeleceu que dois dos sequestradores tinham comprado recentemente ferramentas manuais multi-funções da marca Leatherman. Uma aeromoça do voo 11, um passageiro do voo 175 e os passageiros do voo 93 mencionaram que os sequestradores tinham bombas, mas um dos passageiros também mencionou que achava que as bombas eram falsas. Nenhum vestígio de explosivos foram encontrados nos locais dos incidentes e a Comissão do 11/09 concluiu que as bombas eram provavelmente falsas.
Torres do WTC queimando no dia dos ataques.
No Voo 93 da United Airlines as gravações da caixa preta revelaram que a tripulação e os passageiros tentaram assumir o controle do avião dos
sequestradores depois de ficarem sabendo, através de chamadas telefônicas, que outros aviões sequestrados foram jogados contra edifícios na manhã daquele dia. De acordo com a transcrição das gravações do voo 93, um dos sequestradores deu a ordem para alterar a rota do avião, uma vez que tinha ficado evidente que eles iriam perder o controle do avião para os
passageiros. Logo depois a aeronave caiu em um campo perto de Shanksville, Condado de Somerset, Pensilvânia, às 10:03, hora local (14:03:11 UTC). Khalid Sheikh Mohammed, o organizador dos atentados,
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mencionou em uma entrevista de 2002 com Yosri Fouda que o alvo do Voo 93 era o Capitólio dos Estados Unidos, que foi dado o nome-código
"Faculdade de Direito".
Três dos prédios do Complexo do World Trade Center desmoronaram devido a uma falha estrutural, no dia do ataque. A Torre Sul (WTC 2) caiu às 9h59, após queimar por 56 minutos em um incêndio causado pelo
impacto de Voo 175 da United Airlines. A Torre Norte (WTC 1)
desmoronou às 10:28, após queimar por aproximadamente 102 minutos.
Quando a Torre Norte desabou, os escombros caíram próximo à World Trade Center 7 (WTC 7), danificando o edifício e iniciando um incêndio.
Estes incêndios queimaram durante horas e comprometeram a integridade estrutural do edifício, levando-o ao colapso total às 17:21.
Os ataques criaram confusão generalizada entre as organizações de notícias e os controladores de tráfego aéreo nos Estados Unidos. Todo o tráfego aéreo civil internacional foi proibido de desembarcar em solo
estadunidense por três dias. As aeronaves já em voo ou foram afastadas ou desviadas para aeroportos no Canadá ou no México. Fontes de notícias e relatórios não confirmados, muitas vezes contraditórios, foram divulgados ao longo do dia. Um dos mais prevalentes destes relatou que um carro- bomba iria ser detonado na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Logo após a divulgação pela primeira vez sobre o incidente no Pentágono, alguns meios de comunicação também informaram brevemente que um incêndio tinha eclodido no National Mall.
Outro relatório saiu na Associated Press, informando que o Voo 1989 da Delta Air Lines também havia sido sequestrado. Este relatório também revelou-se falso; acreditou-se por momentos que também este voo corria risco de sequestro, mas seu comando respondeu aos controladores, e pousou em segurança em Cleveland, Ohio.
Vítimas
Ruínas do complexo do World Trade Center após o colapso das torres.
Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores e as 2 977 vítimas. As vítimas foram distribuídas da seguinte forma: 246 nos quatro aviões (onde não houve sobreviventes), 2606 na cidade de Nova Iorque e 125 no Pentágono. Todas as mortes ocorridas foram de civis, exceto por 55 militares atingidos no Pentágono.
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Em 2007, o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque divulgou o número oficial de mortos do 11 de setembro, adicionando a morte de Felicia Dunn-Jones. Dunn-Jones faleceu cinco meses após o 11/09 devido a uma doença pulmonar que foi associada à exposição à poeira durante o colapso do World Trade Center. Heyward Leon, que
morreu de linfoma em 2008, foi adicionado ao número oficial de mortes em 2009.
O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) estimou que cerca de 17 400 civis estavam no complexo do World Trade Center no momento dos ataques, enquanto as contas da Autoridade Portuária de Nova Iorque
sugerem que 14.154 pessoas estavam nas Torres Gêmeas às 08h45min. A grande maioria das pessoas abaixo da zona de impacto evacuaram os edifícios com segurança, junto com dezoito pessoas que estavam na zona de impacto na torre sul, e um número de pessoas que estava acima da zona de impacto que, evidentemente, usaram a escadaria intacta na Torre Sul.
Pelo menos 1.366 pessoas morreram, pois estavam no andar do impacto da Torre Norte ou em andares superiores, e pelo menos 618 na Torre Sul, onde a evacuação tinha começado antes do segundo impacto. Assim, dos 2 753 mortos no WTC, 1 950 estavam nos andares atingidos pelas aeronaves ou acima deles.
Dois homens ajudando uma mulher ferida durante os ataques.
De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos
instantaneamente com impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre. Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte (como mostrado na foto "The Falling Man"), caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo.
Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas. Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.
Um total de 411 trabalhadores de emergência que responderam aos chamados de socorro morreram quando tentavam resgatar as pessoas e apagar os incêndios. O Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova Iorque
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(FDNY) perdeu 341 bombeiros e dois paramédicos. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) perdeu 23 funcionários. O Departamento de Polícia da Autoridade Portuária perdeu 37 oficiais, e 8 EMTs adicionais e paramédicos de unidades privadas de serviços de emergência foram mortos.
A Cantor Fitzgerald L.P., um banco de investimento nos pisos 101a-105a do World Trade Center 1, perdeu 658 funcionários, muito mais do que qualquer outra empresa. A Marsh Inc., localizada imediatamente abaixo da Cantor Fitzgerald nos pisos 93-101 (o local de impacto do voo 11) perdeu 355 funcionários, e 175 funcionários da Aon Corporation foram mortos.
Depois de Nova Iorque, Nova Jérsei foi o estado mais atingido, com a cidade de Hoboken ostentando a maioria das mortes. Mais de noventa países perderam cidadãos nos ataques ao World Trade Center (três brasileiros e cinco portugueses).
Semanas após o ataque, o número de vidas perdidas foi estimado em mais de seis mil. A cidade de Nova Iorque só foi capaz de identificar os restos de cerca de 1.600 das vítimas no World Trade Center, ficando sem
identificação mais de 1.100. O escritório legista também recolheu cerca de dez mil ossos não identificados e fragmentos de tecidos humanos que não puderam ser combinados para a lista de mortos. Em 23 de fevereiro de 2005, as autoridades legistas reconheceram a limitação tecnológica na época, para avançar nos trabalhos de identificação. Nos últimos cinco meses apenas oito vítimas haviam sido identificadas.
Fragmentos ósseos ainda estavam sendo encontrados em 2006, quando os trabalhadores estavam se preparando para demolir Deutsche Bank
Building, também danificado. Essa operação foi concluída em 2007. Em 2 de abril de 2010 uma equipe de especialistas em antropologia forense e arqueologia começou a procurar por restos humanos, artefatos humanos e objetos pessoais no aterro sanitário de Fresh Kills, em Staten Island. A operação foi concluída em junho de 2010, com 72 restos humanos
encontrados, elevando o total de restos humanos encontrados para 1845. As identidades de 1629 das 2753 vítimas foram identificadas. Os perfis de DNA, na tentativa de identificar as vítimas adicionais, são permanentes.
Em agosto de 2011, 1 631 vítimas foram identificadas, enquanto que 1 122 (41%) das vítimas permaneceram não identificadas. Em julho de 2011, uma
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equipe de cientistas do instituto médico da cidade tentaram novamente identificar os restos mortais, na esperança de que a tecnologia melhor desenvolvida lhes permitisse identificar outras vítimas.
Danos
Local do World Trade Center (Ground Zero) com uma sobreposição mostrando os locais originais do complexo de edifícios destruídos.
O Pentágono parcialmente destruído após o colapso do avião.
Junto com os 110 andares das Torres Gêmeas, vários edifícios ao redor foram destruídos ou seriamente danificados, incluindo os edifícios 3 a 7 do complexo do World Trade e a Igreja Ortodoxa Grega de São Nicolau. A Torre Norte, a Torre Sul, o Marriott Hotel (WTC 3) e o WTC 7 foram completamente destruídos. A Alfândega dos Estados Unidos (no WTC 6), o WTC 4, o WTC 5 e duas passarelas de pedestres que ligavam os edifícios foram severamente danificadas. O Deutsche Bank Building foi
parcialmente danificado e mais tarde demolido. Os dois edifícios do complexo vizinho do World Financial Center também sofreram danos.
O Deutsche Bank Building, na Liberty Street do complexo do World Trade Center, foi mais tarde condenado por causa das condições tóxicas no
interior da torre de escritórios e foi desconstruído. O Fiterman Hall, do Colégio Comunitário do Borough de Manhattan, na 30 West Broadway, foi condenado devido aos danos nos ataques e está sendo reconstruído. Outros edifícios vizinhos, como o 90 West Street e o Edifício Verizon sofreram grandes danos, mas foram restaurados. Os edifícios do World Financial Center, o One Liberty Plaza, o Millenium Hilton e o 90 Church Street tiveram danos moderados e já foram restaurados. Os equipamentos de telecomunicações no topo da Torre Norte também foram destruídos, mas as estações de mídia rapidamente foram capazes de redirecionar os seus sinais e retomar as transmissões.
O Pentágono foi severamente danificado pelo impacto do Voo 77 da American Airlines e por incêndios subsequentes, causando o desabamento de uma das seções do edifício. Ao se aproximar do Pentágono, as asas do avião derrubaram postes de luz e seu motor direito quebrou um gerador antes de cair no lado ocidental do edifício, matando todos os 53
passageiros, os cinco sequestradores e 6 tripulantes. O avião atingiu o